Comprar um desfibrilador e garanti-lo na instituição de saúde é indispensável para tentar reverter quadros graves de fibrilação. É o caso de parada cardiorrespiratória ou arritmia aguda, que podem ser ocasionadas por afogamento, intoxicação, choque elétrico etc.
Além disso, quadros de arritmias e morte súbita afetam 300 mil brasileiros anualmente, segundo pesquisas da SOBRAC. Então, é importante saber o que deve ser pesado ao comprar um desfibrilador para ajudar os profissionais de saúde a executarem o melhor trabalho.
Afinal, ter desfibriladores em cada ambiente do hospital garante mais rapidez para atender a casos emergenciais. Isso porque nesses casos, o socorro precisa ser feito o quanto antes, para aumentar as chances de sobrevivência de pacientes.
Quer saber mais? Prossiga a leitura e descubra o que é preciso avaliar no momento de comprar um desfibrilador. Saiba como garantir o melhor equipamento e oferecer todo o suporte necessário de excelência à saúde em qualquer situação. Siga conosco!
A compra do desfibrilador deve garantir mais eficácia na hora de preservar a vida de outras pessoas. Nesse sentido, é importante avaliar o equipamento médico, atentando para cada detalhe, a fim de escolher a melhor opção. Assim, existem vários critérios a considerar, como:
Conforme mencionado, os custos do equipamento médico e outros envolvidos na compra são um dos fatores para considerar. O valor varia conforme uma série de detalhes, como o modelo. No caso do desfibrilador externo automático, os custos ficam entre:
A manutenção do desfibrilador, que costuma incluir a substituição das pás, dos eletrodos e da bateria, costuma ficar em torno de 25 e 350 €, o valor depende do modelo de desfibrilador.
Existem 4 modelos disponíveis de desfibriladores, tendo uso exclusivo de médicos e especialistas da saúde. Os tipos desse equipamento médico são:
Para entender melhor para que serve um desfibrilador, é fundamental entender mais sobre o processo de desfibrilação. As fibrilações ou arritmias cardíacas representam um estado de “desorganização” dos batimentos cardíacos, indicando graves riscos para a saúde.
Assim sendo, a desfibrilação se refere ao momento da aplicação de uma carga elétrica na parede torácica ou sobre as fibras musculares do coração de uma pessoa que apresenta sintomas de fibrilação auricular, como falta de ar, dores no peito e parada cardíaca.
Para isso, é utilizado o desfibrilador, um equipamento que tem a função de reverter o quadro de fibrilação com mais agilidade, com o objetivo de evitar perdas de funções cardíacas e cerebrais.
Os desfibriladores são extremamente necessários para atender pacientes de forma mais ágil e segura, sendo fundamentais em ambulâncias, emergências de clínicas e hospitais e em empresas. No entanto, como será explicado adiante, outros ambientes também precisam ter esse equipamento médico por perto.
É importante ter um desfibrilador em vários ambientes do hospital para evitar que pacientes em grave estado cardiorrespiratório fiquem em salas de espera ou aguardando atendimentos emergenciais.
Desse jeito, é possível salvar mais vidas. Afinal, você já viu que quadros de arritmias e morte súbita afetam 300 mil brasileiros anualmente. Esses problemas de saúde podem ser especialmente comuns em pacientes que já sofrem de:
Logo, qualquer ambiente pode precisar desse equipamento médico. Além disso, quem passou por procedimentos cirúrgicos recentes também têm riscos de apresentar arritmia devido a complicações na cirurgia. Assim, também é importante contar com um desfibrilador, cuja rapidez no socorro pode elevar as chances de sobrevida.
Por outro lado, quando o desfibrilador cardíaco é utilizado apenas nas salas de emergência, há o risco de ocorrer a redução de chances de sobrevivência para o paciente. Então, de acordo com as determinações do congresso nacional, o equipamento passou a ser obrigatório em:
Hoje é possível comprar um desfibrilador automático (DEA) para garantir mais segurança à população e diminuir as taxas de mortalidade. Alguns países já permitem que pessoas legais aprendam com enfermeiros a respeito de como realizar procedimentos de atendimento de paradas cardiorrespiratórias, que podem ser feitos em qualquer lugar.
Apesar de já haver leis que regulamentam a obrigatoriedade do desfibrilador externo automático (DEA) em diversos locais, ainda há pouco conhecimento de como manuseá-lo. Portanto, vale ressaltar que é muito importante cobrar a presença do equipamento nos lugares onde você frequenta. Lugares como condomínios, espaços públicos, instituições de educação, academias e shoppings.
Caso uma pessoa leiga receba o devido treinamento por médicos e enfermeiros, ela pode operar o DEA de forma mais segura, sem precisar ter uma formação na área de saúde. Ainda mais, porque o equipamento é simples e prático de manusear, identificando, de forma automática, as arritmias cardíacas.
Portanto, bons equipamentos coletam as principais informações e indicam se é preciso aplicar o choque elétrico em poucos segundos. Caso isso seja necessário, o próprio equipamento define a carga que deve ser liberada, ajudando a preservar vidas com mais rapidez.
Antes de decidir comprar um desfibrilador, é fundamental seguir alguns passos para garantir que você vai escolher o melhor equipamento, facilitando o seu trabalho e evitando preocupações. Confira, a seguir, alguns dos principais pontos para ter mais atenção.
Outros pontos que devem ser levados em consideração, são:
Há diversos tipos de aparelhos, e o primeiro passo é saber como funciona cada um deles antes de escolher qual comprar. Veja abaixo!
Esperamos que este conteúdo tenha ajudado você a saber mais sobre a importância de utilizar esse equipamento. E também, em quais lugares ele deve estar e tudo o que é preciso atentar antes de comprar um desfibrilador, a fim de manuseá-lo com mais agilidade e responsabilidade.
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Manter um bom gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalar é fundamental para um atendimento de qualidade, capaz de proporcionar a promoção da saúde e bem-estar durante os cuidados com os pacientes, garantindo uma boa imagem da instituição.
Isso porque se trata da aplicação de práticas capazes de identificar a necessidade de certo aparelho e seu tempo de utilização. Além do cronograma de manutenção, programação de novas aquisições e demais medidas capazes de evitar problemas e riscos desnecessários.
Mas você sabe como realizar essa gestão de maneira eficaz? Leia este conteúdo e descubra!
Existem três tipos de manutenções. São elas:
Existem algumas práticas que podem ser implementadas como forma de promover um melhor gerenciamento de manutenção de equipamento hospitalares. Veja a seguir as principais!
É preciso elaborar um planejamento para que os equipamentos possam ser revisados periodicamente, o que requer a obtenção de um aparelho reserva, já que a máquina deverá ser aberta para a realização dos procedimentos adequados.
Dessa forma, é preciso criar um plano, estabelecendo a melhor data e hora para a realização da revisão e substituição do aparelho reserva.
Cada equipamento possui utilidades e características diferentes. Alguns são mais usados do que outros. Para que as manutenções sejam eficazes, é preciso conhecer a relevância de cada um e as demandas mais frequentes. Por esse motivo, estipule as prioridades de maneira consciente.
Para reduzir as possibilidades de riscos biológicos, o gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalares deve estar em dia para assegurar a esterilização dos materiais, evitando a utilização de aparelhos infectados e a disseminação de doenças.
Entender o histórico de uso e conservação do equipamento hospitalar é essencial para identificar a situação da sua vida útil. Essa prática pode aperfeiçoar de maneira considerável o fluxo de trabalho dos profissionais de saúde para realizar exames de forma precisa e usar os aparelhos de forma adequada, além de reduzir problemas.
Outra prática indispensável é saber a quantidade correta de equipamentos hospitalares, além de garantir que estejam todos calibrados, lubrificados, conservados, com as peças trocadas no período adequado e com o funcionamento certo.
Um bom controle proporciona todos os aspectos, considerando que contribui para a elaboração de informações precisas a respeito dos aparelhos, o que promovem uma gestão eficaz.
Conseguiu entender a importância de um gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalares e como realizá-lo? Caso esse processo não aconteça, o aparelho corre o risco de ficar quebrado e em mau estado de conservação, o que impossibilita a prestação adequada dos serviços aos pacientes, podendo até mesmo colocar as suas vidas em risco, além de aumentar os tempos de espera ou cancelamentos de exames e atendimentos, impactando da imagem da instituição no mercado.
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Reconhecida por ser uma ferramenta altamente relevante para a gestão em instituições de saúde, a auditoria hospitalar avalia diversos processos e auxilia no controle de qualidade.
O que é e como funciona uma auditoria hospitalar? Quando falamos em auditoria, é comum logo imaginar a conferência de dados financeiros, contábeis e fiscais. Só que o tipo hospitalar não envolve apenas esses fatores. Na verdade, quando descobrimos como é feita uma auditoria hospitalar, fica claro como essa alternativa oferece diferentes possibilidades.
Inclusive, é essencial conhecer esses aspectos, porque eles podem ajudar até no melhor desempenho da gestão hospitalar. Então, o melhor é que ela seja executada de forma otimizada para servir de apoio e melhorar a qualidade geral dos processos.
Ao longo deste artigo, apresentamos o que é, como funciona a auditoria hospitalar, qual é a sua importância e quais são as suas principais características. Confira e tenha uma ótima leitura!
A auditoria hospitalar é um estudo ou conjunto de avaliações sobre a eficiência de processos e atividades de uma instituição de saúde. Ela serve para gerar dados relevantes e demonstrar qual é a melhor maneira de agir, diante de objetivos estratégicos e de necessidades específicas.
Dessa forma, o principal objetivo da auditoria hospitalar é ajudar clínicas e hospitais a avaliarem o gerenciamento de seus serviços, oferecendo uma série de ferramentas para alcançar níveis mais altos de qualidade e performance a longo prazo.
Ela pode ser realizada periodicamente ou de forma contínua, além de ser externa ou interna. Entre os motivos para a sua realização, estão a obtenção de certificações de qualidade, melhoria de procedimentos e cumprimento de disposições do setor.
Não podemos ignorar a importância de entender como esse processo é executado. Primeiramente, a auditoria pode ser realizada de modo obrigatório, como no caso de um programa de qualidade externo, ou eletivo.
O time de auditores, por sua vez, é composto por profissionais internos, externos ou de forma mista. Em qualquer situação, a análise é objetiva e imparcial, com o objetivo de fazer um raio X mais detalhado da instituição.
Para compreender como é feita uma auditoria hospitalar, podemos fazer um paralelo com um diagnóstico médico. O processo envolve diversos exames e análises, para entender o que tem um paciente, certo? Com a auditoria, também é assim. São usadas checklists de indicadores para cada etapa, além de serem coletados dados com pacientes e profissionais.
Ao final, todas as informações servem para dar um diagnóstico aprofundado sobre o que merece mais atenção ou deve ser executado, a fim de gerar melhorias à instituição de saúde.
Dependendo do objetivo de realização e do processo a ser analisado, a auditoria se divide em algumas opções. Na sequência, mostraremos quais são os principais tipos de auditoria hospitalar para tirar todas as suas dúvidas. Confira!
A auditoria hospitalar preventiva é feita de maneira antecipada, mesmo antes de um processo ser colocado em prática. Ela repassa todas as etapas associadas ao procedimento e faz uma análise para saber se é realmente viável de ser implementada e se atende às necessidades da organização.
Vamos imaginar que um determinado hospital vai adotar um novo software de gestão para o prontuário online, por exemplo: como isso vai afetar a experiência de todos os colaboradores e processos, não faz sentido aplicar logo de início. Então, uma auditoria preventiva é executada para alinhar os pontos e objetivos necessários e, assim, definir a melhor maneira de agir nos próximos passos.
Para saber como é feita uma auditoria hospitalar analítica, é preciso considerar a importância de realizar um estudo completo das informações coletadas. A ideia é reconhecer, com precisão, quais são os pontos com mais dificuldades ou riscos e quais trazem oportunidades mais relevantes.
Não se trata apenas de obter informações e, sim, de analisá-las, considerando o contexto para entender em quais setores o hospital precisa melhorar.
Já a auditoria operacional é aquela mais voltada para os processos operacionais da rotina, sabe? O foco está nas atividades do dia a dia, como as etapas de atendimento ao paciente, desde a recepção até o momento da alta.
Ela inclui vários processos e objetivos, como o de melhorar a qualidade de atendimento para os pacientes ou de evitar problemas com o envio de dados aos convênios médicos, por exemplo.
Reconhecida como uma parte importante da operacional, a auditoria de contas antecede o envio da conta para o paciente ou para a operadora, a fim de analisar possíveis irregularidades e fazer as devidas negociações entre as partes.
O auditor deve cumprir diversas atividades, com o objetivo de monitorar o desempenho da instituição e contribuir para a aplicação adequada de recursos, visando a melhoria de todos os serviços e procedimentos da instituição. As principais tarefas do auditor, em hospitais e clínicas, são:
Para trabalhar como auditor em instituições de saúde, é importante ter formação e experiência nessa área, além de participar de capacitações e cursos de aperfeiçoamento com frequência.
Tão relevante quanto saber como é realizada uma auditoria hospitalar, é entender o quanto ela é útil para as instituições. Acima de tudo, essa é uma ótima escolha para quem deseja otimizar a gestão de atividades, que passa a ser alimentada com informações concretas e objetivas, facilitando o acompanhamento e a redução de falhas. Ou seja, há como entender quais são os pontos fortes e fracos, visando possíveis melhorias.
Em relação à saúde suplementar, podemos dizer que é uma forma de evitar as temidas glosas e de conseguir a acreditação. Como é preciso atender a padrões mínimos de processo, a auditoria coloca tudo no seu devido lugar, aprimorando as tarefas realizadas.
Essa também é uma oportunidade de identificar aspectos de falha e gargalos, em geral. Com a auditoria, é possível saber onde estão os principais problemas, o que deve ser priorizado e quais são os impactos gerados por determinados cenários.
Então, a auditoria ajuda a evitar desperdícios, reduzir prejuízos, melhorar a lucratividade e aprimorar a experiência do paciente, que fica mais satisfeito, aumentando as possibilidades de atração e retenção do público. Trata-se, portanto, de uma ferramenta de extrema importância para a gestão.
Entre as principais vantagens que podem ser adquiridas pelas instituições de saúde, ao investir em uma auditoria hospitalar, estão:
Para garantir todos esses benefícios e implementar as etapas da auditoria, com mais confiança e segurança, é importante preparar a sua instituição antecipadamente. Siga conosco para descobrir como fazer isso!
Depois de aprender como é feita uma auditoria hospitalar, é o momento de saber como ficar pronto para ela. Isso aumenta as chances de cumprir a avaliação da melhor forma possível e, assim, aproveitar ao máximo o que ela oferece para a gestão. Na sequência, mostramos como se preparar para essa fase, a fim de garantir melhores resultados. Confira!
Ter um bom planejamento é indispensável para passar por essa avaliação. O ideal é começar entendendo quais são os pontos essenciais que serão avaliados, como as etapas conferidas e quais serão os critérios utilizados.
Esse passo permite compreender quais são os aspectos mais relevantes e que, de fato, vão indicar o sucesso da instituição, facilitando o monitoramento das informações e gerando insights para as estratégias a serem aplicadas.
Em seguida, é interessante realizar um mapeamento de todas as etapas que estão envolvidas: descubra como elas se relacionam, quais impactos causam e quais são os resultados esperados.
A partir disso, faça modificações de modo a padronizar os processos e otimizar o tempo. Ter a capacidade de executar as atividades com consistência, faz toda a diferença para obter impactos mais positivos e duradouros na auditoria hospitalar.
Também é fundamental treinar a equipe, pois é o que vai garantir que todos estejam prontos para encarar as novas demandas quanto aos processos a serem implementados. Então, após realizar a padronização, nossa dica é consolidar as mudanças por meio de treinamentos.
Faça com que todos conheçam os padrões e as exigências e realize testes de implementação, até que tudo saia conforme o esperado. Assim, é possível otimizar a performance. Uma ótima dica para esse passo funcionar de forma mais assertiva, é prezar pela comunicação transparente — vale mostrar quais são os objetivos e benefícios de cada equipe para ajudar os colaboradores a ficarem cientes dos processos.
Não podemos ignorar que a preparação para a próxima auditoria, na verdade, começa no final da última. Então, logo depois de receber os resultados, é importante mergulhar nas informações e trabalhar sobre elas — analisar dados e métricas, de forma aprofundada, é uma das etapas mais importantes para quem deseja ter uma gestão mais eficaz.
Isso permitirá entender o que ainda está desalinhado e pode ser otimizado, de modo a estruturar ações futuras, ter insights valiosos e definir estratégias mais direcionadas para alcançar a melhoria contínua.
Depois de mostrar como é feita uma auditoria hospitalar, temos que lembrar que ela é importante para a gestão. Quando utilizamos essa ferramenta a nosso favor, é possível conquistar mais qualidade nos serviços oferecidos e atingir objetivos previstos para a instituição de saúde. Então, prepare-se para ela, combinado?
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PACS: o que é, como funciona e quais os benefícios? O avanço da tecnologia tem proporcionado várias ferramentas capazes de otimizar, simplificar e agregar qualidade nos serviços de saúde e atendimento aos pacientes. Entre elas, está o Sistema de Comunicação e Arquivamento de Imagens, também conhecido como PACS. A ferramenta foi desenvolvida com o intuito de armazenar imagens e realizar a integração entre as áreas dos hospitais, clínicas e centros de diagnóstico, dando apoio à obtenção do exame, à elaboração de laudos, ao diagnóstico e ao acompanhamento.
Devido à sua importância e todos os benefícios proporcionados por esse sistema, elaboramos este conteúdo para esclarecer as principais dúvidas sobre o assunto. Confira!
O PACS apresenta diversidade de dispositivos e modalidades, como ultrassom, tomografia computadorizada e ressonância magnética. Além disso, propicia a integração entre setores que tenham comunicação, visualização, manuseamento e arquivamento de imagens médicas.
De formas simples, o PACS consiste na execução das seguintes fases:
Antes do surgimento do PACS, as instituições de ensino passavam por alguns desafios quando o assunto eram realização de exames e elaboração de laudos e diagnósticos, podendo gerar problemas para os pacientes, que muitas vezes precisavam refazer os procedimentos, quanto para os profissionais, que em alguns casos não tinham dados precisos em mãos para propor o melhor tratamento.
Sendo assim, um dos principais objetivos do PACS é eliminar esses problemas, facilitando a transferência de informações e imagens, devido ao seu armazenamento rápido e à otimização do acesso aos dados por intermédio de um visualizador DICOM, que é um formato padrão internacional para arquivos de imagens médicas e informações, por exemplo, histórico do paciente.
Diversos benefícios podem ser usufruídos mediante a implementação do PACS. Veja a seguir quais são os principais!
Os profissionais podem acessar os arquivos com as imagens e informações de qualquer dispositivo da intuição quando for preciso, antes ou ao decorrer da consulta e demais procedimentos.
Cobrir os gastos de uma instituição de saúde não é uma tarefa tão simples. Por isso, minimizar qualquer custo reduzido representa mais recursos no fim do mês para aplicar em novos aparelhos, capacitação da equipe e demais pontos de melhoria.
Por intermédio do PACS, as imagens podem ser visualizadas em tela, o que elimina a necessidade de impressão. Dessa forma, grande parte do capital que é gasto com essa função pode ser diminuído.
O PACS proporciona muita segurança armazenando as informações e exames dos pacientes de forma criptografada. Assim, somente os médicos e profissionais da saúde que têm login e senha podem acessar os dados. Isso significa um grande passo para a proteção e também privacidade, tendo em vista que não permite que os exames sejam adulterados ou violados.
O sistema leva à padronização da linguagem e a maneira como as imagens são compartilhadas nas unidades de saúde. Assim, a ferramenta pode ser entendida com facilidade e usada por diferentes profissionais, o que minimiza a burocracia ou aumenta a eficiência.
Isso porque cada pessoa pode colaborar com o banco de dados de forma direta, ou indiretamente, com diagnósticos e práticas adequadas no tratamento do paciente. O resultado é bastante positivo para integração entre os profissionais de saúde, dados mais completos e aprimoramento dos processos desenvolvidos.
Após a elaboração do documento, o médico deve arquivar as imagens e os documentos para o próximo atendimento ao cliente. Quando isso é realizado fisicamente, esse conteúdo pode se perder com mais facilidade.
No PACS, os arquivos são armazenados digitalmente, em um sistema seguro. Então, além de impedir que essas informações sejam perdidas, ele torna a função de encontrá-las quando preciso, por pessoas autorizadas, menos complicada e burocrática.
Por intermédio do PACS, os exames de imagem podem ser visualizados não somente por computadores, mas também por dispositivos móveis, como smartphones, notebook e tablets, o que simplifica o dia a dia dos gestores e demais integrantes da equipe de profissionais da saúde.
Essa mobilidade surgiu a partir da hora em que o arquivamento de informações passou a ser realizado na nuvem, cenário que supera obstáculos e possibilita, inclusive, a geração de laudos a distância. Dessa forma, o histórico de exames de um paciente fica sempre acessível, o que otimiza o monitoramento da sua condição de saúde, além de melhorar a avaliação que o público tem da unidade de saúde.
A qualidade da resolução das imagens digitais emitidas pelo PACS contribui para a agilidade e a rapidez com que um médico consegue analisar um resultado de exame, elaborar um diagnóstico e estabelecer o tratamento mais apropriado.
Dessa forma, todo mundo sai beneficiado: o centro de diagnóstico que vai ser cada vez mais requerido por seus parceiros, os profissionais de saúde que ganham a confiança dos pacientes, bem com o público que receber o diagnóstico e tratamento adequado para ter seu problema revolvido e ter mais saúde, qualidade de vida e bem-estar.
Como você pôde perceber, o PACS proporciona uma série de vantagens, além de otimizar o fluxo dos processos. Por relativamente simples e com um bom custo-benefício, a ferramenta tem superado as expectativas e se tornado praticamente fundamental para as instituições de saúde.
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