Reconhecida por ser uma ferramenta altamente relevante para a gestão em instituições de saúde, a auditoria hospitalar avalia diversos processos e auxilia no controle de qualidade.
O que é e como funciona uma auditoria hospitalar? Quando falamos em auditoria, é comum logo imaginar a conferência de dados financeiros, contábeis e fiscais. Só que o tipo hospitalar não envolve apenas esses fatores. Na verdade, quando descobrimos como é feita uma auditoria hospitalar, fica claro como essa alternativa oferece diferentes possibilidades.
Inclusive, é essencial conhecer esses aspectos, porque eles podem ajudar até no melhor desempenho da gestão hospitalar. Então, o melhor é que ela seja executada de forma otimizada para servir de apoio e melhorar a qualidade geral dos processos.
Ao longo deste artigo, apresentamos o que é, como funciona a auditoria hospitalar, qual é a sua importância e quais são as suas principais características. Confira e tenha uma ótima leitura!
A auditoria hospitalar é um estudo ou conjunto de avaliações sobre a eficiência de processos e atividades de uma instituição de saúde. Ela serve para gerar dados relevantes e demonstrar qual é a melhor maneira de agir, diante de objetivos estratégicos e de necessidades específicas.
Dessa forma, o principal objetivo da auditoria hospitalar é ajudar clínicas e hospitais a avaliarem o gerenciamento de seus serviços, oferecendo uma série de ferramentas para alcançar níveis mais altos de qualidade e performance a longo prazo.
Ela pode ser realizada periodicamente ou de forma contínua, além de ser externa ou interna. Entre os motivos para a sua realização, estão a obtenção de certificações de qualidade, melhoria de procedimentos e cumprimento de disposições do setor.
Não podemos ignorar a importância de entender como esse processo é executado. Primeiramente, a auditoria pode ser realizada de modo obrigatório, como no caso de um programa de qualidade externo, ou eletivo.
O time de auditores, por sua vez, é composto por profissionais internos, externos ou de forma mista. Em qualquer situação, a análise é objetiva e imparcial, com o objetivo de fazer um raio X mais detalhado da instituição.
Para compreender como é feita uma auditoria hospitalar, podemos fazer um paralelo com um diagnóstico médico. O processo envolve diversos exames e análises, para entender o que tem um paciente, certo? Com a auditoria, também é assim. São usadas checklists de indicadores para cada etapa, além de serem coletados dados com pacientes e profissionais.
Ao final, todas as informações servem para dar um diagnóstico aprofundado sobre o que merece mais atenção ou deve ser executado, a fim de gerar melhorias à instituição de saúde.
Dependendo do objetivo de realização e do processo a ser analisado, a auditoria se divide em algumas opções. Na sequência, mostraremos quais são os principais tipos de auditoria hospitalar para tirar todas as suas dúvidas. Confira!
A auditoria hospitalar preventiva é feita de maneira antecipada, mesmo antes de um processo ser colocado em prática. Ela repassa todas as etapas associadas ao procedimento e faz uma análise para saber se é realmente viável de ser implementada e se atende às necessidades da organização.
Vamos imaginar que um determinado hospital vai adotar um novo software de gestão para o prontuário online, por exemplo: como isso vai afetar a experiência de todos os colaboradores e processos, não faz sentido aplicar logo de início. Então, uma auditoria preventiva é executada para alinhar os pontos e objetivos necessários e, assim, definir a melhor maneira de agir nos próximos passos.
Para saber como é feita uma auditoria hospitalar analítica, é preciso considerar a importância de realizar um estudo completo das informações coletadas. A ideia é reconhecer, com precisão, quais são os pontos com mais dificuldades ou riscos e quais trazem oportunidades mais relevantes.
Não se trata apenas de obter informações e, sim, de analisá-las, considerando o contexto para entender em quais setores o hospital precisa melhorar.
Já a auditoria operacional é aquela mais voltada para os processos operacionais da rotina, sabe? O foco está nas atividades do dia a dia, como as etapas de atendimento ao paciente, desde a recepção até o momento da alta.
Ela inclui vários processos e objetivos, como o de melhorar a qualidade de atendimento para os pacientes ou de evitar problemas com o envio de dados aos convênios médicos, por exemplo.
Reconhecida como uma parte importante da operacional, a auditoria de contas antecede o envio da conta para o paciente ou para a operadora, a fim de analisar possíveis irregularidades e fazer as devidas negociações entre as partes.
O auditor deve cumprir diversas atividades, com o objetivo de monitorar o desempenho da instituição e contribuir para a aplicação adequada de recursos, visando a melhoria de todos os serviços e procedimentos da instituição. As principais tarefas do auditor, em hospitais e clínicas, são:
Para trabalhar como auditor em instituições de saúde, é importante ter formação e experiência nessa área, além de participar de capacitações e cursos de aperfeiçoamento com frequência.
Tão relevante quanto saber como é realizada uma auditoria hospitalar, é entender o quanto ela é útil para as instituições. Acima de tudo, essa é uma ótima escolha para quem deseja otimizar a gestão de atividades, que passa a ser alimentada com informações concretas e objetivas, facilitando o acompanhamento e a redução de falhas. Ou seja, há como entender quais são os pontos fortes e fracos, visando possíveis melhorias.
Em relação à saúde suplementar, podemos dizer que é uma forma de evitar as temidas glosas e de conseguir a acreditação. Como é preciso atender a padrões mínimos de processo, a auditoria coloca tudo no seu devido lugar, aprimorando as tarefas realizadas.
Essa também é uma oportunidade de identificar aspectos de falha e gargalos, em geral. Com a auditoria, é possível saber onde estão os principais problemas, o que deve ser priorizado e quais são os impactos gerados por determinados cenários.
Então, a auditoria ajuda a evitar desperdícios, reduzir prejuízos, melhorar a lucratividade e aprimorar a experiência do paciente, que fica mais satisfeito, aumentando as possibilidades de atração e retenção do público. Trata-se, portanto, de uma ferramenta de extrema importância para a gestão.
Entre as principais vantagens que podem ser adquiridas pelas instituições de saúde, ao investir em uma auditoria hospitalar, estão:
Para garantir todos esses benefícios e implementar as etapas da auditoria, com mais confiança e segurança, é importante preparar a sua instituição antecipadamente. Siga conosco para descobrir como fazer isso!
Depois de aprender como é feita uma auditoria hospitalar, é o momento de saber como ficar pronto para ela. Isso aumenta as chances de cumprir a avaliação da melhor forma possível e, assim, aproveitar ao máximo o que ela oferece para a gestão. Na sequência, mostramos como se preparar para essa fase, a fim de garantir melhores resultados. Confira!
Ter um bom planejamento é indispensável para passar por essa avaliação. O ideal é começar entendendo quais são os pontos essenciais que serão avaliados, como as etapas conferidas e quais serão os critérios utilizados.
Esse passo permite compreender quais são os aspectos mais relevantes e que, de fato, vão indicar o sucesso da instituição, facilitando o monitoramento das informações e gerando insights para as estratégias a serem aplicadas.
Em seguida, é interessante realizar um mapeamento de todas as etapas que estão envolvidas: descubra como elas se relacionam, quais impactos causam e quais são os resultados esperados.
A partir disso, faça modificações de modo a padronizar os processos e otimizar o tempo. Ter a capacidade de executar as atividades com consistência, faz toda a diferença para obter impactos mais positivos e duradouros na auditoria hospitalar.
Também é fundamental treinar a equipe, pois é o que vai garantir que todos estejam prontos para encarar as novas demandas quanto aos processos a serem implementados. Então, após realizar a padronização, nossa dica é consolidar as mudanças por meio de treinamentos.
Faça com que todos conheçam os padrões e as exigências e realize testes de implementação, até que tudo saia conforme o esperado. Assim, é possível otimizar a performance. Uma ótima dica para esse passo funcionar de forma mais assertiva, é prezar pela comunicação transparente — vale mostrar quais são os objetivos e benefícios de cada equipe para ajudar os colaboradores a ficarem cientes dos processos.
Não podemos ignorar que a preparação para a próxima auditoria, na verdade, começa no final da última. Então, logo depois de receber os resultados, é importante mergulhar nas informações e trabalhar sobre elas — analisar dados e métricas, de forma aprofundada, é uma das etapas mais importantes para quem deseja ter uma gestão mais eficaz.
Isso permitirá entender o que ainda está desalinhado e pode ser otimizado, de modo a estruturar ações futuras, ter insights valiosos e definir estratégias mais direcionadas para alcançar a melhoria contínua.
Depois de mostrar como é feita uma auditoria hospitalar, temos que lembrar que ela é importante para a gestão. Quando utilizamos essa ferramenta a nosso favor, é possível conquistar mais qualidade nos serviços oferecidos e atingir objetivos previstos para a instituição de saúde. Então, prepare-se para ela, combinado?
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Os hospitais de referência mundial atendem a uma série de requisitos para terem esse reconhecimento. Além de investirem em pesquisas, eles contam com uma rede sólida de atendimento e diferenciais específicos, que os levam a atingir renome na área da saúde. No Brasil, existem serviços para acreditação de hospitais, e essas instituições formam parcerias para realização de pesquisas e investimento no ensino.
Preparamos este post especial com informações sobre os principais hospitais de referência mundial. Continue acompanhando para entender mais sobre o tema!
No Brasil, a Agência Nacional de Saúde Suplementar define critérios para avaliação da qualidade de hospitais da rede particular. Ela divulga uma relação dos hospitais que mais se encaixam nesses requisitos.
As certificações de qualidade são exemplos de critérios. Elas geralmente são realizadas por Organizações Não Governamentais e buscam verificar a adequação do hospital a um conjunto de padrões predefinidos. Esse processo não é jurídico, e a participação é voluntária.
O índice de readmissão hospitalar é outro fator importante. Ele mede a eficácia do hospital em promover a recuperação dos pacientes. O esperado é que o hospital ofereça um cuidado efetivo e no menor tempo possível. Nesse contexto, são avaliados quesitos como a gestão de quadro clínico, a capacitação de profissionais, os protocolos de atendimento e o planejamento de alta.
A segurança dos pacientes também é um elemento avaliado. De acordo com a resolução número 36/2013, os serviços de saúde devem ser núcleos de segurança das pessoas atendidas, e as tecnologias devem ser utilizadas sempre favorecendo a proteção da saúde dos pacientes.
Os principais hospitais de referência mundial podem ser acompanhados na listagem a seguir. Veja mais!
O hospital Albert Einstein está localizado em São Paulo. Ele trabalha com especialidades como cirurgia, neurologia, cardiologia, pediatria, transplantes, oncologia, ortopedia, reumatologia, radiologia intervencionista e hematologia. A instituição se estabelece em um complexo centro de ensino e pesquisa, que tem graduação em medicina e enfermagem, pós-graduação, ensino técnico e residência.
A instituição oferece também serviços para empresas, como vacinação na companhia, telemedicina, programas de prevenção, check-up e espaços para eventos em saúde. Ela conta ainda com diversas modalidades de treinamento, incubadora de startups e consultoria em gestão.
O Hospital Moinhos de Vento está localizado em Porto Alegre e é afiliado ao John Hopkins Hospital, sobre o qual falaremos mais adiante. Oferece serviços médicos em diversas especialidades: anestesia, nefrologia, neonatologia, cardiologia, coloproctologia, oncologia, cirurgia geral, emergência, gastroenterologia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, neurologia e neurocirurgia, pneumologia, mastologia, psiquiatria, radiologia, reumatologia, medicina nuclear, urologia, entre outras.
A instituição conta com centro de formação, a Faculdade de Ciências da Saúde Moinhos de Vento. Além disso, o hospital tem um ambulatório e uma robusta estrutura para realização de uma série de exames.
O Hospital Bandeirantes se unificou com o Hospital Leforte em maio de 2017 e passou a se chamar Hospital Leforte Unidade Liberdade. A instituição realiza procedimentos de alta complexidade, como cirurgias cardíacas, oncológicas, transplantes de medula óssea e procedimentos cirúrgicos com apoio de vídeo 3D.
O Leforte tem um centro de diagnósticos, que realiza exames como tomografia, ressonância magnética, PET/CT e procedimentos de rotina. Há unidades de internação, centro oncológico e pronto-atendimento. Acrescentamos que o Leforte tem centro de pesquisa e ensino e biblioteca especializada em saúde.
O Gleneagles Hospital está localizado em Singapura, sendo parte do grupo Parkway. Ele se destaca pelos serviços em oncologia, cardiologia, obstetrícia, ginecologia, oftalmologia, neurocirurgia, medicina respiratória, gastroenterologia, oftalmologia e ortopedia. Possui uma área especializada na realização de transplantes. Em 2005, realizou a cirurgia de separação de duas gêmeas siamesas da Indonésia. O procedimento durou 10 horas.
Localizado na Tailândia, é reconhecido pelo turismo médico, sendo o maior hospital privado do Sudeste Asiático. Com uma estrutura luxuosa, Bumrungrad International Hospital tem a sua própria agência de viagens que cuida de vistos dos pacientes e do providenciamento de tradutores para estrangeiros. Por ano, ele atende em média um milhão de pacientes. Apresenta muitas especialidades e subespecialidades, além de ter alcançado premiações internacionais.
O Shouldice Hospital fica no Canadá, sendo líder mundial no tratamento de hérnia abdominal. Ele realiza um tratamento holístico e supervisionado de recuperação e cura. O local conta com refeições especializadas e balanceadas, aconselhamento profissional, terapia de massagem, em um processo intensivo de tratamento que gera rápida recuperação. O ambiente hospitalar mescla elementos da natureza a fim de proporcionar o máximo de tranquilidade para o público atendido.
O Brigham and Women’s Hospital fica nos Estados Unidos, estando vinculado à Escola de Medicina de Harvard. Ele reúne um instituto de oncologia e mais 13 especialidades, como sistema cardiovascular, centro do pulmão, neurociência, centro de ortopedia e artrite, cuidados primários e saúde da mulher. No hospital, há também suporte ao paciente em termos de nutrição e relações familiares, bem como apoio espiritual e farmácia.
O complexo hospitalar John Hopkins fica nos Estados Unidos e reúne um centro de urologia, centro para crianças, centro para câncer e centro de saúde dos olhos, além de uma série de outros serviços. Realizou a primeira cirurgia de redesignação sexual, além de contar com uma forte estrutura em pesquisa e ensino.
Nas pesquisas, o John Hopkins se destacou por identificar três vírus da poliomielite, por realizar a primeira operação de síndrome do bebê azul e por descobrir opioides naturais para o cérebro. Ele possui grande renome no mundo por ser pioneiro em tantas descobertas valiosas.
Os principais hospitais de referência mundial apresentam uma rede sólida de serviços e se ancoram também em um robusto sistema de ensino e pesquisa. Essas instituições se sobressaem pelas especificidades no cuidado e na eficácia em atendimentos. A maioria já apresenta uma longa trajetória em sua história, com inúmeros grandes feitos. Mas é importante lembrar que essa credibilidade é construída no dia a dia da instituição hospitalar.
E então? Gostou de aprender mais sobre os 8 maiores hospitais de referência no Brasil e no mundo? Aproveite e siga a gente nas redes sociais! Estamos no Facebook e LinkedIn!
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A rotina de um hospital é realmente desafiadora, não é mesmo? É fundamental que os processos operem de forma harmônica e bem estruturada. Nesse contexto, manter os equipamentos em bom funcionamento é decisivo para garantir a saúde dos pacientes. Assim, o gerenciamento de manutenção de hospitais é uma engrenagem necessária para que o maquinário funcione em perfeita ordem.
Neste conteúdo especial, vamos mostrar boas práticas de gestão de manutenção para ajudar você a desenvolver as melhores estratégias e implementá-las na sua instituição de saúde. Continue a leitura e entenda mais sobre o tema!
O gerenciamento de manutenção colabora para a redução de custos, pois é mais fácil fazer uma revisão planejada do que lidar com reparos caros e com urgência. Além disso, essa gestão permite ter maior previsibilidade e controle dos investimentos e processos. Com ela, há mais qualidade do atendimento e a dinâmica de manutenção fica melhor estruturada.
Outra questão importante é que o gerenciamento de manutenção contribui para a proteção de vidas no hospital. Afinal, os equipamentos, em sua maioria, estão associados à manutenção de processos vitais. Um dano em algum dispositivo durante o uso poderia gerar riscos para o paciente e comprometer seriamente a imagem da instituição.
Há uma série de práticas que podem ser adotadas para a fazer o gerenciamento de manutenção no hospital. Veja quais são as principais delas a seguir!
Um bom gerenciamento de manutenção envolve a montagem de um planejamento sólido e bem estruturado para as revisões. Quando o equipamento é revisado, ele tem o seu funcionamento pausado para que a máquina seja aberta e o profissional especializado consiga verificar o estado de conservação dos componentes. Assim, o técnico pode fazer as substituições necessárias sem correr nenhum risco.
Nesse contexto, o planejamento entra como um procedimento-chave porque é preciso ter maquinário de reserva disponível para manter os atendimentos funcionando continuamente — afinal, as operações em um hospital não param. Assim, elaborar uma escala com determinações de horários e datas e distribuir as tarefas entre os colaboradores é essencial para a operacionalidade das ações de saúde.
Certos equipamentos são mais utilizados do que outros. Dessa forma, costumam se deteriorar mais rápido e precisam de revisões com mais frequência. Há equipamentos mais caros e que exigem cuidados especiais. Cada aparelho tem uma dinâmica que se comunica com o fluxo dos serviços.
As manutenções são investimentos para o hospital e envolvem vários custos. Para que esses recursos sejam direcionados de forma eficaz e produtiva, nada melhor do que estabelecer prioridades. Ao definir uma ordem de importância para as demandas, será mais fácil realizar a distribuição dos recursos financeiros e das atividades, evitando sobrecargas e entraves nos serviços prestados.
Nem sempre a equipe de manutenção e os outros profissionais têm um contato sólido estabelecido. Essa falta de comunicação pode não gerar bons resultados. Os profissionais que operam as máquinas no dia a dia podem ter muitas contribuições a dar, já que acompanham os aparelhos no dia a dia e podem informar quando algum problema foi notado.
Assim, é fundamental investir no engajamento e na conscientização dos funcionários do hospital. Com toda a equipe ciente da importância do papel de cada um para a manutenção é mais fácil garantir que tudo fique em pleno funcionamento na instituição de saúde.
O mercado conta com uma série de tecnologias inovadoras que podem facilitar o gerenciamento e a manutenção. Há aplicativos e softwares que podem otimizar as tarefas e facilitar a comunicação da equipe. Nos meios virtuais você pode disponibilizar os cronogramas e documentos referentes às manutenções — o Google Drive, por exemplo, permite o compartilhamento de arquivos com várias pessoas. Assim, a equipe acessa os documentos com facilidade e os processos caminham com mais efetividade.
Há mais de um tipo de estratégia de manutenção. A manutenção corretiva é uma ação remediadora. Ou seja, você espera o equipamento ter um defeito para fazer uma averiguação, trocar peças ou substituí-lo. Em geral, é a modalidade mais cara, pois é necessário realizar o reparo com urgência e não há tempo para pesquisar preços com diferentes fornecedores.
Em um hospital, a manutenção corretiva pode ser um pouco problemática. Imagine se um aparelho de hemodiálise tem um defeito quando o paciente o está utilizando. Pode ser um grande risco para a vida do indivíduo. Certamente você deseja evitar um erro grave como esse na instituição.
A manutenção preventiva é o processo de revisão que objetiva diminuir a probabilidade de falhas do aparelho. Nesse caso o equipamento passa por vistorias periodicamente. Ao sinal de qualquer componente que não está com bom desempenho, são realizados os reparos e as substituições de peças. Caso a máquina já esteja muito comprometida, ela pode ser trocada por uma nova.
A manutenção preditiva também tem um caminho de prevenção. No entanto, a proposta dela é utilizar tecnologias modernas para prever qual será o tempo de vida útil do dispositivo e de suas peças. Assim, quando o prazo de vencimento da usabilidade da máquina estiver próximo ela pode ser reparada ou substituída.
Podemos notar que as manutenções preventiva e preditiva são as mais recomendadas para o hospital. Você pode escolher a opção que se adéque melhor à instituição, avaliando preços e possibilidades.
É fundamental capacitar a equipe de manutenção continuamente para ter bons resultados no hospital. Sempre é possível aprender mais para realizar um trabalho melhor. Além disso, com o tempo as máquinas são substituídas por aparelhos mais modernos, tornando necessária a atualização dos aprendizados. Por isso, coloque os treinamentos na agenda da manutenção para garantir a qualidade dos serviços prestados.
O gerenciamento de manutenção é um processo necessário para que o fluxo de trabalho caminhe dentro da normalidade e com o máximo de eficiência e operacionalidade. Essa prática contribui para a diminuição de riscos, otimização dos procedimentos, promoção de saúde e preservação da imagem da instituição.
E então, gostou de aprender a fazer um gerenciamento de manutenção de hospitais mais eficiente? Confira também o nosso post sobre a importância de equipamentos de alta tecnologia para o hospital! E se você precisa de suporte técnico especializado para os seus equipamentos, busque apoio da Medicalway! Temos uma ótima assistência técnica para os seus aparelhos hospitalares!
A evolução das técnicas e procedimentos médicos vem acompanhada com equipamentos de alta tecnologia. Dessa maneira, um hospital não pode ficar parado no tempo, utilizando uma aparelhagem obsoleta.
É fundamental manter as tecnologias sempre atualizadas para oferecer um serviço de melhor qualidade aos pacientes, além de otimizar o trabalho de médicos e outros profissionais de saúde.
Quer entender por que é importante investir em equipamentos de alta tecnologia em seu hospital? Continue a leitura e veja também como acertar na escolha do produto e do fornecedor!
Trabalhar com equipamentos de alta tecnologia é garantir diagnósticos e técnicas mais precisos, mais conforto e segurança ao paciente e menor tempo por atendimento. Além disso, ao acompanhar esse tipo de inovação, seu hospital pode também aumentar a gama de exames oferecidos, já que alguns procedimentos demandam aparelhagem mais recente.
Isso traz um resultado extremamente positivo para a imagem da instituição de saúde, atraindo mais pacientes que estão em busca de serviços médicos de qualidade.
Além disso, uma infraestrutura moderna para a realização dos procedimentos auxilia os médicos, que conseguem realizar o trabalho com mais qualidade, comodidade e em menor tempo. No caso de equipamentos, como um ultrassom, por exemplo, a tecnologia assegura imagens mais nítidas, contribuindo para a avaliação do paciente e seu diagnóstico.
Além de oferecer procedimentos com melhor qualidade, o investimento em equipamentos de alta tecnologia vai aumentar o número de atendimentos diários, ou seja, um reflexo direto nas contas do hospital.
Sem contar que uma aparelhagem mais moderna apresenta menor risco de falhas, ou seja, de você ter que paralisar os serviços para a troca de alguma peça. São produtos que passaram por uma série de testes para que você consiga realizar o melhor atendimento sem contratempos.
Assim, mesmo que o valor pareça, em um primeiro momento, mais elevado na hora da pesquisa sobre equipamentos tecnológicos, você deve considerar a relação custo-benefício. Assim, saiba que você estará adquirindo:
O gestor precisa fazer a escolha correta do equipamento de ponta, afinal, esse será um investimento alto. Assim, em primeiro lugar, ele precisa identificar quais áreas do hospital vão receber a aparelhagem nova. Se for o centro de imagens, por exemplo, é importante identificar quais procedimentos serão oferecidos e, dessa forma, buscar os modelos mais compatíveis.
Na hora de avaliar o produto, é preciso considerar:
É importante saber também quais os cuidados são necessários, como temperatura e umidade do ambiente onde será instalado o equipamento, como deve ser o transporte, quais os tipos de manutenções etc.
Em resumo, é essencial que a tecnologia otimize o trabalho dos profissionais de saúde, aumente os serviços oferecidos e traga melhor resultado nas técnicas e diagnósticos.
Você deve estar se perguntando: mas como o gestor pode ter acesso a todas as informações relativas aos equipamentos de alta tecnologia e, assim, conseguir fazer a melhor escolha? Nesse ponto, é importante contar com fornecedores de qualidade.
Dessa maneira, é possível ter uma assessoria completa para fazer a aquisição mais acertada para a instituição de saúde. É necessário fazer negócios com empresas que conseguem atender suas necessidades e possam oferecer um suporte inclusive no pós-venda.
O fornecedor comprometido com seu cliente deve:
Nessa hora, é essencial escolher empresas de referência no ramo, com um bom tempo de mercado e que trabalhem com equipamentos tecnológicos de marcas mundiais de renome. Assim, você sabe que está adquirindo o que há de mais inovador para seu hospital — com um padrão internacional de qualidade.
Também conta pontos ao fornecedor trabalhar com uma linha grande de produtos, assim você adquire mais itens de uma mesma empresa, conseguindo condições mais atrativas de preço e formas de pagamento.
Na dúvida, faça pesquisas na Internet sobre a reputação da empresa ou peça referências a outros profissionais do segmento da saúde.
Outros fatores para encontrar o fornecedor de equipamentos médicos ideal são:
A Medicalway, por exemplo, reúne todos esses aspectos para oferecer o que há de mais atual para seus clientes. Além de um pós-venda de excelência, a empresa atualmente é importadora da Mindray, a principal fabricante de equipamentos médicos da China.
Ao adquirir equipamentos de alta tecnologia você terá mais tranquilidade, pois, certamente, as falhas serão menores. Mas, para que os aparelhos funcionem corretamente e tenham uma vida útil maior, é necessário alguns cuidados de preservação, como:
Viu só como é necessário realizar os atendimentos com equipamentos de alta tecnologia? Seu hospital vai oferecer um serviço de saúde de excelência, o que traz um impacto positivo para os pacientes e profissionais de saúde, gerando mais receitas para a instituição.
Quer conhecer algumas inovações em equipamentos hospitalares? Entre em contato com a Medicalway e fique por dentro de sua ampla linha de produtos!
