Se a cirurgia robótica antigamente parecia apenas assunto de filme futurístico, atualmente a prática se expande cada vez mais pelo Brasil e se desloca para outras capitais além do eixo Rio-São Paulo. As razões para isso não são poucas: o procedimento pode ser mais seguro e preciso, além de ser menos invasivo.
Essa modalidade de cirurgia conta com braços robóticos no lugar dos instrumentos cirúrgicos, que são manuseados pelo médico por meio de um console. Além disso, os robôs também oferecem o auxílio de uma câmera 3D, que otimiza a visualização do procedimento e aumenta a segurança. A maior parte da cirurgia robótica envolve urologia, cirurgia geral e ginecologia.
Considerando que se trata de um procedimento ainda em expansão, preparamos este post com informações essenciais para o maior entendimento sobre a cirurgia robótica. Continue a leitura e entenda!
Conforme dito anteriormente e como o próprio nome sugere, esse tipo de cirurgia conta com a intervenção de robôs, que atuam como instrumentos cirúrgicos. Porém, diferentemente do que o senso comum pode imaginar, os robôs não agem sozinhos e necessitam da experiência e técnica precisa dos médicos para potencializar os benefícios da tecnologia, como a flexibilidade — superior à humana —, visão 3D e HD da cirurgia.
Nesse sentido, o abdômen ou o tórax do paciente, por exemplo, servem como portais de entrada para conexão do braço robótico, que é controlado por um cirurgião experiente sentado no console, que utiliza pedais e joysticks para o manuseio dos robôs. Juntamente com ele, deve existir um cirurgião auxiliar bem treinado e responsável pela retirada de agulhas e pelo auxílio com aspiração, entre outras funções.
É comum que as pessoas relacionem esses dois procedimentos cirúrgicos. Porém, enquanto a laparoscopia se conecta por meio de uma fibra óptica de alta intensidade e uma câmera de vídeo de alta resolução, para que os médicos operem com detalhes e alta precisão, a robótica inclui robôs na condução dos instrumentos e uma câmera 3D para melhor visualização.
Diferentemente dos métodos tradicionais, a cirurgia robótica pode reduzir o tempo de hospitalização e recuperação dos pacientes, além de diminuir dores e riscos de infecção, já que se trata de um procedimento menos invasivo e com maior precisão na operação. A seguir, entenda mais as vantagens.
Mesmo que os médicos e demais profissionais da saúde que realizam procedimentos cirúrgicos estejam preparados para passar hora em pé operando o paciente e/ou auxiliando na operação, não se pode negar que quando os profissionais trabalham sentados, como na cirurgia robótica, existe um maior conforto e ergonomia.
Dessa maneira, o cansaço é reduzido, o que contribui para movimentos médicos mais precisos e eficientes em cirurgias longas, além de favorecer a qualidade de vida dos envolvidos no procedimento, fator considerado essencial para 64% dos entrevistados em uma pesquisa da Catho.
Devido à câmera 3D utilizada nesse procedimento, as imagens da cirurgia são vistas em alta definição e ampliadas em até 15 vezes, o que colabora para uma maior precisão durante a operação. Além disso, o auxílio dos robôs manuseados pelos médicos também filtram os tremores nas mãos do cirurgião, que podem surgir eventualmente, especialmente em casos de ansiedade e estresse.
Por razões como essas, as chances de falhas na cirurgia são menores, inclusive por parte da atuação dos robôs, que têm chances mínimas de falhas. Ainda assim, caso sua equipe médica precise lidar com alguma eventual falha, na maior parte dos casos é possível recuperar a atuação rapidamente. Se isso não ocorrer, o cirurgião pode terminar o procedimento usando a técnica da laparoscopia.
A maior precisão milimétrica é vantajosa especialmente em cirurgias de difícil acesso, como ao diafragma, à saída do esôfago e às regiões da pelve.
Na cirurgia robótica, são feitos entre 3 a 5 cortes com aproximadamente 0,5cm. Além do mais, para a realização dos cortes, é necessário inserir uma câmera fina, que possibilita a visualização das imagens em 3D, e delicadas pinças cirúrgicas. Tudo isso diminui a perda de sangue do paciente, especialmente se comparada à cirurgia aberta e à laparoscopia.
Estas exigem inúmeros cortes e de vários centímetros na área a ser operada, diferentemente das cirurgias robóticas, que são menos invasivas. Além de reduzirem a perda de sangue pelo paciente, elas minimizam os riscos de trauma cirúrgico e promovem benefícios pós-operatórios, como uma recuperação mais rápida do procedimento.
É importante reforçar que a cirurgia robótica não é realizada de forma isolada. Profissionais experientes são responsáveis pelo manuseio. Em casos de falhas do robô, mesmo que sejam raras, eles têm a capacidade e a expertise para assumir o lugar. Esses fatores aumentam a segurança no procedimento realizado.
Juntamente com isso, existem mecanismos que oferecem uma segurança extra, contendo imprevistos que eventualmente podem ocorrer com os médicos. Nesses casos, os robôs travam as máquinas instantaneamente para maior segurança do paciente e dos profissionais envolvidos.
Há cerca de 20 anos, abriu-se caminho para o procedimento cirúrgico menos invasivo a partir do Sistema de Cirurgia Da Vinci, com fibra óptica e vídeo, na intenção de realizar cirurgias menos traumáticas. Assim, ela foi considerada o primeiro caso de sistema cirúrgico robótico aprovado pela FDA.
Atualmente, esse tipo de procedimento cirúrgico menos invasivo só evoluiu, com o desenvolvimento de técnicas, ferramentas e materiais que visam uma maior segurança aos envolvidos e um melhor efeito terapêutico, até para que a recuperação do paciente ocorra com mais rapidez, já que a robótica expande a capacidade do cirurgião.
Como ficou nítido, a cirurgia robótica oferece benefícios inegáveis para a sociedade, inclusive no processo de recuperação do paciente. Afinal, como o procedimento ocorre com menos riscos de infecção e qualquer outra eventualidade, além de ser menos invasivo, o pós-operatório tende a ser mais rápido e tranquilo do que em cirurgias convencionais.
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Além de contar com equipamentos inovadores para assistência, diagnóstico e tratamento de doenças, é necessário que as instituições de saúde implementem os cuidados adequados para que essas máquinas estejam sempre em perfeitas condições. Assim, pode-se evitar qualquer tipo de problema que possa afetar a qualidade dos serviços prestados e segurança dos pacientes. Entre os principais está a manutenção corretiva.
Apesar de ser um procedimento essencial, muitos gestores não entendem a sua importância, bem como a sua diferença para a manutenção preventiva, que apresenta outra finalidade. Para esclarecer as principais dúvidas, elaboramos este conteúdo. Confira!
Existem dois tipos de manutenção de equipamentos médicos hospitalares: a corretiva e a preventiva.
A manutenção corretiva se trata do serviço que busca resolver problemas de funcionamento, identificados no aparelho. Como exemplo, citamos falhas durante os processos, quebra, entre outros.
Já a manutenção preventiva é aplicada justamente para que essas complicações não ocorram. Nesse caso, o procedimento é feito periodicamente para averiguar os equipamentos e recomendações dos fabricantes. O objetivo é assegurar a eficiência máxima e evitar riscos de falhas e demais fatores que podem afetar o atendimento aos clientes e atividades da rotina de hospitais, clínicas, consultórios e outros.
Realizar a manutenção corretiva dos equipamentos médicos é imprescindível por diversos motivos. Entenda os principais, a seguir!
Quando a manutenção corretiva é aplicada adequadamente e em tempo hábil, evita-se o cancelamento de exames, tratamentos e demais procedimentos agendados, o que pode comprometer de maneira considerável o faturamento da unidade de saúde. Por isso, essa é uma medida importante para reduzir custos e evitar prejuízos.
Uma boa manutenção corretiva aumenta a vida útil do equipamento, bem como a sua função operacional. Sendo assim, a necessidade de trocas frequentes de tecnologias é reduzida, tendo em vista que os itens serão bem-cuidados.
Caso contrário, existem grandes chances das falhas e danificações já solucionadas ocorrerem novamente e em períodos de tempo muito curtos, levando a uma maior necessidade de troca e compra de dispositivos.
Como já foi dito, quando uma ferramenta de trabalho está sempre bem conservada, precisa ser trocada com menos frequência. Por esse motivo, a manutenção corretiva é tão necessária. Mesmo que o equipamento sofra danificações ou falhas, seu conserto ágil restabelece o seu funcionamento, evitando impactos negativos nas operações das instituições de saúde.
Aparelhos seguros apresentam chances mais baixas de funcionarem de maneira inapropriada em qualquer tipo de tratamento ou exame. Dessa forma, é preciso verificar se os prestadores de serviços contam com analisadores e simuladores devidamente calibrados para serem utilizados com exatidão.
Com esses cuidados, é possível obter padrões certificados e identificar se o equipamento médico se encontra regular perante as recomendações do fabricante, funcionando da forma que deve ser.
Fazer as manutenções corretamente e no prazo certo é uma ótima maneira de assegurar a adequação às normas de segurança. Além disso, atender a essas referências certificadas é uma boa forma de atestar a eficiência dos aparelhos, gerando maior confiabilidade e precisão nos procedimentos executados.
Agora que você entendeu a importância da manutenção corretiva e seus benefícios, ao adquirir equipamentos médicos, o ideal é contar com uma empresa de confiança e experiente no mercado, como a Medicalway. Prestamos assistência técnica e manutenções para todos os aparelhos oferecidos.
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A mamografia digital é um exame médico indicado para detectar, precocemente, possíveis sinais de câncer de mama que, de acordo com o INCA, deve ter 66.280 novos casos estimados para 2021. Felizmente, quem for diagnosticado com essa doença pode ter um tratamento muito mais efetivo se iniciá-lo desde cedo.
É justamente nesse sentido que a mamografia digital se torna tão relevante, mais que o exame comum ou analógico, já que ela consegue prevenir o câncer em fases ainda mais prematuras, mesmo que os nódulos sejam menores e as alterações nas mamas mais discretas. Como visto, a assertividade nesse momento pode salvar vidas.
Considerando a importância da mamografia digital, preparamos um post para falar mais detalhadamente como o procedimento ocorre, suas vantagens e outras informações. Continue conosco e fique por dentro!
A mamografia digital é um exame que, conforme mencionado, pode diagnosticar o câncer de mama e faz isso por meio de radiografia. O procedimento consiste em gerar imagens detalhadas que evidenciam possíveis nódulos e alterações, que nem sempre podem ser percebidos a olho nu e até mesmo com o autoexame — que atua como um complemento fundamental na prevenção da doença.
Para que a mamografia realize seu diagnóstico por imagem, é necessário contar com um mamógrafo, aparelho de raio-X digital. Ele é responsável por transmitir a radiação em um sinal elétrico e enviar para um dispositivo tecnológico, como um computador, para que a imagem gerada seja analisada com mais detalhes e com a segurança do armazenamento.
Nas mamografias comuns ou analógicas, as imagens geradas pelo raio-X não eram enviadas para um computador, mas, sim, reveladas por um filme, com mediação de produtos químicos.
Apesar dos benefícios inegáveis desse processo para prevenção do câncer de mama, ele é mais lento que a mamografia digital e não é tão seguro quanto ao armazenamento das imagens, o que poderia exigir a repetição do exame, que causa desconforto para muitos pacientes.
O exame de mamografia conta com uma bandeja em que os seios devem ser posicionados para receber a radiação que, como dito, transmite por meio de um sinal elétrico as imagens para o computador. A tecnologia envolvida nesse processo é a DR (digital), mas também pode ser a CR (computadorizada). Entenda mais a seguir:
Conforme mencionado, ambas as tecnologias envolvidas na mamografia digital oferecem imagens de alta resolução, possibilitando uma visualização mais detalhada até de alterações mais sutis e nódulos menores. Além disso, o tempo necessário para que o paciente fique exposto no mamógrafo e na radiação é reduzido.
Mulheres acima de 40 anos se tornam mais suscetíveis a terem o câncer de mama, e acima de 35 para o caso daquelas que se enquadram no grupo de risco — histórico da doença na família antes dos 50 anos ou outros tipos de câncer.
Assim, é recomendado que, anualmente, seja realizada a mamografia, seja a digital ou convencional, para que o tratamento desse possível problema de saúde seja identificado e tratado de forma precoce.
Antes da faixa etária mencionada, as mamas estão mais densas e firmes, o que dificulta a adequada penetração do raio-X no tecido mamário e torna os resultados obtidos insatisfatórios. Assim, caso haja suspeita de nódulos ou cistos na região, o mais indicado é realizar uma ultrassonografia.
Conforme mencionado, a mamografia digital é um exame essencial para detectar o câncer de mama, e atua de forma superior aos tradicionais. Isso porque trata-se de mecanismos mais modernos, o que aumenta a eficiência e conforto para os pacientes. Entenda mais a seguir!
Os seios são uma região sensível para muitas mulheres, especialmente no caso das mamas mais densas e durante o ciclo menstrual. Assim, é comum que muitas pacientes se recusem a realizar a mamografia para evitar o desconforto.
Com a mamografia digital, isso é possível, já que diminui o tempo necessário para sua realização e a compressão das mamas, especialmente se comparado à mamografia digital.
As imagens fornecidas pela mamografia digital são de alta resolução e conseguem observar nódulos menores que 2 cm e suas características, o que aumenta a eficiência na detecção do câncer de mama, além de ser capaz de perceber alterações sutis nos seios, como lesões benignas.
Saiba também que com a possibilidade de visualizar as imagens pelo computador, os profissionais da saúde podem ampliar as fotografias, configurar com contraste e brilho, por exemplo, tudo para que a análise seja a mais minuciosa possível.
Considerando que a mamografia digital não precisa ser relevada com produtos químicos, como ocorre na mamografia convencional, o nível de radiação que os envolvidos se expõem é menor. Afinal, o método moderno oferece mais segurança no armazenamento das imagens que, uma vez detectadas, dificilmente precisará repetir o processo, como ocorre em exames comuns.
Como a mamografia digital tem uma capacidade de visualização mais detalhada que os exames comuns, o diagnóstico do câncer de mama é mais assertivo e confiável, seja no caso de tumores menores ou de mamas mais densas — que costumam ter um maior número de glândulas. Assim, é um exame especialmente útil para mulheres abaixo de 50 anos, que é comum ter mais densidade nos seios.
Como foi possível notar, a mamografia digital não é apenas um exame que contribui para a detecção precoce do câncer de mama, mas também é a alternativa mais confiável e confortável para os pacientes.
Assim, saiba que nós da Medicalway oferecemos os melhores preços, condições acessíveis ao mercado e suporte técnico qualificado na venda dos equipamentos.
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A tecnologia em equipamentos médicos tem se mostrado cada vez mais presente no setor de saúde, revolucionando os processos e gerando uma séria de benefícios. Alguns deles são conforto ao paciente, diagnóstico mais preciso, atenção direcionada aos problemas clínicos, redução de falhas, economia de tempo, inovação dos serviços, entre outros. Tudo isso pode proporcionar o aprimoramento da prevenção, promoção da saúde, tratamento e qualidade de vida.
Dessa forma, elaboramos este conteúdo para mostrar por qual motivo é necessário contar com a tecnologia e como escolher a mais adequada, de acordo com o dia a dia da instituição de saúde. Confira!
Os equipamentos precisam contar com o que existe de mais moderno na tecnologia, com o intuito de manter a segurança e precisão de todos os serviços prestados. Além disso, a empresa fornecedora precisa contar com uma equipe de técnicos treinados e qualificados para ajudar na escolha dos itens, seguindo as principais demandas do hospital, clínica ou consultório.
Também, é preciso verificar a qualidade dos equipamentos a serem adquiridos. Nesse caso, faça pesquisas com os fornecedores para certificar das marcas, modelos e o que é referência no ramo. Com isso, fica mais fácil reduzir eventuais riscos, e as possibilidades de passar por problemas no futuro são diminuídas.
Buscar referências sobre a reputação do fornecedor com quem pretende adquirir tecnologias também é fundamental. Então, antes de escolher o melhor parceiro, o mais indicado é verificar a fama da empresa no mercado, seja por meio das indicações de antigos clientes, pesquisa em páginas da internet, redes sociais e demais locais onde possa obter informações. Além disso, verifique as seguintes questões:
As inovações tecnológicas para a área da saúde precisam de cuidados especiais de forma periódica. Então, além da aquisição, é necessário se preocupar com o suporte técnico adequado. Por esse motivo, é preciso levar em conta empresas que ofereçam serviços de manutenção, calibragem e demais.
Será muito útil ter esse tipo de auxílio de quem vendeu o equipamento, entender tudo sobre seu funcionamento e contar com alguém que realmente conheça a ferramenta a fundo para esclarecer quaisquer tipos de dúvidas.
Agora que você já conhece os benefícios propostos pela tecnologia em equipamentos médicos e o que deve ser observado ao adquirir as melhores ferramentas, contar com a Medicalway como a parceira e seus diferenciais pode ser a solução certa para você.
Isso porque somos uma empresa que está sempre atenta às tendências do mercado, se destacando pela qualidade dos serviços prestados aos seus clientes, além de proporcionar acesso a equipamentos de alta tecnologia.
Também, temos como objetivo oferecer condições acessíveis ao mercado, acompanhamento pós-venda e suporte técnico rápido e especializado.
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