Diante do receio dos pacientes quanto a tomar anestesia para a realização de cirurgias, é importante falar sobre como realizar uma anestesia segura, a fim de que tanto o paciente quanto o profissional da saúde fiquem tranquilos com esse procedimento.
Portanto, neste post, você entenderá o que se deve fazer para que a anestesia seja segura, além de saber como o paciente pode contribuir para que isso ocorra e a importância da relação médico-paciente para o sucesso do procedimento. Acompanhe.
A anestesia é usada durante os procedimentos cirúrgicos e gera a ausência temporária de sensibilidade no paciente, fazendo com que ele fique dormindo durante a cirurgia, se for anestesia geral, ou acordado, se for apenas local.
Com um anestesista competente, o paciente não precisa se preocupar, pois terá um procedimento seguro e livre de dores. Assim, saberá que terá um profissional ao seu lado fazendo toda a gestão do seu processo cardíaco, respiratório e de todas as demais funções vitais.
Para uma anestesia segura, também é importante o controle da temperatura corporal do paciente para que não ocorra hipotermia. Dessa forma, ele é mantido aquecido e, se a cirurgia durar mais de três horas, também é colocada uma manta térmica ao seu redor a fim de garantir que a temperatura corporal se mantenha adequada.
Para que a anestesia ocorra de forma segura, é importante não só a equipe médica ser qualificada, mas também é necessário que o paciente colabore para o sucesso do procedimento.
Por isso, é essencial que ele siga todas as orientações repassadas pelos profissionais que atuarão na cirurgia, tais como:
Sabemos que os pacientes têm medo de anestesia, principalmente quando ela é geral. Esse receio acontece tanto pelo medo de acordar durante o procedimento operatório, quanto pela preocupação de nunca mais acordar. E até pelo medo de sentir tudo que está acontecendo na cirurgia e a equipe médica não notar que o paciente está consciente, como aconteceu com um personagem no filme Awake – A Vida por um Fio.
Por isso, para tranquilizar o paciente e para que a anestesia ocorra de forma segura, é essencial que ocorra um acompanhamento antes, durante e depois da cirurgia. Portanto, no dia anterior à aplicação da anestesia, é essencial que o anestesista entre em contato com o paciente a fim de promover a relação médico-paciente, fazendo com que ele se sinta mais tranquilo a respeito da anestesia. Isso deve ocorrer principalmente se ela for geral.
Esse contato no pré-operatório também é importante para saber quais medicamentos o paciente usa, se possui alergia a algum remédio e se deve parar o uso de algum medicamento contínuo para que a anestesia atue da melhor forma possível. Agindo assim, seu paciente sentirá segurança ao entregar a saúde dele em suas mãos.
Já no decorrer da cirurgia, é importante que o profissional se mantenha atento aos sinais vitais do paciente e que observe se ele está acordando ou não. Ao fim do procedimento, o anestesista também atua aplicando medicamentos que evitam que o paciente sinta dor, fazendo assim com que ele fique o mais confortável possível.
Neste post, você pode entender a importância de uma anestesia segura para a tranquilidade não só do paciente como também do médico, além de compreender como o paciente pode colaborar para o sucesso da anestesia.
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Comprar equipamento para centro de imagens do hospital demanda muitos esforços e dedicação para não errar na escolha dos fornecedores e adquirir produtos que atendam às necessidades da instituição de saúde. É uma tarefa desafiadora, que exige os conhecimentos adequados para evitar falhas no processo. Além disso, é necessário saber quais aparelhos não podem faltar e quais são os critérios mais importantes para a decisão e compra.
É fundamental adquirir tecnologia de qualidade para não comprometer a produtividade do hospital nem prejudicar o atendimento aos pacientes. Preparamos este conteúdo especial com informações valiosas sobre a compra de aparelhos hospitalares para você. Confira o nosso post e entenda mais sobre o tema!
Um centro de imagens precisa contar com uma rede de equipamentos hospitalares específicos e alguns aparelhos não podem faltar. Veja quais são eles a seguir!
O ultrassom é utilizado para gerar imagens de órgãos do corpo e é fundamental para a realização de diagnósticos. Ele utiliza ondas sonoras de alta frequência na formação da imagem. A tecnologia não envolve nenhum tipo de radiação e não é prejudicial ao organismo.
É a radiografia convencional e é um recurso amplamente difundido na área hospitalar. Eles utilizam radiação ionizante, que atravessa o organismo e forma a imagem em um filme. Os principais aparelhos a serem adquiridos nessa área são o DR 400 (radiografia digital convencional) e o DR 600 (radiografia digital de teto).
É o equipamento responsável pela impressão de filmes radiológicos, fundamental para que os profissionais possam emitir os exames com praticidade. Um exemplo é a DRYSTAR AXYS, que oferece um trabalho de alta qualidade para o hospital.
O monitor de laudo é o equipamento necessário para a realização dos exames de radiologia. Componente fundamental do centro de imagem, não pode faltar na sua lista de compras.
É um aparelho de raio-X especial, que contém o elemento químico molibdênio. A função é a focalização do tecido mamário, distinguindo essa área dos outros tecidos. É uma peça fundamental para os exames de mamografia.
O retrofit para mamografia é uma peça importante para a realização do exame de mamografia e ele deve ser utilizado junto ao aparelho.
O retrofit é necessário na realização dos exames de raio-X e cumpre um papel similar ao retrofit para mamografia.
Se você optar pela tecnologia computadorizada, é necessário adquirir o CR para raio-X, que é o sistema para as operações. Da mesma forma, é importante adquirir um CR para mamografia. Caso utilize um programa digital, os aparelhos são outros.
Há vários fatores para considerar para adquirir equipamento para centro de imagens. Veja quais são esses elementos a seguir!
É importante identificar qual é a real necessidade do hospital para saber exatamente qual item deve ser adquirido. É essencial definir essa questão porque é ela que vai orientar a sua pesquisa. Com a lista de aparelhos em mente, você pode direcionar sua busca e tomar providências para fazer as compras adequadas.
Saber quais são as necessidades também ajuda a definir o orçamento da operação. É possível estimar o valor que vai ser investido nas aquisições de maquinário. Os valores exatos você só terá após a pesquisa e decisão, mas há necessidade de ter uma estimativa para saber se há recursos para a compra.
A qualidade é um elemento fundamental a ser analisado. Equipamentos de qualidade contribuem para diagnósticos mais precisos, o que é o primeiro passo para um tratamento adequado e para a promoção de saúde para o paciente. Certamente, você deseja ver sua clínica progredindo e tendo sucesso. Uma das raízes para esses resultados positivos é a presença de aparelhos de qualidade para que as análises, avaliações e diagnósticos sejam certeiros.
Outra vantagem é que produtos de qualidade são investimentos mais compensadores a longo prazo. Você tem menos custos com manutenções e reparos, além de contar com uma maior vida útil do recurso tecnológico.
Produtos sem certificação podem estar imersos em cadeias de produção ilegal ou de origem duvidosa. Isso prejudica o nome da clínica e pode gerar problemas a longo prazo. Além disso, sem certificação, não é possível saber se o aparelho tem qualidade e boa durabilidade.
Você gostaria de ver o nome da sua instituição envolvido com situações benéficas, tendo uma imagem positiva e credibilidade. Os pacientes vão preferir procurar um hospital que tenha maquinário credenciado, pois isso fortalece o laço de confiança na organização de saúde.
Além disso, é importante poder contar com garantia, pois o investimento é elevado e a falta ou dano no produto afeta a produtividade do hospital. Imagine que um raio-X para de funcionar. Você vai precisar encaminhar os pacientes para outro lugar para fazer o exame, o que pode fazer com que as pessoas não voltem mais. Centralizar os serviços no hospital é uma ótima forma de garantir a fidelização dos pacientes e de criar um relacionamento sólido e duradouro com o público. Assim, dê prioridade à certificação e garantia.
É fundamental conhecer os fornecedores de aparelhos médicos para fazer uma boa compra. Trabalhar com empresas de confiança e que seguem as regulamentações necessárias é importante para adquirir os melhores produtos possíveis e para que as negociações sejam benéficas para ambas as partes. É preciso avaliar preços, mas prazo de entrega, qualidade e prontidão em oferecer assistência técnica no manejo e conserto do aparelho são outros elementos que devem ser valorizados.
Investigue o histórico do fornecedor no mercado e busque em sites de reclamações se a corporação procurou solucionar dificuldades que algum cliente pode ter tido com uma máquina adquirida. Veja há quanto tempo a corporação atua e se ela tem as finanças sólidas. Você pode também buscar informações com clientes desse fornecedor para ter dados mais precisos.
Comprar equipamentos para o hospital envolve uma série de cuidados. É importante escolher produtos de qualidade e investir em conhecer bem o fornecedor. Busque também empreendimentos que oferecem suporte técnico e garantia com agilidade e precisão.
Garantir que o seu hospital tenha os melhores aparelhos é primordial para a credibilidade da instituição e para a fidelização de pacientes. Com mais recursos na organização de saúde, os processos ficam mais ágeis e as pessoas acessam uma série de serviços no próprio centro clínico com tranquilidade e confiança.
Se você gostou de saber mais sobre equipamento para centro de imagens, aproveite para entrar em contato com a nossa empresa e conheça os nossos serviços!
Para oferecer um serviço de excelência em sua clínica ou hospital, você precisa de equipamentos de qualidade. É o que garante ter imagens mais nítidas, além de rapidez e segurança nos procedimentos.
Acompanhe, a seguir, os 5 equipamentos essenciais para o seu centro de imagens!
Gostou de conhecer a lista de equipamentos que não podem faltar em um centro de imagens de qualidade? Então, compartilhe essas informações em suas redes sociais!
Quem trabalha no setor de gestão e compras de grandes clínicas e hospitais conhece um dos principais problemas enfrentados na área: a defasagem tecnológica de equipamentos médico-hospitalares no Brasil.
Para driblar essa situação, muitos gestores têm investido na compra de equipamento médico asiático, principalmente por meio da importação de itens da China. Mas será que essa é uma boa ideia? Quais as vantagens desses produtos? Continue a leitura e saiba tudo sobre o assunto!
Como dissemos na introdução, a China é um dos principais países exportadores de equipamentos médicos para o Brasil. E isso não é por acaso — afinal, as diferenças em relação à tecnologia entre o nosso país e o asiático são muito grandes.
Primeiro, precisamos compreender que os equipamentos médicos são divididos entre os de alta tecnologia agregada e os produtos convencionais. O primeiro grupo engloba os produtos que necessitam de mais tecnologia e pesquisa, enquanto o segundo está relacionado aos itens mais simples, como gazes e seringas.
O Brasil se especializou na produção desse segundo grupo, enquanto os países asiáticos têm investido fortemente em pesquisas e inovações para os produtos com alta tecnologia agregada.
Para se ter uma ideia, na China são vários os programas promovidos pelo governo. O Healthy China 2030, por exemplo, visa transformar a saúde chinesa nos próximos anos por meio de um investimento de cerca de 2,3 trilhões de dólares.
Investidores de todo o mundo também estão apostando no mercado de saúde chinês que, de acordo com os dados da Revista Exame, deverá crescer em média 12% ao ano até 2020.
Depois de ler o tópico anterior, já é possível notar que existem algumas vantagens dos equipamentos médicos asiáticos — principalmente os chineses em comparação com os nacionais —, não é mesmo?
Veja as que merecem maior destaque.
Mesmo com as taxas de importação e os trâmites legais, os equipamentos médicos asiáticos ainda conseguem ter preços mais competitivos que os de outros países.
Isso se deve principalmente aos benefícios dos governos asiáticos, como redução de impostos, incentivos para o capital de giro e demais tipos de parceiras para estimular as empresas a exportarem para outros mercados. O Brasil é visto como um país estratégico para as operações chinesas e, por isso, as empresas que desejam exportar para nós contam com mais facilidades.
Infelizmente, como mostramos no tópico anterior, o incentivo às inovações tecnológicas não é muito grande no nosso país. Ainda é muito burocrático e caro estudar as tendências do mercado e criar tecnologia nacional para atender ao mercado.
Em contrapartida, os governos dos países asiáticos, em especial a China, possuem programas de incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento de tecnologias, principalmente na área médica.
Essa parceria é essencial para reduzir os custos desses estudos, permitindo que as empresas tenham acesso à tecnologia de ponta em seus produtos. Um exemplo é o grupo chinês Biobase, que tem colaborado com a Academia de Ciências de Shandong e também com o Instituto de Biossenssores para a criação de máquinas de desenvolvimento de células-tronco.
Muitas indústrias de equipamentos médicos têm notado a necessidade de melhorar o seu pós-venda e a relação com os consumidores. Isso também tem acontecido com a indústria chinesa.
Nesse contexto, muitas empresas estão se dedicando a formar redes de serviços nos países importadores, criando também uma rede de relacionamento que facilita no caso de assistência técnica e demais necessidades dos compradores.
Houve um tempo em que produtos chineses eram sinônimo de baixo preço e qualidade inferior. Porém, hoje o cenário está se modificando, principalmente pela ação do governo chinês que entendeu a necessidade de investir em mais inovações tecnológicas para continuar exportando produtos competitivos.
Por isso, as empresas chinesas têm buscado automações e incorporado tecnologias avançadas nos seus processos produtivos. Um exemplo é o plano “Feito na China 2025”, que visa ajudar a indústria a escalar na cadeia de valor em dez setores chaves — entre eles está a produção de equipamentos médicos.
Depois de ler todos esses dados, já se convenceu de que investir nos equipamentos médicos asiáticos é uma boa opção para o seu hospital, clínica ou centro de diagnósticos? Saiba que é preciso seguir alguns trâmites legais para garantir que tudo estará de acordo com as leis brasileiras.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é a responsável por regulamentar todos os equipamentos médico-hospitalares permitidos no Brasil que tenham finalidade: médica, laboratorial, odontológica ou fisioterápica, usados direta ou indiretamente para terapias, diagnósticos, monitorização ou reabilitação.
A legislação busca proteger a saúde da população, fiscalizando e controlando todos os equipamentos médicos usados no país, sejam eles nacionais ou importados.
Assim, dependendo da finalidade e da indicação do equipamento, é preciso seguir algumas regras e, no caso da importação, a Anvisa precisa autorizar o procedimento. As normas para isso estão estipuladas na Resolução da Diretoria Colegiada RCD nº 81 de 05/11/2008.
Outro cuidado que precisa ser seguido é conferir se a empresa fabricante possui um acordo comercial com o nosso governo para inserir os seus produtos no mercado nacional.
Mesmo que seja apenas uma importadora, esse cadastro é obrigatório, já que a Anvisa exige uma comprovação de qualidade. Por isso, é essencial que a empresa ofereça todas as informações necessárias sobre o equipamento em questão, como certificados de qualidade e de testes.
O órgão, inclusive, dispõe de um manual para a regularização de equipamentos médicos. Você poderá conferi-lo antes de comprar qualquer item asiático.
Essa é a sigla para China Food and Drugs Administration. Esse é o órgão regulador da China, que age de forma semelhante à Anvisa aqui no Brasil. Cada país possui uma entidade nesse sentido, que baliza as formas de produção de equipamentos, testes de qualidade e outros pontos fundamentais para a segurança dos usuários.
Por isso, é muito importante conferir se o equipamento médico que você deseja importar é aprovado pelos órgãos reguladores. Embora cada país tenha a suas próprias regras, ser aprovado no CFDA ou outro órgão ajuda a conferir certo grau de qualidade e segurança ao item, tornando mais simples o processo de importação.
Como você viu, o equipamento médico asiático está ganhando cada vez mais mercado por ter alta tecnologia, preços competitivos e boa qualidade. Por isso, é sempre importante que o gestor fique atento às novidades do setor médico hospitalar e também aos lançamentos dos principais produtores mundiais.
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