
O aluguel de equipamentos hospitalares tem sido uma opção bastante utilizada para quem busca inovação a um baixo custo. Afinal, essa alternativa dispensa gastos adicionais com a manutenção dos aparelhos e possibilita a testagem das opções disponíveis.
Contudo, para usufruir dos benefícios dessa escolha, é preciso levar em consideração uma série de fatores, como avaliação de outros clientes, suporte oferecido e muito mais.
Se você procura aluguel de equipamentos hospitalares em Curitiba, a Medicalway trabalha com as melhores marcas do mercado, como Mindray e Fluke, e é reconhecida na ala médica por sua excelência em atendimento e suporte
Conheça nossos equipamentos a seguir.
Conforme mencionado, o aluguel de equipamentos hospitalares pode ser, em alguns casos, mais vantajoso do que a compra. Confira a seguir as razões que explicam isso:
É natural que um equipamento hospitalar precise de reparos para garantir a agilidade e a eficiência necessária, mas os gastos envolvidos nisso já estão inclusos na mensalidade do aluguel.
Além disso, o aluguel elimina os gastos com manutenção preventiva e corretiva, proporcionando uma previsibilidade financeira que é fundamental para o planejamento a longo prazo.
É possível que uma aquisição de aparelho seja frustrante e o hospital precise trocá-lo, o que ocorre facilmente ao alugar equipamentos, sem o prejuízo financeiro.
O custo inicial para a aquisição de equipamentos hospitalares pode ser significativamente alto, impactando o orçamento das instituições de saúde. Ao optar pelo aluguel, essas instituições podem distribuir os custos ao longo do tempo, facilitando o gerenciamento financeiro.
Pequenos hospitais e clínicas muitas vezes enfrentam limitações orçamentárias que dificultam a compra de equipamentos de última geração. O aluguel oferece a essas instituições acesso a tecnologias avançadas sem comprometer seus recursos financeiros.
Em situações de demanda sazonal, como durante surtos de doenças ou eventos inesperados, o aluguel de equipamentos hospitalares permite uma resposta rápida e eficaz. As instituições podem ajustar sua capacidade conforme necessário, sem ficarem vinculadas a investimentos de longo prazo.
O aluguel de equipamentos hospitalares é especialmente indicado para clínicas de pequeno e médio porte, hospitais com orçamento restrito e instituições que buscam flexibilidade para adaptar seu parque tecnológico conforme as demandas do mercado.
Você já entendeu os motivos que tornam o aluguel de equipamentos hospitalares benéfico em muitos casos. Ainda assim, é importante considerar alguns aspectos para evitar frustrações. Acompanhe os principais a seguir!
Avalie o que outros clientes que alugaram equipamentos na empresa acharam da experiência. Assim, analise as redes sociais, os depoimentos disponíveis no site e entre em contato por telefone.
Muitas empresas oferecem suporte e treinamento na mensalidade do aluguel. Priorize as que fazem isso para reduzir os custos e a possibilidade de insatisfação. Assim, você eleva o custo-benefício dessa experiência.
Outro ponto essencial para considerar ao alugar equipamentos hospitalares é analisar a qualidade deles. Afinal, existem diversas versões disponíveis. Cada uma pode atender a diferentes necessidades.
A reputação de uma empresa é um fator extremamente importante ao considerar o aluguel de equipamentos hospitalares. A Medicalway se destaca no mercado não apenas por oferecer uma extensa gama de equipamentos de alta qualidade, mas também por sua sólida reputação construída ao longo de anos de dedicação e compromisso.
Reconhecida por sua ética empresarial e seu comprometimento com a satisfação do cliente, a Medicalway se estabeleceu como uma parceira confiável para instituições de saúde em Curitiba e região.
Ao escolher a Medicalway, as instituições de saúde não apenas acessam equipamentos high tech, mas também se associam a uma empresa com um histórico sólido de confiabilidade e comprometimento com a excelência.
Assim, ao efetuar essa análise, priorize aqueles dispositivos que usam tecnologia de ponta e se adéquam às necessidades dos pacientes. Isso agrega valor à sua instituição e pode atrair mais público. Além disso, essa escolha ajuda na redução de custos, já que o dinheiro investido no aluguel terá um maior retorno.
A Medicalway destaca-se como a melhor opção para o aluguel de equipamentos hospitalares em Curitiba e região, oferecendo uma variedade de benefícios aos seus clientes.
Sempre atenta às tendências do mercado, a Medicalway se destaca pela qualidade dos serviços prestados aos hospitais e clínicas médicas, proporcionando acesso a equipamentos de alta tecnologia, fabricados por importantes fornecedores mundiais desse segmento.
O objetivo, que hoje já é realidade, é disponibilizar as melhores tecnologias, preços, financiamentos e condições acessíveis ao mercado, além de acompanhamento pós-venda e suporte técnico qualificado e ágil.
Com anos de experiência no setor, a empresa construiu uma reputação sólida e confiável, sendo reconhecida pela excelência no atendimento ao cliente.
A empresa disponibiliza um amplo catálogo de equipamentos hospitalares de última geração, atendendo às variadas necessidades das instituições de saúde.
Confira nossas opções disponíveis no tópico abaixo.
Para atender às diversas necessidades das instituições de saúde em Curitiba, a Medicalway oferece uma variedade de opções em equipamentos hospitalares para aluguel.
A empresa disponibiliza tecnologias avançadas para diagnósticos precisos.Confira nossa linha de aparelhos para ultrassom da Mindray.
A Medicalway dispõe de bombas de infusão Mindray, sinônimo de qualidade e eficiência nos diagnósticos.
Ventiladores, monitores multiparamétricos e outros equipamentos essenciais para unidades de terapia intensiva.
A Medicalway oferece mesas de alta qualidade para procedimentos cirúrgicos.
Confira todos os nossos equipamentos hospitalares disponíveis:
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Nossa equipe especializada está pronta para fornecer informações detalhadas sobre nossos serviços e ajudar você a encontrar as soluções ideais para as suas necessidades.
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A gestão de insumos hospitalares é uma prática relevante nas unidades de saúde, tendo em vista se tratar de tudo aquilo que é necessário para o exercício das atividades, como máscaras, seringas, luvas, medicações, entre outros. Essa prática envolve todo o processo de obtenção, armazenamento, estocagem e administração do material.
Além disso, o correto gerenciamento dos produtos representa uma redução de custos considerável no atendimento na saúde. Portanto, há garantias de que o paciente terá todos os insumos disponíveis para o seu cuidado, proporcionando um atendimento de qualidade.
Devido à sua importância, elaboramos este conteúdo para apresentar boas práticas de gestão de insumos hospitalares. Confira!
Em determinadas situações, a aquisição de remédios controlados precisa respeitar as normas governamentais, que requer um volume mínimo de faturamento. Por esse motivo, é necessário ter um controle minucioso desses produtos para evitar a sua falta por muito tempo e, dessa forma, afetar a realização de atendimentos de emergência e cirurgias.
Em outros casos, é possível implementar o disparo de novas requisições de acordo com a saída de insumos ao longo do atendimento, com a finalidade de manter um estoque mínimo de cada item. A utilização de um bom sistema pode contribuir bastante nessa atividade de observar a demanda.
Depois de receber os insumos e conferi-los, o ideal é classificar e armazenar. Mas, levando em conta as características de cada um (peso, volume, fragilidade, entre outros), prioridades e frequência de uso. É preciso ressaltar que determinados medicamentos devem ficar sob refrigeração, enquanto outros mais acessíveis, para tornar o atendimento mais rápido.
Essa catalogação servirá para uma conservação e armazenagem mais efetiva dos insumos hospitalares. Após ajustados nos devidos lugares, sempre devem ser repostos nos mesmos locais e, dessa forma, evitar a desorganização e compras desnecessárias, caso os itens não sejam encontrados.
Manter um registro diário dos insumos consumidos, é importante para simplificar a tomada de decisão relacionada aos pedidos de novos materiais e organização do estoque. Essa prática impede a ocorrência de desperdícios ou extravios e mostra, de forma realista, o que realmente está sendo gasto no atendimento aos pacientes.
Toda a tarefa de contagem, monitoramento de saída e armazenagem dos itens, tem o objetivo de aprimorar a gestão de compras de insumos . Assim sendo, minimizar perdas de produtos obsoletos, vencidos ou danificados pelo excesso de tempo no estoque.
Uma análise detalhada permite identificar quais são os insumos mais usados e a reserva mínima para cada um deles. Dessa forma, é possível controlar a rotatividade dos produtos. Levando em consideração as demandas nos tratamentos aos pacientes ao realizar sua compra,
Outra vantagem de contar com a tecnologia é implementar um sistema integrado capaz de acompanhar o fluxo dos insumos e controle de estoque. E também, atender aos cuidados com o paciente e demais funcionalidades relevantes, para uma administração eficiente do serviço de saúde.
Dessa forma, é possível integrar a logística com os prontuários eletrônicos, o que vai tornar mais fácil o trabalho do departamento financeiro. Por exemplo, a contabilização e cobranças adequadas dos convênios, evitando a ocorrência de glosas.
Ou seja, integrar a gestão de insumos hospitalares nas unidades de saúde viabiliza uma logística mais eficaz no dia a dia de trabalho, bem como promove um controle mais adequado e correto em relação à saída e entrada de medicamentos e materiais no estoque.
A automatização dos processos gera resultados incríveis em praticamente todos os setores. Em relação ao controle de insumos hospitalares, a tecnologia contribui assegurando a análise apropriada para adquirir o produto certo. É claro que na quantidade adequada, além da manutenção de uma armazenagem eficiente e sua aplicação exata. Isso por meio da total rastreabilidade de processos, prazos e validades.
Mesmo que faça uma gestão eficiente, realizar a contagem dos insumos de maneira periódica ajuda a controlar e identificar se está tudo saindo de acordo com o planejado. Caso contrário, é preciso implementar ações para reduzir a margem de falhas. Para os itens com custo mais elevado, o inventário deve ocorrer em espaços de tempo reduzidos.
O período de contagem pode ser definido, também, para a classificação de cada insumo, por exemplo, mensal, semestral ou anual. É feito o ajuste entre o volume físico e o registrado no sistema. Assim em seguida, deve ser realizado um comunicado para o time em relação às divergências identificadas e as questões a serem aprimoradas.
Um bom gerenciamento de insumos hospitalares precisa englobar todos os colaboradores que fazem parte das rotinas do hospital. Por esse motivo, disponibilize treinamentos de conscientização e orientação referentes às atividades ligadas à correta utilização dos materiais.
Isso porque, quando todos entendem sobre as normas e o dia a dia da unidade de saúde, o engajamento aumenta. Portanto, fica mais simples controlar erros de estocagem e transportes. Perdas por fraudes, aplicações incorretas dos medicamentos e materiais, desperdícios e demais práticas que afetam um gerenciamento eficaz.
Alguns hospitais atuam com o sistema de consignação de itens com os fabricantes. Isso significa que o insumo fica disponível no almoxarifado. No entanto, a aquisição é efetivada quando o material for usado no paciente. Para unidades que atuam nesse formato, é essencial entender a qualidade e procedência dos produtos.
Mesmo que as compras sejam feitas de forma habitual, o relacionamento com os fornecedores precisa estar bem estabelecido. E assim sendo, evitar a ocorrência de danos ao longo do transporte, atrasos na entrega ou falta de insumos.
Agora que você entende a importante de manter uma boa gestão de insumos hospitalares, o ideal é colocar as dicas apresentadas em prática. Dessa forma, evitar os prejuízos que a falta desse controle pode trazer. Como por exemplo o desabastecimento do estoque. Ou perdas e faltas de medicamentos devido ao armazenamento incorreto. Além das falhas que podem prejudicar o tratamento efetivo do paciente, interferindo negativamente nos resultados a serem alcançados.
Conseguiu esclarecer as suas dúvidas? Então, aproveite sua visita no blog e saiba sete dicas para colocar em prática a gestão de equipamentos hospitalares.
A mesa hospitalar é o equipamento ideal para refeições em hospitais e clínicas de repouso. Isso por si só é motivo para que a gestão de instituições de saúde redobre a atenção quanto à escolha do equipamento, já que a alimentação pode contribuir para a recuperação e a melhor qualidade de vida dos pacientes.
Apesar disso, muitos sentem uma dificuldade especial de se alimentar em hospitais, seja pela condição de saúde em que se encontram ou pela associação do senso comum de que comida de hospital é desagradável. Independentemente da razão, oferecer o máximo de conforto durante esse momento é indispensável para estimular o apetite, facilitar o deslocamento e muito mais.
Então, sentiu curiosidade e quer entender mais sobre as características da mesa hospitalar, seus benefícios e quais critérios utilizar na escolha? Continue a leitura e fique por dentro do assunto!
Conforme mencionado, a mesa hospitalar é um item indispensável para oferecer uma refeição mais confortável aos pacientes de hospitais e clínicas médicas, permitindo que o paciente se sente na cama enquanto faz a refeição de forma tranquila, independente e segura — o que é especialmente útil para quem está em recuperação médica.
A mesa hospitalar pode ter seu material feito de plástico pulverizado em aço de alta qualidade, ser 100% de plástico, entre outros materiais. O fato é que esse objeto costuma ficar próximo ao leito do paciente e dispor de rodas para facilitar o seu deslocamento.
Considerando o quadro de saúde dos pacientes, a parte superior da mesa hospitalar normalmente conta com uma tampa de madeira e revestimento liso, o que facilita a limpeza e a estabilidade durante a refeição, tornando o momento mais cômodo para as diversas condições do paciente.
A mesa hospitalar é indispensável para que pacientes que passam mais tempo nos hospitais e clínicas médicas possam ter uma estadia mais confortável e digna enquanto recebem o tratamento adequado.
Considerar isso ganha ainda mais relevância nos tempos atuais, em que muitos podem negligenciar o atendimento médico por pensar na falta de conforto, na humanização e na funcionalidade que pode existir nesses espaços, tornando a estadia frustrante. Assim, é preciso que as instituições provem o contrário e coloquem as necessidades dos pacientes no centro de todo o processo de decisão.
Diante do que foi mencionado, é inegável o quanto uma mesa hospitalar pode ajudar a preencher os requisitos desejados e citados. Entenda mais sobre a importância desse objeto a seguir.
É natural que os pacientes em hospitais e clínicas por si só já passem por situações desconfortáveis, seja por dores físicas ou o medo e ansiedade, por exemplo, que afetam a mente. Então, é importante que instituições de saúde priorizem o conforto da maneira que puderem, como na mesa hospitalar.
É natural que a mesa hospitalar seja utilizada por inúmeros pacientes e profissionais da saúde por vez. Assim, investir na mesa hospitalar de qualidade e com alta durabilidade é extremamente benéfico para que o item suporte limpeza constante e diferentes pesos.
Conforme mencionado, alguns modelos de mesa hospitalar contam com rodas que permitem o seu deslocamento fácil e cômodo para os pacientes, que podem ter certa autonomia no processo de alimentação, e para os profissionais de saúde, que normalmente cuidam de muitos enfermos dentro de um mesmo plantão.
Quer dizer, existem mesas hospitalares com rodas silenciosas, fáceis de instalar, estáveis e firmes, fáceis de transferir, anti-enrolamento, com eixo de roda longa etc. Escolha a que mais se adapta às necessidades e ao interesse da sua instituição e aproveite os benefícios oferecidos.
Você consegue imaginar as consequências para o paciente se as refeições caírem em cima da cama durante a alimentação, por não estarem em uma superfície firme, como a mesa hospitalar? Além do desperdício de alimentos, a situação poderia causar desconforto para o paciente e, em casos mais graves, ocasionar queimaduras e piorar o quadro dos enfermos.
E ainda, a situação descrita certamente levaria a prejuízos na reputação da instituição, que teria sua imagem associada com o descaso da segurança dos pacientes no momento da refeição. Para evitar problemas como o mencionado, a mesa hospitalar é a melhor escolha.
Nem todos os pacientes se sentem confortáveis de receber a refeição dos enfermeiros ou até mesmo dos acompanhantes, preferindo ter autonomia durante esse momento. Com a mesa hospitalar, que oferece estabilidade e segurança na refeição, é possível ter liberdade e independência com mais facilidade.
Afinal, muito mais do que uma exigência dos pacientes, lembre-se de que oferecer autonomia também faz parte do processo de recuperação e tratamento, já que, em muitos casos, é necessário recuperar certos movimentos aos poucos.
É fundamental ter uma superfície plana para apoiar os alimentos de forma cômoda para o paciente durante a refeição e que também facilite a manutenção e a limpeza, já que ambientes hospitalares são mais suscetíveis ao aparecimento de bactérias, germes e demais doenças. Nesse sentido, a mesa hospitalar, de forma geral, conta com as características que facilitam esse processo.
Diante da relevância da mesa hospitalar, é preciso fazer uma escolha precisa para evitar frustrações. Para isso, leve em consideração os seguintes aspectos:
Os critérios acima são fundamentais para que sua instituição de saúde faça a melhor escolha da mesa hospitalar e possa aproveitar os benefícios destacados. Assim, os pacientes e profissionais da saúde se sentem muito mais valorizados.
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As clínicas que possuem ou precisam configurar equipamentos de ressonância magnética (RM) sabem que são aparelhos sofisticados, grandes e que demandam cuidados especiais para que continuem eficientes na realização de exames. Da mesma forma, a busca por um equipamento de RM deve atender a alguns critérios importantes.
Neste post, você vai encontrar o que considerar nessa pesquisa. Também reunimos a importância dos equipamentos de ressonância magnética e como funcionam os principais cuidados para sua implementação. Acompanhe!
É por meio do aparelho de ressonância magnética que é possível visualizar as menores alterações no organismo de um paciente. O exame de diagnóstico por imagem é capaz de criar imagens de alta definição dos órgãos internos usando um campo magnético.
A ressonância magnética não usa a radiação ionizante. Contudo, quando o aparelho tem um campo magnético potente, é importante tomar cuidado para os pacientes não utilizarem elementos metálicos no exame, como joias.
Diferentemente de uma tomografia, que usa contraste iodado, o exame da ressonância magnética faz a aplicação do gadolíneo, que gera menos reações alérgicas aos pacientes, além de baixo risco de comprometimento da função renal.
A implantação da ressonância magnética pode ser um momento difícil quando não há um planejamento por parte da gestão hospitalar. A seguir, vamos explicar algumas etapas que não podem falta na implementação do equipamento de ressonância magnética.
O local de implementação do equipamento deve ser bem planejado. Observe, por exemplo, a distâncias mínimas entre o corpo da máquina até locais com massas metálicas em movimento, como os elevadores, a garagem e a passagem de automóveis.
Para a implantação de uma ressonância magnética, a sala de comandos deve ter um posicionamento adequado em relação ao eixo do equipamento. É importante que o operador da máquina tenha uma visão abrangente do paciente dentro do túnel.
A ressonância magnética, além de ocupar espaço, é um dos equipamentos hospitalares mais pesados. Seu peso gira em torno de 6.000kg e o aparelho conta com dimensões avantajadas, o que dificulta a sua passagem pelas portas. Por conta dessas características, é indispensável que seja planejada a rota de entrada do equipamento com muita antecedência.
O momento de escolher a ressonância magnética é decisivo para o futuro de um hospital, principalmente no que diz respeito às suas finanças. Estamos falando de um investimento de milhões de reais, o que não abre espaço para qualquer erro ou equívoco por parte dos responsáveis pela escolha do equipamento.
Para tomar a decisão certa, alguns critérios precisam ser considerados. Confira a seguir!
A potência do campo magnético determina a qualidade das imagens da ressonância e o tempo para a realização de exames. As opções mais comuns no mercado vão de potências abaixo de 1 Tesla até 3 Tesla.
Veja, logo abaixo, quais são as características de uma:
A potência de um aparelho pode garantir a realização de tipos de exame, mas acabar impedindo o atendimento a determinados tipos de paciente.
As bobinas são um dos principais critérios para avaliar a escolha do aparelho de ressonância magnética. Trata-se de imãs pequenos (bobinas eletromagnéticas) que permitem a localização espacial do sinal de RM nos eixos ortogonais X, Y e Z.
Essa localização é avaliada a partir duas métricas. Com a amplitude, é feita a medição da distância do campo magnético em uma direção. Com a velocidade de inclinação, é possível avaliar o tempo para que o sistema saia do zero e consiga atingir o pico de amplitude.
Quando o equipamento de ressonância magnética conta com alta potência em amplitude e velocidade de inclinação, ele tem um desempenho acima da média. Porém, também há uma diferença significativa no preço.
Aparelhos de campo fechado são os mais usados no mercado. Eles costumam utilizar de 1 a 3 Tesla de potência e contam com uma abertura de 60 a 70 cm para a realização do exame.
Por outro lado, os equipamentos de ressonância de campo aberto não precisam que os pacientes entrem na máquina para o exame. O aparelho é aberto dos três lados e tem um imã permanente com potência de 0,35 Tesla.
A ressonância de campo aberto costuma ser indicada para os pacientes claustrofóbicos, com obesidade avançada e outros casos que exigem esse tipo de equipamento.
A relação sinal-ruído tem um impacto direto na qualidade da imagem gerada na ressonância magnética. Quando o equipamento possui uma relação sinal-ruído baixa, o contraste entre diferentes tecidos é obscurecido por ruídos exteriores. Já uma relação elevada gera imagens com uma melhor resolução espacial e imagens mais rápidas.
O sistema de radiofrequência determina quantos canais independentes podem receber sinais das bobinas. Quanto mais canais, maior é a relação sinal-ruído do equipamento de ressonância magnética, o que viabiliza técnicas de aquisição paralela no aparelho.
Chegamos ao final do post. Esperamos que essas dicas ajudem você que está pesquisando equipamentos de ressonância magnética. Vale ressaltar que essas máquinas devem passar por calibrações periódicas para manter o campo magnético o mais homogêneo possível.
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