O surgimento da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) representou uma grande evolução no atendimento hospitalar. Hoje, esse é um setor bastante tecnológico, direcionado à oferta do suporte avançado de vida (SAV) para pessoas de todas as faixas etárias — do bebê prematuro ao idoso.
Mas, para que isso seja possível, é fundamental contar com equipamentos de UTI de alta qualidade. Só assim o hospital consegue garantir o monitoramento constante dos pacientes e realizar diversas intervenções, inclusive de alta complexidade.
Pensando nisso, falaremos neste post sobre a importância de um bom planejamento para equipar a UTI de forma adequada. Ficou interessado? Então, continue lendo e confira também os 5 principais equipamentos dessa unidade e como adquiri-los!
Sabemos que a UTI é o local que deve estar sempre preparado para receber pacientes críticos. Por isso, no momento de planejá-lo, é fundamental incluir todos os equipamentos essenciais — e que eles sejam de fabricantes de referência.
O objetivo aqui é contar com equipamentos que possam dar suporte à vida do paciente, minimizando, ao máximo, os riscos envolvidos. E isso exige uma atenção especial com as inovações tecnológicas voltadas para essa área. Assim, o hospital garante um monitoramento mais preciso dos pacientes e bons resultados nos seus tratamentos, além de otimizar o trabalho de médicos e outros profissionais de saúde.
O gestor também deve definir o número de leitos, bem como o perfil dessa ala de cuidados, como adulta, pediátrica ou especializada. Lembre-se ainda de obedecer à RDC nº 7, de 2010 — da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) — que trata dos requisitos mínimos para um hospital ter uma UTI em funcionamento.
É preciso bastante critério na hora de equipar uma Unidade de Terapia Intensiva, para escolher as tecnologias corretas. Vejamos, então, quais equipamentos não podem faltar nesse setor!
Como o nome indica, o eletrocardiógrafo (ECG) é um aparelho que realiza uma avaliação cardiológica. A partir da atividade elétrica do coração, ele identifica os seus batimentos, o que permite o diagnóstico de uma série de problemas, como:
É importante contar com tecnologias que ofereçam, além de uma análise confiável, telas de alta resolução e praticidade no transporte do equipamento.
O ventilador pulmonar é um dos principais equipamentos de UTI, visto que a sua função é garantir uma ventilação artificial e promover suporte ventilatório temporário a pacientes que não conseguem respirar normalmente.
A dica para adquirir esse produto é contar sempre com as marcas de referência no mercado. Desse modo, além de garantir a sua qualidade, fica fácil configurá-lo e operá-lo. É importante também escolher um aparelho que atenda pacientes tanto adultos quanto pediátricos.
Por meio de um contato com o dedo, pulso ou lóbulo da orelha, o oxímetro mede a quantidade de oxigênio presente no sangue de um paciente. Para isso, ele se baseia na frequência cardíaca e na própria concentração de oxigênio nas artérias, com a ajuda de um sensor luminoso.
Ainda é possível usá-lo para medir outros sinais vitais, como frequência respiratória e cardíaca — por isso a sua importância. O ideal, então, é escolher um oxímetro portátil, que suporte medições rápidas e precisas, tenha uma exibição clara e seja fácil de operar. E aqui, também, é importante que o aparelho seja adequado para pacientes adultos, pediátricos e neonatais.
O monitor multiparamétrico faz a leitura dos sinais vitais do paciente, mostrando a sua condição atual de saúde. Ele aponta o ritmo dos batimento cardíacos, além de fazer o controle da queda de saturação do oxigênio e de alterações na pressão arterial.
É mais recomendado é que o gestor hospitalar escolha um modelo com baixo gasto de energia, ou seja, com uma boa vida útil de bateria e que seja silencioso. Também facilita a rotina hospitalar ter um monitor com tela sensível ao toque e ampla capacidade de armazenamento de dados.
O desfibrilador faz um disparo de uma carga elétrica sobre o coração do paciente que está com arritmia cardíaca ou em parada cardiorrespiratória. É, portanto, um equipamento indispensável para salvar vidas no hospital.
Nesse caso, escolha um aparelho com design compacto e ergonômico, que tenha uma exibição nítida e que trabalhe com diferentes modos de operação (desfibrilação manual, AED, marca-passo e monitoramento). Escolher uma marca que ofereça uma boa capacidade de armazenamento de dados também é um diferencial aqui.
Como dissemos, contar com bons fornecedores é fundamental nessa hora. Equipamentos de UTI exigem um alto investimento, então, é importante você saber que estará adquirindo um aparelho de qualidade, com tecnologia de ponta e poucos riscos de falhas — o que seria capaz de comprometer a vida do paciente e atrapalhar toda a rotina hospitalar.
Escolha empresas com experiência no mercado, que já trabalhem com grandes marcas e acompanhem de perto as tendências dessa área. A Medicalway é um ótimo exemplo disso, pois fornece uma assessoria completa, orientando o gestor a adquirir os equipamentos mais adequados para o seu caso.
Outra dica é optar sempre por aparelhos que tenham uma boa relação custo-benefício, o que envolve verificar se há a possibilidade de financiamento e certificar-se de que o fornecedor cumpre os seus prazos de entrega. Pesquise também como funciona o pós-venda, ou seja, qual é o suporte disponibilizado caso o aparelho apresentar alguma falha técnica ou os profissionais tenham alguma dúvida sobre o seu funcionamento.
Enfim, conhecer os principais equipamentos de UTI é mesmo essencial para oferecer um serviço hospitalar completo, seguro e de qualidade aos pacientes críticos. A precaução-chave é saber escolher fornecedores de credibilidade nesse ramo, a fim de adquirir as melhores tecnologias e garantir todo o suporte necessário. Pense nisso!
E agora, se gostou desta leitura, que tal conhecer os equipamentos e acessórios da Medicalway voltados para as unidades de terapia intensiva? Fique por dentro da nossa linha completa de produtos para esse setor!
A mesa hospitalar é o equipamento ideal para refeições em hospitais e clínicas de repouso. Isso por si só é motivo para que a gestão de instituições de saúde redobre a atenção quanto à escolha do equipamento, já que a alimentação pode contribuir para a recuperação e a melhor qualidade de vida dos pacientes.
Apesar disso, muitos sentem uma dificuldade especial de se alimentar em hospitais, seja pela condição de saúde em que se encontram ou pela associação do senso comum de que comida de hospital é desagradável. Independentemente da razão, oferecer o máximo de conforto durante esse momento é indispensável para estimular o apetite, facilitar o deslocamento e muito mais.
Então, sentiu curiosidade e quer entender mais sobre as características da mesa hospitalar, seus benefícios e quais critérios utilizar na escolha? Continue a leitura e fique por dentro do assunto!
Conforme mencionado, a mesa hospitalar é um item indispensável para oferecer uma refeição mais confortável aos pacientes de hospitais e clínicas médicas, permitindo que o paciente se sente na cama enquanto faz a refeição de forma tranquila, independente e segura — o que é especialmente útil para quem está em recuperação médica.
A mesa hospitalar pode ter seu material feito de plástico pulverizado em aço de alta qualidade, ser 100% de plástico, entre outros materiais. O fato é que esse objeto costuma ficar próximo ao leito do paciente e dispor de rodas para facilitar o seu deslocamento.
Considerando o quadro de saúde dos pacientes, a parte superior da mesa hospitalar normalmente conta com uma tampa de madeira e revestimento liso, o que facilita a limpeza e a estabilidade durante a refeição, tornando o momento mais cômodo para as diversas condições do paciente.
A mesa hospitalar é indispensável para que pacientes que passam mais tempo nos hospitais e clínicas médicas possam ter uma estadia mais confortável e digna enquanto recebem o tratamento adequado.
Considerar isso ganha ainda mais relevância nos tempos atuais, em que muitos podem negligenciar o atendimento médico por pensar na falta de conforto, na humanização e na funcionalidade que pode existir nesses espaços, tornando a estadia frustrante. Assim, é preciso que as instituições provem o contrário e coloquem as necessidades dos pacientes no centro de todo o processo de decisão.
Diante do que foi mencionado, é inegável o quanto uma mesa hospitalar pode ajudar a preencher os requisitos desejados e citados. Entenda mais sobre a importância desse objeto a seguir.
É natural que os pacientes em hospitais e clínicas por si só já passem por situações desconfortáveis, seja por dores físicas ou o medo e ansiedade, por exemplo, que afetam a mente. Então, é importante que instituições de saúde priorizem o conforto da maneira que puderem, como na mesa hospitalar.
É natural que a mesa hospitalar seja utilizada por inúmeros pacientes e profissionais da saúde por vez. Assim, investir na mesa hospitalar de qualidade e com alta durabilidade é extremamente benéfico para que o item suporte limpeza constante e diferentes pesos.
Conforme mencionado, alguns modelos de mesa hospitalar contam com rodas que permitem o seu deslocamento fácil e cômodo para os pacientes, que podem ter certa autonomia no processo de alimentação, e para os profissionais de saúde, que normalmente cuidam de muitos enfermos dentro de um mesmo plantão.
Quer dizer, existem mesas hospitalares com rodas silenciosas, fáceis de instalar, estáveis e firmes, fáceis de transferir, anti-enrolamento, com eixo de roda longa etc. Escolha a que mais se adapta às necessidades e ao interesse da sua instituição e aproveite os benefícios oferecidos.
Você consegue imaginar as consequências para o paciente se as refeições caírem em cima da cama durante a alimentação, por não estarem em uma superfície firme, como a mesa hospitalar? Além do desperdício de alimentos, a situação poderia causar desconforto para o paciente e, em casos mais graves, ocasionar queimaduras e piorar o quadro dos enfermos.
E ainda, a situação descrita certamente levaria a prejuízos na reputação da instituição, que teria sua imagem associada com o descaso da segurança dos pacientes no momento da refeição. Para evitar problemas como o mencionado, a mesa hospitalar é a melhor escolha.
Nem todos os pacientes se sentem confortáveis de receber a refeição dos enfermeiros ou até mesmo dos acompanhantes, preferindo ter autonomia durante esse momento. Com a mesa hospitalar, que oferece estabilidade e segurança na refeição, é possível ter liberdade e independência com mais facilidade.
Afinal, muito mais do que uma exigência dos pacientes, lembre-se de que oferecer autonomia também faz parte do processo de recuperação e tratamento, já que, em muitos casos, é necessário recuperar certos movimentos aos poucos.
É fundamental ter uma superfície plana para apoiar os alimentos de forma cômoda para o paciente durante a refeição e que também facilite a manutenção e a limpeza, já que ambientes hospitalares são mais suscetíveis ao aparecimento de bactérias, germes e demais doenças. Nesse sentido, a mesa hospitalar, de forma geral, conta com as características que facilitam esse processo.
Diante da relevância da mesa hospitalar, é preciso fazer uma escolha precisa para evitar frustrações. Para isso, leve em consideração os seguintes aspectos:
Os critérios acima são fundamentais para que sua instituição de saúde faça a melhor escolha da mesa hospitalar e possa aproveitar os benefícios destacados. Assim, os pacientes e profissionais da saúde se sentem muito mais valorizados.
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As clínicas que possuem ou precisam configurar equipamentos de ressonância magnética (RM) sabem que são aparelhos sofisticados, grandes e que demandam cuidados especiais para que continuem eficientes na realização de exames. Da mesma forma, a busca por um equipamento de RM deve atender a alguns critérios importantes.
Neste post, você vai encontrar o que considerar nessa pesquisa. Também reunimos a importância dos equipamentos de ressonância magnética e como funcionam os principais cuidados para sua implementação. Acompanhe!
É por meio do aparelho de ressonância magnética que é possível visualizar as menores alterações no organismo de um paciente. O exame de diagnóstico por imagem é capaz de criar imagens de alta definição dos órgãos internos usando um campo magnético.
A ressonância magnética não usa a radiação ionizante. Contudo, quando o aparelho tem um campo magnético potente, é importante tomar cuidado para os pacientes não utilizarem elementos metálicos no exame, como joias.
Diferentemente de uma tomografia, que usa contraste iodado, o exame da ressonância magnética faz a aplicação do gadolíneo, que gera menos reações alérgicas aos pacientes, além de baixo risco de comprometimento da função renal.
A implantação da ressonância magnética pode ser um momento difícil quando não há um planejamento por parte da gestão hospitalar. A seguir, vamos explicar algumas etapas que não podem falta na implementação do equipamento de ressonância magnética.
O local de implementação do equipamento deve ser bem planejado. Observe, por exemplo, a distâncias mínimas entre o corpo da máquina até locais com massas metálicas em movimento, como os elevadores, a garagem e a passagem de automóveis.
Para a implantação de uma ressonância magnética, a sala de comandos deve ter um posicionamento adequado em relação ao eixo do equipamento. É importante que o operador da máquina tenha uma visão abrangente do paciente dentro do túnel.
A ressonância magnética, além de ocupar espaço, é um dos equipamentos hospitalares mais pesados. Seu peso gira em torno de 6.000kg e o aparelho conta com dimensões avantajadas, o que dificulta a sua passagem pelas portas. Por conta dessas características, é indispensável que seja planejada a rota de entrada do equipamento com muita antecedência.
O momento de escolher a ressonância magnética é decisivo para o futuro de um hospital, principalmente no que diz respeito às suas finanças. Estamos falando de um investimento de milhões de reais, o que não abre espaço para qualquer erro ou equívoco por parte dos responsáveis pela escolha do equipamento.
Para tomar a decisão certa, alguns critérios precisam ser considerados. Confira a seguir!
A potência do campo magnético determina a qualidade das imagens da ressonância e o tempo para a realização de exames. As opções mais comuns no mercado vão de potências abaixo de 1 Tesla até 3 Tesla.
Veja, logo abaixo, quais são as características de uma:
A potência de um aparelho pode garantir a realização de tipos de exame, mas acabar impedindo o atendimento a determinados tipos de paciente.
As bobinas são um dos principais critérios para avaliar a escolha do aparelho de ressonância magnética. Trata-se de imãs pequenos (bobinas eletromagnéticas) que permitem a localização espacial do sinal de RM nos eixos ortogonais X, Y e Z.
Essa localização é avaliada a partir duas métricas. Com a amplitude, é feita a medição da distância do campo magnético em uma direção. Com a velocidade de inclinação, é possível avaliar o tempo para que o sistema saia do zero e consiga atingir o pico de amplitude.
Quando o equipamento de ressonância magnética conta com alta potência em amplitude e velocidade de inclinação, ele tem um desempenho acima da média. Porém, também há uma diferença significativa no preço.
Aparelhos de campo fechado são os mais usados no mercado. Eles costumam utilizar de 1 a 3 Tesla de potência e contam com uma abertura de 60 a 70 cm para a realização do exame.
Por outro lado, os equipamentos de ressonância de campo aberto não precisam que os pacientes entrem na máquina para o exame. O aparelho é aberto dos três lados e tem um imã permanente com potência de 0,35 Tesla.
A ressonância de campo aberto costuma ser indicada para os pacientes claustrofóbicos, com obesidade avançada e outros casos que exigem esse tipo de equipamento.
A relação sinal-ruído tem um impacto direto na qualidade da imagem gerada na ressonância magnética. Quando o equipamento possui uma relação sinal-ruído baixa, o contraste entre diferentes tecidos é obscurecido por ruídos exteriores. Já uma relação elevada gera imagens com uma melhor resolução espacial e imagens mais rápidas.
O sistema de radiofrequência determina quantos canais independentes podem receber sinais das bobinas. Quanto mais canais, maior é a relação sinal-ruído do equipamento de ressonância magnética, o que viabiliza técnicas de aquisição paralela no aparelho.
Chegamos ao final do post. Esperamos que essas dicas ajudem você que está pesquisando equipamentos de ressonância magnética. Vale ressaltar que essas máquinas devem passar por calibrações periódicas para manter o campo magnético o mais homogêneo possível.
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Se a cirurgia robótica antigamente parecia apenas assunto de filme futurístico, atualmente a prática se expande cada vez mais pelo Brasil e se desloca para outras capitais além do eixo Rio-São Paulo. As razões para isso não são poucas: o procedimento pode ser mais seguro e preciso, além de ser menos invasivo.
Essa modalidade de cirurgia conta com braços robóticos no lugar dos instrumentos cirúrgicos, que são manuseados pelo médico por meio de um console. Além disso, os robôs também oferecem o auxílio de uma câmera 3D, que otimiza a visualização do procedimento e aumenta a segurança. A maior parte da cirurgia robótica envolve urologia, cirurgia geral e ginecologia.
Considerando que se trata de um procedimento ainda em expansão, preparamos este post com informações essenciais para o maior entendimento sobre a cirurgia robótica. Continue a leitura e entenda!
Conforme dito anteriormente e como o próprio nome sugere, esse tipo de cirurgia conta com a intervenção de robôs, que atuam como instrumentos cirúrgicos. Porém, diferentemente do que o senso comum pode imaginar, os robôs não agem sozinhos e necessitam da experiência e técnica precisa dos médicos para potencializar os benefícios da tecnologia, como a flexibilidade — superior à humana —, visão 3D e HD da cirurgia.
Nesse sentido, o abdômen ou o tórax do paciente, por exemplo, servem como portais de entrada para conexão do braço robótico, que é controlado por um cirurgião experiente sentado no console, que utiliza pedais e joysticks para o manuseio dos robôs. Juntamente com ele, deve existir um cirurgião auxiliar bem treinado e responsável pela retirada de agulhas e pelo auxílio com aspiração, entre outras funções.
É comum que as pessoas relacionem esses dois procedimentos cirúrgicos. Porém, enquanto a laparoscopia se conecta por meio de uma fibra óptica de alta intensidade e uma câmera de vídeo de alta resolução, para que os médicos operem com detalhes e alta precisão, a robótica inclui robôs na condução dos instrumentos e uma câmera 3D para melhor visualização.
Diferentemente dos métodos tradicionais, a cirurgia robótica pode reduzir o tempo de hospitalização e recuperação dos pacientes, além de diminuir dores e riscos de infecção, já que se trata de um procedimento menos invasivo e com maior precisão na operação. A seguir, entenda mais as vantagens.
Mesmo que os médicos e demais profissionais da saúde que realizam procedimentos cirúrgicos estejam preparados para passar hora em pé operando o paciente e/ou auxiliando na operação, não se pode negar que quando os profissionais trabalham sentados, como na cirurgia robótica, existe um maior conforto e ergonomia.
Dessa maneira, o cansaço é reduzido, o que contribui para movimentos médicos mais precisos e eficientes em cirurgias longas, além de favorecer a qualidade de vida dos envolvidos no procedimento, fator considerado essencial para 64% dos entrevistados em uma pesquisa da Catho.
Devido à câmera 3D utilizada nesse procedimento, as imagens da cirurgia são vistas em alta definição e ampliadas em até 15 vezes, o que colabora para uma maior precisão durante a operação. Além disso, o auxílio dos robôs manuseados pelos médicos também filtram os tremores nas mãos do cirurgião, que podem surgir eventualmente, especialmente em casos de ansiedade e estresse.
Por razões como essas, as chances de falhas na cirurgia são menores, inclusive por parte da atuação dos robôs, que têm chances mínimas de falhas. Ainda assim, caso sua equipe médica precise lidar com alguma eventual falha, na maior parte dos casos é possível recuperar a atuação rapidamente. Se isso não ocorrer, o cirurgião pode terminar o procedimento usando a técnica da laparoscopia.
A maior precisão milimétrica é vantajosa especialmente em cirurgias de difícil acesso, como ao diafragma, à saída do esôfago e às regiões da pelve.
Na cirurgia robótica, são feitos entre 3 a 5 cortes com aproximadamente 0,5cm. Além do mais, para a realização dos cortes, é necessário inserir uma câmera fina, que possibilita a visualização das imagens em 3D, e delicadas pinças cirúrgicas. Tudo isso diminui a perda de sangue do paciente, especialmente se comparada à cirurgia aberta e à laparoscopia.
Estas exigem inúmeros cortes e de vários centímetros na área a ser operada, diferentemente das cirurgias robóticas, que são menos invasivas. Além de reduzirem a perda de sangue pelo paciente, elas minimizam os riscos de trauma cirúrgico e promovem benefícios pós-operatórios, como uma recuperação mais rápida do procedimento.
É importante reforçar que a cirurgia robótica não é realizada de forma isolada. Profissionais experientes são responsáveis pelo manuseio. Em casos de falhas do robô, mesmo que sejam raras, eles têm a capacidade e a expertise para assumir o lugar. Esses fatores aumentam a segurança no procedimento realizado.
Juntamente com isso, existem mecanismos que oferecem uma segurança extra, contendo imprevistos que eventualmente podem ocorrer com os médicos. Nesses casos, os robôs travam as máquinas instantaneamente para maior segurança do paciente e dos profissionais envolvidos.
Há cerca de 20 anos, abriu-se caminho para o procedimento cirúrgico menos invasivo a partir do Sistema de Cirurgia Da Vinci, com fibra óptica e vídeo, na intenção de realizar cirurgias menos traumáticas. Assim, ela foi considerada o primeiro caso de sistema cirúrgico robótico aprovado pela FDA.
Atualmente, esse tipo de procedimento cirúrgico menos invasivo só evoluiu, com o desenvolvimento de técnicas, ferramentas e materiais que visam uma maior segurança aos envolvidos e um melhor efeito terapêutico, até para que a recuperação do paciente ocorra com mais rapidez, já que a robótica expande a capacidade do cirurgião.
Como ficou nítido, a cirurgia robótica oferece benefícios inegáveis para a sociedade, inclusive no processo de recuperação do paciente. Afinal, como o procedimento ocorre com menos riscos de infecção e qualquer outra eventualidade, além de ser menos invasivo, o pós-operatório tende a ser mais rápido e tranquilo do que em cirurgias convencionais.
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