Acreditação ONA: o que é e como conseguir essa certificação hospitalar?

Acreditação ONA: o que é e como conseguir essa certificação hospitalar? No momento em que um hospital, serviço de diagnóstico por imagem, laboratório ou outra organização do setor de saúde conquista a acreditação ONA, a instituição comprova que adota um padrão de qualidade e segurança em seus processos. Com isso, ela consegue melhorar sua credibilidade para o mercado, para os profissionais de saúde e também para os pacientes.

Dessa forma, é uma certificação de grande importância, pois demonstra a excelência na parte de assistência e de gestão. Tem interesse em entender melhor o que é a acreditação ONA, as principais vantagens em conquistá-la, os níveis de certificação e quais etapas precisam ser cumpridas para obtê-la? Todas essas informações você encontra neste post. Boa leitura!

Afinal, o que é acreditação ONA?

Desde 1999, a Organização Nacional de Acreditação (ONA) — entidade não governamental e sem fins lucrativos — atua para que hospitais, clínicas e outras instituições de saúde possam alcançar um alto padrão de assistência, especialmente nos quesitos qualidade e segurança.

Sendo assim, a ONA é responsável pelo desenvolvimento e pela gestão dos padrões brasileiros nesses aspectos. A entidade conta com uma metodologia internacional, já que é integrante da International Society for Quality in Health Care (ISQua) — parceira da Organização Mundial de Saúde (OMS). Da ISQua, fazem parte instituições de qualidade à saúde dos Estados Unidos, do Canadá, da França e do Reino Unido.

Princípios

A acreditação serve para avaliar e certificar a qualidade dos processos de locais que prestam assistência à saúde, tendo como objetivo a melhoria contínua desses serviços. Ela segue três princípios:

  • voluntário: a entidade de saúde é que demonstra o interesse em passar pela avaliação;
  • periódico: é feita a avaliação para a acreditação e também durante o tempo de validade do certificado;
  • confidencial: os dados coletados nos serviços de saúde durante o processo de avaliação não são divulgados.

Entidades acreditadoras

O processo para a obtenção da certificação é realizado apenas por entidades acreditadoras credenciadas pela ONA e que utilizam como referência as diretrizes do Sistema Brasileiro de Acreditação e o Manual Brasileiro de Acreditação.

Quais os principais pontos avaliados?

Em geral, para serem acreditadas, as instituições têm o desempenho organizacional avaliados. Assim, elas precisam apresentar:

  • gestão por processos;
  • desenvolvimento de pessoas;
  • ética e transparência;
  • visão sistêmica;
  • exercício da liderança;
  • cuidado centrado no paciente, ou seja, adoção de uma abordagem humanizada;
  • foco na questão da segurança;
  • responsabilidade socioambiental;
  • cultura da inovação;
  • melhoria contínua.

Quais os benefícios de alcançar a acreditação?

Ao conseguir a acreditação, o hospital demonstra que modificou seus processos para atingir um alto padrão de qualidade definido pela ONA. Como são instituições que lidam com a vida das pessoas, torna-se um selo importante, uma garantia de que os pacientes vão receber um atendimento seguro e de excelência.

No decorrer de todo o processo para obter o certificado, há ainda uma mudança na cultura da organização, que passa a envolver todos os colaboradores para que aumentem sua produtividade, a identificar erros e riscos, e a atuar de acordo com boas práticas. Desse modo, além de aperfeiçoar o atendimento ao público, há uma melhora no ambiente de trabalho.

Nessa questão, é preciso destacar também a adequação do local com novas tecnologias, como equipamentos médicos e também softwares de gestão para integrar o trabalho das equipes e melhorar a comunicação entre os profissionais. Com isso, há agilidade nos fluxos de trabalho, o que pode até mesmo significar melhores resultados financeiros para a organização no futuro.

Em resumo, as principais vantagens de ter esse selo de qualidade são:

  • satisfação dos pacientes e confiança nos serviços prestados;
  • credibilidade da instituição de saúde;
  • educação dos profissionais;
  • integração maior entre os setores;
  • adoção das melhores ferramentas de gestão;
  • criação de uma cultura de melhoria contínua;
  • impulso para o aprimoramento tecnológico;
  • possibilidade de sair na frente da concorrência.

Quais os níveis de acreditação?

A acreditação da ONA pode ser conquistada em três níveis:

  • 1 (Acreditado): é válido por dois anos e concedido às entidades de saúde que cumprem os quesitos de segurança do paciente em todas as áreas, incluindo estruturais e assistenciais;
  • 2 (Acreditado Pleno): é valido por dois anos e concedido às entidades de saúde que, além da segurança, apresentam uma gestão integrada;
  • 3 (Acreditado de Excelência): é válido pelo período de três anos e concedido às entidades que cumprem os quesitos segurança, gestão integrada e também demonstrem a excelência em gestão.

Esse é um aspecto importante, pois permite que a organização de saúde se adapte gradativamente até conquistar o nível de excelência. Em outras palavras, pode ser considerado um programa educacional continuado, já que é revisto periodicamente.

Quais os principais passos para conseguir a certificação ONA?

Como dissemos, a participação no processo de avaliação é voluntário, sendo que instituições do setor da saúde de diferentes níveis, portes e complexidades podem conseguir a acreditação ONA. Para que a organização seja elegível, é preciso seguir os critérios:

  • estar legalmente constituída há, no mínimo, um ano;
  • ter alvará de funcionamento;
  • ter licença sanitária e licenças exigidas de acordo com a atividade que realiza;
  • apresentar registro do responsável técnico, segundo o perfil da instituição.

Além disso, é necessário arcar com as taxas de visita de acreditação ONA e das taxas de manutenção dessa certificação.

Ao concluir que sua entidade é elegível, ou seja, está com a documentação regularizada, o próximo passo é entrar em contato com uma instituição acreditadora credenciada pela ONA, que vai dar andamento a todos os processos de avaliação, elaborando, inicialmente, um plano de visitas.

Para se preparar e alcançar os quesitos exigidos, as organizações de saúde podem contar com o trabalho de auditoria interna e externa.

Hospitais, laboratórios, ambulatórios e outras organizações que prestam serviços de saúde podem melhorar seus processos de gestão e oferecer mais qualidade e segurança na assistência ao cumprir o que é exigido pela acreditação ONA. É, portanto, um selo muito valorizado no setor e que pode trazer uma série de benefícios para a instituição.

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    PACS: o que é, como funciona e quais os benefícios?

    PACS: o que é, como funciona e quais os benefícios? O avanço da tecnologia tem proporcionado várias ferramentas capazes de otimizar, simplificar e agregar qualidade nos serviços de saúde e atendimento aos pacientes. Entre elas, está o Sistema de Comunicação e Arquivamento de Imagens, também conhecido como PACS. A ferramenta foi desenvolvida com o intuito de armazenar imagens e realizar a integração entre as áreas dos hospitais, clínicas e centros de diagnóstico, dando apoio à obtenção do exame, à elaboração de laudos, ao diagnóstico e ao acompanhamento.

    Devido à sua importância e todos os benefícios proporcionados por esse sistema, elaboramos este conteúdo para esclarecer as principais dúvidas sobre o assunto. Confira!

    Como funciona o sistema PACS?

    O PACS apresenta diversidade de dispositivos e modalidades, como ultrassom, tomografia computadorizada e ressonância magnética. Além disso, propicia a integração entre setores que tenham comunicação, visualização, manuseamento e arquivamento de imagens médicas.

    De formas simples, o PACS consiste na execução das seguintes fases:

    • os aparelhos em exames de diagnósticos captam as imagens da região do corpo a ser avaliada;
    • os registros são encaminhados pelo equipamento a um servidor de imagens, por meio de protocolo de transferência, que estabelece em que formato estarão, por exemplo, DICOM;
    • então, os dados enviados são armazenados em um banco de dados do próprio do servidor ou em um mecanismo de dados externos, como o arquivamento em nuvem;
    • após arquivadas, as informações são disponibilizadas para o acesso em estações de trabalho (offline) ou sistemas via web, por exemplo, plataformas para a aplicação da telemedicina;
    • por fim, as informações podem ser obtidas por profissionais de saúde ou pacientes, desde que estejam autorizados para fazer o download, imprimir ou salvar os dados.

    Para que ele serve?

    Antes do surgimento do PACS, as instituições de ensino passavam por alguns desafios quando o assunto eram realização de exames e elaboração de laudos e diagnósticos, podendo gerar problemas para os pacientes, que muitas vezes precisavam refazer os procedimentos, quanto para os profissionais, que em alguns casos não tinham dados precisos em mãos para propor o melhor tratamento.

    Sendo assim, um dos principais objetivos do PACS é eliminar esses problemas, facilitando a transferência de informações e imagens, devido ao seu armazenamento rápido e à otimização do acesso aos dados por intermédio de um visualizador DICOM, que é um formato padrão internacional para arquivos de imagens médicas e informações, por exemplo, histórico do paciente.

    Quais são os benefícios do PACS?

    Diversos benefícios podem ser usufruídos mediante a implementação do PACS. Veja a seguir quais são os principais!

    Promove o acesso ágil às imagens e laudos dos pacientes

    Os profissionais podem acessar os arquivos com as imagens e informações de qualquer dispositivo da intuição quando for preciso, antes ou ao decorrer da consulta e demais procedimentos.

    Diminui de custos

    Cobrir os gastos de uma instituição de saúde não é uma tarefa tão simples. Por isso, minimizar qualquer custo reduzido representa mais recursos no fim do mês para aplicar em novos aparelhos, capacitação da equipe e demais pontos de melhoria.

    Por intermédio do PACS, as imagens podem ser visualizadas em tela, o que elimina a necessidade de impressão. Dessa forma, grande parte do capital que é gasto com essa função pode ser diminuído.

    Gera maior segurança

    O PACS proporciona muita segurança armazenando as informações e exames dos pacientes de forma criptografada. Assim, somente os médicos e profissionais da saúde que têm login e senha podem acessar os dados. Isso significa um grande passo para a proteção e também privacidade, tendo em vista que não permite que os exames sejam adulterados ou violados.

    Leva ao aumento da padronização e qualidade dos procedimentos

    O sistema leva à padronização da linguagem e a maneira como as imagens são compartilhadas nas unidades de saúde. Assim, a ferramenta pode ser entendida com facilidade e usada por diferentes profissionais, o que minimiza a burocracia ou aumenta a eficiência.

    Isso porque cada pessoa pode colaborar com o banco de dados de forma direta, ou indiretamente, com diagnósticos e práticas adequadas no tratamento do paciente. O resultado é bastante positivo para integração entre os profissionais de saúde, dados mais completos e aprimoramento dos processos desenvolvidos.

    Reduz a possibilidade de perda de laudos

    Após a elaboração do documento, o médico deve arquivar as imagens e os documentos para o próximo atendimento ao cliente. Quando isso é realizado fisicamente, esse conteúdo pode se perder com mais facilidade.

    No PACS, os arquivos são armazenados digitalmente, em um sistema seguro. Então, além de impedir que essas informações sejam perdidas, ele torna a função de encontrá-las quando preciso, por pessoas autorizadas, menos complicada e burocrática.

    Permite a mobilidade das informações

    Por intermédio do PACS, os exames de imagem podem ser visualizados não somente por computadores, mas também por dispositivos móveis, como smartphones, notebook e tablets, o que simplifica o dia a dia dos gestores e demais integrantes da equipe de profissionais da saúde.

    Essa mobilidade surgiu a partir da hora em que o arquivamento de informações passou a ser realizado na nuvem, cenário que supera obstáculos e possibilita, inclusive, a geração de laudos a distância. Dessa forma, o histórico de exames de um paciente fica sempre acessível, o que otimiza o monitoramento da sua condição de saúde, além de melhorar a avaliação que o público tem da unidade de saúde.

    Proporciona a otimização do diagnóstico

    A qualidade da resolução das imagens digitais emitidas pelo PACS contribui para a agilidade e a rapidez com que um médico consegue analisar um resultado de exame, elaborar um diagnóstico e estabelecer o tratamento mais apropriado.

    Dessa forma, todo mundo sai beneficiado: o centro de diagnóstico que vai ser cada vez mais requerido por seus parceiros, os profissionais de saúde que ganham a confiança dos pacientes, bem com o público que receber o diagnóstico e tratamento adequado para ter seu problema revolvido e ter mais saúde, qualidade de vida e bem-estar.

    Como você pôde perceber, o PACS proporciona uma série de vantagens, além de otimizar o fluxo dos processos. Por relativamente simples e com um bom custo-benefício, a ferramenta tem superado as expectativas e se tornado praticamente fundamental para as instituições de saúde.

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    Como fazer uma inspeção de rotina nos equipamentos? Entenda aqui

    Como fazer um inspeção de rotina nos equipamentos? Entenda aqui. Se a prevenção é nossa amiga do peito, como diz a máxima popular, quando se fala de inspeção de rotina de equipamentos de uma empresa, o ato se torna ainda mais indispensável por trazer inúmeros resultados positivos.

    Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), acidentes e doenças de trabalho somaram 2,78 milhões de mortes anuais só em 2017. Logo, detectar e corrigir falhas previamente pode prevenir acidentes envolvendo os colaboradores, diminuir custos que um equipamento defeituoso detectado tardiamente pode ocasionar, mostrar proatividade entre os setores da empresa e muitos outros benefícios.

    Ou seja, investir na inspeção de rotina é muito mais viável do que lidar com as consequências de possíveis falhas posteriormente. Então, continue conosco e saiba o passo a passo para elaborar a inspeção de rotina de equipamentos!

    Como fazer um inspeção de rotina nos equipamentos?

    Conforme mencionado, existem muitas consequências do mau uso de equipamentos que poderiam ser evitadas com a inspeção de rotina, como os acidentes e as doenças de trabalho, que são um dever da empresa evitar. Por isso, separamos algumas informações necessárias sobre essa tarefa.

    Defina quais são os equipamentos que devem passar pela inspeção

    Ao definir os itens que serão analisados na inspeção de rotina, é possível focar a análise para determinar se existe algum possível problema ou situação que precisa ser controlada, como forma de prevenção.

    Nesse sentido, os equipamentos inclusos costumam ser os críticos e de utilização frequente. Para isso, existem alguns critérios que ajudam a definir o nível de criticidade dos equipamentos:

    • função: finalidade da utilização, que pode ser prevenção de acidentes, diagnóstico etc.;
    • risco físico: consiste na definição de riscos em caso de falha do item, como falso diagnóstico ou risco de morte;
    • grau de importância: o nível de importância para operações financeiras, estratégicas e operacionais deve ser levado em conta.

    Defina os itens que serão inspecionados em cada equipamento

    Além da verificação visual e até mesmo dos demais sentidos, alguns itens específicos precisam de uma inspeção mais aprofundada. É o caso de ressonâncias magnéticas, que precisam de checagens diárias de:

    • temperatura da água,
    • temperatura das salas de exames;
    • temperatura da área técnica;
    • pressão do hélio;
    • nível do hélio.

    Outros itens, por mais que possam ser inspecionados de forma visual, exigem um olhar atento e apurado. É o caso de motores de correntes contínuas, que precisam ter uma análise das condições superficiais do comutador, vida útil das pastilhas de carvão, limpeza etc.

    Defina a frequência de inspeção de cada item

    Normalmente, a inspeção de rotina de equipamentos precisa ser diária, já que além das análises em si, é necessário o contato frequente com outros setores, como o de engenharia clínica no caso de consultores médicos. Porém, alguns itens precisam de inspeção semanal. Por exemplo, testes de operação e de alarme.

    Ao investir na inspeção de rotina de equipamentos, sua empresa eleva o patamar de qualidade, diminui riscos e custos ocasionados por falhas, previne doenças e acidentes de trabalho e muito mais — desde que o trabalho seja feito corretamente.

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    Gestão de equipamentos hospitalares: 7 dicas para colocar em prática

    Gestão de equipamentos hospitalares: 7 dicas para colocar em prática. Manter uma gestão de equipamentos hospitalares eficiente é fundamental para o funcionamento adequado de qualquer unidade de saúde, tendo em vista ser utilizados com frequência no diagnóstico, no tratamento, na assistência e na reabilitação dos pacientes. Trata-se do processo realizado com a finalidade de aplicar práticas que sejam capazes de garantir a vida útil e a qualidade dos aparelhos.

    Entre as principais medidas envolvidas nesse processo, está a elaboração de um cronograma de revisão, manutenção, conformidades com a orientação dos fabricantes e demais ações capazes de evitar situações inesperadas que podem interromper as atividades dos hospitais, clínicas, consultório etc.

    Porém, você sabe como fazer uma boa gestão de equipamentos hospitalares? Veja as dicas que preparamos para você!

    1. Faça o mapeamento e o registro de todos os equipamentos

    O primeiro passo para uma gestão de equipamentos hospitalares é realizar um levantamento minucioso de todos os aparelhos e registrá-los em um sistema ou planilha. Dessa forma, fica mais fácil ter o controle e a certeza de que todos estão funcionando da forma adequada.

    2. Defina prioridades

    Também é necessário definir prioridades no momento de realizar as revisões, inspeções e manutenções dos aparelhos. Nesse caso, o ideal é fazer o levantamento das informações de cada equipamento, como o tempo de uso e a demanda de trabalho, entre outros dados relevantes para que seja possível criar um cronograma de gestão que não influencia nas atividades do hospital.

    Uma boa ideia é contar com um sistema específico que pode proporcionar uma visão mais ampla em relação à rotina de utilização e vida útil de todos os equipamentos hospitalares.

    3. Elabore um plano de ação

    Outra estratégia importante para a gestão desse processo é desenvolver uma rotina de revisão ou, até mesmo, substituição das peças, além de estar sempre atento às orientações dos fabricantes de cada aparelho.

    Desse jeito, fica mais fácil para a instituição de saúde criar um controle preciso de manutenções preventivas e preditivas, bem como de depreciação. Em caso de problemas inesperados, é necessário fazer uma inspeção detalhada para encontrar a causa da falar e se é preciso fazer a substituição do item ou se a manutenção seria o suficiente.

    4. Execute a manutenção preventiva e preditiva

    A manutenção preditiva e preventiva também deve ser feita. Dessa forma, implementar processos de revisões frequentes para averiguar o funcionamento dos equipamentos torna a atividade de manutenção mais efetiva e menos onerosa. Além dos prejuízos que uma falha gerar em um hospital, a aquisição de peças de maneira emergencial também alavanca os gastos com esses aspectos.

    5. Disponibilize treinamentos constantes aos funcionários

    É essencial alinhar e engajar todos os colaboradores, desde os técnicos em manutenção até a equipe de saúde, com o intuito de aumentar a capacidade de previsão de falas nos equipamentos e instalações. Também é preciso conscientizar todos os profissionais em relação à preservação dos itens e ao manuseio de cada um.

    Uma boa ideia nesse caso é otimizar a gestão de equipamentos hospitalares e fazer treinamentos constantes com os funcionários que utilizam os aparelhos. Essa prática vai assegurar a operação de maneira correta e segura para os pacientes, além de ajudar a equipe a identificar pequenos problemas e defeitos nas máquinas. Também vai prepará-los para entrar em contato com a assistência técnica responsável por realizar os reparos.

    6. Conte com o auxílio da tecnologia

    Outra dica de gestão de equipamentos hospitalares é contar com o auxílio da tecnologia, por exemplo, uma plataforma que possibilite o controle otimizado de toda a inspeção e manutenção.

    Dessa forma, um sistema de gestão viabiliza que o gestor aplique métodos como diagrama de motivos e efeitos de falhas, bem como possa identificar de maneira automática os equipamentos que necessitam de manutenção. Isso gera impactos bastante positivos na forma como os técnicos atuam com imprevistos, tendo em vista que pode haver a ajuda de um procedimento efetivo para solucionar qualquer intercorrência com agilidade.

    7. Adquira equipamento de qualidade

    A última dica — e não menos importante — é procurar sempre adquirir equipamentos de qualidade e alta tecnologia, com fornecedores de confiança e experientes no mercado. Tenha em mente que a compra ou substituição dos aparelhos é um processo oneroso e que gera transtornos que podem ser evitados nesse momento.

    Quais são os prejuízos gerados com a má gestão de equipamentos hospitalares?

    Uma gestão pouco efetiva dos equipamentos hospitalares pode gerar uma série de efeitos negativos. Veja a seguir os principais!

    Falta de manutenção adequada

    Entre os problemas mais comuns em relação à falta de uma boa gestão de equipamentos hospitalares, estão o mau uso deles, a ausência de uma manutenção preventiva e a demora na realização dos reparos. Assim, quando o conserto é realizado, em muitos casos o aparelho já não apresenta mais condições de uso, impactando de forma direta a qualidade dos serviços executados.

    Aquisição de equipamentos e má qualidade

    Para que um equipamento seja considerado de qualidade, é necessário que ele seja testado por intermédio de procedimentos de alto padrão, com particularidades que sejam capazes de atender às necessidades mais latentes do hospital. O problema é que isso nem sempre acontece.

    Essa inobservância pode levar à aquisição de aparelhos em péssimas condições de uso, ao sucateamento das máquinas do hospital e à utilização indevida dos colaboradores mal treinados ou sem capacitação alguma.

    Falta de envolvimento da equipe

    Os profissionais da saúde precisam estar motivados a contribuir para a gestão de equipamentos hospitalares, tendo em vista que a falta de envolvimento colabora para que os processos de prevenção e manutenção ocorra em meio a tantas falhas.

    Capacitar os integrantes da equipe para lidar com essa atividade vai fazer com que eles se sintam mais comprometidos e responsáveis com a gestão. Colabora também para a demonstração de atributos como inovação e criatividade, que podem ajudar bastante no desenvolvimento na carreira.

    Agora você entende melhor o que é a gestão de equipamentos hospitalares, como funciona e sua importância. Não deixe de colocar as dicas apresentadas em prática, compreender os processos envolvidos e, assim, evitar que falhas possam comprometer o funcionamento da clínica e a qualidade dos serviços oferecidos.

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