Calibração de equipamentos médico-hospitalares: a importância dos analisadores e simuladores

A calibração de equipamentos médico-hospitalares é uma prática imprescindível dentro das instituições de saúde e promove a confiabilidade das medidas analisadas em procedimentos, diagnósticos, tratamentos e acompanhamento de pacientes.

E, para realizar uma calibração de qualidade, os simuladores e analisadores são fundamentais. Essas ferramentas permitem que os aparelhos sejam calibrados com muito mais segurança, credibilidade e precisão no desempenho.

Se você deseja aprofundar seus conhecimentos sobre a prática da calibração, continue lendo este artigo. Elencamos os principais pontos pelos quais os analisadores e simuladores têm se tornado fundamentais no desempenho e segurança de equipamentos.

Qual é a importância da calibração?

Independentemente do setor — industrial, automobilístico ou médico —, a calibração é um item bastante relevante e vem se mostrando cada vez mais desenvolvida no Brasil.

Assim, os hospitais e clínicas brasileiras estão se conscientizando gradualmente da necessidade de realizar essa prática com uma frequência adequada para garantir que os equipamentos médico-hospitalares apresentem a performance para a qual foram construídos.

A diferença entre calibração e ajuste

Antes de adentrarmos nos conceitos e características da técnica, é importante entender a diferença entre calibração e ajuste, uma vez que muitas pessoas da área técnica confundem os dois conceitos.

O ajuste de um equipamento é feito, por exemplo, quando os profissionais realizam alguma intervenção via software ou hardware e ajustam a grandeza de determinado equipamento. Ou seja, essa operação é corretiva e tem o objetivo de fazer com que o desempenho do aparelho seja compatível com suas características de uso.

Já a calibração configura a melhor maneira de avaliar o funcionamento dos equipamentos periodicamente. Em outras palavras, a calibração de equipamentos médico-hospitalares tem o objetivo de comparar as leituras sob teste com os valores gerados por um padrão que, no caso, é a referência.

A partir disso, é possível gerar um laudo com os dados captados junto aos estudos que envolvam conhecimentos em metrologia para então demonstrar qual é o desvio padrão da medida que está sendo realizada.

O hospital consegue, então, comparar esse laudo e analisar se os resultados atendem às especificações do sistema de qualidade interno.

Compreendeu os conceitos e percebeu a relação entre eles? Os dois conceitos são distintos e desempenham operações com objetivos diferentes, entretanto, são dependentes. O ajuste somente pode ser realizado depois de um procedimento de calibração.

A calibração deve ser realizada por qual profissional?

Para manter a tarefa de geração de certificados de calibração centralizada, o ideal é que profissionais especializados — sejam eles técnicos ou engenheiros —, que tenham expertise em metrologia e estejam atualizados quanto às tecnologias da área da saúde desempenhem essa função.

Veja os principais requisitos que o profissional deve ter:

  • conhecimento do mecanismo e características do equipamento que será testado para identificação de quaisquer níveis de alteração;
  • expertise em metrologia: assim que a calibração é executada, um laudo é gerado e ele deve ter informações completas como cálculo de erro e incertezas de medição para sustentar a avaliação de uso (ou não) do equipamento.

Quais ferramentas e técnicas de calibração devem estar à disposição?

Para que a empresa que presta esse tipo de serviço apresente resultados consistentes, é fundamental que ela tenha procedimentos padronizados. Dessa forma, é possível garantir que, independentemente do técnico ou engenheiro que realizar a calibração, a qualidade do trabalho será garantida.

Nesse contexto, quando os profissionais estão munidos de ferramentas como analisadores e simuladores de qualidade e precisão, a garantia de que o ensaio terá êxito é muito mais significativa.

Por que é importante utilizar analisadores e simuladores?

Suponha que você esteja analisando uma bomba de infusão em que podemos ajustar a velocidade e quantidade de infusão do medicamento administrado. Quando o médico faz a prescrição, ele almeja obter resultados, certo?

No entanto, se o medicamento for infundido indevidamente, ele não terá o resultado esperado e a terapia será ineficaz. Então, o médico ainda pode tomar decisões equivocadas e causar danos ao paciente.

Por isso o uso de analisadores e simuladores se faz tão importante. Eles garantem o funcionamento ideal dos equipamentos e impedem que consequências graves ocorram, como no caso de uma infusão errada ou falhas em equipamentos de suporte à vida.

Quais as principais características de analisadores e simuladores e como escolhê-los corretamente?

O principal objetivo é, sem dúvidas, ter um equipamento robusto e confiável. E, para serem confiáveis, os analisadores e simuladores devem ser muito mais precisos do que os equipamentos médico-hospitalares.

Afinal, essas ferramentas são utilizadas como referência. Se, por exemplo, um analisador é menos preciso do que um aparelho médico, não faz sentido realizar um ensaio de calibração. Devido a esses fatores, a qualidade das ferramentas também é um fator crucial.

Além disso, o equipamento deve ser robusto, pois não se faz apenas uma medida de grandeza. Pelo contrário, ela é repetida algumas vezes para checar se existe repetibilidade e o fornecimento de análises e simulações iguais.

É necessário, inclusive, ter um cuidado especial com o equipamento. Para fazer o procedimento de calibração adequado, ele deve ser enviado para um órgão, instituto ou empresa que seja certificada pelo Inmetro. Dessa forma, o hospital consegue acompanhar a rastreabilidade do analisador e simulador que serão utilizados, garantindo mais segurança para o hospital e os pacientes.

Podemos observar que a calibração de equipamentos médico-hospitalares por uma equipe técnica qualificada tem o potencial de ir em direção contrária às falhas e erros de procedimentos nas instituições de saúde.

É muito importante que os profissionais que cuidam da manutenção preventiva dos hospitais busquem participar ativamente de eventos e congressos de engenharia clínica, almejando atualizações contínuas na área sobre as normas e utilização adequada dos equipamentos.

Isso reflete diretamente na prestação de serviços. Ou seja, o gestor consegue compreender mais profundamente sobre o assunto e cobrar o fornecimento de laudos completos e robustos da empresa que realiza a calibração de equipamentos médico-hospitalares.

Viu como é importante escolher analisadores e simuladores corretamente? Além de optar por uma empresa que disponibilize tecnologias de excelência, o acompanhamento pós-venda e suporte técnico fazem toda a diferença. Entre em contato conosco e saiba mais sobre nossas condições e serviços!

Fique por dentro das nossas novidades!

    Veja também
    Como fazer um gerenciamento de manutenção de hospitais de forma eficiente?

    A rotina de um hospital é realmente desafiadora, não é mesmo? É fundamental que os processos operem de forma harmônica e bem estruturada. Nesse contexto, manter os equipamentos em bom funcionamento é decisivo para garantir a saúde dos pacientes. Assim, o gerenciamento de manutenção de hospitais é uma engrenagem necessária para que o maquinário funcione em perfeita ordem.

    Neste conteúdo especial, vamos mostrar boas práticas de gestão de manutenção para ajudar você a desenvolver as melhores estratégias e implementá-las na sua instituição de saúde. Continue a leitura e entenda mais sobre o tema!

    Qual a importância do gerenciamento de manutenção no hospital?

    O gerenciamento de manutenção colabora para a redução de custos, pois é mais fácil fazer uma revisão planejada do que lidar com reparos caros e com urgência. Além disso, essa gestão permite ter maior previsibilidade e controle dos investimentos e processos. Com ela, há mais qualidade do atendimento e a dinâmica de manutenção fica melhor estruturada.

    Outra questão importante é que o gerenciamento de manutenção contribui para a proteção de vidas no hospital. Afinal, os equipamentos, em sua maioria, estão associados à manutenção de processos vitais. Um dano em algum dispositivo durante o uso poderia gerar riscos para o paciente e comprometer seriamente a imagem da instituição.

    Quais as melhores práticas para fazer um gerenciamento de manutenção eficiente no hospital?

    Há uma série de práticas que podem ser adotadas para a fazer o gerenciamento de manutenção no hospital. Veja quais são as principais delas a seguir!

    Tenha um planejamento

    Um bom gerenciamento de manutenção envolve a montagem de um planejamento sólido e bem estruturado para as revisões. Quando o equipamento é revisado, ele tem o seu funcionamento pausado para que a máquina seja aberta e o profissional especializado consiga verificar o estado de conservação dos componentes. Assim, o técnico pode fazer as substituições necessárias sem correr nenhum risco.

    Nesse contexto, o planejamento entra como um procedimento-chave porque é preciso ter maquinário de reserva disponível para manter os atendimentos funcionando continuamente — afinal, as operações em um hospital não param. Assim, elaborar uma escala com determinações de horários e datas e distribuir as tarefas entre os colaboradores é essencial para a operacionalidade das ações de saúde.

    Estabeleça prioridades

    Certos equipamentos são mais utilizados do que outros. Dessa forma, costumam se deteriorar mais rápido e precisam de revisões com mais frequência. Há equipamentos mais caros e que exigem cuidados especiais. Cada aparelho tem uma dinâmica que se comunica com o fluxo dos serviços.

    As manutenções são investimentos para o hospital e envolvem vários custos. Para que esses recursos sejam direcionados de forma eficaz e produtiva, nada melhor do que estabelecer prioridades. Ao definir uma ordem de importância para as demandas, será mais fácil realizar a distribuição dos recursos financeiros e das atividades, evitando sobrecargas e entraves nos serviços prestados.

    Invista nos funcionários

    Nem sempre a equipe de manutenção e os outros profissionais têm um contato sólido estabelecido. Essa falta de comunicação pode não gerar bons resultados. Os profissionais que operam as máquinas no dia a dia podem ter muitas contribuições a dar, já que acompanham os aparelhos no dia a dia e podem informar quando algum problema foi notado.

    Assim, é fundamental investir no engajamento e na conscientização dos funcionários do hospital. Com toda a equipe ciente da importância do papel de cada um para a manutenção é mais fácil garantir que tudo fique em pleno funcionamento na instituição de saúde.

    Utilize a tecnologia

    O mercado conta com uma série de tecnologias inovadoras que podem facilitar o gerenciamento e a manutenção. Há aplicativos e softwares que podem otimizar as tarefas e facilitar a comunicação da equipe. Nos meios virtuais você pode disponibilizar os cronogramas e documentos referentes às manutenções — o Google Drive, por exemplo, permite o compartilhamento de arquivos com várias pessoas. Assim, a equipe acessa os documentos com facilidade e os processos caminham com mais efetividade.

    Conheça os diferentes tipos de manutenção

    Há mais de um tipo de estratégia de manutenção. A manutenção corretiva é uma ação remediadora. Ou seja, você espera o equipamento ter um defeito para fazer uma averiguação, trocar peças ou substituí-lo. Em geral, é a modalidade mais cara, pois é necessário realizar o reparo com urgência e não há tempo para pesquisar preços com diferentes fornecedores.

    Em um hospital, a manutenção corretiva pode ser um pouco problemática. Imagine se um aparelho de hemodiálise tem um defeito quando o paciente o está utilizando. Pode ser um grande risco para a vida do indivíduo. Certamente você deseja evitar um erro grave como esse na instituição.

    A manutenção preventiva é o processo de revisão que objetiva diminuir a probabilidade de falhas do aparelho. Nesse caso o equipamento passa por vistorias periodicamente. Ao sinal de qualquer componente que não está com bom desempenho, são realizados os reparos e as substituições de peças. Caso a máquina já esteja muito comprometida, ela pode ser trocada por uma nova.

    A manutenção preditiva também tem um caminho de prevenção. No entanto, a proposta dela é utilizar tecnologias modernas para prever qual será o tempo de vida útil do dispositivo e de suas peças. Assim, quando o prazo de vencimento da usabilidade da máquina estiver próximo ela pode ser reparada ou substituída.

    Podemos notar que as manutenções preventiva e preditiva são as mais recomendadas para o hospital. Você pode escolher a opção que se adéque melhor à instituição, avaliando preços e possibilidades.

    Invista na capacitação contínua

    É fundamental capacitar a equipe de manutenção continuamente para ter bons resultados no hospital. Sempre é possível aprender mais para realizar um trabalho melhor. Além disso, com o tempo as máquinas são substituídas por aparelhos mais modernos, tornando necessária a atualização dos aprendizados. Por isso, coloque os treinamentos na agenda da manutenção para garantir a qualidade dos serviços prestados.

    O gerenciamento de manutenção é um processo necessário para que o fluxo de trabalho caminhe dentro da normalidade e com o máximo de eficiência e operacionalidade. Essa prática contribui para a diminuição de riscos, otimização dos procedimentos, promoção de saúde e preservação da imagem da instituição.

    E então, gostou de aprender a fazer um gerenciamento de manutenção de hospitais mais eficiente? Confira também o nosso post sobre a importância de equipamentos de alta tecnologia para o hospital! E se você precisa de suporte técnico especializado para os seus equipamentos, busque apoio da Medicalway! Temos uma ótima assistência técnica para os seus aparelhos hospitalares!

    LEIA MAIS
    A importância de equipamentos de alta tecnologia para o hospital

    A evolução das técnicas e procedimentos médicos vem acompanhada com equipamentos de alta tecnologia. Dessa maneira, um hospital não pode ficar parado no tempo, utilizando uma aparelhagem obsoleta.

    É fundamental manter as tecnologias sempre atualizadas para oferecer um serviço de melhor qualidade aos pacientes, além de otimizar o trabalho de médicos e outros profissionais de saúde.

    Quer entender por que é importante investir em equipamentos de alta tecnologia em seu hospital? Continue a leitura e veja também como acertar na escolha do produto e do fornecedor!

    Como a escolha dos equipamentos impacta na qualidade dos procedimentos realizados?

    Trabalhar com equipamentos de alta tecnologia é garantir diagnósticos e técnicas mais precisos, mais conforto e segurança ao paciente e menor tempo por atendimento. Além disso, ao acompanhar esse tipo de inovação, seu hospital pode também aumentar a gama de exames oferecidos, já que alguns procedimentos demandam aparelhagem mais recente.

    Isso traz um resultado extremamente positivo para a imagem da instituição de saúde, atraindo mais pacientes que estão em busca de serviços médicos de qualidade.

    Além disso, uma infraestrutura moderna para a realização dos procedimentos auxilia os médicos, que conseguem realizar o trabalho com mais qualidade, comodidade e em menor tempo. No caso de equipamentos, como um ultrassom, por exemplo, a tecnologia assegura imagens mais nítidas, contribuindo para a avaliação do paciente e seu diagnóstico.

    Por que você deve investir em equipamentos de alta tecnologia?

    Além de oferecer procedimentos com melhor qualidade, o investimento em equipamentos de alta tecnologia vai aumentar o número de atendimentos diários, ou seja, um reflexo direto nas contas do hospital.

    Sem contar que uma aparelhagem mais moderna apresenta menor risco de falhas, ou seja, de você ter que paralisar os serviços para a troca de alguma peça. São produtos que passaram por uma série de testes para que você consiga realizar o melhor atendimento sem contratempos.

    Assim, mesmo que o valor pareça, em um primeiro momento, mais elevado na hora da pesquisa sobre equipamentos tecnológicos, você deve considerar a relação custo-benefício. Assim, saiba que você estará adquirindo:

    • inovação para os seus serviços;
    • mais segurança para técnicos e pacientes;
    • vida útil maior da máquina;
    • produtividade mais elevada;
    • menor gasto com manutenções.

    O que avaliar para não errar na escolha?

    O gestor precisa fazer a escolha correta do equipamento de ponta, afinal, esse será um investimento alto. Assim, em primeiro lugar, ele precisa identificar quais áreas do hospital vão receber a aparelhagem nova. Se for o centro de imagens, por exemplo, é importante identificar quais procedimentos serão oferecidos e, dessa forma, buscar os modelos mais compatíveis.

    Na hora de avaliar o produto, é preciso considerar:

    • design ergonômico, com possibilidade de ajuste de altura;
    • tamanho de monitor (se houver) e tela touch;
    • facilidade de transporte;
    • autonomia de bateria;
    • economia de energia;
    • se há outros acessórios que é preciso adquirir.

    É importante saber também quais os cuidados são necessários, como temperatura e umidade do ambiente onde será instalado o equipamento, como deve ser o transporte, quais os tipos de manutenções etc.

    Em resumo, é essencial que a tecnologia otimize o trabalho dos profissionais de saúde, aumente os serviços oferecidos e traga melhor resultado nas técnicas e diagnósticos.

    Como escolher o fornecedor ideal?

    Você deve estar se perguntando: mas como o gestor pode ter acesso a todas as informações relativas aos equipamentos de alta tecnologia e, assim, conseguir fazer a melhor escolha? Nesse ponto, é importante contar com fornecedores de qualidade.

    Dessa maneira, é possível ter uma assessoria completa para fazer a aquisição mais acertada para a instituição de saúde. É necessário fazer negócios com empresas que conseguem atender suas necessidades e possam oferecer um suporte inclusive no pós-venda.

    O fornecedor comprometido com seu cliente deve:

    • fazer a demonstração dos produtos;
    • detalhar todos os dados técnicos;
    • destacar os diferenciais dos equipamentos e tecnologia oferecida.

    Nessa hora, é essencial escolher empresas de referência no ramo, com um bom tempo de mercado e que trabalhem com equipamentos tecnológicos de marcas mundiais de renome. Assim, você sabe que está adquirindo o que há de mais inovador para seu hospital — com um padrão internacional de qualidade.

    Também conta pontos ao fornecedor trabalhar com uma linha grande de produtos, assim você adquire mais itens de uma mesma empresa, conseguindo condições mais atrativas de preço e formas de pagamento.

    Na dúvida, faça pesquisas na Internet sobre a reputação da empresa ou peça referências a outros profissionais do segmento da saúde.

    Outros fatores para encontrar o fornecedor de equipamentos médicos ideal são:

    • comprometimento com prazos de entrega;
    • suporte rápido para qualquer falha técnica;
    • disponibilidade de peças para qualquer contratempo.

    A Medicalway, por exemplo, reúne todos esses aspectos para oferecer o que há de mais atual para seus clientes. Além de um pós-venda de excelência, a empresa atualmente é importadora da Mindray, a principal fabricante de equipamentos médicos da China.

    Quais os cuidados necessários com os equipamentos médicos?

    Ao adquirir equipamentos de alta tecnologia você terá mais tranquilidade, pois, certamente, as falhas serão menores. Mas, para que os aparelhos funcionem corretamente e tenham uma vida útil maior, é necessário alguns cuidados de preservação, como:

    • transporte — é preciso cuidado na movimentação do aparelho pela unidade de saúde, verificando, por exemplo, textura do piso, altura de portas e largura de corredores;
    • manuseio adequado — a equipe deve ter capacitação específica para operar os equipamentos sem causar danos;
    • condições ambientais — é necessário verificar no manual e com o fornecedor as condições ambientais ideais de temperatura, umidade, luminosidade e fluxo de ar do local para dispor a máquina;
    • higienização — é obrigatório fazer a descontaminação periódica dos aparelhos;
    • calibração — é uma análise que deve ser feita periodicamente para atestar o desempenho do equipamento;
    • manutenção preventiva — checagem regular para evitar falhas nas máquinas.

    Viu só como é necessário realizar os atendimentos com equipamentos de alta tecnologia? Seu hospital vai oferecer um serviço de saúde de excelência, o que traz um impacto positivo para os pacientes e profissionais de saúde, gerando mais receitas para a instituição.

    Quer conhecer algumas inovações em equipamentos hospitalares? Entre em contato com a Medicalway e fique por dentro de sua ampla linha de produtos!

    LEIA MAIS
    Como fazer um atendimento humanizado? Descubra!

    A tecnologia na área médica serve para acelerar processos, melhorar diagnósticos e tratamentos. Contudo, essas inovações não devem afastar médico e paciente. Os equipamentos são essenciais em diversos procedimentos, porém, para que a prática clínica seja completa e de qualidade, é imprescindível oferecer um atendimento humanizado.

    O termo, que vem ganhando destaque nos últimos anos, refere-se ao acolhimento que o paciente precisa receber dos profissionais de saúde — principalmente em momentos de fragilidade, dúvidas e medo. Nesse sentido, as questões emocionais de quem é atendido não podem ser deixadas de lado.

    Quer entender melhor o que é o atendimento humanizado, de que forma ele deve estar na conduta dos profissionais e os benefícios dessa prática? Acompanhe nosso post!

    Como funciona o atendimento humanizado?

    O atendimento humanizado na saúde acontece por meio de uma abordagem individualizada e focada em resolver as queixas dos pacientes.

    Quando a pessoa procura ajuda médica ela está, muitas vezes, em uma situação delicada e cercada de incertezas. Assim, é natural que fique apreensiva. Nesse caso, o que a pessoa mais precisa é ser acolhida e ter alguém que possa escutá-la com atenção e respeito.

    Qual deve ser a conduta dos profissionais nessa forma de abordagem?

    Os profissionais de um consultório, hospital ou uma clínica, que têm um contato direto com os pacientes, precisam assumir um comportamento ético, seguindo os preceitos de sua profissão em primeiro lugar.

    Para isso, devem saber ouvir, respeitar e ter paciência com o público que será atendido. A palavra de ordem é empatia, ou seja, é preciso que o profissional saiba se colocar no lugar do outro, entendendo que o paciente está passando por um momento difícil e que procura um cuidado especial.

    Para que isso ocorra, é necessário que médicos e outros profissionais:

    • chamem o paciente pelo nome;
    • transmitam confiança e segurança;
    • prestem atenção às queixas e dúvidas dos pacientes e tenham o cuidado de olhar nos olhos;
    • passem as informações de forma clara, evitando termos muito técnicos;
    • sejam transparentes sobre todas as etapas do tratamento;
    • não tenham pressa nas consultas ou na hora de realizar um exame;
    • expliquem mais de uma vez as orientações passadas, caso seja preciso;
    • considerem o estado emocional de pacientes e familiares, principalmente na hora de dar um diagnóstico difícil;
    • mantenham o foco no indivíduo e não em seu problema de saúde;
    • acompanhem de perto todas as fases do tratamento, mostrando-se sempre disponíveis para sanar qualquer dúvida;
    • respeitem a intimidade e as crenças de quem recebe o atendimento.

    Trabalho em equipe

    Para que todos os processos da clínica ou do hospital ofereçam um atendimento acolhedor para pacientes e acompanhantes, é importante oferecer treinamentos para a equipe. Desse modo, toda a equipe estará pronta para realizar um atendimento de forma cordial — que vai desde o telefonema para agendar uma consulta até a transparência para avisar que a consulta vai demorar, por exemplo.

    Qual deve ser o papel das instituições de saúde nesse contexto?

    Esse tipo de abordagem se aplica também às instituições de saúde, como consultórios, clínicas e hospitais. Estamos falando do espaço físico, que deve ser confortável para o paciente, seus familiares ou acompanhantes. É importante ter uma recepção organizada com sofás, cadeiras, ar-condicionado e disponibilizar água e café. Ter televisão, revistas e rede wi-fi também é indicado.

    Além disso, devem ter uma infraestrutura segura para os procedimentos e a preocupação de oferecer sempre o melhor para o público, estando em dia, por exemplo, com as tendências tecnológicas da sua área e com a manutenção dos equipamentos.

    Os detalhes citados vão proporcionar um atendimento mais completo, mais conforto, e passar para o paciente a impressão de que a clínica se preocupa com o seu bem-estar.

    Colaboradores satisfeitos

    A organização que preza por um atendimento humanizado volta o seu olhar também para a equipe, oferendo boas condições de trabalho. É fundamental que os gestores tratem os colaboradores da mesma forma que esperam que os pacientes sejam tratados.

    Outro ponto importante é manter um canal de comunicação aberto para que os clientes possam expor suas queixas ou dificuldades.

    Esses cuidados com os recursos humanos da instituição ajudam a reduzir as faltas e a rotatividade, ou seja, evitam prejuízos ao atendimento. Quando o colaborador está satisfeito em seu ambiente profissional, consegue realizar um serviço de melhor qualidade, — certamente isso terá reflexo na relação com o paciente.

    Quais os benefícios dessa prática?

    Com o atendimento humanizado, todos os lados saem ganhando: pacientes, profissionais e instituições de saúde.

    O paciente fica satisfeito e tranquilo com esse tipo de abordagem. Esse cuidado pode ter reflexo, inclusive, na aceitação do tratamento e sua cooperação para que tudo seja seguido de acordo com o recomendado pelo médico. Sem contar que a confiança no profissional e em sua equipe faz com que o paciente fique mais comprometido e retorne para a realização dos check-ups.

    Para a equipe de saúde, principalmente o médico, o atendimento humanizado é uma forma de seguir os preceitos éticos da sua profissão e ganhar motivação com o trabalho, uma vez que os resultados são melhores quando o paciente está satisfeito.

    É também uma maneira de aprimorar as técnicas da prática clínica, entendendo com mais facilidade as queixas das pessoas e qual a melhor maneira de conduzir o tratamento.

    Por fim, para os estabelecimentos de saúde, os benefícios são:

    • fidelização de pacientes;
    • divulgação espontânea do público para outras pessoas, por conta do atendimento diferenciado;
    • equipe mais motivada e comprometida com o trabalho;
    • profissionais que trabalham de acordo com os mesmos valores, oferecendo um serviço integrado e de melhor qualidade;
    • valorização da imagem da instituição.

    Os hospitais e as clínicas que querem se diferenciar da concorrência e oferecer serviços de qualidade — centrados no paciente — devem adotar o atendimento humanizado em todos os seus procedimentos. Acolher as pessoas, respeitar momentos sensíveis e procurar oferecer o melhor traz ganhos não só para o tratamento, mas para a equipe de saúde e a instituição.

    Quer acompanhar outras dicas para melhorar ainda mais o atendimento em sua clínica ou em seu consultório? Assine a newsletter da Medicalway e receba outros posts como este diretamente em seu e-mail!

    LEIA MAIS
    Gostou? Compartilhe este artigo!
    Conecte-se com a Medicalway
    Fique por dentro das nossas novidades!

      Filiais
      Rio Grande do Sul
      (51) 3209-0813
       
      Santa Catarina
      (47) 99187-8805
      © 2022 Medicalway Equipamentos Médicos LTDA. Todos os diretos reservados | CNPJ: 02.949.582/0001-82
      Desenvolvido por Fresh Lab - Agência  de Marketing Digital
      crossarrow-right-circle linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram