Entenda a importância de desenvolver ações de Natal em hospitais

Algumas datas especiais durante o ano são muito propícias para se realizar ações em instituições de saúde e trazer mais conforto aos pacientes, além de agregar valor à comunidade como um todo. Nos meses de novembro e dezembro, por exemplo, destacam-se as ações de Natal em hospitais.

Nesse período, muitas pessoas se sentem mais fragilizadas por não estarem em casa com suas famílias. Além disso, quando a ação não envolve apenas os pacientes, essa é uma boa oportunidade para oferecer um carinho especial às pessoas da sua região, de modo geral.

Pensando nisso, elaboramos este conteúdo especial sobre o assunto, com algumas dicas práticas para você adotar em seu hospital nessa época do ano. Continue lendo e confira!

Afinal, qual é a importância de realizar uma ação de Natal em hospitais?

Antes de tudo, vale a pena entendermos os principais benefícios de realizar ações de Natal em hospitais. Vamos lá?

Traz mais conforto e carinho aos pacientes

É natural, como dissemos, que os pacientes da sua instituição fiquem um pouco mais fragilizados durante esse período. Afinal, trata-se da época do ano em que as famílias costumam se reunir com ceias fartas e boas comemorações.

Justamente por essa razão, é importante oferecer um conforto especial a essas pessoas para transmitir um sentimento de que tudo vai ficar bem, além de demonstrar que o hospital se importa com cada um deles.

Humaniza o atendimento

Muito se fala atualmente em atendimento humanizado na área da saúde. Na rotina de atividades dos seus colaboradores, isso significa ouvir as queixas que os pacientes fazem com respeito e, especialmente, empatia — a capacidade de se colocar no lugar do próximo —, contribuindo para melhorar a experiência dessas pessoas.

As ações de natal em hospitais contribuem para esse tipo de atendimento, uma vez que a proposta é se concentrar, inicialmente, no paciente. Isso facilita a estabilização da sua saúde emocional, evitando conflitos com o tratamento e ainda estabelecendo uma boa relação com os seus familiares.

É importante levar em consideração, ainda, a importância da companhia de pessoas especiais para o paciente, especialmente em ações de natal. É interessante convidá-las a participar desses eventos também, já que essa proximidade pode contribuir para o desenvolvimento positivo do seu quadro.

Quais ações de Natal podem ser adotadas pela sua instituição?

Agora que você já conhece os principais benefícios de adotar ações de Natal em hospitais, chegou o momento de conferirmos algumas opções e ideias. Confira!

Eventos musicais

O que você acha de convidar uma atração musical para alegrar os pacientes durante esse período? Uma boa ideia é chamar alguém da sua região — especialmente alguém que toque músicas mais tranquilas, que agraduem a todas as idades.

Faça uma pesquisa em sua região, avalie o orçamento dos principais profissionais e busque entender quais deles melhor se encaixam no perfil procurado. Após essa análise, reúna-se com 2 ou 3 dos seus preferidos e faça perguntas objetivas, focando em atender às expectativas de um evento como esse.

Quanto ao repertório, peça músicas características do Natal, além de solicitar uma interação com os pacientes que estiverem assistindo. É muito importante que o músico tenha essa preocupação de oferecer um momento especial para eles, comprovando que o seu bem-estar é o que mais importa naquela situação.

Cartinhas para o Papai Noel

É preciso ter um cuidado especial com os pequenos que estão em hospitais durante o período do Natal. Durante todo o ano, já é comum que haja ações pontuais para tornar o dia a dia deles mais descontraído, ajudando-os a se esquecer por algum momento de que eles estão naquela situação. A visita de divertidos palhaços é um exemplo.

No caso do natal, se a sua instituição contar com crianças internas, uma boa dica é adotar a ação da cartinha para o Papai Noel. Basicamente, peça para cada uma delas escrever numa carta com o que deseja, e realize uma ação interna para os seus colaboradores adotarem uma cartinha.

É importante ressaltar a eles a importância que isso traz para o dia a dia dos pacientes menores, e como isso pode contribuir para o seu tratamento. Por outro lado, destaque também a responsabilidade de quem adota uma: é necessário se comprometer a entregar o presente.

Por fim, para a entrega dessas lembrancinhas, você pode contratar um Papai Noel com seus ajudantes. Selecione uma data e faça disso um evento — com certeza, isso fará muita diferença para o Natal dos pequenos!

Apresentação de peças teatrais

Existe algum grupo teatral de destaque na sua cidade, cujas peças são de fácil entendimento para públicos de todas as idades? Se houver, selecione um dia para que a sua instituição possa recebê-lo, trazendo mais diversão e entretenimento aos pacientes!

Caso as peças conhecidas por esses grupos não sejam indicadas para determinada parcela das pessoas, pergunte aos artistas se eles conseguem adaptar alguma obra para apresentar especialmente ao seu hospital. Se a temática for natalina, é melhor ainda!

Integração da comunidade

Como dissemos, a sua instituição pode fazer a diferença não apenas para os seus pacientes, mas também para a comunidade como um todo. Isso contribui para transformar essa época do ano de pessoas mais carentes, além de trazer uma imagem bem positiva para o seu hospital.

Selecione alguns grupos de pessoas e oferte cestas de natal a elas, contendo inclusive alguns produtos típicos desse período — panetones, por exemplo. Para escolher quem será beneficiado pela ação, busque analisar quais são os grupos da sua região que mais precisam de um acolhimento nesse momento. Não precisa ser apenas comunidades carentes, também é possível contemplar instituições sem fins lucrativos, como creches e ONGs.

Enfim, o Natal é uma época do ano em que as pessoas buscam estar mais próximas de suas famílias para celebrar a união. Justamente por isso, como vimos neste post, é muito importante realizar ações de Natal em hospitais para garantir a comemoração de todos e trazer acalento e bem-estar aos seus pacientes. Pense nisso!

Gostou desta leitura? Conhece alguma outra atividade que pode ser desenvolvida durante o período de Natal? Deixe-nos o seu comentário e compartilhe suas ideias com a gente!

Fique por dentro das nossas novidades!

    Veja também
    Ômicron e Influenza H3N2: entenda quais as diferenças

    Apesar das similaridades em alguns sintomas e no momento em que os casos começaram a se elevar, a ômicron e a influenza H3N2 são diferentes. A principal diferença é que a primeira refere-se a uma variante do coronavírus, que tornou-se uma pandemia em 2020 e começou a ser controlado com o avanço da vacinação.

    Enquanto isso, a influenza H3N2 é um vírus da gripe e começou a circular no Brasil aproximadamente em outubro. Apesar de ter uma taxa de mortalidade menor do que a ômicron, 3 estados já confirmaram estado de epidemia. Tudo isso eleva o risco de contágio e pode saturar os espaços de saúde ao adoecer boa parte da população.

    Deseja saber mais sobre as diferenças entre a ômicron e a influenza H3N2? Continue a leitura e tire suas principais dúvidas no assunto!

    Influenza H3N2

    Conforme citado, a influenza H3N2 é uma variante do vírus da gripe, que causa sintomas comuns de resfriados e pode ser transmitido por meio de gotículas liberadas no ar. Assim, a prevenção contra esse problema ocorra também com o uso de máscara, distanciamento físico e higienização das mãos.

    O paciente tem de 3 a 5 dias para apresentar os primeiros sintomas, caso tenha sido contaminado. E ainda, há casos de transmissão assintomática — tal qual as variantes do coronavírus podem atuar. Seja como for, saiba que os principais sintomas da INfluenza H3N2 são:

    • coriza;
    • tosse;
    • dor de cabeça;
    • dor no corpo;
    • dor de garganta;
    • febre;
    • fraqueza;
    • etc.

    Diferentemente do que muitos podem imaginar, essa doença também é letal. Felizmente, as vacinas disponíveis contra o vírus da Influenza podem prevenir esse problema e minimizar os sintomas que podem aparecer. Entretanto, a cobertura vacinal ainda é considerada baixa, o que reduz o nível de proteção.

    Ômicron

    Enquanto isso, a taxa de vacinados contra a covid-19 — cujos estudos preliminares mostram eficácia também na defesa da ômicron — é mais elevada. Por isso, o risco de internação por essa variante tende a ser menor, além de haver menos ataque ao pulmão. De qualquer forma, ela pode levar ao surgimento de alguns sintomas, como:

    • febre;
    • coriza;
    • dor de cabeça;
    • dor de garganta;
    • dores musculares;
    • tosse;
    • etc.

    Influenza H3N2 x ômicron

    Percebeu a semelhança nos sintomas de ambas doenças? A principal diferença com relação a isso é que o vírus da gripe costuma evoluir muito mais rápido, enquanto a ômicron faz isso lentamente. Além disso, a maneira como cada uma se comporta no organismo apresenta diferenças.

    De qualquer maneira, só é possível saber qual dos dois vírus atingiu o paciente após a realização de um teste. Seja qual for o resultado, é indispensável seguir as tradicionais recomendações médicas para evitar o contágio. Caso contrário, é possível colocar a vida de outras pessoas em risco e elevar a taxa de ocupação dos hospitais.

    Então, conseguiu entender mais sobre a ômicron e a influenza H3N2? Para evitar o problema, é fundamental seguir as medidas preventivas, como o uso de máscaras e a vacinação. Se ainda assim houver o contágio, faça o teste para garantir o isolamento seguro.

    O nosso post foi útil para você entender mais sobre esses vírus? Assine a newsletter da Medicalway e continue por dentro das atualizações!

    LEIA MAIS
    Classificação BI-RADS: saiba o que é e como interpretar

    BI-RADS é a sigla da expressão Breast Image Reporting and Data System, método desenvolvido pelo Colégio Americano de Radiologia (ACR), que padroniza laudos de mamografia para reduzir riscos de má interpretação entre médicos diferentes e serviços de saúde, bem como propiciar a comparação de resultados anteriores. Portanto, o BI-RADS funciona como uma forma de averiguar a existência de achados (benignos ou malignos) na mamografia.

    Agora que você já sabe o que é classificação BI-RADS, para que serve e como funciona, conheça o significado de cada tipo, como interpretá-los e as melhores condutas a seguir!

    Significado das classificações BI-RADS

    Entenda o significado das numerações do BI-RADS na mamografia e na ultrassonografia.

    BI-RADS 0 – Exame inconclusivo.

    Quando o exame é inconclusivo ou incompleto.

    Inconclusivo. Aqui estão os:

    1. achados que requerem exames complementares (imagens mamográficas adicionais e/ou uma ultrassonografia da mama ou ainda a  necessidade de  comparação das imagens de mamografia de exames anterior).
    2. resultados com problemas técnicos, como mau posicionamento das mamas e movimentação da paciente durante o exame.

    BI-RADS 1 – Exame normal ou exame negativo.

    Quando a mamografia não apresenta nenhuma alteração.  O exame é completamente normal. As mamas são simétricas e não foram visualizadas massas, distorções de arquitetura ou calcificações suspeitas.

    “Mamas normais”, ou seja, não há alterações nos seios — sendo o resultado mais almejado.

    BI-RADS 2 – Exame com achados certamente benigno.

    Quando  é visualizado  alguma alteração na mamografia, mas que tem características completamente benignas, ou seja, não é câncer, nem se transformará na doença

    Nestes achados comuns, podemos citar :

    ·        Fibroadenomas calcificados.

    ·        Cistos simples da mama.

    ·        Linfonodos intra-mamários.

    ·        Calcificações vasculares.

    ·        Lipomas.

    ·        Hamartomas.

    ·        Calcificações de origem secretória.

    ·        Implantes de silicone.

    ·        Cicatriz cirúrgica.

    BI-RADS 3 – Exame com achados provavelmente benignos.

    Quando as alterações encontradas provavelmente são benignas, mas  não é possível ter 100% de segurança. A conduta sugerida é repetir a mamografia a cada 6 meses. Após 2 anos, a lesão permanecer igual, pode ser classificada como BI-RADS 2.Por outro lado, se em algum momento do seguimento a lesão mudar de características e se tornar mais suspeita, a classificação deve ser mudada para BI-RADS 4 e a lesão deve ser biopsiada.

    BI-RADS 4 – Exame com achados suspeitos

    Quando as alterações encontradas tem características suspeitas malignidade, mais  o câncer só pode ser confirmado após a paciente  ser submetida à biópsia da lesão para que o diagnóstico correto e estabelecido a conduta de tratamento.

    Pode ser um câncer de mama. Designa desde lesões com baixo risco de ser câncer (menor que 10%) — como cistos, lesões sólidas levemente circunscritas aparentando ser fibroadenomas, abcesso mamário etc. — até aquelas com alto risco (maior que 50%) de malignidade. Compreende as subdivisões:

    • BI-RADS 4A: baixo risco de malignidade, entre 2% e 10%;
    • BI-RADS 4B: risco entre 11% e 50%;
    • BI-RADS 4C: risco entre 51% e 95%.

    BI-RADS 5 – Exame com elevado risco de câncer

    Altíssimo risco de ser um câncer mamário — superior a 95%. Aqui as massas são irregulares, mal definidas e podem apresentar novos grupamentos de calcificações pleomórficas.

    BI-RADS 6

    Lesão maligna preexistente. Nesse caso, já há um diagnóstico histológico de câncer e o exame de imagem servirá para controle do tratamento. É comum em laudos de exames de pacientes em tratamento contra o câncer de mama ou que já a terapia.

    Na prática, ela mostra ao médico solicitante se a lesão em questão é a mesma que motivou o tratamento ou se é um novo tumor, com características diferentes do diagnosticado anteriormente.

    Melhores condutas para os resultados de BI-RADS

    Vimos que o BI-RADS é um método praticado internacionalmente e que classifica lesões mamárias. Agora, veja as melhores condutas a seguir após observar o laudo.

    Resultado BI-RADS 0

    Repetir a mamografia e, a critério médico, também solicitar uma ultrassonografia.

    Resultado BI-RADS 1

    Seguir a rotina de acompanhamento escolhido para cada paciente, como repetir o exame no período mais indicado para ela, baseando-se em seu histórico e outros critérios.

    Resultado BI-RADS 2 

    A conduta é semelhando à anterior, mas a frequência dos exames podem ser maiores.

    Resultado BI-RADS 3

    Repetir a mamografia a cada seis meses durante dois anos para verificar a existência de mudanças relacionadas ao exame anterior. Pode-se solicitar, ainda, que uma ultrassonografia seja feita semestralmente.

    Resultado BI-RADS 4 A

    Realizar uma biópsia como biopsia a vácuo – VAB, Core Biopsia ou punção (paaf). Se o resultado de exame for cito ou histopatológico benigno, ainda assim, deve ser feito um controle mamográfico semestral.

    Resultado BI-RADS 4 B

    Aqui há duas possibilidades:

    1. Tratando-se de uma massa com margens indistintas e áreas circunscritas, o diagnóstico de necrose gordurosa ou fibradenoma é provável — a conduta é repetir o exame a critério médico.
    2. Mas se for um papiloma, aconselha-se prosseguir a investigação com biópsia excisional (cirurgia que remove a lesão e área circundante para diagnóstico), por haver maior risco de malignidade

    Resultado BI-RADS 4 C

    Requer estudo histopatológico — como biopsia a vácuo – VAB, Core Biopsia ou punção (paaf).

    Resultado BI-RADS 5 C

    Requer biópsia como biopsia a vácuo – VAB, Core Biopsia ou punção (paaf).

    Resultado BI-RADS 6

    Aqui, a conduta é intrinsecamente dependente de vários fatores, sendo individualizada para cada paciente, pois trata-se de uma pessoa que tem ou já teve câncer de mama.

    Esperamos que nosso post com todas as informações importantes sobre classificação BI-RADS seja útil em seu dia a dia no consultório.

    aproveite para curtir nossa página do Facebook e ver nossas novas publicações em seu feed!

    LEIA MAIS
    O que caracteriza uma via aérea difícil e qual exame fazer?

    A via aérea difícil (VAD) consiste nas situações em que o paciente não consegue ser intubado e/ou ventilado como deveria. Naturalmente, esse tipo de acontecimento causa pânico nos profissionais envolvidos, já que isso eleva os riscos de mortalidade.

    Por motivos como esses, é indispensável entender mais sobre em que consiste a via aérea difícil e como esse quadro ocorre. Desde já, saiba que situações como essas são mais comuns na sala de emergência, em intubações que exigem sequências rápidas em gestantes e em cirurgias eletivas.

    Então, quer aprender mais sobre a via aérea difícil? Continue a leitura e tire suas principais dúvidas sobre a temática!

    O que é uma via aérea difícil?

    Conforme mencionado e como o próprio nome sugere, uma via aérea difícil consiste na situação clínica em que o profissional da saúde tem dificuldades na ventilação e/ou intubação de pacientes. Assim, a via aérea difícil pode se encaixar em determinado contexto, segundo a Sociedade Americana de Anestesiologia (ASA), como:

    • necessidade de mais de 3 tentativas para que um profissional consiga intubar o paciente ou fazer com que esse procedimento dure acima de 10 minutos;
    • saturação não consegue ser mantida acima de 90% com oxigênio a 100% e ventilação por máscara;
    • impossibilidade de análise das cordas vocais por meio da técnica de laringoscopia convencional.

    Em situações como as descritas, é necessário repetir o processo, mudar os equipamentos utilizados, como as lâminas ou até mesmo introduzir itens alternativos. E ainda, pode ser necessário contar com o uso de outros elementos para auxiliar a laringoscopia.

    Quais fatores de risco para a via aérea difícil?

    Além desses procedimentos citados, é necessário conhecer os fatores de risco para entender as condições do paciente e garantir que as devidas precauções sejam tomadas. Além disso, essa identificação também é útil para que não haja mais erros nas técnicas utilizadas. Então, os critérios que ajudam a perceber isso são:

    • obesidade;
    • presença de barba;
    • idade acima de 55 anos;
    • mandíbula larga;
    • pacientes que roncam;
    • ausência de dentes;
    • queimaduras faciais;
    • histórico de apneia obstrutiva do sono;
    • fragilidade cutânea.

    Qual exame fazer para a via aérea difícil?

    Existem dois exames que podem ser utilizados em caso de via aérea difícil: o videolaringoscópio ao laringoscópio tradicional. O primeiro trata-se de um equipamento moderno que faz o procedimento com mais segurança e precisão, por isso ele é a melhor opção.

    Isso é especialmente útil em situações emergenciais que pedem intubações rápidas, evitando que o VAD ocorra. Enquanto isso, o laringoscópio tradicional apresenta limitações que não são recomendadas especialmente no caso de via aérea difícil. 

    Quais técnicas podem ser usadas para acessar uma via aérea difícil?

    Diante dos riscos envolvidos, é indispensável conhecer técnicas recomendadas para acessar uma via aérea difícil. Por exemplo:

    • identifique os sinais de VAD no paciente;
    • verifique se é realmente necessária a intubação;
    • considere intubar acordado;
    • posicione adequadamente o paciente;
    • reúna os recursos necessários.

    Conseguiu tirar suas principais dúvidas sobre a via aérea difícil? Entender mais sobre o assunto contribui para um cuidado mais adequado com o paciente em situações como essas. É o caso de seguir as técnicas e o exame recomendado.

    Deseja adquirir equipamentos de qualidade para a realização do acesso a via aérea difícil? Entre em contato conosco da Medicalway!

    LEIA MAIS
    Gostou? Compartilhe este artigo!
    Conecte-se com a Medicalway
    Fique por dentro das nossas novidades!

      Filiais
      Rio Grande do Sul
      (51) 3209-0813
       
      Santa Catarina
      (47) 99187-8805
      © 2022 Medicalway Equipamentos Médicos LTDA. Todos os diretos reservados | CNPJ: 02.949.582/0001-82
      Desenvolvido por Fresh Lab - Agência  de Marketing Digital
      crossarrow-right-circle linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram