Dezembro Vermelho: 5 ações de conscientização para realizar na sua clínica

É possível se envolver com campanhas de conscientização na área da saúde durante o ano todo. A cada mês, um tema diferente ganha os holofotes para que a população tome conhecimento de uma doença importante e se cuide, adotando ações de prevenção.

Se celebramos o Outubro Rosa, conscientizando acerca do câncer de mama, e o Novembro Azul para lembrar os homens sobre o câncer de próstata, fechamos o ano com o Dezembro Vermelho, alertando a população sobre a importância de se prevenir contra a Aids.

É importantíssimo que a sua clínica participe desses movimentos, para informar os pacientes sobre essas doenças, suas formas de prevenção e diagnóstico. Por isso, neste post vamos falar mais sobre o Dezembro Vermelho e o panorama da Aids no Brasil. Continue lendo e confira também 5 ações de conscientização para você realizar na sua clínica!

O objetivo do Dezembro Vermelho

Simbolizado por uma fita vermelha, o Dezembro Vermelho visa alertar a população sobre os números da Aids no Brasil e conscientizar sobre a importância da sua prevenção — não só dessa doença, mas de outras infecções sexualmente transmissíveis. Esse mês foi escolhido porque o Dia Mundial contra a Aids é comemorado no 1º de dezembro em todo o mundo.

Além disso, a campanha busca informar as pessoas sobre a necessidade de dar início ao tratamento o quanto antes, de modo a aumentar a sobrevida do paciente. Essa adesão precoce ao tratamento, além da disciplina do paciente em tomar a medicação de modo adequado, podem reduzir a carga viral no seu organismo, tornando-a indetectável. Desse modo, além de qualidade de vida, esse paciente não desenvolverá a doença e não transmitirá o vírus adiante.

No Brasil, o tratamento para Aids vem apresentando resultados bastante animadores. Um estudo recente apontou que 70% dos adultos e 87% das crianças — que descobriram a doença entre 2003 e 2007 — conseguiram uma sobrevida superior a 12 anos. Antes do início das políticas públicas voltadas para o combate à Aids, essa sobrevida era de 5 anos.

Um panorama da Aids no Brasil

Quem viveu a década de 1980 se acostumou a ver notícias sobre a Aids estampadas em revistas e jornais, principalmente quando relacionadas a alguma figura pública, como o cantor Cazuza. Felizmente, com o tempo, o número de casos da doença diminuiu no país e os tratamentos se tornaram mais efetivos.

Por conta disso, contudo — e até graças às políticas públicas bastante eficazes na luta contra Aids — as gerações mais novas talvez não entendam a gravidade de contrair o vírus HIV, e acabam subestimando o risco envolvido. Por isso, é fundamental não deixar de falar da prevenção — o que inclui o apoio de hospitais e clínicas médicas à campanha do Dezembro Vermelho.

De 2010 a 2018, enquanto registrou-se uma queda nos novos casos de Aids no mundo, no Brasil houve um aumento de 21% segundo informações da Unaids, agência da Organização das Nações Unidas (ONU) especializada na doença.

De acordo com o Ministério da Saúde, de 1980 a junho de 2018, foram registrados 926.742 casos de Aids no Brasil. Somente em 2017, foram identificados 37.791 casos. Nesse período, a distribuição dos casos aponta uma concentração nas regiões Sudeste (51,8%) e Sul (20%), sendo 606.936 (65,5%) registrados em homens e 319.682 (34,5%) em mulheres.

5 ações de conscientização para fazer nessa campanha

Então, quer participar do Dezembro Vermelho, alertando a população sobre a importância de tomar medidas preventivas contra a Aids? Confira algumas ações que você pode implementar durante todo o mês!

1. Distribua laços vermelhos

Você pode distribuir fitinhas vermelhas — tanto para os profissionais de saúde da sua clínica utilizarem no uniforme com um alfinete quanto para os pacientes e seus acompanhantes. Essa é uma maneira simples de lembrá-los sobre a Aids e a necessidade da prevenção.

Aproveite a data para decorar os ambientes da sua clínica com o laço vermelho também. O intuito é chamar a atenção do público em geral, para que eles se informem sobre a doença.

2. Realize palestras informativas

Você pode propor que médicos e enfermeiros da sua clínica se organizem e realizem palestras, para profissionais de saúde e para o público geral. Nesse caso, podem ser abordados diversos temas, como:

  • formas de contágio da Aids;
  • sintomas da doença;
  • como é feito o diagnóstico;
  • números de casos no país;
  • medidas de prevenção (como sexo seguro e o não compartilhamento de seringas);
  • necessidade de fazer o teste anti-HIV, caso a pessoa esteja em um grupo de risco;
  • tratamento contra a Aids.

3. Distribua panfletos

Se não for possível organizar palestras, outra dica é confeccionar panfletos para entregar ao público e cartazes para serem colocados nas paredes. Você pode reunir neles diversas informações a respeito da doença — formas de prevenção, como é o feito o diagnóstico, quais são os sintomas e os meios de tratamento.

4. Organize caminhadas e cafés da manhã

Para marcar a campanha Dezembro Vermelho, que tal organizar uma caminhada em seu bairro, convidando seus pacientes e as pessoas da comunidade a vestirem vermelho e, desse modo, alertar a todos sobre a doença? Na ocasião, você pode distribuir panfletos e os laços vermelhos também.

Outra ideia é celebrar o movimento oferecendo um café de manhã em sua clínica, aproveitando o momento para distribuir materiais informativos ao público.

5. Divulgue vídeos via redes sociais

Mais uma forma bem simples de mostrar que a sua clínica está engajada com o Dezembro Vermelho é aproveitar suas páginas nas redes sociais para divulgar imagens, vídeos ou até infográficos a respeito da importância da prevenção contra a Aids. Você pode convidar os seus seguidores para compartilhar esses posts, alcançando ainda mais pessoas!

Enfim, as ideias são muitos. Então, comece a se organizar e mobilizar os profissionais da sua clínica para fazer a diferença nesse Dezembro Vermelho! A informação é sempre o melhor meio para alertar as pessoas sobre a necessidade da prevenção contra a Aids, bem como a adesão precoce ao tratamento. Lembre-se disso!

Então, gostou das nossas dicas para tornar sua clínica ou consultório mais participativo em relação a esses grandes movimentos de saúde? Agora, que tal acompanhar outros posts com essa mesma temática? É só seguir as nossas páginas no Facebook, no Instagram e no LinkedIn.

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    O que é o uso emergencial de vacinas e como ficou esse processo no Brasil?

    O uso emergencial de vacinas se tornou uma alternativa mais rápida para que diferentes países, como o Brasil, pudessem iniciar o plano de imunização e conter a pandemia de Covid-19 sem a aprovação definitiva da Anvisa, o que levaria mais tempo. 

    Assim, para maior segurança, enquanto a vacinação estivesse apenas com a aprovação emergencial, seu uso era autorizado apenas para um público-alvo específico, e ainda assim seguindo uma série de critérios, como a permissão apenas para o setor público e a restrição na quantidade de doses.

    Conseguiu entender a ideia geral sobre o uso emergencial de vacinas? Continue a leitura e se aprofunde no assunto, pois vamos falar mais sobre as diferenças entre os dois conceitos!

    Quando o uso emergencial de vacinas é necessário?

    Como o próprio nome sugere, o uso emergencial de vacinas é indicado quando uma população sofre alto risco de contaminação por uma doença viral, cuja vacinação é a única saída para o problema mencionado. Quanto mais rápido houver a contenção da transmissão, melhor para a segurança e saúde da população, além do funcionamento de ambientes hospitalares e demais atividades que envolve a circulação de pessoas.

    É o caso da pandemia de Covid-19, em que a aprovação emergencial das vacinas Coronavac e AstraZeneca, ainda em janeiro de 2020, depois de quase um ano que o coronavírus se espalhou pelo mundo, deixando inúmeras mortes — totalizando, no Brasil, quase 230 mil letalidades apenas no mês de janeiro e a paralisação de inúmeras atividades presenciais. 

    Dentro desse contexto, a aprovação emergencial, cujo conceito é relativamente novo e utilizado apenas em casos de urgência na saúde, autorizou a aplicação das doses com base em dados preliminares dos estudos finais e inúmeras regras para a sua aplicação. Além disso, o andamento da imunização continuou sob análise da Anvisa enquanto a vacinação avançava, para que a segurança fosse garantida.

    Quais foram os critérios de aprovação para o uso emergencial?

    Conforme mencionado, o uso emergencial de vacinas é aprovado com limitações, que podem variar de acordo com cada país. Listamos as principais regras estipuladas no Brasil, segundo a Anvisa. Acompanhe.

    Fase 3

    Apenas os imunizantes que já comprovaram a eficácia nas três fases do estudo clínico podem passar pelo processo de autorização emergencial, como ocorreu com a Coronavac e a AstraZeneca.

    Informações técnicas

    É indispensável apresentar com detalhes a segurança, a qualidade e a eficácia nas informações sobre armazenamento, prazo de validade, práticas adequadas de fabricação etc. Afinal, a incoerência em qualquer uma dessas etapas pode comprometer a segurança da vacina.

    Público-alvo predefinido

    Além do uso emergencial se restringir apenas ao setor público, foi definido um público-alvo entendido como prioritário para o mundo inicial, que começou com trabalhadores da saúde, indígenas e pessoas acima de 75 e superior a 60 anos vivendo em asilos e hospitais.  

    Como ocorre o registro definitivo?

    A Anvisa tem um prazo de 60 dias para responder o prazo definitivo, cujo ritmo de resposta depende da quantidade e qualidade de dados existentes sobre uma vacina. Enquanto isso, quem recebe a dose assina um termo de consentimento.

    Após a aprovação definitiva, é possível ampliar o grupo, de acordo com a bula do medicamento. De qualquer forma, continua sendo regra o cumprimento de compromissos por parte das empresas.

    Como visto, existe uma série de critérios e ações realizadas para que o uso emergencial das vacinas seja seguro e eficaz para a população, contribuindo para a condição da pandemia do coronavírus ou de qualquer outra que possa surgir.

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    Entenda a importância do contraste em exames e quando é usado

    O contraste em exames é um nome popular utilizado para nomear as substâncias ofertadas aos pacientes e que são responsáveis por melhorar a qualidade das imagens utilizadas para diagnósticos médicos. Assim, elas podem se tornar mais precisas e com uma maior capacidade de interpretação.

    Afinal, a eficácia de um tratamento pode ser aumentada se ele for iniciado precocemente, o que é possível a partir de diagnósticos precisos, capazes de detectar até as mais sutis alterações. Nesse sentido, o contraste em exames pode ser injetado ou ingerido, e posteriormente, costuma ser eliminado pela urina.

    Quer entender mais sobre o contraste de exames, como sua importância, tipos e contraindicações? Continue conosco e fique por dentro do assunto!

    O que é o contraste em exames?

    Como você pôde perceber, o contraste em exames consiste na introdução de substâncias químicas no corpo do paciente para que seja possível realizar testes radiológicos por contraste, como tomografia, ressonância magnética e radiografia.

    Isso porque as substâncias introduzidas enfatizam tecidos e demais estruturas de diferentes composições no corpo para que as imagens reproduzidas sejam vistas com maior nitidez, como as estruturas internas e os vasos sanguíneos. A maior parte desses exames foca na região abdominal e pode evidenciar os sistemas urinário, reprodutor e digestivo.

    Qual a importância de realizar contraste em exames?

    Conforme mencionado, a maior assertividade e segurança na realização do diagnóstico contribui para tratamentos de problemas de saúde mais eficazes e até realizados de forma precoce. Assim, com o auxílio do contraste em exames, os médicos conseguem distinguir os diferentes tecidos para uma avaliação mais eficaz.

    Isso é válido para exames específicos, que devem ser indicados pelo médico radiologista a partir de uma suspeita clínica e do acompanhamento conjunto com o histórico do paciente. Nesse sentido, os exames mais comuns de serem realizados com o auxílio do contraste são:

    • tomografia computadorizada: utilizada para detectar lesões nos órgãos, como pulmão, cérebro, vesícula, pâncreas, fígado, parede abdominal ou ossos;
    • ressonância magnética: indicado para detectar lesões na coluna vertebral ou no cérebro, além de investigar regiões como os vasos sanguíneos, ligamentos e articulações;
    • urografia: investiga as funcionalidades dos rins e toda a anatomia do aparelho urinário de forma geral, sendo especialmente útil para identificar estruturas de difícil visualização;
    • cintilografia: detecta alterações no coração, cérebro, pulmão, ossos e na tireoide;
    • estudo radiológico do trato intestinal: como o próprio nome sugere, investiga o trato gastrointestinal, possibilitando uma melhor visualização;
    • angiografia: visualiza o interior dos vasos sanguíneos e investiga aneurismas ou arteriosclerose;
    • colangiografia: investiga as vias biliares.

    Quais são os principais riscos do exame de contraste?

    Da mesma maneira que o exame é relevante para a realização de diagnósticos mais precisos, além de serem cada vez mais seguros e do médico avaliar quem pode ou não fazer, existem riscos e contraindicações que precisam ser conhecidas pela comunidade médica e até pelos próprios pacientes. Então, acompanhe a seguir.

    Reação alérgica aguda

    É possível que o paciente apresente uma reação alérgica às substâncias utilizadas no exame e tenha sintomas como queda de pressão, urticária, inchaço da pele, edema de glote, batimentos cardíacos acelerados etc. Nesse caso, é preciso que o médico do hospital realize o tratamento de forma imediata para que não haja riscos à saúde.

    Porém, é fácil evitar esse tipo de situação ao questionar previamente o paciente sobre possíveis tipos de alergia existentes. Também é comum que os médicos indiquem antialérgicos para consumo antes da realização do exame.

    Reações do sistema nervoso

    As reações do sistema nervoso, também chamadas popularmente de vasos vagais ou reações vasomotoras, não têm relação direta com o exame de contraste, mas podem surgir pelo excesso de ansiedade ou até mesmo pela dor ocasionada durante a administração da substância.

    Assim, as reações mais comuns do organismo com esse tipo de alteração no sistema nervoso costumam ser batimentos cardíacos acelerados, queda da pressão arterial, palidez ou suor frio, desmaio, confusão mental etc.

    Efeitos tóxicos da substância

    Dependendo da dosagem, concentração do meio de contraste, forma de uso e velocidade da infusão, a substância pode apresentar reações tóxicas ao organismo, o que causa problemas diretamente na corrente sanguínea, como inflamação na região em que o contraste foi aplicado ou a queda de pressão.

    Além do mais, os efeitos tóxicos da substância também podem ser sentidos em outras localidades do corpo, como:

    • coração: arritmias, parada cardíaca, aumento da pressão arterial;
    • pele: vermelhidão, dor no local de aplicação, inchaço ou formação de caroços;
    • cérebro: tontura, dor de cabeça, confusão mental ou convulsão;
    • intestino e estômago: diarreia, vômitos e náuseas;
    • pulmões: crise de asma, falta de ar ou broncoespasmos;
    • rins: insuficiência renal ou redução da formação de urina.

    Quais são as contraindicações do exame de contraste?

    Como foi possível perceber, é preciso ter cuidados ao realizar o exame de contraste, principalmente redobrando a atenção quanto aos efeitos adversos e as contraindicações.:

    • mães em amamentação: para evitar que substâncias nocivas sejam transmitidas ao bebê pelo leite materno, é preciso que a amamentação seja interrompida por pelo menos 48 horas antes do exame;
    • asmáticos e alérgicos: esse grupo precisa de uma avaliação mais específica antes da realização do exame, sendo possível também administrar antialérgicos para conter reações;
    • pacientes com insuficiência renal: rins não saudáveis podem ser prejudicados e ter a disfunção acentuada durante a realização do exame, o que exige a solicitação do exame de creatinina;
    • qualquer outra situação recomendada pelo médico.

    Quais são os tipos de contraste utilizados no exame?

    O contraste pode ser diferenciado basicamente pela presença ou ausência do iodo, como o sulfato de bário, iodo e gadolínio, que são os mais comuns. A administração da substância pode ser oral, intravenosa ou endocavitária.

    Conseguir entender mais sobre o contraste em exame? Saiba também que antes da sua realização é preciso fazer um jejum de pelo menos seis horas, independentemente de qual seja a área do corpo examinada. Além disso, o médico pode fazer outras observações e recomendações específicas, de acordo com as condições do paciente e o tipo de exame.

    Que tal continuar aprendendo sobre o assunto? Descubra como implementar um equipamento de ressonância magnética no hospital!

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    O que fazer para tornar o exame de mamografia mais confortável?

    O exame de mamografia é extremamente importante para prevenção de doenças graves como o câncer de mama, que é o mais incidente em mulheres e, só em 2018, surgiram mais de 2 milhões de novos casos. E ainda, pode reduzir em até 60% a taxa de mortalidade entre pacientes, de acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia.

    Apesar disso, muitos ainda resistem em realizar o procedimento — entre março e julho de 2020, houve uma redução de 63,4% no total de mamografias realizadas. Os motivos para isso são inúmeros, desde o isolamento social ocasionado por conta da pandemia do coronavírus, até a pouca consciência sobre a importância do exame de mamografia.

    Seja qual for o motivo, tornar esse procedimento o mais confortável possível é indispensável para que os pacientes não se intimidem com ele. Por isso, separamos algumas dicas para você. Continue a leitura!

    Como o exame de mamografia é feito?

    Para que o exame de mamografia seja realizado por um profissional, é necessário posicionar os seios entre duas placas de mamógrafo, em que o paciente precisa se manter imóvel e sem respirar por alguns segundos, para a correta captação das imagens.

    O exame de mamografia causa dor?

    Como o próprio nome sugere, o exame de mamografia ocorre em uma região sensível para muitas mulheres: os seios. Assim, em casos de mamas mais densas, que têm mais tecido glandular — a condição é comum em mulheres mais novas —, a dor do exame pode ser mais intensa.

    Além disso, quando o exame de mamografia ocorre próximo ao ciclo menstrual ou em períodos de retenção de líquido, juntamente com outras questões hormonais, a mama costuma ficar mais sensível e sentir desconforto ao toque.

    Como deixar o exame de mamografia mais confortável para os pacientes?

    Como você pôde perceber, o desconforto que a mamografia pode ocasionar em algumas mulheres, seja por dores físicas ou por se tratar de uma região que muitos ainda têm pudor, pode diminuir a procura pelo exame. Dessa maneira, selecionamos algumas orientações que podem ajudar a deixar o procedimento mais confortável. Acompanhe!

    Solicite os exames anteriores

    O exame de mamografia é indicado para mulheres a partir dos 40 anos, antes disso, o procedimento pode não ser muito útil, de acordo com uma pesquisa da Universidade da Carolina do Norte.

    Então, se a paciente não se encaixar nessa faixa etária e for mais jovem, os profissionais da saúde podem solicitar outros exames, como a ultrassonografia das mamas, que costuma ser menos incômoda para esse público que tende a ter mamas densas. Dessa maneira, as suspeitas de síndromes hereditárias ou a complementação do diagnóstico podem ser detectadas de outras formas.

    Assim, peça às pacientes que levem esses exames anteriores, para que o histórico de evolução seja analisado e que isso sirva como uma complementação das informações para o diagnóstico e até como um comparativo, o que pode mudar completamente a interpretação do exame.

    Recomende que não seja agendado antes ou depois da menstruação

    Conforme mencionado, o ciclo menstrual também pode interferir nas dores causadas em algumas mulheres no exame de mamografia, já que nesse período pode haver uma maior densidade nas mamas, independentemente da idade de cada uma.

    Assim, é natural que o procedimento se torne mais desconfortável para as mulheres, o que também pode levar a repetições no processo, para que o exame de mamografia ocorra no tempo adequado e tenha o correto registro das imagens.

    Tudo isso, em tempos de mamas sensíveis, pode traumatizar as mulheres e até outras com quem a experiência negativa será compartilhada. Como sabemos, o procedimento é fundamental para não permitir que isso ocorra.

    Pergunte se a paciente tem próteses mamárias

    Os implantes de silicone interferem na visualização das imagens obtidas por meio do exame de mamas. Por esse motivo, para que a paciente não precise passar mais tempo no procedimento, e lidando com repetições, certifique-se sobre a implantação de silicone, para que o radiologista faça o ajuste das doses de radiografia de acordo com essa informação.

    E ainda, posicione a paciente corretamente, pois a posição precisa ser específica para que o implante seja afastado e o tecido mamário fique o mais exposto possível, para visualização e registro por imagens.

    Recomende que a paciente evite determinados alimentos e bebidas

    Existem alguns alimentos e bebidas que deixam as mamas mais sensíveis e, consequentemente, mais sujeitas a dores. Sendo assim, é importante que você recomende à paciente que evite-os. É o caso de alimentos ricos em sal, gordura ou cafeína, como por exemplo:

    • salsichas e carne vermelha;
    • chocolate;
    • molhos prontos;
    • fast food;
    • castanhas (nozes, amendoins e amêndoas);
    • pipoca;
    • batata-frita com sal;
    • bebidas com cafeína (refrigerante, chá verde e chá preto).

    Saiba as limitações da paciente

    O conforto na hora da realização do exame de mamografia não é apenas uma maneira de evitar que muitas mulheres se assustem e nem marquem o procedimento, mas também é um método de ter sucesso durante a realização do exame.

    Afinal de contas, o desconforto pode fazer com que as mulheres não consigam se manter na posição adequada e nem pelo tempo necessário. Por esse motivo, algumas limitações como rigidez muscular, dificuldade de levantar o braço, entre outras, devem ser previamente comunicadas para que a equipe médica providencie soluções e, em casos mais graves, que torne impossível o posicionamento no exame, substituindo-o por outro.

    Aposte em uma tecnologia mais precisa

    Como você se deu conta, existem alguns fatores que tornam o exame de mamografia tradicional limitado, já que pode causar desconforto ao paciente. Desse modo, é importante pensar em tecnologias mais precisas que façam com que esse momento seja menos incômodo e mais convidativo às mulheres.

    A mamografia digital é um exemplo disso, já que fornece imagens melhores, mais precisas e com mais rapidez. Além dela, existem outras práticas tecnológicas que otimizam a experiência sensorial no exame de mamografia, sem perder o conforto. Como foi visto, o conforto é um critério indispensável para a precisão do procedimento.

    Gostou do post e quer continuar aprendendo sobre o assunto? Confira mais sobre os avanços da tecnologia para prevenção e tratamento do câncer de mama!

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