Confira um guia rápido com os melhores cursos na área de gestão hospitalar. Gerenciar uma instituição de saúde é uma tarefa que envolve vários desafios, sendo essencial que haja a integração de conhecimentos distintos para o sucesso nesse processo. Administrar um hospital envolve a associação de competências multidisciplinares, sendo importante a busca por uma formação na área para a construção de uma boa carreira.
Isso é importante porque muitos médicos abrem estabelecimentos de saúde, porém, a formação em medicina não prepara para as funções de administração de uma organização focada em cuidado e saúde. Assim, os cursos na área de gestão hospitalar são essenciais para o desenvolvimento de habilidades e repertório para a função.
Preparamos este conteúdo especial com informações sobre os principais cursos direcionados para o gerenciamento de estabelecimentos de saúde. Continue acompanhando para aprender mais sobre o tema e veja um guia rápido com os melhores cursos na área de gestão hospitalar!
A gestão hospitalar é é a área que realiza o gerenciamento de processos na instituição de saúde, envolvendo o corpo de profissionais e equipes, equipamentos, materiais, logística e sistemas. Esse contexto envolve a gestão financeira, controle de custos e despesas, coordenação técnico-administrativa, marketing e a aplicação de tecnologia e inovação no estabelecimento.
Conforme é possível perceber, a multiplicidade de conhecimentos exigidos de quem trabalha na área demanda que o profissional esteja em contínuo investimento em aperfeiçoamento. As exigências do dia a dia do gestor hospitalar demandam a interação de saberes muito diversos, como o alinhamento da expertise em negócios à escuta qualificada e cuidado. Assim, a formação na área e o aprimoramento constante são essenciais.
O gestor hospitalar conta com múltiplas funções na instituição de saúde. Ele auxilia com o planejamento e gerenciamento estratégico de finanças, colaborando com a elaboração de proposta para uso otimizado dos recursos oferecendo máxima qualidade.
Além disso, há os controles logísticos, da conservação e da limpeza, que envolvem sólidas alternativas para controle do estoque e manejo dessas atividades, garantindo melhores condições para profissionais e pacientes. Esses processos também envolvem almoxarifado e compras, controle dos equipamentos hospitalares e gestão de manutenção.
Há demanda para o gestor hospitalar também na gestão da hotelaria e acomodação de pacientes, ou seja, organização das condições ambientais para acolhimento e internação. Acrescentamos ainda entre as funções do gestor hospitalar os serviços de comunicação, marketing e atendimento ao consumidor.
Há vários cursos na áreas de gestão hospitalar. Vamos mostrar os principais a seguir. Veja mais!
A graduação de tecnólogo em gestão hospitalar tem a duração média de 2 a 3 anos. Ela contém disciplinas que abarcam cultura organizacional, ética e bioética, planejamento financeiro e de orçamento, epidemiologia e biossegurança e segurança do paciente.
Outros conhecimentos abordados são legislação e direito aplicado à saúde, gestão de marketing, gestão da cadeia de suprimentos na saúde, serviços de nutrição hospitalar, farmácia e enfermagem, controle de laboratórios e exames e gestão de pessoas. Acrescentamos que há conhecimentos importantes sobre processos de compra e controle de custos, inclusos no currículo da graduação em gestão hospitalar .
As especializações na área de gestão hospitalar são uma ótima opção para formação continuada. Nesse caso, os conhecimentos são mais focalizados em direções específicas. Há, por exemplo, a gestão hospitalar empreendedora, a formação em serviços, especialização em marketing na saúde, gestão hospitalar e de vendas e varejo e serviços.
Na modalidade de atualização, destacamos os cursos de menor duração e que oferecem contribuições e novas informações para o trabalho de gestão hospitalar. Um exemplo é o curso de atualização em biossegurança hospitalar, que disponibiliza informações acerca da proteção dos colaboradores do hospital contra riscos e doenças. Ela envolve a gestão dos equipamentos de proteção manual e coletiva e também no controle de ameaças de contaminação.
Outro curso de atualização que pode contribuir muito com a sua formação é o de sistema de saúde pública e privada. A proposta da formação é se aprofundar nos conhecimentos de gestão e nas distinções entre o sistema público e o privado. Com isso, é possível construir uma rede de atendimento mais sólida, fornecendo condições adequadas para o cuidado e a prestação de serviços em saúde.
Também há os cursos de gestão de equipes em saúde, que contribuem para você compreender estratégias para criar grupos de trabalho realmente funcionais. A formação ajuda na compreensão de dinâmicas interpessoais e no desenvolvimento de alternativas para que a equipe seja produtiva e colaborativa.
Para selecionar um dos cursos na área de gestão hospitalar, é importante avaliar quais são as suas necessidades profissionais. Observe quais são os aspectos principais da sua área de atuação e quais demandas e lacunas de conhecimento podem ter aparecido ao longo da jornada de trabalho. Verifique também quais são seus objetivos em curto, médio e longo prazos na carreira.
O conhecimento em gestão hospitalar pode ser aplicado em laboratórios, consultórios, maternidades, hospitais, unidades de saúde, vigilância sanitária, unidades de pronto-atendimento e serviços públicos de atendimento psicossocial.
As casas de reabilitação e repouso, spas, secretarias de saúde, clínicas e policlínicas também demandam a atuação do profissional da área. Assim, um curso em gestão hospitalar acrescenta múltiplas alternativas para atuação e amplia a capacidade de coordenação do próprio negócio em saúde.
A área de gestão hospitalar é bastante promissora, sendo uma ótima alternativa para médicos que decidem abrir o próprio estabelecimento de saúde e se deparam com as dificuldades na administração de processos. A graduação em medicina não oferece o conhecimento gerencial necessário. Por isso, buscar uma formação complementar em gestão é tão importante.
Enfatizamos que é fundamental avaliar suas perspectivas de carreira e observar suas necessidades de aprendizagem para fazer o investimento certo a formação. Uma especialização, graduação ou curso de atualização deve se encaixar no que a sua instituição precisa, para que seu trabalho ganhe cada vez mais qualidade e eficácia.
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A Norma Brasileira Regulamentadora – NBR nº 17025 é uma legislação aplicada em laboratórios do mundo inteiro para desenvolver um sistema de gestão para operações técnicas, administrativas e de qualidade. O texto aponta os requisitos a serem cumpridos pelos laboratórios de ensaios para que obtenham reconhecimento no mercado internacional e nacional por comprovar competência técnica.
Os elementos mais importantes decorrentes da NBR nº 17025 são: rastreabilidade, gestão da qualidade, padrão, avaliação de conformidade, acreditação, certificado e LIMs. Todos esses componentes precisam ser incorporados pelos laboratórios que desejam alcançar a excelência. Neste post, vamos explicar melhor esse conceito, sua relação com a ISO 9001 e seus benefícios.
Gostaria de saber como é possível aplicar a NBR nº 17025 e alcançar os seus objetivos? Acompanhe a leitura!
A NBR nº 17025 é uma norma criada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) com a finalidade de reger os Sistemas de Gestão da Qualidade dos laboratórios. Ela aponta os requisitos e princípios necessários para a realização de procedimentos de ensaios ou calibrações por meio de amostras. Há uma metodologia indicada nessa legislação.
Os laboratórios devem utilizar a NBR nº 17025 para realizar os procedimentos de calibrações e ensaios com o auxílio dos métodos normalizados ou não normalizados a serem por eles elaborados. A origem dessa norma se deu com a revisão e substituição da DIN EN 45001 e da ISO/IEC Guia 25, bem como pelo seu alinhamento com a ISO 9001.
Como você pode ver, a NBR nº 17025 se relaciona diretamente com os procedimentos de laboratório, razão pela qual exigem a implementação de um sistema de gestão de qualidade que seja capaz de gerar ótimos resultados. A ISO 9001, por sua vez, registra os requisitos para garantir a qualidade desses sistemas nas organizações para elevar a satisfação dos clientes.
Portanto, a NBR 17025 utiliza a ISO 9001 como referência e o laboratório que a implementa opera por meio dessa norma utiliza um Sistema de Gestão de Qualidade. Para implantar esses regramentos utiliza-se um Manual da Qualidade, Procedimentos de Gestão, Procedimentos Técnicos, Instruções de Equipamentos e Formulários para registros das atividades.
Um dos principais benefícios decorrentes da aplicação dessas normas é a credibilidade e confiabilidade no mercado. Um laboratório acreditado emite certificados de qualidade, oferece serviços de análises e fatura muito mais. Além disso, aumenta o comprometimento da equipe e a competência do pessoal. Veja a seguir como aplicar a NBR nº 17025!
INMETRO é o órgão brasileiro que se responsabiliza pelas certificações dos laboratórios no território nacional. O instituto tem tratados e acordos internacionais para acreditar outras instituições pela NBR nº 17025. A ISO audita essa organização para que atue como acreditadora com o auxílio da Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE) que faz o processo.
É preciso fazer um cadastro e cumprir alguns requisitos ao entrar em contato com o INMETRO. O laboratório deve seguir as diretrizes da NBR nº 17025 e a CGCRE vai rubricar certos documentos. Existem duas categorias de documentação, os normativos são obrigatórios, enquanto os orientativos não. Envie ao instituto as documentações de constituição da sua empresa.
O laboratório terá que participar de um ensaio de proficiência para realizar a calibração e comparar seus resultados com outras empresas já acreditadas. Os processos são feitos de forma imparcial por um terceiro, mas será fundamental ter o sistema da qualidade e as instalações prediais avaliadas pelo INMETRO. Depois de obter a acreditação, é necessário mantê-la.
Entendeu o que é e para que serve a NBR 17025? Saiba que o processo de acreditação pode demorar entre 6 até 12 meses em virtude da demanda que é bastante elevada e dos processos que são bem detalhados. O laboratório passará por uma pré-auditoria, receberá uma visita que avaliará o grau de assertividade de seus procedimentos.
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Para uma maior precisão e qualidade nos resultados de exames laboratoriais, existe a NBR 17025, uma norma que regulamenta o setor a fim de promover mais qualidade e confiança nas operações realizadas.
Caso contrário, se não houver um padrão de qualidade ou uma norma que regulamenta as operações, dificilmente é possível obter confiança quanto aos resultados obtidos por um laboratório. Basta imaginar a aplicação de vacinas, por exemplo, sem aprovação da qualidade por meio de normas específicas.
Conseguiu entender do que se trata e a importância da NBR 17025? Continue a leitura e entenda como ela se aplica nos laboratórios, suas vantagens em relação a ISO 9001 e os cuidados a serem tomados nos laboratórios!
Conforme mencionado, a atuação da NBR 17025 visa garantir a competência e resultados válidos dos laboratórios, o que exige o cumprimento de uma série de ações a partir de três atividades laboratoriais: calibração, ensaio e amostragem.
É preciso que a calibração, ou ajustes dos equipamentos, siga padrões internacionais de confiança. Tais informações estão descritas com mais detalhes no requisito 5.19 da NBR 17025.
Para comprovar a capacidade técnica de um produto ou material, é necessário adotar uma série de técnicas e procedimentos que medem a qualidade a partir das informações que descrevem o ensaio, a classe do ensaio, o produto ensaiado e a área de atividade.
A amostragem é o processo de coleta de amostras nos níveis e nas condições adequadas, para que seja possível posteriormente realizar o ensaio.
Ao seguir todos os requisitos e orientações da NBR 17025, o laboratório passa a ter um maior nível de qualidade e confiança nos resultados oferecidos, o que é indispensável para a satisfação e escolha dos clientes. Além do mais, muitos produtos só podem entrar em laboratórios que seguem normas e padrões mundiais de qualidade.
Assim como a NBR 17025, a ISO 9001 ajuda empresas e gestores na otimização da qualidade dos processos oferecidos. Porém, a ISO foca em empresas de diferentes setores e a norma em questão atua com exclusividade para laboratórios de amostragem e calibração.
Além disso, a ISO 9001 faz isso por meio de certificações do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ), que sinaliza as empresas dentro dos padrões de qualidade e as que precisam corrigir falhas e implantar melhorias. Por exemplo, padronizar as operações, reduzir custos e desperdícios etc.
A ação da ISO 9001 também aumenta a vantagem competitiva e a busca por atualizações constantes nos laboratórios, a ponto de oferecer mais agilidade no desenvolvimento dos produtos e serviços e buscar satisfazer cada vez mais os pacientes.
Esses benefícios se tornam ainda mais relevantes e significativos porque a adesão do SGQ não é uma obrigação ou pré-requisito, é uma ação voluntária para quem busca elevar o nível de qualidade e competência.
Como foi possível notar, por mais que tanto a NBR 1725 e a ISO 9001 não sejam obrigatórias, elas são essenciais e atuam como diferenciais para que laboratórios busquem constantemente por estruturas e equipamentos adequados e resultados confiáveis.
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Uma gestão eficiente da unidade de saúde exige muitos cuidados, tanto em relação à prestação dos serviços quanto na administração de recursos e materiais. Sendo assim, fazer a classificação dos itens hospitalares é fundamental para melhorar a logística, garantir os insumos necessários para a rotina de atendimento aos pacientes, otimizar os custos e evitar prejuízos financeiros.
Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para apresentar boas práticas para serem aplicadas como forma de classificar esses itens de forma correta e assegurar melhores resultados. Confira!
A classificação para utilização de material médico-hospitalar, no Brasil, é regulamentada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que conceitua como produtos hospitalares todos os equipamentos, materiais ou acessórios que estão agregados à proteção e defesa da saúde coletiva ou individual.
Os itens para a saúde são classificados em quatro classes de risco, levando em conta as normas estabelecidas na RDC 185/01, que estão alinhadas às particularidades específicas para o seu uso:
Além disso, as regras de classificação podem ser associadas da seguinte maneira:
Para entender melhor a respeito dessas regras, é possível acessar o tópico “Classificação” presente no anexo II, da RDC 185/01.
Depois de receber e conferir os materiais, o ideal é catalogá-los e armazená-los de acordo com suas características, frequência de utilização e prioridades. Determinados insumos necessitam de cuidados especiais, como refrigeração, enquanto outros precisam ficar mais perto do alcance das mãos, com a finalidade de agilizar o atendimento.
Essa classificação também vai servir para garantir uma armazenagem segura e correta dos materiais de saúde, que podem ser divididos com base na sua capacidade de corrosão, oxidação, fragilidade, volume, inflamabilidade, peso e demais. Também é preciso ter atenção para que tudo seja respoto nos mesmos locais e, assim, impedir a desorganização, dificuldade de aceso e aquisições desnecessárias.
Outra prática que pode contribuir para a classificação dos itens hospitalares é realizar um bom controle de estoque e, assim, evitar qualquer tipo de descontrole relacionado ao armazenamento dos materiais da unidade de saúde. Para isso, é preciso analisar e padronizar as rotinas de abastecimento, compreendendo de onde vem e para que locais vão os insumos estocados.
Dessa forma, fica mais fácil definir padrões de consumo, que vão ajudar para um melhor gerenciamento de custos e garantir que os atendimentos aos pacientes sejam realizados com excelência.
Fazer a contagem dos itens de tempos em tempos ajuda a administrar e identificar se tudo está saindo de acordo com o planejado, o que vai reduzir a margem de erros. No caso de materiais com custo mais alto, as contagens precisam ocorrer em períodos menores.
Essa periodicidade também pode ser estabelecida considerando a classificação de cada material, podendo ser quinzenal, mensal, semestral, entre outros. Os ajustes entre o volume físico e o informado ao sistema e, após, um comunicado para a equipe deve ser feito a respeito de eventuais divergências e questões a serem melhoradas.
5. Invista em tecnologia
Para colocar todas as práticas já apresentadas em ação, é importante contar com ferramentas tecnológicas disponíveis no mercado, como um software de gestão, já que oferece funcionalidades ideais para o alcance de atividades mais precisas, por exemplo, quantificar o consumo de materiais, cadastrar e rastrear os insumos, realizar conferências para evitar perdas e expiração da validade, impedir desvios, entre outras medidas importantes para o alcance de melhores resultados.
Como pode perceber, tomar certos cuidados quanto à classificação dos itens hospitalares é indispensável para reduzir custos, evitar prejuízos e oferecer um atendimento de qualidade, capaz de proporcionar uma melhor experiência aos pacientes e fazer com que a instituição ocupe um lugar de destaque no mercado.
Gostou deste artigo? Então, aproveite sua visita para entender por que é necessário realizar a manutenção corretiva de equipamentos médicos hospitalares!”.
