Como fazer um gerenciamento de manutenção de hospitais de forma eficiente?

A rotina de um hospital é realmente desafiadora, não é mesmo? É fundamental que os processos operem de forma harmônica e bem estruturada. Nesse contexto, manter os equipamentos em bom funcionamento é decisivo para garantir a saúde dos pacientes. Assim, o gerenciamento de manutenção de hospitais é uma engrenagem necessária para que o maquinário funcione em perfeita ordem.

Neste conteúdo especial, vamos mostrar boas práticas de gestão de manutenção para ajudar você a desenvolver as melhores estratégias e implementá-las na sua instituição de saúde. Continue a leitura e entenda mais sobre o tema!

Qual a importância do gerenciamento de manutenção no hospital?

O gerenciamento de manutenção colabora para a redução de custos, pois é mais fácil fazer uma revisão planejada do que lidar com reparos caros e com urgência. Além disso, essa gestão permite ter maior previsibilidade e controle dos investimentos e processos. Com ela, há mais qualidade do atendimento e a dinâmica de manutenção fica melhor estruturada.

Outra questão importante é que o gerenciamento de manutenção contribui para a proteção de vidas no hospital. Afinal, os equipamentos, em sua maioria, estão associados à manutenção de processos vitais. Um dano em algum dispositivo durante o uso poderia gerar riscos para o paciente e comprometer seriamente a imagem da instituição.

Quais as melhores práticas para fazer um gerenciamento de manutenção eficiente no hospital?

Há uma série de práticas que podem ser adotadas para a fazer o gerenciamento de manutenção no hospital. Veja quais são as principais delas a seguir!

Tenha um planejamento

Um bom gerenciamento de manutenção envolve a montagem de um planejamento sólido e bem estruturado para as revisões. Quando o equipamento é revisado, ele tem o seu funcionamento pausado para que a máquina seja aberta e o profissional especializado consiga verificar o estado de conservação dos componentes. Assim, o técnico pode fazer as substituições necessárias sem correr nenhum risco.

Nesse contexto, o planejamento entra como um procedimento-chave porque é preciso ter maquinário de reserva disponível para manter os atendimentos funcionando continuamente — afinal, as operações em um hospital não param. Assim, elaborar uma escala com determinações de horários e datas e distribuir as tarefas entre os colaboradores é essencial para a operacionalidade das ações de saúde.

Estabeleça prioridades

Certos equipamentos são mais utilizados do que outros. Dessa forma, costumam se deteriorar mais rápido e precisam de revisões com mais frequência. Há equipamentos mais caros e que exigem cuidados especiais. Cada aparelho tem uma dinâmica que se comunica com o fluxo dos serviços.

As manutenções são investimentos para o hospital e envolvem vários custos. Para que esses recursos sejam direcionados de forma eficaz e produtiva, nada melhor do que estabelecer prioridades. Ao definir uma ordem de importância para as demandas, será mais fácil realizar a distribuição dos recursos financeiros e das atividades, evitando sobrecargas e entraves nos serviços prestados.

Invista nos funcionários

Nem sempre a equipe de manutenção e os outros profissionais têm um contato sólido estabelecido. Essa falta de comunicação pode não gerar bons resultados. Os profissionais que operam as máquinas no dia a dia podem ter muitas contribuições a dar, já que acompanham os aparelhos no dia a dia e podem informar quando algum problema foi notado.

Assim, é fundamental investir no engajamento e na conscientização dos funcionários do hospital. Com toda a equipe ciente da importância do papel de cada um para a manutenção é mais fácil garantir que tudo fique em pleno funcionamento na instituição de saúde.

Utilize a tecnologia

O mercado conta com uma série de tecnologias inovadoras que podem facilitar o gerenciamento e a manutenção. Há aplicativos e softwares que podem otimizar as tarefas e facilitar a comunicação da equipe. Nos meios virtuais você pode disponibilizar os cronogramas e documentos referentes às manutenções — o Google Drive, por exemplo, permite o compartilhamento de arquivos com várias pessoas. Assim, a equipe acessa os documentos com facilidade e os processos caminham com mais efetividade.

Conheça os diferentes tipos de manutenção

Há mais de um tipo de estratégia de manutenção. A manutenção corretiva é uma ação remediadora. Ou seja, você espera o equipamento ter um defeito para fazer uma averiguação, trocar peças ou substituí-lo. Em geral, é a modalidade mais cara, pois é necessário realizar o reparo com urgência e não há tempo para pesquisar preços com diferentes fornecedores.

Em um hospital, a manutenção corretiva pode ser um pouco problemática. Imagine se um aparelho de hemodiálise tem um defeito quando o paciente o está utilizando. Pode ser um grande risco para a vida do indivíduo. Certamente você deseja evitar um erro grave como esse na instituição.

A manutenção preventiva é o processo de revisão que objetiva diminuir a probabilidade de falhas do aparelho. Nesse caso o equipamento passa por vistorias periodicamente. Ao sinal de qualquer componente que não está com bom desempenho, são realizados os reparos e as substituições de peças. Caso a máquina já esteja muito comprometida, ela pode ser trocada por uma nova.

A manutenção preditiva também tem um caminho de prevenção. No entanto, a proposta dela é utilizar tecnologias modernas para prever qual será o tempo de vida útil do dispositivo e de suas peças. Assim, quando o prazo de vencimento da usabilidade da máquina estiver próximo ela pode ser reparada ou substituída.

Podemos notar que as manutenções preventiva e preditiva são as mais recomendadas para o hospital. Você pode escolher a opção que se adéque melhor à instituição, avaliando preços e possibilidades.

Invista na capacitação contínua

É fundamental capacitar a equipe de manutenção continuamente para ter bons resultados no hospital. Sempre é possível aprender mais para realizar um trabalho melhor. Além disso, com o tempo as máquinas são substituídas por aparelhos mais modernos, tornando necessária a atualização dos aprendizados. Por isso, coloque os treinamentos na agenda da manutenção para garantir a qualidade dos serviços prestados.

O gerenciamento de manutenção é um processo necessário para que o fluxo de trabalho caminhe dentro da normalidade e com o máximo de eficiência e operacionalidade. Essa prática contribui para a diminuição de riscos, otimização dos procedimentos, promoção de saúde e preservação da imagem da instituição.

E então, gostou de aprender a fazer um gerenciamento de manutenção de hospitais mais eficiente? Confira também o nosso post sobre a importância de equipamentos de alta tecnologia para o hospital! E se você precisa de suporte técnico especializado para os seus equipamentos, busque apoio da Medicalway! Temos uma ótima assistência técnica para os seus aparelhos hospitalares!

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    Normas para recebimento de equipamento hospitalar

    Indispensáveis em qualquer centro médico, desde clínicas a hospitais, os equipamentos hospitalares são essenciais para a saúde dos pacientes. No combate para salvar vidas, eles auxiliam os profissionais da saúde para oferecer diagnósticos e tratamentos com maior precisão em todo o processo médico – da sala de emergência à mesa de cirurgia.
    E como esses equipamentos são tão importantes para manter vidas, é preciso tomar o maior cuidado possível com a manutenção deles e, principalmente, com a aquisição e instalação.
    Dessa forma, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), criou um manual para boas práticas e cuidados de equipamentos hospitalares, que tem como função principal garantir a segurança tanto dos colaboradores e profissionais da saúde, quanto dos pacientes.
    O manual de Boas Práticas de Aquisição de Equipamentos Médico-Hospitalares, visa oferecer procedimentos seguros para aquisição de equipamentos hospitalares para instituições de saúde públicas e privadas, que utilizem o processo de licitação, mas segundo o próprio documento, é possível adaptar para demais instituições de saúde.

    Manual de recebimento de equipamento hospitalar

    Então se você busca orientações para como realizar o correto procedimento de recebimento de equipamentos hospitalares, este trecho da Parte B, sobre procedimentos operacionais da instituição, irá te ajudar:

    1. Procedimentos de Recebimento e Aceitação.

      a)
      Inspeção de recebimento. Técnica designada para recebimento do equipamento. A equipe deverá realizar uma inspeção visual do equipamento entregue pelo fornecedor, para assegurar que:

    • 1. O equipamento corresponde àquele especificado no edital.
    • 2. O equipamento está completo, com todos acessórios e documentação técnica especificados no edital.
    • 3. Não existem partes do equipamento e seus acessórios danificados. E
    • 4. O equipamento está compatível com os requisitos de pré-instalação aprovados pelo fornecedor.

    b) Formalização do recebimento. A equipe técnica comunicará à unidade competente da instituição, o recebimento formal do equipamento, para a adoção das providências necessárias ao cumprimento das condições e prazos previstos no contrato firmado entre o fornecedor e a instituição.
    c) Identificação do equipamento. Após seu recebimento formal, o equipamento deve receber um código de identificação apropriado, a fim de incluí-lo no patrimônio e no sistema de gerência e manutenção da instituição.
    d) Formalização da aceitação. A equipe técnica comunicará à unidade competente da instituição, o aceite final do equipamento, para adoção das providências necessárias ao cumprimento das condições e prazos previstos no contrato firmado entre o fornecedor e a instituição.

    Mais a frente do mesmo documento, a Anvisa também fala sobre a instalação dos equipamentos. E segundo ela, “a instalação do equipamento médico-hospitalar deve ser realizada pelo fornecedor ou seu representante autorizado, devendo ser iniciada exclusivamente após seu recebimento formal e aprovação dos requisitos de pré-instalação.” Após isso, o fornecedor, ou representante autorizado, deve realizar testes no equipamento, demonstrando o seu funcionamento a equipe técnica, que deve acompanhar o processo de instalação.

    Aumente sua eficiência

    Seguir essas instruções da Anvisa é importante, pois garantem a entrega correta e o bom funcionamento dos equipamentos, evitando o risco de uma falha ou problema no momento de salvar uma vida.
    A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicasAcompanhe a nossa página do Facebook para saber mais sobre o nosso trabalho! Tem mais dúvidas sobre os cuidados com equipamento hospitalar? Use os comentários e deixe suas perguntas!

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    Qual a relação entre saúde, segurança e equipamentos médicos de qualidade dentro de hospitais?

    Hoje em dia é muito difícil imaginar atividades que não utilizem a tecnologia. Há um aparelho eletrônico para nos acordar, um outro para preparar nossa comida, outro para nos comunicarmos, até para escovar os dentes.  E isso só para algumas atividades domésticas. No trabalho também usamos equipamentos eletrônicos, independente do ramo de atividade.
    A tecnologia nos rodeia e não há como fugir, até porque os avanços tecnológicos trouxeram benefícios e simplificaram tarefas, facilitando nossa vida e otimizando o tempo. Além disso, as tecnologias trouxeram novas visões, possibilidades e nos ajudaram a descobrir muitas coisas novas.
    Ao compararmos os avanços da medicina em 500 anos sem tecnologias e os últimos 30, podemos ver o quão rápido a alta tecnologia no proporcionou evoluir. Tanto que hoje é impossível pensar em medicina sem equipamentos eletrônicos, como os aparelhos de diagnóstico (radiografia, tomografia, ressonância, ultrassom), desfibriladores, eletrocardiógrafos, monitores, entre outros. Esses equipamentos tornam-se extremamente importantes em qualquer centro médico, pois possibilitam salvar vidas com maior precisão, facilidade e segurança.

    Equipamentos médicos e qualidade dentro de hospitais

    E não há como ignorar a segurança quando falamos em saúde. Ela é o fator principal em todas as instâncias da medicina, desde a criação de aparelhos médicos, até o ato final em uma sala cirúrgica. A segurança do paciente é a principal responsabilidade de quem trabalha com vidas.
    Por essa razão, quando falamos em segurança e equipamentos médicos, falamos sobre saúde. A alta qualidade dos aparelhos é o que garante a segurança para exames, consultas e tratamentos de doenças, trabalhando em prol da saúde dos pacientes.
    Quanto mais modernos, mais seguros os aparelhos podem ser para os pacientes. Isso porque os aparelhos são projetados e preparados para resolver os problemas encontrados anteriormente, a fim de solucionar da melhor forma possível as dificuldades médicas.
    Desse modo, o hospital ou clínica médica que opta por trabalhar com aparelhos modernos está oferecendo ao paciente segurança e garantia de qualidade no atendimento e tratamento.
    A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicas. Além desses segmentos e produtos mencionados acima, você encontrará os melhores equipamentos para o seu hospital.
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    Os desafios de gestão em um hospital regional

    Para quem acha que a gestão hospitalar é tarefa simples, está totalmente equivocado. As organizações que prestam serviços de saúde são complexas. Além dos médicos e enfermeiros, que atuam diretamente no atendimento aos pacientes e estão ligados ao resultado do hospital, há os que atuam na administração, mas também têm papel importante no êxito de salvar vidas.
    A administração de um hospital é um ramo de atividade na qual as novas tecnologias se fazem presentes no dia a dia, exigindo dos responsáveis cada vez mais especialização. Isso fez com que surgisse um novo profissional capaz de gerenciar da melhor forma as áreas burocráticas e técnicas de um hospital, sempre levando em consideração os objetivos empresariais e econômicos da organização.

    Administração empresarial

    Hoje é possível enxergar a complexidade dessas organizações, que apresentam uma série de singularidades. É muito fácil encontrarmos excelentes profissionais da saúde, mas que se tornam péssimos administradores hospitalares. Isso porque ignoram o fato de que um hospital deve ser tratado como uma empresa, levando em consideração o lado econômico.
    Assim como em uma empresa, o hospital oferece um serviço e também deve gerar sua viabilidade econômica. Isso mostra que essas organizações devem ser administradas dinamicamente e com os mesmos princípios gerais que regem as empresas.

    Tarefas de um gestor hospitalar

    O que torna difícil o alcance da eficiência de um administrador hospitalar é a falta de preparo dos profissionais da saúde para lidar com atividades, tarefas e ferramentas, como:

      • Ferramentas de suporte e de gestão;
      • Conhecimentos em gestão da qualidade e instrumentos práticos;
      • Administração dos bens patrimoniais do hospital;
      • Patrimônio operacional;
      • Gestão de logística e de suprimentos na administração hospitalar;
      • Finanças e custos, administração financeira;
      • Planejamento estratégico;
      • Gestão estratégica de negócios;
      • Gerenciamento dos sistemas administrativos, tais como organogramas;
      • Elaboração de estatuto;
      • Regulamento, regimento;
      • Estudos de processos, clientes;
      • Licitações e negociações;
      • Administração de contratos/convênios;
      • Planejamento de recursos humanos/corpo clínico, centro de estudos;
      • Controle de estagiários;
      • Questões que envolvam a adoção de aparatos contra infecções hospitalares em geral ou epidemias.

    Características de um gestor hospitalar

    Também podemos elencar as principais características de um administrador de hospital:

      • Facilidade para realizar a definição e a mensuração dos resultados, que são mais difíceis do que em outras organizações;
      • Facilidade de trabalhar em situações de natureza emergencial;
      • Facilidade e precisão em tomadas de decisões rápidas;
      • Capacidade para realizar atividades altamente interdependentes, sendo necessário um alto grau de integração entre os diversos grupos profissionais;
      • Alto nível de especialização;

    Na gestão hospitalar há pouco controle organizacional efetivo sobre os responsáveis diretos pelo trabalho – os médicos. Por isso, em algumas instituições existe uma dupla linha de autoridade. É comum encontrar gestões mais democráticas, onde as decisões são baseadas nos conhecimentos técnicos (atividade-final). Enquanto há outra, mais burocrática para a área de apoio, que necessita de regras e procedimentos do mesmo nível. Mas essas diferentes formas de hierarquias podem gerar problemas com coordenação e responsabilidades.

    Distribuição de recursos

    Os profissionais do administrativo controlam, junto com seu próprio trabalho, as decisões administrativas especialmente no âmbito da distribuição de recursos. E como a área da saúde está intimamente ligada às novas tecnologias, importantes para diagnósticos e tratamentos cada vez mais sofisticados, os administradores precisam estar atentos e sempre estudando para conhecer as novas tecnologias do mercado. E como os custos no setor são altos, é preciso estar preparado tanto para a necessidade de novos aparelhos para o centro médico, quanto para a distribuição eficiente de recursos. Dessa forma, podemos enxergar um pouco da complexidade que é a gestão de uma organização hospitalar.
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