Entenda como fazer a manutenção de ultrassom de forma adequada

Manter os equipamentos do hospital ou da clínica com elevada qualidade e bom desempenho é fundamental no processo de promoção de saúde dos pacientes. A manutenção de ultrassom é um procedimento essencial para a realização de diagnósticos precisos, o que é decisivo para o tratamento e a recuperação do usuário. Assim, a imagem do hospital é impactada pela performance do equipamento, já que vidas dependem do bom desempenho do aparelho.

Preparamos, então, este conteúdo especial com informações sobre como fazer a manutenção de ultrassom. Aproveite a leitura e saiba mais sobre o tema!

Qual a importância de fazer a manutenção adequada dos aparelhos de ultrassom?

O ultrassom é utilizado para diagnóstico, oferecendo dados precisos para o médico sobre o estado de saúde da pessoa. Ele é decisivo para que o médico possa realizar um bom trabalho e promover mais qualidade de vida para os pacientes.

Se o ultrassom não estiver funcionando bem, sua equipe pode ter sérios problemas. Afinal, as imagens formadas podem ficar menos nítidas, o aparelho pode parar de funcionar e o trabalho do médico pode ser prejudicado. O atendimento perde a qualidade e ainda passa a ser necessário repetir os exames, gerando custos adicionais para o hospital e retrabalho.

Um outro problema que pode surgir dessa situação é que a imagem do hospital fica prejudicada. Erros de diagnósticos, equipamentos danificados e consertos de última hora se tornam parte da rotina e podem causar uma impressão ruim no paciente. Isso pode trazer insegurança ou até motivá-lo a procurar outro hospital.

A manutenção de ultrassom é decisiva para a qualidade do trabalho no hospital ou na clínica. Ela contribui para que a equipe médica tenha uma boa rotina de trabalho e para que seja oferecido um serviço de alto padrão. Um equipamento revisado e bem cuidado otimiza a rotina e facilita o trabalho dos profissionais de saúde.

Quais são as maneiras de realizar a manutenção de ultrassom?

Há formas diferentes de realizar a manutenção de ultrassom. Veja, a seguir, quais são elas!

Manutenção corretiva

A manutenção corretiva acontece quando surge um comprometimento de forma não programada — você remedia algum defeito que o equipamento apresentou. O hospital não tem custo com revisões periódicas. No entanto, existe uma margem de insegurança no trabalho, pois as peças se desgastam, falta lubrificação, há acúmulo de sujeira e isso pode prejudicar o desempenho do ultrassom.

Além disso, a qualquer momento, o aparelho pode apresentar algum dano imprevisto. Consertos de última hora, no geral, são mais caros e exigem compras de peças com urgência. Não há tempo suficiente para pesquisar fornecedores e nem obter condições mais vantajosas de pagamento. Outra questão complexa é que a máquina pode parar de funcionar durante um atendimento, o que prejudica a credibilidade da instituição de saúde.

Manutenção preventiva

Na manutenção preventiva, a empresa realiza revisões programadas nos aparelhos, de acordo com um cronograma. A manutenção envolve a limpeza externa e interna, o ajuste das folgas, a avaliação do estado dos componentes e a lubrificação de partes do dispositivo.

A preventiva é a mais recomendada, porque ela antecipa danos no equipamento. A qualquer sinal de problema em uma peça, o componente já é substituído por outro em bom estado. Isso prolonga a vida útil do ultrassom e possibilita que a instituição de saúde evite imprevistos.

É importante lembrar que o console e os filtros de ar devem passar por uma limpeza semanalmente e que a sonda deve ter o gel removido a cada vez que é utilizada. Na manutenção preventiva, é realizada uma higienização mais profunda, em que o dispositivo é desmontado e os componentes são limpos com pano umedecido com água. Lembrando que os procedimentos citados devem ser realizados com a máquina desconectada da rede elétrica, para evitar o risco de choque.

Quais são as vantagens da manutenção preventiva de ultrassom?

Quando há uma manutenção preventiva, você faz uma parada planejada no trabalho. A agenda dos médicos não é prejudicada, basta ajustar os horários e não marcar atendimentos para o período de revisão. No caso da manutenção corretiva, é preciso fazer uma pausa nas consultas e resolver tudo às pressas. Médicos e pacientes acabam por enfrentar problemas com atrasos e reagendamentos.

A manutenção preventiva é mais barata, pois você tem tempo para preparar o orçamento, pesquisar preços e escolher condições melhores de pagamento. Não há retrabalho, apenas um fluxo de operações otimizado e eficiente.

A vida útil do aparelho também é aumentada, pois ele opera em melhores condições. Além disso, a manutenção preventiva garante mais qualidade para os processos, pois a máquina trabalha no seu melhor estado e é revisada periodicamente.

Qual a importância de contratar uma empresa especializada para realizar a manutenção dos equipamentos da clínica ou do hospital?

Realizar a manutenção de ultrassom sem o conhecimento técnico necessário pode gerar o risco de danificação do aparelho. Isso traz prejuízos financeiros, além de gerar problemas para a agenda dos médicos. O equipamento é muito sensível a intervenções e somente alguém preparado pode fazer uma boa revisão.

Contratar uma empresa especializada para realizar a manutenção do maquinário do hospital ou da clínica garante mais qualidade e segurança para médicos e pacientes. A medida evita incertezas na manipulação dos equipamentos e minimiza a chance de erros. Além disso, os técnicos de corporações especializadas fazem testes para ver se a máquina está funcionando bem. Isso garante mais tranquilidade para o dia a dia e possibilita que os dispositivos tenham o melhor desempenho possível.

A manutenção de ultrassom é um processo muito importante para garantir mais qualidade e precisão para os exames realizados no estabelecimento. Com equipamentos revisados periodicamente e de forma planejada, é possível manter um fluxo de trabalho eficiente. Os médicos ficam satisfeitos com a gestão da instituição de saúde e os pacientes se sentem mais seguros e confiantes para contarem com os serviços do seu hospital ou da clínica.

Neste conteúdo, nós mostramos também o quanto é vantajoso realizar manutenções preventivas em vez das corretivas. Além disso, enfatizamos o quanto é importante contratar uma empresa especializada para realizar a manutenção do maquinário utilizado nas consultas e exames. E então? Gostou de saber mais sobre a manutenção de ultrassom? Aproveite e entre em contato com a nossa empresa! Teremos prazer em ajudar!

Fique por dentro das nossas novidades!

    Veja também
    Quando deve ser feita a manutenção de equipamentos hospitalares?

    Atualmente, nenhum hospital consegue operar sem bons equipamentos. Por isso mesmo, uma gestão adequada também deve se preocupar com a manutenção de equipamentos hospitalares, de modo a garantir que tudo funcionará perfeitamente, facilitando o trabalho dos médicos e enfermeiros, além de oferecer um bom atendimento aos pacientes.

    Mas você sabe exatamente quais preceitos essas manutenções devem seguir? E a periodicidade? Continue a leitura deste artigo e saiba tudo sobre o assunto!

    Qual a importância da manutenção de equipamentos hospitalares?

    Embora a manutenção dos equipamentos médico-hospitalares seja extremamente importante, essa ainda não é a realidade da maioria dos hospitais brasileiros.

    No Distrito Federal, por exemplo, uma pesquisa do SindSaúde revelou que 80% dos equipamentos médicos não passam por manutenções periódicas. Esse é um risco enorme que pode tanto trazer prejuízos aos profissionais de saúde quanto aos pacientes e à saúde financeira do hospital.

    Veja alguns benefícios de incluir a manutenção no seu calendário.

    Redução de custos

    Muitos equipamentos médicos são caros e usam tecnologia de ponta. Isso significa que, ao realizar manutenções periódicas, você não terá de lidar com quebras, trocas de peças e paralisações de serviços.

    Tampouco, terá que arcar com os custos indiretos dessas máquinas faltosas, como elevação nas contas de energia, desvalorização do equipamento danificado no mercado, remanejamento das agendas etc.

    Assim, para as contas do hospital, é muito mais vantajoso financeiramente programar manutenções periódicas e preventivas do que apenas lembrar da situação quando os equipamentos começarem a dar problema.

    Aumento da segurança

    Se os equipamentos passam por inspeções periódicas, as chances de eles estarem calibrados e de funcionarem de acordo com os padrões de qualidade exigidos são maiores. Isso significa mais segurança para os profissionais desempenharem seus serviços e também para os pacientes, que terão a garantia de um laudo adequado, de qualidade e correto.

    Aumento da vida útil

    A vida útil dos equipamentos é uma informação extremamente importante para o gestor quando ele ainda está planejando a compra desses itens. Afinal, é essencial saber por quanto tempo ele terá retorno sobre aquele investimento.

    Mas, se as manutenções não são feitas da forma e nem no tempo programado, o equipamento poderá render menos do que o esperado, dar mais gastos e até parar de funcionar antes do previsto, exigindo uma compra nova fora do período programado e, claro, gerando um aumento desnecessário nas demandas financeiras do hospital.

    Quais os tipos de manutenção e suas diferenças?

    Já está convencido de que é mais barato e seguro investir em manutenções periódicas dos equipamentos do que apenas se preocupar com o assunto quando esses aparelhos pararem de funcionar?

    Pois saiba que existem basicamente dois tipos de manutenções que podem ser realizadas: a preventiva e a corretiva. Conheça mais sobre cada uma delas.

    Manutenção preventiva

    É aquela que deve ser realizada antes de surgirem as falhas, objetivando prolongar a vida útil do equipamento. Geralmente, ela é feita por meio de um roteiro produzido pelo setor de engenharia do hospital com a relação de todas as peças dos aparelhos, de modo a avaliar a produtividade, a segurança e o desempenho.

    Manutenção corretiva

    É a que acontece quando o equipamento já apresentou alguma falha devido à utilização inadequada ou sobrecarga, por exemplo. Assim, são realizadas ações para corrigir a falha já instalada.

    Quais as dicas mais importantes para organizar um programa de manutenção preventiva?

    A manutenção preventiva é a mais indicada para quem quer garantir o bem-estar dos pacientes, a acuidade dos equipamentos e a redução de custos. Mas é também a que costuma gerar mais dúvidas nos gestores. Por isso, separamos algumas dicas importantes sobre ela. Confira logo abaixo!

    Priorização dos equipamentos

    Para implementar uma metodologia de priorização dos equipamentos, é importante levantar algumas informações básicas, como:

    • identificação do equipamento;
    • setor ao qual pertence;
    • estado do equipamento;
    • grau de utilização;
    • obsolescência tecnológica.

    A partir de então, é possível priorizar os equipamentos por meio de alguns critérios, como:

    • risco: priorizar aqueles que apresentam risco alto à vida dos pacientes ou aos operadores caso falhem;
    • importância estratégica: equipamentos cuja paralisação ocasiona receita cessante ou os equipamentos reservas têm alto grau de utilização;
    • recomendação: equipamentos sujeitos às normas de fiscalização ou às recomendações dos fabricantes.

    Elaboração de roteiro

    Muitos hospitais sofrem com a falta de indicações dos fabricantes sobre o que inspecionar nas manutenções. Para criar roteiros, sugerimos alguns procedimentos de fácil compreensão, mas bastante importantes, que são:

    • inspeção geral: inspeção visual e limpeza do equipamento;
    • troca de peças e acessórios com a vida útil vencida: instruções presentes nos manuais dos equipamentos;
    • lubrificação geral: descrição dos lubrificantes, periodicidade, locais de aplicação e ferramentas usadas também se encontram nos manuais;
    • aferição e calibração: incluir no roteiro dados sobre como e onde fazer a leitura, e verificar indicadores e níveis, quando for necessário;
    • testes de desempenho de segurança: explicar a execução dessa tarefa por meio da leitura e verificação dos níveis de líquidos lubrificantes e indicadores em geral.

    Além desses itens, sempre considere as recomendações dos fabricantes e as normas governamentais. Também é importante observar os históricos de manutenção corretiva, de modo a identificar as falhas mais frequentes e, assim, criar procedimentos específicos para reduzir a ocorrência desses problemas.

    É possível também dividir as manutenções em duas categorias:

    1. Abrangentes: realiza-se uma avaliação geral do desempenho e da segurança dos equipamentos, o que pode ser feito todos os anos;
    2. Específicas: verificação e troca dos itens que se degradam entre as inspeções abrangentes, e devem seguir às normas de funcionamento ou recomendações dos fabricantes.

    Periodicidade

    Essa é uma das tarefas mais complexas de qualquer programa de manutenção e não existe uma fórmula única capaz de resolver todas as questões. A sugestão mais usada é estabelecer a periodicidade de acordo com a frequência das falhas que as manutenções periódicas tentam evitar. Para isso, vale considerar:

    • as condições de operação dos equipamentos, como o risco em caso de falha e a probabilidade de falhas devido às condições inseguras de utilização;
    • a facilidade de se realizar a manutenção preventiva;
    • a frequência de utilização do equipamento;
    • a experiência do pessoal clínico e técnico.

    Normalmente, uma boa frequência de manutenção é aquela em que menos de 5% dos equipamentos incluídos nos programas de manutenção preventiva apresentam falhas ou necessitam de conserto entre as manutenções.

    Como você viu, a manutenção de equipamentos hospitalares é um assunto extremamente importante e que deve sempre ser considerado para garantir a boa gestão dos recursos, a segurança dos trabalhadores e, claro, a qualidade do atendimento aos pacientes.

    Você gostou deste conteúdo? Assine a nossa newsletter e receba as novidades do nosso blog diretamente no seu e-mail!

    LEIA MAIS
    Equipamento médico asiático: por que ele apresenta alta qualidade?

    Quem trabalha no setor de gestão e compras de grandes clínicas e hospitais conhece um dos principais problemas enfrentados na área: a defasagem tecnológica de equipamentos médico-hospitalares no Brasil.

    Para driblar essa situação, muitos gestores têm investido na compra de equipamento médico asiático, principalmente por meio da importação de itens da China. Mas será que essa é uma boa ideia? Quais as vantagens desses produtos? Continue a leitura e saiba tudo sobre o assunto!

    Equipamento médico asiático: como é o mercado da saúde nesses países?

    Como dissemos na introdução, a China é um dos principais países exportadores de equipamentos médicos para o Brasil. E isso não é por acaso — afinal, as diferenças em relação à tecnologia entre o nosso país e o asiático são muito grandes.

    Primeiro, precisamos compreender que os equipamentos médicos são divididos entre os de alta tecnologia agregada e os produtos convencionais. O primeiro grupo engloba os produtos que necessitam de mais tecnologia e pesquisa, enquanto o segundo está relacionado aos itens mais simples, como gazes e seringas.

    O Brasil se especializou na produção desse segundo grupo, enquanto os países asiáticos têm investido fortemente em pesquisas e inovações para os produtos com alta tecnologia agregada.

    Para se ter uma ideia, na China são vários os programas promovidos pelo governo. O Healthy China 2030, por exemplo, visa transformar a saúde chinesa nos próximos anos por meio de um investimento de cerca de 2,3 trilhões de dólares.

    Investidores de todo o mundo também estão apostando no mercado de saúde chinês que, de acordo com os dados da Revista Exame, deverá crescer em média 12% ao ano até 2020.

    Quais as vantagens dos equipamentos médicos asiáticos?

    Depois de ler o tópico anterior, já é possível notar que existem algumas vantagens dos equipamentos médicos asiáticos — principalmente os chineses em comparação com os nacionais —, não é mesmo?

    Veja as que merecem maior destaque.

    Preços competitivos

    Mesmo com as taxas de importação e os trâmites legais, os equipamentos médicos asiáticos ainda conseguem ter preços mais competitivos que os de outros países.

    Isso se deve principalmente aos benefícios dos governos asiáticos, como redução de impostos, incentivos para o capital de giro e demais tipos de parceiras para estimular as empresas a exportarem para outros mercados. O Brasil é visto como um país estratégico para as operações chinesas e, por isso, as empresas que desejam exportar para nós contam com mais facilidades.

    Inovação tecnológica

    Infelizmente, como mostramos no tópico anterior, o incentivo às inovações tecnológicas não é muito grande no nosso país. Ainda é muito burocrático e caro estudar as tendências do mercado e criar tecnologia nacional para atender ao mercado.

    Em contrapartida, os governos dos países asiáticos, em especial a China, possuem programas de incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento de tecnologias, principalmente na área médica.

    Essa parceria é essencial para reduzir os custos desses estudos, permitindo que as empresas tenham acesso à tecnologia de ponta em seus produtos. Um exemplo é o grupo chinês Biobase, que tem colaborado com a Academia de Ciências de Shandong e também com o Instituto de Biossenssores para a criação de máquinas de desenvolvimento de células-tronco.

    Pós-venda

    Muitas indústrias de equipamentos médicos têm notado a necessidade de melhorar o seu pós-venda e a relação com os consumidores. Isso também tem acontecido com a indústria chinesa.

    Nesse contexto, muitas empresas estão se dedicando a formar redes de serviços nos países importadores, criando também uma rede de relacionamento que facilita no caso de assistência técnica e demais necessidades dos compradores.

    Qualidade

    Houve um tempo em que produtos chineses eram sinônimo de baixo preço e qualidade inferior. Porém, hoje o cenário está se modificando, principalmente pela ação do governo chinês que entendeu a necessidade de investir em mais inovações tecnológicas para continuar exportando produtos competitivos.

    Por isso, as empresas chinesas têm buscado automações e incorporado tecnologias avançadas nos seus processos produtivos. Um exemplo é o plano “Feito na China 2025”, que visa ajudar a indústria a escalar na cadeia de valor em dez setores chaves — entre eles está a produção de equipamentos médicos.

    Como fazer a importação de equipamentos médicos asiáticos?

    Depois de ler todos esses dados, já se convenceu de que investir nos equipamentos médicos asiáticos é uma boa opção para o seu hospital, clínica ou centro de diagnósticos? Saiba que é preciso seguir alguns trâmites legais para garantir que tudo estará de acordo com as leis brasileiras.

    Anvisa

    A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é a responsável por regulamentar todos os equipamentos médico-hospitalares permitidos no Brasil que tenham finalidade: médica, laboratorial, odontológica ou fisioterápica, usados direta ou indiretamente para terapias, diagnósticos, monitorização ou reabilitação.

    A legislação busca proteger a saúde da população, fiscalizando e controlando todos os equipamentos médicos usados no país, sejam eles nacionais ou importados.

    Assim, dependendo da finalidade e da indicação do equipamento, é preciso seguir algumas regras e, no caso da importação, a Anvisa precisa autorizar o procedimento. As normas para isso estão estipuladas na Resolução da Diretoria Colegiada RCD nº 81 de 05/11/2008.

    Empresas

    Outro cuidado que precisa ser seguido é conferir se a empresa fabricante possui um acordo comercial com o nosso governo para inserir os seus produtos no mercado nacional.

    Mesmo que seja apenas uma importadora, esse cadastro é obrigatório, já que a Anvisa exige uma comprovação de qualidade. Por isso, é essencial que a empresa ofereça todas as informações necessárias sobre o equipamento em questão, como certificados de qualidade e de testes.

    O órgão, inclusive, dispõe de um manual para a regularização de equipamentos médicos. Você poderá conferi-lo antes de comprar qualquer item asiático.

    CFDA e órgãos reguladores do país de origem

    Essa é a sigla para China Food and Drugs Administration. Esse é o órgão regulador da China, que age de forma semelhante à Anvisa aqui no Brasil. Cada país possui uma entidade nesse sentido, que baliza as formas de produção de equipamentos, testes de qualidade e outros pontos fundamentais para a segurança dos usuários.

    Por isso, é muito importante conferir se o equipamento médico que você deseja importar é aprovado pelos órgãos reguladores. Embora cada país tenha a suas próprias regras, ser aprovado no CFDA ou outro órgão ajuda a conferir certo grau de qualidade e segurança ao item, tornando mais simples o processo de importação.

    Como você viu, o equipamento médico asiático está ganhando cada vez mais mercado por ter alta tecnologia, preços competitivos e boa qualidade. Por isso, é sempre importante que o gestor fique atento às novidades do setor médico hospitalar e também aos lançamentos dos principais produtores mundiais.

    Gostou deste conteúdo? Aproveite e assine a nossa newsletter para receber sempre dicas interessantes como esta diretamente no seu e-mail!

    LEIA MAIS
    Entenda como funciona o uso de ultrassom em UTI e centro cirúrgico

    Rapidez e versatilidade: dois fatores imprescindíveis para equipamentos hospitalares. Dentro das instituições de saúde, os métodos de diagnóstico e observação têm uma importância singular. Afinal, o tempo é um fator determinante para identificar e tratar as condições clínicas dos pacientes.

    Nesse contexto, o ultrassom em UTI e centro cirúrgico se faz presente como um dos equipamentos mais utilizados. Ele traz informações rápidas, por exemplo, no caso de emergências, o que permite traçar o plano de tratamento em menos de 5 minutos.

    Mais do que conhecer sobre o funcionamento geral desse equipamento, é fundamental estar por dentro das novas tecnologias e diferentes aplicações para cada setor do hospital, de modo a otimizar o seu uso e manutenção.

    Se você se interessa por esse assunto e quer fazer a diferença na gestão de equipamentos do seu hospital, continue conosco e aprofunde seus conhecimentos sobre os principais tipos, funcionamento e vantagens da utilização do ultrassom em UTI e centro cirúrgico. Boa leitura!

    Funcionamento e mecanismo do ultrassom

    Antes de abordarmos os tipos de ultrassom mais utilizados em hospitais, vamos compreender, de maneira geral, como esses equipamentos funcionam.

    Sabemos que o primeiro passo para realizar o exame é a aplicação do gel na superfície corporal da área a ser examinada. Mas para que serve o gel? Basicamente, é ele que conduz o ultrassom do transdutor para a pele, auxiliando na propagação das ondas sonoras.

    Já o transdutor é o dispositivo que encosta na pele e emite as ondas sonoras por meio da transformação de energia voltaica em vibração e pode ser representado por diversos formatos, de acordo com o objetivo do exame.

    Assim, acontece a propagação das ondas sonoras pelos tecidos da região do corpo determinada, sendo que as reflexões das ondas ocorrem de maneira diferente por cada tipo de estrutura corporal.

    O transdutor, então, recebe o eco (que nada mais é do que o reflexo da onda sonora) e calcula automaticamente o tempo gasto entre a emissão e recepção das ondas. Ou seja, quanto mais tempo gasto, mais longe se encontra a estrutura refletida.

    Os dados obtidos são processados internamente pelo equipamento e a imagem é exibida em uma tela, sendo que o médico pode manipular em tempo real todas essas informações.

    Tipos de ultrassom

    Os equipamentos de ultrassom podem ser portáteis ou transportáveis, dependendo da estrutura da UTI e centro cirúrgico. Confira:

    Ultrassom portátil

    O próprio nome já revela a comodidade e a versatilidade que o ultrassom portátil fornece. Ele é leve, prático e eficiente e, além de beneficiar a obtenção de diagnósticos, é vantajoso para o paciente que muitas vezes nem precisa se locomover para ser examinado.

    Ultrassom transportável

    Os ultrassons transportáveis são maiores e normalmente dependem de instalação técnica. Apesar de serem considerados como equipamentos de ultrassom mais tradicionais, ainda são bastante utilizados em UTI e centro cirúrgico, dependendo das especificidades e porte do hospital.

    Aplicações do ultrassom em UTI e centro cirúrgico

    Já mencionamos que o ultrassom é um equipamento versátil que possibilita a obtenção de diagnósticos em tempo hábil, principalmente, em situações emergenciais de UTI e centro cirúrgico. Para saber como o aparelho pode ser útil, na prática, é importante mapear as situações clínicas em que ele pode ser utilizado.

    Ultrassom em UTI

    Quando a estrutura hospitalar conta com um aparelho de ultrassom dentro da UTI, é possível agilizar diferentes rotinas e identificar rapidamente quadros clínicos específicos. Veja:

    • descobrimento de ascites;
    • derrame pleural ou derrame pericárdico;
    • fluxo transcraniano (muito utilizado para verificar possível morte cerebral);
    • auxílio visual para punções;
    • auxílio visual para colocação de acesso central.

    Ultrassom em centro cirúrgico

    Já no centro cirúrgico, as funções requeridas são ainda mais urgentes e podem fazer toda a diferença nos resultados dos procedimentos. Nesse setor, o ultrassom auxilia nas seguintes atividades:

    • suporte para a equipe de anestesia realizar bloqueios anestésicos;
    • indicação de intubação correta;
    • visualização de derrames pleurais e pericárdicos;
    • visualização da profundidade e posicionamento de nódulos em determinadas cirurgias;
    • cirurgias vasculares guiadas;
    • situações pós-cirúrgicas imediatas.

    Além disso, de forma geral, o ultrassom em centro cirúrgico também auxilia visualmente o procedimento de punções e a colocação de acessos, quando necessário.

    Manutenção e cuidados com o ultrassom

    Assim como qualquer outro equipamento hospitalar, a vida útil do aparelho de ultrassom depende da periodicidade de manutenções preventivas e cuidados constantes. Por apresentar uma série de componentes sensíveis à poeira e ao gel, a limpeza diária é imprescindível.

    Além de garantir que os exames sejam eficientes para o melhor diagnóstico possível, a manutenção é importante para evitar que o fluxo de pedidos de exame fiquem travados ou sobrecarregados devido a uma possível lentidão ou dano no equipamento.

    Precauções no manuseio e acondicionamento de transdutores

    Deve-se ter cuidado ao manusear e guardar os transdutores, pois são eles as fontes de emissão sonora para a formação da imagem e as partes mais sensíveis e vulneráveis a danos.

    A verificação das placas de contato dos transdutores também é importante. Elas precisam estar em perfeito funcionamento para evitar sombras que não estejam presentes na imagem captada do paciente.

    Assim, evita-se que a imagem fique ofuscada, com linhas alteradas ou sem formação, obtendo diagnósticos com muito mais precisão e acuidade.

    Vantagens de utilização do ultrassom

    As vantagens são significativas tanto para a equipe de profissionais da saúde, quanto para os pacientes. O ultrassom utiliza radiação não ionizante, sendo, portanto, minimamente invasivo e bastante seguro na maioria dos casos.

    Além de possibilitar que o paciente seja tratado rapidamente em casos de emergência, com o uso desse aparelho é possível evitar, por exemplo, o risco de erros relacionados a outros procedimentos, como perfurações na colocação de acessos.

    Ainda, quando em determinada cirurgia alguma área de nervos precisa ser bloqueada, o ultrassom consegue visualizar com clareza, o que permite mais segurança para o procedimento cirúrgico.

    Prático, acessível e sem riscos à saúde do paciente. Diante de todo o conteúdo exposto, podemos concluir que tanto a utilização quanto a manutenção de ultrassom em UTI e centro cirúrgico é de grande importância na estrutura hospitalar.

    Vale ressaltar que a qualidade do equipamento deve ser excelente, produzindo imagens em ótima resolução para a obtenção de exames mais fidedignos e rápidos. Com a inserção de novas tecnologias, não há dúvidas de que o ultrassom terá cada vez mais aplicações no futuro da medicina.

    Para tanto, lidar com fornecedores que disponibilizem tecnologias de qualidade com acompanhamento pós-venda e suporte técnico ágil faz toda a diferença. Que tal entrar em contato conosco? Podemos tirar todas as suas dúvidas e atender possíveis necessidades relacionadas ao assunto!

    LEIA MAIS
    Gostou? Compartilhe este artigo!
    Conecte-se com a Medicalway
    Fique por dentro das nossas novidades!

      Filiais
      Rio Grande do Sul
      (51) 3209-0813
       
      Santa Catarina
      (47) 99187-8805
      © 2022 Medicalway Equipamentos Médicos LTDA. Todos os diretos reservados | CNPJ: 02.949.582/0001-82
      Desenvolvido por Fresh Lab - Agência  de Marketing Digital
      crossarrow-right-circle linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram