Se você já possui uma clínica médica ou decidiu abrir seu próprio consultório, com certeza precisará de uma boa saúde financeira. Com ela, você mantém um atendimento eficiente aos pacientes e evita dificuldades extremas no futuro. Ter um controle financeiro pode parecer até complicado, porém com uma organização eficaz e alguns procedimentos simples sua gestão de finanças ficará mais tranquila.
Para te ajudar nessa organização, listamos 7 dicas essenciais para garantir o seu controle financeiro. Confira a seguir!
Misturar as contas pessoais com algum negócio é um dos principais motivos que levam um empreendimento de pequeno ou médio porte ir a falência! Por isso, cuidado para não confundir e misturar contas próprias com as da sua clínica ou consultório.
Para evitar esse problema, o ideal é separar a remuneração do proprietário, o pagamento das despesas fixas e variáveis da clínica e o lucro bruto. Por isso, não esqueça que as responsabilidades e o controle financeiro em relação a contabilidade de uma pessoa física e jurídica são diferentes.
Essa primeira dica é essencial para ter um completo controle financeiro. Quando você registra todas as operações financeiras que ocorrem na clínica, fica mais fácil de identificar os gastos e lucros. Assim, você controla com mais eficiência a sua entrada e saída de caixa.
O ideal é que esse registro seja diário e ocorra esse processo em todas as transações. Sendo as principais: o recebimento de pagamento de pacientes de consulta particular e de convênios de plano de saúde, pagamento de fornecedores, compra de materiais necessários e pagamento dos funcionários da clínica/consultório.
Assim que você começar a pôr em prática o registro de todas as operações financeiras da clínica, você estará mais qualificado a realizar um fluxo de caixa.
O fluxo de caixa significa toda a movimentação financeira do caixa de uma empresa em um determinado período de tempo. Ou seja, é todo o fluxo da entrada e saída de dinheiro em certo tempo. Isso significa que se você faz um fluxo de caixa diário, você garante um maior controle de pagamentos. Assim, você consegue planejar melhor as contas no próximo mês.
Para garantir um controle financeiro da sua clínica ou consultório, é muito importante escolher bem os seus fornecedores. Para isso é fundamental ter um relacionamento próximo e agradável com eles.
Quando você cria um bom relacionamento com seus fornecedores, facilita que seus pedidos ocorram nas datas corretas e com isso, não irá atrapalhar o seu fluxo de caixa.
Além disso, o seu controle financeiro fica mais claro quando você escolhe fornecedores parceiros. Para isso, é importante que eles tenham qualidade nos materiais e equipamentos, garantam os prazos de entrega e que tenham um equilíbrio na cotação dos preços e no suporte na negociação.
Sabemos que a crise de nosso país afetou muitos empreendimentos devido as flutuações da economia e diminuição do consumo da população. Por isso, é ideal que o seu consultório tenha um fundo de reserva que possa cobrir os gastos quando o fluxo de pacientes for menor.
Além disso, ter um fundo de caixa é essencial se você tiver uma necessidade de ter um gasto não planejado, por exemplo, para o conserto de algum equipamento ou compra de um material para auxiliar no atendimento.
A tecnologia é um fator que auxilia, e muito, na facilidade em otimizar alguns processos internos. Geralmente, algumas tarefas manuais de clínicas e consultórios afetam no atendimento e produtividade do colaboradores. Por exemplo, o excesso de ligações para agendar, remarcar ou cancelar uma consulta, podem tomar muito tempo do colaborador. Nesse caso, aplicar um sistema digital de agendamento de consultas, como o próprio e-mail, planilhas ou mensagens internas (intranet) facilitará o trabalho do seu funcionário.
Além desse exemplo comum, a tecnologia e sistemas de informatização já oferecem programas que fornecem relatórios, gráficos e resultados sobre suas finanças. Assim, facilitando o seu controle financeiro e dando a possibilidade de você ter um olhar mais nítido dos custos.
Como qualquer processo que demande uma organização, o planejamento é fundamental. Com ele, você mantém uma visão sobre futuros gastos e recebimentos. Por isso, você consegue ter um melhor controle financeiro.
Quando você faz um fluxo de caixa e analisa relatórios, a realização de projeções de gastos para os próximos períodos é mais visível. Isto é, você conseguirá prever a receita da sua clínica, as oportunidades de lucro, momentos de maior incidência de gastos e programará novos investimentos.
Essas dicas são fundamentais para você ter um controle financeiro eficiente. Com elas você poderá ter novos resultados e uma visão mais ampla das necessidades que sua clínica possui. Assim, estará mais propenso a resultados positivos, graças a sua organização, dedicação e esforço em planejar e compreender a necessidade da boa saúde financeira.
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A gestão de insumos hospitalares é uma prática relevante nas unidades de saúde, tendo em vista se tratar de tudo aquilo que é necessário para o exercício das atividades, como máscaras, seringas, luvas, medicações, entre outros. Essa prática envolve todo o processo de obtenção, armazenamento, estocagem e administração do material.
Além disso, o correto gerenciamento dos produtos representa uma redução de custos considerável no atendimento na saúde, e a garantia de que o paciente terá todos os insumos disponíveis para o seu cuidado, proporcionando um atendimento de qualidade.
Devido à sua importância, elaboramos este conteúdo para apresentar boas práticas de gestão de insumos hospitalares. Confira!
Em determinadas situações, a aquisição de remédios controlados precisa respeitar as normas governamentais, que requer um volume mínimo de faturamento. Por esse motivo, é necessário ter um controle minucioso desses produtos para evitar a sua falta por muito tempo e, dessa forma, afetar a realização de atendimentos de emergência e cirurgias.
Em outros casos, é possível implementar o disparo de novas requisições de acordo com a saída de insumos ao longo do atendimento, com a finalidade de manter um estoque mínimo de cada item, observando a demanda. A utilização de um bom sistema pode contribuir bastante nessa atividade.
Depois de receber os insumos e conferi-los, o ideal é classificar e armazenar, levando em conta as características de cada um (peso, volume, fragilidade, entre outros), prioridades e frequência de uso. É preciso ressaltar que determinados medicamentos devem ficar sob refrigeração, enquanto outros mais acessíveis, para tornar o atendimento mais rápido.
Essa catalogação servirá para uma conservação e armazenagem mais efetiva dos insumos hospitalares. Após ajustados nos devidos lugares, sempre devem ser repostos nos mesmos locais e, dessa forma, evitar a desorganização e compras desnecessárias, caso os itens não sejam encontrados.
Manter um registro diário dos insumos consumidos, é importante para simplificar a tomada de decisão relacionada aos pedidos de novos materiais e organização do estoque. Essa prática impede a ocorrência de desperdícios ou extravios e mostra, de forma realista, o que realmente está sendo gasto no atendimento aos pacientes.
Toda a tarefa de contagem, monitoramento de saída e armazenagem dos itens, tem o objetivo de aprimorar a gestão de compras de insumos e minimizar perdas de produtos obsoletos, vencidos ou danificados pelo excesso de tempo no estoque.
Uma análise detalhada permite identificar quais são os insumos mais usados e a reserva mínima para cada um deles. Dessa forma, é possível controlar a rotatividade dos produtos e realizar sua compra, levando em consideração as demandas nos tratamentos aos pacientes.
Outra vantagem de contar com a tecnologia é implementar um sistema integrado capaz de acompanhar o fluxo dos insumos, controle de estoque, uso aos cuidados com o paciente e demais funcionalidades relevantes, para uma administração eficiente do serviço de saúde.
Dessa forma, é possível integrar a logística com os prontuários eletrônicos, o que vai tornar mais fácil o trabalho do departamento financeiro, como contabilização e cobranças adequadas dos convênios, evitando a ocorrência de glosas.
Ou seja, integrar a gestão de insumos hospitalares nas unidades de saúde viabiliza uma logística mais eficaz no dia a dia de trabalho, bem como promove um controle mais adequado e correto em relação à saída e entrada de medicamentos e materiais no estoque.
A automatização dos processos gera resultados incríveis em praticamente todos os setores. Em relação ao controle de insumos hospitalares, a tecnologia contribui assegurando a análise apropriada para adquirir o produto certo, na quantidade adequada, além da manutenção de uma armazenagem eficiente e sua aplicação exata, por meio da total rastreabilidade de processos, prazos e validades.
Mesmo que faça uma gestão eficiente, realizar a contagem dos insumos de maneira periódica ajuda a controlar e identificar se está tudo saindo de acordo com o planejado. Caso contrário, é preciso implementar ações para reduzir a margem de falhas. Para os itens com custo mais elevado, o inventário deve ocorrer em espaços de tempo reduzidos.
O período de contagem pode ser definido, também, para a classificação de cada insumo, por exemplo, mensal, semestral ou anual. É feito o ajuste entre o volume físico e o registrado no sistema e, em seguida, deve ser realizado um comunicado para o time em relação às divergências identificadas e as questões a serem aprimoradas.
Um bom gerenciamento de insumos hospitalares precisa englobar todos os colaboradores que fazem parte das rotinas do hospital. Por esse motivo, disponibilize treinamentos de conscientização e orientação referentes às atividades ligadas à correta utilização dos materiais.
Isso porque, quando todos entendem sobre as normas e o dia a dia da unidade de saúde, o engajamento aumenta e fica mais simples controlar erros de estocagem e transportes, fraudes, aplicações incorretas dos medicamentos e materiais, desperdícios e demais práticas que afetam um gerenciamento eficaz.
Alguns hospitais atuam com o sistema de consignação de itens com os fabricantes. Isso significa que o insumo fica disponível no almoxarifado, no entanto, a aquisição é efetivada quando o material for usado no paciente. Para unidades que atuam nesse formato, é essencial entender a qualidade e procedência dos produtos.
Mesmo que as compras sejam feitas de forma habitual, o relacionamento com os fornecedores precisa estar bem estabelecido e, assim, evitar a ocorrência de danos ao longo do transporte, atrasos na entrega ou falta de insumos.
Agora que você entende a importante de manter uma boa gestão de insumos hospitalares, o ideal é colocar as dicas apresentadas em prática e, dessa forma, evitar os prejuízos que a falta desse controle pode trazer como, por exemplo, desabastecimento do estoque, perdas e faltas de medicamentos, devido ao armazenamento incorreto, e demais falhas que podem prejudicar o tratamento efetivo do paciente, interferindo negativamente nos resultados a serem alcançados.
Conseguiu esclarecer as suas dúvidas? Então, aproveite sua visita no blog e saiba sete dicas para colocar em prática a gestão de equipamentos hospitalares.
A gestão de insumos hospitalares é uma prática relevante nas unidades de saúde, tendo em vista se tratar de tudo aquilo que é necessário para o exercício das atividades, como máscaras, seringas, luvas, medicações, entre outros. Essa prática envolve todo o processo de obtenção, armazenamento, estocagem e administração do material.
Além disso, o correto gerenciamento dos produtos representa uma redução de custos considerável no atendimento na saúde. Portanto, há garantias de que o paciente terá todos os insumos disponíveis para o seu cuidado, proporcionando um atendimento de qualidade.
Devido à sua importância, elaboramos este conteúdo para apresentar boas práticas de gestão de insumos hospitalares. Confira!
Em determinadas situações, a aquisição de remédios controlados precisa respeitar as normas governamentais, que requer um volume mínimo de faturamento. Por esse motivo, é necessário ter um controle minucioso desses produtos para evitar a sua falta por muito tempo e, dessa forma, afetar a realização de atendimentos de emergência e cirurgias.
Em outros casos, é possível implementar o disparo de novas requisições de acordo com a saída de insumos ao longo do atendimento, com a finalidade de manter um estoque mínimo de cada item. A utilização de um bom sistema pode contribuir bastante nessa atividade de observar a demanda.
Depois de receber os insumos e conferi-los, o ideal é classificar e armazenar. Mas, levando em conta as características de cada um (peso, volume, fragilidade, entre outros), prioridades e frequência de uso. É preciso ressaltar que determinados medicamentos devem ficar sob refrigeração, enquanto outros mais acessíveis, para tornar o atendimento mais rápido.
Essa catalogação servirá para uma conservação e armazenagem mais efetiva dos insumos hospitalares. Após ajustados nos devidos lugares, sempre devem ser repostos nos mesmos locais e, dessa forma, evitar a desorganização e compras desnecessárias, caso os itens não sejam encontrados.
Manter um registro diário dos insumos consumidos, é importante para simplificar a tomada de decisão relacionada aos pedidos de novos materiais e organização do estoque. Essa prática impede a ocorrência de desperdícios ou extravios e mostra, de forma realista, o que realmente está sendo gasto no atendimento aos pacientes.
Toda a tarefa de contagem, monitoramento de saída e armazenagem dos itens, tem o objetivo de aprimorar a gestão de compras de insumos . Assim sendo, minimizar perdas de produtos obsoletos, vencidos ou danificados pelo excesso de tempo no estoque.
Uma análise detalhada permite identificar quais são os insumos mais usados e a reserva mínima para cada um deles. Dessa forma, é possível controlar a rotatividade dos produtos. Levando em consideração as demandas nos tratamentos aos pacientes ao realizar sua compra,
Outra vantagem de contar com a tecnologia é implementar um sistema integrado capaz de acompanhar o fluxo dos insumos e controle de estoque. E também, atender aos cuidados com o paciente e demais funcionalidades relevantes, para uma administração eficiente do serviço de saúde.
Dessa forma, é possível integrar a logística com os prontuários eletrônicos, o que vai tornar mais fácil o trabalho do departamento financeiro. Por exemplo, a contabilização e cobranças adequadas dos convênios, evitando a ocorrência de glosas.
Ou seja, integrar a gestão de insumos hospitalares nas unidades de saúde viabiliza uma logística mais eficaz no dia a dia de trabalho, bem como promove um controle mais adequado e correto em relação à saída e entrada de medicamentos e materiais no estoque.
A automatização dos processos gera resultados incríveis em praticamente todos os setores. Em relação ao controle de insumos hospitalares, a tecnologia contribui assegurando a análise apropriada para adquirir o produto certo. É claro que na quantidade adequada, além da manutenção de uma armazenagem eficiente e sua aplicação exata. Isso por meio da total rastreabilidade de processos, prazos e validades.
Mesmo que faça uma gestão eficiente, realizar a contagem dos insumos de maneira periódica ajuda a controlar e identificar se está tudo saindo de acordo com o planejado. Caso contrário, é preciso implementar ações para reduzir a margem de falhas. Para os itens com custo mais elevado, o inventário deve ocorrer em espaços de tempo reduzidos.
O período de contagem pode ser definido, também, para a classificação de cada insumo, por exemplo, mensal, semestral ou anual. É feito o ajuste entre o volume físico e o registrado no sistema. Assim em seguida, deve ser realizado um comunicado para o time em relação às divergências identificadas e as questões a serem aprimoradas.
Um bom gerenciamento de insumos hospitalares precisa englobar todos os colaboradores que fazem parte das rotinas do hospital. Por esse motivo, disponibilize treinamentos de conscientização e orientação referentes às atividades ligadas à correta utilização dos materiais.
Isso porque, quando todos entendem sobre as normas e o dia a dia da unidade de saúde, o engajamento aumenta. Portanto, fica mais simples controlar erros de estocagem e transportes. Perdas por fraudes, aplicações incorretas dos medicamentos e materiais, desperdícios e demais práticas que afetam um gerenciamento eficaz.
Alguns hospitais atuam com o sistema de consignação de itens com os fabricantes. Isso significa que o insumo fica disponível no almoxarifado. No entanto, a aquisição é efetivada quando o material for usado no paciente. Para unidades que atuam nesse formato, é essencial entender a qualidade e procedência dos produtos.
Mesmo que as compras sejam feitas de forma habitual, o relacionamento com os fornecedores precisa estar bem estabelecido. E assim sendo, evitar a ocorrência de danos ao longo do transporte, atrasos na entrega ou falta de insumos.
Agora que você entende a importante de manter uma boa gestão de insumos hospitalares, o ideal é colocar as dicas apresentadas em prática. Dessa forma, evitar os prejuízos que a falta desse controle pode trazer. Como por exemplo o desabastecimento do estoque. Ou perdas e faltas de medicamentos devido ao armazenamento incorreto. Além das falhas que podem prejudicar o tratamento efetivo do paciente, interferindo negativamente nos resultados a serem alcançados.
Conseguiu esclarecer as suas dúvidas? Então, aproveite sua visita no blog e saiba sete dicas para colocar em prática a gestão de equipamentos hospitalares.
Equipamentos obsoletos em hospitais podem representar prejuízos tanto para os pacientes, que precisam de materiais de qualidade, com as melhores tecnologias e em pleno funcionamento durante um atendimento, quanto para a gestão hospitalar.
Isso porque equipamentos obsoletos podem resultar em crises financeiras, a partir do desperdício de recursos, e até na crise na imagem, quando ocorre o descarte inadequado dos materiais e a constante ausência desses elementos com a máxima tecnologia, que são essenciais para a qualidade no atendimento dos pacientes.
Pensando em evitar os problemas mencionados acima, preparamos este artigo com informações essenciais para que os ambientes hospitalares saibam o que fazer com equipamentos obsoletos. Continue a leitura!
A resposta para a pergunta acima não pode ser simples, já que a Lei 12.305/2010 exige que as empresas descartem os resíduos de forma responsável e ambientalmente correta. O descumprimento disso poderia acarretar em problemas judiciais e até para a reputação da instituição diante dos pacientes, investidores e fornecedores. Além disso, é preciso pensar em alternativas mais viáveis também economicamente.
A partir de um gerenciamento adequado e que evite a obsolescência, é possível driblar gastos desnecessários com o material e ter um melhor aproveitamento dos recursos da instituição.
Uma maneira de atingir esse objetivo é ao analisar componentes dos equipamentos que têm uma vida útil mais curta que os produtos finais e repô-los com frequência para não comprometer o equipamento. Isso exige um controle de estoque rigoroso.
De qualquer forma, é preciso ter em mente que até os componentes se tornam obsoletos em um determinado momento, o que torna necessária a procura por produtos similares no mercado e que cumpram o mesmo propósito que o produto original. Assim, os equipamentos aumentam o seu tempo de vida, sem que isso comprometa a segurança, já que existem patentes por trás dos materiais.
A melhor forma de elevar o tempo de vida útil dos equipamentos, fugindo dos problemas mencionados acima, é atuar de forma preventiva, como a inspeção dos materiais para que se encontre possíveis falhas ou indícios delas.
Isso pode livrar os equipamentos de situações mais sérias no futuro, que também exige um gasto mais elevado para manutenção. Assim, certifique-se de ter cuidados, como:
Como dito inicialmente, é indispensável considerar o descarte adequado dos equipamentos, já que eles são resíduos eletrônicos e apresentam riscos ao meio ambiente, se não ocorrer de forma correta.
Por exemplo, ao contratar uma empresa especializada para o descarte ou ao reaproveitar os materiais de diferentes formas, mesmo quando o produto já está obsoleto, já que os metais podem ser extraídos para reúso consciente.
De qualquer forma, é sempre importante priorizar a compra de materiais de qualidade e alta tecnologia, desfazendo-se de equipamentos obsoletos, que já não atendem às necessidades dos pacientes nem a do hospital.
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