EPIs em hospitais: veja 4 exemplos que não podem faltar

Em contextos desafiadores como o que vivemos, o uso de EPIs em hospitais se torna ainda mais importante. Afinal, os profissionais que estão de frente na luta contra o coronavírus precisam adotar medidas de proteção mais rígidas do que estavam acostumados — o que inclui entender o uso e a importância de cada um dos Equipamentos de Proteção Individual.

Pensando nisso, neste conteúdo veremos quais são os que não podem faltar na gestão de uma instituição em um momento como esse, além de explicarmos como eles contribuirão para a proteção dos seus profissionais. Continue lendo para conferir!

Quais são os principais EPIs a serem utilizados em hospitais?

Em primeiro lugar, vamos entender quais são os principais Equipamentos de Proteção Individual a serem utilizados pelos profissionais de um hospital.

1. Luvas

As luvas são EPIs muito utilizados para evitar acidentes comuns no dia a dia do trabalho dos mais diversos profissionais de saúde. Seu principal objetivo é proteger as mãos desses trabalhadores, seja de cortes, seja de altas temperaturas ou mesmo de umidade excessiva.

No caso da COVID-19, como já sabemos, as principais formas de contágio se dão pelo contato direto com uma pessoa contaminada ou com superfícies que foram tocadas por essas pessoas. Logo, é fundamental que os profissionais de saúde estejam atentos ao manuseio de objetos rotineiros, além de higienizar sempre suas luvas e mãos, mesmo com o uso do EPI.

Vale dizer, aliás, que os colaboradores da área de saúde não se restringem aqui apenas aos médicos e enfermeiros. Profissionais da área de limpeza também devem ser orientados sobre essas precauções, e a instituição precisa oferecer materiais de látex (maleáveis e confortáveis) para os seus afazeres diários.

2. Óculos de proteção

Como o contato do vírus com os olhos é outra forma importante de contágio da doença, o uso de óculos é essencial. Normalmente, as lentes utilizadas pelos profissionais de saúde são incolores e feitas de materiais propícios para não prejudicar a visão, especialmente em ambientes mais claros. Mas, então, como escolher o produto mais adequado para a sua clínica?

Inicialmente, é preciso que o apoio nasal seja confortável e que as hastes sejam mais maleáveis. Além disso, o ideal é escolher um equipamento que conte com espuma, para evitar a entrada de partículas na região protegida dos olhos.

Quanto ao seu acabamento, a principal preocupação por parte da equipe é que ele seja antiembaçante. Afinal, de nada adianta contar com um produto preventivo se o profissional precisará fazer a sua limpeza a todo momento para conseguir enxergar sem dificuldade, certo?

3. Avental

O avental de PVC é muito utilizado por pessoas que trabalham diretamente em pesquisas com agentes corrosivos ou químicos, que oferecem algum dano à sua integridade física. No entanto, no caso de profissionais da saúde que estão nessa linha frente do COVID-19, o EPI tem a função de proteger o usuário e as suas vestimentas, diminuindo a probabilidade de serem contaminados com vestígios do vírus.

O avental contribui para que respingos e secreções não o atinjam, aumentando até a confiança de quem está atuando diretamente com pessoas infectadas. Atualmente, existem modelos de tamanho ajustável, tornando esse EPI ainda mais seguro para o usuário.

4. Máscara cirúrgica

De fato, a máscara já entrou na rotina de todos os brasileiros, seja qual for a sua área de atuação. Isso porque, com todos os indivíduos usando esse EPI, a probabilidade de contração da doença diminui consideravelmente. Ainda assim, existem alguns cuidados específicos que precisam ser tomados em hospitais e clínicas de saúde.

Como se trata de uma área de mais risco e exposição, é fundamental buscar os materiais de maior qualidade do mercado. Além disso, os profissionais devem ser orientados a trocar suas máscaras com frequência — sempre que atenderem um paciente — e elas devem ser descartadas de forma segura, conforme pede o protocolo das autoridades de saúde.

Quais cuidados tomar com os EPIs em hospitais?

Agora que já vimos os Equipamentos de Proteção Individual que não podem faltar numa instituição de saúde, chegou o momento de apresentarmos algumas dicas sobre os cuidados necessários com esses itens. Confira!

O momento de colocar e retirar os EPIs

Antes de qualquer procedimento, é preciso higienizar as mãos com água e sabão ou álcool 70, de acordo com as recomendações da ANVISA e da OMS. Após essa etapa, deve-se colocar a máscara cirúrgica, de modo que ela fique bem adequada ao rosto e o proteja de forma correta.

O próximo passo é colocar os óculos — lembrando que objetos comuns utilizados no dia a dia não o protegem contra o Sars-Cov-2. A touca deve ser colocada protegendo a orelha como um todo, bem como a parte do óculos que será tocada no momento em que se for retirar o equipamento. Por fim, é preciso vestir o avental impermeável e descartável, ajustando-o de forma adequada ao corpo.

Para retirar, o primeiro passo é tirar as luvas a partir da região que não teve muito contato com o ambiente. Depois, higienize as mãos para evitar a transmissão e remova todos os itens, dispondo-os em sacolas vermelhas. Repita o procedimento com os demais EPIs que estiver utilizando.

Os demais cuidados a serem destacados

De acordo com o Ministério da Saúde, há ainda outros cuidados que devem ser levados em consideração pelo profissional de saúde. Entre eles:

  • treinar toda a equipe para identificar sintomas logo na triagem;
  • deixar o paciente sob suspeita em uma sala isolada durante a espera do atendimento;
  • orientar todos os pacientes sobre as medidas básicas de higiene;
  • selecionar alertas visuais sobre a doença e dispô-los nos mais diversos locais da instituição;
  • seguir as principais recomendações padrão;
  • desinfectar todos os ambientes;
  • direcionar adequadamente os pacientes para evitar trânsito desnecessário nos corredores.

Enfim, vimos aqui quais são os principais EPIs em hospitais, além de algumas dicas sobre como deve ser a atuação dos profissionais em um contexto desafiador como o atual. Além de tudo o que foi apresentado, vale ressaltar a necessidade de buscar bons fornecedores, que garantam a qualidade de seus produtos e ofereçam apenas materiais com Certificado de Aprovação.

Gostou desta leitura? Então, que tal aproveitar a visita para ler também um pouco sobre a manutenção preventiva de equipamentos médicos?

Fique por dentro das nossas novidades!

    Veja também
    O que é o uso emergencial de vacinas e como ficou esse processo no Brasil?

    O uso emergencial de vacinas se tornou uma alternativa mais rápida para que diferentes países, como o Brasil, pudessem iniciar o plano de imunização e conter a pandemia de Covid-19 sem a aprovação definitiva da Anvisa, o que levaria mais tempo. 

    Assim, para maior segurança, enquanto a vacinação estivesse apenas com a aprovação emergencial, seu uso era autorizado apenas para um público-alvo específico, e ainda assim seguindo uma série de critérios, como a permissão apenas para o setor público e a restrição na quantidade de doses.

    Conseguiu entender a ideia geral sobre o uso emergencial de vacinas? Continue a leitura e se aprofunde no assunto, pois vamos falar mais sobre as diferenças entre os dois conceitos!

    Quando o uso emergencial de vacinas é necessário?

    Como o próprio nome sugere, o uso emergencial de vacinas é indicado quando uma população sofre alto risco de contaminação por uma doença viral, cuja vacinação é a única saída para o problema mencionado. Quanto mais rápido houver a contenção da transmissão, melhor para a segurança e saúde da população, além do funcionamento de ambientes hospitalares e demais atividades que envolve a circulação de pessoas.

    É o caso da pandemia de Covid-19, em que a aprovação emergencial das vacinas Coronavac e AstraZeneca, ainda em janeiro de 2020, depois de quase um ano que o coronavírus se espalhou pelo mundo, deixando inúmeras mortes — totalizando, no Brasil, quase 230 mil letalidades apenas no mês de janeiro e a paralisação de inúmeras atividades presenciais. 

    Dentro desse contexto, a aprovação emergencial, cujo conceito é relativamente novo e utilizado apenas em casos de urgência na saúde, autorizou a aplicação das doses com base em dados preliminares dos estudos finais e inúmeras regras para a sua aplicação. Além disso, o andamento da imunização continuou sob análise da Anvisa enquanto a vacinação avançava, para que a segurança fosse garantida.

    Quais foram os critérios de aprovação para o uso emergencial?

    Conforme mencionado, o uso emergencial de vacinas é aprovado com limitações, que podem variar de acordo com cada país. Listamos as principais regras estipuladas no Brasil, segundo a Anvisa. Acompanhe.

    Fase 3

    Apenas os imunizantes que já comprovaram a eficácia nas três fases do estudo clínico podem passar pelo processo de autorização emergencial, como ocorreu com a Coronavac e a AstraZeneca.

    Informações técnicas

    É indispensável apresentar com detalhes a segurança, a qualidade e a eficácia nas informações sobre armazenamento, prazo de validade, práticas adequadas de fabricação etc. Afinal, a incoerência em qualquer uma dessas etapas pode comprometer a segurança da vacina.

    Público-alvo predefinido

    Além do uso emergencial se restringir apenas ao setor público, foi definido um público-alvo entendido como prioritário para o mundo inicial, que começou com trabalhadores da saúde, indígenas e pessoas acima de 75 e superior a 60 anos vivendo em asilos e hospitais.  

    Como ocorre o registro definitivo?

    A Anvisa tem um prazo de 60 dias para responder o prazo definitivo, cujo ritmo de resposta depende da quantidade e qualidade de dados existentes sobre uma vacina. Enquanto isso, quem recebe a dose assina um termo de consentimento.

    Após a aprovação definitiva, é possível ampliar o grupo, de acordo com a bula do medicamento. De qualquer forma, continua sendo regra o cumprimento de compromissos por parte das empresas.

    Como visto, existe uma série de critérios e ações realizadas para que o uso emergencial das vacinas seja seguro e eficaz para a população, contribuindo para a condição da pandemia do coronavírus ou de qualquer outra que possa surgir.

    O que achou do nosso post? Gostou? Deixe um comentário com sua opinião sobre o assunto. Vamos esclarecer todas as suas dúvidas!

    LEIA MAIS
    Entenda a importância do contraste em exames e quando é usado

    O contraste em exames é um nome popular utilizado para nomear as substâncias ofertadas aos pacientes e que são responsáveis por melhorar a qualidade das imagens utilizadas para diagnósticos médicos. Assim, elas podem se tornar mais precisas e com uma maior capacidade de interpretação.

    Afinal, a eficácia de um tratamento pode ser aumentada se ele for iniciado precocemente, o que é possível a partir de diagnósticos precisos, capazes de detectar até as mais sutis alterações. Nesse sentido, o contraste em exames pode ser injetado ou ingerido, e posteriormente, costuma ser eliminado pela urina.

    Quer entender mais sobre o contraste de exames, como sua importância, tipos e contraindicações? Continue conosco e fique por dentro do assunto!

    O que é o contraste em exames?

    Como você pôde perceber, o contraste em exames consiste na introdução de substâncias químicas no corpo do paciente para que seja possível realizar testes radiológicos por contraste, como tomografia, ressonância magnética e radiografia.

    Isso porque as substâncias introduzidas enfatizam tecidos e demais estruturas de diferentes composições no corpo para que as imagens reproduzidas sejam vistas com maior nitidez, como as estruturas internas e os vasos sanguíneos. A maior parte desses exames foca na região abdominal e pode evidenciar os sistemas urinário, reprodutor e digestivo.

    Qual a importância de realizar contraste em exames?

    Conforme mencionado, a maior assertividade e segurança na realização do diagnóstico contribui para tratamentos de problemas de saúde mais eficazes e até realizados de forma precoce. Assim, com o auxílio do contraste em exames, os médicos conseguem distinguir os diferentes tecidos para uma avaliação mais eficaz.

    Isso é válido para exames específicos, que devem ser indicados pelo médico radiologista a partir de uma suspeita clínica e do acompanhamento conjunto com o histórico do paciente. Nesse sentido, os exames mais comuns de serem realizados com o auxílio do contraste são:

    • tomografia computadorizada: utilizada para detectar lesões nos órgãos, como pulmão, cérebro, vesícula, pâncreas, fígado, parede abdominal ou ossos;
    • ressonância magnética: indicado para detectar lesões na coluna vertebral ou no cérebro, além de investigar regiões como os vasos sanguíneos, ligamentos e articulações;
    • urografia: investiga as funcionalidades dos rins e toda a anatomia do aparelho urinário de forma geral, sendo especialmente útil para identificar estruturas de difícil visualização;
    • cintilografia: detecta alterações no coração, cérebro, pulmão, ossos e na tireoide;
    • estudo radiológico do trato intestinal: como o próprio nome sugere, investiga o trato gastrointestinal, possibilitando uma melhor visualização;
    • angiografia: visualiza o interior dos vasos sanguíneos e investiga aneurismas ou arteriosclerose;
    • colangiografia: investiga as vias biliares.

    Quais são os principais riscos do exame de contraste?

    Da mesma maneira que o exame é relevante para a realização de diagnósticos mais precisos, além de serem cada vez mais seguros e do médico avaliar quem pode ou não fazer, existem riscos e contraindicações que precisam ser conhecidas pela comunidade médica e até pelos próprios pacientes. Então, acompanhe a seguir.

    Reação alérgica aguda

    É possível que o paciente apresente uma reação alérgica às substâncias utilizadas no exame e tenha sintomas como queda de pressão, urticária, inchaço da pele, edema de glote, batimentos cardíacos acelerados etc. Nesse caso, é preciso que o médico do hospital realize o tratamento de forma imediata para que não haja riscos à saúde.

    Porém, é fácil evitar esse tipo de situação ao questionar previamente o paciente sobre possíveis tipos de alergia existentes. Também é comum que os médicos indiquem antialérgicos para consumo antes da realização do exame.

    Reações do sistema nervoso

    As reações do sistema nervoso, também chamadas popularmente de vasos vagais ou reações vasomotoras, não têm relação direta com o exame de contraste, mas podem surgir pelo excesso de ansiedade ou até mesmo pela dor ocasionada durante a administração da substância.

    Assim, as reações mais comuns do organismo com esse tipo de alteração no sistema nervoso costumam ser batimentos cardíacos acelerados, queda da pressão arterial, palidez ou suor frio, desmaio, confusão mental etc.

    Efeitos tóxicos da substância

    Dependendo da dosagem, concentração do meio de contraste, forma de uso e velocidade da infusão, a substância pode apresentar reações tóxicas ao organismo, o que causa problemas diretamente na corrente sanguínea, como inflamação na região em que o contraste foi aplicado ou a queda de pressão.

    Além do mais, os efeitos tóxicos da substância também podem ser sentidos em outras localidades do corpo, como:

    • coração: arritmias, parada cardíaca, aumento da pressão arterial;
    • pele: vermelhidão, dor no local de aplicação, inchaço ou formação de caroços;
    • cérebro: tontura, dor de cabeça, confusão mental ou convulsão;
    • intestino e estômago: diarreia, vômitos e náuseas;
    • pulmões: crise de asma, falta de ar ou broncoespasmos;
    • rins: insuficiência renal ou redução da formação de urina.

    Quais são as contraindicações do exame de contraste?

    Como foi possível perceber, é preciso ter cuidados ao realizar o exame de contraste, principalmente redobrando a atenção quanto aos efeitos adversos e as contraindicações.:

    • mães em amamentação: para evitar que substâncias nocivas sejam transmitidas ao bebê pelo leite materno, é preciso que a amamentação seja interrompida por pelo menos 48 horas antes do exame;
    • asmáticos e alérgicos: esse grupo precisa de uma avaliação mais específica antes da realização do exame, sendo possível também administrar antialérgicos para conter reações;
    • pacientes com insuficiência renal: rins não saudáveis podem ser prejudicados e ter a disfunção acentuada durante a realização do exame, o que exige a solicitação do exame de creatinina;
    • qualquer outra situação recomendada pelo médico.

    Quais são os tipos de contraste utilizados no exame?

    O contraste pode ser diferenciado basicamente pela presença ou ausência do iodo, como o sulfato de bário, iodo e gadolínio, que são os mais comuns. A administração da substância pode ser oral, intravenosa ou endocavitária.

    Conseguir entender mais sobre o contraste em exame? Saiba também que antes da sua realização é preciso fazer um jejum de pelo menos seis horas, independentemente de qual seja a área do corpo examinada. Além disso, o médico pode fazer outras observações e recomendações específicas, de acordo com as condições do paciente e o tipo de exame.

    Que tal continuar aprendendo sobre o assunto? Descubra como implementar um equipamento de ressonância magnética no hospital!

    LEIA MAIS
    O que fazer para tornar o exame de mamografia mais confortável?

    O exame de mamografia é extremamente importante para prevenção de doenças graves como o câncer de mama, que é o mais incidente em mulheres e, só em 2018, surgiram mais de 2 milhões de novos casos. E ainda, pode reduzir em até 60% a taxa de mortalidade entre pacientes, de acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia.

    Apesar disso, muitos ainda resistem em realizar o procedimento — entre março e julho de 2020, houve uma redução de 63,4% no total de mamografias realizadas. Os motivos para isso são inúmeros, desde o isolamento social ocasionado por conta da pandemia do coronavírus, até a pouca consciência sobre a importância do exame de mamografia.

    Seja qual for o motivo, tornar esse procedimento o mais confortável possível é indispensável para que os pacientes não se intimidem com ele. Por isso, separamos algumas dicas para você. Continue a leitura!

    Como o exame de mamografia é feito?

    Para que o exame de mamografia seja realizado por um profissional, é necessário posicionar os seios entre duas placas de mamógrafo, em que o paciente precisa se manter imóvel e sem respirar por alguns segundos, para a correta captação das imagens.

    O exame de mamografia causa dor?

    Como o próprio nome sugere, o exame de mamografia ocorre em uma região sensível para muitas mulheres: os seios. Assim, em casos de mamas mais densas, que têm mais tecido glandular — a condição é comum em mulheres mais novas —, a dor do exame pode ser mais intensa.

    Além disso, quando o exame de mamografia ocorre próximo ao ciclo menstrual ou em períodos de retenção de líquido, juntamente com outras questões hormonais, a mama costuma ficar mais sensível e sentir desconforto ao toque.

    Como deixar o exame de mamografia mais confortável para os pacientes?

    Como você pôde perceber, o desconforto que a mamografia pode ocasionar em algumas mulheres, seja por dores físicas ou por se tratar de uma região que muitos ainda têm pudor, pode diminuir a procura pelo exame. Dessa maneira, selecionamos algumas orientações que podem ajudar a deixar o procedimento mais confortável. Acompanhe!

    Solicite os exames anteriores

    O exame de mamografia é indicado para mulheres a partir dos 40 anos, antes disso, o procedimento pode não ser muito útil, de acordo com uma pesquisa da Universidade da Carolina do Norte.

    Então, se a paciente não se encaixar nessa faixa etária e for mais jovem, os profissionais da saúde podem solicitar outros exames, como a ultrassonografia das mamas, que costuma ser menos incômoda para esse público que tende a ter mamas densas. Dessa maneira, as suspeitas de síndromes hereditárias ou a complementação do diagnóstico podem ser detectadas de outras formas.

    Assim, peça às pacientes que levem esses exames anteriores, para que o histórico de evolução seja analisado e que isso sirva como uma complementação das informações para o diagnóstico e até como um comparativo, o que pode mudar completamente a interpretação do exame.

    Recomende que não seja agendado antes ou depois da menstruação

    Conforme mencionado, o ciclo menstrual também pode interferir nas dores causadas em algumas mulheres no exame de mamografia, já que nesse período pode haver uma maior densidade nas mamas, independentemente da idade de cada uma.

    Assim, é natural que o procedimento se torne mais desconfortável para as mulheres, o que também pode levar a repetições no processo, para que o exame de mamografia ocorra no tempo adequado e tenha o correto registro das imagens.

    Tudo isso, em tempos de mamas sensíveis, pode traumatizar as mulheres e até outras com quem a experiência negativa será compartilhada. Como sabemos, o procedimento é fundamental para não permitir que isso ocorra.

    Pergunte se a paciente tem próteses mamárias

    Os implantes de silicone interferem na visualização das imagens obtidas por meio do exame de mamas. Por esse motivo, para que a paciente não precise passar mais tempo no procedimento, e lidando com repetições, certifique-se sobre a implantação de silicone, para que o radiologista faça o ajuste das doses de radiografia de acordo com essa informação.

    E ainda, posicione a paciente corretamente, pois a posição precisa ser específica para que o implante seja afastado e o tecido mamário fique o mais exposto possível, para visualização e registro por imagens.

    Recomende que a paciente evite determinados alimentos e bebidas

    Existem alguns alimentos e bebidas que deixam as mamas mais sensíveis e, consequentemente, mais sujeitas a dores. Sendo assim, é importante que você recomende à paciente que evite-os. É o caso de alimentos ricos em sal, gordura ou cafeína, como por exemplo:

    • salsichas e carne vermelha;
    • chocolate;
    • molhos prontos;
    • fast food;
    • castanhas (nozes, amendoins e amêndoas);
    • pipoca;
    • batata-frita com sal;
    • bebidas com cafeína (refrigerante, chá verde e chá preto).

    Saiba as limitações da paciente

    O conforto na hora da realização do exame de mamografia não é apenas uma maneira de evitar que muitas mulheres se assustem e nem marquem o procedimento, mas também é um método de ter sucesso durante a realização do exame.

    Afinal de contas, o desconforto pode fazer com que as mulheres não consigam se manter na posição adequada e nem pelo tempo necessário. Por esse motivo, algumas limitações como rigidez muscular, dificuldade de levantar o braço, entre outras, devem ser previamente comunicadas para que a equipe médica providencie soluções e, em casos mais graves, que torne impossível o posicionamento no exame, substituindo-o por outro.

    Aposte em uma tecnologia mais precisa

    Como você se deu conta, existem alguns fatores que tornam o exame de mamografia tradicional limitado, já que pode causar desconforto ao paciente. Desse modo, é importante pensar em tecnologias mais precisas que façam com que esse momento seja menos incômodo e mais convidativo às mulheres.

    A mamografia digital é um exemplo disso, já que fornece imagens melhores, mais precisas e com mais rapidez. Além dela, existem outras práticas tecnológicas que otimizam a experiência sensorial no exame de mamografia, sem perder o conforto. Como foi visto, o conforto é um critério indispensável para a precisão do procedimento.

    Gostou do post e quer continuar aprendendo sobre o assunto? Confira mais sobre os avanços da tecnologia para prevenção e tratamento do câncer de mama!

    LEIA MAIS
    Gostou? Compartilhe este artigo!
    Conecte-se com a Medicalway
    Fique por dentro das nossas novidades!

      Filiais
      Rio Grande do Sul
      (51) 3209-0813
       
      Santa Catarina
      (47) 99187-8805
      © 2022 Medicalway Equipamentos Médicos LTDA. Todos os diretos reservados | CNPJ: 02.949.582/0001-82
      Desenvolvido por Fresh Lab - Agência  de Marketing Digital
      crossarrow-right-circle linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram