Cabo de ECG: quais cuidados tomar ao manusear e como comprá-lo?

Cabo de ECG: quais cuidados tomar ao manusear e como comprá-lo?. Muitas pessoas não entendem a importância de tomar certos cuidados ao adquirir e manusear o cabo de ECG, tendo em vista ser parte de um aparelho essencial para a avaliação cardiológica dos pacientes.

Cabo de ECG: quais cuidados tomar ao manusear e como comprá-lo?

Entre as principais funções do cabo de ECG, está a capacidade de armazenar os fios responsáveis por transmitir os dados do indivíduo para o equipamento. Por esse motivo, a forma como é utilizado e as condições em que se encontram são aspectos que influenciam diretamente na confiabilidade dos resultados. Então, é preciso estar atento a isso.

Quer entender um pouco mais sobre os principais pontos de atenção relacionados ao manuseio e aos cuidados com esse item? Então, continue a sua leitura!

Por qual motivo é preciso ter atenção redobrada com o cabo de ECG?

É muito importante que clínicas, consultórios, hospitais e demais unidades de saúde implementem medidas de cuidados e manuseio de cabos de ECG, levando em consideração que qualquer problema ou dano no objeto pode influenciar na atuação dos profissionais, precisão nos resultados e demais erros que vão prejudicar bastante a imagem da instituição no mercado.

Afinal, quando um aparelho não funciona como deveria, isso vai gerar resultados imprecisos ou comprometer o exame, fazendo com que a clínica tenha que desmarcar procedimentos, chamar os pacientes para refazê-los, entre outras situações que vão impactar de forma direta no dia a dia e faturamento do estabelecimento.

Quais cuidados devem ser tomados no uso do cabo de ECG?

Existem casos em que os profissionais de saúde não adotam os cuidados adequados ao manusear o equipamento de ECG e seus cabos, o que pode afetar a vida útil do objeto, além de provocar interferências, quebras, entre outros danos.

Por isso, é essencial tomar certas ações para assegurar um bom uso do aparelho e realizar a execução adequada, o que vai levar a uma maior durabilidade do equipamento, evitar gastos desnecessários e impedir alterações no exame que possam prejudicar os pacientes e o nome da instituição. Conheça as principais a seguir!

Use os acessórios fornecidos pelo fabricante

Ao comprar o eletrocardiógrafo, todos os cabos que o acompanham precisam ser certificados e apresentar um funcionamento alinhado com o aparelho e modelo. Por isso, o uso do equipamento deve ser feito junto com os acessórios originais (fornecidos pelo fabricante), com exceção dos eletrodos.

Em situações em que o manuseio esteja sendo feito de maneira inapropriada, podem ocorrer divergências de sinais, interferências ou até danos no eletrocardiógrafo, além da imprecisão dos resultados dos exames que podem levar a laudos imprecisos e a definição de tratamentos ineficazes para os pacientes.

Não puxe, dobre ou torça os cabos

Para manter o equipamento em suas devidas condições de uso, é importante ter em mente que os cabos são constituídos de vários filamentos revestidos por capas protetoras. Sendo assim, esses filamentos internos são bastante sensíveis, o que pode gerar desgastes que podem levar até à perda integral do equipamento. Portanto, é preciso evitar:

  • torcer o cabo;
  • dobrá-lo;
  • puxá-lo;
  • pendurar o cabo para sustentar outros objetos e demais.

Além disso, nunca faça a remoção dos elétrodos ou encaixes puxando por meio do cabo, tendo em vista que essa prática minimiza de maneira significativa a vida útil do objeto. É importante salientar que os cabos do equipamento são imprescindíveis para o seu funcionamento e também estão entre os acessórios mais caros.

Realize a higienização correta

A higienização é outro aspecto bastante relevante para manter o cabo de ECG em boas condições de uso. Após o uso no paciente, o equipamento precisa ser limpo com solução de álcool 70%. Isso porque o acúmulo de resíduos, com o tempo, pode aumentar o risco de oxidação, afetando o desempenho do cabo.

Utilize somente se for profissional qualificado

Para que todos os cuidados de manuseio do equipamento e de seus cabos sejam garantidos, é fundamental que seu uso seja feito apenas por profissionais qualificados e treinados para esse fim.

Quais critérios devem ser observados ao comprar o equipamento e seus acessórios?

Existem alguns pontos que devem ser avaliados para que consiga adquirir um equipamento de qualidade e com acessórios de alta durabilidade. Veja alguns deles!

Resistência ao derramamento de líquidos

Ao adquirir qualquer equipamento médico, verifique todas as informações a respeito do produto, principalmente dos eletrocardiógrafos, que são bastante usados na rotina da unidade de saúde, na maioria das vezes, em situações de emergências, corridas e estressantes.

Esse cuidado é importante, pois caso algum líquido caia acidentalmente no equipamento, é possível tomar medidas que possam evitar sua danificação, por exemplo, desligar, enxugar e ligar novamente. Dependendo da qualidade do aparelho, esse acidente pode evitar que ele volte a funcionar corretamente.

Portabilidade e praticidade

Quando o assunto é a portabilidade e a praticidade do eletrocardiógrafo, é possível falar sobre vários aspectos, por exemplo:

  • tamanho;
  • peso;
  • se precisa ser ligado na tomada;
  • se é composto de muitos cabos para ser manuseado, entre outros.

Para qualquer equipamento, essa é uma questão essencial, considerando que a praticidade afeta de forma direta a utilização correta e o aumento da vida útil do aparelho. Para os integrantes da equipe de emergência, por exemplo, que apresentam uma rotina muito corrida para ambiente remotos, a portabilidade é um fator necessário

Falta da necessidade de alimentação via rede elétrica

Muitos eletrocardiógrafos dependem da uma rede elétrica, já que são ligados na tomada. Com o equipamento não possui essa exigência, é possível reduzir a quantidade de cabos, fios e fontes externas, o que pode diminuir um pouco os cuidados que precisam ser tomados, além de evitar de forma significativa o acometimento de danos e eventuais dores de cabeça.

Agora que você entende a função do cabo de ECG e a importância de tomar todos os cuidados necessários no seu manuseio, além de como adquirir um equipamento de qualidade pode interferir em sua durabilidade, saiba que a Medicalway é uma empresa que comercializa equipamentos médicos e hospitalares, principalmente para centros cirúrgicos, UTI, centro de imagem (ultrassom), que está há muitos anos no mercado. Além disso, a empresa se destaca pela qualidade dos serviços prestados aos hospitais e clínicas médicas, proporcionando acesso a equipamentos de alta tecnologia.

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    4 equipamentos de centro cirúrgico indispensáveis

    Para que seu hospital realize cirurgias de modo eficiente, é essencial saber quais equipamentos de centro cirúrgico são obrigatórios.

    Assim, você terá à disposição as tecnologias mais recentes do setor, construindo um fluxo de trabalho seguro para o paciente e para os profissionais de saúde.

    Confira abaixo 4 aparelhos que não podem faltar em sua sala cirúrgica!

    1. Estativa Hyport Series (Mindray)

    • organização dos dispositivos do CC de forma otimizada;
    • melhor acesso ao paciente;
    • fluxo de trabalho eficiente;
    • design modular (flexibilidade) e ergonômico (posicionamento mais preciso).

    2. Eletrocardiógrafo Beneheart R12 (Mindray)

    • um dos modelos de 12 derivações mais leves do mercado;
    • autonomia das baterias de íons de lítio — mais de 3,5 horas de uso contínuo;
    • visualização de imagem para revisão instantânea na tela;
    • formas de onda estáveis, limpas e precisas;
    • análises de ECG de modo ágil e confiável.

    3. Aparelho de anestesia A7 (Mindray)

    • misturador eletrônico ajusta e aplica rapidamente o gás fresco em qualquer taxa de fluxo;
    • aplicação de anestesia de baixo fluxo contínua e segura a todos os pacientes;
    • tela de 15 polegadas em cores sensível ao toque;
    • ampla possibilidade de modos de ventilação;
    • sistema iChart-OR integra monitoramento, aplicação de anestesia e dados do tratamento.

    4. Foco cirúrgico HyLed (Mindray)

    • tecnologia LED — economia de energia e iluminação eficiente;
    • funciona até 40.000 horas;
    • fonte de luz confortável — sem aquecimento;
    • conta com sistema de câmera HD;
    • destaque para a ergonomia.

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    O que podemos esperar do mercado de equipamentos médicos?

    Acompanhar os recentes avanços no mercado de equipamentos médicos é muito importante para conseguir mais eficiência operacional e qualidade no seu hospital. Há uma série de inovações que podem melhorar o fluxo de processos na instituição hospitalar e promover melhorias na assistência oferecida aos pacientes.

    Neste conteúdo especial, vamos mostrar as principais tendências no setor, para que a sua clínica não fique para trás. Para isso, vamos falar do estado atual do mercado de equipamentos médicos e também apresentar quais são as possibilidades para os próximos anos.

    Ficou interessado? Continue acompanhando e saiba mais sobre o assunto!

    Como está o mercado de equipamentos médicos?

    Vamos apresentar o panorama atual do mercado de equipamentos médicos. Veja mais a seguir!

    Crescimento da oferta de equipamentos médicos

    O envelhecimento da população traz novas necessidades para a área da saúde, exigindo a amplificação do arsenal de recursos para lidar com patologias e questões associadas à maturidade da população. Além disso, diversas tecnologias vêm sendo incorporadas nos segmentos da saúde, gerando pesquisas com elevado potencial de proporcionar um melhor atendimento para a população mundial.

    Os equipamentos médicos têm um papel decisivo nesses processos, sendo fundamentais para auxiliar os profissionais da saúde na manutenção da vida e preservação da integridade dos pacientes.

    Novas tecnologias

    As tecnologias avançam continuamente e novas possibilidades surgem a cada dia. No mercado de equipamentos médicos, podemos notar que há tendências promissoras.

    A telemedicina, por exemplo, já é uma realidade. Ela é a realização de práticas médicas a distância, seja a emissão de laudos ou acesso a resultados de exames, por exemplo. Ela permite ampliar o acesso à medicina, viabilizando que pessoas de regiões mais remotas possam ter acesso a especialistas e recursos que se concentram em capitais ou grandes centros de referência em saúde.

    Outro recurso que vem ganhando espaço na área de equipamentos é a inteligência artificial, que são os dispositivos capazes de realizar algumas das funções cognitivas humanas, como mensurar, tomar decisões e resolver problemas. Para isso, os aparelhos se baseiam em redes neurais artificiais que proporcionam o aprendizado das máquinas (conhecido como machine learning).

    A robótica também já é utilizada na área de aparelhos para medicina, sendo importante para a realização de procedimentos cirúrgicos. Ela permite melhorar a precisão do cirurgião e viabiliza a realização de procedimentos menos invasivos.

    Mudanças na gestão

    As novas tecnologias no mercado de equipamentos médicos geram impactos sobre a gestão hospitalar. Elas exigem um aumento da eficiência no controle de manutenções, demandando o estabelecimento de cronogramas que envolvam todos os equipamentos e gerando a necessidade de priorização de uma abordagem preventiva nesse quesito.

    A tecnologia insere um maior dinamismo para a gestão hospitalar, facilitando processos e promovendo novas possibilidades, como a supervisão de atendimento a distância. Ela permite ampliar o acesso a um corpo de profissionais mais qualificado para confirmação de diagnóstico, esclarecimento de dúvidas e fornecimento de um tratamento mais efetivo.

    Ou seja, ela incrementa o hospital com um maior arsenal de saberes. Em termos de gestão, os dispositivos médicos geram a necessidade de administração das interações com médicos de fora, por exemplo.

    Os equipamentos médicos baseados em cloud computing também oferecem mais segurança e integridade para o manejo de informação, evitando a perda de dados, invasões no sistema e quebras de sigilo médico.

    O que é possível esperar para os próximos anos?

    É possível esperar várias modificações para o mercado de equipamentos biomédicos para os próximos anos. Veja mais a seguir!

    Expansão do mercado

    Segundo pesquisa da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde, divulgada pelo portal Saúde Business, em 2018 o mercado de dispositivos médicos movimentou R$ 10,5 bilhões no Brasil. Com os avanços em pesquisas, a oferta de equipamentos hospitalares se amplia e a rede de hospitais pode contar com um parque tecnológico diversificado e que proporciona mais precisão e eficácia em diagnósticos e tratamentos.

    Dados da mesma pesquisa apontam que em 2018 a alta da área de dispositivos médicos foi de 13,5%. Com a modernização e atualização constante da medicina, é essencial que os hospitais busquem incrementar seu parque tecnológico para oferecer tratamentos mais eficazes e para acompanhar as inovações que surgem nesse contexto.

    Tendências em equipamentos

    Uma importante tendência em equipamentos é a de integração de uma ampla variedade de dispositivos, o que é conhecido como Internet das Coisas. Ela amplia a rede de comunicação para o intercâmbio de informações e facilita a coleta de dados.

    Isso ajuda a rotina de pacientes e também proporciona um arsenal de registros que contribuem para o monitoramento, análise e para as reflexões dos médicos. Em telemedicina, a Internet das Coisas possibilita conectar os equipamentos analógicos às plataformas, para facilitar o envio de informações sem necessitar de uploads manuais.

    Melhoria da qualidade de vida do paciente

    Os equipamentos médicos proporcionam melhora da qualidade de vida dos pacientes. A tecnologia permite ao médico fazer mais procedimentos com agilidade e precisão, além de possibilitar que o profissional tenha mais recursos disponíveis para oferecer um bom tratamento. Com isso, o médico tem mais tempo para se dedicar a um atendimento humanizado e a realizar uma avaliação profunda da pessoa que está sendo cuidada.

    Além disso, o mercado conta com dispositivos que podem promover mais bem-estar para o paciente. Um exemplo é o biossensor transdérmico para diabéticos. Ele coleta dados sobre os níveis de glicose no sangue e evita que o paciente tenha que utilizar agulhas diariamente nessa aferição.

    As pesquisas avançam e os equipamentos são aprimorados para proporcionar tratamentos menos invasivos e que minimizem a dor e o desconforto. Há também dispositivos inteligentes que possibilitam fazer uma análise mais eficaz dos processos para que o tratamento seja conduzido de forma a proporcionar uma recuperação mais rápida.

    O mercado de equipamentos médicos está em constante atualização. Com o lançamento de novas tecnologias, a tendência é otimizar processos e promover uma maior humanização do cuidado. Os desafios da gestão hospitalar podem ser facilitados com o apoio de recursos modernos e projetados para terem melhor performance e eficiência operacional.

    Há uma série de possibilidades para incrementar o hospital e construir um parque tecnológico que ofereça o que há de melhor para a vida do paciente. Se você gostou de aprender mais sobre o mercado de equipamentos médicos, aproveite e entre em contato com a Medicalway e conheça nossos produtos e serviços!

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    Cardiotocografia: entenda a importância para a saúde do bebê

    Hospitais, maternidades e clínicas obstétricas que buscam oferecer um atendimento integral à gestante devem estar preparados para a realização da cardiotocografia (CTG). O exame avalia a vitalidade do bebê e indica o sofrimento fetal, trazendo alertas como a necessidade da antecipação do parto, por exemplo.

    O procedimento, normalmente realizado ao final da gestação, é rápido, indolor e não invasivo. É feito com um equipamento denominado cardiotocógrafo e muito útil principalmente em gestações de alto risco.

    Quer entender melhor como funciona a cardiotocografia e sua importância para a saúde da mãe e do bebê? Acompanhe nosso post e descubra por que disponibilizar esse exame é fundamental em instituições de saúde que fazem o atendimento a gestantes!

    O que é cardiotocografia?

    A cardiotocografia (CTG) tem por finalidade fazer um registro da atividade cardíaca fetal. O registro é feito em papel, na forma de traçado, e também observa as contrações uterinas e os movimentos fetais.

    A interpretação do exame é realizada por meio de uma análise do traçado resultante da atividade cardíaca fetal e de sua variabilidade — ou seja, espera-se que a frequência cardíaca fetal varie junto com movimentos e contrações uterinas. Os padrões esperados de variabilidade são bem documentados e, assim, detectam as alterações com mais facilidade.

    A CTG é um exame prático — pois não precisa da presença do operador ao lado da gestante —, relativamente barato e que traz resultados bastante confiáveis.

    Como é feito o procedimento?

    Para realizar o exame, a gestante pode ficar sentada ou deitada. Ela permanece confortável, pois o procedimento é indolor e não invasivo. São utilizados dois cintos com sensores na barriga da mãe: um para captar os batimentos cardíacos do feto e outro para descobrir a frequência e a intensidade das contrações uterinas. Se for uma gestação múltipla, há um sensor especial para cada coração.

    O equipamento utiliza um estímulo sonoro na barriga da gestante, com uma fonte com frequência de 500 a 1.000 Hz, com o objetivo de verificar a reação do bebê.

    Os dados obtidos são transmitidos para um papel ou para um monitor, em um gráfico, e depois são interpretados pelo médico. O exame pode ajudar a fazer uma avaliação do feto no final da gravidez ou durante o trabalho de parto — para averiguar se o bebê está em sofrimento, por exemplo.

    Como o exame pode ajudar a mãe e o bebê?

    A cardiotocografia (CTG) é fundamental para garantir que a gestação transcorre bem nas últimas semanas. Isso porque o resultado do exame, quando mostra algum desvio, pode indicar insuficiência na oxigenação cerebral do bebê. Essa deficiência pode ser causada por vários fatores, como:

    • posição do feto;
    • problemas na placenta;
    • cordão umbilical enrolado no pescoço do bebê.

    Desse modo, baseado no resultado da CTG, o obstetra pode definir o melhor momento e método para fazer o parto.

    O exame deve ser realizado, por exemplo, quando a gestante sente que o bebê não está se mexendo ou está se movimentando pouco. Assim, o médico poderá entender o que está acontecendo. A cardiotocografia é indicada também para:

    • verificação da frequência e intensidade das contrações durante o trabalho de parto;
    • avaliação das condições do bebê também no trabalho de parto;
    • rompimento da bolsa antes da 37ª semana de gestação;
    • gestações que ultrapassam 40 semanas para garantir que não há sofrimento fetal;
    • gestações de risco, no caso de mães com hipertensão, diabetes, cardiopatias, anemias, entre outros problemas;
    • suspeita de infecção dentro do saco gestacional.

    Com que frequência deve ser feito?

    O exame de CTG é comumente solicitado no final da gravidez, após 38 semanas em gestações que transcorrem normalmente, durante o trabalho de parto ou a qualquer momento (em gestações acima de 30 semanas), desde que haja necessidade de avaliar a vitalidade fetal.

    Assim, a frequência com a qual o procedimento deve ser realizado é a seguinte:

    • no caso de avaliação dos movimentos do bebê (caso a mãe relate que tenham diminuído): só até o procedimento apontar que está tudo bem;
    • após as 40 semanas de gestação: deve ser realizado a cada 48 horas;
    • no caso de gravidez de risco, por conta de alguma doença da mãe: a recomendação é que a CTG seja feita a cada semana ou a cada três dias, dependendo da condição de saúde da gestante.

    Quais sinais indicam sofrimento fetal?

    A cardiotocografia pode detectar sinais de sofrimento fetal. São eles:

    • FCF (Frequência Cardíaca Fetal) acima de 160 batimentos por minuto, que permanece assim, indica taquicardia fetal;
    • FCF abaixo de 110 batimentos por minuto indica bradicardia fetal;
    • o normal é que a FCF varie de acordo com os movimentos dos bebês ou quando ele escuta um barulho alto. Caso essa frequência permaneça constante ela indica sofrimento fetal;
    • quedas significativas na FCF demonstram desacelerações na frequência cardíaca do bebê;
    • desacelerações na FCF após as contrações podem indicar que o oxigênio do feto está diminuindo.

    Como prevenir uma gestação de alto risco?

    Segundo um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), 30 milhões de bebês nascem prematuros no mundo, com baixo peso ou ficam doentes e necessitam de cuidados especiais.

    A gestação de alto risco é uma realidade que pode ser causada doenças maternas, como hipertensão, diabetes ou infecções, pelo uso de álcool e drogas ou ainda ocorrer devido à obesidade, gestação múltipla, estresse ou por conta de outras doenças, como renais ou da tireoide. Há ainda situações de gravidez de risco por conta de um pré-natal mal executado.

    Independentemente da causa, para prevenir esse quadro é fundamental realizar o pré-natal, com todos os exames, como ultrassonografias e a cardiotocografia (se necessário). A mãe deve seguir as recomendações médicas, ter uma alimentação saudável, hidratar-se bem e realizar atividade física com moderação.

    Para que o acompanhamento da gestante seja seguro, ainda mais em casos de risco, é importante que a maternidade ou clínica médica tenha à disposição o exame de cardiotocografia. Esse é um procedimento de baixo custo que pode salvar vidas.

    Quer conhecer uma linha altamente tecnológica de cardiotocógrafos? Veja os equipamentos da Medicalway e ofereça o melhor para suas pacientes!

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