Equipamentos de ultrassom: entenda como escolher os melhores

Os equipamentos de ultrassom representam um grande avanço na medicina diagnóstica. Dessa maneira, trata-se de um item obrigatório em hospitais e centros de imagem. Mas, para conseguir realizar diagnósticos e tratamentos mais precisos, é importante contar com aparelhos de qualidade.

Assim, os profissionais devem ter muito critério na escolha do equipamento. A questão é que há diferentes modelos de ultrassom no mercado — o que deixa muitos profissionais confusos na hora de selecionar o melhor.

Preparamos este post para que você consiga entender os detalhes desses equipamentos. Continue a leitura e saiba mais sobre sua importância para a Medicina, os tipos existentes e o que considerar para adquirir o modelo mais adequado às suas necessidades.

Qual a importância do ultrassom?

A ultrassonografia é um exame diagnóstico preliminar que apresenta grande eficácia, pois permite a identificação de muitas doenças e acompanhamento da evolução de diversos tratamentos. Por isso, esses equipamentos são extremamente necessários em uma clínica de diagnóstico por imagem ou hospital, visto que podem identificar, de forma rápida, qualquer problema que o paciente tenha sem submetê-lo inicialmente a um procedimento invasivo.

O aparelho de ultrassom é do tipo operador dependente, ou seja, o médico especialista realiza o exame de forma manual, analisando a região corporal de queixa do paciente ou na qual o profissional suspeite de algum problema. Desse modo, é um diagnóstico obtido por meio de medições e comparações com outras regiões da área analisada.

O exame auxilia, inclusive, a realização de uma biópsia guiada a fim de fazer a confirmação de alguma patologia. Como exemplo, podemos mencionar a ultrassonografia de mamas, que pode ser feita após a mulher detectar algo diferente em seu corpo. Por meio do exame, o médico consegue avaliar se está tudo bem ou se existe algum problema, como um câncer.

Em caso de suspeita da doença, pode ser necessário fazer um acompanhamento, com a realização do exame mais uma vez para detectar se houve uma evolução. Já em caso de gravidade, o médico solicita a realização de uma biópsia e, dependendo do resultado, rapidamente a mulher já pode ser encaminhada para o tratamento — que pode incluir cirurgia, quimioterapia ou radioterapia.

Como o equipamento pode otimizar o trabalho do profissional de saúde?

Os equipamentos de ultrassom auxiliam o trabalho de médicos e outros profissionais de saúde. Como exemplo, pode-se citar o trabalho de anestesistas, que utilizam o equipamento para guiar a agulha ao local correto. Dessa maneira, as chances de aplicar a injeção de anestesia no ponto errado diminuem consideravelmente. O equipamento traz, portanto, segurança para o paciente e profissional.

Outra especialidade que se beneficia com a tecnologia do ultrassom é a dos cirurgiões vasculares. Eles utilizam o equipamento na hora de realizar procedimentos como o acesso venoso — o ultrassom guia a agulha para acessar a vascularização com maior precisão e rapidez.

Quais são os principais tipos?

Quer entender melhor quais são os tipos de equipamentos de ultrassom? Confira a seguir.

Portátil

É um tipo de equipamento bastante versátil, pois pode ser configurado para atender às mais diversas áreas, como:

  • medicina interna;
  • ginecologia/obstetrícia;
  • vascular;
  • cardiologia.

O ultrassom portátil, geralmente, é utilizado pelo profissional em mais de um local de atendimento, já que tem o formato laptop e conta com uma bateria. Assim, é muito fácil transportá-lo de uma clínica a outra ou até mesmo dentro do ambiente hospitalar para ser utilizado nos leitos, UTI, centro cirúrgico etc.

Fixo/Transportável

Da mesma forma que o equipamento portátil, o ultrassom fixo/transportável também é indicado para diferentes especialidades. A diferença é que deve ser utilizado em apenas um local ou ambiente hospitalar, visto que não conta com uma bateria, necessitando, assim, de um nobreak para fazer sua ligação na rede elétrica.

Como escolher o melhor equipamento de ultrassom?

Quando se trata da aquisição de equipamentos médicos, estamos falando de um investimento alto por conta de toda a tecnologia envolvida nesses produtos. Por isso, é fundamental saber como fazer a escolha correta e evitar prejuízos.

Em primeiro lugar, é preciso considerar quais os tipos de exame que a clínica, consultório ou hospital vai realizar e selecionar os modelos que atendam essa necessidade. Assim, o fornecedor pode apresentar os transdutores recomendados para utilização, além de algum software opcional para outros exames que possam ser incluídos na configuração do aparelho.

Outros aspectos que devem ser levados em conta na escolha do equipamento são:

  • ergonomia da máquina, como ajuste de altura e rotação do painel;
  • tela touch screen acoplada ao painel para uma maior produtividade;
  • tamanho do monitor.

Além de atender às necessidades do profissional, é importante verificar a relação custo-benefício, bem como o pós-venda (manutenções, disponibilidade de peças e suporte técnico). É necessário também que o fornecedor tenha um estoque de peças e equipamentos perto de você. Dessa forma, caso surja algum problema técnico, a empresa rapidamente consegue dar o suporte sem atrapalhar as atividades da sua clínica ou hospital e o atendimento aos pacientes.

Diferenciais da Medicalway

A Medicalway, por exemplo, se destaca não só na tecnologia dos equipamentos, como também na assistência pós-venda. Isso porque conta com estoque de equipamentos e peças, além de um suporte bastante ágil. Os técnicos são deslocados em um menor tempo possível para realizar o atendimento no local.

Além disso, a empresa atualmente é importadora da Mindray, nada menos que a principal fabricante de equipamentos médicos da China e que ocupa o sexto lugar no mundo em número de vendas de ultrassom. São aparelhos robustos e com recursos exclusivos, como o doppler — extremamente sensível e rápido, otimizando diagnósticos, tratamentos e o trabalho do profissional.

Para ter precisão no diagnóstico de diversas doenças, clínicas, centros de imagens e hospitais devem contar com equipamentos de ultrassom de alta qualidade e que apresentem as tecnologias mais recentes. Para não errar na escolha, é imprescindível selecionar um fabricante de referência, que trabalhe com as melhores marcas mundiais e ofereça um pós-venda completo.

Está interessado em saber mais detalhes sobre as características e indicações dos diferentes tipos de ultrassom? Entre em contato com a Medicalway e tire todas as suas dúvidas!

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    Conheça 6 benefícios da mesa hospitalar para refeição

    A mesa hospitalar é o equipamento ideal para refeições em hospitais e clínicas de repouso. Isso por si só é motivo para que a gestão de instituições de saúde redobre a atenção quanto à escolha do equipamento, já que a alimentação pode contribuir para a recuperação e a melhor qualidade de vida dos pacientes.

    Apesar disso, muitos sentem uma dificuldade especial de se alimentar em hospitais, seja pela condição de saúde em que se encontram ou pela associação do senso comum de que comida de hospital é desagradável. Independentemente da razão, oferecer o máximo de conforto durante esse momento é indispensável para estimular o apetite, facilitar o deslocamento e muito mais.

    Então, sentiu curiosidade e quer entender mais sobre as características da mesa hospitalar, seus benefícios e quais critérios utilizar na escolha? Continue a leitura e fique por dentro do assunto!

    O que é mesa hospitalar?

    Conforme mencionado, a mesa hospitalar é um item indispensável para oferecer uma refeição mais confortável aos pacientes de hospitais e clínicas médicas, permitindo que o paciente se sente na cama enquanto faz a refeição de forma tranquila, independente e segura — o que é especialmente útil para quem está em recuperação médica.

    Como funciona a mesa hospitalar?

    A mesa hospitalar pode ter seu material feito de plástico pulverizado em aço de alta qualidade, ser 100% de plástico, entre outros materiais. O fato é que esse objeto costuma ficar próximo ao leito do paciente e dispor de rodas para facilitar o seu deslocamento.

    Considerando o quadro de saúde dos pacientes, a parte superior da mesa hospitalar normalmente conta com uma tampa de madeira e revestimento liso, o que facilita a limpeza e a estabilidade durante a refeição, tornando o momento mais cômodo para as diversas condições do paciente.

    Quando é necessário utilizar uma mesa hospitalar?

    A mesa hospitalar é indispensável para que pacientes que passam mais tempo nos hospitais e clínicas médicas possam ter uma estadia mais confortável e digna enquanto recebem o tratamento adequado.

    Considerar isso ganha ainda mais relevância nos tempos atuais, em que muitos podem negligenciar o atendimento médico por pensar na falta de conforto, na humanização e na funcionalidade que pode existir nesses espaços, tornando a estadia frustrante. Assim, é preciso que as instituições provem o contrário e coloquem as necessidades dos pacientes no centro de todo o processo de decisão.

    Quais os benefícios de utilizar uma mesa hospitalar para refeição?

    Diante do que foi mencionado, é inegável o quanto uma mesa hospitalar pode ajudar a preencher os requisitos desejados e citados. Entenda mais sobre a importância desse objeto a seguir.

    1. Conforto

    É natural que os pacientes em hospitais e clínicas por si só já passem por situações desconfortáveis, seja por dores físicas ou o medo e ansiedade, por exemplo, que afetam a mente. Então, é importante que instituições de saúde priorizem o conforto da maneira que puderem, como na mesa hospitalar.

    2. Qualidade

    É natural que a mesa hospitalar seja utilizada por inúmeros pacientes e profissionais da saúde por vez. Assim, investir na mesa hospitalar de qualidade e com alta durabilidade é extremamente benéfico para que o item suporte limpeza constante e diferentes pesos.

    3. Facilidade de deslocamento

    Conforme mencionado, alguns modelos de mesa hospitalar contam com rodas que permitem o seu deslocamento fácil e cômodo para os pacientes, que podem ter certa autonomia no processo de alimentação, e para os profissionais de saúde, que normalmente cuidam de muitos enfermos dentro de um mesmo plantão.

    Quer dizer, existem mesas hospitalares com rodas silenciosas, fáceis de instalar, estáveis e firmes, fáceis de transferir, anti-enrolamento, com eixo de roda longa etc. Escolha a que mais se adapta às necessidades e ao interesse da sua instituição e aproveite os benefícios oferecidos.

    4. Segurança

    Você consegue imaginar as consequências para o paciente se as refeições caírem em cima da cama durante a alimentação, por não estarem em uma superfície firme, como a mesa hospitalar? Além do desperdício de alimentos, a situação poderia causar desconforto para o paciente e, em casos mais graves, ocasionar queimaduras e piorar o quadro dos enfermos.

    E ainda, a situação descrita certamente levaria a prejuízos na reputação da instituição, que teria sua imagem associada com o descaso da segurança dos pacientes no momento da refeição. Para evitar problemas como o mencionado, a mesa hospitalar é a melhor escolha.

    5. Liberdade

    Nem todos os pacientes se sentem confortáveis de receber a refeição dos enfermeiros ou até mesmo dos acompanhantes, preferindo ter autonomia durante esse momento. Com a mesa hospitalar, que oferece estabilidade e segurança na refeição, é possível ter liberdade e independência com mais facilidade.

    Afinal, muito mais do que uma exigência dos pacientes, lembre-se de que oferecer autonomia também faz parte do processo de recuperação e tratamento, já que, em muitos casos, é necessário recuperar certos movimentos aos poucos.

    6. Apoio para os objetos

    É fundamental ter uma superfície plana para apoiar os alimentos de forma cômoda para o paciente durante a refeição e que também facilite a manutenção e a limpeza, já que ambientes hospitalares são mais suscetíveis ao aparecimento de bactérias, germes e demais doenças. Nesse sentido, a mesa hospitalar, de forma geral, conta com as características que facilitam esse processo.

    O que considerar na hora de escolher a mesa hospitalar?

    Diante da relevância da mesa hospitalar, é preciso fazer uma escolha precisa para evitar frustrações. Para isso, leve em consideração os seguintes aspectos:

    • verifique os diferentes modelos disponíveis no mercado;
    • priorize o conforto dos pacientes e profissionais de saúde;
    • analise a qualidade e a durabilidade do material;
    • pense na segurança durante a sua utilização;
    • verifique a capacidade de ajustes com facilidade;
    • priorize superfícies de fácil manutenção e limpeza.

    Os critérios acima são fundamentais para que sua instituição de saúde faça a melhor escolha da mesa hospitalar e possa aproveitar os benefícios destacados. Assim, os pacientes e profissionais da saúde se sentem muito mais valorizados.

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    Saiba como implementar um equipamento de ressonância magnética no hospital

    As clínicas que possuem ou precisam configurar equipamentos de ressonância magnética (RM) sabem que são aparelhos sofisticados, grandes e que demandam cuidados especiais para que continuem eficientes na realização de exames. Da mesma forma, a busca por um equipamento de RM deve atender a alguns critérios importantes.

    Neste post, você vai encontrar o que considerar nessa pesquisa. Também reunimos a importância dos equipamentos de ressonância magnética e como funcionam os principais cuidados para sua implementação. Acompanhe!

    Qual é a importância da ressonância magnética no hospital?

    É por meio do aparelho de ressonância magnética que é possível visualizar as menores alterações no organismo de um paciente. O exame de diagnóstico por imagem é capaz de criar imagens de alta definição dos órgãos internos usando um campo magnético.

    A ressonância magnética não usa a radiação ionizante. Contudo, quando o aparelho tem um campo magnético potente, é importante tomar cuidado para os pacientes não utilizarem elementos metálicos no exame, como joias.

    Diferentemente de uma tomografia, que usa contraste iodado, o exame da ressonância magnética faz a aplicação do gadolíneo, que gera menos reações alérgicas aos pacientes, além de baixo risco de comprometimento da função renal.

    Como implementar o equipamento de ressonância magnética?

    A implantação da ressonância magnética pode ser um momento difícil quando não há um planejamento por parte da gestão hospitalar. A seguir, vamos explicar algumas etapas que não podem falta na implementação do equipamento de ressonância magnética.

    Tenha a definição da planta do local de implementação

    O local de implementação do equipamento deve ser bem planejado. Observe, por exemplo, a distâncias mínimas entre o corpo da máquina até locais com massas metálicas em movimento, como os elevadores, a garagem e a passagem de automóveis.

    Alinhe o posicionamento da sala de comandos

    Para a implantação de uma ressonância magnética, a sala de comandos deve ter um posicionamento adequado em relação ao eixo do equipamento. É importante que o operador da máquina tenha uma visão abrangente do paciente dentro do túnel.

    Planeje a rota de acesso

    A ressonância magnética, além de ocupar espaço, é um dos equipamentos hospitalares mais pesados. Seu peso gira em torno de 6.000kg e o aparelho conta com dimensões avantajadas, o que dificulta a sua passagem pelas portas. Por conta dessas características, é indispensável que seja planejada a rota de entrada do equipamento com muita antecedência.

    O que considerar no momento de escolher o equipamento?

    O momento de escolher a ressonância magnética é decisivo para o futuro de um hospital, principalmente no que diz respeito às suas finanças. Estamos falando de um investimento de milhões de reais, o que não abre espaço para qualquer erro ou equívoco por parte dos responsáveis pela escolha do equipamento.

    Para tomar a decisão certa, alguns critérios precisam ser considerados. Confira a seguir!

    Potência da ressonância magnética

    A potência do campo magnético determina a qualidade das imagens da ressonância e o tempo para a realização de exames. As opções mais comuns no mercado vão de potências abaixo de 1 Tesla até 3 Tesla.

    Veja, logo abaixo, quais são as características de uma:

    • Abaixo de 1 Tesla: equipamento de campo aberto e muito pouco usado hoje em dia devido à baixa qualidade das imagens. É usado principalmente para diagnósticos em extremidades corporais.
    • 1 Tesla: aparelho de ressonância magnética fabricado até o início dos anos 2000. As opções de 1 Tesla contam com menos funcionalidades e baixa qualidade de exame, o que pode comprometer a realização de diagnósticos.
    • 1,5 Tesla: esses são os equipamentos mais usados por clínicas de radiologia. São bastante indicados por conta do custo benefício e da qualidade para a realização dos exames de rotina em hospitais e clínicas (com exceção da neurorradiologia).
    • 3 Tesla: é o modelo mais potente para a ressonância magnética. É recomendado para a realização de investigações neurológicas e musculoesqueléticas por conta da elevada qualidade.

    A potência de um aparelho pode garantir a realização de tipos de exame, mas acabar impedindo o atendimento a determinados tipos de paciente.

    Bobinas de gradiente

    As bobinas são um dos principais critérios para avaliar a escolha do aparelho de ressonância magnética. Trata-se de imãs pequenos (bobinas eletromagnéticas) que permitem a localização espacial do sinal de RM nos eixos ortogonais X, Y e Z.

    Essa localização é avaliada a partir duas métricas. Com a amplitude, é feita a medição da distância do campo magnético em uma direção. Com a velocidade de inclinação, é possível avaliar o tempo para que o sistema saia do zero e consiga atingir o pico de amplitude.

    Quando o equipamento de ressonância magnética conta com alta potência em amplitude e velocidade de inclinação, ele tem um desempenho acima da média. Porém, também há uma diferença significativa no preço.

    Campo de magnetismo

    Aparelhos de campo fechado são os mais usados no mercado. Eles costumam utilizar de 1 a 3 Tesla de potência e contam com uma abertura de 60 a 70 cm para a realização do exame.

    Por outro lado, os equipamentos de ressonância de campo aberto não precisam que os pacientes entrem na máquina para o exame. O aparelho é aberto dos três lados e tem um imã permanente com potência de 0,35 Tesla.

    A ressonância de campo aberto costuma ser indicada para os pacientes claustrofóbicos, com obesidade avançada e outros casos que exigem esse tipo de equipamento.

    Relação sinal-ruído

    A relação sinal-ruído tem um impacto direto na qualidade da imagem gerada na ressonância magnética. Quando o equipamento possui uma relação sinal-ruído baixa, o contraste entre diferentes tecidos é obscurecido por ruídos exteriores. Já uma relação elevada gera imagens com uma melhor resolução espacial e imagens mais rápidas.

    Sistema de radiofrequência

    O sistema de radiofrequência determina quantos canais independentes podem receber sinais das bobinas. Quanto mais canais, maior é a relação sinal-ruído do equipamento de ressonância magnética, o que viabiliza técnicas de aquisição paralela no aparelho.

    Chegamos ao final do post. Esperamos que essas dicas ajudem você que está pesquisando equipamentos de ressonância magnética. Vale ressaltar que essas máquinas devem passar por calibrações periódicas para manter o campo magnético o mais homogêneo possível.

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    Cirurgia robótica: entenda como funciona e quais as suas vantagens

    Se a cirurgia robótica antigamente parecia apenas assunto de filme futurístico, atualmente a prática se expande cada vez mais pelo Brasil e se desloca para outras capitais além do eixo Rio-São Paulo. As razões para isso não são poucas: o procedimento pode ser mais seguro e preciso, além de ser menos invasivo.

    Essa modalidade de cirurgia conta com braços robóticos no lugar dos instrumentos cirúrgicos, que são manuseados pelo médico por meio de um console. Além disso, os robôs também oferecem o auxílio de uma câmera 3D, que otimiza a visualização do procedimento e aumenta a segurança. A maior parte da cirurgia robótica envolve urologia, cirurgia geral e ginecologia.

    Considerando que se trata de um procedimento ainda em expansão, preparamos este post com informações essenciais para o maior entendimento sobre a cirurgia robótica. Continue a leitura e entenda!

    O que é a cirurgia robótica?

    Conforme dito anteriormente e como o próprio nome sugere, esse tipo de cirurgia conta com a intervenção de robôs, que atuam como instrumentos cirúrgicos. Porém, diferentemente do que o senso comum pode imaginar, os robôs não agem sozinhos e necessitam da experiência e técnica precisa dos médicos para potencializar os benefícios da tecnologia, como a flexibilidade — superior à humana —, visão 3D e HD da cirurgia.

    Nesse sentido, o abdômen ou o tórax do paciente, por exemplo, servem como portais de entrada para conexão do braço robótico, que é controlado por um cirurgião experiente sentado no console, que utiliza pedais e joysticks para o manuseio dos robôs. Juntamente com ele, deve existir um cirurgião auxiliar bem treinado e responsável pela retirada de agulhas e pelo auxílio com aspiração, entre outras funções.

    Diferenças entre a cirurgia robótica e a laparoscopia

    É comum que as pessoas relacionem esses dois procedimentos cirúrgicos. Porém, enquanto a laparoscopia se conecta por meio de uma fibra óptica de alta intensidade e uma câmera de vídeo de alta resolução, para que os médicos operem com detalhes e alta precisão, a robótica inclui robôs na condução dos instrumentos e uma câmera 3D para melhor visualização.

    Quais são as vantagens da cirurgia robótica?

    Diferentemente dos métodos tradicionais, a cirurgia robótica pode reduzir o tempo de hospitalização e recuperação dos pacientes, além de diminuir dores e riscos de infecção, já que se trata de um procedimento menos invasivo e com maior precisão na operação. A seguir, entenda mais as vantagens.

    Melhor ergonomia para os profissionais

    Mesmo que os médicos e demais profissionais da saúde que realizam procedimentos cirúrgicos estejam preparados para passar hora em pé operando o paciente e/ou auxiliando na operação, não se pode negar que quando os profissionais trabalham sentados, como na cirurgia robótica, existe um maior conforto e ergonomia.

    Dessa maneira, o cansaço é reduzido, o que contribui para movimentos médicos mais precisos e eficientes em cirurgias longas, além de favorecer a qualidade de vida dos envolvidos no procedimento, fator considerado essencial para 64% dos entrevistados em uma pesquisa da Catho.

    Maior precisão milimétrica

    Devido à câmera 3D utilizada nesse procedimento, as imagens da cirurgia são vistas em alta definição e ampliadas em até 15 vezes, o que colabora para uma maior precisão durante a operação. Além disso, o auxílio dos robôs manuseados pelos médicos também filtram os tremores nas mãos do cirurgião, que podem surgir eventualmente, especialmente em casos de ansiedade e estresse.

    Por razões como essas, as chances de falhas na cirurgia são menores, inclusive por parte da atuação dos robôs, que têm chances mínimas de falhas. Ainda assim, caso sua equipe médica precise lidar com alguma eventual falha, na maior parte dos casos é possível recuperar a atuação rapidamente. Se isso não ocorrer, o cirurgião pode terminar o procedimento usando a técnica da laparoscopia.

    A maior precisão milimétrica é vantajosa especialmente em cirurgias de difícil acesso, como ao diafragma, à saída do esôfago e às regiões da pelve.

    Diminuição da perda de sangue

    Na cirurgia robótica, são feitos entre 3 a 5 cortes com aproximadamente 0,5cm. Além do mais, para a realização dos cortes, é necessário inserir uma câmera fina, que possibilita a visualização das imagens em 3D, e delicadas pinças cirúrgicas. Tudo isso diminui a perda de sangue do paciente, especialmente se comparada à cirurgia aberta e à laparoscopia.

    Estas exigem inúmeros cortes e de vários centímetros na área a ser operada, diferentemente das cirurgias robóticas, que são menos invasivas. Além de reduzirem a perda de sangue pelo paciente, elas minimizam os riscos de trauma cirúrgico e promovem benefícios pós-operatórios, como uma recuperação mais rápida do procedimento.

    Maior segurança para pacientes e profissionais

    É importante reforçar que a cirurgia robótica não é realizada de forma isolada. Profissionais experientes são responsáveis pelo manuseio. Em casos de falhas do robô, mesmo que sejam raras, eles têm a capacidade e a expertise para assumir o lugar. Esses fatores aumentam a segurança no procedimento realizado.

    Juntamente com isso, existem mecanismos que oferecem uma segurança extra, contendo imprevistos que eventualmente podem ocorrer com os médicos. Nesses casos, os robôs travam as máquinas instantaneamente para maior segurança do paciente e dos profissionais envolvidos.

    Procedimento menos invasivo

    Há cerca de 20 anos, abriu-se caminho para o procedimento cirúrgico menos invasivo a partir do Sistema de Cirurgia Da Vinci, com fibra óptica e vídeo, na intenção de realizar cirurgias menos traumáticas. Assim, ela foi considerada o primeiro caso de sistema cirúrgico robótico aprovado pela FDA.

    Atualmente, esse tipo de procedimento cirúrgico menos invasivo só evoluiu, com o desenvolvimento de técnicas, ferramentas e materiais que visam uma maior segurança aos envolvidos e um melhor efeito terapêutico, até para que a recuperação do paciente ocorra com mais rapidez, já que a robótica expande a capacidade do cirurgião.

    Como ficou nítido, a cirurgia robótica oferece benefícios inegáveis para a sociedade, inclusive no processo de recuperação do paciente. Afinal, como o procedimento ocorre com menos riscos de infecção e qualquer outra eventualidade, além de ser menos invasivo, o pós-operatório tende a ser mais rápido e tranquilo do que em cirurgias convencionais.

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