Alguns pacientes podem ter um risco muito alto de presença de células cancerígenas nas mamas e, ainda, ter a impossibilidade de seres acompanhados com frequência. Em circunstâncias como essas, os médicos, mais especificamente ginecologistas ou mastologistas, podem solicitar a biópsia da mama.
Para isso, o profissional de saúde deve remover o tecido do interior da mama, que apresenta alguma suspeita, e avaliar em laboratório se existe a presença de câncer. Assim, o exame também ajuda no diagnóstico, já que outros procedimentos — como ressonância magnética, mamografia e ultrassonografia — não são suficientes para confirmar a existência de células cancerígenas.
Então, quer mais informações sobre esse procedimento e suas diferenças entre os métodos core e vácuo? Continue a leitura e saiba mais!
Conforme mencionado, a biópsia da mama retira amostras de células do tecido mamário para análise em laboratório. Essa solicitação ocorre quando existem nódulos que levam a suspeita dos médicos, já que alguns deles podem significar a presença de câncer.
Então, saiba que o procedimento pode ser realizado dentro do consultório médico ou em uma sala de radiologia, em que os pacientes são monitorados por outros exames, como ressonância magnética, mamografia e ultrassom.
Tudo isso depende do tipo de lesão e da biópsia que será realizada. De qualquer forma, trata-se de um procedimento rápido, que em cerca de 30 minutos pode ser finalizado e costumam ser feitos com tranquilidade, apenas o leve incômodo da injeção na aplicação da anestesia local. Após isso, podem surgir pequenos incômodos e um hematoma.
Entretanto, as chances de ocorrer complicações depois do procedimento, como sangramento, são baixas. Afinal, a biópsia da mama percutânea é pouco invasiva e tão confiável e conclusiva quanto as cirúrgicas, que quase não são mais utilizadas.
Existem diferentes métodos que podem ser adotados na realização da biópsia da mama. O mais comum é o core, em que o médico insere uma agulha e uma pistola para retirada das amostras. O outro é mais moderno: a vácuo, que pode proporcionar melhores resultados.
A biópsia pode ser realizada tanto por uma agulha fina quanto grossa. Porém, ao utilizar uma agulho grossa, como é o caso do procedimento core, é possível colocar várias e amostras de tamanho maior do que no caso da agulha fina. Dessa maneira, a análise pode ser mais precisa e com menor índice de erros.
O funcionamento desse método é similar ao anterior: ocorre a coleta de fragmentos da mama por meio de uma agulha. Porém, nesse caso, a agulha é mais calibrosa e acoplada em um sistema a vácuo, o que facilita o acesso de lesões próximas ao músculo peitoral e a retirada de pequenas dimensões. Logo, em uma única introdução da agulha, já se pode retirar uma quantidade de amostras suficientes.
Em outras palavras, a biópsia de mama a vácuo permite que o procedimento ocorra com maior rapidez, sendo menos invasivo e doloroso. A escolha do procedimento adequado depende da complexidade no quadro de cada paciente e do tamanho do nódulo em cada uma.
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Você sabe o que é a Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica (PAV)? Pois, se trata de uma infecção pulmonar hospitalar que ocorre em indivíduos em ventilação mecânica, associada aos casos em que o paciente se encontra entubado no momento ou nas 48 horas que antecederam ao começo do quadro infeccioso.
Por se tratar de uma das principais causas dos índices de óbito relacionados às infecções hospitalares, é uma condição que requer muita atenção nas instituições e equipe da saúde, especialmente nas Unidades de Tratamento Intensivo (UTI).
Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para apresentar as principais informações do assunto, além de apresentar medidas eficazes de prevenção. Confira!
Entre os principais fatores em que a PAV está relacionada podemos apontar:
Os principais sintomas ligados aos casos de PAV são:
Para realizar o diagnóstico da PAV podem ser usados critérios clínicos com base em exames laboratoriais, temperatura, gasometria arterial, exame físico e radiológicos que apontem novo infiltrado sugestivo de pneumonia. Nesse caso, é considerado o período antecedente à suspeita de PAV.
Um grande desafio ao diagnosticar a Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica está associada ao fato de que alguns sintomas, como a febre, também podem ser causados devido a reação medicamentosa, outra infecção extrapulmonar e demais aspectos. Sendo assim, é importante investir em coleta de amostras de material do trato respiratório inferior, com a execução de culturas quantitativas para que as causas seja detectada de forma precisa.
A fisioterapia respiratória é uma grande aliada para a reabilitação ou cura dos pacientes acometidos pela PAV. Também, é utilizada para a prevenção de complicações pulmonares, tendo em vista que estimula a função pulmonar, levando à minimização da infecção pulmonar e período de uso da ventilação mecânica, além de contribuir para evitar o risco de uma eventual traqueostomia.
O cuidado com o paciente em ventilação mecânica deve ser uma prioridade. Dessa forma, é fundamental implementar um conjunto de boas práticas com o intuito de reduzir a ocorrência de eventos adversos e prevenir a PAV. Por exemplo:
Como pode perceber, a Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica (PAV), é um aspecto de grande preocupação nas unidades de saúde, principalmente pela sua contribuição nos casos de óbitos ocorridos por infecções hospitalares. A entender melhor sobre os seus fatores de risco, sintomas, diagnóstico e demais informações, fica mais fácil empregar as ações adequadas e, assim, evitar ao máximo o acometimento desse quadro nos pacientes.
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A respiração adequada é indispensável para que cada pessoa consiga realizar as trocas gasosas ao fazer o ar entrar e sair do pulmão, fornecendo sangue e nutrientes para todas as células. Caso contrário, se esse processo não ocorrer, além do alto risco de morte, existe o prejuízo para a qualidade de vida na realização das atividades mais básicas do dia a dia. Nesses casos, pode ser necessário realizar uma intervenção respiratória.
Esse processo consiste na ventilação mecânica, que costuma ser utilizada em pacientes com necessidade de tratamentos intensivos, ressuscitação cardiopulmonar e processos anestésicos. A adoção dessa prática pode ser discutível, em situações menos rígidas, ou indiscutível, quando ocorre a falência cardiorrespiratória, comum em quadros graves da Covid-19, por exemplo.
Quer entender mais sobre a intervenção respiratória e o papel do fisioterapeuta nessas situações? Continue a leitura e se aprofunde no assunto!
A intervenção respiratória é uma prática utilizada em quadros clínicos graves que comprometem significativamente a respiração do paciente — o que eleva as chances de óbito. Além de quando existe um consenso da equipe médica envolvida de que essa é a melhor medida a ser adotada no paciente.
Isso porque pode ser possível diminuir os riscos de sequela, reduzir a perda de massa muscular, fortalecer a musculatura esquelética e muitos outros benefícios que minimizam os sintomas dos problemas respiratórios. E ainda, existem casos em que a intervenção respiratória, realizada com atuação do fisioterapeuta, auxilia na execução de procedimentos mais invasivos para pacientes de UTI.
O primeiro passo envolve a análise das condições do paciente pelo profissional de saúde, que inclui:
Após a análise das condições citadas, se o paciente for considerado apto para a intervenção respiratória, o funcionamento do procedimento deve seguir os seguintes passos:
Diante dos fatos citados, é possível notar a importância do fisioterapeuta junto a equipe médica para minimizar os sintomas cardiorrespiratórios, especialmente em quadros de Covid-19, sejam em casos leves ou graves.
No primeiro caso, o profissional previne o agravamento dos sintomas, auxilia no tratamento adequado — como nos exercícios respiratórios — e na educação sobre a doença. Em quadros graves, há o apoio no correto manejo respiratório, gerenciamento da postura e outros pontos que evitam complicações decorrentes da imobilidade do paciente.
Percebeu como a intervenção respiratória pode ser decisiva para os pacientes, juntamente com o apoio dos fisioterapeutas? Para isso, é importante investir em equipamentos médicos de qualidade, como os da Medicalway, que contribuem para esse e outros casos.
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Como o próprio nome sugere, exames de imagem são representações do que ocorre no interior do nosso corpo, possibilitando uma análise e consequentemente diagnóstico mais completo de possíveis problemas de saúde, além do tratamento adequado.
Essa prática se torna especialmente recomendada em tempos da Covid-19, já que se trata de uma doença cujo efeitos ainda são pouco conhecidos e precisam ser estudados a partir de exames de quem foi diagnosticado. Além do mais, os exames de imagem são úteis ao identificar doenças graves, como o câncer, ainda na forma prematura, possibilitando um tratamento mais eficaz.
Quer entender mais sobre a importância dos exames de imagem especialmente durante a pandemia? Continue a leitura e saiba mais sobre o assunto!
Conforme mencionado, os exames de imagem são meios que permitem uma visualização mais ampla do organismo humano. Para isso, são utilizadas diferentes tecnologias que oferecem cada vez mais imagens de alta definição e precisão, para que cada órgão e tecido possam ser analisados com detalhes, verificando o formato, textura e a possível existência de lesões ou alteração anatômica.
As mais comuns são os sistemas energéticos, como ondas de som, radiação e campos magnéticos. Essas energias passam pelo corpo e reproduzem imagens do interior do organismo. Esse processo pode identificar diferentes patologias e avaliar órgãos e tecidos específicos — tudo depende do tipo de exame de imagem utilizado. Eles podem ser:
Por contarem com a presença de sistemas energéticos, muitos têm medo das consequências que a realização de exames de imagens pode ocasionar. Assim, é preciso deixar claro que existem regulamentações que estabelecem parâmetros de segurança, como a limitação do material radioativo, equipamentos a serem utilizados, tempo de exposição etc.
Além disso, no caso da pandemia da Covid-19, por exemplo, em que a realização desse exame se tornou mais comum, a Sociedade Fleischner recomenda que o exame de imagem não seja utilizado em pacientes com sintomas leves, a menos que haja riscos de progressão da doença.
Como dito, os exames de imagem atuam no diagnóstico mais preciso de problemas de saúde, o que se tornou uma técnica aliada dos médicos para comprovar a intensidade da doença e seus efeitos no organismo, além de realizar o monitoramento, especialmente pela ampla visualização dos pulmões, diferentemente de muitos outros exames.
Quer dizer, a tomografia não consegue realizar uma análise pulmonar eficaz, por não permitir a distinção dos diferentes tipos de pneumonias, e o raio-X tem dificuldades de visualizar criteriosamente quadros de infecção.
Dessa maneira, adotar os exames de imagem em tempos de Covid-19 se torna a alternativa mais recomendada por:
Percebeu como os exames de imagem é útil no diagnóstico, monitoramento e até tratamento de doenças, especialmente da Covid-19? Nesse sentido, os tipos de exames mais comuns são as radiografias e tomografias.
Gostou do post e quer continuar se aprofundando no assunto? Confira nosso artigo sobre os equipamentos de ressonância magnética e fique por dentro!
