Aluguel de ultrassom em Curitiba: faça a melhor escolha com a Medicalway

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O mercado de locação de equipamentos médicos, especialmente de ultrassonografia, tem crescido significativamente em Curitiba. 

Profissionais de saúde estão cada vez mais buscando alternativas acessíveis e eficientes para suas clínicas e consultórios. 

Nesse cenário, a Medicalway se destaca como um dos principais fornecedores de aluguel de ultrassom em Curitiba, oferecendo equipamentos de alta qualidade, com um serviço personalizado. 

Neste artigo, vamos entender para quem é indicado a locação de ultrassons, os benefícios do aluguel de ultrassom com a Medicalway e quais são os equipamentos disponíveis para locação.

Para quem é indicado realizar a locação de equipamentos de ultrassom?

A contratação de equipamentos médicos, como o ultrassom, é uma solução viável e inteligente para uma variedade de profissionais e estabelecimentos de saúde. Abaixo, listamos algumas situações e perfis que podem se beneficiar dessa modalidade:

Clínicas e consultórios médicos em expansão

Empresas em expansão, como clínicas e consultórios médicos, muitas vezes precisam aumentar sua capacidade de atendimento sem investir grandes somas em equipamentos novos. 

Nesse contexto, alugar um ultrassom pode ser uma opção vantajosa, pois permite flexibilidade e escalabilidade conforme a demanda dos pacientes cresce.

Profissionais que realizam exames domiciliares

Médicos que realizam exames domiciliares também se beneficiam da locação de ultrassom portátil

Equipamentos leves e portáteis oferecem a conveniência de levar tecnologia de ponta diretamente ao paciente, sem sacrificar a qualidade das imagens diagnósticas. 

Isso é essencial para profissionais que oferecem atendimento em áreas mais remotas ou para pacientes com mobilidade reduzida.

Instituições que buscam reduzir custos fixos

Grandes hospitais e instituições de saúde que desejam otimizar seu orçamento podem optar pelo aluguel como uma forma de reduzir os custos fixos associados à compra e manutenção de equipamentos

Ao invés de um grande desembolso inicial, a locação de ultrassom permite distribuir os custos ao longo do tempo, além de garantir assistência técnica contínua e atualização dos equipamentos.

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Benefícios do aluguel de ultrassom em Curitiba com a Medicalway

A Medicalway oferece diversas vantagens ao alugar ultrassons em Curitiba

Ao escolher a Medicalway, você pode contar com equipamentos de alta qualidade, suporte técnico especializado e uma experiência de operação sem complicações. 

A seguir, destacamos alguns dos principais benefícios:

Redução de custos com equipamentos

A compra de um ultrassom novo pode ser financeiramente inviável para muitos profissionais de saúde, especialmente aqueles que estão iniciando sua prática ou que têm um fluxo de caixa limitado. 

O aluguel de ultrassom com a Medicalway permite que você tenha tecnologia de ponta sem precisar fazer um grande investimento inicial.

Manutenção e suporte técnico incluídos

Quando você opta pela locação de ultrassom na Medicalway, a manutenção e o suporte técnico estão incluídos no pacote. 

Isso significa que você pode se concentrar no que realmente importa — o atendimento ao paciente — sem se preocupar com eventuais falhas técnicas ou com os custos de reparos. A Medicalway garante que os equipamentos estejam sempre em perfeito estado de funcionamento, proporcionando maior tranquilidade aos locatários.

Flexibilidade de contrato e atualização de equipamentos

Outro benefício é a flexibilidade dos contratos de locação. Dependendo da necessidade do profissional ou da instituição, os prazos e condições podem ser ajustados para melhor atender às demandas do negócio. 

Além disso, a Medicalway oferece a possibilidade de atualização de equipamentos ao longo do contrato, permitindo que você sempre trabalhe com o que há de mais moderno no mercado.

Conheça os equipamentos de ultrassom disponíveis para locação na Medicalway

A Medicalway trabalha com equipamentos de ultrassom de última geração, incluindo equipamentos portáteis como os modelos M6 e MX7, e equipamentos estacionários, com as linhas RESONA e CONSONA, da renomada marca Mindray

Conheça as principais características e benefícios dessas linhas de produtos.

Linha CONSONA: alta tecnologia e versatilidade

A linha CONSONA é ideal para atender uma variedade de especialidades médicas, desde as médias até as de alta complexidade. 

Essa linha se destaca pela qualidade superior de imagem e pelas características. Médicos que realizam exames diários ou atendem pacientes em grande escala encontram na linha CONSONA uma solução robusta e confiável. 

CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS SOBRE A LINHA CONSONA

Além disso, a relação custo-benefício é um ponto forte dessa linha, garantindo excelente desempenho com um investimento acessível.

Linha RESONA: tecnologia premium para exames complexos

A linha RESONA, por sua vez, é considerada a linha premium da Mindray

Com softwares avançados e tecnologia de ponta, a linha RESONA é ideal para exames de alta complexidade. Esses ultrassons são equipados com inteligência artificial (IA), facilitando a execução de exames precisos e detalhados. 

A linha RESONA é perfeita para profissionais que necessitam de alta performance, como aqueles que realizam exames complexos regularmente.

CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS SOBRE A LINHA RESONA

MX7 – Mindray

O ultrassom estilo Laptop mais leve e fino do mercado, pesando apenas 3 kg e com  44mm de espessura.

mx7

Recursos

  • Avançada tecnologia de imagem
  • Transdutores com tecnologia 3T: melhor penetração e melhor resolução;
  • HD Scope: aumenta a visualização de pequenas lesões e órgãos, melhora a definição do limite entre a lesão e o tecido sadio;
  • Plataforma ZST+: tecnologia exclusiva da Mindray que aumenta a velocidade na aquisição da imagem, melhora resolução e possui ponto focal dinâmico em toda a imagem;
  • HR Flow: detecção de fluxos sanguíneos lentos e complexos para um doppler melhor, mais preciso e evitando transbordamento de cor.

Aplicações

  • Realize exames com qualidade premium nas mais diversas áreas.
  • Fluxo de Trabalho dedicado
  • Tela principal IPS de 15,6’’;
  • Tela de toque IPS de 12,3’’;
  • ITouch: Otimização de imagem com apenas 1 toque;
  • 128 GB SSD com opção de 1TB de memória;
  • DICOM 3.0.

Mobilidade e Flexibilidade

  • Bateria com autonomia de 90min e U-bank(opcional) de até 8h;
  • Carro para transporte com sistema antichoque;
  • Mala de viagem;
  • Extensor para até 2 ou 3 transdutores simultâneos (opcionais).

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M6 – Mindray

Tendo em mente os cuidados de saúde ao alcance, o M6 proporciona o equilíbrio ideal entre capacidade e tamanho para realizar um diagnóstico confiável em todas as aplicações e à beira do leito.

M6

Performance

  • Formação de feixe múltiplo: máximo de 8 multitarefas para um feixe transmitido, resultando em uma excelente resolução temporal e a taxa de quadros mais alta.
  • iBeam™: o uso de múltiplos feixes cruzados, promove melhor resolução de contraste e melhora a visualização das imagens.
  • iClear™: filtro de redução de ruídos e algorítmo de Ressonância Magnética:
  • iNeedle™: sua ferramenta para biópsia mais profunda: permite ajustes na linha de digitalização para obter melhor visibilidade da agulha, nervos e pequenos vasos..

Fluxo de trabalho

  • iStorage™: transferência de imagens e relatórios para o computador via cabo de rede.
  • Auto IMT (Espessura da Camada Média Intimal da Carótida): medida automática anterior e posterior da espessura média intimal da carótida com acurácia.
  • iTouch™: otimização de imagem em modo B, Color e PW com apenas um clique.
  • iZoom™: zoom Full Screen com apenas um toque.
  • iStation™: sistema de Gerenciamento de Informações de Pacientes que permite integrar, rever, arquivar e recuperar dados de pacientes efetivamente.
  • Rastreamento inteligente: função singular da Mindray – Rastreia o fluxo de cor continuamente e otimiza a melhor posição da caixa de cor e ângulo de digitalização em tempo real.
  • DICOM: solução DICOM abrangente.

Ergonômico

  • Design leve e portátil
  • Carrinho de design especial com alça incorporada
  • Alta capacidade de disco rígido
  • Digitalização ininterrupta com bateria recarregável

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Diferenciais dos equipamentos Mindray

Os equipamentos da Mindray, apresentam diferenciais que atraem médicos de diversas especialidades. 

O design intuitivo facilita o uso dos aparelhos, permitindo que os médicos se adaptem rapidamente aos equipamentos. Além disso, os transdutores de alta tecnologia e ergonomia, com aquecimento de gel nos equipamentos estacionários, proporcionam maior conforto durante os exames.

Esses equipamentos combinam inovação com facilidade de operação, resultando em uma experiência excelente tanto para o médico quanto para o paciente.

Como funciona o processo de locação com a Medicalway?

O processo de locação de ultrassons na Medicalway é simples e eficiente. Tudo começa com uma análise das necessidades do cliente. 

A partir daí, a Medicalway oferece uma solução personalizada, recomendando o melhor equipamento para o perfil de atendimento do profissional ou da instituição.

Após a escolha do equipamento, é feito o contrato de locação, que inclui prazos flexíveis e o suporte técnico necessário durante todo o período. 

Além disso, a equipe da Medicalway garante a entrega rápida e a instalação dos equipamentos, assim como o treinamento dos profissionais para operar os aparelhos da melhor forma possível.

A Medicalway se preocupa com a satisfação de seus clientes, por isso oferece um serviço de pós-venda de excelência, garantindo que o equipamento esteja sempre em perfeito estado e pronto para o uso.

Entre em contato com a Medicalway

Se você está em busca de uma solução eficiente, de alta qualidade e custo-benefício para o aluguel de ultrassom em Curitiba , a Medicalway é a escolha certa. 

Nossa equipe está pronta para ajudá-lo(a) a encontrar o melhor equipamento para suas necessidades. 

Entre em contato conosco agora mesmo e descubra como podemos apoiar o sucesso do seu negócio com nossos equipamentos de última geração.

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    Cardioversores e desfibriladores: entenda as diferenças entre eles

    Cardioversores e desfibriladores: entenda as diferenças entre eles. Apesar de usados para fins similares e de serem muito confundidos um com o outro, os desfibriladores e cardioversores são diferentes. Não entender as diferenças entre eles pode resultar no uso indevido dos equipamentos e gerar consequências leves ou graves para médicos e pacientes.

    Um exemplo disso são os choques simultâneos e queimaduras de segundo ou primeiro grau que podem ser ocasionados. Além das consequências negativas, isso também pode evitar com que os pacientes tenham suas funções cerebrais e cardíacas preservadas pelo uso correto dos instrumentos, que mostram a comprovação dos resultados em 85% dos pacientes.

    Com isso, dá para ter uma pequena noção da importância de diferenciar desfibriladores e cardioversores para realizar o correto manuseio de cada um, certo? Então, continue conosco e saiba mais sobre o assunto!

    Desfibriladores

    O desfibrilador atua no corpo por meio de correntes elétricas não sincronizadas no músculo cardíaco. Assim, o procedimento terapêutico pode reverter arritmias graves, como a fibrilação ventricular e a taquicardia ventricular sem pulso, que podem ocasionar uma parada cardiorrespiratória, ao despolarizar as fibras musculares do miocárdio.

    Esse estímulo terapêutico pode ser realizado tanto no tórax quanto diretamente no músculo cardíaco, como é o caso de cirurgias, em que as pás do equipamento são coladas diretamente no coração para o disparo do choque.

    A ação do desfibrilador deve acontecer rapidamente após a redução ou a parada cardíaca para que os batimentos cardíacos sejam restabelecidos a tempo e os sinais possam retornar. Caso contrário, há maiores riscos de que o enfermo tenha maiores sequelas e chances de morte.

    Cardioversores

    A cardioversão é responsável por normalizar o impulso do coração quando a fluidez do sangue do corpo passa por algum tipo de descontrole e o ritmo cardíaco é alterado, levando a arritmias. Para isso, a cardioversão administra choques elétricos de forma direta e sincronizada sobre o tórax, de modo que o miocárdio seja despolarizado simultaneamente.

    Nesse sentido, é necessário que haja o monitoramento do paciente pelo próprio aparelho cardioversor e que o botão de sincronismo esteja ligado. Assim, a carga elétrica é liberada no período refratário de despolarização cardíaca para que o impulso cardíaco se restaure de forma coordenada, com apenas uma fonte de energia.

    Dessa maneira, os cardioversores são aliados em tratamentos hospitalares, tendo uma taxa de efetividade de até 100%, quando usados em combinação com medicamentos, e de 60% a 70%, como substituição aos arrítmicos.

    Porém, antes de iniciar o procedimento e definir a arritmia cardíaca, é preciso observar em que circunstâncias o paciente se encontra e se existe alguma instabilidade hemodinâmica, em que a pressão arterial está anormal. Entre algumas dessas circunstâncias, estão:

    • desmaios;
    • dor torácica;
    • diminuição da pressão arterial;
    • dispneia;
    • diminuição do nível de consciência.

    Desfibriladores x cardioversores

    Como você pôde perceber, cardioversores e desfibriladores possuem funções parecidas. Apesar disso, a diferença entre eles é que enquanto um pode ser aplicado em qualquer momento, desde que o paciente apresente sinais de que precisa do equipamento, o outro exige um tempo específico para correto uso.

    Em outras palavras, a desfibrilação é aplicada em momentos de parada ou redução cardíaca — situações essas que representam alto risco de vida — para que o ritmo seja retornado. Assim, se um adulto estiver com os batimentos abaixo de 60 a 100 por minuto, é recomendada a aplicação do choque.

    Por outro lado, os cardioversores precisam ocorrer de forma sincronizada com o complexo QRS, que é o grupo de ondas que traduzem as atividades ventriculares, em que a cardioversão deve ocorrer na função R, quando o coração está inflado e pode ser restabelecido. Caso contrário, o choque não é descarregado.

    Enquanto isso, a função Q é o início da atividade ventricular e o S é quando ela está na parte inferior. A cardioversão ainda deve agir de forma conjunta com pulsos para despolarização do miocárdio. Assim, pode-se dizer que, nesse caso, mesmo com risco de vida, o paciente encontra-se em um quadro mais tênue, e o médico tem mais tempo para fazer uma intervenção na tentativa de reverter a situação.

    Quando cada um desses equipamentos deve ser aplicado?

    Conforme mencionamos, existem algumas situações que exigem ações rápidas e emergenciais com o auxílio do desfibrilador. É o caso de paradas ou reduções cardíacas, que podem ocorrer durante ou após uma cirurgia, ou após um trauma.

    Por isso, de acordo com as circunstâncias, existe uma lei que obriga os ambientes que agrupem pessoas a manterem um desfibrilador automático externo por perto, desde que:

    • o evento contenha mais de 2 mil pessoas;
    • o transporte tenha capacidade para mais de 100 pessoas;
    • no local circulem mais de 2 mil pessoas por dia.

    Para isso, é recomendado que pelo menos uma pessoa que circule nesses locais saiba como utilizar o equipamento corretamente. Enquanto isso, por normalmente não ser usada em situações emergenciais, a cardioversão costuma ser utilizada em situações de agendamento dentro de uma clínica ou hospital, quando mesmo o coração do paciente batendo, seu funcionando não está adequado.

    Qual aparelho deve ser usado em cada procedimento?

    A cardioversão precisa de um desfibrilador capaz de realizar o sincronismo, como o cardioversor, que precisa fazer a captação dos sinais vitais do paciente e garantir que haja a sincronia com a chamada fase R no complexo QRS.

    Além disso, o equipamento também deve ter a quantidade de joules adequada, já que em alguns casos apenas equipamentos com joules acima de 200, como o de 360, permite que o procedimento seja realizado com eficácia. Para isso, é necessário que os médicos ou demais responsáveis pelo uso do aparelho confiram as características do paciente e, a partir disso, definam a quantidade de choque necessária.

    Quais são os tipos de desfibriladores e cardioversores?

    Os tipos de desfibriladores e cardioversores são:

    • cardioversor;
    • cardioversor implantável;
    • desfibrilador externo automático (DEA).

    É muito importante saber diferenciar cardioversores e desfibriladores para um correto manuseio, assegurando maiores chances de eficácia do tratamento nos pacientes e garantido a segurança tanto para os enfermos quanto para os médicos e demais responsáveis pelo seu uso.

    Quer conhecer os nossos modelos de cardioversores? Entre em contato conosco!

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    Quais são os 7 principais equipamentos de um CTI?

    Quais são os 7 principais equipamentos de um CTI? Considerando que um Centro de Terapia Intensiva (CTI) comporta pacientes com níveis de gravidade de média para alta, além de exigirem cuidados 24 horas por dia, conhecer com detalhes os principais equipamentos de CTI é especialmente indispensável para ajudar na recuperação desses enfermos e diminuir as chances de erros.

    Afinal de contas, diferentemente do que o senso comum pode pensar, o CTI não significa necessariamente o fim da linha para os pacientes e esse espaço pode proporcionar justamente o contrário, a partir da eficácia e uso adequado dos equipamentos de CTI, que podem atuar na substituição de algum órgão vital comprometido ou em falência, e no acompanhamento dos dados.

    Sendo assim, continue conosco e conheça os principais equipamentos de CTI.

    1. Monitor multiparamétrico de sinais vitais

    Também chamado de monitor cardíaco, o monitor multiparamétrico fica localizado em cima do leito do paciente. O equipamento acopla o monitoramento da pressão arterial invasiva, no caso de pacientes mais graves — em que o cateter é inserido na parte dorsal do pé, nas artérias radial ou femoral — ou pressão arterial não invasiva — que pode ser mensurada pelo método automatizado ou auscultatório.

    O monitor acopla ainda um oxímetro de pulso para deslocar o enfermo para outros setores, e outro conectado que é responsável por monitorar a saturação de oxigênio do paciente.

    Existe ainda o eletrocardiógrafo, que são os fios colocados no tórax para verificar os traçados que sinalizam as atividades elétricas do coração e permite observar a frequência cardíaca, a velocidade e o ritmo dos batimentos.

    2. Ventilador pulmonar

    É um dos principais equipamentos de CTI e ajudam a promover a ventilação artificial temporariamente parcial ou total dos enfermos que estão com incapacidade respiratória, como em casos graves da COVID-19. Nessa situação, por exemplo, o ventilador pulmonar ajuda a manter o paciente vivo. Em casos menos graves, o equipamento pode combater infecções.

    O ventilador pulmonar funciona ao administrar a quantidade de entrada e saída de ar do pulmão, para controlar a mistura de gases, evitando taxas anormais de gás carbônico e de oxigênio. Para melhor eficácia com o uso de aparelho, é recomendado priorizar marcas de renome no mercado e um aparelho que atende tanto a crianças quanto a adultos.

    3. Desfibrilador cardíaco

    Quando as atividades elétricas do coração estão anormais, pode ocorrer arritmias cardíacas ou uma parada cardiorrespiratória. Nesse sentido, o desfibrilador cardíaco atua ao disparar fortes descargas elétricas no coração para que ele volte ao ritmo normal e salve vidas, tornando-se um equipamento indispensável no CTI.

    Para um melhor uso do desfibrilador, é importante escolher o equipamento com uma marca que tenha boa capacidade de armazenamento de dados, design compacto e ergonômico para facilitar o manuseio e diferentes modos de operação, como marca-passo, desfibrilação manual, monitoramento e AED.

    4. Cardioversor

    O cardioversor é muitas vezes confundido com o desfibrilador cardíaco, já que suas funcionalidades e modos de atuação são semelhantes. Porém, esse equipamento específico aplica uma corrente elétrica no músculo de forma sincronizada, diferentemente do anterior.

    Além disso, o cardioversor precisa ser usado o mais rápido possível, assim que o paciente apresentar anormalidade grave na frequência cardíaca, para que haja maiores chances de reversão do quadro.

    5. Bomba de infusão

    A bomba de infusão é responsável pela entrega de medicamentos — como insulina. analgésicos, quimioterápicos, hormônios e antibióticos — e nutrientes ao corpo do paciente no CTI de forma mais controlada e segura, aumentando a precisão de quantidades pequenas de volume, se assim necessário, e intervalos automatizados.

    Dessa maneira, os enfermos em ambientes hospitalares, casas de repouso ou até em casa podem ter suas necessidades garantidas, de modo que a potência de um medicamento e seus efeitos, por exemplo, sejam administrados e sentidos no corpo do paciente aos poucos, diminuindo os efeitos colaterais.

    6. Eletrocardiógrafo

    O já mencionado EEG realiza uma avaliação cardiológica a partir de atividades elétricas do coração, verificando o funcionamento do músculo, possíveis bloqueios, irregularidades e até partes que podem apresentar anormalidade no deslocamento.

    Para isso, o equipamento mostra o ritmo cardíaco de forma gráfica, possibilitando o diagnóstico de vários problemas de saúde, como:

    • infarto agudo do miocárdio;
    • arritmias;
    • fibrilação ventricular;
    • taquicardia ventricular;
    • desvio do eixo cardíaco;
    • bradicardia acentuada;
    • isquemia aguda do miocárdio.

    Sendo assim, não hesite em escolher a tecnologia que garanta a melhor qualidade e confiabilidade na sinalização dos resultados, além de ter telas com alta resolução e ser um equipamento prático no transporte. Afinal, um diagnóstico errado ou equivocado pode comprometer a saúde do paciente e ainda prejudicar a reputação do hospital e dos profissionais envolvidos no procedimento.

    7. Cateteres e sondas

    Cateteres e sondas são outros equipamentos de CTI indispensáveis para um melhor cuidado com os pacientes. As sondas são tubos introduzidos em alguma cavidade ou canal do organismo para transporte de nutrientes e até mesmo identificação de corpos estranhos ou situação anormal.

    Nesse sentido, existem diferentes tipos de sondas hospitalares:

    • sonda gástrica: aspira resíduos gástricos, atua no controle de medicamentos, evita hemorragias e distensões abdominais, e serve para coletar materiais para exames;
    • sonda uretral: é utilizada para diagnosticar inconformidades no trato urinário e auxiliar pacientes incapazes de urinar, tendo retenção urinária, por exemplo;
    • sonda nasoenteral: é introduzida do nariz até o intestino do paciente com única funcionalidade de transportar a alimentação.

    Os cateteres têm funções semelhantes às sondas, como o transporte de medicamentos e alimentos. O uso de ambos, assim como dos demais equipamentos de CTI, exigem atenção e adoção de medidas preventivas. É o caso de:

    • priorizar a escolha de sondas e cateteres que previnam conexões incorretas;
    • investir na capacitação para o uso correto dos materiais;
    • garantir boas condições de iluminação antes de reconectar ou conectar dispositivos e tubos.

    Ou seja, os equipamentos de CTI são desenvolvidos levando em conta tecnologias que podem não apenas aumentar o tempo de vida do paciente, mas também ajudar na recuperação, desde que os profissionais envolvidos entendam a complexidade do uso de cada dispositivo e o ambiente de trabalho priorize equipamentos com a máxima qualidade.

    Quer saber como a Medicalway pode ajudar você nisso? Entre em contato conosco e encontre nossos equipamentos de CTI!

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    Três equipamentos para implantar em salas cirúrgicas inteligentes

    Três equipamentos para implantar em salas cirúrgicas inteligentes. As salas cirúrgicas inteligentes são uma tendência para hospitais. Antes equipamentos que trabalhavam individualmente, agora eles se integram para melhorar a disposição do paciente e a atuação da equipe médica.

    Ainda vale lembrar que esses ambientes são de grande criticidade e importância para o setor hospitalar. Sendo assim, modernizá-los é essencial, e com os equipamentos certos. Mas quais são eles, afinal? Conheça, a seguir, os três principais e como funcionam!

    Quais são os principais equipamentos para salas cirúrgicas inteligentes?

    Uma sala cirúrgica inteligente depende de alta tecnologia para se estruturar. A todo momento, novos equipamentos surgem para permitir que ela fique mais completa. Pensa em transformar o seu espaço hospitalar dessa maneira? Aqui está o que você precisa.

    1. Invista no foco cirúrgico multimídia para iluminação

    As salas cirúrgicas inteligentes precisam de iluminação adequada. Somente assim a equipe médica pode fazer seu trabalho em segurança, de modo a garantir inclusive o conforto do paciente.

    O foco cirúrgico multimídia é, então, indispensável para o ambiente. Ele é desenvolvido com tecnologia de lentes LED, que oferece um campo de luz mais homogêneo, com luz brilhante e excelente reprodução de cores.

    É possível ainda controlar a temperatura e a intensidade da luz, de acordo com a necessidade, via controle-remoto. A instalação é bem simples, e pode ser feita tanto em mesas quanto em paredes.

    2. Adote estativas cirúrgicas para otimizar o trabalho da equipe

    As estativas cirúrgicas, por sua vez, são indispensáveis especialmente em UTIs. Elas são flexíveis, adaptáveis ao ambiente e de fácil posicionamento para a equipe médica.

    Ideais para diminuir o acúmulo desnecessário de itens e equipamentos em áreas críticas das salas cirúrgicas inteligentes, são projetadas para oferecer uma gestão de fluxo de trabalho eficiente. Ou seja, utilizá-las é uma maneira de ganhar tempo durante os procedimentos, ter todo o material necessário em mãos e trazer mais segurança para o paciente.

    É importante procurar por versões de design modular e ergonômico para assegurar um bom acesso ao paciente e mais dinamismo para a movimentação do profissional.

    3. Conte com tomadas especiais para alimentar a sala

    As tomadas especiais fazem parte do chamado sistema IT da sala cirúrgica. Ele é responsável por fornecer e isolar a energia disponibilizada para o ambiente.

    Conta com geradores, transformadores e dispositivos de alarme. As tomadas fazem parte do circuito para evitar falhas e alimentar com maior eficiência a quantidade de equipamentos que precisam ficar ligados ao mesmo tempo durante um procedimento.

    Esse é, inclusive, um pré-requisito para que qualquer sala cirúrgica inteligente possa funcionar.

    Onde adquirir esses equipamentos?

    Os equipamentos que fazem parte de salas cirúrgicas inteligentes devem ser adquiridos unicamente com fornecedores especializados no mercado. Além de bastante específicos, o fornecedor consegue indicar marcas e opções confiáveis para a finalidade desejada.

    Eles podem, por fim, contribuir para a própria organização e integração do ambiente — o que faz toda a diferença para que os procedimentos comecem a ser feitas de maneira segura e precisa.

    A melhor parte é que tudo isso pode ser feito pela internet, para a sua comodidade e com bastante agilidade. Ficou interessado em fazer esse investimento? Então é hora de pensar em como adequar as salas cirúrgicas inteligentes do seu espaço. Saiba como comprar produtos hospitalares online e com total segurança!

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