A importância do atendimento humanizado na área da saúde

Os profissionais da área de saúde atuam diretamente com o cuidado e tratamento da vida de pessoas. Por isso, é extremamente importante atender os pacientes de forma humanizada e satisfatória. Há grande necessidade do paciente ter confiança e receber apoio na sua saúde física, mas também na parte psicológica.
Todo o trajeto que o paciente irá fazer em um hospital necessita de atenção e cuidado dos colaboradores em todos os processos. Desde o SAC, marcação de consultas, atendimento clínico, emergências e internamentos, por exemplo. Esses processos quando não bem trabalhados podem criar uma imagem não favorável ao hospital ou clínica, pois críticas e reclamações passam a existir no ambiente.

O que é atendimento humanizado?

O significado da humanização engloba compreender e ouvir as necessidades e queixas de qualquer pessoa com respeito, cordialidade e empatia. Esse conceito está cada vez mais presente nas organizações, pois o atendimento humanizado integra a construção do relacionamento que existe entre um serviço prestado ou marca.
Além disso, pode-se dizer que o atendimento humanizado une o comportamento ético e conhecimento técnico para oferecer os cuidados com o cliente, ou nesse caso com o paciente. Por isso, o atendimento deve ser construído a partir do ambiente organizacional da instituição.

Como fazer um atendimento humanizado na área da saúde?

O atendimento humanizado trabalha diretamente com a empatia dos profissionais e colaboradores diante ao paciente. A empatia significa a capacidade do indivíduo de se colocar no lugar do outro. Ou seja, tentar entender os sentimentos do outro para compreender e se sensibilizar com a sua realidade.
No ambiente hospitalar, trabalhar com a empatia é essencial para que a saúde emocional do paciente esteja harmonizada e não crie conflitos com o seu tratamento. Quando você alia empatia e atendimento humanizado, o paciente tem mais chances de apresentar melhoras mais rápidas, pois o seu psicológico não foi abalado durante o tratamento.
Além disso, o atendimento humanizado é um dos pilares que definem o conceito de saúde. Segundo a OMS, a saúde significa “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afeções e enfermidades”. Ou seja, o bem-estar físico do paciente deve estar alinhado ao bem-estar mental para uma saúde completa.

Onde aplicar a humanização hospitalar?

A humanização é um processo que atua nos princípios do relacionamento pessoal, interpessoal e institucional do hospital ou clínica. Por isso, toda a criação do atendimento humanizado está relacionada com a valorização da saúde do paciente e comportamento ético do profissional da unidade de saúde.
Para gerar o atendimento humanizado é necessário que todos os relacionamentos (pessoal, interpessoal e institucional), sejam integrados e aplicados nas seguintes situações:

  • Relacionamento com o paciente

Todo o atendimento humanitário deve se concentrar em primeiro lugar, no paciente. Identificar suas queixas e necessidades de uma forma humanitária é essencial em sua jornada no hospital. Por isso, os colaboradores e profissionais de saúde devem ter cuidado com a sua saúde psicológica para não agravar e gerar conflitos em seu tratamento.

  • Ambiente Físico

A maioria dos hospitais e clínicas que possuem um ambiente físico agradável e confortável ao paciente, tem uma melhora na satisfação dos pacientes e principalmente amplia os elogios e recomendações da instituição a terceiros. Por isso, é essencial que o ambiente esteja favorável a todos, pois as chances do hospital ou clínica atrair novos pacientes e melhorar sua imagem diante ao público é maior.

  • Comunicação com o paciente e profissionais de saúde

A comunicação com o paciente e profissionais da saúde deve acontecer de forma rápida, segura e eficiente. Por isso, é necessário que toda a jornada do paciente seja relatada com os profissionais de uma forma integrada, a fim de evitar lacunas e divergências de informações durante o tratamento.
Para isso, hoje existem diversas ferramentas de tecnologia e automação que auxiliam na melhoria e agilidade da comunicação do paciente com os profissionais. Como exemplo: a marcação de consultas online e notificação de resultados de exames via SMS.

  • Familiares do paciente

A recuperação do paciente depende muito da companhia de seus familiares, amigos e entes próximos, pois ter essa companhia melhora a saúde mental. Por isso, mesmo que o hospital tenha regras de horários de visitação ou restrição de número de visitas, por exemplo, é essencial que os profissionais de saúde compreendam a necessidade do paciente ter um acompanhamento familiar contínuo para que sua melhora seja mais rápida e eficaz.
A humanização no atendimento é uma necessidade que deve estar presente nas instituições de saúde, pois impacta diretamente no tratamento e recuperação do cliente. Como também, auxilia na melhora da imagem do hospital, pois quando a experiência do paciente é satisfatória, surge novas recomendações, elogios e assim, novos pacientes.
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    NBR 17025: entenda o que é e para que serve

    A Norma Brasileira Regulamentadora – NBR nº 17025 é uma legislação aplicada em laboratórios do mundo inteiro para desenvolver um sistema de gestão para operações técnicas, administrativas e de qualidade. O texto aponta os requisitos a serem cumpridos pelos laboratórios de ensaios para que obtenham reconhecimento no mercado internacional e nacional por comprovar competência técnica.

    Os elementos mais importantes decorrentes da NBR nº 17025 são: rastreabilidade, gestão da qualidade, padrão, avaliação de conformidade, acreditação, certificado e LIMs. Todos esses componentes precisam ser incorporados pelos laboratórios que desejam alcançar a excelência. Neste post, vamos explicar melhor esse conceito, sua relação com a ISO 9001 e seus benefícios.

    Gostaria de saber como é possível aplicar a NBR nº 17025 e alcançar os seus objetivos? Acompanhe a leitura!

    Saiba o que é e quais são as regulações da NBR 17025

    A NBR nº 17025 é uma norma criada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) com a finalidade de reger os Sistemas de Gestão da Qualidade dos laboratórios. Ela aponta os requisitos e princípios necessários para a realização de procedimentos de ensaios ou calibrações por meio de amostras. Há uma metodologia indicada nessa legislação.

    Os laboratórios devem utilizar a NBR nº 17025 para realizar os procedimentos de calibrações e ensaios com o auxílio dos métodos normalizados ou não normalizados a serem por eles elaborados. A origem dessa norma se deu com a revisão e substituição da DIN EN 45001 e da ISO/IEC Guia 25, bem como pelo seu alinhamento com a ISO 9001.

    Compreenda a relação da NBR 17025 com a ISO 9001

    Como você pode ver, a NBR nº 17025 se relaciona diretamente com os procedimentos de laboratório, razão pela qual exigem a implementação de um sistema de gestão de qualidade que seja capaz de gerar ótimos resultados. A ISO 9001, por sua vez, registra os requisitos para garantir a qualidade desses sistemas nas organizações para elevar a satisfação dos clientes.

    Portanto, a NBR 17025 utiliza a ISO 9001 como referência e o laboratório que a implementa opera por meio dessa norma utiliza um Sistema de Gestão de Qualidade. Para implantar esses regramentos utiliza-se um Manual da Qualidade, Procedimentos de Gestão, Procedimentos Técnicos, Instruções de Equipamentos e Formulários para registros das atividades.

    Confira os benefícios da ISO 9001 e como aplicar a NBR 17025

    Um dos principais benefícios decorrentes da aplicação dessas normas é a credibilidade e confiabilidade no mercado. Um laboratório acreditado emite certificados de qualidade, oferece serviços de análises e fatura muito mais. Além disso, aumenta o comprometimento da equipe e a competência do pessoal. Veja a seguir como aplicar a NBR nº 17025!

    Procure o INMETRO

    INMETRO é o órgão brasileiro que se responsabiliza pelas certificações dos laboratórios no território nacional. O instituto tem tratados e acordos internacionais para acreditar outras instituições pela NBR nº 17025. A ISO audita essa organização para que atue como acreditadora com o auxílio da Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE) que faz o processo.

    Faça um cadastro

    É preciso fazer um cadastro e cumprir alguns requisitos ao entrar em contato com o INMETRO. O laboratório deve seguir as diretrizes da NBR nº 17025 e a CGCRE vai rubricar certos documentos. Existem duas categorias de documentação, os normativos são obrigatórios, enquanto os orientativos não. Envie ao instituto as documentações de constituição da sua empresa.

    Participe do ensaio de proficiência

    O laboratório terá que participar de um ensaio de proficiência para realizar a calibração e comparar seus resultados com outras empresas já acreditadas. Os processos são feitos de forma imparcial por um terceiro, mas será fundamental ter o sistema da qualidade e as instalações prediais avaliadas pelo INMETRO. Depois de obter a acreditação, é necessário mantê-la.

    Entendeu o que é e para que serve a NBR 17025? Saiba que o processo de acreditação pode demorar entre 6 até 12 meses em virtude da demanda que é bastante elevada e dos processos que são bem detalhados. O laboratório passará por uma pré-auditoria, receberá uma visita que avaliará o grau de assertividade de seus procedimentos.

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    Descubra agora o que é e o que não pode faltar na NBR 17025

    Para uma maior precisão e qualidade nos resultados de exames laboratoriais, existe a NBR 17025, uma norma que regulamenta o setor a fim de promover mais qualidade e confiança nas operações realizadas.

    Caso contrário, se não houver um padrão de qualidade ou uma norma que regulamenta as operações, dificilmente é possível obter confiança quanto aos resultados obtidos por um laboratório. Basta imaginar a aplicação de vacinas, por exemplo, sem aprovação da qualidade por meio de normas específicas.

    Conseguiu entender do que se trata e a importância da NBR 17025? Continue a leitura e entenda como ela se aplica nos laboratórios, suas vantagens em relação a ISO 9001 e os cuidados a serem tomados nos laboratórios!

    O que não pode faltar na NBR 17025?

    Conforme mencionado, a atuação da NBR 17025 visa garantir a competência e resultados válidos dos laboratórios, o que exige o cumprimento de uma série de ações a partir de três atividades laboratoriais: calibração, ensaio e amostragem.

    Calibração

    É preciso que a calibração, ou ajustes dos equipamentos, siga padrões internacionais de confiança. Tais informações estão descritas com mais detalhes no requisito 5.19 da NBR 17025.

    Ensaio

    Para comprovar a capacidade técnica de um produto ou material, é necessário adotar uma série de técnicas e procedimentos que medem a qualidade a partir das informações que descrevem o ensaio, a classe do ensaio, o produto ensaiado e a área de atividade.

    Amostragem

    A amostragem é o processo de coleta de amostras nos níveis e nas condições adequadas, para que seja possível posteriormente realizar o ensaio.

    Ao seguir todos os requisitos e orientações da NBR 17025, o laboratório passa a ter um maior nível de qualidade e confiança nos resultados oferecidos, o que é indispensável para a satisfação e escolha dos clientes. Além do mais, muitos produtos só podem entrar em laboratórios que seguem normas e padrões mundiais de qualidade.

    Qual a relação da NBR 17025 com a ISO 9001?

    Assim como a NBR 17025, a ISO 9001 ajuda empresas e gestores na otimização da qualidade dos processos oferecidos. Porém, a ISO foca em empresas de diferentes setores e a norma em questão atua com exclusividade para laboratórios de amostragem e calibração. 

    Além disso, a ISO 9001 faz isso por meio de certificações do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ), que sinaliza as empresas dentro dos padrões de qualidade e as que precisam corrigir falhas e implantar melhorias. Por exemplo, padronizar as operações, reduzir custos e desperdícios etc.

    Quais os benefícios da NBR 17025 e da ISO 9001?

    A ação da ISO 9001 também aumenta a vantagem competitiva e a busca por atualizações constantes nos laboratórios, a ponto de oferecer mais agilidade no desenvolvimento dos produtos e serviços e buscar satisfazer cada vez mais os pacientes.

    Esses benefícios se tornam ainda mais relevantes e significativos porque a adesão do SGQ não é uma obrigação ou pré-requisito, é uma ação voluntária para quem busca elevar o nível de qualidade e competência. 

    Como foi possível notar, por mais que tanto a NBR 1725 e a ISO 9001 não sejam obrigatórias, elas são essenciais e atuam como diferenciais para que laboratórios busquem constantemente por estruturas e equipamentos adequados e resultados confiáveis. 

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    Classificação dos itens hospitalares: 5 dicas para fazer com eficiência

    Uma gestão eficiente da unidade de saúde exige muitos cuidados, tanto em relação à prestação dos serviços quanto na administração de recursos e materiais. Sendo assim, fazer a classificação dos itens hospitalares é fundamental para melhorar a logística, garantir os insumos necessários para a rotina de atendimento aos pacientes, otimizar os custos e evitar prejuízos financeiros.

    Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para apresentar boas práticas para serem aplicadas como forma de classificar esses itens de forma correta e assegurar melhores resultados. Confira!

    1. Conheça as categorias

    A classificação para utilização de material médico-hospitalar, no Brasil, é regulamentada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que conceitua como produtos hospitalares todos os equipamentos, materiais ou acessórios que estão agregados à proteção e defesa da saúde coletiva ou individual.

    Os itens para a saúde são classificados em quatro classes de risco, levando em conta as normas estabelecidas na RDC 185/01, que estão alinhadas às particularidades específicas para o seu uso:

    • Classe I – baixo risco;
    • Classe II – médio risco;
    • Classe III – alto risco;
    • Classe IV – máximo risco.

    Além disso, as regras de classificação podem ser associadas da seguinte maneira:

    • itens não invasivos: regras 1, 2, 3 e 4;
    • itens invasivos: regras 5, 6, 7 e 8;
    • produtos ativos: regras 9, 10, 11, 12;
    • regras especiais: regras 13, 14, 15, 16, 17 e 18.

    Para entender melhor a respeito dessas regras, é possível acessar o tópico “Classificação” presente no anexo II, da RDC 185/01.

    2. Organize os materiais por categoria

    Depois de receber e conferir os materiais, o ideal é catalogá-los e armazená-los de acordo com suas características, frequência de utilização e prioridades. Determinados insumos necessitam de cuidados especiais, como refrigeração, enquanto outros precisam ficar mais perto do alcance das mãos, com a finalidade de agilizar o atendimento.

    Essa classificação também vai servir para garantir uma armazenagem segura e correta dos materiais de saúde, que podem ser divididos com base na sua capacidade de corrosão, oxidação, fragilidade, volume, inflamabilidade, peso e demais. Também é preciso ter atenção para que tudo seja respoto nos mesmos locais e, assim, impedir a desorganização, dificuldade de aceso e aquisições desnecessárias.

    3. Otimize o controle de estoque

    Outra prática que pode contribuir para a classificação dos itens hospitalares é realizar um bom controle de estoque e, assim, evitar qualquer tipo de descontrole relacionado ao armazenamento dos materiais da unidade de saúde. Para isso, é preciso analisar e padronizar as rotinas de abastecimento, compreendendo de onde vem e para que locais vão os insumos estocados.

    Dessa forma, fica mais fácil definir padrões de consumo, que vão ajudar para um melhor gerenciamento de custos e garantir que os atendimentos aos pacientes sejam realizados com excelência.

    4. Realize inventários periódicos

    Fazer a contagem dos itens de tempos em tempos ajuda a administrar e identificar se tudo está saindo de acordo com o planejado, o que vai reduzir a margem de erros. No caso de materiais com custo mais alto, as contagens precisam ocorrer em períodos menores.

    Essa periodicidade também pode ser estabelecida considerando a classificação de cada material, podendo ser quinzenal, mensal, semestral, entre outros. Os ajustes entre o volume físico e o informado ao sistema e, após, um comunicado para a equipe deve ser feito a respeito de eventuais divergências e questões a serem melhoradas.

    5. Invista em tecnologia

    Para colocar todas as práticas já apresentadas em ação, é importante contar com ferramentas tecnológicas disponíveis no mercado, como um software de gestão, já que oferece funcionalidades ideais para o alcance de atividades mais precisas, por exemplo, quantificar o consumo de materiais, cadastrar e rastrear os insumos, realizar conferências para evitar perdas e expiração da validade, impedir desvios, entre outras medidas importantes para o alcance de melhores resultados.

    Como pode perceber, tomar certos cuidados quanto à classificação dos itens hospitalares é indispensável para reduzir custos, evitar prejuízos e oferecer um atendimento de qualidade, capaz de proporcionar uma melhor experiência aos pacientes e fazer com que a instituição ocupe um lugar de destaque no mercado.

    Gostou deste artigo? Então, aproveite sua visita para entender por que é necessário realizar a manutenção corretiva de equipamentos médicos hospitalares!”.

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