Os hospitais de referência mundial atendem a uma série de requisitos para terem esse reconhecimento. Além de investirem em pesquisas, eles contam com uma rede sólida de atendimento e diferenciais específicos, que os levam a atingir renome na área da saúde. No Brasil, existem serviços para acreditação de hospitais, e essas instituições formam parcerias para realização de pesquisas e investimento no ensino.
Preparamos este post especial com informações sobre os principais hospitais de referência mundial. Continue acompanhando para entender mais sobre o tema!
No Brasil, a Agência Nacional de Saúde Suplementar define critérios para avaliação da qualidade de hospitais da rede particular. Ela divulga uma relação dos hospitais que mais se encaixam nesses requisitos.
As certificações de qualidade são exemplos de critérios. Elas geralmente são realizadas por Organizações Não Governamentais e buscam verificar a adequação do hospital a um conjunto de padrões predefinidos. Esse processo não é jurídico, e a participação é voluntária.
O índice de readmissão hospitalar é outro fator importante. Ele mede a eficácia do hospital em promover a recuperação dos pacientes. O esperado é que o hospital ofereça um cuidado efetivo e no menor tempo possível. Nesse contexto, são avaliados quesitos como a gestão de quadro clínico, a capacitação de profissionais, os protocolos de atendimento e o planejamento de alta.
A segurança dos pacientes também é um elemento avaliado. De acordo com a resolução número 36/2013, os serviços de saúde devem ser núcleos de segurança das pessoas atendidas, e as tecnologias devem ser utilizadas sempre favorecendo a proteção da saúde dos pacientes.
Os principais hospitais de referência mundial podem ser acompanhados na listagem a seguir. Veja mais!
O hospital Albert Einstein está localizado em São Paulo. Ele trabalha com especialidades como cirurgia, neurologia, cardiologia, pediatria, transplantes, oncologia, ortopedia, reumatologia, radiologia intervencionista e hematologia. A instituição se estabelece em um complexo centro de ensino e pesquisa, que tem graduação em medicina e enfermagem, pós-graduação, ensino técnico e residência.
A instituição oferece também serviços para empresas, como vacinação na companhia, telemedicina, programas de prevenção, check-up e espaços para eventos em saúde. Ela conta ainda com diversas modalidades de treinamento, incubadora de startups e consultoria em gestão.
O Hospital Moinhos de Vento está localizado em Porto Alegre e é afiliado ao John Hopkins Hospital, sobre o qual falaremos mais adiante. Oferece serviços médicos em diversas especialidades: anestesia, nefrologia, neonatologia, cardiologia, coloproctologia, oncologia, cirurgia geral, emergência, gastroenterologia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, neurologia e neurocirurgia, pneumologia, mastologia, psiquiatria, radiologia, reumatologia, medicina nuclear, urologia, entre outras.
A instituição conta com centro de formação, a Faculdade de Ciências da Saúde Moinhos de Vento. Além disso, o hospital tem um ambulatório e uma robusta estrutura para realização de uma série de exames.
O Hospital Bandeirantes se unificou com o Hospital Leforte em maio de 2017 e passou a se chamar Hospital Leforte Unidade Liberdade. A instituição realiza procedimentos de alta complexidade, como cirurgias cardíacas, oncológicas, transplantes de medula óssea e procedimentos cirúrgicos com apoio de vídeo 3D.
O Leforte tem um centro de diagnósticos, que realiza exames como tomografia, ressonância magnética, PET/CT e procedimentos de rotina. Há unidades de internação, centro oncológico e pronto-atendimento. Acrescentamos que o Leforte tem centro de pesquisa e ensino e biblioteca especializada em saúde.
O Gleneagles Hospital está localizado em Singapura, sendo parte do grupo Parkway. Ele se destaca pelos serviços em oncologia, cardiologia, obstetrícia, ginecologia, oftalmologia, neurocirurgia, medicina respiratória, gastroenterologia, oftalmologia e ortopedia. Possui uma área especializada na realização de transplantes. Em 2005, realizou a cirurgia de separação de duas gêmeas siamesas da Indonésia. O procedimento durou 10 horas.
Localizado na Tailândia, é reconhecido pelo turismo médico, sendo o maior hospital privado do Sudeste Asiático. Com uma estrutura luxuosa, Bumrungrad International Hospital tem a sua própria agência de viagens que cuida de vistos dos pacientes e do providenciamento de tradutores para estrangeiros. Por ano, ele atende em média um milhão de pacientes. Apresenta muitas especialidades e subespecialidades, além de ter alcançado premiações internacionais.
O Shouldice Hospital fica no Canadá, sendo líder mundial no tratamento de hérnia abdominal. Ele realiza um tratamento holístico e supervisionado de recuperação e cura. O local conta com refeições especializadas e balanceadas, aconselhamento profissional, terapia de massagem, em um processo intensivo de tratamento que gera rápida recuperação. O ambiente hospitalar mescla elementos da natureza a fim de proporcionar o máximo de tranquilidade para o público atendido.
O Brigham and Women’s Hospital fica nos Estados Unidos, estando vinculado à Escola de Medicina de Harvard. Ele reúne um instituto de oncologia e mais 13 especialidades, como sistema cardiovascular, centro do pulmão, neurociência, centro de ortopedia e artrite, cuidados primários e saúde da mulher. No hospital, há também suporte ao paciente em termos de nutrição e relações familiares, bem como apoio espiritual e farmácia.
O complexo hospitalar John Hopkins fica nos Estados Unidos e reúne um centro de urologia, centro para crianças, centro para câncer e centro de saúde dos olhos, além de uma série de outros serviços. Realizou a primeira cirurgia de redesignação sexual, além de contar com uma forte estrutura em pesquisa e ensino.
Nas pesquisas, o John Hopkins se destacou por identificar três vírus da poliomielite, por realizar a primeira operação de síndrome do bebê azul e por descobrir opioides naturais para o cérebro. Ele possui grande renome no mundo por ser pioneiro em tantas descobertas valiosas.
Os principais hospitais de referência mundial apresentam uma rede sólida de serviços e se ancoram também em um robusto sistema de ensino e pesquisa. Essas instituições se sobressaem pelas especificidades no cuidado e na eficácia em atendimentos. A maioria já apresenta uma longa trajetória em sua história, com inúmeros grandes feitos. Mas é importante lembrar que essa credibilidade é construída no dia a dia da instituição hospitalar.
E então? Gostou de aprender mais sobre os 8 maiores hospitais de referência no Brasil e no mundo? Aproveite e siga a gente nas redes sociais! Estamos no Facebook e LinkedIn!
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Atendimento online: o que é permitido ou não pelo CFM? Os avanços da tecnologia trouxeram a criação de diversos tipos de dispositivos, como notebooks, tablets e smartphones. Junto a isso, a internet e as buscas feitas online passaram a fazer parte intensamente do cotidiano.
Por esse motivo, não explorar o universo digital pode significar perda de público e de competitividade no mercado. Isso também vale para clínicas, instituições e profissionais da saúde. Isso porque as buscas online não servem apenas para a pesquisa de doenças, mas também para encontrar e contatar profissionais da área.
Nesse contexto, apresentamos neste artigo um panorama geral sobre o atendimento online feito por médicos. Saiba no atendimento online o que é permitido ou não pelo CFM?, os benefícios, tanto para profissionais quanto para os pacientes, de usar a tecnologia na medicina e outras questões fundamentais sobre o assunto. Confira!
O atendimento médico online é uma modalidade da telemedicina. Isso significa que as tecnologias da comunicação são utilizadas para realizar assistência à saúde a distância. Dessa forma, por meio de aparatos eletrônicos, o médico e outros profissionais da área de saúde podem realizar consultas, diagnósticos, acompanhamentos e até realizar cirurgias sem a necessidade de proximidade física com os pacientes.
Essa não é uma realidade em todo o mundo, visto que a maioria das tecnologias empregadas demanda altos custos. No entanto, nos últimos anos, a telemedicina tem ganhado notoriedade no território brasileiro. Por esse motivo, os órgãos reguladores, como o CFM, estão em um momento de análise e elaboração das regras e condições para que os atendimentos médicos aconteçam com eficácia e segurança.
Até o ano passado, só era permitido que os médicos realizassem contato, por videoconferência, com especialistas para tirar dúvidas e pedir uma segunda opinião sobre diagnósticos e procedimentos. Porém, uma nova resolução que entrou em vigor em maio de 2019 prevê mudanças nessa conduta.
A Resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) nº 2.227/18 estabelece que os médicos brasileiros podem realizar consultas online, telediagnóstico, prescrição online e telecirurgias, assim como outras formas de atendimento médico a distância, com alguns cuidados e ressalvas que serão abordados em seguida.
A teleconsulta é descrita como a consulta médica remota, feita quando médico e paciente se encontram em locais geográficos distintos. Segundo o CFM, é imprescindível que a primeira consulta seja presencial. Depois, pode-se realizar o acompanhamento (como a mostra de resultado de exames e a elucidação de dúvidas) através da tecnologia.
No caso de lugares com acesso complicado, como florestas, navios, reservas indígenas e plataformas de petróleo, por exemplo, em que o acesso médico é difícil, a primeira consulta pode ser feita virtualmente. A ressalva é que o paciente seja acompanhado por algum profissional da área de saúde.
No caso de doenças crônicas e casos mais graves, recomenda-se que a consulta presencial tenha intervalos não superiores a 120 dias.
Após as teleconsultas, em boa parte dos casos, é necessário realizar a prescrição de medicações ou o pedido de exames. Essa ação também pode ser feita a distância, contando que o documento tenha a identificação do médico (nome, número do registro no CRM e endereço), identificação do paciente, data e hora e a assinatura digital do médico.
Com o avanço da telemedicina, é possível realizar exames diagnósticos e enviá-los para grandes centros, habilitados com profissionais experientes para analisá-los. Nesse caso, é feita a emissão de laudo dos exames, por meio de dados, gráficos e imagens dados enviados online.
É fundamental que a avaliação seja feita por um profissional médico com Registro de Qualificação de Especialista (RQE) na área que está relacionada ao procedimento diagnóstico.
A telecirurgia já é uma realidade devido ao desenvolvimento de robôs cirúrgicos. Essa tecnologia pode ser operada enquanto o paciente se encontra na mesma sala que o cirurgião ou a distância.
Atualmente, esse procedimento é regulamentado no Brasil, sendo permitido desde que o paciente conte com o acompanhamento de um cirurgião com as mesmas habilitações que o cirurgião remoto. Isso porque o médico poderá intervir se houver intercorrências, como falta de energia ou problema no maquinário.
O diálogo entre o médico e seus pacientes via redes sociais e WhatsApp não é proibido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). No entanto, é recomendado que o atendimento online, nesses casos, seja usado apenas para tirar dúvidas, facilitar o envio do resultado de exames e distribuir material educativo.
Isso porque a comunicação por essas vias não constitui uma consulta completa e também não pode ser remunerada. A teleconsulta deve ser feita por plataforma indicada e aprovada pelo CFM.
Os médicos podem, e devem, ter presença nas redes sociais. No entanto, é preciso ter muita cautela com o que é divulgado. Fotos de pacientes, independentemente da finalidade e mesmo que autorizado, são proibida. Esse é um erro bastante disseminado, visto que é comum vermos fotos de antes e depois a fim de mostrar a eficácia de cirurgias e procedimentos.
Outra pratica proibida é utilizar os equipamentos médicos em fotos divulgadas online e até fisicamente para atrair o paciente. Mesmo que a aparelhagem do consultório ou clínica seja moderna, não pode-se valer dessa tática.
Além desses cuidados éticos, existem vários outros que devem ser seguidos no marketing médico. Recomenda-se acessar o site do CFM e conferi-los a fim de evitar problemas com a justiça.
A telemedicina tem diversos benefícios, tanto para os profissionais quanto para os pacientes. Primeiramente, é preciso entender que há desigualdade no acesso à saúde, principalmente para as pessoas que residem em localidades remotas. Além disso, a grande maioria dos especialistas está localizada nos grandes centros, o que torna o cuidado de doenças mais raras ou complicadas mais difícil.
Com a tecnologia, os pacientes em locais afastados poderão ser atendidos, diagnosticados e tratados em tempo hábil, permitindo uma assistência qualificada de saúde, mesmo a distância. Essa também é uma grande vantagem para os pacientes que apenas precisam tirar dúvidas simples ou fazer a leitura de exames, uma vez que permite a rapidez da resposta e evita o deslocamento.
E então, entendeu as vantagens que o atendimento online pode trazer para a saúde? O acesso mais amplo, associado a práticas mais modernas e assertivas, serão um grande avanço para a medicina.
As novidades na área da telemedicina são constantes e bastante empolgantes. Se você deseja receber atualizações, não deixe de curtir a nossa página no Facebook!
Confira 7 dicas para fazer gestão de qualidade na saúde corretamente. Garantir a eficiência de um hospital ou clínica é fundamental para oferecer a melhor assistência e o máximo de conforto aos pacientes. A gestão de qualidade na saúde tem um papel decisivo ao garantir um fluxo de processos adequado e o fornecimento de um atendimento de ponta. Os gestores hospitalares se deparam com diversos desafios no dia a dia para a articulação de um fluxo de trabalho ágil, preciso e com a máxima efetividade do cuidado.
Nesse contexto, é importante adotar as medidas adequadas para fazer esse gerenciamento com sucesso, mas confira 7 dicas para fazer gestão de qualidade na saúde corretamente. Há várias estratégias que podem facilitar e potencializar a gestão da qualidade na saúde. Neste post, você acompanha algumas delas.
A gestão de qualidade é o conjunto de processos, esforços e procedimentos direcionados à promoção dos melhores serviços, gerando satisfação do cliente e proporcionando o atendimento à demanda apresentada. Quando aplicada à saúde, a gestão de qualidade recebe uma atribuição específica, já que está inserida em um setor empenhado no cuidado e promoção do bem-estar.
Dessa forma, esse gerenciamento é uma rede de práticas, sistemas e serviços que se articulam para o oferecimento da atenção à saúde com o máximo de efetividade, eficiência e eficácia. A proposta é assegurar a prevenção, recuperação e promoção da saúde, buscando melhores condições de prestação de serviços, com o fornecimento de atenção integral ao paciente.
Fazer a gestão de qualidade de forma eficiente possibilita tornar a administração do hospital mais eficiente e criar condições favoráveis à satisfação do paciente. Esse processo dá abertura para organizar melhor o fluxo de trabalho e tornar os tratamentos e procedimentos mais adequados às necessidades apresentadas. Isso significa que há melhores recursos para o acolhimento do sujeito em sua integralidade, gerando credibilidade e uma imagem positiva para o hospital.
A gestão de qualidade também abre um cenário propício para um ciclo positivo de processos, por meio de melhores condições de trabalho, gerando a satisfação dos colaboradores, que, consequentemente, realizam as atividades de forma mais efetiva. Ela instrumentaliza os profissionais com os recursos necessários para o oferecimento das melhores possibilidades para o paciente, estimulando o contentamento, a confiança e a fidelização das pessoas atendidas.
Há várias estratégias interessantes para fazer a gestão de qualidade na saúde. Vamos explicá-las a seguir!
A gestão de qualidade envolve uma série de intervenções, objetivando a potencialização dos processos e o oferecimento de ótimos recursos e alternativas para o paciente. Porém, só há sucesso nessas ações começando por um bom planejamento.
O plano deve conter uma adequada identificação das lacunas no fluxo de trabalho e a estruturação de medidas corretivas. Além disso, é essencial delinear ações preventivas para evitar equívocos e problemas. Estruture o planejamento com foco em promover a máxima eficiência do serviço de saúde.
O modelo de gerenciamento de qualidade na saúde deve se articular à dinâmica da instituição. Os modelos são derivados de outras áreas, mas podem ser adaptados para o hospital. O Lean Manufacturing, por exemplo, trabalha com foco na melhoria contínua, eliminando procedimentos que não agreguem valor e substituindo práticas que precisam de melhorias. Para isso, o método utiliza abordagens sistemáticas, objetivando intervenções estruturadas e precisas.
Outro modelo são os Círculos de Controle de Qualidade (CCQ). Nele, colaboradores do nível operacional se unem em equipe para reduzir os equívocos, melhorar o processo, promover maior envolvimento dos profissionais com o ambiente e maximizar a efetividade das equipes.
Há ferramentas de gestão que podem facilitar o processo de gerenciamento da qualidade na instituição de saúde. A proposta é que elas simplifiquem a organização das ideias, facilitando a sistematização das alternativas pensadas para o fluxo de trabalho e a melhoria da eficiência.
Os brainstormings, o ciclo PDCA, as planilhas para verificação e coleta de dados, o diagrama de Pareto e a ferramenta 5S são alguns exemplos. Outra solução que também auxilia na articulação de procedimentos e integração de práticas são os softwares de gestão, estruturados em módulos que se intercomunicam.
A Organização Nacional de Acreditação (ONA) é uma instituição credenciada, que trabalha para aprimorar a qualidade da assistência em saúde , estabelecendo normas e certificações. Nas certificações, ocorre a avaliação do fluxo de procedimentos no hospital, com foco em comprovar a eficiência dos processos e da gestão. Nas acreditações, o estabelecimento é analisado de forma mais aprofundada, por meio de avaliações da competência técnica para realizar o trabalho.
Com os alertas para as modificações climáticas, o aquecimento global e diversos fenômenos derivados dos danos aos ecossistemas, toda instituição deve colocar a sustentabilidade como um de seus pilares. Isso envolve estabelecer o trabalho em uma dinâmica que garanta a preservação do meio ambiente, visando a redução do impacto gerado pelo hospital.
A proposta é que a organização de saúde permaneça funcional e efetiva, mas com práticas que incluam manejo sustentável dos recursos e processos. Isso pode ser feito por meio da reciclagem e encaminhamento adequado de resíduos, estruturação de sistemas de reaproveitamento de água, redução do uso de papel e elevação da digitalização, uso de aparelhos médicos modernos que consomem um volume menor de energia, entre outras ações.
Bons equipamentos são fundamentais para a qualidade dos serviços prestados pelo estabelecimento de saúde. Eles auxiliam no diagnóstico, tratamento e promoção da saúde, sendo importantes ferramentas para a atenção integral e o acolhimento das necessidades do paciente.
Equipamentos médicos de qualidade oferecem segurança para as pessoas atendidas, além de terem maior vida útil e darem maior previsibilidade à gestão hospitalar. Dessa forma, você tem um controle mais rígido dos dispositivos, proporcionando conforto, comodidade e bem-estar ao público.
É fundamental fazer um bom monitoramento dos resultados das ações de gestão de qualidade em saúde. Utilize métricas e indicadores para avaliar os efeitos das medidas realizadas e mensurar variáveis. Isso auxilia no ganho de controle dos processos e ajuda na estruturação de feedbacks para o aperfeiçoamento contínuo. A medida também oferece parâmetros para a orientação das ações e para análises e comparações.
A gestão de qualidade na saúde é extremamente relevante para o hospital. Ela cria condições para a máxima efetividade na prestação de serviços ao paciente. Neste post, você pôde conferir o quanto esse gerenciamento é essencial para o estabelecimento. Além disso, pôde compreender a importância de equipamentos médicos de alta performance. Encontrar o fornecedor ideal de aparelhos hospitalares é primordial para garantir a sustentabilidade e eficiência da instituição.
A Medicalway é uma empresa que comercializa aparelhos médicos e hospitalares, fornecendo dispositivos de alta tecnologia de importantes fabricantes mundiais do segmento. Estamos há 18 anos no mercado, reunindo expertise e ampla experiência na área para oferecer itens de alta qualidade e performance.
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Glosas hospitalares: por que elas são prejudiciais ao faturamento? Para a boa administração de um hospital, existe a necessidade de entender alguns conceitos e analisar como está o departamento financeiro para que não haja prejuízos e possam ser estabelecidas estratégias visando aperfeiçoar resultados negativos. As glosas hospitalares são um conceito que merece atenção, especialmente porque impactam diretamente no dia a dia da gestão.
Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para que você saiba o significado deste conceito, conheça os tipos de glosas hospitalares, além de ficar por dentro de dicas importantes sobre como evitar esse problema. Continue a leitura e entenda!
Quando há algum problema de comunicação entre a clínica e o plano de saúde, existe a possibilidade de haver o não recebimento do pagamento devido. É nesse fator negativo que se configura a glosa hospitalar, que pode ser classificada em administrativa, técnica e linear. Saiba mais!
No momento que um paciente chega até a empresa de saúde (clínicas médicas), é preciso realizar o preenchimento de suas informações, além de guias de autorizações para que haja o prosseguimento no diálogo entre os prestadores e o convênio.
Caso haja algum tipo de erro durante esse processo, pode haver a recusa do pagamento, sendo caracterizado como glosa administrativa. Sendo assim, é aquela situação em que ocorrem falhas operacionais, ou até mesmo quando os valores não coincidirem com o valor do contrato.
Como o próprio nome já diz, é um problema causado devido a algum procedimento realizado pelo profissional. Em qualquer plano de saúde, há aqueles trabalhos em que o plano cobre ou não o serviço prestado. Caso seja feito algum trabalho contestado pelo convênio, é preciso que haja uma auditoria para análise.
Também pode ocorrer de oferecer ao paciente medicamentos ou horas adicionais de internação não previstas — fatos raros de acontecer e que precisam de uma avaliação mais específica. Desatenção com o nome do profissional responsável também é um dos motivos que ocasionam, além de não descrever todo o trabalho no prontuário do paciente.
Já as glosas lineares são aquelas provocadas pelo próprio convênio, sem oferecer à clínica uma justifica conveniente sobre o ocorrido. Nesse sentido, é preciso que os gestores apurem algumas questões, como os gastos e os processos de pagamentos ocorridos, sobre os indicadores operacionais, além de fazer uma conferência nos sistemas de faturamento.
Agora que você já sabe o que são as glosas hospitalares, chegou o momento de entender algumas dicas práticas sobre como evitá-las. Confira!
O primeiro passo é justamente identificar a causa do problema. Em qualquer procedimento a ser feito em uma gestão, entender a raiz do gargalo permite com que ações eficazes sejam tomadas para que situações como essas não se repitam e que também consiga encontrar a resolução daquela situação.
No caso das glosas hospitalares, não é diferente. Conforme você percebeu, há 3 tipos distintos — entrar em contato com a rede conveniada e entender o motivo para que aquele recebimento fosse atrasado ou não recebido; permitir que a equipe gestora tenha mais insumos para entender o que de fato ocorreu; e as etapas para que o processo seja resolvido.
Para que uma gestão seja bem-sucedida, existe a necessidade de utilizar a tecnologia como aliada para que seja possível auxiliar em alguns processos. No caso das glosas hospitalares, há a oportunidade de utilizar ferramentas que alertam em relação a qualquer tipo de inconformidade, de acordo com as especificidades de cada operadora.
Ao serem alertadas, as instituições de saúde entrarão em contato com os convênios, de modo que se possa entender exatamente o ocorrido para tomar as providências. Nesse momento, é importante contar com um histórico de pagamentos, uma vez que isso será importante para tomar as decisões e entender os procedimentos.
Além disso, deve sempre optar por processos automatizados. Ao lançar dados eletronicamente, os gestores têm a oportunidade de acessá-los sempre que possível, além de reduzir significativamente os erros relacionados a etapas executadas manualmente. Essa atitude também vai contribuir para caso precise levar o processo adiante em circunstâncias judiciais, tornando as provas mais concretas.
O Prontuário Eletrônico do Paciente é outra ferramenta que vai permitir a redução de erros. O EPP, além de diminuir as chances de haver alguma etapa efetuada de maneira equivocada pelos profissionais, traz ainda outros benefícios para a organização, como:
As auditorias internas permitirão que a equipe gestora possa detectar qualquer tipo de erro, até mesmo se ele ainda estiver em processo. Por meio dela, existe a possibilidade de fiscalizar algumas etapas efetuadas pelos profissionais, além de fornecer informações precisas para caso ocorra as glosas hospitalares.
Também é preciso sempre estar atento quanto ao treinamento oferecido aos colaboradores. Por meio dessas capacitações, eles terão a oportunidade de cumprir formalidades burocráticas de maneira positiva, de forma que não haja contestações pelas empresas conveniadas. Devem ser direcionados tanto para a gestão financeira quanto para a gestão administrativa, trazendo ainda outros ganhos:
Neste conteúdo, você pôde entender o que são as glosas médicas, quais são os principais tipos de glosas e os meios que podem ser efetuados para evitá-las. Em uma gestão hospitalar, o ideal é entender todos os motivos que tendem a prejudicar a saúde financeira da clínica/hospital, além de deixar toda a equipe ciente das estratégias a serem tomadas caso ocorra alguma situação como essa.
Conforme você observou, contar com a tecnologia como aliada tem beneficiado não apenas no tratamento aos pacientes, como também para que possa evitar erros e reduzir as chances de haver algum tipo de risco para a gestão. Deseja se aprofundar no assunto? Então continue em nosso blog e entenda como os avanços nesse sentido têm beneficiado a área da saúde.
