8 indicadores de gestão hospitalar para você acompanhar

Avaliar como anda a administração de um hospital e a qualidade dos serviços prestados é extremamente importante. Porém, essa não é uma tarefa simples. Para conseguir acompanhar os resultados do negócio, é essencial conhecer e usar os indicadores de gestão hospitalar prática capaz de fazer toda a diferença nos seus resultados.

Afinal, ao ter esses indicadores em mãos é possível rastrear a eficácia operacional e garantir que todas as suas equipes estão trabalhando dentro das normas exigidas e dos padrões de qualidade.

Quer saber mais sobre o assunto? Continue a leitura!

O que os indicadores de gestão hospitalar e qual a sua importância?

Os indicadores são dados e índices sobre setores distintos do hospital que ajudam o gestor a:

  • avaliar a assistência prestada;
  • mensurar a quantidade e os tipos de recursos utilizados;
  • acompanhar a resolução dos problemas;
  • controlar os custos de produção dos serviços.

Definir os índices de forma correta é imprescindível para acompanhar os pontos certos que precisam de atenção e, dessa forma, melhorar a organização administrativa, financeira e a assistencial do hospital.

A análise frequente desses dados ajuda o gestor a compreender de forma mais apurada a realidade do hospital, prevendo cenários e tomando medidas mais acertadas e adequadas para aumentar a produtividade, a lucratividade e a assistência médica prestada aos pacientes.

Quais os principais indicadores de gestão hospitalar?

Muitos indicadores podem ser usados na gestão hospitalar, já que as áreas a serem monitoradas também são várias — normalmente, esses dados podem ser extraídos de softwares de gestão. Separamos alguns indicadores importantes para a maioria dos hospitais. Veja quais são eles a seguir.

1. Taxa de ocupação

Como o próprio nome sugere, essa taxa mensura a quantidade de leitos ocupados, indicando o perfil de utilização, a média de permanência e o intervalo de substituição.

Com a posse desses dados, o gestor é capaz de conhecer melhor o perfil de ocupação do seu hospital e a maneira como os leitos são usados. Vale lembrar que os custos para a manutenção de leitos são altos e, por isso, quanto mais informações estiverem disponíveis, melhor será a gestão desse recurso.

Dependendo dos números apresentados o gestor consegue saber, por exemplo, se o hospital está atuando abaixo ou acima da sua capacidade. O índice é dado pela relação percentual entre o número de pacientes atendidos por dia e o número de leitos disponíveis. Nesse cálculo, são excluídos os leitos bloqueados (por manutenções, infecções ou outros motivos).

2. Intervalo de substituição

Revela o tempo médio de desocupação do centro cirúrgico, ou seja, é o tempo em que o leito fica desocupado entre a saída de um paciente e a chegada do próximo.

O índice é calculado com a multiplicação do percentual de desocupação pela média de permanência. Então, divide-se o resultado pela porcentagem de ocupação.

A partir desse valor, é possível avaliar como o bloco cirúrgico e os leitos hospitalares são utilizados. Um índice alto significa ociosidade relevante nas vagas desse setor, o que é capaz de comprometer a assistência aos pacientes que estão na fila de espera por uma cirurgia.

Por isso, é muito importante que o gestor planeje de forma adequada o uso das salas e dos leitos cirúrgicos, de forma a reduzir a ociosidade e oferecer um atendimento mais satisfatório e de qualidade aos pacientes.

3. Tempo de atendimento e triagem

Esse indicador mede o tempo total de atendimento a um paciente, considerando desde o momento em que ele chega ao hospital até a sua saída (incluindo os motivos para isso, como transferência, alta ou óbito).

A partir desses dados, é possível conhecer melhor o perfil dos atendimentos e, assim, procurar alternativas para reduzir o tempo médio de espera dos pacientes e otimizar processos.

4. Tempo médio de permanência

Esse indicador é mais recomendado para os hospitais que trabalham com internações curtas. Isso porque ele é calculado a partir do número total de pacientes atendidos durante um determinado período de tempo, que é dividido pelo número de pacientes que deixam o hospital nesse mesmo intervalo de tempo.

Para analisar melhor os dados desse indicador é fundamental que o gestor saiba o perfil dos atendimentos realizados no hospital, os tipos de procedimentos oferecidos e o perfil clínico dos pacientes, já que todos esses itens influenciam no tempo médio de permanência.

No caso dos hospitais que trabalham com internações de longa permanência, o ideal é que o cálculo seja adaptado para: a soma dos dias de internação de cada paciente dentro de determinado período dividido pelo número total de pacientes dentro desse mesmo tempo.

Um índice elevado, nesse caso, pode ser uma fonte de informações preciosa. Pode significar, por exemplo, que o paciente passa muito tempo aguardando a realização de um procedimento ou exame, ou que os pacientes passam longos períodos internados se recuperando de infecções pós-cirúrgicas, principalmente se a taxa de infecção hospitalar for elevada.

5. Taxa de infecção

Também pode ser chamada de taxa de infecção associada a cuidados de saúde. Esse índice ajuda a observar a quantidade de vezes em que os pacientes tiveram infecções durante um tratamento médico.

Um número muito elevado pode indicar que o hospital não está seguindo as diretrizes de saneamento e segurança como deveria, situação que precisa ser revista com urgência.

Seu valor é dado pelo número de pacientes infectados dividido pelo total de pacientes atendidos durante um período.

6. Taxa de readmissão

A readmissão é considerada quando um paciente retorna ao mesmo hospital depois de ter tido alta. Quando há muitos casos é preciso ter atenção, pois a alta pode ter sido dada de maneira equivocada ou o serviço prestado pode estar insatisfatório.

Acompanhar nesse número é muito importante, pois os pacientes que retornam tendem a ser mais dispendiosos ao hospital . Lembre-se que os casos deles poderiam ter sido resolvidos anteriormente.

O índice é calculado com a divisão do número de readmissões pelo total de pacientes atendidos dentro de um período.

7. Indicadores de rentabilidade

É possível calcular a rentabilidade por médico, convênio, procedimento, setor, especialidade, entre outros. Para calcular a rentabilidade geral e a eficiência administrativa, uma sugestão é o uso do ROI (Retorno sobre o Investimento, em inglês).

O ROI é a representação da produtividade decorrente do uso dos recursos. Assim, quanto mais produtivo for o hospital, mais bem aproveitados serão os recursos investidos.

Por meio desse dado, o gestor consegue entender qual o retorno do hospital em relação ao montante financeiro investido.

8. Faturamento

Esse é um dos indicadores de gestão hospitalar mais importantes, porque avalia se o hospital é capaz de faturar de maneira equilibrada, evitando perdas que comprometam a sua saúde financeira.

É possível calcular o faturamento de acordo com vários parâmetros, como convênios, especialidades, procedimentos, etc. Assim, o gestor consegue identificar, por exemplo, qual convênio é mais rentável ou quais especialidades trazem maior e menor lucro.

Para fazer o cálculo de maneira correta, é fundamental registrar todos os procedimentos aos quais os pacientes são submetidos e garantir que esses dados sejam registrados de maneira adequada.

Como você viu, os indicadores de gestão hospitalar são muito importantes. Eles ajudam o gestor a ter uma visão mais clara e precisa de todos os setores do hospital, tanto da parte de qualidade de atendimento, quanto das questões financeiras.

É claro que essas são apenas algumas sugestões e existem outras possibilidades de métricas, dependendo das necessidades do gestor e das características do hospital.

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    Conheça os 6 melhores sites médicos para você se atualizar

    Conheça os 6 melhores sites médicos para você se atualizar. Seja qual for a profissão, é preciso estar sempre atualizado para entender sobre as principais tendências da área de atuação e aplicar em seu dia a dia de trabalho. Na área da medicina, em especial, o profissional precisa estar ainda mais atento — diariamente surgem novos desafios, inovações e assuntos que exigem conhecimento.

    Com o fácil acesso que temos hoje à tecnologia, isso se tornou muito mais fácil. Por essa razão, elaboramos este conteúdo para que você fique por dentro dos principais sites médicos para se atualizar e se destacar, independentemente da sua especialidade médica. Boa leitura!

    1. Conselho Federal de Medicina

    O portal do Conselho Federal de Medicina (CFM) é buscado não apenas por especialistas da saúde, mas também por profissionais das mais variadas áreas do conhecimento — inclusive do ambiente corporativo — e por pessoas que têm interesse em assuntos relacionados. Atualizado diariamente, é bastante completo e traz conteúdos não apenas sobre o setor, como também de conselhos regionais de todo o país.

    Ao acessá-lo, você também encontra informações referentes às melhores universidades do país e às principais normas — de acordo com o estado em questão. O site pode ser acessado até mesmo por profissionais jurídicos para avaliarem o andamento de processos na área.

    Há, ainda, as seguintes publicações:

    • Jornal Medicina;
    • Revista Medicina CFM;
    • Revista Bioética;
    • Revista Comsu;
    • Informes Pró-SUS;
    • Informes Jurídicos.

    Por meio delas, o profissional terá a oportunidade de entender quais são as principais novidades, de acordo com o assunto de sua preferência. Tem também a oportunidade de entender um pouco mais sobre o CFM, com dados institucionais, conselheiros, gestões anteriores e competências organizacionais.

    Ao cidadão, permite a busca por profissionais, estabelecimentos de saúde e, ainda, com acesso completo a um material muito informativo sobre o crescimento da área.

    2. Medical News Today

    Um bom profissional é aquele que também está atento ao que está acontecendo ao redor do mundo, especialmente devido ao fato de diariamente surgirem novidades que merecem atenção.

    Nesse sentido, o Medical News Today se destaca como um dos melhores sites médicos, com publicações contínuas sobre os principais acontecimentos. É considerado uma das plataformas mais acessadas sobre o assunto, com um acervo digital que permite qualquer pessoa tirar suas dúvidas.

    Hoje, há uma área específica para que o site possa publicar atualizações sobre o Coronavírus, com notícias recentes de novas descobertas, avanços e dados em relação à doença.

    3. Medscape

    Considerado uma das referências entre profissionais já formados e também por estudantes, o Medscape oferece atualizações sobre a área, depoimentos de especialistas conhecidos no mundo todo e dicas e conteúdos para quem deseja investir na continuação de seus estudos.

    Nele, você tem a oportunidade de:

    • explorar notícias locais: atualizações diárias sobre mais de 200 congressos de todas as partes do mundo;
    • entender mais sobre os negócios da medicina: tanto no que se refere a questões econômicas, quanto a questões jurídicas e dicas para criar e manter um consultório bem-sucedido;
    • verificar quais são as perspectivas de especialistas: líderes de mais de 30 áreas compartilham suas visões sobre os principais avanços atuais.

    O portal também funciona como um importante acervo de pesquisas. Hoje, considera-se que há mais de 8.000 monografias das mais diversas áreas cadastradas na plataforma. Há, ainda, mais de 7.000 artigos sobre doenças, ilustrados com imagens e vídeos.

    Por fim, o Medscape conta com o diferencial de ter um aplicativo que facilita sua usabilidade. De qualquer lugar, você poderá acessar as principais informações, sendo um excelente recurso para o profissional que tem um rotina corrida e deseja se atualizar de maneira ágil e eficaz.

    4. ProDoctor Software

    O blog do ProDoctor Software se destaca não apenas por conter assuntos relacionados à medicina, como também dos avanços tecnológicos com foco em todas as especialidades médicas, descobertas científicas, entre outros benefícios que de alguma forma vão auxiliar os profissionais em sua rotina.

    Também traz dicas muito interessantes para quem está começando a carreira, como os principais passos para a escolha dos equipamentos da clínica, como optar por profissionais qualificados que auxiliarão no atendimento, como melhorar o ambiente para o paciente, além de maneiras para informatizar o próprio estabelecimento.

    Tudo isso contribui para que o novo profissional, além de estar por dentro dos principais avanços, também tenha o entendimento sobre o início de sua jornada profissional.

    5. PEBMED

    O PEBMED é outro exemplo de sites médicos excelente, que foi fundado por profissionais da medicina com o objetivo de disponibilizar informações para que atuantes da área possam ter acesso a diversos conteúdos que auxiliarão em suas decisões clínicas.

    Nele, há uma área para a maioria das especialidades. Ao clicar naquela de sua preferência, você filtrará as notícias, de modo que tenha acesso às principais tendências, descobertas de doenças, recentes pesquisas divulgadas, entre outros dados.

    Você ainda tem a chance de consultar o CID, conferir os destaques também da enfermagem, além de uma série de conteúdos que abordam sobre casos clínicos, possibilitando que o profissional possa verificar as incidências que auxiliarão no dia a dia. O blog também é alimentado diariamente — outra fonte que está antenada com as atualizações sobre o coronavírus.

    6. Hopkins Medicine

    Pertencente à Johns Hopkins Medicine, uma das empresas mais respeitadas dos Estados Unidos, o Hopkins Medicine conta com informações relevantes sobre as principais atualizações da área, além de oferecer aos profissionais casos reais de pacientes para que outros profissionais usem como referência, mostrando como diagnósticos foram descobertos e quais foram as soluções apresentadas pelos médicos.

    A organização ao qual o site pertence tem como missão contribuir tanto para a comunidade local quanto mundial — o que justifica o investimento em conteúdos que trazem relevância para toda a área médica.

    Neste artigo, você pôde entender sobre a importância de se manter atualizado, quais são os principais sites médicos e o que eles oferecem para que tenham esse título. Hoje, a tecnologia tem auxiliado na melhoria dos resultados da medicina, e o aprendizado contínuo deve ser priorizado justamente por conter transformações contínuas e novas descobertas que podem revolucionar a saúde.

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    Guia rápido com os melhores cursos na área de gestão hospitalar

    Confira um guia rápido com os melhores cursos na área de gestão hospitalar. Gerenciar uma instituição de saúde é uma tarefa que envolve vários desafios, sendo essencial que haja a integração de conhecimentos distintos para o sucesso nesse processo. Administrar um hospital envolve a associação de competências multidisciplinares, sendo importante a busca por uma formação na área para a construção de uma boa carreira.

    Isso é importante porque muitos médicos abrem estabelecimentos de saúde, porém, a formação em medicina não prepara para as funções de administração de uma organização focada em cuidado e saúde. Assim, os cursos na área de gestão hospitalar são essenciais para o desenvolvimento de habilidades e repertório para a função.

    Preparamos este conteúdo especial com informações sobre os principais cursos direcionados para o gerenciamento de estabelecimentos de saúde. Continue acompanhando para aprender mais sobre o tema e veja um guia rápido com os melhores cursos na área de gestão hospitalar!

    O que é gestão hospitalar e qual a importância de se aperfeiçoar na área em que atua?

    A gestão hospitalar é é a área que realiza o gerenciamento de processos na instituição de saúde, envolvendo o corpo de profissionais e equipes, equipamentos, materiais, logística e sistemas. Esse contexto envolve a gestão financeira, controle de custos e despesas, coordenação técnico-administrativa, marketing e a aplicação de tecnologia e inovação no estabelecimento.

    Conforme é possível perceber, a multiplicidade de conhecimentos exigidos de quem trabalha na área demanda que o profissional esteja em contínuo investimento em aperfeiçoamento. As exigências do dia a dia do gestor hospitalar demandam a interação de saberes muito diversos, como o alinhamento da expertise em negócios à escuta qualificada e cuidado. Assim, a formação na área e o aprimoramento constante são essenciais.

    Quais são as funções do gestor hospitalar?

    O gestor hospitalar conta com múltiplas funções na instituição de saúde. Ele auxilia com o planejamento e gerenciamento estratégico de finanças, colaborando com a elaboração de proposta para uso otimizado dos recursos oferecendo máxima qualidade.

    Além disso, há os controles logísticos, da conservação e da limpeza, que envolvem sólidas alternativas para controle do estoque e manejo dessas atividades, garantindo melhores condições para profissionais e pacientes. Esses processos também envolvem almoxarifado e compras, controle dos equipamentos hospitalares e gestão de manutenção.

    Há demanda para o gestor hospitalar também na gestão da hotelaria e acomodação de pacientes, ou seja, organização das condições ambientais para acolhimento e internação. Acrescentamos ainda entre as funções do gestor hospitalar os serviços de comunicação, marketing e atendimento ao consumidor.

    Quais são os melhores cursos na área de gestão hospitalar?

    Há vários cursos na áreas de gestão hospitalar. Vamos mostrar os principais a seguir. Veja mais!

    Graduação

    A graduação de tecnólogo em gestão hospitalar tem a duração média de 2 a 3 anos. Ela contém disciplinas que abarcam cultura organizacional, ética e bioética, planejamento financeiro e de orçamento, epidemiologia e biossegurança e segurança do paciente.

    Outros conhecimentos abordados são legislação e direito aplicado à saúde, gestão de marketing, gestão da cadeia de suprimentos na saúde, serviços de nutrição hospitalar, farmácia e enfermagem, controle de laboratórios e exames e gestão de pessoas. Acrescentamos que há conhecimentos importantes sobre processos de compra e controle de custos, inclusos no currículo da graduação em gestão hospitalar .

    Especialização

    As especializações na área de gestão hospitalar são uma ótima opção para formação continuada. Nesse caso, os conhecimentos são mais focalizados em direções específicas. Há, por exemplo, a gestão hospitalar empreendedora, a formação em serviços, especialização em marketing na saúde, gestão hospitalar e de vendas e varejo e serviços.

    Atualização

    Na modalidade de atualização, destacamos os cursos de menor duração e que oferecem contribuições e novas informações para o trabalho de gestão hospitalar. Um exemplo é o curso de atualização em biossegurança hospitalar, que disponibiliza informações acerca da proteção dos colaboradores do hospital contra riscos e doenças. Ela envolve a gestão dos equipamentos de proteção manual e coletiva e também no controle de ameaças de contaminação.

    Outro curso de atualização que pode contribuir muito com a sua formação é o de sistema de saúde pública e privada. A proposta da formação é se aprofundar nos conhecimentos de gestão e nas distinções entre o sistema público e o privado. Com isso, é possível construir uma rede de atendimento mais sólida, fornecendo condições adequadas para o cuidado e a prestação de serviços em saúde.

    Também há os cursos de gestão de equipes em saúde, que contribuem para você compreender estratégias para criar grupos de trabalho realmente funcionais. A formação ajuda na compreensão de dinâmicas interpessoais e no desenvolvimento de alternativas para que a equipe seja produtiva e colaborativa.

    Como identificar o melhor curso na área de gestão hospitalar?

    Para selecionar um dos cursos na área de gestão hospitalar, é importante avaliar quais são as suas necessidades profissionais. Observe quais são os aspectos principais da sua área de atuação e quais demandas e lacunas de conhecimento podem ter aparecido ao longo da jornada de trabalho. Verifique também quais são seus objetivos em curto, médio e longo prazos na carreira.

    O conhecimento em gestão hospitalar pode ser aplicado em laboratórios, consultórios, maternidades, hospitais, unidades de saúde, vigilância sanitária, unidades de pronto-atendimento e serviços públicos de atendimento psicossocial.

    As casas de reabilitação e repouso, spas, secretarias de saúde, clínicas e policlínicas também demandam a atuação do profissional da área. Assim, um curso em gestão hospitalar acrescenta múltiplas alternativas para atuação e amplia a capacidade de coordenação do próprio negócio em saúde.

    A área de gestão hospitalar é bastante promissora, sendo uma ótima alternativa para médicos que decidem abrir o próprio estabelecimento de saúde e se deparam com as dificuldades na administração de processos. A graduação em medicina não oferece o conhecimento gerencial necessário. Por isso, buscar uma formação complementar em gestão é tão importante.

    Enfatizamos que é fundamental avaliar suas perspectivas de carreira e observar suas necessidades de aprendizagem para fazer o investimento certo a formação. Uma especialização, graduação ou curso de atualização deve se encaixar no que a sua instituição precisa, para que seu trabalho ganhe cada vez mais qualidade e eficácia.

    E então, gostou de conhecer os principais cursos na área de gestão hospitalar? Aproveite e compartilhe este post com seus colegas nas redes sociais!

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    Marketing médico: entenda a importância e as principais regras do CFM

    Marketing médico: entenda a importância e as principais regras do CFM. O marketing é uma estratégia que visa à divulgação e ao fortalecimento de uma marca, produto ou serviço para conquistar consumidores e se destacar dos concorrentes. Nesse sentido, como fica o marketing médico? Como utilizá-lo sem ferir os princípios éticos da medicina?

    Os médicos podem utilizar essa forma de divulgar sua clínica e serviços, inclusive nos meios digitais, mas devem seguir as normas estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

    Quer entender qual é a importância do marketing médico e como deve ser a conduta do profissional ao utilizar essa estratégia? Acompanhe nosso post e saiba sobre o tema Marketing médico: entenda a importância e as principais regras do CFM!

    Qual a importância do marketing médico?

    A concorrência é alta na saúde e os pacientes estão mais informados e buscam um serviço médico que ofereça um diferencial. Nesse contexto, o marketing médico é uma estratégia para atrair e fidelizar o público. No caso das plataformas digitais, por exemplo, é uma forma de se aproximar desses pacientes.

    Contudo, diferentemente do que ocorre na divulgação de uma escola de inglês ou de uma loja de eletrodomésticos, o médico não pode promover ações de cunho promocional: elas devem ter um caráter educativo e de esclarecimento para a população.

    Quais os principais pontos que devem ser observados ao adotar essa estratégia?

    O marketing médico deve definir quem é seu público-alvo, ou seja, quais pacientes ele pretende alcançar (faixa etária, estilo de vida, que tipo de serviço médico procuram etc.) para construir uma estratégia eficiente para divulgar sua clínica ou especialidade.

    É importante ainda que a campanha tenha um objetivo, como: atrair o público, fidelizar os pacientes ou ainda se tornar autoridade em relação a determinado assunto da área médica.

    Sabemos que a rotina do médico é corrida e ele não pode perder tempo planejando as melhores estratégias. Dessa maneira, é fundamental firmar parcerias com empresas ou profissionais do marketing para conseguir realizar um trabalho de qualidade.

    Por fim, é preciso monitorar os resultados obtidos para saber se estão sendo eficazes ou não, o que pode sinalizar a necessidade de mudar de estratégia ou de explorar novos canais.

    Quais ferramentas podem ser utilizadas?

    Na área da saúde, a divulgação boca a boca, que é quando o paciente faz a indicação de uma clínica ou profissional para pessoas próximas, é um meio importante para atrair o público. Todavia, é possível ter um alcance maior utilizando os recursos digitais.

    Isso porque é cada vez mais comum o uso da internet para buscar informações sobre serviços e profissionais de saúde, utilizando o Google, Facebook, Instagram e outras plataformas.

    Veja abaixo os canais em que é possível ter sucesso com o marketing médico.

    Site da clínica ou consultório

    É recomendado que sua clínica ou consultório tenha um site para que o paciente possa encontrar informações sobre endereço, telefone, especialidades, serviços realizados, convênios atendidos, entre outras.

    Dentro dessa página, é possível ter uma seção para o blog para que o médico possa divulgar postagens de cunho educativo voltadas à sua área de atuação.

    Redes sociais

    As pessoas buscam informações e interagem com profissionais pelas redes sociais, então, para atrair e fidelizar mais pacientes, é preciso ter uma página nessas plataformas. Porém, não misture a página pessoal com a profissional. É necessário que esse canal seja voltado exclusivamente para a divulgação de serviços.

    As redes sociais são um meio interessante para interagir com o público, promover o site e blog, publicar textos, imagens e até vídeos voltados para a área de atuação do médico, prevenção de saúde e qualidade de vida.

    E-mail

    Outra ferramenta que o profissional pode explorar é o e-mail marketing. Ele pode enviar mensagens sobre a área de saúde, felicitações em datas especiais e até lembretes sobre a necessidade de realizar um check-up. Porém, ao coletar o e-mail do paciente, é imprescindível que ele concorde em receber esse tipo de mensagem.

    Quais cuidados é preciso ter para fazer marketing na medicina?

    O Conselho Federal de Medicina (CFM) estabelece regras para o marketing e publicidade médica no Código de Ética Médica e na Resolução CFM nº 1.974/11. Além disso, há nos conselhos regionais uma Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos (Codame), que tem o papel de avaliar essas divulgações.

    Desse modo, em primeiro lugar, é fundamental que as ações sejam pensadas no paciente que está buscando informações de saúde. Por isso, não são permitidas ações promocionais em que ocorra divulgação de valores, formas de pagamento ou descontos.

    Abaixo explicamos as normas que devem ser seguidas ao realizar o marketing médico.

    É obrigatório constar a especialidade e número de registro do CRM

    Em todas as campanhas, é preciso deixar claro o nome, especialidade e número de registro do CRM. Além disso, o CFM proíbe o anúncio de especialidades para as quais o profissional não detenha o título.

    Em ações de divulgação de clínicas, consultórios, laboratórios ou hospitais, é obrigatório constar o nome e o número de registro do profissional responsável técnico.

    É proibido divulgar exclusividade ou capacidade superior

    O CFM proíbe anúncios de equipamentos ou técnicas realizadas que passem a ideia de capacidade superior ou exclusividade em determinado tratamento. Nesse ponto, o médico não pode se valer de expressões como “o mais eficiente” ou ainda “o único da região”.

    O médico também não pode garantir bons resultados nos serviços que realiza, como técnicas e tratamentos. Assim, não pode exibir fotos de pacientes (mesmo com autorização) de antes e depois de um tratamento.

    Não pode causar intranquilidade na sociedade

    O profissional não pode fazer a divulgação de temas de saúde que causem intranquilidade nas pessoas. Dessa forma, ele fica proibido de divulgar imagens de alterações no corpo humano por conta de alguma patologia de modo que cause pavor nas pessoas.

    O marketing médico vai trazer bons resultados na divulgação da sua clínica ou serviços. Basta seguir as regras do CFM para fazer todas as ações dentro dos princípios éticos da profissão. Além desse tipo de ação, deve ser uma preocupação do profissional investir na qualidade de equipamentos e do atendimento para oferecer uma experiência diferenciada ao público.

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