Como aumentar a eficiência operacional médica e reduzir custos com o uso de eletrocardiogramas?

A cada ano cerca de 140 mil pessoas morrem de doenças do coração no Brasil, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde). Isso quer dizer que um em cada três adultos que morrem no Brasil, são por conta de problemas cardíacos. Entretanto, 90% dessas mortes poderiam ser prevenidas com um simples exame: o eletrocardiograma (ECG).

O que é ECG?

O Eletrocardiograma é um exame simples e muito eficaz, que avalia a atividade elétrica do músculo cardíaco detectando alterações que podem indicar doenças cardiovasculares. Ele registra em gráficos impulsos elétricos oriundos do coração. Os gráficos são comparados com um padrão, indicando o estado de normalidade ou de alteração dos músculos e nervos do coração.
Ele é um exame tecnicamente muito simples, com um equipamento de baixo custo e versátil na instalação e translado, o que o torna um exame seguro, barato e altamente eficaz no diagnóstico de doenças cardíacas, desde condições normais de nascença até outras muito graves, como os infartos, crescimento de cavidades e disritmias, por exemplo.
Contudo, o ECG exige uma boa interpretação de resultados, pois seus dados por si não apontam automaticamente o problema do paciente. Dessa forma, a análise de ECG é tão importante quanto a realização do exame, e sua rapidez pode significar a vida do paciente, pois, quanto mais cedo são descobertos os riscos de doenças cardíacas, mais fácil será tratá-las.
No exame são utilizados doze eletrodos, colocados nas pernas, braços e tórax, que captam a atividade elétrica do coração até chegar a pele. Os dados obtidos são enviados para um aparelho (eletrocardiógrafo) que as registra os dados em um papel ou outro sistema conectado, como um computador. Através da análise do traçado é possível saber qual a sequência de batimentos, se a atividade cardíaca está em ritmo normal, rápido ou lento.

Benefícios do ECG

Graças ao avanço da tecnologia foi possível a evolução do método de diagnóstico baseado nas necessidades dos médicos, permitindo a diversificação do exame, que em sua forma original – há quase 100 anos – é feito com o paciente deitado em repouso. Hoje em dia, sistemas computadorizados incrementam informações ao eletro, dando maior precisão.
Isto torna o ECG um exame, que junto a uma boa interpretação, dos mais precisos – afastando a possibilidade de doenças cardiológicas em 90% – e com melhor custo-benefício. Portanto, é necessário que os hospitais sejam modernizados e os profissionais  estejam aptos a utilizar a tecnologia para auxiliar o trabalho.
Em um centro médico – seja ele hospitalar ou clínico – equipamentos de diagnóstico cardíaco, como o eletrocardiograma, são indispensáveis, pois podem evitar até 90% das mortes por doenças cardíaca. A avaliação desses pacientes com antecedência é essencial para salvar vidas. A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicas. Acompanhe a nossa página do Facebook para saber mais sobre o nosso trabalho!

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    Os desafios de gestão em um hospital regional

    Para quem acha que a gestão hospitalar é tarefa simples, está totalmente equivocado. As organizações que prestam serviços de saúde são complexas. Além dos médicos e enfermeiros, que atuam diretamente no atendimento aos pacientes e estão ligados ao resultado do hospital, há os que atuam na administração, mas também têm papel importante no êxito de salvar vidas.
    A administração de um hospital é um ramo de atividade na qual as novas tecnologias se fazem presentes no dia a dia, exigindo dos responsáveis cada vez mais especialização. Isso fez com que surgisse um novo profissional capaz de gerenciar da melhor forma as áreas burocráticas e técnicas de um hospital, sempre levando em consideração os objetivos empresariais e econômicos da organização.

    Administração empresarial

    Hoje é possível enxergar a complexidade dessas organizações, que apresentam uma série de singularidades. É muito fácil encontrarmos excelentes profissionais da saúde, mas que se tornam péssimos administradores hospitalares. Isso porque ignoram o fato de que um hospital deve ser tratado como uma empresa, levando em consideração o lado econômico.
    Assim como em uma empresa, o hospital oferece um serviço e também deve gerar sua viabilidade econômica. Isso mostra que essas organizações devem ser administradas dinamicamente e com os mesmos princípios gerais que regem as empresas.

    Tarefas de um gestor hospitalar

    O que torna difícil o alcance da eficiência de um administrador hospitalar é a falta de preparo dos profissionais da saúde para lidar com atividades, tarefas e ferramentas, como:

      • Ferramentas de suporte e de gestão;
      • Conhecimentos em gestão da qualidade e instrumentos práticos;
      • Administração dos bens patrimoniais do hospital;
      • Patrimônio operacional;
      • Gestão de logística e de suprimentos na administração hospitalar;
      • Finanças e custos, administração financeira;
      • Planejamento estratégico;
      • Gestão estratégica de negócios;
      • Gerenciamento dos sistemas administrativos, tais como organogramas;
      • Elaboração de estatuto;
      • Regulamento, regimento;
      • Estudos de processos, clientes;
      • Licitações e negociações;
      • Administração de contratos/convênios;
      • Planejamento de recursos humanos/corpo clínico, centro de estudos;
      • Controle de estagiários;
      • Questões que envolvam a adoção de aparatos contra infecções hospitalares em geral ou epidemias.

    Características de um gestor hospitalar

    Também podemos elencar as principais características de um administrador de hospital:

      • Facilidade para realizar a definição e a mensuração dos resultados, que são mais difíceis do que em outras organizações;
      • Facilidade de trabalhar em situações de natureza emergencial;
      • Facilidade e precisão em tomadas de decisões rápidas;
      • Capacidade para realizar atividades altamente interdependentes, sendo necessário um alto grau de integração entre os diversos grupos profissionais;
      • Alto nível de especialização;

    Na gestão hospitalar há pouco controle organizacional efetivo sobre os responsáveis diretos pelo trabalho – os médicos. Por isso, em algumas instituições existe uma dupla linha de autoridade. É comum encontrar gestões mais democráticas, onde as decisões são baseadas nos conhecimentos técnicos (atividade-final). Enquanto há outra, mais burocrática para a área de apoio, que necessita de regras e procedimentos do mesmo nível. Mas essas diferentes formas de hierarquias podem gerar problemas com coordenação e responsabilidades.

    Distribuição de recursos

    Os profissionais do administrativo controlam, junto com seu próprio trabalho, as decisões administrativas especialmente no âmbito da distribuição de recursos. E como a área da saúde está intimamente ligada às novas tecnologias, importantes para diagnósticos e tratamentos cada vez mais sofisticados, os administradores precisam estar atentos e sempre estudando para conhecer as novas tecnologias do mercado. E como os custos no setor são altos, é preciso estar preparado tanto para a necessidade de novos aparelhos para o centro médico, quanto para a distribuição eficiente de recursos. Dessa forma, podemos enxergar um pouco da complexidade que é a gestão de uma organização hospitalar.
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    Saiba quais são as empresas de equipamentos cirúrgicos que garantem padrão e qualidade internacional

    Quando procuramos um serviço buscamos pelo melhor possível. Porém, pela interferência de alguns fatores, nem sempre acabamos escolhendo o melhor, e como diz o ditado, “o barato sai caro”. Contudo, quando falamos de equipamentos médicos, falamos de saúde e de vidas. Portanto, deve-se fazer a melhor escolha de produtos.
    É preciso pesquisar bem e conhecer as empresas que atuam no mercado. Para isso, vamos lhe ajudar apontando quais são as melhores marcas de alguns segmentos no mercado de equipamentos hospitalares.

    Impressões e diagnóstico por imagem

    Nesse segmento é importante a excelente resolução na qualidade das imagens e impressões para um diagnóstico preciso. Por isso, a belga e líder mundial na área, AGFA está há 140 anos investindo no desenvolvimento de equipamentos cada vez mais modernos e eficientes para sistemas digitais e analógicos direcionados principalmente para o mercado de pré-impressão e impressão, healthcare e filmes industriais. Confira os produtos de radiografia digital AGFA.

    Monitoramento de pacientes

    Nesse setor podemos destacar a Mindray, que desde 1991 é uma das principais fornecedoras globais de dispositivos e soluções médicas. Firmemente empenhados em sua missão de “compartilhamento de tecnologias médicas com o mundo”, estão dedicados à inovação nos campos de monitoramento de pacientes e suporte de vida. Confira os produtos Mindray.
    Também no segmento de monitoramento de pacientes, a Masimo vem se destacando globalmente com o desenvolvimento e fabricação de tecnologias inovadoras para o monitoramento não invasivo de pacientes e uma ampla gama de sensores.

    Motores para equipamentos médicos

    A Bonjin se tornou nos últimos anos um dos maiores fabricantes mundiais de motores para ortopedia, neurocirurgia e cirurgia cardíaca. Com a tecnologia avançada do motor alemão, eles asseguram maior potência e estabilidade nos procedimentos cirúrgicos. Confira os motores Bojin.

    Simuladores e analisadores de segurança

    A Fluke Biomedical lidera o mercado mundial de fabricação de produtos de teste e simulação biomédica, incluindo produtos de teste de segurança elétrica, simuladores de paciente, analisadores de desempenho e sistemas de teste e documentação de desempenho, totalmente integrados e automatizados.
    Esses equipamentos da Fluke são indispensáveis em um centro médico. Por isso, preze pela qualidade das marcas na hora de escolher os equipamentos para o seu hospital. A avançada tecnologia e qualidade podem fazer a diferença na hora de salvar vidas.
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    Quais equipamentos no mercado hospitalar ajudam no diagnóstico cardíaco?

    No Brasil, uma das principais causas de óbito ainda é a morte por Infarto Agudo do Miocárdio (IAM). Estudos recentes mostram que mesmo com o avanço do diagnóstico cardíaco, até 30% dos óbitos sem causa aparente foram diagnosticados após a morte por IAM. Calcula-se que 40% dos pacientes acometidos por IAM falecem após a primeira hora de evolução do infarto e mais de 50% morrem sem atendimento hospitalar especializado.

    Cateterismo Cardíaco

    O método analítico de diagnóstico do cateterismo cardíaco ainda é um dos mais precisos para se confirmar a presença de obstrução das artérias coronárias ou avaliar o funcionamento das valvas e do próprio miocárdio, músculo do coração, mas – por ser um método invasivo – causa insegurança em alguns pacientes. Os riscos do exame são mínimos, porém existem, como o sangramento no local de acesso do cateter, edema agudo de pulmão e/ou arritmias, infarto agudo do miocárdio e derrame cerebral (AVC). Esse risco mínimo é proveniente de pacientes que já apresentam algum problema cardíaco, renal ou coágulo nas artérias.

    Diagnóstico por Imagem

    Outras alternativas para a avaliação cardíaca são a tomografia e ressonância magnética, exames que produzem imagens de alta qualidade a partir de um equipamento que analisa o corpo inteiro de uma pessoa por meio de várias radiografias produzidas dentro de um túnel, de modo a separá-lo em diferentes “fatias” de imagens. Desse modo, a ressonância magnética tornou-se o mais moderno e perfeito exame de diagnóstico por imagem, fornecendo imagens em alta definição dos órgãos internos, tornando mais preciso o diagnóstico. Contudo, o exame deixa o paciente exposto à radiação – pouca – oriunda do equipamento, por isso o exame é feito por partes, evitando assim que o paciente sofra algum efeito causado por essa exposição.

    ECG

    O Exame de Eletrocardiograma (ECG) é um diagnóstico diferente que permite a avaliação elétrica da atividade cardíaca (eletricidade que ele produz e transmite na pele), registrada em gráficos que são comparados com gráficos padrão e que indicam, assim, o estado de normalidade ou de alteração dos músculos e nervos do coração. Apesar de ser de execução muito simples, o eletrocardiograma é um exame muito importante na cardiologia, pois ele permite diagnosticar desde condições normais de nascença até outras muito graves, como os infartos, crescimento de cavidades e disritmias, por exemplo.
    Em um centro médico – seja ele hospitalar ou clínico – equipamentos de diagnóstico cardíaco são indispensáveis, pois, como dito no início, cerca de 30% das mortes sem causa aparente depois são diagnosticadas como mortes por IAM. A avaliação desses pacientes com antecedência é essencial para salvar vidas. A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicas. Acompanhe a nossa página do Facebook para saber mais sobre o nosso trabalho!

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