O Dia Nacional do Teste do Pezinho — comemorado em 6 de junho — busca conscientizar a população sobre a importância desse exame, também conhecido como triagem neonatal. Com a coleta de gotinhas de sangue do calcanhar do bebê, é possível identificar algumas doenças que, caso não tratadas precocemente, trazem danos irreversíveis à saúde e podem até mesmo levar ao óbito.
Por isso, é fundamental que clínicas, consultórios e profissionais da saúde estejam informados em relação ao teste do pezinho para conseguirem, assim, orientar a população. E essa é a ideia deste post: trazer esclarecimentos sobre a importância desse exame. Continue a leitura e entenda mais sobre como ele é feito e quais doenças pode detectar!
Desde 1992, a realização desse exame é obrigatória em todo o território nacional. Em 6 de junho 2001, foi criado o Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN), data em que se comemora o Dia Nacional do Teste do Pezinho.
O exame é feito em algumas maternidades ou nos postos de saúde, preferencialmente entre o 3º e 5º dia de vida, gratuitamente. O procedimento é simples e rápido: com uma picadinha no calcanhar (região de grande irrigação sanguínea), são coletadas algumas gotas de sangue do bebê em papel-filtro, que seguem para a análise laboratorial.
Por pura desinformação, muitas pessoas ficam com dó do recém-nascido na hora de realizar esse exame. No entanto, é necessário destacar sua importância para a saúde, já que ele visa à prevenção de doenças graves que, muitas vezes, demoram a mostrar os primeiros sintomas.
Quando detectadas precocemente e realizado o acompanhamento e tratamento médico, reduz-se a possibilidade de sequelas nas crianças — como deficiência mental, microcefalia, convulsões, crises epilépticas, entre outras.
Assim, da mesma forma que as vacinas, o exame tem um caráter de programa preventivo de saúde pública. E, para alertar sobre sua importância, foi criado o Dia Nacional do Teste do Pezinho, para que mais pessoas recebam orientação sobre a necessidade de sua realização.
O Dia Nacional do Teste do Pezinho é uma data para dar destaque sobre a gravidade das doenças que o exame pode detectar. É possível fazer o diagnóstico de até 53 patologias — algumas genéticas e raras. Contudo, o exame realizado de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é a versão básica e serve para detectar seis doenças. Confira mais sobre elas a seguir.
Tem origem genética e é caracterizada por um erro no metabolismo da enzima fenilalanina hidroxilase, que tem a função de transformar aminoácido fenilalanina em tirosina. A falta de tirosina no organismo pode ocasionar retardo mental.
A glândula tireoide não consegue produzir a quantidade adequada de hormônios, dificultando os processos metabólicos. A doença é grave e pode causar problemas no crescimento e retardo mental.
Doença genética caracterizada por problemas no funcionamento das glândulas exócrinas — responsáveis pela produção de muco, suor ou enzimas pancreáticas. Com isso, pode haver acúmulo de secreções nos pulmões, sistema digestivo e em outras partes do organismo.
Ocorre alteração na formação da hemoglobina, molécula que realiza o transporte do oxigênio no sangue. Nessa situação, as hemácias ficam com forma de foice, o que prejudica sua locomoção, gerando lesões nos tecidos. A doença causa dor aguda e graves infecções.
Alteração genética caracterizada pela deficiência na produção de hormônios nas glândulas adrenais, o que compromete o crescimento sadio da criança. Não há cura, mas com a detecção precoce e o tratamento contínuo, é possível normalizar o crescimento do indivíduo.
Doença caracterizada pela falta da vitamina biotina, o que leva a convulsões, queda de cabelo, fraqueza muscular, espinhas, acidez do sangue e queda da imunidade.
As versões ampliadas são realizadas em maternidades e clínicas particulares ou por meio de parcerias com a cobrança de uma taxa, como ocorre no estado de São Paulo, onde o procedimento (versões básica e ampliada) é realizado pelo laboratório da APAE (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais).
Além das doenças do exame básico, a versão mais completa pode indicar toxoplasmose congênita, deficiência de G-6-PD, galactosemia, leucinose, entre outras doenças mais raras.
Associações de pais de crianças com doenças raras estão se mobilizando para propor um projeto de lei em que a versão ampliada do teste do pezinho seja gratuita e obrigatória.
De acordo com o Ministério da Saúde, entre 2012 e 2017, em mais de 17 mil bebês foi detectada alguma patologia por meio da triagem neonatal, sendo que 77% dos casos são de hipotireoidismo congênito e doença falciforme.
É importante que consultórios, clínicas, laboratórios e hospitais estejam preparados para informar sobre a importância do teste do pezinho ainda no pré-natal. Desse modo, os profissionais de saúde conseguem orientar as famílias sobre as doenças detectáveis e a necessidade do tratamento precoce para que a criança tenha um desenvolvimento sadio.
É preciso esclarecer para os pais que o exame é rápido e não causa sofrimento ao bebê — pelo contrário: uma picadinha no pé pode garantir seu crescimento saudável e até salvar sua vida.
Dessa maneira, é essencial que os estabelecimentos de saúde se engajem no Dia Nacional do Teste do Pezinho, realizando campanhas de conscientização, palestras ou até mesmo levando mais informações a seus profissionais, que estão em contato direto com o paciente. É possível distribuir materiais como cartazes, folhetos ou folders ou apostar no alcance das redes sociais da instituição, trazendo o tema à tona.
Você conhecia o Dia Nacional do Teste do Pezinho? É importante que sua organização e seus profissionais comemorem a data para reforçar a necessidade de realizar o exame, gratuito em todo o país para a detecção de seis doenças graves.
Gostou das informações que trouxemos para você? Então compartilhe este post em suas redes sociais para que mais pessoas e profissionais de saúde estejam atentos a esse exame!
A campanha “Setembro Verde” busca promover a conscientização sobre a doação de órgãos, reunindo esforços do Ministério da Saúde e de diversas ONGs. No Brasil, as filas de espera são longas, e o número de doações ainda é bem inferior à demanda. Mas há muitos trabalhos importantes sendo feitos, beneficiando várias pessoas que necessitam de um novo órgão para viver.
Conhecer o cenário da doação de órgãos no país é fundamental para se conscientizar e também encontrar formas de contribuir com a campanha. Ficou interessado? Continue acompanhando o conteúdo e entenda mais sobre o tema!
Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2018 foram realizados 26.518 transplantes. Desses, 8.853 são dos chamados órgãos sólidos (coração, fígado, pâncreas, pulmão, rim), sendo que parte desse número envolve mais de um órgão. Os transplantes de córnea no mesmo ano foram 14.778, e os de medula óssea foram de 2.877. Entre os órgãos sólidos, os maiores índices são de transplante de rim (5.999).
Cerca de 96% dos transplantes são realizados pelo SUS. O orçamento federal destinado para a área em 2018 foi de R$ 1,036 bilhão. Mesmo assim, as filas de espera ainda são bastante longas, devido ao baixo índice de doadores.
Segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, em dados publicados pelo G1, em 2018, a lista de espera para doação de órgãos contava com 32.716 pessoas. O órgão mais aguardado é o rim, com um total de 21.962 indivíduos esperando. A córnea vem em segundo lugar, com 8.574 pacientes na esperança de uma doação.
No Registro Brasileiro de Transplantes e Estatísticas de Transplantes, foi notificado que, no primeiro trimestre de 2019, houve ingresso de 7.974 pacientes na lista de espera por doação. Desses, 806 faleceram esperando. É um cenário complexo, e conscientizar a população sobre a importância da doação é fundamental.
Há vários desafios para a doação de órgãos no Brasil. Veja quais são eles a seguir!
Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos, a taxa de recusa da família em fazer a doação é em torno de 43% no Brasil, enquanto a média mundial é de 25%.
De janeiro a março de 2019, foram notificados 2.722 doadores potenciais, de acordo com dados do Registro Brasileiro de Transplantes e Estatísticas de Transplantes. Foram realizadas 1.588 entrevistas com famílias e houve recusa em 621 delas, o que significa 39% do total. Há também casos em que a não efetivação da doação aconteceu por razão de contraindicação médica (15%), morte encefálica não confirmada (7%) e parada cardíaca (9%).
A recusa das famílias em efetuar a doação pode ocorrer por vários motivos, como religião, crenças, falta de conhecimento sobre o tema e medo de o corpo sofrer deformação com a retirada do órgão.
Quanto à deformação, é importante lembrar que o velório não é prejudicado. Em casos de transplante de osso e córnea, os médicos colocam próteses no lugar, para que o doador falecido não seja visualmente afetado. Quando a doação é de pele, realizam-se cortes nas costas, e com órgãos internos, as incisões são pequenas.
O gesto de doar envolve solidariedade, à medida que o órgão cedido vai para uma pessoa desconhecida, dependendo de critérios como gravidade e tempo de espera. A falta de conhecimento sobre o assunto é um dos principais motivos para o baixo índice de doações e para uma fila de espera tão extensa. A informação adequada permite abrir possibilidades para pacientes que aguardam há anos por uma nova chance.
Culturalmente, é muito difícil falar sobre a morte, e talvez essa seja uma das razões para a dificuldade em relação à conscientização sobre doação de órgãos. Há doações que podem acontecer em vida, como no caso de medula óssea, de um pulmão e de um dos rins. Para isso, é necessária autorização judicial e um adequado acompanhamento médico.
O tempo de isquemia é o período entre a retirada de um órgão e a implantação dele em outra pessoa. As diferentes partes do corpo apresentam isquemias aceitáveis distintas. Veja a seguir quais são os tempos de isquemia de cada órgão:
Como os períodos no geral são muito curtos, o sistema de saúde precisa mobilizar uma série de serviços para que as doações sejam realizadas com sucesso. A Força Aérea Brasileira e as companhias aéreas comerciais têm um papel muito importante nesse processo, para viabilizar a entrega das doações a tempo para os receptores.
Conscientizar a população sobre a doação de órgãos é fundamental para aumentar o número de doadores e promover a recuperação da saúde para as pessoas que estão aguardando esse gesto de solidariedade. A campanha setembro verde tem um papel decisivo para trazer o tema para discussão e fornecer informações adequadas para a população.
A ação de hospitais também é muito importante. A mobilização dessas instituições permite alcançar um número maior de pessoas e fornecer dados e esclarecimentos para a coletividade.
Nas UTIs ou em quadros graves, o diálogo humanizado com famílias com antecedência ajuda na realização de uma tomada de decisão ágil caso aconteça falecimento do paciente, o que é fundamental para que uma doação tenha sucesso. A demora na escolha pode até mesmo gerar a perda do órgão.
Com a adesão dos hospitais na campanha setembro verde, fica mais fácil prover informação e contribuir para a melhora do cenário de doações de órgãos em nosso país. A soma de esforços e a busca de conscientização podem trazer uma série de benefícios para pacientes, com melhores perspectivas para as pessoas na fila de espera por um órgão.
Um gesto de solidariedade salva muitas vidas e promove saúde à população. Para isso, é fundamental a mobilização das instituições hospitalares e profissionais da saúde, buscando divulgar mais os benefícios da doação de órgãos, sobretudo com a campanha promovida pelo setembro verde.
E então? Gostou de aprender sobre o setembro verde e o cenário da doação de órgãos no Brasil? Assine a nossa newsletter e receba mais conteúdos valiosos em seu e-mail!
Para conscientizar sobre a necessidade da amamentação exclusiva até os 6 meses de idade, foi criado o Agosto Dourado. Assim, as ações de saúde neste mês se voltam para a importância desse alimento para o desenvolvimento sadio de bebês e crianças.
A ideia é a mesma do Outubro Rosa e do Novembro Azul, ou seja, um movimento para alertar a população sobre um tema de extrema importância, mobilizando, para isso, sociedade, órgãos públicos e privados e instituições de saúde.
Quer entender melhor como surgiu essa campanha, seus objetivos e como sua entidade pode participar? Então acompanhe nosso post!
A campanha tem origem em um encontro, em Nova Iorque, entre a Organização Mundial da Saúde (OMS) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em 1991. A reunião tinha como meta acompanhar o nascimento da Declaração de Innocenti (documento voltado para a amamentação) e elaborar ações a nível mundial para conscientizar sobre a causa.
Inicialmente, pensou-se em um dia para celebrar a data, depois passou a ser uma semana dedicada para o tema — a Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM), que ocorre de 1 a 7 de agosto em vários países.
A SMAM é coordenada pela Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno (WABA), que define um tema a cada ano e promove ações globais mostrando a importância da amamentação para crianças e mães. O tema de 2018 foi “Aleitamento materno: a base da vida”.
Em parceria com entidades de todo o mundo, a WABA distribui materiais informativos sobre a causa.
Por que a cor dourada para esse movimento? Por que o leite materno é considerado um alimento de qualidade ouro para bebês e crianças.
No Brasil, a Semana de Aleitamento Materno é comemorada desde 1999 com a coordenação do Ministério da Saúde. Em 2017, foi sancionada a Lei nº 13.435, que institui o mês de agosto como o Mês do Aleitamento Materno. A medida estabelece a realização de palestras e encontros na comunidade sobre a causa, além da decoração e iluminação de espaços públicos com a cor dourada.
Talvez você já tenha visto alguma notícia ou relato em redes sociais de mulheres que ficam constrangidas ao amamentar em público. Isso ainda é muito recorrente por preconceito e desinformação de parte da sociedade, que não entende a importância desse alimento e de sua livre demanda, principalmente nos primeiros meses do bebê.
Movimentos como o Agosto Dourado existem para alertar a população de que esse é um ato natural e de muito amor. A mãe está alimentando seu filho, protegendo-o de doenças e também dando carinho. Assim, não deve haver nenhuma censura com essa questão.
O objetivo da campanha é, portanto, viabilizar ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. Por isso, é necessário que, a cada ano, mais pessoas e entidades passem a divulgar essa causa.
O movimento que incentiva o aleitamento materno também é essencial para dar destaque aos bancos de leite. Demonstra a necessidade de mais doações de outras mães para que esses locais fiquem abastecidos e possam ajudar mais bebês, principalmente os prematuros.
É fundamental celebrar o Agosto Dourado para proteger as crianças e reduzir os níveis de mortalidade infantil. Isso porque o leite materno é um alimento completo, sendo que o colostro, inclusive, é considerado a primeira vacina do bebê.
De acordo com a OMS, o recém-nascido que recebe o leite materno em até uma hora após o nascimento está mais protegido contra infecções. Além disso, nessas situações, há redução das taxas de mortalidade neonatal. Sem contar que esse evento faz com que a amamentação tenha sucesso nas próximas vezes.
O leite materno contém água, gorduras, proteínas, vitaminas e açúcares de que o bebê precisa para se desenvolver bem e crescer de forma saudável. Em sua composição, há ainda anticorpos. É, portanto, um alimento que protege contra infecções, principalmente as gastrointestinais, e contra a desnutrição.
Não é à toa que deve ser o alimento exclusivo até os 6 anos de idade, já que é de fácil digestão, está sempre na temperatura certa e, o melhor, não custa nada. Além disso, o ato de sugar ajuda no desenvolvimento da arcada dentária, da fala e da respiração do bebê. Por isso, é necessário alertar contra os perigos de bicos artificiais, como chupetas e mamadeiras, que podem comprometer a amamentação.
Crianças e jovens que foram amamentados quando bebês têm menos chances de apresentarem obesidade, segundo a OMS. Estão também mais protegidos contra problemas respiratórios e alergias.
Para as mães, a amamentação, além de aumentar o vínculo com a criança, ajuda a perder peso após o parto e ainda protege contra o câncer de mama e de ovário.
Pesquisa da OMS mostrou que 39% das mães utilizam o leite materno como alimentação exclusiva de seus bebês até os 6 meses no País. É possível aumentar esse número e proteger mais crianças com a adesão de maternidades, hospitais, postos de saúde, clínicas e consultórios ao Agosto Dourado.
É essencial que essas entidades realizem eventos durante o mês, como cafés da manhã, palestras e distribuição de materiais informativos. A dica é também decorar os espaços com a cor dourada para que mais pessoas fiquem conhecendo essa campanha.
É possível ainda utilizar as redes sociais da própria instituição para divulgar informações e vídeos a respeito da amamentação. Dessa maneira, a população passa a entender melhor o valor do leite materno, orientando inclusive outras famílias e apoiando as mulheres que querem amamentar.
O Agosto Dourado é uma campanha que vem, a cada ano, ganhando força no Brasil. Para que mais pessoas possam se conscientizar sobre a necessidade do aleitamento materno, é necessário que profissionais e entidades de saúde comecem a fazer parte dessa causa, desenvolvendo ações educativas.
Gostou do nosso post? Você conhecia essa iniciativa? Compartilhe este conteúdo com seus amigos das redes sociais para que mais pessoas possam se engajar no movimento Agosto Dourado!
Quem precisa de sangue depende da generosidade da população. Isso porque não existe nenhum medicamento que substitua a doação ou uma forma de fabricar sangue. Nesse contexto, é fundamental que a sociedade se conscientize sobre a necessidade de ajudar.
Para alertar as pessoas a respeito da importância de aumentar o número de doadores no Brasil existe a campanha Junho Vermelho. O movimento visa envolver governo e população para aumentar os bancos de sangue no país.
Atualmente, de acordo com o Ministério da Saúde, são feitas 3,4 milhões de doações de sangue ao ano no país. É preciso aumentar esse número e esse é o objetivo do Junho Vermelho. Quer saber mais sobre o movimento? Confira o nosso post!
A campanha Junho Vermelho é uma iniciativa do movimento Eu Dou Sangue, criado em 2015. O mês de junho foi escolhido por dois motivos. Um deles é por conta do dia 14 desse mês, em que é comemorado o Dia Mundial do Doador de Sangue.
A outra questão é de ordem mais prática: os meses mais frios, como junho, julho e agosto, registram uma baixa de doações nos hemocentros. O fato de este ser um período de férias escolares, em que mais famílias viajam, também contribui para a redução das bolsas de sangue.
O movimento, além de homenagear os doadores de sangue, busca chamar a atenção de mais pessoas para a necessidade de também realizar esse gesto de generosidade. As cidades, aos poucos, começam a aderir à campanha, iluminando de vermelho seus principais monumentos e prédios no mês de junho.
Assim como ocorre com outros movimentos de conscientização para questões de saúde, como o Outubro Rosa, a ideia do Junho Vermelho é trazer a questão da doação de sangue à tona no mês de junho.
Dessa maneira, é fundamental que as pessoas, empresas e instituições de saúde participem do movimento. A população pode divulgar a campanha por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens e as organizações podem pensar em eventos voltados para a campanha.
Uma ideia é realizar palestras sobre a importância da doação, como ocorre o procedimento, explicações de quem pode doar etc. É essencial mostrar que as bolsas de sangue vão ajudar pacientes doentes, internados, em tratamento de anemia ou ainda quem sofreu algum acidente, destacando que uma única doação é capaz de salvar 4 vidas.
É possível também envolver os colaboradores e escolher um dia para todos vestirem vermelho e, assim, ajudarem a destacar a necessidade de mais doadores de sangue.
Para um resultado mais efetivo, as empresas podem organizar grupos de colaboradores para se dirigirem ao hemocentro mais próximo e, desse modo, realizarem a doação. Muitos profissionais até querem doar, mas ficam com receio de faltar no serviço (apesar de ser um direito garantido na legislação).
Consultórios, clínicas, laboratórios e hospitais podem fazer a diferença no movimento Junho Vermelho. Como participar? Existem várias maneiras:
Muitas pessoas sabem da importância de doar sangue, mas têm medo de agulha ou desconhecem a forma como é feita a doação. É preciso esclarecer que o procedimento é totalmente seguro, realizado com materiais descartáveis. Sem contar que o doador estará assistido por uma equipe treinada em hemocentros e hospitais.
A cada coleta são retirados 450 ml de sangue, quantidade que o corpo é capaz de repor em até 72 horas. Assim, não há risco de qualquer problema para o doador. A única recomendação é respeitar o intervalo entre as doações:
Acompanhe abaixo os requisitos para fazer a doação:
Há alguns casos em que a doação não pode ser realizada temporariamente, como:
Na dúvida, é sempre bom se informar no hemocentro mais próximo. A campanha é um alerta também para que as doações ocorram o ano todo. Assim, caso não seja possível fazer a coleta no mês de junho, por exemplo, o importante é a pessoa se programar e realizar a doação o quanto antes.
É necessário que as organizações e profissionais, principalmente os da área da saúde, incluam em seus eventos ações voltadas para o Junho Vermelho. As pessoas precisam ser informadas sobre a necessidade de ajudar para, dessa maneira, se tornarem doadoras de sangue.
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