8 indicadores de gestão hospitalar para você acompanhar

Avaliar como anda a administração de um hospital e a qualidade dos serviços prestados é extremamente importante. Porém, essa não é uma tarefa simples. Para conseguir acompanhar os resultados do negócio, é essencial conhecer e usar os indicadores de gestão hospitalar prática capaz de fazer toda a diferença nos seus resultados.

Afinal, ao ter esses indicadores em mãos é possível rastrear a eficácia operacional e garantir que todas as suas equipes estão trabalhando dentro das normas exigidas e dos padrões de qualidade.

Quer saber mais sobre o assunto? Continue a leitura!

O que os indicadores de gestão hospitalar e qual a sua importância?

Os indicadores são dados e índices sobre setores distintos do hospital que ajudam o gestor a:

  • avaliar a assistência prestada;
  • mensurar a quantidade e os tipos de recursos utilizados;
  • acompanhar a resolução dos problemas;
  • controlar os custos de produção dos serviços.

Definir os índices de forma correta é imprescindível para acompanhar os pontos certos que precisam de atenção e, dessa forma, melhorar a organização administrativa, financeira e a assistencial do hospital.

A análise frequente desses dados ajuda o gestor a compreender de forma mais apurada a realidade do hospital, prevendo cenários e tomando medidas mais acertadas e adequadas para aumentar a produtividade, a lucratividade e a assistência médica prestada aos pacientes.

Quais os principais indicadores de gestão hospitalar?

Muitos indicadores podem ser usados na gestão hospitalar, já que as áreas a serem monitoradas também são várias — normalmente, esses dados podem ser extraídos de softwares de gestão. Separamos alguns indicadores importantes para a maioria dos hospitais. Veja quais são eles a seguir.

1. Taxa de ocupação

Como o próprio nome sugere, essa taxa mensura a quantidade de leitos ocupados, indicando o perfil de utilização, a média de permanência e o intervalo de substituição.

Com a posse desses dados, o gestor é capaz de conhecer melhor o perfil de ocupação do seu hospital e a maneira como os leitos são usados. Vale lembrar que os custos para a manutenção de leitos são altos e, por isso, quanto mais informações estiverem disponíveis, melhor será a gestão desse recurso.

Dependendo dos números apresentados o gestor consegue saber, por exemplo, se o hospital está atuando abaixo ou acima da sua capacidade. O índice é dado pela relação percentual entre o número de pacientes atendidos por dia e o número de leitos disponíveis. Nesse cálculo, são excluídos os leitos bloqueados (por manutenções, infecções ou outros motivos).

2. Intervalo de substituição

Revela o tempo médio de desocupação do centro cirúrgico, ou seja, é o tempo em que o leito fica desocupado entre a saída de um paciente e a chegada do próximo.

O índice é calculado com a multiplicação do percentual de desocupação pela média de permanência. Então, divide-se o resultado pela porcentagem de ocupação.

A partir desse valor, é possível avaliar como o bloco cirúrgico e os leitos hospitalares são utilizados. Um índice alto significa ociosidade relevante nas vagas desse setor, o que é capaz de comprometer a assistência aos pacientes que estão na fila de espera por uma cirurgia.

Por isso, é muito importante que o gestor planeje de forma adequada o uso das salas e dos leitos cirúrgicos, de forma a reduzir a ociosidade e oferecer um atendimento mais satisfatório e de qualidade aos pacientes.

3. Tempo de atendimento e triagem

Esse indicador mede o tempo total de atendimento a um paciente, considerando desde o momento em que ele chega ao hospital até a sua saída (incluindo os motivos para isso, como transferência, alta ou óbito).

A partir desses dados, é possível conhecer melhor o perfil dos atendimentos e, assim, procurar alternativas para reduzir o tempo médio de espera dos pacientes e otimizar processos.

4. Tempo médio de permanência

Esse indicador é mais recomendado para os hospitais que trabalham com internações curtas. Isso porque ele é calculado a partir do número total de pacientes atendidos durante um determinado período de tempo, que é dividido pelo número de pacientes que deixam o hospital nesse mesmo intervalo de tempo.

Para analisar melhor os dados desse indicador é fundamental que o gestor saiba o perfil dos atendimentos realizados no hospital, os tipos de procedimentos oferecidos e o perfil clínico dos pacientes, já que todos esses itens influenciam no tempo médio de permanência.

No caso dos hospitais que trabalham com internações de longa permanência, o ideal é que o cálculo seja adaptado para: a soma dos dias de internação de cada paciente dentro de determinado período dividido pelo número total de pacientes dentro desse mesmo tempo.

Um índice elevado, nesse caso, pode ser uma fonte de informações preciosa. Pode significar, por exemplo, que o paciente passa muito tempo aguardando a realização de um procedimento ou exame, ou que os pacientes passam longos períodos internados se recuperando de infecções pós-cirúrgicas, principalmente se a taxa de infecção hospitalar for elevada.

5. Taxa de infecção

Também pode ser chamada de taxa de infecção associada a cuidados de saúde. Esse índice ajuda a observar a quantidade de vezes em que os pacientes tiveram infecções durante um tratamento médico.

Um número muito elevado pode indicar que o hospital não está seguindo as diretrizes de saneamento e segurança como deveria, situação que precisa ser revista com urgência.

Seu valor é dado pelo número de pacientes infectados dividido pelo total de pacientes atendidos durante um período.

6. Taxa de readmissão

A readmissão é considerada quando um paciente retorna ao mesmo hospital depois de ter tido alta. Quando há muitos casos é preciso ter atenção, pois a alta pode ter sido dada de maneira equivocada ou o serviço prestado pode estar insatisfatório.

Acompanhar nesse número é muito importante, pois os pacientes que retornam tendem a ser mais dispendiosos ao hospital . Lembre-se que os casos deles poderiam ter sido resolvidos anteriormente.

O índice é calculado com a divisão do número de readmissões pelo total de pacientes atendidos dentro de um período.

7. Indicadores de rentabilidade

É possível calcular a rentabilidade por médico, convênio, procedimento, setor, especialidade, entre outros. Para calcular a rentabilidade geral e a eficiência administrativa, uma sugestão é o uso do ROI (Retorno sobre o Investimento, em inglês).

O ROI é a representação da produtividade decorrente do uso dos recursos. Assim, quanto mais produtivo for o hospital, mais bem aproveitados serão os recursos investidos.

Por meio desse dado, o gestor consegue entender qual o retorno do hospital em relação ao montante financeiro investido.

8. Faturamento

Esse é um dos indicadores de gestão hospitalar mais importantes, porque avalia se o hospital é capaz de faturar de maneira equilibrada, evitando perdas que comprometam a sua saúde financeira.

É possível calcular o faturamento de acordo com vários parâmetros, como convênios, especialidades, procedimentos, etc. Assim, o gestor consegue identificar, por exemplo, qual convênio é mais rentável ou quais especialidades trazem maior e menor lucro.

Para fazer o cálculo de maneira correta, é fundamental registrar todos os procedimentos aos quais os pacientes são submetidos e garantir que esses dados sejam registrados de maneira adequada.

Como você viu, os indicadores de gestão hospitalar são muito importantes. Eles ajudam o gestor a ter uma visão mais clara e precisa de todos os setores do hospital, tanto da parte de qualidade de atendimento, quanto das questões financeiras.

É claro que essas são apenas algumas sugestões e existem outras possibilidades de métricas, dependendo das necessidades do gestor e das características do hospital.

Gostou de saber mais sobre os indicadores de gestão hospitalar? Assine a nossa newsletter e receba outras informações interessantes diretamente no seu e-mail!

Fique por dentro das nossas novidades!

    Veja também
    Como realizar o aluguel de equipamentos hospitalares em Curitiba? Confira

    O aluguel de equipamentos hospitalares tem sido uma opção bastante utilizada para quem busca inovação a um baixo custo. Afinal, essa alternativa dispensa gastos adicionais com a manutenção dos aparelhos e possibilita a testagem das opções disponíveis.

    Contudo, para usufruir dos benefícios dessa escolha, é preciso levar em consideração uma série de fatores, como avaliação de outros clientes, suporte oferecido e muito mais.

    Se você procura aluguel de equipamentos hospitalares em Curitiba, a Medicalway trabalha com as melhores marcas do mercado, como Mindray e Fluke, e é reconhecida na ala médica por sua excelência em atendimento e suporte

    Conheça nossos equipamentos a seguir.

    Por que alugar equipamentos hospitalares em vez de comprar?

    Conforme mencionado, o aluguel de equipamentos hospitalares pode ser, em alguns casos, mais vantajoso do que a compra. Confira a seguir as razões que explicam isso:

    Manutenção dos aparelhos sem custos adicionais

    É natural que um equipamento hospitalar precise de reparos para garantir a agilidade e a eficiência necessária, mas os gastos envolvidos nisso já estão inclusos na mensalidade do aluguel.

    Além disso, o aluguel elimina os gastos com manutenção preventiva e corretiva, proporcionando uma previsibilidade financeira que é fundamental para o planejamento a longo prazo.

    Testagem de equipamentos com melhor qualidade

    É possível que uma aquisição de aparelho seja frustrante e o hospital precise trocá-lo, o que ocorre facilmente ao alugar equipamentos, sem o prejuízo financeiro.

    Vantagens econômicas para instituições de saúde

    O custo inicial para a aquisição de equipamentos hospitalares pode ser significativamente alto, impactando o orçamento das instituições de saúde. Ao optar pelo aluguel, essas instituições podem distribuir os custos ao longo do tempo, facilitando o gerenciamento financeiro.

    Acessibilidade para pequenos hospitais e clínicas

    Pequenos hospitais e clínicas muitas vezes enfrentam limitações orçamentárias que dificultam a compra de equipamentos de última geração. O aluguel oferece a essas instituições acesso a tecnologias avançadas sem comprometer seus recursos financeiros.

    Resposta rápida a demandas sazonais

    Em situações de demanda sazonal, como durante surtos de doenças ou eventos inesperados, o aluguel de equipamentos hospitalares permite uma resposta rápida e eficaz. As instituições podem ajustar sua capacidade conforme necessário, sem ficarem vinculadas a investimentos de longo prazo.

    Para qual tipo de clínica o aluguel de equipamentos hospitalares é indicado?

    O aluguel de equipamentos hospitalares é especialmente indicado para clínicas de pequeno e médio porte, hospitais com orçamento restrito e instituições que buscam flexibilidade para adaptar seu parque tecnológico conforme as demandas do mercado.

    O que considerar ao alugar equipamentos hospitalares?

    Você já entendeu os motivos que tornam o aluguel de equipamentos hospitalares benéfico em muitos casos. Ainda assim, é importante considerar alguns aspectos para evitar frustrações. Acompanhe os principais a seguir!

    Avaliação dos outros clientes

    Avalie o que outros clientes que alugaram equipamentos na empresa acharam da experiência. Assim, analise as redes sociais, os depoimentos disponíveis no site e entre em contato por telefone. 

    Suporte oferecido

    Muitas empresas oferecem suporte e treinamento na mensalidade do aluguel. Priorize as que fazem isso para reduzir os custos e a possibilidade de insatisfação. Assim, você eleva o custo-benefício dessa experiência.

    Equipamentos hospitalares disponibilizados

    Outro ponto essencial para considerar ao alugar equipamentos hospitalares é analisar a qualidade deles. Afinal, existem diversas versões disponíveis. Cada uma pode atender a diferentes necessidades. 

    Reputação da empresa

    A reputação de uma empresa é um fator extremamente importante ao considerar o aluguel de equipamentos hospitalares. A Medicalway se destaca no mercado não apenas por oferecer uma extensa gama de equipamentos de alta qualidade, mas também por sua sólida reputação construída ao longo de anos de dedicação e compromisso. 

    Reconhecida por sua ética empresarial e seu comprometimento com a satisfação do cliente, a Medicalway se estabeleceu como uma parceira confiável para instituições de saúde em Curitiba e região. 

    Ao escolher a Medicalway, as instituições de saúde não apenas acessam equipamentos high tech, mas também se associam a uma empresa com um histórico sólido de confiabilidade e comprometimento com a excelência.

    Assim, ao efetuar essa análise, priorize aqueles dispositivos que usam tecnologia de ponta e se adéquam às necessidades dos pacientes. Isso agrega valor à sua instituição e pode atrair mais público. Além disso, essa escolha ajuda na redução de custos, já que o dinheiro investido no aluguel terá um maior retorno.

    Medicalway, a melhor opção de aluguel de equipamentos hospitalares em Curitiba e região

    A Medicalway destaca-se como a melhor opção para o aluguel de equipamentos hospitalares em Curitiba e região, oferecendo uma variedade de benefícios aos seus clientes.

    Compromisso com a qualidade

    Sempre atenta às tendências do mercado, a Medicalway se destaca pela qualidade dos serviços prestados aos hospitais e clínicas médicas, proporcionando acesso a equipamentos de alta tecnologia, fabricados por importantes fornecedores mundiais desse segmento.

    O objetivo, que hoje já é realidade, é disponibilizar as melhores tecnologias, preços, financiamentos e condições acessíveis ao mercado, além de acompanhamento pós-venda e suporte técnico qualificado e ágil.

    Experiência e confiabilidade 

    Com anos de experiência no setor, a empresa construiu uma reputação sólida e confiável, sendo reconhecida pela excelência no atendimento ao cliente.

    Catálogo de produtos

    A empresa disponibiliza um amplo catálogo de equipamentos hospitalares de última geração, atendendo às variadas necessidades das instituições de saúde.

    Confira nossas opções disponíveis no tópico abaixo.

    Opções de equipamentos disponíveis para aluguel em Curitiba

    Para atender às diversas necessidades das instituições de saúde em Curitiba, a Medicalway oferece uma variedade de opções em equipamentos hospitalares para aluguel.

    Linhas de ultrassom

    A empresa disponibiliza tecnologias avançadas para diagnósticos precisos.Confira nossa linha de aparelhos para ultrassom da Mindray.

    Bombas de infusão

    A Medicalway dispõe de bombas de infusão Mindray, sinônimo de qualidade e eficiência nos diagnósticos. 

    Equipamentos para terapia intensiva 

    Ventiladores, monitores multiparamétricos e outros equipamentos essenciais para unidades de terapia intensiva.

    Mesa cirúrgica

    A Medicalway oferece mesas de alta qualidade para procedimentos cirúrgicos.

    Confira todos os nossos equipamentos hospitalares disponíveis:

    Adquira os mais avançados equipamentos hospitalares na Medicalway

    Se sua instituição de saúde busca os benefícios do aluguel de equipamentos hospitalares em Curitiba, entre em contato com a Medicalway

    Nossa equipe especializada está pronta para fornecer informações detalhadas sobre nossos serviços e ajudar você a encontrar as soluções ideais para as suas necessidades. 

    Opte pelo aluguel e garanta o acesso a tecnologias de ponta sem comprometer seu orçamento.

    Gostou deste material? Então leia outros artigos em nosso blog:

    LEIA MAIS
    O que devo observar na hora de comprar um desfibrilador?

    Comprar um desfibrilador e garanti-lo na instituição de saúde é indispensável para tentar reverter quadros graves de fibrilação. É o caso de parada cardiorrespiratória ou arritmia aguda, que podem ser ocasionadas por afogamento, intoxicação, choque elétrico etc.

    Além disso, quadros de arritmias e morte súbita afetam 300 mil brasileiros anualmente, segundo pesquisas da SOBRAC. Então, é importante saber o que deve ser pesado ao comprar um desfibrilador para ajudar os profissionais de saúde a executarem o melhor trabalho.

    Afinal, ter desfibriladores em cada ambiente do hospital garante mais rapidez para atender a casos emergenciais. Isso porque nesses casos, o socorro precisa ser feito o quanto antes, para aumentar as chances de sobrevivência de pacientes.

    Quer saber mais? Prossiga a leitura e descubra o que é preciso avaliar no momento de comprar um desfibrilador. Saiba como garantir o melhor equipamento e oferecer todo o suporte necessário de excelência à saúde em qualquer situação. Siga conosco!

    Afinal, como comprar um desfibrilador?

    A compra do desfibrilador deve garantir mais eficácia na hora de preservar a vida de outras pessoas. Nesse sentido, é importante avaliar o equipamento médico, atentando para cada detalhe, a fim de escolher a melhor opção. Assim, existem vários critérios a considerar, como:

    • custos – inclui o valor do equipamento médico, da manutenção e dos consumíveis (como bateria e pás);
    • rapidez – priorize aparelhos que apliquem choque elétrico no menor tempo possível;
    • facilidade de uso – os mais fáceis costumam ter orientações verbais, recursos visuais e sonoros simples;
    • tamanho e durabilidade – os de menores dimensões podem ser instalados mesmo em espaços limitados e os classificados como IP56 tem maior proteção contra água e poeira;
    • conectividade Wi-fi – permite o acesso a dados sobre a parada cardíaca antes mesmo de se dirigir ao local da vítima;
    • confiabilidade e operacionalidade – é o caso de modelos conectados e com alarmes automáticos, que emitem sinais de bateria descarregada, avaria, ausência de eletrodos etc;
    • tecnologia – é importante que os recursos tecnológicos envolvidos sejam atualizados e menos agressivos;

    Qual é o valor de um desfibrilar?

    Conforme mencionado, os custos do equipamento médico e outros envolvidos na compra são um dos fatores para considerar. O valor varia conforme uma série de detalhes, como o modelo. No caso do desfibrilador externo automático, os custos ficam entre:

    • entre 400 e 1.500 €, se o modelo for para adultos;
    • entre 400 e 2.000 €, se o modelo puder ser utilizado tanto no público adulto quanto no infantil;
    • entre 300 e 1.200 € para um desfibrilador de treinamento (usados em quartéis de bombeiros, centros de treinamento de primeiros socorros etc.);
    • cerca de 300 euros, no caso de um desfibrilador de bolso.

    A manutenção do desfibrilador, que costuma incluir a substituição das pás, dos eletrodos e da bateria, costuma ficar em torno de 25 e 350 €, o valor depende do modelo de desfibrilador.

    Quais são os tipos de desfibriladores?

    Existem 4 modelos disponíveis de desfibriladores, tendo uso exclusivo de médicos e especialistas da saúde. Os tipos desse equipamento médico são:

    • desfibrilador externo automático (DEA) – ao comprar, você pode fornecer choque do peito para o coração, tendo a informação da necessidade desse choque e a voltagem informada;
    • desfibrilador manual – o profissional que manuseia o aparelho precisa de treinamento para determinar a voltagem do choque elétrico e o momento adequado;
    • cardioversor – é manual e auxiliado por um monitor de sinais vitais;
    • desfibrilador implantável – age similarmente a um marcapasso, por ser interno, monitorar o tempo e a atividade elétrica, atuando de forma automática, se necessário, para equilibrar a função cardíaca.

    Quais são as funções do desfibrilador?

    Para entender melhor para que serve um desfibrilador, é fundamental entender mais sobre o processo de desfibrilação. As fibrilações ou arritmias cardíacas representam um estado de “desorganização” dos batimentos cardíacos, indicando graves riscos para a saúde.

    Assim sendo, a desfibrilação se refere ao momento da aplicação de uma carga elétrica na parede torácica ou sobre as fibras musculares do coração de uma pessoa que apresenta sintomas de fibrilação auricular, como falta de ar, dores no peito e parada cardíaca.

    Para isso, é utilizado o desfibrilador, um equipamento que tem a função de reverter o quadro de fibrilação com mais agilidade, com o objetivo de evitar perdas de funções cardíacas e cerebrais.

    Os desfibriladores são extremamente necessários para atender pacientes de forma mais ágil e segura, sendo fundamentais em ambulâncias, emergências de clínicas e hospitais e em empresas. No entanto, como será explicado adiante, outros ambientes também precisam ter esse equipamento médico por perto.

    Por que é importante ter um desfibrilador em vários ambientes do hospital?

    É importante ter um desfibrilador em vários ambientes do hospital para evitar que pacientes em grave estado cardiorrespiratório fiquem em salas de espera ou aguardando atendimentos emergenciais.

    Desse jeito, é possível salvar mais vidas. Afinal, você já viu que quadros de arritmias e morte súbita afetam 300 mil brasileiros anualmente. Esses problemas de saúde podem ser especialmente comuns em pacientes que já sofrem de:

    • obesidade;
    • problemas cardíacos;
    • colesterol alto;
    • diabetes;
    • doenças pulmonares;
    • sedentarismo;
    • etc.

    Logo, qualquer ambiente pode precisar desse equipamento médico. Além disso, quem passou por procedimentos cirúrgicos recentes também têm riscos de apresentar arritmia devido a complicações na cirurgia. Assim, também é importante contar com um desfibrilador, cuja rapidez no socorro pode elevar as chances de sobrevida.

    Por outro lado, quando o desfibrilador cardíaco é utilizado apenas nas salas de emergência, há o risco de ocorrer a redução de chances de sobrevivência para o paciente. Então, de acordo com as determinações do congresso nacional, o equipamento passou a ser obrigatório em:

    • ambientes com circulação igual ou superior a 2000 pessoas por dia, como centros comerciais, hotéis, estádios, estações rodoviárias aeroportos;
    • eventos em que a expectativa de público também é igual ou superior a 2000 pessoas;
    • transportes com capacidade para 100 ou mais passageiros, como metrô, trens, aeronaves e embarcações;
    • ambulâncias, viaturas de bombeiros e de policiais.

    Quem pode comprar um desfibrilador e manuseá-lo?

    Hoje é possível comprar um desfibrilador automático (DEA) para garantir mais segurança à população e diminuir as taxas de mortalidade. Alguns países já permitem que pessoas legais aprendam com enfermeiros a respeito de como realizar procedimentos de atendimento de paradas cardiorrespiratórias, que podem ser feitos em qualquer lugar.

    Apesar de já haver leis que regulamentam a obrigatoriedade do desfibrilador externo automático (DEA) em diversos locais, ainda há pouco conhecimento de como manuseá-lo. Portanto, vale ressaltar que é muito importante cobrar a presença do equipamento nos lugares onde você frequenta. Lugares como condomínios, espaços públicos, instituições de educação, academias e shoppings.

    Caso uma pessoa leiga receba o devido treinamento por médicos e enfermeiros, ela pode operar o DEA de forma mais segura, sem precisar ter uma formação na área de saúde. Ainda mais, porque o equipamento é simples e prático de manusear, identificando, de forma automática, as arritmias cardíacas.

    Portanto, bons equipamentos coletam as principais informações e indicam se é preciso aplicar o choque elétrico em poucos segundos. Caso isso seja necessário, o próprio equipamento define a carga que deve ser liberada, ajudando a preservar vidas com mais rapidez.

    O que observar antes de comprar um desfibrilador?

    Antes de decidir comprar um desfibrilador, é fundamental seguir alguns passos para garantir que você vai escolher o melhor equipamento, facilitando o seu trabalho e evitando preocupações. Confira, a seguir, alguns dos principais pontos para ter mais atenção.

    Outros pontos que devem ser levados em consideração, são:

    • a segurança e os diferenciais do equipamento;
    • a tecnologia empregada;
    • a praticidade e agilidade no manuseio;
    • a qualidade dos itens adicionais;
    • os cuidados com manutenção preventiva;
    • a relação custo benefício do aparelho;
    • o suporte técnico;
    • a regulamentação da ANVISA;
    • os tipos de eletrodos fornecidos para complementar o equipamento;
    • o pós-venda da empresa.

    Conheça os diferentes tipos de desfibriladores

    Há diversos tipos de aparelhos, e o primeiro passo é saber como funciona cada um deles antes de escolher qual comprar. Veja abaixo!

    • Desfibrilador Externo Manual: pode ser utilizado somente por profissionais de saúde e, normalmente, é encontrado em hospitais e ambulâncias
    • Desfibrilador Externo Automático (DEA): projetado para ser utilizado por pessoas com pouco treinamento, dispensando formações na área de saúde, por utilizar uma tecnologia que opera de forma automática
    • Cardioversor: oferece as funções de desfibriladores comuns, mas possui a aplicação de choque sincronizado
    • Cardioversor Desfibrilador Implantável ou Desfibrilador Cardíaco Interno Automático (AICD): semelhante ao marca-passo, monitora o ritmo cardíaco dos pacientes e pode iniciar choques de forma automática, para prevenir arritmias potencialmente fatais.

    Esperamos que este conteúdo tenha ajudado você a saber mais sobre a importância de utilizar esse equipamento. E também, em quais lugares ele deve estar e tudo o que é preciso atentar antes de comprar um desfibrilador, a fim de manuseá-lo com mais agilidade e responsabilidade.

    A Medicalway possui as melhores soluções para melhorar o seu dia a dia no hospital. Temos as tecnologias ideais, com as condições mais acessíveis do mercado, e todo o suporte que você precisa para salvar vidas.

    Acesse o nosso site para saber mais a respeito dos nossos serviços e as soluções que oferecemos. Até mais!

    LEIA MAIS
    4 equipamentos e materiais para a sala de emergência hospitalar

    Em casos de emergência hospitalar, a sala deve ser bem equipada e organizada para garantir a boa execução do trabalho médico. Consequentemente, essa também é uma maneira de mostrar ao paciente que o hospital preza pela qualidade do enfermo.

    Por essa razão, nunca é demais revisar quais são os equipamentos indispensáveis para a sala de emergência hospitalar. Ao fazer isso, você evita imprevistos e garante o bom andamento do trabalho. Afinal, esse setor do hospital lida com um alto fluxo de pacientes, exigindo rápida adaptação.

    Nesse sentido, preparamos este post para apresentar 4 equipamentos para a sala de emergência hospitalar. Acompanhe!

    1. Desfibrilador

    O desfibrilador aplica choques no paciente para restabelecer o ritmo cardíaco quando ocorre uma parada cardiorespiratória. Isso porque os choques proporcionados ajudam a bombear sangue e equilibrar as funções do organismo.

    Existem diversas causas que podem levar um paciente a precisar de um desfibrilador. Entre elas, AVC, afogamento, choque elétrico, infecção grave, hemorragia, infarto agudo do miocárdio, arritmia cardíaca etc.

    A estimativa é que o Brasil tenha, em média, 200.000 casos de parada cardiorrespiratória, segundo a Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. Desse total, muitos apresentam alta morbidade. Assim, a agilidade na intervenção médica é significativa para maior chance de sobrevida.

    2. Monitores cardíacos

    Como o próprio nome sugere, serve para monitorar o ritmo cardíaco. Assim, caso o paciente apresente alguma alteração anormal, os profissionais de saúde conseguem acompanhar rapidamente e tomar providências.

    Os monitores cardíacos mais modernos também acompanham temperatura, respiração, oximetria e frequência de pulso. Isso traz informações mais completas sobre o estado do paciente para que a intervenção médica seja mais ágil e precisa, como emergências requerem.

    3. EPIs

    Os equipamentos de proteção individual são indispensáveis na sala de emergência hospitalar. Primeiro por trazer mais segurança para o profissional de saúde. Segundo, porque esses itens, muitas vezes, são obrigatórios, para que o hospital garanta a proteção da equipe. É o caso de luvas, avental, óculos de proteção, máscara cirúrgica e outros.

    4. Carro maca

    Esse é outro item indispensável, já que em condições emergenciais, o paciente pode não conseguir se locomover. No entanto, não basta garantir esse item, é preciso que ele tenha grades laterais removíveis, trazendo mais segurança e facilidade de manuseio pela equipe médica.

    Além disso, é importante garantir a existência de macas especiais, como as desenvolvidas para pessoas obesas. Caso contrário, o paciente pode ficar sem atendimento por não conseguir se locomover no hospital. Foi o que ocorreu com Vitor Augusto Marcos de Oliveira, em 5 de janeiro de 2023, que faleceu na porta do ambiente.

    Então, entendeu quais são alguns dos itens fundamentais para garantir na sala de emergência hospitalar? Ao fazer isso, você traz mais segurança e qualidade para o seu hospital. Assim, ele se torna um ambiente mais adequado e satisfatório para profissionais de saúde e pacientes.

    Após conhecer alguns dos equipamentos essenciais para a sala de emergência hospitalar, acesse nosso site e acompanhe os diferenciais da Medicalway no oferecimento desses itens para você comprar ou alugar!

    LEIA MAIS
    Gostou? Compartilhe este artigo!
    Conecte-se com a Medicalway
    Fique por dentro das nossas novidades!

      Filiais
      Rio Grande do Sul
      (51) 3209-0813
       
      Santa Catarina
      (47) 99187-8805
      © 2022 Medicalway Equipamentos Médicos LTDA. Todos os diretos reservados | CNPJ: 02.949.582/0001-82
      Desenvolvido por Fresh Lab - Agência  de Marketing Digital
      crossarrow-right-circle linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram