A tecnologia avança continuamente, e as instituições de saúde também se beneficiam com esses progressos. A conectividade nos hospitais já é uma realidade, e ela traz diversos benefícios para profissionais e pacientes. Inúmeras soluções informatizadas são incorporadas progressivamente na saúde, gerando diagnósticos mais precisos, tratamentos mais eficazes e uma série de alternativas que ajudam na prevenção, recuperação e promoção de saúde.
Preparamos este conteúdo especial com informações sobre a conectividade nos hospitais para você saber mais sobre o tema e conhecer as vantagens para a instituição. Continue acompanhando e entenda mais sobre o assunto!
A tecnologia traz vários benefícios para o hospital. Vamos apresentá-los adiante. Veja mais!
A conectividade proporciona condições para o hospital melhorar a qualidade dos serviços prestados. Os equipamentos são integrados de forma eficiente, o que facilita a rotina e agiliza processos. Assim, os profissionais têm as informações necessárias em mãos para realizarem os procedimentos corretos em prevenção, recuperação e promoção de saúde. Toda a rede é integrada a fim de promover eficiência operacional e qualidade no atendimento oferecido.
A troca e o compartilhamento de informação entre os colaboradores é facilitada, o que promove maior precisão nos procedimentos, elimina dúvidas e simplifica o desempenho das tarefas. Um resultado indireto desse processo é o aumento do contentamento da equipe, o que proporciona mais efetividade e qualidade no trabalho realizado.
Equipamentos mais seguros e sistemas robustos de proteção de dados são fatores presentes na conectividade em hospitais. Os riscos dos prontuários manuais (com as perdas de papel, esquecimentos, grafia ilegível) dão lugar a plataformas sólidas de registro, por exemplo.
Sistemas computadorizados auxiliam os enfermeiros no monitoramento, administração de medicação e controle dos procedimentos necessários para o fornecimento de cuidado integral ao paciente. Além disso, o maquinário moderno é mais preparado para a gestão da informação, fazendo backups e armazenando dados em nuvem.
A conectividade dos hospitais proporciona fatores que minimizam os custos da instituição de saúde. Um dos fatores que contribui para isso é que os equipamentos mais novos consomem menos energia para funcionarem, o que representa uma considerável diminuição de custos na conta de energia.
Outro elemento importante é a redução das impressões e do uso de papel, o que é positivo para a sustentabilidade da instituição hospitalar e gera economia em longo prazo.
Além disso, com a conectividade, o hospital minimiza as ligações telefônicas, que também são fatores de peso no orçamento. A instituição passa a contar com plataformas ágeis de comunicação, além de e-mail, WhatsApp e sistemas em nuvem.
A conectividade nos hospitais facilita o manejo de dados, otimizando a realização de tarefas no meio hospitalar. Um exemplo são os prontuários eletrônicos, que podem ser acessados por um sistema em nuvem, de qualquer computador da instituição. O resultado da medida é praticidade, redução de burocracias e facilitação da rotina.
A comunicação entre os profissionais também é agilizada. A conectividade permite que pessoas autorizadas acessem os dados de forma simples e otimizada e facilita a troca de informações entre enfermeiros, médicos e gestores. Esses fatores possibilitam criar um sistema robusto para atendimento das demandas, de forma que o paciente tenha os cuidados integrais e com reduzido tempo de espera.
As ferramentas tecnológicas têm muito a contribuir com a rotina hospitalar. Programas informatizados podem realizar funcionalidades que contribuem na identificação de alterações nos sinais vitais do paciente, gerando intervenções mais rápidas e eficazes.
Outra vantagem é que os sistemas mais modernos realizam o monitoramento de condições ambientais de vacinas e medicamentos. Qualquer modificação pode ser identificada de forma precoce, evitando a perda desses valiosos materiais.
A conectividade também possibilita o compartilhamento de informações com mais facilidade. Médicos podem procurar a supervisão de profissionais mais experientes em determinada área a distância, caso tenham dúvidas em alguma questão. Assim, eles realizam os procedimentos com mais segurança e precisão.
A revolução tecnológica nos ambientes hospitalares veio para ficar, trazendo várias transformações para a rotina dessas instituições. Saber como se preparar para essas mudanças é fundamental, pois assim é possível realizar as medidas corretas no momento preciso em sua organização de saúde.
Dois princípios são importantes para ter uma boa adaptação a essa revolução tecnológica. Um é a busca de atualização, ou seja, pesquisar, participar de eventos e procurar conhecer as inovações que o mercado oferece.
Outro elemento essencial é a capacitação da equipe. Mais do que a aprendizagem de uso dos novos recursos, é preciso investir na criação de um novo mindset. A revolução tecnológica é perpassada por uma mudança de mentalidade.
A conectividade facilita o compartilhamento de informação, promove agilidade e otimiza processos. Mas, nesse contexto, é importante ter cuidado também com a segurança da informação.
O sigilo médico é um princípio importante das instituições de saúde e deve ser assegurado de toda forma. Hackers e invasões do sistema podem ser muito danosos para os pacientes, além de prejudicarem a imagem do hospital.
A proteção dos dados dos clientes deve ser uma das prioridades de um hospital que se moderniza. Toda a eficiência em tecnologia deve ser acompanhada de sistemas robustos de proteção das informações referentes aos pacientes. Controle de acesso, sistemas em nuvem e plataformas seguras permitem que a rotina hospitalar caminhe de forma otimizada e preserve o sigilo médico.
A conectividade ganha cada vez mais espaços nas instituições de saúde, promovendo uma revolução no cuidado oferecido. Com sistemas digitalizados e maquinário moderno e inovador, diversos processos podem ser agilizados, e os colaboradores têm mais tempo para focar o oferecimento de tratamento humanizado.
Além disso, a conectividade em hospitais proporciona melhores condições para monitoramento, controle, comunicação e busca de esclarecimento sobre dúvidas médicas. Sua equipe fica mais satisfeita, e os pacientes também são beneficiados com recursos inovadores no hospital.
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Que o mundo passa por uma fase cada vez maior de desenvolvimento tecnológico todos sabem, mas você sabe como essa tecnologia está sendo aplicada no campo da medicina?
As contribuições da tecnologia na área da saúde estão dentro dos hospitais, podendo ser vistas na realização de exames, cirurgias e tratamentos. Mas, os seus efeitos podem ser percebidos por todos. A expectativa de vida no Brasil, por exemplo, que antes era de 70 anos em 2000, já subiu para 75,5 em 2016, e tende a crescer ainda mais.
Com uma população que vive cada vez mais, o país deve obrigatoriamente continuar inovando na medicina para garantir qualidade de vida para todos. Confira são as principais inovações tecnológicas que surgiram nos últimos anos:
Para procedimentos feitos por videocirurgia o 3D é uma tecnologia revolucionária. Ela permite mais realismo, pois agora o cirurgião pode ter uma noção de profundidade na hora de realizar o procedimento. O paciente também se beneficia desse avanço, pois como o tempo de indução anestésica é reduzido, a sua recuperação no pós-cirurgia também se torna mais rápida. Além disso, os equipamentos mostram os tecidos com múltiplas tonalidades e os médicos podem vê-los em Full HD.
Biomodelos são réplicas de órgãos ou ossos, feitos a partir de impressões 3D. As empresas que produzem esse material criam as réplicas a partir de resultados de exames em imagens, como tomografias ou raios x. Dessa forma, os biomodelos utilizam tecnologia para possibilitar que os médicos conheçam melhor os órgãos e os problemas presentes neles, antes de realizar a cirurgia. Essa inovação é benéfica para todos. Com ela, os profissionais passam a cometer menos erros e os pacientes tem menos riscos de complicações, pois a cirurgias são mais curtas. Os hospitais também se beneficiam financeiramente, pois podem atender mais pacientes e reduzir os custos de procedimentos. Além disso, as próteses também podem ser usadas como material de estudo nos cursos de medicina.
Famosa por estar presente em diversos jogos e produtos de entretenimento, a realidade virtual também pode ser aplicada na medicina. Essa tendência, pode ser aplicada na formação de profissionais da saúde e no tratamento de problemas físicos ou mentais dos pacientes. As suas aplicações ainda estão sendo descobertas e aprimoradas, mas por enquanto já se sabe que ela pode ser utilizada no controle de fobias, no tratamento de dor, na formação de cognição social em jovens com autismo, na melhoria da qualidade de vida de pessoas com deficiência e idosos, e no treinamento de cirurgias.
A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicas. A câmera 1288 HD 3-Chip, por exemplo, utiliza tecnologia progressiva de captura e ótima qualidade de imagem com uma super resolução para vídeo cirurgias. Já o Ultrassom Diagnóstico DC-8 possuí tecnologia 4D, um monitor LCD 19” de alta resolução e uma tela de comando intuitiva Touch Screen colorida.
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A medicina está cada vez mais evoluindo tecnologicamente, sempre com o intuito de melhorar a qualidade de vida dos pacientes, agilizar os processos, diminuir custos e democratizar o acesso a exames e procedimentos. Na área da cardiologia não poderia ser diferente.
O eletrocardiograma é um exame simples e já muito conhecido, que revela alterações na atividade cardíaca do paciente. Nele, é usado um equipamento para medir a eletricidade que o coração transmite, gerar gráficos e comparar para ver se essa eletricidade está normal. A análise de dados do eletrocardiograma é um processo muito importante pois permite a identificação de problemas cardiovasculares que podem ser fatais. Sendo assim apesar de ser um exame simples que já existe há anos, o eletrocardiograma continua sendo importante e investe-se cada vez mais em tecnologias para primorá-lo, como é o caso da Telemedicina.
