O eletrocardiógrafo é um equipamento médico indispensável na rotina do hospital, auxiliando na realização do eletrocardiograma e contribuindo para diversos diagnósticos e detecção de qualquer anormalidade nos pulsos elétricos do coração.
Escolher os aparelhos adequados para o estabelecimento de saúde é muito importante, pois todos os recursos disponíveis no local refletem a imagem da instituição, além do exame contribuir para a identificação de problemas e a implementação da terapia adequada.
Preparamos este conteúdo especial para que você saiba como escolher e utilizar um eletrocardiógrafo no hospital. Veja mais a seguir!
O eletrocardiógrafo é um equipamento especializado na realização do eletrocardiograma (ECG), fazendo a leitura dos sinais elétricos do coração. O impulso elétrico gerado no marca-passo é o que faz os músculos do coração se contrair e bombear o sangue para o corpo. Assim, o aparelho ajuda a verificar como está a atividade elétrica cardíaca, contribuindo para a detecção de qualquer anormalidade na frequência e no trajeto dos impulsos elétricos.
A composição do eletrocardiógrafo são os eletrodos, a unidade e os cabos de ECG que interligam essas estruturas. Há dispositivos de tecnologia analógica que registram os sinais elétricos em traçados no papel.
Os equipamentos mais modernos lançam os dados diretamente no computador, em que um software especializado lê as informações e as transforma em um gráfico de tensão em função do tempo. Atualmente, é possível optar pela armazenagem dos dados na nuvem, o que aumenta a segurança do processo.
O profissional coloca quatro eletrodos periféricos, que são posicionados nas pernas e braços do paciente. Depois, é aplicado um gel condutor de eletricidade no tórax, para que sejam fixados mais eletrodos, sendo que o número depende da solicitação do médico. O aparelho é ligado, captando os sinais do paciente. Em poucos minutos, o exame está concluído. Assim, é um procedimento indolor, não invasivo, rápido e simples.
A recomendação do uso do aparelho é para avaliar pacientes que apresentam dores no peito, perda repentina de sentidos, suspeita de arritmia, insuficiência cardíaca e doenças em artérias coronárias. O exame também é indicado para análise após infarto do miocárdio, quadros do coração inflado (miocardiopatia) e cardiopatias congênitas.
Há vários cuidados importantes para escolher o melhor eletrocardiógrafo para o seu hospital. Veja nossas dicas sobre o assunto a seguir!
Às vezes, o equipamento vem com algum problema de fábrica e precisa ser trocado. Isso é relativamente comum. Se você não contar com a documentação e ter a garantia, o aparelho não pode ser trocado e você fica no prejuízo. Assim, antes de comprar um produto hospitalar, confira informações como garantia, validade, frequência de manutenção, modo de funcionamento do dispositivo, entre outras.
Certamente, você quer saber um pouco mais de onde veio o produto. Afinal, os aparelhos fazem parte da imagem que o hospital transmite para os pacientes. Imagine utilizar um eletrocardiógrafo que vem de uma empresa que passou por algum escândalo na mídia? O usuário pode associar o nome do hospital ao ocorrido.
Assim, antes de adquirir os dispositivos, realize uma boa pesquisa de mercado, conhecendo mais sobre os melhores fabricantes da área. Aproveite, também, para comparar recursos, observar a frequência da manutenção preventiva, preços e possibilidades que o dispositivo oferece.
O eletrocardiógrafo é um aparelho que apresenta pouco risco ao paciente. Porém, um dispositivo pouco seguro pode ter uma estrutura propícia para algum acidente de trabalho ou choque no paciente, provocando uma experiência ruim. Dessa forma, é importante avaliar se a estrutura do equipamento médico é segura e se há algum potencial de risco. Busque os produtos mais seguros, que permitam uma rotina de trabalho mais simples, ágil e otimizada.
O eletrocardiograma é um exame simples, que pode ser feito no hospital, na ambulância, ou até mesmo na casa do paciente. Porém, para isso, o aparelho tem que ser portátil e de fácil transporte e manuseio. A facilidade de locomoção é um ponto importante para facilitar a logística do trabalho dos colaboradores e contribuir com a eficiência operacional nos atendimentos.
O eletrocardiógrafo analógico é um bom recurso, mas, conforme mencionamos, há possibilidades melhores no mercado. Por exemplo, o manuseio, transporte e envio do resultado para o médico são mais difíceis, demandam a impressão dos registros e o paciente precisa entregar pessoalmente o material.
Já os equipamentos de alta tecnologia são mais modernos e eficientes. O eletrocardiógrafo digital pode ser integrado a um computador, no qual um software processa as informações e disponibiliza a imagem do gráfico. Os resultados podem ser armazenados na nuvem, encaminhados por e-mail para o especialista e colocados diretamente no prontuário eletrônico do paciente.
Dessa maneira, a tecnologia na saúde traz grandes benefícios, pois o processo fica mais ágil e não há risco de perdas de exames no meio do caminho.
É muito importante escolher equipamentos de qualidade e certificados para o hospital. O ideal é buscar dispositivos com boa durabilidade e resistência, pois eles podem ser transportados para outros ambientes no deslocamento dentro do hospital, ambulância ou atendimento em domicílio.
A falha de um eletrocardiógrafo durante o exame não causa dano à saúde do paciente. Mas, certamente, ela prejudica muito os horários, gerando atrasos na agenda dos profissionais e promove uma imagem negativa do hospital.
Assim, foque na qualidade, durabilidade e resistência. O preço de um bom produto, normalmente, é um pouco maior em relação a itens de menor desempenho, mas isso é um verdadeiro investimento para o hospital.
A Medicalway oferece soluções de equipamentos médicos e hospitalares, contando com grande tradição de mercado. Nos destacamos pela qualidade dos serviços prestados, proporcionando aparelhos de alta tecnologia, fabricados por importantes fornecedores mundiais do segmento. Realizamos, também, acompanhamento pós-venda e contamos com um suporte técnico ágil e qualificado.
O eletrocardiógrafo é um equipamento essencial na rotina do hospital, e escolher bem esse dispositivo contribui para melhorar a precisão dos diagnósticos, para tornar a logística de trabalho mais otimizada e facilitar o dia a dia dos profissionais de saúde. Fazer uma boa pesquisa é essencial, assim como buscar os melhores fornecedores neste campo e avaliar a qualidade e a relação custo-benefício.
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Comprar equipamento para centro de imagens do hospital demanda muitos esforços e dedicação para não errar na escolha dos fornecedores e adquirir produtos que atendam às necessidades da instituição de saúde. É uma tarefa desafiadora, que exige os conhecimentos adequados para evitar falhas no processo. Além disso, é necessário saber quais aparelhos não podem faltar e quais são os critérios mais importantes para a decisão e compra.
É fundamental adquirir tecnologia de qualidade para não comprometer a produtividade do hospital nem prejudicar o atendimento aos pacientes. Preparamos este conteúdo especial com informações valiosas sobre a compra de aparelhos hospitalares para você. Confira o nosso post e entenda mais sobre o tema!
Um centro de imagens precisa contar com uma rede de equipamentos hospitalares específicos e alguns aparelhos não podem faltar. Veja quais são eles a seguir!
O ultrassom é utilizado para gerar imagens de órgãos do corpo e é fundamental para a realização de diagnósticos. Ele utiliza ondas sonoras de alta frequência na formação da imagem. A tecnologia não envolve nenhum tipo de radiação e não é prejudicial ao organismo.
É a radiografia convencional e é um recurso amplamente difundido na área hospitalar. Eles utilizam radiação ionizante, que atravessa o organismo e forma a imagem em um filme. Os principais aparelhos a serem adquiridos nessa área são o DR 400 (radiografia digital convencional) e o DR 600 (radiografia digital de teto).
É o equipamento responsável pela impressão de filmes radiológicos, fundamental para que os profissionais possam emitir os exames com praticidade. Um exemplo é a DRYSTAR AXYS, que oferece um trabalho de alta qualidade para o hospital.
O monitor de laudo é o equipamento necessário para a realização dos exames de radiologia. Componente fundamental do centro de imagem, não pode faltar na sua lista de compras.
É um aparelho de raio-X especial, que contém o elemento químico molibdênio. A função é a focalização do tecido mamário, distinguindo essa área dos outros tecidos. É uma peça fundamental para os exames de mamografia.
O retrofit para mamografia é uma peça importante para a realização do exame de mamografia e ele deve ser utilizado junto ao aparelho.
O retrofit é necessário na realização dos exames de raio-X e cumpre um papel similar ao retrofit para mamografia.
Se você optar pela tecnologia computadorizada, é necessário adquirir o CR para raio-X, que é o sistema para as operações. Da mesma forma, é importante adquirir um CR para mamografia. Caso utilize um programa digital, os aparelhos são outros.
Há vários fatores para considerar para adquirir equipamento para centro de imagens. Veja quais são esses elementos a seguir!
É importante identificar qual é a real necessidade do hospital para saber exatamente qual item deve ser adquirido. É essencial definir essa questão porque é ela que vai orientar a sua pesquisa. Com a lista de aparelhos em mente, você pode direcionar sua busca e tomar providências para fazer as compras adequadas.
Saber quais são as necessidades também ajuda a definir o orçamento da operação. É possível estimar o valor que vai ser investido nas aquisições de maquinário. Os valores exatos você só terá após a pesquisa e decisão, mas há necessidade de ter uma estimativa para saber se há recursos para a compra.
A qualidade é um elemento fundamental a ser analisado. Equipamentos de qualidade contribuem para diagnósticos mais precisos, o que é o primeiro passo para um tratamento adequado e para a promoção de saúde para o paciente. Certamente, você deseja ver sua clínica progredindo e tendo sucesso. Uma das raízes para esses resultados positivos é a presença de aparelhos de qualidade para que as análises, avaliações e diagnósticos sejam certeiros.
Outra vantagem é que produtos de qualidade são investimentos mais compensadores a longo prazo. Você tem menos custos com manutenções e reparos, além de contar com uma maior vida útil do recurso tecnológico.
Produtos sem certificação podem estar imersos em cadeias de produção ilegal ou de origem duvidosa. Isso prejudica o nome da clínica e pode gerar problemas a longo prazo. Além disso, sem certificação, não é possível saber se o aparelho tem qualidade e boa durabilidade.
Você gostaria de ver o nome da sua instituição envolvido com situações benéficas, tendo uma imagem positiva e credibilidade. Os pacientes vão preferir procurar um hospital que tenha maquinário credenciado, pois isso fortalece o laço de confiança na organização de saúde.
Além disso, é importante poder contar com garantia, pois o investimento é elevado e a falta ou dano no produto afeta a produtividade do hospital. Imagine que um raio-X para de funcionar. Você vai precisar encaminhar os pacientes para outro lugar para fazer o exame, o que pode fazer com que as pessoas não voltem mais. Centralizar os serviços no hospital é uma ótima forma de garantir a fidelização dos pacientes e de criar um relacionamento sólido e duradouro com o público. Assim, dê prioridade à certificação e garantia.
É fundamental conhecer os fornecedores de aparelhos médicos para fazer uma boa compra. Trabalhar com empresas de confiança e que seguem as regulamentações necessárias é importante para adquirir os melhores produtos possíveis e para que as negociações sejam benéficas para ambas as partes. É preciso avaliar preços, mas prazo de entrega, qualidade e prontidão em oferecer assistência técnica no manejo e conserto do aparelho são outros elementos que devem ser valorizados.
Investigue o histórico do fornecedor no mercado e busque em sites de reclamações se a corporação procurou solucionar dificuldades que algum cliente pode ter tido com uma máquina adquirida. Veja há quanto tempo a corporação atua e se ela tem as finanças sólidas. Você pode também buscar informações com clientes desse fornecedor para ter dados mais precisos.
Comprar equipamentos para o hospital envolve uma série de cuidados. É importante escolher produtos de qualidade e investir em conhecer bem o fornecedor. Busque também empreendimentos que oferecem suporte técnico e garantia com agilidade e precisão.
Garantir que o seu hospital tenha os melhores aparelhos é primordial para a credibilidade da instituição e para a fidelização de pacientes. Com mais recursos na organização de saúde, os processos ficam mais ágeis e as pessoas acessam uma série de serviços no próprio centro clínico com tranquilidade e confiança.
Se você gostou de saber mais sobre equipamento para centro de imagens, aproveite para entrar em contato com a nossa empresa e conheça os nossos serviços!
Para oferecer um serviço de excelência em sua clínica ou hospital, você precisa de equipamentos de qualidade. É o que garante ter imagens mais nítidas, além de rapidez e segurança nos procedimentos.
Acompanhe, a seguir, os 5 equipamentos essenciais para o seu centro de imagens!
Gostou de conhecer a lista de equipamentos que não podem faltar em um centro de imagens de qualidade? Então, compartilhe essas informações em suas redes sociais!
Quem trabalha no setor de gestão e compras de grandes clínicas e hospitais conhece um dos principais problemas enfrentados na área: a defasagem tecnológica de equipamentos médico-hospitalares no Brasil.
Para driblar essa situação, muitos gestores têm investido na compra de equipamento médico asiático, principalmente por meio da importação de itens da China. Mas será que essa é uma boa ideia? Quais as vantagens desses produtos? Continue a leitura e saiba tudo sobre o assunto!
Como dissemos na introdução, a China é um dos principais países exportadores de equipamentos médicos para o Brasil. E isso não é por acaso — afinal, as diferenças em relação à tecnologia entre o nosso país e o asiático são muito grandes.
Primeiro, precisamos compreender que os equipamentos médicos são divididos entre os de alta tecnologia agregada e os produtos convencionais. O primeiro grupo engloba os produtos que necessitam de mais tecnologia e pesquisa, enquanto o segundo está relacionado aos itens mais simples, como gazes e seringas.
O Brasil se especializou na produção desse segundo grupo, enquanto os países asiáticos têm investido fortemente em pesquisas e inovações para os produtos com alta tecnologia agregada.
Para se ter uma ideia, na China são vários os programas promovidos pelo governo. O Healthy China 2030, por exemplo, visa transformar a saúde chinesa nos próximos anos por meio de um investimento de cerca de 2,3 trilhões de dólares.
Investidores de todo o mundo também estão apostando no mercado de saúde chinês que, de acordo com os dados da Revista Exame, deverá crescer em média 12% ao ano até 2020.
Depois de ler o tópico anterior, já é possível notar que existem algumas vantagens dos equipamentos médicos asiáticos — principalmente os chineses em comparação com os nacionais —, não é mesmo?
Veja as que merecem maior destaque.
Mesmo com as taxas de importação e os trâmites legais, os equipamentos médicos asiáticos ainda conseguem ter preços mais competitivos que os de outros países.
Isso se deve principalmente aos benefícios dos governos asiáticos, como redução de impostos, incentivos para o capital de giro e demais tipos de parceiras para estimular as empresas a exportarem para outros mercados. O Brasil é visto como um país estratégico para as operações chinesas e, por isso, as empresas que desejam exportar para nós contam com mais facilidades.
Infelizmente, como mostramos no tópico anterior, o incentivo às inovações tecnológicas não é muito grande no nosso país. Ainda é muito burocrático e caro estudar as tendências do mercado e criar tecnologia nacional para atender ao mercado.
Em contrapartida, os governos dos países asiáticos, em especial a China, possuem programas de incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento de tecnologias, principalmente na área médica.
Essa parceria é essencial para reduzir os custos desses estudos, permitindo que as empresas tenham acesso à tecnologia de ponta em seus produtos. Um exemplo é o grupo chinês Biobase, que tem colaborado com a Academia de Ciências de Shandong e também com o Instituto de Biossenssores para a criação de máquinas de desenvolvimento de células-tronco.
Muitas indústrias de equipamentos médicos têm notado a necessidade de melhorar o seu pós-venda e a relação com os consumidores. Isso também tem acontecido com a indústria chinesa.
Nesse contexto, muitas empresas estão se dedicando a formar redes de serviços nos países importadores, criando também uma rede de relacionamento que facilita no caso de assistência técnica e demais necessidades dos compradores.
Houve um tempo em que produtos chineses eram sinônimo de baixo preço e qualidade inferior. Porém, hoje o cenário está se modificando, principalmente pela ação do governo chinês que entendeu a necessidade de investir em mais inovações tecnológicas para continuar exportando produtos competitivos.
Por isso, as empresas chinesas têm buscado automações e incorporado tecnologias avançadas nos seus processos produtivos. Um exemplo é o plano “Feito na China 2025”, que visa ajudar a indústria a escalar na cadeia de valor em dez setores chaves — entre eles está a produção de equipamentos médicos.
Depois de ler todos esses dados, já se convenceu de que investir nos equipamentos médicos asiáticos é uma boa opção para o seu hospital, clínica ou centro de diagnósticos? Saiba que é preciso seguir alguns trâmites legais para garantir que tudo estará de acordo com as leis brasileiras.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é a responsável por regulamentar todos os equipamentos médico-hospitalares permitidos no Brasil que tenham finalidade: médica, laboratorial, odontológica ou fisioterápica, usados direta ou indiretamente para terapias, diagnósticos, monitorização ou reabilitação.
A legislação busca proteger a saúde da população, fiscalizando e controlando todos os equipamentos médicos usados no país, sejam eles nacionais ou importados.
Assim, dependendo da finalidade e da indicação do equipamento, é preciso seguir algumas regras e, no caso da importação, a Anvisa precisa autorizar o procedimento. As normas para isso estão estipuladas na Resolução da Diretoria Colegiada RCD nº 81 de 05/11/2008.
Outro cuidado que precisa ser seguido é conferir se a empresa fabricante possui um acordo comercial com o nosso governo para inserir os seus produtos no mercado nacional.
Mesmo que seja apenas uma importadora, esse cadastro é obrigatório, já que a Anvisa exige uma comprovação de qualidade. Por isso, é essencial que a empresa ofereça todas as informações necessárias sobre o equipamento em questão, como certificados de qualidade e de testes.
O órgão, inclusive, dispõe de um manual para a regularização de equipamentos médicos. Você poderá conferi-lo antes de comprar qualquer item asiático.
Essa é a sigla para China Food and Drugs Administration. Esse é o órgão regulador da China, que age de forma semelhante à Anvisa aqui no Brasil. Cada país possui uma entidade nesse sentido, que baliza as formas de produção de equipamentos, testes de qualidade e outros pontos fundamentais para a segurança dos usuários.
Por isso, é muito importante conferir se o equipamento médico que você deseja importar é aprovado pelos órgãos reguladores. Embora cada país tenha a suas próprias regras, ser aprovado no CFDA ou outro órgão ajuda a conferir certo grau de qualidade e segurança ao item, tornando mais simples o processo de importação.
Como você viu, o equipamento médico asiático está ganhando cada vez mais mercado por ter alta tecnologia, preços competitivos e boa qualidade. Por isso, é sempre importante que o gestor fique atento às novidades do setor médico hospitalar e também aos lançamentos dos principais produtores mundiais.
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