Conheça os 8 principais hospitais de referência mundial

Os hospitais de referência mundial atendem a uma série de requisitos para terem esse reconhecimento. Além de investirem em pesquisas, eles contam com uma rede sólida de atendimento e diferenciais específicos, que os levam a atingir renome na área da saúde. No Brasil, existem serviços para acreditação de hospitais, e essas instituições formam parcerias para realização de pesquisas e investimento no ensino.

Preparamos este post especial com informações sobre os principais hospitais de referência mundial. Continue acompanhando para entender mais sobre o tema!

Quais serviços e qualidades um hospital precisa ter para ser considerado referência?

No Brasil, a Agência Nacional de Saúde Suplementar define critérios para avaliação da qualidade de hospitais da rede particular. Ela divulga uma relação dos hospitais que mais se encaixam nesses requisitos.

As certificações de qualidade são exemplos de critérios. Elas geralmente são realizadas por Organizações Não Governamentais e buscam verificar a adequação do hospital a um conjunto de padrões predefinidos. Esse processo não é jurídico, e a participação é voluntária.

O índice de readmissão hospitalar é outro fator importante. Ele mede a eficácia do hospital em promover a recuperação dos pacientes. O esperado é que o hospital ofereça um cuidado efetivo e no menor tempo possível. Nesse contexto, são avaliados quesitos como a gestão de quadro clínico, a capacitação de profissionais, os protocolos de atendimento e o planejamento de alta.

A segurança dos pacientes também é um elemento avaliado. De acordo com a resolução número 36/2013, os serviços de saúde devem ser núcleos de segurança das pessoas atendidas, e as tecnologias devem ser utilizadas sempre favorecendo a proteção da saúde dos pacientes.

Quais são os principais hospitais de referência mundial?

Os principais hospitais de referência mundial podem ser acompanhados na listagem a seguir. Veja mais!

1. Hospital Albert Einstein

O hospital Albert Einstein está localizado em São Paulo. Ele trabalha com especialidades como cirurgia, neurologia, cardiologia, pediatria, transplantes, oncologia, ortopedia, reumatologia, radiologia intervencionista e hematologia. A instituição se estabelece em um complexo centro de ensino e pesquisa, que tem graduação em medicina e enfermagem, pós-graduação, ensino técnico e residência.

A instituição oferece também serviços para empresas, como vacinação na companhia, telemedicina, programas de prevenção, check-up e espaços para eventos em saúde. Ela conta ainda com diversas modalidades de treinamento, incubadora de startups e consultoria em gestão.

2. Moinhos de Vento

O Hospital Moinhos de Vento está localizado em Porto Alegre e é afiliado ao John Hopkins Hospital, sobre o qual falaremos mais adiante. Oferece serviços médicos em diversas especialidades: anestesia, nefrologia, neonatologia, cardiologia, coloproctologia, oncologia, cirurgia geral, emergência, gastroenterologia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, neurologia e neurocirurgia, pneumologia, mastologia, psiquiatria, radiologia, reumatologia, medicina nuclear, urologia, entre outras.

A instituição conta com centro de formação, a Faculdade de Ciências da Saúde Moinhos de Vento. Além disso, o hospital tem um ambulatório e uma robusta estrutura para realização de uma série de exames.

3. Hospital Bandeirantes

O Hospital Bandeirantes se unificou com o Hospital Leforte em maio de 2017 e passou a se chamar Hospital Leforte Unidade Liberdade. A instituição realiza procedimentos de alta complexidade, como cirurgias cardíacas, oncológicas, transplantes de medula óssea e procedimentos cirúrgicos com apoio de vídeo 3D.

O Leforte tem um centro de diagnósticos, que realiza exames como tomografia, ressonância magnética, PET/CT e procedimentos de rotina. Há unidades de internação, centro oncológico e pronto-atendimento. Acrescentamos que o Leforte tem centro de pesquisa e ensino e biblioteca especializada em saúde.

4. Gleneagles Hospital

O Gleneagles Hospital está localizado em Singapura, sendo parte do grupo Parkway. Ele se destaca pelos serviços em oncologia, cardiologia, obstetrícia, ginecologia, oftalmologia, neurocirurgia, medicina respiratória, gastroenterologia, oftalmologia e ortopedia. Possui uma área especializada na realização de transplantes. Em 2005, realizou a cirurgia de separação de duas gêmeas siamesas da Indonésia. O procedimento durou 10 horas.

5. Bumrungrad International Hospital

Localizado na Tailândia, é reconhecido pelo turismo médico, sendo o maior hospital privado do Sudeste Asiático. Com uma estrutura luxuosa, Bumrungrad International Hospital tem a sua própria agência de viagens que cuida de vistos dos pacientes e do providenciamento de tradutores para estrangeiros. Por ano, ele atende em média um milhão de pacientes. Apresenta muitas especialidades e subespecialidades, além de ter alcançado premiações internacionais.

6. Shouldice Hospital

O Shouldice Hospital fica no Canadá, sendo líder mundial no tratamento de hérnia abdominal. Ele realiza um tratamento holístico e supervisionado de recuperação e cura. O local conta com refeições especializadas e balanceadas, aconselhamento profissional, terapia de massagem, em um processo intensivo de tratamento que gera rápida recuperação. O ambiente hospitalar mescla elementos da natureza a fim de proporcionar o máximo de tranquilidade para o público atendido.

7. Brigham and Women’s Hospital

O Brigham and Women’s Hospital fica nos Estados Unidos, estando vinculado à Escola de Medicina de Harvard. Ele reúne um instituto de oncologia e mais 13 especialidades, como sistema cardiovascular, centro do pulmão, neurociência, centro de ortopedia e artrite, cuidados primários e saúde da mulher. No hospital, há também suporte ao paciente em termos de nutrição e relações familiares, bem como apoio espiritual e farmácia.

8. John Hopkins Hospital

O complexo hospitalar John Hopkins fica nos Estados Unidos e reúne um centro de urologia, centro para crianças, centro para câncer e centro de saúde dos olhos, além de uma série de outros serviços. Realizou a primeira cirurgia de redesignação sexual, além de contar com uma forte estrutura em pesquisa e ensino.

Nas pesquisas, o John Hopkins se destacou por identificar três vírus da poliomielite, por realizar a primeira operação de síndrome do bebê azul e por descobrir opioides naturais para o cérebro. Ele possui grande renome no mundo por ser pioneiro em tantas descobertas valiosas.

Os principais hospitais de referência mundial apresentam uma rede sólida de serviços e se ancoram também em um robusto sistema de ensino e pesquisa. Essas instituições se sobressaem pelas especificidades no cuidado e na eficácia em atendimentos. A maioria já apresenta uma longa trajetória em sua história, com inúmeros grandes feitos. Mas é importante lembrar que essa credibilidade é construída no dia a dia da instituição hospitalar.

E então? Gostou de aprender mais sobre os 8 maiores hospitais de referência no Brasil e no mundo? Aproveite e siga a gente nas redes sociais! Estamos no Facebook e LinkedIn!

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    Preservação de equipamentos hospitalares: 7 cuidados essenciais

    Para que um hospital ofereça serviços de qualidade é fundamental — além de contar com uma equipe de saúde competente — que todos os aparelhos estejam nas melhores condições. Afinal, o trabalho desse setor envolve a saúde das pessoas. Dessa maneira, um ponto que merece atenção para uma boa gestão é a preservação dos equipamentos hospitalares.

    O maquinário de um hospital conta com tecnologia avançada, por isso apresenta peças delicadas, como chips e outros componentes, que precisam de atenção constante para evitar problemas. Dessa forma, garantir os cuidados necessários aos equipamentos aumentará a vida útil desses aparelhos, garantindo um atendimento completo ao paciente.

    Quer conhecer os 7 principais cuidados para a preservação de equipamentos hospitalares? Acompanhe este post!

    1. Transporte adequado

    Se você se preocupa com a preservação de equipamentos hospitalares, deve tomar cuidado no transporte do maquinário pela unidade de saúde. É importante avaliar o melhor trajeto para essas peças, bem como a inclinação e a textura do piso, a altura de portas e a largura de corredores por onde ele passará.

    Ao transportar o equipamento de modo inadequado, há o risco de danificar algum componente, o que pode significar um custo mais elevado de manutenção. A nossa dica é fazer movimentações somente quando necessário e escolher horários com menor fluxo de funcionários e pacientes para evitar qualquer imprevisto.

    2. Manuseio correto

    Operar o equipamento de forma correta também é muito importante para evitar qualquer dano, além de ser essencial para aumentar a vida útil dos aparelhos. Desse modo, certifique-se que a equipe de técnicos possui capacitação específica para manusear o aparelho e sabe identificar qualquer falha de funcionamento.

    Ao fazer isso, você garante que a manutenção dos equipamentos será feita o quanto antes, evitando a paralisação dos serviços do hospital. Profissionais treinados também são essenciais quando se trata da segurança do paciente no momento da realização de um exame, por exemplo.

    3. Condições adequadas de funcionamento

    Para adquirir um equipamento hospitalar é feito um investimento alto, já que se trata de tecnologia de ponta para auxiliar em tratamentos e diagnósticos de saúde. No entanto, o gestor pode pôr tudo a perder se não levar em conta a estrutura do local onde ficará esse aparelho.

    Cada máquina tem uma necessidade específica. Por isso, em primeiro lugar, consulte as especificações do manual. Em caso de dúvida, não hesite em entrar em contato com o fornecedor.

    É importante planejar todos os detalhes relativos às condições ambientais — como temperatura, umidade, fluxo de ar e luminosidade adequada. Assim, você garante um bom desempenho dos equipamentos, evita manutenções desnecessárias e faz valer o investimento realizado.

    4. Higienização em dia

    A higienização também é fundamental para a preservação dos equipamentos hospitalares. Além disso, esse também é um cuidado necessário para a segurança dos pacientes e dos profissionais que operam os aparelhos.

    Por isso, é importante fazer a sua descontaminação de forma periódica. Essa descontaminação consiste em limpeza, desinfecção e esterilização. Acompanhe os detalhes de cada etapa:

    • limpeza: é importante seguir as instruções do fabricante. Porém, de modo geral, usa água e sabão neutro para a remoção das sujeiras nas superfícies externas do aparelho;
    • desinfecção: consiste no uso de produtos específicos para a eliminação de microrganismos que podem causar alguma forma de contaminação;
    • esterilização: é a descontaminação mais completa, capaz de eliminar, inclusive, os esporos bacterianos (que são mais resistentes). Assim, garante o uso seguro do equipamento hospitalar.

    4. Calibração periódica

    A calibração é a análise do desempenho do equipamento hospitalar — com a coleta de dados que serão comparados a uma unidade de medição padrão, por isso deve ser realizada de forma periódica. É importante que todas as informações coletadas sejam registradas.

    Trata-se, na verdade, de um teste para garantir que o aparelho funcione de acordo com as especificações de fábrica e siga as regulamentações e normas vigentes.

    Ao adotar esse procedimento, você consegue fazer os ajustes necessários nos aparelhos, impedindo que eles apresentem falhas ou tenham o seu funcionamento interrompido — afetando de forma negativa toda a rotina hospitalar.

    A calibração, dependendo do aparelho, pode ser realizada pelos técnicos do próprio hospital, pelo suporte do fornecedor ou pelo laboratório certificado para esse fim.

    5. Manutenção preventiva

    Para que você consiga antecipar o surgimento de qualquer falha nos aparelhos é essencial ter um cronograma com as manutenções preventivas que precisa fazer. Podemos comparar essas manutenções com as revisões feitas nos automóveis.

    O serviço de engenharia do hospital deve fazer essa checagem cumprindo um roteiro para avaliar todos os componentes do maquinário, com o objetivo de analisar produtividade, desempenho e segurança. O procedimento também avalia as condições ambientais, que devem ser adequadas para evitar qualquer dano futuro aos equipamentos.

    É preciso destacar também que esse serviço pode ser contratado juntamente com a compra do equipamento, ou seja, com o próprio fornecedor. Assim, além de conseguir uma melhor negociação, o hospital não precisa arcar com os custos de ter uma equipe própria para isso e tem a certeza de que a manutenção será realizada por especialistas — que receberam treinamento diretamente do fabricante.

    Agora você entende por que é importante ter um planejamento para as manutenções preventivas, não é mesmo? Ao fazer isso, a prática não atrapalhará a rotina de atendimento e os pacientes.

    6. Manutenção corretiva

    Todos os cuidados para a preservação de equipamentos médicos que elencamos acima têm o objetivo de reduzir a ocorrência de manutenção corretiva — feita quando existe alguma falha ou algum problema já instalado. Nesse caso, são realizados os reparos necessários para que o equipamento volte a funcionar normalmente.

    É claro que chega um momento em que será necessária a substituição do aparelho, assim como acontece com as tecnologias de qualquer segmento. No entanto, é necessário que haja um planejamento de ações para prolongar o tempo de uso dessas máquinas.

    Com essa prática, o gestor passa a ter uma previsão de quando deverá fazer esse tipo de troca. Assim, é possível ter um controle de gastos de curto, médio e longo prazo — o que colabora para o equilíbrio financeiro da instituição.

    Os cuidados com a preservação de equipamentos hospitalares garantem que eles funcionarão de forma adequada e por mais tempo. Uma dica é ter atenção desde a aquisição desse maquinário, verificando a reputação do fornecedor para que você compre um produto em boas condições e que atenda às regulamentações.

    Gostou das nossas dicas para prolongar a vida útil dos equipamentos? Quer mais informações sobre boas práticas para a gestão hospitalar? Confira outro post sobre os benefícios de automação de processos em estabelecimentos de saúde!

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    Calibração de equipamentos médico-hospitalares: a importância dos analisadores e simuladores

    A calibração de equipamentos médico-hospitalares é uma prática imprescindível dentro das instituições de saúde e promove a confiabilidade das medidas analisadas em procedimentos, diagnósticos, tratamentos e acompanhamento de pacientes.

    E, para realizar uma calibração de qualidade, os simuladores e analisadores são fundamentais. Essas ferramentas permitem que os aparelhos sejam calibrados com muito mais segurança, credibilidade e precisão no desempenho.

    Se você deseja aprofundar seus conhecimentos sobre a prática da calibração, continue lendo este artigo. Elencamos os principais pontos pelos quais os analisadores e simuladores têm se tornado fundamentais no desempenho e segurança de equipamentos.

    Qual é a importância da calibração?

    Independentemente do setor — industrial, automobilístico ou médico —, a calibração é um item bastante relevante e vem se mostrando cada vez mais desenvolvida no Brasil.

    Assim, os hospitais e clínicas brasileiras estão se conscientizando gradualmente da necessidade de realizar essa prática com uma frequência adequada para garantir que os equipamentos médico-hospitalares apresentem a performance para a qual foram construídos.

    A diferença entre calibração e ajuste

    Antes de adentrarmos nos conceitos e características da técnica, é importante entender a diferença entre calibração e ajuste, uma vez que muitas pessoas da área técnica confundem os dois conceitos.

    O ajuste de um equipamento é feito, por exemplo, quando os profissionais realizam alguma intervenção via software ou hardware e ajustam a grandeza de determinado equipamento. Ou seja, essa operação é corretiva e tem o objetivo de fazer com que o desempenho do aparelho seja compatível com suas características de uso.

    Já a calibração configura a melhor maneira de avaliar o funcionamento dos equipamentos periodicamente. Em outras palavras, a calibração de equipamentos médico-hospitalares tem o objetivo de comparar as leituras sob teste com os valores gerados por um padrão que, no caso, é a referência.

    A partir disso, é possível gerar um laudo com os dados captados junto aos estudos que envolvam conhecimentos em metrologia para então demonstrar qual é o desvio padrão da medida que está sendo realizada.

    O hospital consegue, então, comparar esse laudo e analisar se os resultados atendem às especificações do sistema de qualidade interno.

    Compreendeu os conceitos e percebeu a relação entre eles? Os dois conceitos são distintos e desempenham operações com objetivos diferentes, entretanto, são dependentes. O ajuste somente pode ser realizado depois de um procedimento de calibração.

    A calibração deve ser realizada por qual profissional?

    Para manter a tarefa de geração de certificados de calibração centralizada, o ideal é que profissionais especializados — sejam eles técnicos ou engenheiros —, que tenham expertise em metrologia e estejam atualizados quanto às tecnologias da área da saúde desempenhem essa função.

    Veja os principais requisitos que o profissional deve ter:

    • conhecimento do mecanismo e características do equipamento que será testado para identificação de quaisquer níveis de alteração;
    • expertise em metrologia: assim que a calibração é executada, um laudo é gerado e ele deve ter informações completas como cálculo de erro e incertezas de medição para sustentar a avaliação de uso (ou não) do equipamento.

    Quais ferramentas e técnicas de calibração devem estar à disposição?

    Para que a empresa que presta esse tipo de serviço apresente resultados consistentes, é fundamental que ela tenha procedimentos padronizados. Dessa forma, é possível garantir que, independentemente do técnico ou engenheiro que realizar a calibração, a qualidade do trabalho será garantida.

    Nesse contexto, quando os profissionais estão munidos de ferramentas como analisadores e simuladores de qualidade e precisão, a garantia de que o ensaio terá êxito é muito mais significativa.

    Por que é importante utilizar analisadores e simuladores?

    Suponha que você esteja analisando uma bomba de infusão em que podemos ajustar a velocidade e quantidade de infusão do medicamento administrado. Quando o médico faz a prescrição, ele almeja obter resultados, certo?

    No entanto, se o medicamento for infundido indevidamente, ele não terá o resultado esperado e a terapia será ineficaz. Então, o médico ainda pode tomar decisões equivocadas e causar danos ao paciente.

    Por isso o uso de analisadores e simuladores se faz tão importante. Eles garantem o funcionamento ideal dos equipamentos e impedem que consequências graves ocorram, como no caso de uma infusão errada ou falhas em equipamentos de suporte à vida.

    Quais as principais características de analisadores e simuladores e como escolhê-los corretamente?

    O principal objetivo é, sem dúvidas, ter um equipamento robusto e confiável. E, para serem confiáveis, os analisadores e simuladores devem ser muito mais precisos do que os equipamentos médico-hospitalares.

    Afinal, essas ferramentas são utilizadas como referência. Se, por exemplo, um analisador é menos preciso do que um aparelho médico, não faz sentido realizar um ensaio de calibração. Devido a esses fatores, a qualidade das ferramentas também é um fator crucial.

    Além disso, o equipamento deve ser robusto, pois não se faz apenas uma medida de grandeza. Pelo contrário, ela é repetida algumas vezes para checar se existe repetibilidade e o fornecimento de análises e simulações iguais.

    É necessário, inclusive, ter um cuidado especial com o equipamento. Para fazer o procedimento de calibração adequado, ele deve ser enviado para um órgão, instituto ou empresa que seja certificada pelo Inmetro. Dessa forma, o hospital consegue acompanhar a rastreabilidade do analisador e simulador que serão utilizados, garantindo mais segurança para o hospital e os pacientes.

    Podemos observar que a calibração de equipamentos médico-hospitalares por uma equipe técnica qualificada tem o potencial de ir em direção contrária às falhas e erros de procedimentos nas instituições de saúde.

    É muito importante que os profissionais que cuidam da manutenção preventiva dos hospitais busquem participar ativamente de eventos e congressos de engenharia clínica, almejando atualizações contínuas na área sobre as normas e utilização adequada dos equipamentos.

    Isso reflete diretamente na prestação de serviços. Ou seja, o gestor consegue compreender mais profundamente sobre o assunto e cobrar o fornecimento de laudos completos e robustos da empresa que realiza a calibração de equipamentos médico-hospitalares.

    Viu como é importante escolher analisadores e simuladores corretamente? Além de optar por uma empresa que disponibilize tecnologias de excelência, o acompanhamento pós-venda e suporte técnico fazem toda a diferença. Entre em contato conosco e saiba mais sobre nossas condições e serviços!

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    7 boas práticas para melhorar a gestão financeira do hospital

    Quando falamos sobre instituições de saúde, a gestão financeira é um ponto delicado. Tão importante quando prestar uma assistência de qualidade aos pacientes é cuidar da saúde das finanças, uma vez que esses pontos são diretamente interligados.

    A gestão financeira de hospital apresenta peculiaridades complexas em toda a cadeia de custos, sendo que pontos como fluxo de caixa e folha de pagamento dos serviços de saúde requerem muita atenção dos gestores.

    Qualquer tomada de decisão tem o potencial de interferir na qualidade do serviço prestado pelo hospital e eles precisam estar em perfeito funcionamento. Foi pensando nisso que desenvolvemos este artigo.

    Se você também se preocupa com a complexidade da gestão hospitalar e gostaria de se tornar um expert no assunto, continue conosco e fique por dentro de 7 dicas práticas a serem implementadas na sua instituição de modo efetivo. Boa leitura!

    1. Mapeie os custos do hospital

    Considerando que os custos dos hospitais variam entre diretos e indiretos, é fundamental identificá-los e classificá-los de modo a organizar todas as informações em relatórios padronizados do setor financeiro.

    Os custos diretos estão diretamente relacionados aos produtos e serviços hospitalares, que são proporcionais à quantidade consumida no hospital. É o caso, por exemplo, do fornecimento de medicamentos.

    Já os custos indiretos não dependem diretamente do serviço hospitalar prestado e podem ser representados por investimentos que contribuem para que o atendimento aconteça. Custos dos setores de administração, comercial, finanças e nutrição ou até mesmo a energia elétrica para executar determinada cirurgia representam custos indiretos.

    Dessa maneira, é possível obter uma previsibilidade financeira muito mais segura, além de agregar os diversos tipos de custo às despesas operacionais para que os serviços de saúde sejam precificados adequadamente quando fornecidos ao mercado.

    2. Controle o fluxo de caixa

    Um fluxo de caixa bem controlado diz tudo sobre a gestão financeira de hospital. Cuidados especiais são necessários em instituições de saúde em relação à entrada e saída de dinheiro, que devem ser especificados por categorias e valores.

    É o caso, por exemplo, de eventos operacionais que impactam o fluxo de caixa. A aquisição de novos equipamentos ou planos de expansão da equipe clínica devem ser antecipados e minimamente controlados para que a gestão financeira seja efetiva.

    3. Atente à folha de pagamento

    A terceira dica diz respeito ao controle da folha de pagamento, outro ponto relativamente peculiar quando abordamos a gestão financeira de hospital.

    Nessas instituições, a equipe de prestação de serviço varia significativamente, abrangendo desde colaboradores, que requerem controle dos encargos trabalhistas até a contratação de profissionais, como pessoas jurídicas, o que exige outro tipo de acompanhamento.

    Além disso, os benefícios fiscais podem ser aproveitados quando não há atrasos no pagamento de tributos, o que torna ainda mais importante o acompanhamento da folha de pagamento e custos como 13º salário, INSS, FGTS e férias.

    4. Negocie prazos de pagamento com os fornecedores

    Não adianta: todas as dicas que separamos para este artigo requerem atenção especial no âmbito hospitalar — e a negociação de prazos de pagamentos com os fornecedores não é diferente.

    Afinal, problemas na compra ou aquisição de equipamentos, aparelhos e insumos hospitalares interferem na qualidade do serviço de saúde, e o setor financeiro deve estar atento a qualquer necessidade de renegociação.

    É comum que ocorram, por exemplo, atrasos de pagamento por parte da operadora de saúde. Nesse contexto, é muito importante ter jogo de cintura para lidar com imprevistos, remanejando o planejamento em tempo hábil e evitando falhas na infraestrutura hospitalar.

    5. Controle a inadimplência

    Já que explicamos a importância de atentar ao prazo de pagamentos dos fornecedores, outro ponto fundamental é acompanhar e avaliar o risco de inadimplência, definindo se vale a pena ou não continuar lidando com a cadeia de operadoras do hospital.

    Nesse cenário, é interessante gerenciar o índice de inadimplência fazendo um cadastro com uma completa avaliação das operadoras para mapear possíveis atrasos de pagamento e reduzir a inadimplência.

    6. Faça análises periódicas dos resultados

    Uma das melhores formas de otimizar a previsibilidade da gestão financeira de hospital é fazer análises periódicas dos resultados. O que isso significa? Basicamente, analisar o desempenho e eficiência do gerenciamento de finanças principalmente a partir de indicadores.

    Desse modo, é possível mensurar em que contexto a instituição de saúde está inserida, além de estimar com mais precisão o futuro do financeiro e organizacional do hospital para períodos determinados.

    O ideal é que cada instituição estabeleça seus indicadores econômico-financeiros de acordo com o porte e operação. Os relatórios contábeis também são excelentes ferramentas para auxiliar na análise de resultados periodicamente, bem como na identificação de possíveis necessidades de aprimoramento das práticas gerenciais.

    7. Utilize sistemas de gestão financeira

    Conduzir a operação financeira de um empreendimento na área hospitalar é um grande desafio. Para tanto, a tecnologia e informatização podem ser excelentes aliadas em todos os pontos explanados anteriormente. A partir da adoção de sistemas de gestão financeira, é possível:

    • gerar relatórios financeiros em tempo hábil;
    • organizar os custos hospitalares e controlar o fluxo de caixa;
    • realizar o cálculo automático de indicadores financeiros;
    • automatizar e integrar os faturamentos do hospital com as respectivas operadoras.

    É fato que a variabilidade dos serviços fornecidos em hospitais envolve aspectos importantes, como o emprego de alta tecnologia, cirurgias, alimentação, suprimento de farmácia, dentre outros, o que torna a administração e gerenciamento desse tipo de organização extremamente complexa.

    É imprescindível, portanto, que o planejamento da gestão financeira de hospital seja impecável. O trabalho dos colaboradores do setor deve estar alinhado com o propósito da instituição, considerando a importância de manejar todas as movimentações financeiras a fim de auxiliar no uso racional dos recursos e evitar os desperdícios.

    O que você achou deste conteúdo? Conseguiu compreender como uma boa gestão financeira de hospital pode fazer toda a diferença na previsibilidade da instituição? Comece adotando algumas dessas práticas e veja como o processo se torna mais fluido e eficaz no dia a dia.

    Se quiser aprofundar ainda mais seus conhecimentos, leia nosso artigo sobre como acertar na escolha de fornecedores de equipamentos médicos!

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