Como escolher o melhor equipamento de videocirurgia para o seu Hospital

A escolha do equipamento de videocirurgia adequado é essencial para garantir a qualidade dos procedimentos na sua clínica e a segurança dos pacientes. 

Neste artigo, abordaremos os critérios essenciais que devem ser avaliados ao selecionar o melhor equipamento de videocirurgia para seu hospital. 

Também discutiremos as vantagens e desvantagens de alugar ou comprar esses equipamentos e como escolher o fornecedor ideal. 

A Medicalway está aqui para ser sua parceira nessa decisão importante, oferecendo soluções de ponta e um suporte excepcional.

Quais fatores devem ser levados em consideração para escolher o melhor equipamento

Escolher o equipamento de videocirurgia adequado envolve analisar diversos fatores que impactam diretamente a eficiência dos procedimentos e a segurança dos pacientes. 

A seguir, discutiremos os principais critérios que você deve considerar para tomar a melhor decisão.

Qualidade da imagem

A qualidade da imagem impacta diretamente a eficácia dos procedimentos, permitindo uma visualização detalhada e minimizando os riscos de erro. Deixando assim a Equipe Cirúrgica muito mais tranquila e segura em cada procedimento, seja ele de baixa ou alta complexidade.

Procure equipamentos que ofereçam alta resolução, clareza e precisão de cores. 

Ergonomia

A ergonomia do equipamento influencia diretamente o conforto e a eficiência dos profissionais de saúde, principalmente em procedimento mais longos, ajuda muito o cirurgião a desenvolver melhor a técnica com tranquilidade e segurança.

Escolha equipamentos que sejam fáceis de manusear, ajustar e que ofereçam suporte ergonômico para minimizar a fadiga durante procedimentos prolongados.

Fonte de luz

A fonte de luz utilizada no equipamento de videocirurgia deve ser potente e oferecer uma iluminação uniforme, mesmo em cenários desfavoráveis como sangramentos significativos.

Prefira equipamentos com fontes de luz LED, que são mais duráveis e eficientes em termos de energia.

Instrumentais Vídeo Laparoscopia

Verifique a compatibilidade do equipamento de videocirurgia com a instrumentação disponível em sua clínica. 

Alguns equipamentos são compatíveis com uma ampla gama de instrumentos, enquanto outros podem ser mais limitados. Escolha de acordo com as necessidades específicas dos procedimentos realizados em sua clínica.

Durabilidade e manutenção

A durabilidade do equipamento e a facilidade de manutenção são fatores essenciais.

Equipamentos robustos e de alta qualidade tendem a ter uma vida útil mais longa e requerem menos manutenção, resultando em economia a longo prazo. Verifique também a disponibilidade de peças de reposição e a qualidade do suporte técnico oferecido pelo fabricante.

Diferentes possibilidades de usos em uma unidade hospitalar

Considere a versatilidade do equipamento em termos de diferentes tipos de procedimentos que podem ser realizados. 

Equipamentos multifuncionais que podem ser utilizados em várias especialidades aumentam a eficiência e a relação custo-benefício para a clínica.

Tecnologia aplicada

Equipamentos com tecnologias avançadas, como uso combinado com Indocianina verde para gerar a Fluorescência no procedimento cirúrgico, permitem visualizar de forma precisa a perfusão sanguínea em uma anastomose, efetuar o mapeamento de ureter, das vias biliares como também para uso nos linfonodos sentinelas, proporcionando assim melhores resultados clínicos e maior precisão nos procedimentos cirúrgicos. 

Avalie as inovações tecnológicas disponíveis e como elas podem beneficiar na prática a utilização na rotina de seu Hospital.

Custo x benefício

O investimento em equipamento de videocirurgia deve ser analisado em termos de custo-benefício

Considere o valor inicial, os custos de manutenção, a durabilidade e os benefícios clínicos proporcionados pelo equipamento. 

Uma análise cuidadosa ajudará a determinar a opção mais vantajosa financeiramente para seu hospital.

Locação ou compra: qual é a melhor opção no momento de adquirir o seu equipamento de videocirurgia

Decidir entre alugar ou comprar equipamentos de videocirurgia é uma escolha estratégica que pode impactar significativamente as finanças e a operação de seu hospital. 

Ambas as opções têm suas vantagens e desvantagens, dependendo das necessidades específicas e do orçamento disponível.

Locação

A locação de equipamentos de videocirurgia é uma opção vantajosa para hospitais que desejam minimizar o investimento inicial ou querem experimentar o uso primeiro antes de tomar uma decisão.

Também é indicado para hospitais que estão implementando um novo serviço e precisam testar se terá boa aceitação entre o seu público. 

A locação oferece flexibilidade para atualizar equipamentos conforme as tecnologias evoluem e pode incluir serviços de manutenção e suporte técnico no pacote.

Outro benefício é que você não precisa se preocupar com manutenção ou atualização de sistema, uma vez que as próprias empresas locadoras oferecem suporte para manutenção e sempre estão adquirindo equipamentos mais atualizados e tecnológicos.

Compra

A compra do equipamento pode ser a melhor opção para hospitais que buscam uma solução de longo prazo e que farão extenso uso do equipamento de videocirurgia.

Ao comprar, o hospital tem total controle sobre o equipamento e pode personalizá-lo conforme suas necessidades específicas. No entanto, é necessário considerar os custos de manutenção e atualização tecnológica.

Além disso, o valor total costuma ser menor do que a locação de equipamentos e o retorno do investimento pode ser percebido em alguns anos.

Como escolher o fornecedor ideal?

Escolher o fornecedor certo é fundamental para garantir a qualidade e a durabilidade dos equipamentos de videocirurgia. Avalie critérios como:

Experiência e renome

Escolha fornecedores com ampla experiência no mercado e um renome estabelecido. Fornecedores com histórico comprovado de qualidade e confiabilidade são mais propensos a oferecer produtos e serviços de alta qualidade.

Portfólio de produtos

Avalie o portfólio de produtos do fornecedor para garantir que eles oferecem uma variedade de opções que atendam às suas necessidades específicas. Um portfólio diversificado indica a capacidade do fornecedor de atender diferentes demandas e de fornecer soluções personalizadas.

Suporte técnico e pós-venda

O suporte técnico e o serviço pós-venda são essenciais para garantir o funcionamento contínuo do equipamento de videocirurgia. Escolha fornecedores que ofereçam suporte técnico ágil e eficiente, além de programas de manutenção preventiva e corretiva.

Condições de pagamento

As condições de pagamento oferecidas pelo fornecedor podem influenciar significativamente a decisão de compra ou locação. Verifique se o fornecedor oferece opções de financiamento, parcelamento ou descontos para pagamentos à vista que possam facilitar a aquisição do equipamento.

Medicalway: sua parceira ideal em equipamentos de videocirurgia

A Medicalway se destaca como a parceira ideal para a sua clínica na escolha de equipamentos de videocirurgia. 

Com uma vasta experiência no mercado e um portfólio diversificado de produtos de alta qualidade, a Medicalway oferece soluções personalizadas que atendem às necessidades específicas de cada cliente. 

Além disso, contamos com um suporte técnico eficiente e um serviço pós-venda que garante a tranquilidade e a continuidade dos seus procedimentos.

Entre em contato conosco hoje mesmo e descubra como podemos ajudar seu hospital a alcançar novos patamares de excelência e segurança em videocirurgia.

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    Veja como escolher e utilizar um eletrocardiógrafo no hospital

    O eletrocardiógrafo é um equipamento médico indispensável na rotina do hospital, auxiliando na realização do eletrocardiograma e contribuindo para diversos diagnósticos e detecção de qualquer anormalidade nos pulsos elétricos do coração.

    Escolher os aparelhos adequados para o estabelecimento de saúde é muito importante, pois todos os recursos disponíveis no local refletem a imagem da instituição, além do exame contribuir para a identificação de problemas e a implementação da terapia adequada.

    Preparamos este conteúdo especial para que você saiba como escolher e utilizar um eletrocardiógrafo no hospital. Veja mais a seguir!

    O que é e quais as funções do eletrocardiógrafo?

    O eletrocardiógrafo é um equipamento especializado na realização do eletrocardiograma (ECG), fazendo a leitura dos sinais elétricos do coração. O impulso elétrico gerado no marca-passo é o que faz os músculos do coração se contrair e bombear o sangue para o corpo. Assim, o aparelho ajuda a verificar como está a atividade elétrica cardíaca, contribuindo para a detecção de qualquer anormalidade na frequência e no trajeto dos impulsos elétricos.

    A composição do eletrocardiógrafo são os eletrodos, a unidade e os cabos de ECG que interligam essas estruturas. Há dispositivos de tecnologia analógica que registram os sinais elétricos em traçados no papel.

    Os equipamentos mais modernos lançam os dados diretamente no computador, em que um software especializado lê as informações e as transforma em um gráfico de tensão em função do tempo. Atualmente, é possível optar pela armazenagem dos dados na nuvem, o que aumenta a segurança do processo.

    O que é necessário para preparar o uso do aparelho?

    O profissional coloca quatro eletrodos periféricos, que são posicionados nas pernas e braços do paciente. Depois, é aplicado um gel condutor de eletricidade no tórax, para que sejam fixados mais eletrodos, sendo que o número depende da solicitação do médico. O aparelho é ligado, captando os sinais do paciente. Em poucos minutos, o exame está concluído. Assim, é um procedimento indolor, não invasivo, rápido e simples.

    Como o eletrocardiógrafo pode ser utilizado no hospital?

    A recomendação do uso do aparelho é para avaliar pacientes que apresentam dores no peito, perda repentina de sentidos, suspeita de arritmia, insuficiência cardíaca e doenças em artérias coronárias. O exame também é indicado para análise após infarto do miocárdio, quadros do coração inflado (miocardiopatia) e cardiopatias congênitas.

    Como escolher o equipamento ideal?

    Há vários cuidados importantes para escolher o melhor eletrocardiógrafo para o seu hospital. Veja nossas dicas sobre o assunto a seguir!

    Observe a garantia

    Às vezes, o equipamento vem com algum problema de fábrica e precisa ser trocado. Isso é relativamente comum. Se você não contar com a documentação e ter a garantia, o aparelho não pode ser trocado e você fica no prejuízo. Assim, antes de comprar um produto hospitalar, confira informações como garantia, validade, frequência de manutenção, modo de funcionamento do dispositivo, entre outras.

    Pesquise a respeito do fabricante

    Certamente, você quer saber um pouco mais de onde veio o produto. Afinal, os aparelhos fazem parte da imagem que o hospital transmite para os pacientes. Imagine utilizar um eletrocardiógrafo que vem de uma empresa que passou por algum escândalo na mídia? O usuário pode associar o nome do hospital ao ocorrido.

    Assim, antes de adquirir os dispositivos, realize uma boa pesquisa de mercado, conhecendo mais sobre os melhores fabricantes da área. Aproveite, também, para comparar recursos, observar a frequência da manutenção preventiva, preços e possibilidades que o dispositivo oferece.

    Considere a segurança

    O eletrocardiógrafo é um aparelho que apresenta pouco risco ao paciente. Porém, um dispositivo pouco seguro pode ter uma estrutura propícia para algum acidente de trabalho ou choque no paciente, provocando uma experiência ruim. Dessa forma, é importante avaliar se a estrutura do equipamento médico é segura e se há algum potencial de risco. Busque os produtos mais seguros, que permitam uma rotina de trabalho mais simples, ágil e otimizada.

    Analise a portabilidade

    O eletrocardiograma é um exame simples, que pode ser feito no hospital, na ambulância, ou até mesmo na casa do paciente. Porém, para isso, o aparelho tem que ser portátil e de fácil transporte e manuseio. A facilidade de locomoção é um ponto importante para facilitar a logística do trabalho dos colaboradores e contribuir com a eficiência operacional nos atendimentos.

    Priorize a inovação

    O eletrocardiógrafo analógico é um bom recurso, mas, conforme mencionamos, há possibilidades melhores no mercado. Por exemplo, o manuseio, transporte e envio do resultado para o médico são mais difíceis, demandam a impressão dos registros e o paciente precisa entregar pessoalmente o material.

    Já os equipamentos de alta tecnologia são mais modernos e eficientes. O eletrocardiógrafo digital pode ser integrado a um computador, no qual um software processa as informações e disponibiliza a imagem do gráfico. Os resultados podem ser armazenados na nuvem, encaminhados por e-mail para o especialista e colocados diretamente no prontuário eletrônico do paciente.

    Dessa maneira, a tecnologia na saúde traz grandes benefícios, pois o processo fica mais ágil e não há risco de perdas de exames no meio do caminho.

    Foque na qualidade do equipamento

    É muito importante escolher equipamentos de qualidade e certificados para o hospital. O ideal é buscar dispositivos com boa durabilidade e resistência, pois eles podem ser transportados para outros ambientes no deslocamento dentro do hospital, ambulância ou atendimento em domicílio.

    A falha de um eletrocardiógrafo durante o exame não causa dano à saúde do paciente. Mas, certamente, ela prejudica muito os horários, gerando atrasos na agenda dos profissionais e promove uma imagem negativa do hospital.

    Assim, foque na qualidade, durabilidade e resistência. O preço de um bom produto, normalmente, é um pouco maior em relação a itens de menor desempenho, mas isso é um verdadeiro investimento para o hospital.

    A Medicalway oferece soluções de equipamentos médicos e hospitalares, contando com grande tradição de mercado. Nos destacamos pela qualidade dos serviços prestados, proporcionando aparelhos de alta tecnologia, fabricados por importantes fornecedores mundiais do segmento. Realizamos, também, acompanhamento pós-venda e contamos com um suporte técnico ágil e qualificado.

    O eletrocardiógrafo é um equipamento essencial na rotina do hospital, e escolher bem esse dispositivo contribui para melhorar a precisão dos diagnósticos, para tornar a logística de trabalho mais otimizada e facilitar o dia a dia dos profissionais de saúde. Fazer uma boa pesquisa é essencial, assim como buscar os melhores fornecedores neste campo e avaliar a qualidade e a relação custo-benefício.

    Gostou do conteúdo? Aproveite e confira também os cardiotocógrafos da Unicare!

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    Afinal, como é feita uma auditoria hospitalar? Entenda!

    Reconhecida por ser uma ferramenta altamente relevante para a gestão em instituições de saúde, a auditoria hospitalar avalia diversos processos e auxilia no controle de qualidade.

    O que é e como funciona uma auditoria hospitalar? Quando falamos em auditoria, é comum logo imaginar a conferência de dados financeiros, contábeis e fiscais. Só que o tipo hospitalar não envolve apenas esses fatores. Na verdade, quando descobrimos como é feita uma auditoria hospitalar, fica claro como essa alternativa oferece diferentes possibilidades.

    Inclusive, é essencial conhecer esses aspectos, porque eles podem ajudar até no melhor desempenho da gestão hospitalar. Então, o melhor é que ela seja executada de forma otimizada para servir de apoio e melhorar a qualidade geral dos processos.

    Ao longo deste artigo, apresentamos o que é, como funciona a auditoria hospitalar, qual é a sua importância e quais são as suas principais características. Confira e tenha uma ótima leitura!

    O que é uma auditoria hospitalar?

    A auditoria hospitalar é um estudo ou conjunto de avaliações sobre a eficiência de processos e atividades de uma instituição de saúde. Ela serve para gerar dados relevantes e demonstrar qual é a melhor maneira de agir, diante de objetivos estratégicos e de necessidades específicas.

    Dessa forma, o principal objetivo da auditoria hospitalar é ajudar clínicas e hospitais a avaliarem o gerenciamento de seus serviços, oferecendo uma série de ferramentas para alcançar níveis mais altos de qualidade e performance a longo prazo.

    Ela pode ser realizada periodicamente ou de forma contínua, além de ser externa ou interna. Entre os motivos para a sua realização, estão a obtenção de certificações de qualidade, melhoria de procedimentos e cumprimento de disposições do setor.

    Como funciona a auditoria hospitalar?

    Não podemos ignorar a importância de entender como esse processo é executado. Primeiramente, a auditoria pode ser realizada de modo obrigatório, como no caso de um programa de qualidade externo, ou eletivo.

    O time de auditores, por sua vez, é composto por profissionais internos, externos ou de forma mista. Em qualquer situação, a análise é objetiva e imparcial, com o objetivo de fazer um raio X mais detalhado da instituição.

    Para compreender como é feita uma auditoria hospitalar, podemos fazer um paralelo com um diagnóstico médico. O processo envolve diversos exames e análises, para entender o que tem um paciente, certo? Com a auditoria, também é assim. São usadas checklists de indicadores para cada etapa, além de serem coletados dados com pacientes e profissionais.

    Ao final, todas as informações servem para dar um diagnóstico aprofundado sobre o que merece mais atenção ou deve ser executado, a fim de gerar melhorias à instituição de saúde.

    Quais são os tipos de auditoria hospitalar?

    Dependendo do objetivo de realização e do processo a ser analisado, a auditoria se divide em algumas opções. Na sequência, mostraremos quais são os principais tipos de auditoria hospitalar para tirar todas as suas dúvidas. Confira!

    Preventiva

    A auditoria hospitalar preventiva é feita de maneira antecipada, mesmo antes de um processo ser colocado em prática. Ela repassa todas as etapas associadas ao procedimento e faz uma análise para saber se é realmente viável de ser implementada e se atende às necessidades da organização.

    Vamos imaginar que um determinado hospital vai adotar um novo software de gestão para o prontuário online, por exemplo: como isso vai afetar a experiência de todos os colaboradores e processos, não faz sentido aplicar logo de início. Então, uma auditoria preventiva é executada para alinhar os pontos e objetivos necessários e, assim, definir a melhor maneira de agir nos próximos passos.

    Analítica

    Para saber como é feita uma auditoria hospitalar analítica, é preciso considerar a importância de realizar um estudo completo das informações coletadas. A ideia é reconhecer, com precisão, quais são os pontos com mais dificuldades ou riscos e quais trazem oportunidades mais relevantes.

    Não se trata apenas de obter informações e, sim, de analisá-las, considerando o contexto para entender em quais setores o hospital precisa melhorar.

    Operacional

    Já a auditoria operacional é aquela mais voltada para os processos operacionais da rotina, sabe? O foco está nas atividades do dia a dia, como as etapas de atendimento ao paciente, desde a recepção até o momento da alta.

    Ela inclui vários processos e objetivos, como o de melhorar a qualidade de atendimento para os pacientes ou de evitar problemas com o envio de dados aos convênios médicos, por exemplo.

    De contas

    Reconhecida como uma parte importante da operacional, a auditoria de contas antecede o envio da conta para o paciente ou para a operadora, a fim de analisar possíveis irregularidades e fazer as devidas negociações entre as partes.

    Qual é o papel do auditor?

    O auditor deve cumprir diversas atividades, com o objetivo de monitorar o desempenho da instituição e contribuir para a aplicação adequada de recursos, visando a melhoria de todos os serviços e procedimentos da instituição. As principais tarefas do auditor, em hospitais e clínicas, são:

    • monitorar as práticas realizadas;
    • melhorar a qualidade dos serviços e atendimento aos pacientes em geral;
    • padronizar processos e equilibrar resultados;
    • definir regras para o bom desempenho e funcionamento da instituição;
    • fiscalizar contratos;
    • auxiliar no desenvolvimento financeiro sustentável;
    • promover o avanço da organização.

    Para trabalhar como auditor em instituições de saúde, é importante ter formação e experiência nessa área, além de participar de capacitações e cursos de aperfeiçoamento com frequência.

    Qual é a importância da auditoria em instituições de saúde?

    Tão relevante quanto saber como é realizada uma auditoria hospitalar, é entender o quanto ela é útil para as instituições. Acima de tudo, essa é uma ótima escolha para quem deseja otimizar a gestão de atividades, que passa a ser alimentada com informações concretas e objetivas, facilitando o acompanhamento e a redução de falhas. Ou seja, há como entender quais são os pontos fortes e fracos, visando possíveis melhorias.

    Em relação à saúde suplementar, podemos dizer que é uma forma de evitar as temidas glosas e de conseguir a acreditação. Como é preciso atender a padrões mínimos de processo, a auditoria coloca tudo no seu devido lugar, aprimorando as tarefas realizadas.

    Essa também é uma oportunidade de identificar aspectos de falha e gargalos, em geral. Com a auditoria, é possível saber onde estão os principais problemas, o que deve ser priorizado e quais são os impactos gerados por determinados cenários.

    Então, a auditoria ajuda a evitar desperdícios, reduzir prejuízos, melhorar a lucratividade e aprimorar a experiência do paciente, que fica mais satisfeito, aumentando as possibilidades de atração e retenção do público. Trata-se, portanto, de uma ferramenta de extrema importância para a gestão.

    Quais são os principais benefícios da auditoria hospitalar?

    Entre as principais vantagens que podem ser adquiridas pelas instituições de saúde, ao investir em uma auditoria hospitalar, estão:

    • redução de custos;
    • otimização de tempo e finanças;
    • mais qualidade no atendimento;
    • aumento da produtividade da equipe;
    • melhorias no relacionamento com os pacientes;
    • geração de competitividade no mercado;
    • atração e fidelização do público;
    • redução de falhas ao longo dos processos;
    • acompanhamento das atividades;
    • análise de dados e métricas relevantes;
    • aumento da rentabilidade da instituição.

    Para garantir todos esses benefícios e implementar as etapas da auditoria, com mais confiança e segurança, é importante preparar a sua instituição antecipadamente. Siga conosco para descobrir como fazer isso!

    Como o hospital pode se preparar para esse processo?

    Depois de aprender como é feita uma auditoria hospitalar, é o momento de saber como ficar pronto para ela. Isso aumenta as chances de cumprir a avaliação da melhor forma possível e, assim, aproveitar ao máximo o que ela oferece para a gestão. Na sequência, mostramos como se preparar para essa fase, a fim de garantir melhores resultados. Confira!

    Conheça os critérios avaliados

    Ter um bom planejamento é indispensável para passar por essa avaliação. O ideal é começar entendendo quais são os pontos essenciais que serão avaliados, como as etapas conferidas e quais serão os critérios utilizados.

    Esse passo permite compreender quais são os aspectos mais relevantes e que, de fato, vão indicar o sucesso da instituição, facilitando o monitoramento das informações e gerando insights para as estratégias a serem aplicadas.

    Mapeie e padronize os processos internos

    Em seguida, é interessante realizar um mapeamento de todas as etapas que estão envolvidas: descubra como elas se relacionam, quais impactos causam e quais são os resultados esperados.

    A partir disso, faça modificações de modo a padronizar os processos e otimizar o tempo. Ter a capacidade de executar as atividades com consistência, faz toda a diferença para obter impactos mais positivos e duradouros na auditoria hospitalar.

    Treine os colaboradores

    Também é fundamental treinar a equipe, pois é o que vai garantir que todos estejam prontos para encarar as novas demandas quanto aos processos a serem implementados. Então, após realizar a padronização, nossa dica é consolidar as mudanças por meio de treinamentos.

    Faça com que todos conheçam os padrões e as exigências e realize testes de implementação, até que tudo saia conforme o esperado. Assim, é possível otimizar a performance. Uma ótima dica para esse passo funcionar de forma mais assertiva, é prezar pela comunicação transparente — vale mostrar quais são os objetivos e benefícios de cada equipe para ajudar os colaboradores a ficarem cientes dos processos.

    Utilize os resultados para embasar ações futuras

    Não podemos ignorar que a preparação para a próxima auditoria, na verdade, começa no final da última. Então, logo depois de receber os resultados, é importante mergulhar nas informações e trabalhar sobre elas — analisar dados e métricas, de forma aprofundada, é uma das etapas mais importantes para quem deseja ter uma gestão mais eficaz.

    Isso permitirá entender o que ainda está desalinhado e pode ser otimizado, de modo a estruturar ações futuras, ter insights valiosos e definir estratégias mais direcionadas para alcançar a melhoria contínua.

    Depois de mostrar como é feita uma auditoria hospitalar, temos que lembrar que ela é importante para a gestão. Quando utilizamos essa ferramenta a nosso favor, é possível conquistar mais qualidade nos serviços oferecidos e atingir objetivos previstos para a instituição de saúde. Então, prepare-se para ela, combinado?

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    Como funciona o monitor de sinais vitais e como escolher esse equipamento?

    O monitor de sinais vitais é um equipamento indispensável nos hospitais, principalmente no Centro de Tratamento Intensivo (CTI). Sua finalidade é apontar em tempo real os sinais vistais do paciente, permitindo um acompanhamento preciso da evolução do quadro clínico por meio de dados confiáveis e enviando alarmes nas situações de identificação de parâmetros fora da normalidade. Assim, a equipe de saúde pode realizar a intervenção necessária de forma imediata.

    Devido à sua importância, elaboramos este conteúdo para mostrar o seu funcionamento, quais são os sinais monitorados, bem como os pontos a serem observados ao comprar o aparelho. Confira!

    Como funciona o monitor de sinais vitais?

    O monitor já vem com alguns padrões básicos configurados, porém nada impede que novas configurações sejam feitas pela equipe de saúde, quando necessário. O equipamento tem alarmes sonoros que são ativados caso algum sinal vital do paciente alcance níveis diversos dos configurados — seja por meio de luzes na tela ou beeps sonoros, apontando que algo não está bem em relação ao quadro clínico do paciente.

    Por essas funcionalidades apresentadas, trata-se de um aparelho fundamental no decorrer dos atendimentos que exigem cuidados mais rigorosos sobre os sinais vitais dos pacientes.

    Quais são os sinais vitais lidos pelo monitor?

    Veja a seguir quais são os sinais vitais mais importantes lidos pelo monitor.

    Frequência cardíaca

    A frequência cardíaca está ligada à quantidade de batidas do coração por minuto, fator que pode variar conforme o esforço físico realizado, a idade, a ocorrência de doença cardíaca, entre outros fatores.

    Normalmente, os parâmetros são:

    • 0 a 2 anos: varia entre 120 e 140bpm;
    • 8 a 17 anos: varia entre 80 e 100bpm;
    • adulto sedentário: varia entre 70 e 80bpm;
    • adultos praticantes de atividades físicas e idosos: varia entre 50 a 60bpm.

    Frequência respiratória

    A frequência respiratória corresponde à quantidade de respiração que um indivíduo realiza por minuto. Geralmente, os níveis normais são:

    • homem: 16 a 18 inspirações/minuto;
    • mulher: 18 a 20 inspirações/minuto;
    • criança: 20 a 25 inspirações/minuto;
    • lactantes: 30 a 40 inspirações/minuto.

    Pressão arterial

    A pressão arterial é mensurada pela força do sangue que atua sobre as paredes das artérias, realizando pressão sobre elas. Os padrões normais máximos em pessoas adultas, correspondem à:

    • pressão sistólica entre 10 e 14cm de Hg (100 e 140mm);
    • pressão diastólica entre 6 e 9cm de Hg (60 e 90mm).

    Saturação de oxigênio

    A saturação representa o nível de oxigênio presente no organismo da pessoa. Esse monitoramento é essencial em diversas fases do atendimento médico, principalmente ao longo de aplicações de anestésicos em cirurgias e em casos de doenças respiratórias. Em regra, a saturação é considerada normal quando apresenta valores entre 95 e 99%.

    Temperatura corporal

    Trata-se da medida do calor do corpo, referente ao equilíbrio do calor produzido e calor perdido. A temperatura considerada normal varia entre 36,1 e 37,2ºC.

    O que considerar no momento da compra do monitor de sinais vitais?

    Existem alguns aspectos que devem ser observados no momento da aquisição de um monitor de sinais vitais eficiente. Veja a seguir quais são!

    Centralização e agilidade do equipamento

    A maioria dos hospitais conta com vários leitos ocupados e um número muito menos de profissionais de plantão, que precisam ir de leito em leito averiguar os sinais vitais dos pacientes que podem se alterar a qualquer momento.

    Por meio de um monitoramento centralizado, o trabalho da equipe se torna mais ágil e eficiente, tendo em vista que todos os dados convergem em rede. Isso quer dizer que, em situações de variações graves nas condições clínicas de uma pessoa, a central consegue mobilizar de forma mais segura a equipe médica para que tome as medidas cabíveis.

    Esse monitoramento pode ser realizado por intermédio de uma central de monitoramento, responsável por conectar todos os monitores, informando sobre as necessidades de cuidados específicos.

    Usabilidade

    É necessário entender que situações imprevisíveis ocorrem a todo momento em um ambiente hospitalar, em que a tomada de decisão deve ocorrer em pouquíssimos segundos.

    Por esse motivo, quando se trata da compra de um monitor de sinais vitais, é necessário levar em conta as suas interfaces computacionais, em que dados de apoio para as ações a serem implementadas são diversos.

    Então, verifique quais imagens, gráficos e textos o aparelho disponibiliza, quais são os sinais de alertas e demais funcionalidades que podem simplificar de forma considerável essa prática.

    Isso ocorre porque é fundamental que a equipe médica entenda os dados com facilidade e, dessa forma, possam agir de maneira rápida, segura e com total confiança.

    Tecnologia envolvida

    Com tantas inovações tecnológicas inseridas nos processos, a conectividade é um aspecto relevante, já que todas as informações sobre o paciente precisam estar disponíveis em uma rede central de monitoramento. Esse mecanismo é possível, utilizando um sistema com base em LAN, em que a central de monitoramento deve apresentar e gerenciar dados dos monitores presentes nos leitos.

    Nesse caso, a alteração ou falha em qualquer padrão acompanhado vai ser identificada pela central de monitoramento, permitindo a visão de todos os leitos em um único ambiente, incluindo a apresentação automática das informações de alarme.

    Muitas unidades de saúde também estão adotando softwares em que dados originários dos pacientes são encaminhados diretamente para o prontuário do paciente.

    Custo-benefício

    Outra questão que deve ser considerada são os valores dos consumíveis, como cabos de ECG, manguitos de pressão, sensores de oximetria e demais características. Em muitos casos, na hora da compra do equipamento, essas quantias não são avaliadas, e o comprador escolhe pelo mais barato.

    No entanto, no momento de comprar os acessórios e os consumíveis, o aparelho que era mais caro tem os consumíveis mais baratos, o que pode tornar o custo com o aparelho mais barato mais caro no decorrer do tempo.

    Agora que você entende como funciona um monitor de sinais vitais e o que deve ser observado ao fazer a melhor escolha no momento da compra, o ideal é contar com uma empresa como a Medicalway como parceira, que disponibiliza as melhores tecnologias, preços e condições acessíveis do mercado, além de um acompanhamento pós-venda e suporte técnico eficiente, rápido e qualificado.

    Quer saber por que a Medicalway oferece as melhores soluções para os seus clientes? Então, aproveite para acessar nosso site e conhecer as opções de monitores disponíveis!

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