Entre toda a gama de avanços tecnológicos na área da medicina, as inovações no mercado de ultrassonografia demonstram um destaque especial. Afinal, as melhorias e otimizações dos aparelhos impactam praticamente todos os âmbitos do cuidado à saúde.
Assim, como a maioria das especialidades são beneficiadas, estar por dentro das tendências do mercado deve ser uma prática constante para uma boa gestão de equipamentos hospitalares.
Foi pensando nisso que elaboramos este conteúdo completo sobre as inovações em ultrassonografia. Continue conosco e saiba quais são essas novidades e tendências e quais os dispositivos de última geração.
Antes de adentrarmos nas inovações no mercado de ultrassonografia, é fundamental compreender a importância de se investir nesse campo. Tudo começa com o princípio de que existem alguns setores que nunca podem ter seus investimentos congelados, sendo que, obviamente, a saúde é um deles.
Portanto, considerando que a tecnologia é algo que está em constante evolução, é imprescindível que clínicas e hospitais estejam frequentemente antenados nas novidades da área médica.
Visitações em eventos e feiras hospitalares são excelentes formas de atualização no que há de mais inovador nos mercados nacional e internacional. A Feira Hospitalar, por exemplo, é o principal evento da área e acontece anualmente no Brasil como uma vitrine para atuantes de laboratórios, clínicas e hospitais.
Quando uma clínica ou hospital investe em um equipamento recém-lançado, sua aquisição toma um caráter mais preventivo e não paliativo, otimizando a gestão de custos hospitalares.
Um aparelho de ultrassom, por exemplo, normalmente é trocado dentro do período máximo de 5 anos devido a questões tecnológicas. No entanto, os recursos mais novos do mercado aumentam esse período, estendendo a necessidade de troca para cerca de 7 anos.
Pois bem, agora que já vimos o quanto é importante investir e adotar tais inovações no mercado de ultrassonografia, vamos discutir quais são as principais tendências que têm sido colocadas à disposição dos profissionais.
Podemos dizer que hoje a grande tendência dessa área é compactar cada vez mais o tamanho dos equipamentos de ultrassonografia, além de melhorar e otimizar o maior número de recursos e funcionalidades possível.
A inovação dos aparelhos de ultrassom é evidenciada principalmente no foco em melhorias de softwares mais avançados. Alguns exemplos são elencados a seguir:
Atualmente as grandes indústrias de dispositivos e softwares em ultrassonografia estão buscando trazer melhorias que têm realmente a capacidade de se destacar no mercado.
É o caso da Mindray, uma desenvolvedora, fabricante e comerciante chinesa de instrumentação médica. Além de apresentar equipamentos altamente robustos e estáveis, a companhia tem um doppler excepcional que possibilitou o desenvolvimento do software V-Flow, em que as informações são disponibilizadas por meio de vetores.
Já outras empresas focam no desenvolvimento da ultrassonografia 4D obstétrica. Se no ultrassom 3D é possível identificar os detalhes do rosto e formas do bebê, com o 4D é possível avaliar os movimentos fetais.
Ainda nesse âmbito, hoje já existem tecnologias que focam na obtenção de imagens bastante realistas e estão sendo consideradas de quinta dimensão (5D).
Uma grande tendência relativamente fácil de se perceber entre as inovações no mercado de ultrassonografia é o quanto os botões estão diminuindo e as telas touch screen estão cada vez mais comuns.
Ademais, quanto maior a capacidade de movimentação e adaptabilidade, melhor. Equipamentos que apresentam possibilidades de ajuste de altura e rotação no painel estão em alta, assim como monitores cada vez maiores, que possibilitam análises de parâmetros mais apuradas.
Diante de todas as possibilidades discutidas neste artigo até então, dá para perceber muitas vantagens que clínicas e hospitais têm ao investir em novas tecnologias do setor. Mas como essas soluções de última geração beneficiam diretamente os pacientes?
Os benefícios são obtidos melhorando principalmente a qualidade e a rapidez dos exames. A elastografia Shear Wave, por exemplo, auxilia a obtenção de análise histológica para avaliação de fibrose hepática.
Dessa forma, a avaliação da elasticidade dos tecidos moles e de seu comportamento permite obter informações sobre a benignidade ou malignidade do tecido de maneira não invasiva e significativamente rápida.
Outras condições clínicas frequentemente analisadas nessa área são a cirrose ou o carcinoma hepatocelular.
Para gestores e profissionais interessados em investir na modernização do centro de imagem com novas tecnologias, é importante se atentar e avaliar algumas questões antes da aquisição.
O primeiro ponto a ser analisado é elencar quais áreas lidarão com o equipamento. Alguns exemplos comuns são especialidades como obstetrícia, ginecologia, angiologia, cardiologia (adulta, pediátrica ou neonatal), mastologia, endocrinologia, urologia e anestesiologia.
A partir dessa identificação, é fundamental saber se os profissionais de cada área necessitam de algum software específico para desempenhar suas funções. Dessa maneira, as empresas que fornecem os equipamentos saberão quais máquinas, transdutores e recursos atenderão a clínica ou hospital com mais efetividade.
A Medicalway é distribuidora oficial da Mindray no sul do Brasil e possui o estoque de equipamentos e peças, além de assistência técnica e application local. Vale ressaltar que a Mindray é uma empresa que cresce com significativa rapidez e, com menos de 30 anos de história, já está a frente de grandes companhias centenárias.
Viu como investir em inovações no mercado de ultrassonografia tem um excelente custo-benefício e promove melhorias de médio e longo prazo? A tendência é que essas tecnologias avancem cada vez mais sem perder a qualidade e durabilidade dos equipamentos, trazendo inovações e conforto para os profissionais.
Se você tem interesse em se aproximar de tecnologias que atendem necessidades específicas do mercado e focam na excelência do atendimento aos pacientes, que tal entrar em contato conosco? Nossa equipe de consultores se encontra à disposição para solucionar quaisquer dúvidas e prestar o melhor serviço possível.
Hiperventilação e hipoventilação: entenda as principais diferenças.O funcionamento do sistema respiratório do nosso corpo deve ser equilibrado e fornecer os gases necessários nas quantidades ideais. Quando isso não acontece, temos dois casos que se destacam: hiperventilação e hipoventilação.
Enquanto o primeiro envolve uma respiração acelerada, o segundo indica a baixa capacidade respiratória. Ambos têm consequências para a saúde e devem ser tratados com qualidade, o que exige um bom diagnóstico.
Pensando nisso, apresentamos as características principais de hiperventilação e hipoventilação e como os tratamentos têm que ser feitos. Confira!
A hiperventilação é uma condição pulmonar que acontece mediante um desequilíbrio da respiração. Em condições normais, devemos inspirar oxigênio e expirar dióxido de carbono, de forma natural.
A hiperventilação, por outro lado, acelera esse processo e faz com que a pessoa exale mais rapidamente do que inala. Isso diminui o nível de dióxido de carbono no corpo e afeta todo o equilíbrio.
Essa condição é muito comum por fatores psicológicos, como estresse, ansiedade e síndrome do pânico. No entanto, também pode estar ligada a quadros como dor intensa, problemas pulmonares ou mesmo ingestão de substâncias estimulantes, lícitas ou ilícitas.
O mais frequente é que ela aconteça na forma de “crises” agudas, que podem demorar segundos ou até minutos. Contudo, caso a condição se torne recorrente, ela passa a ser considerada uma síndrome crônica.
Para reconhecer essa situação em um paciente, devemos ficar atentos aos sintomas, como:
A anamnese é a etapa mais importante do diagnóstico, pois permite identificar todos os sintomas que ocorrem no quadro. No entanto, as condições estão associadas a outros problemas.
Então, devemos verificar a perfusão de ar nos pulmões, além de fazer exames de níveis de oxigênio e até reconhecimentos de imagem sobre o tórax. Cruzar todas as informações com um possível histórico do paciente garante maior efetividade e precisão em relação ao tratamento.
Entre hiperventilação e hipoventilação, o segundo caso demanda ainda mais atenção. Afinal, ele gera um risco maior para a saúde, por causa da falta de oxigenação.
Basicamente, esse quadro ocorre quando não há ventilação pulmonar adequada, o que impede a troca de gases. Como consequência, há um aumento no volume de dióxido de carbono no organismo.
As causas são diversas, como algum tipo de fraqueza muscular no sistema respiratório, doenças cerebrais ou mesmo uso de drogas.
Quando ela está associada à obesidade, é conhecida como Síndrome de Hipoventilação Alveolar da Obesidade (SHO). Acontece, principalmente, durante o sono e está atrelada à ocorrência de apneia obstrutiva do sono.
Para fazer o diagnóstico, devemos começar o exame clínico considerando os sintomas, que incluem:
O diagnóstico poderá ser fechado com uma análise laboratorial dos níveis de oxigênio e dióxido de carbono do sangue. Assim, se o valor de CO2 estiver muito elevado e/ou se o pH do sangue estiver ácido, o quadro fica caracterizado.
Com a identificação correta de cada um dos casos, é preciso agir com qualidade e eficiência. Nos tratamentos de hiperventilação e hipoventilação, podemos usar técnicas e equipamentos específicos para cada situação.
Na hiperventilação, é essencial conhecer as causas do processo para “desativar o gatilho”. Questões emocionais costumam ser trabalhadas por psicólogos ou psiquiatras, que poderão indicar terapias e formas de “reaprender” a respirar.
No entanto, também é preciso pensar em restabelecer a respiração, principalmente durante uma crise. Nesse caso, o uso da máscara de hiperventilação é especialmente recomendado. Seu objetivo é conduzir uma reinalação com a ajuda de um saco fechado, o que evita a perda excessiva de dióxido de carbono.
Só é necessário que haja o cuidado de haver interrupções a cada 30 segundos, pois isso evita e elevação do nível de CO2 acima do que é recomendado.
O aumento da perfusão de gases no pulmão é essencial, o que significa que é preciso melhorar a ventilação. Isso pode ser feito, inicialmente, com o uso de broncodilatadores, que facilitam a passagem de gases até os alvéolos pulmonares.
Em casos mais intensos, entretanto, é necessário recorrer à ventilação mecânica não invasiva, inicialmente. O uso de aparelhos específicos para a hora do sono, por exemplo, exerce a pressão certa para levar oxigênio aos pulmões e retirar o CO2.
Nos quadros extremamente graves, há a opção de ventilação invasiva, como com apoio do ventilador pulmonar ou respirador. Há a chamada respiração artificial, que faz as trocas que o organismo não consegue realizar, mantendo os níveis de gases em valores adequados.
Já quem tiver alguma causa desencadeadora do problema deve receber tratamento de apoio para lidar com o motivo. Assim, é possível melhorar a condição pulmonar em médio e longo prazo.
Tão relevante quanto acertar no diagnóstico de hiperventilação e hipoventilação é realizar o tratamento adequado. Em alguns casos, o uso de medicamentos e a fisioterapia respiratória podem contornar a situação. Em muitos outros, entretanto, é preciso recorrer a equipamentos médicos.
Nesses quadros, é indispensável que possamos contar com itens de qualidade e que funcionem com confiabilidade. Especialmente no caso da hipoventilação, o tratamento incorreto pode levar ao estado de coma e, em alguns cenários, até à morte.
Por outro lado, ter itens de confiança e com eficiência comprovada sustenta o tratamento e permite um acompanhamento de qualidade. Assim, pode-se normalizar os níveis de oxigênio e gás carbônico, restabelecendo o equilíbrio do organismo.
Os quadros de hiperventilação e hipoventilação precisam ser diagnosticados e tratados adequadamente. Com os conhecimentos que apresentamos e o apoio de bons equipamentos, você terá tudo o que é necessário para conduzir corretamente as avaliações dos pacientes.
Para garantir que esses e outros quadros recebam a atenção e os recursos exigidos, conheça as principais ferramentas de gestão hospitalar e obtenha bons resultados na instituição.
O que não pode faltar em um aparelho de ventilação pulmonar? Diversos quadros de saúde podem levar a perdas ou lacunas em funções vitais do organismo. A Terapia Intensiva permite criar condições para suporte à vida em um momento que o corpo não está conseguindo cumprir com todas as suas funções. O aparelho de ventilação pulmonar tem grande importância em hospitais para auxiliar pacientes com algum acometimento que prejudica o trato respiratório.
No momento atual, com a pandemia de COVID-19, esse equipamento tornou-se ainda mais necessário. Isso acontece porque o coronavírus prejudica diversas funções do sistema respiratório.
Um ventilador pulmonar deve cumprir alguns critérios relevantes para ser utilizado com sucesso no estabelecimento de saúde. Neste post especial, vamos mostrar o que não pode faltar nesse equipamento para procedimentos mais ágeis e de qualidade. Continue acompanhando para aprender mais sobre o assunto!
O processo respiratório assegura a troca de gases necessária para a manutenção do equilíbrio no organismo. Diversas patologias podem afetar as funções nesse sistema, sujeitando o organismo a baixos níveis de oxigenação e trazendo riscos para a vida do paciente.
Nos casos de COVID-19, por exemplo, o coronavírus provoca uma inflamação nos pulmões e vias aéreas. Com isso, um quadro de pneumonia pode se desenvolver. A resposta do sistema imunológico é uma ação anti-inflamatória exagerada, provocando maiores dificuldades na respiração. Um complicador desse cenário é que há estados em que não há sinais visíveis da baixa oxigenação. Nesse contexto, os oxímetros podem ser um bom apoio para auxiliar na identificação de índices reduzidos de oxigênio.
O ventilador pulmonar permite facilitar a realização do movimento respiratório e suprir a necessidade de ar do organismo. Dessa forma, ele auxilia na manutenção da vida até que o paciente melhore do acometimento.
Um aparelho de ventilação pulmonar deve contar com algumas características que garantam agilidade e funcionalidade no dia a dia. Vamos explicar melhor esses aspectos a seguir. Veja mais!
Dispositivos que mostram os parâmetros com facilidade são alternativas mais viáveis para hospitais. Equipamentos que apresentam muita complexidade para disponibilizar dados ocasionam em perdas significativas de tempo, o que pode fazer grande diferença em alguns estados mais críticos.
O Synovent E3 da Mindray, por exemplo, conta com uma interface moderna e de fácil manuseio. Os parâmetros são controlados com agilidade e simplicidade, sendo que o visor pode ser configurado e personalizado de acordo com as preferências e demandas do médico.
Com o passar do tempo, novos recursos vão sendo lançados e as tecnologias progridem continuamente. Um ventilador pulmonar muito antigo pode não ser compatível com outros dispositivos, gerando entraves para as operações. Assim, é importante contar com máquinas modernas para garantir procedimentos mais efetivos.
Com equipamentos avançados, é possível agilizar processos e ter mais prontidão no atendimento. Isso contribui para auxiliar mais pacientes e oferecer suporte adequado às necessidades do público.
O ventilador de UTI SV- 600/800 da Mindray, conta com tela HD Wide Screen. Além disso, ele apresenta a tecnologia Intelligent Assistant, uma ferramenta que auxilia o profissional de saúde nas tomadas de decisão, com base nas recomendações de médicos de ampla expertise sobre diversas modalidades de necessidades clínicas.
Um equipamento que se adapta às necessidades do paciente proporciona condições para atender diversos tipos de público, como infantil, adulto e idoso. O ventilador pulmonar SV-300 da Mindray, por exemplo, permite atender a pacientes adultos e pediátricos. Ele conta com interface intuitiva, com funcionalidades em ordem lógica, facilitando o trabalho de médicos e evitando que eles percam tempo com longas consultas e manuais amplos e complexos de equipamentos.
Contar com dispositivos que oferecem o máximo de segurança para o paciente é essencial. Muitos na Terapia Intensiva estão em quadros realmente difíceis, demandando dispositivos avançados e que oferecem ampla proteção. O SV-300, por exemplo, contém válvulas do sensor de fluxo que suportam autoclavagem. Em um cenário como a pandemia de coronavírus, essa funcionalidade é essencial para evitar risco de contágio.
Já o ventilador pulmonar SV-600/800 conta com uma funcionalidade de segurança como aditivo em caso de falha de fornecimento. O sistema faz backup de ar. Com essa reserva, se ocorrer algum imprevisto, o dispositivo garante o abastecimento de ar ao paciente.
Falhas em equipamentos hospitalares podem gerar grandes prejuízos para o paciente, colocando a vida dele em risco. Falhas em um dispositivo devem ser evitadas ao máximo. Afinal, elas também implicam em problemas para a imagem do hospital e podem colocar médicos em situações complicadas. Dessa forma, é essencial buscar equipamentos hospitalares de elevada qualidade e boa relação custo-benefício.
Destacamos também a importância da realização de manutenções periódicas. As revisões colaboram para a substituição das peças necessárias e para a correção de possíveis disfunções. Esse cenário contribui para que o dispositivo tenha bom desempenho e maior longevidade.
O ventilador pulmonar tem grande importância no hospital, facilitando a realização da respiração quando o organismo apresenta algum impedimento para a efetivação do ciclo respiratório. Dessa forma, o aparelho de respiração mecânica permite assegurar as trocas de gases necessárias para assegurar a vida do paciente em diversos quadros clínicos e contextos médicos.
A Medicalway é uma empresa que comercializa equipamentos médicos e hospitalares de importantes fornecedores mundiais do segmento. Estamos há 18 anos no mercado, nos destacando pela nossa tradição e experiência, em uma ampla trajetória de qualidade dos serviços prestados.
Contamos com ótimas tecnologias de fornecedores de alto padrão, disponibilizamos preços adequados, com opções de financiamentos e condições acessíveis ao mercado. Junto a isso, realizamos o acompanhamento pós-venda e temos suporte técnico qualificado e ágil. Aproveite e entre em contato conosco!
O aparelho de ventilação pulmonar é essencial para a efetividade e eficiência do hospital. Com ele, é possível oferecer suporte à vida em quadros críticos, em que o corpo não consegue realizar a troca de gases respiratórios normalmente.
Gostou de aprender sobre o que não pode faltar no aparelho de ventilação pulmonar? Aproveite e visite página dos ventiladores Mindray comercializados pela Medicalway!
A compra e o uso de qualquer equipamento médico devem atender às regras previstas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em relação à fiscalização de equipamentos médicos chineses, a responsabilidade é da China Food and Drug Administration (CFDA). Com isso, a expectativa é garantir a qualidade para todos.
Antes de adquirir produtos do setor de saúde oriundos do país asiático, vale a pena compreender o processo e qual é a segurança envolvida, especialmente diante da pandemia do novo coronavírus — que aumentou a compra de insumos vindos da nação.
A seguir, mostramos como funciona a fiscalização de equipamentos médicos da China. Entenda melhor esse panorama!
No começo de 2020, alguns países fizeram uma série de queixas sobre a qualidade dos produtos importados da China. Os Países Baixos, por exemplo, questionaram a eficácia das máscaras de proteção, que não estavam de acordo com as regras esperadas.
A Espanha também fez apontamentos em relação aos testes para o novo coronavírus. Segundo o país, a eficiência ficou muito abaixo dos 80% esperados e alcançou apenas 30% do valor, o que atrapalharia o controle do contágio.
Outras questões surgiram por parte da República Tcheca e das Filipinas quanto aos testes. No entanto, após uma averiguação, a conclusão é de que o uso desses produtos não foi adequado nesses países.
Toda essa situação criou uma espécie de “escândalo” sobre a capacidade da China de fornecer os equipamentos — mas não é preciso se assustar, como veremos a seguir.
Segundo as autoridades chinesas, entretanto, alguns desses problemas eram relacionados aos fabricantes. A questão é que alguns países compraram de produtores que não estariam na lista de empresas autorizadas e que passam pela fiscalização de equipamentos médicos.
Além disso, temos que considerar que o país é um dos maiores produtores de equipamentos hospitalares do planeta. Com o mundo todo à procura dos mesmos itens, a China recebeu uma verdadeira enxurrada de pedidos.
Isso fez com que muitas fábricas de outros produtos se adaptassem para produzir e exportar esses itens. Além disso, tem acontecido uma diminuição nas matérias-primas — principalmente, as que vêm da Europa.
Por outro lado, as marcas já consolidadas no setor se destacam, entre outras coisas, pela qualidade que oferecem. Além das medidas implementadas pela agência regulatória e pelo governo, essas fábricas têm controle de qualidade interno. É por isso que muitas marcas chinesas estão ainda mais comprometidas em entregar itens dentro dos mais altos padrões do mercado.
Sendo a China uma das maiores produtoras de equipamentos médicos do mundo, podemos considerar o país como um concentrador de pedidos da área. No Brasil, inclusive, isso não é diferente.
Em meio à pandemia, tanto a União quanto os estados realizaram diversos pedidos de máscaras e equipamentos, como respiradores e ventiladores pulmonares. No começo de abril, por exemplo, foi anunciada a compra de mais de 240 milhões de máscaras de proteção individual.
No entanto, os Estados Unidos entraram na “disputa” por suprimentos médicos na mesma época. Devido à explosão de casos e com ofertas maiores, o país “derrubou” vários pedidos feitos pelo Brasil e por outros locais.
Outros locais também têm uma relação intensa com o país. Em 2019, o Japão importou quase 5 bilhões de dólares em equipamentos médicos. Em 2018, o Reino Unido importou o equivalente a 1,5 bilhão de dólares. No mesmo ano, a Coreia do Sul gastou pouco mais de 4 bilhões, assim como a Alemanha. Já a Índia pagou 1,6 bilhão, enquanto a Austrália destinou 983 milhões.
Para comparação, em 2018, o Brasil gastou 841 milhões de dólares com transações do setor. Já os Estados Unidos destinaram 11 bilhões apenas a compras desse ramo em 2019.
Desde a reclamação dos países sobre a qualidade dos produtos exportados, as autoridades chinesas têm reforçado a fiscalização de equipamentos médicos. No geral, o país exige atenção com a documentação, para garantir a idoneidade de produção e o atendimento às regras.
Agora, novos documentos serão exigidos para atestar a qualidade de modo completo. Inicialmente, apenas empresas com certificações de produção de itens médicos poderiam exportar. Porém, isso começou a causar atrasos no envio dos pedidos. Diante da situação da pandemia, não há tempo a perder, certo?
Por isso, o governo criou etapas de verificação de atendimento aos padrões, que vão desde a contabilização adequada dos lotes ao controle mais intenso. Mesmo assim, o governo não liberou todos os detalhes sobre quais serão todas as fases adicionadas, mas garantiu que o controle será mais efetivo.
Desse jeito, a expectativa é que os problemas com equipamentos de qualidade insuficiente fiquem no passado. Ao mesmo tempo, o país vem lutando para escalar a produção e evitar atrasos na entrega.
Como visto, as marcas de destaque do mercado chinês oferecem, consistentemente, itens que atendem aos padrões esperados. O problema é que, muitas vezes, existe uma dificuldade para encontrar fornecedores autorizados e capazes de apresentar alta qualidade.
Por isso, o melhor é deixar a importação nas mãos de uma empresa brasileira e comprar diretamente do negócio nacional. O motivo é simples: a empresa fica responsável pelas negociações e por selecionar fabricantes de altíssima capacidade de entrega. Ao mesmo tempo, o preço permanece competitivo e ainda é possível contar com um pós-venda adequado.
Trata-se, portanto, da melhor solução para não ter dúvidas na aquisição — desde equipamentos básicos de proteção até aqueles com muita tecnologia e alto valor agregado.
A fiscalização de equipamentos médicos na China ganhou reforços de destaque para garantir o máximo de qualidade. Além das novas ações, vale a pena contar com uma empresa que realize uma importação adequada. Assim, é possível ter acesso a equipamentos robustos e a um pós-venda de alta capacidade.
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