A depreciação de equipamentos hospitalares se trata da perda de valor de um bem relacionado a vários aspectos, como desgaste, depreciação, ente outros. Ignorar como funciona e deixar de realizar o seu cálculo adequado pode gerar algumas consequências negativas, como redução da produtividade, aumentos dos custos de manutenção, perda da eficiência, prejuízos financeiros e demais questões que podem influenciar nos resultados do negócio.
Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para esclarecer os principais pontos sobre o assunto e ajudar que você a realizar o cálculo da forma mais simples possível. Acompanhe!
Diversos aspectos podem levar à depreciação de equipamentos hospitalares. Entre os mais comuns, estão:
É necessário que o cálculo da depreciação de equipamentos hospitalares seja realizado com fundamento nas diretrizes estabelecidas pelo governo por intermédio da Receita Federal.
Mesmo que não seja obrigatório inserir a depreciação na contabilidade de uma instituição da área da saúde, o ideal é entender de que forma ela pode contribuir para a redução do montante a ser tributado. Sendo assim, quando mais desvalorizado um equipamento estiver dentro do estabelecimento, menos impostos referentes a ele serão pagos.
É necessário salientar que todo equipamento apresenta sua vida útil, dessa forma, no decorrer do tempo, eles se desgastam e ficam obsoletos, o que se torna uma exigência de substituição para que a sua função seja realizada em atendimento às demandas de quem está o manipulando.
Considerando isso, é preciso entender como a depreciação é calculada e sobre a possibilidade de apontar esse valor no relatório de custos operacionais, considerando que existe todo um custo envolvido em um item que frequentemente diminui o seu valor.
A depreciação do equipamento se inicia desde o momento que ele passar a operar conforme as necessidades dos responsáveis e finaliza na hora que ele é transferido ou baixado, ou seja, quando é completamente depreciado.
Para realizar o cálculo da depreciação, é necessário fazer uma lista de todas as máquinas, ferramentas e equipamentos que fazem parte dos bens dos estabelecimentos de saúde, como consultórios, clínicas, hospitais, entre outros. Em seguida, os valores de compras de todos esses itens precisam ser apontados.
Além disso, é preciso realizar o levantamento do tempo de vida útil de cada equipamento, de acordo com a lista elaborada pela Receita Federal, sendo:
Após isso, é preciso dividir o valor de cada objeto pelo seu tempo de utilidade em anos e, então, o resultado deve ser dividido por 12 para se chegar ao valor mensal da depreciação.
Por exemplo: caso um equipamento que custa R$ 2.000,00 e ele se enquadra na categoria de máquinas, móveis e utensílios (que têm vida útil de 10 anos), a depreciação do ano é de R$ 200,00. A mensal, nesse caso, é de R$ 16,66.
A partir desse resultado, é possível ter uma média de quanto capital será preciso ser guardado por mês em relação à depreciação. O recomendado é estimar o lucro de cada equipamento e por meio disso se planejar para a sua futura substituição.
Outra dica relevante para executar o cálculo da depreciação desse tipo de equipamento é ter em mente que, após 1 ano de utilização, caso o item seja vendido, deverá apresentar um deságio de 10% do montante empregado na sua aquisição.
Dessa forma, caso um aparelho seja comprado pelo valor de R$ 50.000,00, o seu valor de venda é de R$ 40.000,00 após 1 ano de utilização, mesmo que nas melhores condições possíveis. Ou seja, o valor da depreciação será de R$ 5.000,00, dividido por 12 meses, o que vai levar ao resultado de R$ 416,66 por mês.
Com esse cálculo, fica mais fácil identificar a quantia que o estabelecimento está perdendo por mês com o equipamento.
Ao fazer o cálculo da depreciação e considerar o seu resultado, é importante pelo fato de que, quando os custos que fazem parte da rotina no estabelecimento não são levados em consideração, podem gerar impactos negativos não programados, seja pela falta do equipamento que ficou sem manutenção, prejuízos financeiros etc.
Sendo assim, não há dúvidas da importância do cálculo da depreciação, tendo em vista que ela evita custos desnecessários, além de dívidas que podem aparecer decorrentes de falhas com máquinas de custos mais elevados e que são fundamentais para o funcionamento da clínica.
Ao fazer uma estimativa de forma prévia do tempo em que o objeto vai precisar ser substituído, é possível antecipar o caixa do negócio para esse tipo de investimento e, assim, evitar problemas mais graves. Entre os aspectos que influenciam na vida útil dos aparelhos, estão:
Agora que você entende a importância de realizar o cálculo da depreciação de equipamentos hospitalares, não deixa de aplicá-lo ao seu negócio e, dessa forma, evitar situações inesperadas que possam gerar impactos no seu orçamento ou na execução das plenas atividades do estabelecimento.
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Diante do receio dos pacientes quanto a tomar anestesia para a realização de cirurgias, é importante falar sobre como realizar uma anestesia segura, a fim de que tanto o paciente quanto o profissional da saúde fiquem tranquilos com esse procedimento.
Portanto, neste post, você entenderá o que se deve fazer para que a anestesia seja segura, além de saber como o paciente pode contribuir para que isso ocorra e a importância da relação médico-paciente para o sucesso do procedimento. Acompanhe.
A anestesia é usada durante os procedimentos cirúrgicos e gera a ausência temporária de sensibilidade no paciente, fazendo com que ele fique dormindo durante a cirurgia, se for anestesia geral, ou acordado, se for apenas local.
Com um anestesista competente, o paciente não precisa se preocupar, pois terá um procedimento seguro e livre de dores. Assim, saberá que terá um profissional ao seu lado fazendo toda a gestão do seu processo cardíaco, respiratório e de todas as demais funções vitais.
Para uma anestesia segura, também é importante o controle da temperatura corporal do paciente para que não ocorra hipotermia. Dessa forma, ele é mantido aquecido e, se a cirurgia durar mais de três horas, também é colocada uma manta térmica ao seu redor a fim de garantir que a temperatura corporal se mantenha adequada.
Para que a anestesia ocorra de forma segura, é importante não só a equipe médica ser qualificada, mas também é necessário que o paciente colabore para o sucesso do procedimento.
Por isso, é essencial que ele siga todas as orientações repassadas pelos profissionais que atuarão na cirurgia, tais como:
Sabemos que os pacientes têm medo de anestesia, principalmente quando ela é geral. Esse receio acontece tanto pelo medo de acordar durante o procedimento operatório, quanto pela preocupação de nunca mais acordar. E até pelo medo de sentir tudo que está acontecendo na cirurgia e a equipe médica não notar que o paciente está consciente, como aconteceu com um personagem no filme Awake – A Vida por um Fio.
Por isso, para tranquilizar o paciente e para que a anestesia ocorra de forma segura, é essencial que ocorra um acompanhamento antes, durante e depois da cirurgia. Portanto, no dia anterior à aplicação da anestesia, é essencial que o anestesista entre em contato com o paciente a fim de promover a relação médico-paciente, fazendo com que ele se sinta mais tranquilo a respeito da anestesia. Isso deve ocorrer principalmente se ela for geral.
Esse contato no pré-operatório também é importante para saber quais medicamentos o paciente usa, se possui alergia a algum remédio e se deve parar o uso de algum medicamento contínuo para que a anestesia atue da melhor forma possível. Agindo assim, seu paciente sentirá segurança ao entregar a saúde dele em suas mãos.
Já no decorrer da cirurgia, é importante que o profissional se mantenha atento aos sinais vitais do paciente e que observe se ele está acordando ou não. Ao fim do procedimento, o anestesista também atua aplicando medicamentos que evitam que o paciente sinta dor, fazendo assim com que ele fique o mais confortável possível.
Neste post, você pode entender a importância de uma anestesia segura para a tranquilidade não só do paciente como também do médico, além de compreender como o paciente pode colaborar para o sucesso da anestesia.
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A pandemia do novo coronavírus trouxe alguns alertas à população e preocupações para os centros de saúde no quesito equipamentos respiratórios. Os filtros respiratórios são uma tecnologia recente na medicina e muito útil para casos de insuficiência respiratória, inclusive a que a Covid-19 provoca.
Um desses artifícios é o HME (Heat and Moisture Exchanger), que nada mais é do que um trocador de calor e umidade colocado entre o tubo endotraqueal/traqueostomia e o conector do circuito do ventilador, capaz de aquecer e umidificar o gás inspirado.
Neste post, você conhecerá mais sobre o filtro HME, sua importância e as categorias existentes. Acompanhe.
Estamos vivendo tempos difíceis com a disseminação de um vírus altamente contagioso e com grande poder sobre nossos pulmões. Muitos casos de internação em unidade de terapia intensiva seguidas de intubação utilizam esse tipo de filtro, auxiliando o paciente a manter a respiração aquecida e com o nível de umidade adequado. Eles ajudam a reduzir o muco e a tosse, um dos sintomas atenuantes da Covid-19.
Ele também pode ser usado em anestesias, ventilação assistida ou cirurgias em que os pacientes não conseguem manter a habilidade de filtrar e umidificar o ar respirado. Além disso, são muito importantes na proteção contra contaminações microbianas entre as máquinas e os pacientes, por conta da ação da membrana eletrostática que impede a passagem de vírus e bactérias que podem levar ao óbito.
Agora que você sabe o que é filtro HME e entende sua importância e como funciona, é essencial conhecer os tipos que existem. De acordo com a literatura médica mundial, esses filtros são agrupados em três categorias. Conheça-as agora.
Possuem propriedades de produção de umidade e calor, que bloqueiam a ação microbiológica exercida pelas membranas eletrostáticas. Recebe a nomenclatura HMEF por alguns autores, que significa trocador de calor e umidade com poder de filtração.
Atuam como barreira, possuem alta eficiência de filtração, mas com poder menor de produção de umidificação e aquecimento. Ele possui pregas que impedem a passagem da água para o meio externo.
Não possuem propriedades de filtração antimicrobiana, apenas realizam troca de calor e umidade. Quando o paciente exala ar quente e úmido, o filtro coleta essa umidade e o calor e devolve quando o indivíduo inala.
O HME age de forma parecida com nossas vias respiratórias superiores e assim retém a umidade e o calor do ar expirado através da membrana higroscópica, impedindo a perda de ambos. Depois disso, são liberados e aquecem e umidificam os gases inspirados pelo paciente.
Você pode aprender um pouco mais sobre o uso desses equipamentos aqui na Medicalway. Basta ficar de olho em nossas publicações. Esse filtro é encontrado aqui com os melhores preços do mercado e com as recomendações e explicações necessárias para o uso.
Tem interesse e quer saber mais sobre o filtro HME? Então, entre em contato conosco. Um de nossos especialistas o atenderá e tirará suas dúvidas.
Negligenciar a etapa de conservação do equipamento de ultrassom pode trazer inúmeras consequências. Entre elas, lentidão, falha na comunicação com a rede ou impressora e muitos outros problemas que comprometem a satisfação do paciente.
Diante disso, é fundamental que a gestão hospitalar seja capaz de evitar essa situação. Assim, é possível oferecer um atendimento de qualidade, diagnóstico preciso e elevar a credibilidade da instituição de saúde.
A partir desse contexto, quer saber como garantir a conservação do equipamento de ultrassom? Listamos algumas informações essenciais sobre o assunto que podem ajudar. Acompanhe!
A limpeza é uma das etapas primordiais para conservação do equipamento de ultrassom. No entanto, não basta garantir esse procedimento, é preciso que ele ocorra da maneira correta para evitar danos ao aparelho.
Assim, efetue essa etapa com um pano úmido com sabão neutro e água para higienizar o gabinete. O painel de controle e o teclado devem ser limpos com um pano umedecido em água, sem precisar da intervenção de algum produto.
Outro cuidado a ser tomado é não abrir esses itens para limpeza, o que poderia levar à entrada de gel e ao dano à parte interna. Então, caso haja muita poeira, contar com um aspirador de pó pode ser o suficiente.
Enquanto isso, a higienização dos transdutores precisa ocorrer com um pano úmido, com água ou papel toalha a cada finalização do exame. Utilizar produtos nesse processo pode prejudicar a película de cristais.
O equipamento ultrassom deve permanecer em uma temperatura adequada para garantir o adequado funcionamento. Assim, o recomendado é que ela se mantenha entre 18°C e 22°C quando estiver ligada.
Utilizar uma temperatura superior à mencionada ou até mesmo ignorar o uso do ar-condicionado enquanto usa o equipamento ultrassom pode superaquecer as placas.
Isso porque o aparelho por si só gera um aquecimento no ambiente enquanto está ligado. Logo, a soma disso com a alta temperatura externa tende a ocasionar falhas no funcionamento.
A manutenção periódica do aparelho atua para otimizar o fluxo operacional dos procedimentos clínicos e elevar a segurança. Com relação a isso, existe a manutenção preventiva, voltada para quando o aparelho ainda não apresenta defeitos.
E ainda, existe a manutenção corretiva, quando o equipamento já se danificou e é necessário realizar algum reparo. Seja qual for o caso, é preciso contar com fornecedores adequados para garantir a manutenção de acordo com o fabricante.
Ao deixar a manutenção a cargo de uma empresa especializada, é possível realizar testes de envelhecimento, controle de qualidade e demais procedimentos que elevam a confiabilidade do serviço.
Então, conseguiu entender algumas das principais dicas relacionadas à conservação do equipamento de ultrassom? É fundamental colocá-las em prática para que a instituição de saúde faça um atendimento mais seguro e eficiente. Tudo isso evita riscos no tratamento e diagnóstico, além de elevar a vantagem competitiva da clínica.
Diante disso, saiba que nós da Medicalway oferecemos assistência técnica para manutenção de equipamentos hospitalares. Entre em contato conosco e saiba mais!
