Entenda a importância do contraste em exames e quando é usado

O contraste em exames é um nome popular utilizado para nomear as substâncias ofertadas aos pacientes e que são responsáveis por melhorar a qualidade das imagens utilizadas para diagnósticos médicos. Assim, elas podem se tornar mais precisas e com uma maior capacidade de interpretação.

Afinal, a eficácia de um tratamento pode ser aumentada se ele for iniciado precocemente, o que é possível a partir de diagnósticos precisos, capazes de detectar até as mais sutis alterações. Nesse sentido, o contraste em exames pode ser injetado ou ingerido, e posteriormente, costuma ser eliminado pela urina.

Quer entender mais sobre o contraste de exames, como sua importância, tipos e contraindicações? Continue conosco e fique por dentro do assunto!

O que é o contraste em exames?

Como você pôde perceber, o contraste em exames consiste na introdução de substâncias químicas no corpo do paciente para que seja possível realizar testes radiológicos por contraste, como tomografia, ressonância magnética e radiografia.

Isso porque as substâncias introduzidas enfatizam tecidos e demais estruturas de diferentes composições no corpo para que as imagens reproduzidas sejam vistas com maior nitidez, como as estruturas internas e os vasos sanguíneos. A maior parte desses exames foca na região abdominal e pode evidenciar os sistemas urinário, reprodutor e digestivo.

Qual a importância de realizar contraste em exames?

Conforme mencionado, a maior assertividade e segurança na realização do diagnóstico contribui para tratamentos de problemas de saúde mais eficazes e até realizados de forma precoce. Assim, com o auxílio do contraste em exames, os médicos conseguem distinguir os diferentes tecidos para uma avaliação mais eficaz.

Isso é válido para exames específicos, que devem ser indicados pelo médico radiologista a partir de uma suspeita clínica e do acompanhamento conjunto com o histórico do paciente. Nesse sentido, os exames mais comuns de serem realizados com o auxílio do contraste são:

  • tomografia computadorizada: utilizada para detectar lesões nos órgãos, como pulmão, cérebro, vesícula, pâncreas, fígado, parede abdominal ou ossos;
  • ressonância magnética: indicado para detectar lesões na coluna vertebral ou no cérebro, além de investigar regiões como os vasos sanguíneos, ligamentos e articulações;
  • urografia: investiga as funcionalidades dos rins e toda a anatomia do aparelho urinário de forma geral, sendo especialmente útil para identificar estruturas de difícil visualização;
  • cintilografia: detecta alterações no coração, cérebro, pulmão, ossos e na tireoide;
  • estudo radiológico do trato intestinal: como o próprio nome sugere, investiga o trato gastrointestinal, possibilitando uma melhor visualização;
  • angiografia: visualiza o interior dos vasos sanguíneos e investiga aneurismas ou arteriosclerose;
  • colangiografia: investiga as vias biliares.

Quais são os principais riscos do exame de contraste?

Da mesma maneira que o exame é relevante para a realização de diagnósticos mais precisos, além de serem cada vez mais seguros e do médico avaliar quem pode ou não fazer, existem riscos e contraindicações que precisam ser conhecidas pela comunidade médica e até pelos próprios pacientes. Então, acompanhe a seguir.

Reação alérgica aguda

É possível que o paciente apresente uma reação alérgica às substâncias utilizadas no exame e tenha sintomas como queda de pressão, urticária, inchaço da pele, edema de glote, batimentos cardíacos acelerados etc. Nesse caso, é preciso que o médico do hospital realize o tratamento de forma imediata para que não haja riscos à saúde.

Porém, é fácil evitar esse tipo de situação ao questionar previamente o paciente sobre possíveis tipos de alergia existentes. Também é comum que os médicos indiquem antialérgicos para consumo antes da realização do exame.

Reações do sistema nervoso

As reações do sistema nervoso, também chamadas popularmente de vasos vagais ou reações vasomotoras, não têm relação direta com o exame de contraste, mas podem surgir pelo excesso de ansiedade ou até mesmo pela dor ocasionada durante a administração da substância.

Assim, as reações mais comuns do organismo com esse tipo de alteração no sistema nervoso costumam ser batimentos cardíacos acelerados, queda da pressão arterial, palidez ou suor frio, desmaio, confusão mental etc.

Efeitos tóxicos da substância

Dependendo da dosagem, concentração do meio de contraste, forma de uso e velocidade da infusão, a substância pode apresentar reações tóxicas ao organismo, o que causa problemas diretamente na corrente sanguínea, como inflamação na região em que o contraste foi aplicado ou a queda de pressão.

Além do mais, os efeitos tóxicos da substância também podem ser sentidos em outras localidades do corpo, como:

  • coração: arritmias, parada cardíaca, aumento da pressão arterial;
  • pele: vermelhidão, dor no local de aplicação, inchaço ou formação de caroços;
  • cérebro: tontura, dor de cabeça, confusão mental ou convulsão;
  • intestino e estômago: diarreia, vômitos e náuseas;
  • pulmões: crise de asma, falta de ar ou broncoespasmos;
  • rins: insuficiência renal ou redução da formação de urina.

Quais são as contraindicações do exame de contraste?

Como foi possível perceber, é preciso ter cuidados ao realizar o exame de contraste, principalmente redobrando a atenção quanto aos efeitos adversos e as contraindicações.:

  • mães em amamentação: para evitar que substâncias nocivas sejam transmitidas ao bebê pelo leite materno, é preciso que a amamentação seja interrompida por pelo menos 48 horas antes do exame;
  • asmáticos e alérgicos: esse grupo precisa de uma avaliação mais específica antes da realização do exame, sendo possível também administrar antialérgicos para conter reações;
  • pacientes com insuficiência renal: rins não saudáveis podem ser prejudicados e ter a disfunção acentuada durante a realização do exame, o que exige a solicitação do exame de creatinina;
  • qualquer outra situação recomendada pelo médico.

Quais são os tipos de contraste utilizados no exame?

O contraste pode ser diferenciado basicamente pela presença ou ausência do iodo, como o sulfato de bário, iodo e gadolínio, que são os mais comuns. A administração da substância pode ser oral, intravenosa ou endocavitária.

Conseguir entender mais sobre o contraste em exame? Saiba também que antes da sua realização é preciso fazer um jejum de pelo menos seis horas, independentemente de qual seja a área do corpo examinada. Além disso, o médico pode fazer outras observações e recomendações específicas, de acordo com as condições do paciente e o tipo de exame.

Que tal continuar aprendendo sobre o assunto? Descubra como implementar um equipamento de ressonância magnética no hospital!

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    4 práticas para fazer a desinfecção no ambiente hospitalar

    4 práticas para fazer a desinfecção no ambiente hospitalar. Especialmente neste contexto de pandemia do coronavírus, é essencial adotar medidas que possam deixar os pacientes mais seguros e evitar a proliferação do problema. Assim, a desinfecção no ambiente hospitalar deve ser uma prioridade, justamente para não influenciar negativamente os resultados do atendimento — além de evitar riscos em um cenário de fácil contaminação do vírus.

    Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para que você fique por dentro das principais medidas que podem ser tomadas na sua clínica. Continue a leitura e entenda!

    1. Esteja atento com limpeza e desinfecção de superfícies

    Conforme divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e observado em todos os países já acometidos pela COVID-19, essa é uma doença altamente contagiosa. Logo, é preciso que todas as áreas fixas e equipamentos permanentes sejam limpos e desinfectados em uma frequência bem maior que a habitual, utilizando materiais próprios para combater o vírus.

    Mais do que nunca, é preciso seguir os principais pontos abordados pelo Manual da Anvisa para esse tipo de limpeza, como:

    • utilizar de maneira adequada os Equipamentos de Proteção Individual (EPI);
    • não varrer as superfícies a seco — essa atitude contribui significativamente para que haja dispersão de microrganismos;
    • limpar os pisos utilizando a técnica de varredura úmida;
    • ter cuidados especiais para pacientes que estejam em isolamento, com kits exclusivos de limpeza;
    • estabelecer em protocolo sobre a frequência de limpeza;
    • ter atenção especial quanto às superfícies mais tocadas por pacientes e profissionais (maçanetas, por exemplo).

    2. Oriente todos os profissionais quanto aos principais protocolos de higienização

    Principalmente na área de saúde, existe a necessidade de os profissionais se mostrarem como um exemplo a ser seguido pelo restante da sociedade. Ainda mais por se tratar de um serviço essencial para a comunidade, os colaboradores estarão mais expostos aos riscos da doença, o que exige um protocolo rígido relacionado a essa questão.

    Outros profissionais que estiverem exercendo as suas funções em clínicas e hospitais também precisam estar alinhados ao atual contexto. Então, coloque informativos por toda a estrutura do local, faça campanhas internas para que a higienização das mãos seja constante e aumente os pontos com álcool em gel disponível, tanto para funcionários quanto para pacientes.

    3. Preocupe-se com a higienização dos aparelhos

    Conforme sabemos, os quadros mais graves da COVID-19 levam o paciente a sofrer problemas respiratórios. As pessoas que estiverem nesse tipo de situação devem ser colocadas em ventilação mecânica, uma vez que esse é o método mais eficaz. Vejamos, então, os principais pontos de atenção sobre esse assunto.

    Por que se preocupar com essa questão?

    A COVID-19 foi descoberta na China em dezembro, sendo amplamente disseminada nos meses seguintes. Por já termos esse país como referência de como todo o processo se desenvolveu, podemos considerar alguns de seus dados para projetar o que deve ser feito por parte dos setores de saúde — o que comprova a necessidade de agir de acordo com as indicações da OMS.

    A primeira informação a ser analisada nesse sentido é o fato de os profissionais da China, bem como outras equipes médicas que trabalharam na guerra ao Corona, terem adquirido a doença eventualmente. De acordo com estatísticas, fora da China esse número chega a superar a casa dos milhares. Alguns fatores contribuem para que isso aconteça:

    • exposição ocupacional;
    • infecção terminal inadequada;
    • infecções associadas aos aparelhos.

    Por essa razão, governos de diversos países do mundo têm feito campanhas para que os setores de saúde priorizassem também o bem-estar dessas pessoas essenciais para o combate à doença. Isso, aliás, reforça a importância de os profissionais da área se mostrarem como uma referência nos cuidados e medidas a serem tomadas para evitar o contágio, justamente para que cada um faça a sua parte de maneira precisa.

    O que pode ser feito por toda a equipe para evitar essa questão?

    Inicialmente, deve haver um controle da infecção nos aparelhos de ventilação. Não é recomendado, por exemplo, que os circuitos sejam mudados continuamente, a menos que estejam sujos ou precisando de manutenção.

    Além disso, o vírus é altamente sensível à luz ultravioleta e ao calor. Para inativá-lo, portanto, pode-se usar o aquecimento a 56 graus por cerca de 30 minutos e desinfetar os aparelhos utilizando éter ou etanol a 70%. Solventes lipídicos, ácido peracético e clorofórmio também causam efeitos positivos para essa inativação.

    Quanto aos circuitos descartáveis, é preciso eliminá-los como lixo hospitalar. Já para aqueles reutilizáveis, valem todas as medidas apontadas até aqui, de modo a garantir a segurança necessária a profissionais e pacientes.

    4. Entenda o que vem sendo feito em outras instituições

    Diversos hospitais e clínicas já vêm tomando medidas mais drásticas para conter o avanço do coronavírus e a infecção de um número maior de pessoas. Em São Paulo, por exemplo, houve instituições que se autoisolaram — alguns dos seus profissionais passaram seus períodos de folga também dentro da clínica, reduzindo o contato externo.

    Além disso, há locais que estão proibindo as visitas de amigos e familiares por tempo indeterminado, como forma de proteção de seus profissionais, pacientes e até de outras pessoas que vão até o local.

    Caso a sua instituição opte por medidas mais drásticas como essas, é importante promover uma campanha de conscientização para os familiares dos pacientes, muitas vezes envolvidos em contextos emotivos. O tom de linguagem desses comunicados deve ser empático, até porque o mundo todo está em alerta e mais vulnerável psicologicamente.

    Para outras áreas, o mais recomendado é que colaboradores com cargo de gestão, financeiro etc. fiquem em casa, no sistema de trabalho conhecido como home office. Existem hoje muitos métodos e ferramentas que contribuem com isso, permitindo reuniões remotas, por exemplo.

    Enfim, neste conteúdo você pôde entender de maneira mais precisa quais devem ser os processos de desinfecção no ambiente hospitalar. Além do que já dissemos, vale ressaltar que é fundamental contar com um bom fornecedor, que traga à sua instituição equipamentos mais fáceis de limpar — especialmente por meio de um design simplificado e a elaboração de tecnologias mais avançadas.

    Gostou da leitura? Então, que tal conferir também um pouco mais sobre a manutenção dos seus equipamentos?

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    Janeiro Branco: entenda a importância da saúde mental

    O Janeiro Branco é uma campanha criada em 2014, tendo como destaque a subjetividade. A proposta é realizar um trabalho de prevenção em saúde emocional por meio de estratégias que envolvam dimensões sociais, políticas e culturais. Com uma série de práticas de conscientização e psicoeducação, o movimento auxilia no combate ao adoecimento emocional e na disseminação da cultura de saúde e qualidade de vida.

    Preparamos este conteúdo especial com informações sobre o Janeiro Branco para você entender mais sobre a importância da saúde mental e as ações que os médicos podem promover com a mobilização trazida pela campanha. Continue acompanhando para entender mais sobre o assunto!

    O que é saúde mental?

    A saúde mental vai muito além da ausência de doenças no psiquismo. Saúde é um processo dinâmico, que envolve construções contínuas e os passos de cada dia.

    Um diagnóstico em saúde mental é diferente dos usuais exames médicos. Isso porque grande parte do que é analisado em saúde mental se baseia na palavra e nas descrições do paciente. Esse processo exige que os profissionais de saúde mental tenham formação específica, com aprimoramento e qualificação na escuta e também no desenvolvimento de intervenções psicossociais.

    Porém, há um importante diálogo no processo de saúde que envolve corpo e psiquismo. Ou seja, essas questões não estão dissociadas. Assim, médicos e profissionais do cuidado devem aprimorar suas formações, para a geração de intervenções que resultem na eficácia do tratamento.

    A saúde mental também envolve um dinamismo no enfrentamento da vida. Toda pessoa tem problemas e dificuldades, mas é preciso que ela saiba aproveitar potencialidades e criar recursos para lidar com essas questões. Isso significa atravessar crises fortalecendo recursos pessoais e também desenvolver soluções criativas, dentro dos limites e possibilidades do indivíduo.

    Segundo dados da OMS divulgados em 2018, estima-se que mais de 300 milhões de pessoas sofram de depressão em todo o mundo. Em outra pesquisa realizada pela Gallup no mesmo ano, foi identificado que, dos 7500 trabalhadores em tempo integral entrevistados, cerca de 23% indicaram sensação de esgotamento total quase sempre e 44% tinham, às vezes. Diante desse cenário preocupante, o Janeiro Branco é uma campanha que tem muito a contribuir para a melhoria do cenário de saúde mental da população.

    Qual é a importância de investir em saúde mental?

    Investir em saúde mental é essencial para as instituições hospitalares. Isso faz parte de uma política de tratamento de qualidade, auxiliando na prevenção de doenças e promoção de saúde.

    O ser humano deve ser visto como um ser integral. A saúde do seu corpo depende diretamente do bem-estar psíquico. Assim, com a realização de ações em saúde mental, é possível melhorar os tratamentos e fortalecer a rede de atendimento no estabelecimento.

    É importante a função social que o hospital cumpre ao realizar um trabalho estruturado na área. Isso impacta em bons relacionamentos com a comunidade, na humanização do atendimento e na melhora da imagem da instituição diante da população e entidades estatais.

    Além disso, as campanhas ajudam na criação de uma cultura preventiva. A prevenção em saúde mental é um recurso essencial, auxiliando as pessoas a buscarem mais qualidade de vida e se conscientizarem sobre a importância de se dedicarem a si mesmas e à construção de uma vida mais satisfatória.

    Nessa trajetória, muitas vezes, o amparo de profissionais é muito importante, fornecendo escuta qualificada e auxílio no desenvolvimento de alternativas e possibilidades.

    Como os médicos podem ajudar com a conscientização promovida pelo Janeiro Branco?

    Há várias atividades interessantes para ajudar na conscientização promovida pelo Janeiro Branco. Veja algumas dessas medidas a seguir!

    Realize palestras

    As palestras são uma boa alternativa para divulgar conhecimento e promover conscientização em saúde mental. As temáticas associadas a doenças ocupacionais, depressão, síndrome do pânico e outras questões são importantes para que a população compreenda melhor esses problemas. Nesse contexto, essas ações ajudam os indivíduos a encontrarem estratégias para lidar com essas questões e buscar apoio profissional.

    Além disso, o Janeiro Branco tem uma proposta de articulação política da sociedade. Assim, oferecer palestras sobre lutas de movimentos como o feminismo, da população negra, dos grupos LGBTQIA+ e da luta antimanicomial são boas alternativas para mobilizar a comunidade politicamente.

    Ofereça descontos em serviços

    Uma forma de aumentar a adesão da comunidade aos serviços do hospital é por meio de descontos em atividades da instituição. Exames, terapias e consultas podem ter valores promocionais na época do Janeiro Branco. Isso vai estimular o público a buscar mais tratamentos de saúde, o que é excelente na promoção de qualidade de vida e no desenvolvimento de uma política de prevenção.

    Distribua folhetos educativos

    Trabalhar com a psicoeducação é essencial para conscientizar a população sobre saúde mental. A produção de folhetos informativos auxilia na divulgação de informação, estimulando as pessoas a compreenderem melhor sobre quadros de saúde mental, doenças ocupacionais e medidas para melhoria da qualidade de vida. Com a disseminação de conteúdo qualificado e relevante, seu hospital vai fazer um ótimo trabalho pela comunidade.

    Crie grupos de discussão em saúde mental

    As discussões em grupo sobre temáticas de saúde são bastante construtivas. Elas propiciam momentos valiosos de compartilhamento de experiências e de assimilação de informação. Isso permite a formação de laços na comunidade e também a construção de um aprendizado sólido pelos participantes. Nos grupos, é possível fazer a palavra circular, o que oferece oportunidades terapêuticas para os envolvidos.

    O Janeiro Branco é uma campanha direcionada para a conscientização sobre saúde mental. Aderir a essa mobilização é uma verdadeira responsabilidade social das instituições hospitalares. Isso porque as organizações focadas em cuidado devem abarcar o ser humano de forma integral, envolvendo as dimensões biológicas, sociais, políticas, culturais e psicológicas.

    A adesão ao Janeiro Branco permite fortalecer a política de prevenção e reforçar a imagem do hospital como uma instituição que fornece cuidado integral. Com isso, o estabelecimento cumpre com seu papel diante da sociedade e auxilia na prevenção e promoção de qualidade de vida.

    E então, gostou de aprender mais sobre o Janeiro Branco? Aproveite e entre em contato com a Medicalway! Teremos prazer em ajudar!

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    Saúde digital: fique por dentro dos principais benefícios

    Sabemos que a tecnologia está em contínuo avanço. Na área da saúde, em especial, esse desenvolvimento tem gerado tantos resultados positivos a ponto de proporcionar uma verdadeira revolução na dinâmica hospitalar: a chamada saúde digital.

    Transformando inúmeros processos nos estabelecimentos clínicos, ela cria condições para otimizar a gestão e maximizar a qualidade do cuidado aos pacientes. Quer entender isso melhor? Pois foi para isso que preparamos este conteúdo especial! Então, continue lendo e confira os principais benefícios da saúde digital.

    O que é saúde digital?

    Basicamente, trata-se da integração entre as tecnologias da informação e comunicação na área da saúde, com a proposta de potencializar a gestão, facilitar o cuidado e fornecer uma estrutura de serviços mais sólida para o público atendido.

    Esse uso da tecnologia na saúde amplia o leque de possibilidades para médicos e pacientes, fornecendo plataformas capazes de monitorar a saúde populacional e criar canais para oferecer tratamentos de forma mais fácil, ágil e precisa. E isso funciona por diversas estratégias e vias, estimulando a centralização da informação e a integração de softwares e dispositivos.

    Em outras palavras, a saúde digital cria uma estrutura robusta para oferecer o melhor atendimento aos pacientes e fortalecer a rede de serviços hospitalares disponíveis.

    Quais são os desafios enfrentados pela área da saúde hoje?

    Há mesmo vários obstáculos sendo enfrentados pela saúde digital atualmente. Um deles é que a maior parte dos procedimentos ainda está organizada de forma manual, o que torna a migração de dados lenta e morosa. Além disso, esse processo de adaptação à informatização passa por uma série de modificações, que, a princípio, são complexas. Ainda assim, todas essas transformações geram ótimos resultados a longo prazo.

    Para alguns gestores hospitalares, também é difícil mudar a gestão para que fique centralizada. Os modelos baseados em papel são caracterizados por uma grande fragmentação, o que gera entraves diversos para a rotina hospitalar. Nesse sentido, a inserção de tecnologia ajuda a centralizar e uniformizar os dados, mas isso passa por uma adaptação lenta e complexa do banco de dados.

    Outra questão importante é que é necessário conciliar essa inserção de tecnologia e a humanização na área da saúde. Os recursos informatizados precisam contribuir para que o atendimento seja cada vez melhor e pautado em uma escuta qualificada e acolhimento adequado, o que nem sempre é fácil de se atingir inicialmente.

    Quais são os principais benefícios da saúde digital?

    Apesar dos desafios iniciais, como dissemos, a saúde digital traz vários benefícios — tanto para profissionais quanto pacientes. Vejamos os principais deles a seguir!

    Aumento da produtividade

    A inserção de recursos tecnológicos no hospital agiliza processos do dia a dia e permite a realização de mais operações em menos tempo. A marcação de consultas, por exemplo, pode ser feita pela internet e as agendas são administradas de maneira integrada e otimizada, proporcionando um melhor aproveitamento do expediente e evitando horas ociosas.

    Além disso, a integração dos equipamentos hospitalares a outros dispositivos proporciona um compartilhamento de dados mais ágil. Isso otimiza o trabalho de médicos, facilita a consulta a especialistas em casos de necessidade e torna a rotina de saúde do paciente bem mais fácil.

    Redução de erros

    Processos manuais estão sempre sujeitos a erros, seja por equívocos na transcrição de dados, seja por falhas de digitação ou comunicação. Isso acaba por estimular a formação de sistemas com conexões deficitárias, gerando complicações para manejar e transmitir informações.

    Diante disso, a saúde digital favorece o desenvolvimento de um sistema integrado, que facilita o compartilhamento de registros sem abrir mão do sigilo e da segurança nos contextos necessários. É possível integrar equipamentos e sistemas, facilitando as passagens de dados e minimizando os erros operacionais.

    Eficiência na gestão

    A saúde digital conta com tecnologias sincronizadas, que fazem o cruzamento e a comparação de dados de forma automática. Isso permite a identificação de equívocos com rapidez, para que as correções adequadas sejam providenciadas no menor tempo possível.

    Os sistemas também integram as operações, de forma a otimizar processos e facilitar a realização de relatórios, contabilidade e transações financeiras com operadoras de saúde. Notas fiscais, inclusive, podem se intercomunicar com as outras atividades. Assim, o financeiro é operacionalizado com precisão e eficiência.

    Em suma, toda a gestão hospitalar é equipada com uma estrutura robusta e sólida, baseada em tecnologias bem estruturadas. O resultado é agilidade, precisão e a otimização da comunicação, como um todo.

    Acompanhamento em tempo real

    Em alguns quadros de saúde, é crucial monitorar os dados vitais do paciente em tempo real. Com a saúde digital, isso se torna ainda mais fácil. Dispositivos inteligentes wearables, por exemplo, permitem a monitoração e a identificação imediata de qualquer eventual anomalia, permitindo que medidas cabíveis sejam tomadas o mais rápido possível.

    Rapidez e precisão nos diagnósticos

    Os equipamentos mais modernos atualmente conseguem coletar informações com precisão e fornecer dados e imagens em alta qualidade — o que é essencial para os médicos realizarem melhor as suas análises. Além disso, os resultados saem com mais facilidade e sem demandar muito tempo, garantindo ainda mais eficiência nos diagnósticos.

    Melhoria no atendimento ao paciente

    A saúde digital busca otimizar a gestão hospitalar, de modo geral, mas também criar condições para o fornecimento do melhor cuidado possível ao paciente. Por isso, a humanização do atendimento é imprescindível para que os tratamentos trabalhem na prevenção, recuperação e promoção da saúde.

    A Psiquiatria e a Psicologia nos mostram hoje que grande parte dos quadros orgânicos dos pacientes estão associados ao espectro emocional. Além disso, sabemos que um acometimento no corpo resulta em efeitos psicológicos para o indivíduo. Nesse sentido, o profissional que atende o sujeito deve fornecer um atendimento integral, que engloba a expertise médica, mas também o acolhimento, a escuta qualificada e as suas habilidades em relações humanas.

    Nesse momento de fragilidade que é o adoecimento, o paciente precisa de humanidade — e a tecnologia pode contribuir com isso. Ao tornar a rotina dos profissionais da saúde mais fácil, a saúde digital reduz processos burocráticos e protocolos, liberando tempo para o médico se dedicar ao acolhimento integral e à escuta das dificuldades enfrentadas pelo paciente.

    Como implementar a saúde digital no seu hospital?

    Para implementar a saúde digital na sua instituição, é fundamental buscar equipamentos médicos modernos. Afinal, contar com tecnologia de ponta no estabelecimento é o primeiro passo para a efetivar uma mentalidade digital em todos os processos hospitalares.

    Além disso, é preciso investir na capacitação dos colaboradores, de modo que eles tenham os conhecimentos necessários para manejar as soluções informatizadas. Os processos de formação ajudam essa adaptação à dinâmica da saúde digital e estimulam o melhor aproveitamento das ferramentas disponíveis.

    É importante, por fim, implementar a tecnologia de forma gradual, para que a equipe possa se adaptar a ela com sucesso. Muito cuidado é necessário nesse sentido, especialmente para auxiliar profissionais que não dominam tanto as tecnologias, garantindo que eles tenham um bom aprendizado e possam usufruir de todas as possibilidades da saúde digital em seu trabalho.

    Como vimos, criar uma dinâmica na instituição que seja baseada na saúde digital contribui para uma série de resultados positivos, permitindo que o hospital permaneça competitivo no mercado. Do contrário, ficar para trás nessa questão pode gerar lentidão de processos, perda de público para a concorrência e redução da eficácia dos tratamentos.

    Então, gostou da leitura? Agora que conhece os maiores benefícios da saúde digital e como implementá-la com segurança, aproveite para se aprofundar no assunto e confira também as vantagens da tecnologia em cirurgias!

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