A tecnologia proporciona condições para potencializar processos nos hospitais, facilitando práticas e conduzindo a melhores oportunidades de tratamento. O Big Data em medicina permite fortalecer a estrutura de análise e tratamento de informação, gerando avaliações precisas e diversos benefícios para a prestação de serviços de cuidado. Trata-se de tecnologias complexas e avançadas, que aos poucos estão se inserindo na rotina dos estabelecimentos de saúde brasileiros.
Preparamos este conteúdo especial com diversas informações sobre o Big Data em medicina. Venha com a gente para aprender mais sobre o assunto!
O Big Data é um processo de extração de informação a partir de um volume elevado de dados, que podem estar disponíveis de forma estruturada ou não. Para fazer isso, é necessário utilizar softwares e ferramentas específicos, com a aplicação de filtros de pesquisa e análise. As informações podem ser usadas de forma estratégica em estudos, avaliações e tomadas de decisão.
Na medicina, o Big Data representa um grande potencial para alimentar estudos epidemiológicos, para intervenções em pandemias e para a avaliação de perfis de saúde em hospitais. Com isso, é possível adotar propostas coerentes com as demandas e necessidades, gerando estratégias e decisões efetivos.
É possível notar que o uso de Big Data em saúde cresceu nos últimos tempos. Nos Estados Unidos, a tecnologia é mais difundida. Aqui no Brasil, vemos algumas iniciativas com esse recurso. A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveu alguns estudos na área. Um exemplo é o observatório da dengue, que associava dados do Twitter e de estudos geográficos da cidade de Belo Horizonte. Outro estudo realizado pela universidade, em parceria com pesquisadores do Catar e da Alemanha, foi a avaliação de comportamento de pessoas em grupos de perda de peso nas redes sociais.
O Big Data pode ser utilizado em corporações de diversas modalidades, facilitando avaliações mercadológicas e tomadas de decisão. Na saúde, a ferramenta possibilita maximizar a qualidade das análises e intervenções.
Há várias formas de utilizar essa avançada tecnologia na medicina. O Big Data pode ser aplicado em instituições, associado ao prontuário eletrônico, para o mapeamento epidemiológico do público atendido. Isso permite delinear perfis, definir prioridades e estabelecer políticas de prevenção e intervenção. Por exemplo, se um hospital percebe pelo sistema que há um grande volume de pacientes com doenças associadas ao tabagismo, é possível criar grupos para auxiliar esse público no abandono do cigarro.
As redes sociais também podem ser utilizadas pelo Big Data para estudos e avaliações, com a identificação de demandas e necessidades do público. Na pandemia de coronavírus, as análises de redes sociais por meio do Big Data podem contribuir para a identificação de vulnerabilidades da comunidade e de problemas psicológicos associados ao isolamento. O sistema fornece informações e realiza o cruzamento de dados. Assim, os profissionais da saúde podem fazer avaliações e análises precisas.
O Big Data também pode ajudar no acompanhamento da adesão do público à telemedicina, o que é essencial, especialmente, diante do cenário de pandemia. Isso porque o sistema engloba dados estruturados e não estruturados, contribuindo para estudos, monitoramento e intervenção.
O Big Data proporciona diversas oportunidades e vantagens para a medicina. Ele auxilia na melhora das análises e contribui para estudos precisos e intervenções certeiras. Vamos mostrar, a seguir, quais são esses benefícios. Veja mais!
O Big Data permite analisar os dados com velocidade e precisão de diversas fontes. É um monitoramento contínuo, que acompanha o fluxo das dinâmicas sociais e de saúde. Isso evita coletas de dados com grande taxa de variação e incoerência. Basicamente, o sistema tem a capacidade de monitorar em tempo real, permitindo identificar padrões, acompanhar oscilações e evitar cruzamentos de informações inconsistentes.
Conforme mencionamos, essa tecnologia reúne informação de diversos canais, com grande velocidade. É muito mais rápido do que um colaborador avaliar uma fonte de cada vez. O bloco temporal demandado no processo manual seria longo e os dados rapidamente poderiam se alterar devido ao dinamismo do público.
Como o Big Data integra e sistematiza os dados, é possível evitar procedimentos de grande lentidão e dedicar maior atenção às análises. Com estatísticas consistentes e rapidamente moduladas, a equipe acompanha em tempo real o cenário e a realidade de saúde dos pacientes da instituição.
O Big Data em medicina abre a possibilidade de avaliar com constância, auxiliando a prever alguns padrões e a tomar medidas preventivas. Isso significa também criar condições para minimizar erros e políticas de baixa adesão dos pacientes. Com informação sistematizada e precisa em mãos, a equipe pode planejar estratégias mais moduladas às necessidades do público, o que gera um manejo mais inteligente do fluxo de trabalho, do estoque, da logística e da gestão hospitalar no geral.
É possível notar que o Big Data permite criar um fluxo de trabalho mais eficiente no hospital. Ele possibilita formar uma dinâmica da informação mais ágil, coerente e consistente, minimizando os desencontros e equívocos.
Com isso, a equipe pode fazer análises cuidadosas e empregar diversos conhecimentos técnicos e em saúde para a criação de estratégias funcionam para a resolução de dificuldades e lacunas. O resultado é elevação da produtividade, um melhor rendimento e uma equipe que tem as informações certas em mãos para intervir adequadamente.
A personalização do atendimento é outro ponto positivo que o Big Data proporciona. Como há mais informação sobre o público e as características da região, é possível conhecer melhor quais são as demandas. Com isso, é possível planejar e delinear estratégias que se encaixam melhor a esse corpo de demandas. Assim, esse cenário é propício para a promoção de uma melhor experiência do paciente e para a fidelização.
Conforme destacamos, os dados coletados de um grande volume de canais são agrupados e sistematizados, gerando informação precisa, em tempo real e com grande efetividade. Dessa forma, a equipe pode empregar os conhecimentos da área médica em associação a essas informações, com análises de qualidade e intervenções que alcançam os alvos com exatidão. Assim, as tomadas de decisões são baseadas em um corpo sólido de dados, gerando atitudes e estratégias que atendem melhor às demandas.
O Big Data em medicina proporciona condições para ampliar as possibilidades do hospital e para potencializar a eficiência de atendimento. Aqui no Brasil, as iniciativas com essa tecnologia ainda são tímidas, mas a tendência é promover a ampliação do uso desse recurso.
Neste post, mostramos o quanto o Big Data em medicina contribui para a agilidade, assertividade e qualidade das estratégias, gerando um fluxo de análises e intervenções de maior produtividade e eficácia. Gostou de aprender sobre o assunto? Confira também o nosso conteúdo especial sobre tecnologia na saúde!
A Medicalway tem o orgulho de apresentar o seu atleta patrocinado de Mountain Bike, João Francisco Zelaski. 2017 foi um ano cheio de desafios para o nosso atleta, mas os resultados vieram e nós temos imensa satisfação em fazer parte dessa trajetória de sucesso. No ano passado, João ganhou o campeonato Soul de Mountain Bike, na categoria Light – de 13 a 17 anos – e outros prêmios.
E que este ano de 2018 traga muitos novos desafios e premiações, você merece, João! Seguimos fortes nessa parceria, esporte é saúde e a Medicalway apoia todas as causas que melhorem a qualidade de vida.
“Gostaria de agradecer o apoio da Medicalway Equipamentos Médicos nesses últimos meses de 2017, e da Academia Força Livre, que possibilitaram várias conquistas antes inalcançáveis, como o sonho de correr em outro estado e testar meu desempenho com atletas de nível nacional, onde fiquei com a sexta colocação em uma prova de 44km (pró), sendo esta a minha estreia em distâncias maiores e em um terreno de areia.
Além disso, tive resultados expressivos nas competições paranaenses, garantindo um bom desempenho nos três campeonatos que participei.
Começando 2018 focado nos treinamentos e com grandes expectativas, irei continuar os campeonatos no Paraná, agora na categoria Sport Cadete, com 40km e um nível técnico maior, assim como a concorrência. Também espero estar presente na Praia do Rosa Marathon novamente, para baixar meu tempo, e participar mais uma vez da Serra da Graciosa e do Desafio Morretes.
Pretendo realizar o Brasil Ride Warm Up Botucatu ou o desafio Haka Bike, provas com mais de um dia de duração com longas distâncias e nível sul-americano, e também participar de desafios como: Serra do Rio do Rastro, 100km Mauro Ribeiro e Bike Marathon 113km.
O meu muito obrigado à toda equipe da Medicalway e dos profissionais da Academia Força Livre, pelo apoio que estou recebendo, vejo minha evolução dentro do esporte, os objetivos começam a serem cumpridos e as metas chegaram mais perto de serem batidas, 2017 foi um ano incrível e com certeza 2018 estaremos mais fortes e preparados para as competições.”
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A medicina tradicional chinesa teve sua origem na China antiga mas evoluiu com o decorrer dos anos, sendo ainda praticada hoje em dia e até mesmo inspirando diversas práticas em países do ocidente, sendo usada junto com a medicina tradicional.
A TMC procura diagnosticar e prevenir as doenças ao mesmo tempo em que mantém o corpo sadio, sua definição oficial consiste em: “um completo sistema medicinal que possui um entendimento profundo das leis e padrões na natureza e aplica isso no corpo humano”. Ou seja, ela evita ao máximo os tratamentos invasivos, buscando sempre alternativas mais naturais que se baseiam na filosofia chinesa. Confira algumas características!
A medicina chinesa utiliza a inspeção, o odor, o som, o questionamento e o toque para diagnosticar uma doença. Nela, o médico geralmente não toca o paciente, ele apenas observa e inspeciona qual pode ser a causa do problema. Mas, a sua maior diferença está no fato de que ela considera todos os fatores da sua vida de forma holística para diagnosticar o paciente. Assim, o médico faz perguntas sobre a sua dieta, o seu estilo de vida e avalia a sua saúde mental, pois acredita que tudo está relacionado e deve ser levando em conta na hora de pensar na saúde física. Além disso, ela leva em consideração fatores individuais de cada um para chegar no melhor diagnóstico e tratamento.
Os tratamentos da medicina chinesa são diferentes, pois o seu conceito também é diferente daquilo que estamos acostumados. O papel do médico aqui não é apenas curar, mas também instruir os seus pacientes para que eles entendam como ficaram doentes e como podem voltar a se sentir bem. Dessa forma, ele se foca não apenas na solução do problema, mas, principalmente, na sua prevenção. Alguns dos tratamentos mais conhecidos são: fisioterapia, acupuntura e cupping, todos eles são eficazes para diversos problemas de saúde.
Apesar de ser segura e reconhecida pela OMS, a medicina chinesa não substitui os tratamentos mais específicos e completos, o ideal é aliar as suas práticas a outras já conhecidas. Além disso, vale a pena estudar mais sobre essa modalidade e o seu conceito de prevenção, pois esse tipo de medicina comprova que uma boa qualidade de vida está diretamente ligada a uma melhora da saúde física e mental.
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Já falamos aqui no blog sobre as inovações tecnológicas na área da medicina, mas você sabe como essas inovações estão acontecendo na área da cardiologia?
A principal causa de mortalidade no Brasil são as doenças cardiovasculares, sendo assim as inovações tecnológicas nessa área se tornam muito importantes no nosso país, podendo mudar a qualidade de vida da população. Confira algumas:
A Angioplastia coronária com implante de stents é um tratamento já conhecido e utilizado para tratar a Doença Arterial Coronariana, onde é inserido um stent para manter a artéria aberta para sustentar o fluxo sanguíneo após o procedimento. A novidade aqui é o uso de stents bioabsorvíveis.
Esses novos tipos de stents são feitos com plástico biológico que, por causa de uma reação química, começa a se transformar em água e CO2 6 meses após ser implantado. Dessa forma, o paciente, que antes ficava com o stent permanentemente no seu corpo, poderá viver sem nenhum sinal da cirurgia. Com essa inovação, o stent é completamente absorvido pelo organismo em 2 anos, isso faz com que o paciente não precise mais tomar o medicamento antiagregante plaquetária e passe a ter menos riscos de ter formações de coágulos no local do stent.
O intuito do uso de tecnologia na área da cardiologia é fazer com que os procedimentos se tornem cada vez menos invasivos. Assim, a robótica passou a ser utilizada para aumentar a precisão dos movimentos humanos na hora da cirurgia, diminuindo as possibilidades de erros cometidos por médicos. Nesse procedimento, o cirurgião utiliza um controle para movimentar os braços do robô e uma microcâmera, que capta imagens em 3d, é inserida no tórax do paciente. Dessa forma, a cirurgia passa a ter muito mais precisão, e o paciente se beneficia de um pós-operatório mais rápido e menos dolorido.
Considerada um dos maiores avanços na área da cirurgia cardiovascular, a Sala Híbrida surgiu para unir o trabalho de profissionais com o objetivo de garantir um procedimento menos invasivo para os pacientes. Nela, além dos equipamentos normais de cardiologia, há também aparelhos para tomografia e ressonância magnética, ou seja, é possível aliar as ações do cirurgião com o trabalho de radiologistas de forma colaborativa. Procedimentos realizados nessas salas são então considerados híbridos e podem possibilitar uma recuperação mais rápida e menores riscos de infecção para todos os pacientes.
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