
No cenário da saúde, a escolha adequada de equipamentos médicos desempenha um papel fundamental na eficácia dos tratamentos e na qualidade dos serviços prestados. A busca por uma empresa confiável e comprometida se torna, portanto, essencial.
Nesse sentido, a Medicalway é uma empresa que se destaca pela qualidade dos serviços prestados aos hospitais e às clínicas médicas, proporcionando acesso a equipamentos de alta tecnologia e fabricados por importantes fornecedores mundiais do segmento da saúde.
Leia nosso artigo e entenda a importância de selecionar cuidadosamente a melhor empresa para adquirir equipamentos hospitalares em Curitiba e região. Além disso, veja por que a Medicalway é a escolha ideal. Acompanhe.
A aquisição de equipamentos médicos não é apenas uma transação comercial, é um investimento na qualidade da assistência prestada aos pacientes.
Opte por uma empresa que atenda aos seguintes requisitos:
Empresa confiável com garantia de qualidade dos equipamentos, fundamental para o tratamento adequado dos pacientes.
Empresas renomadas garantem que seus produtos atendam aos padrões globais de segurança e eficácia, proporcionando confiança aos usuários.
A escolha certa inclui suporte técnico, garantindo manutenção eficaz, treinamento adequado e resolução rápida de problemas.
Empresas éticas garantem transparência nas transações, construindo relacionamentos baseados na confiança e na integridade.
Escolher uma empresa adequada significa encontrar soluções personalizadas para as necessidades específicas da instituição, otimizando o desempenho operacional.
O primeiro passo para otimizar a gestão de equipamentos hospitalares é conhecer quais são indispensáveis em ambientes médicos. Saiba mais sobre eles a seguir!
Os desfibriladores são úteis para situações emergenciais e que envolvam risco de morte, como arritmia cardíaca e taquicardia. Assim, eles têm a função de normalizar o ritmo do coração por meio de choques de energia elétrica. Logo, é possível evitar o óbito do paciente.

O oxímetro é um equipamento comum em UTI, já que mensura a oxigenação do sangue. Dessa maneira, os profissionais de saúde conseguem monitorar essa taxa para identificar problemas, como falta de ar e dificuldade para respirar.
O oxímetro se tornou especialmente útil durante a pandemia de COVID-19 para ajudar na detecção de casos graves. Para isso, ele é colocado em um dos dedos das mãos. Assim, serão exibidas informações de oxigenação e frequência cardíaca.

O eletrocardiógrafo serve para acompanhar a atividade elétrica do coração, como o ritmo e o número de batimentos por minuto. Desse modo, é possível diagnosticar doenças cardiovasculares e acompanhar o desenvolvimento delas. É o caso da pressão alta, isquemia, entre outras.
Nesse sentido, o eletrocardiógrafo é indicado para quem já recebeu o diagnóstico de alguma doença cardiovascular ou apresenta suspeitas. Então, o aparelho investiga dores no peito, insuficiência cardíaca, doenças nas artérias coronárias, síncope e muitos outros sintomas.

Os monitores são essenciais para acompanhar em tempo real os sinais vitais dos pacientes, como frequência cardíaca e pressão arterial.
Além de fornecer informações importantes, esses dispositivos emitem alertas de emergência, possibilitam a personalização do tratamento, registram dados para análises posteriores e melhoram a eficiência dos cuidados de saúde.
São essenciais para a segurança e o monitoramento eficaz de pacientes em ambientes clínicos, como unidades de terapia intensiva.

A Medicalway se destaca como uma empresa comprometida a fornecer soluções inovadoras e eficientes no campo da saúde. Fundada com a missão de elevar os padrões da medicina por meio da oferta de equipamentos hospitalares em Curitiba de alta qualidade, a Medicalway tornou-se uma referência no setor.
Sempre atenta às tendências do mercado, a Medicalway preza a qualidade dos serviços prestados aos hospitais e às clínicas médicas, proporcionando acesso a equipamentos de alta tecnologia e fabricados por importantes fornecedores mundiais desse segmento.
O objetivo, que hoje já é realidade, é disponibilizar as melhores tecnologias, preços, financiamentos e condições acessíveis ao mercado, além de acompanhamento pós-venda e suporte técnico qualificado e ágil.
A Medicalway também está em fase final de implementação da certificação RDC da Anvisa, comprovando nosso alto padrão de qualidade e tornando-se um diferencial para os nossos clientes.
Na busca incessante pela excelência, a Medicalway se destaca não apenas pela oferta de equipamentos médicos, mas pelos detalhes que nos singularizam como uma escolha excepcional no mercado.
Esses detalhes refletem nossa dedicação à qualidade e evidenciam nosso compromisso contínuo com a inovação e a satisfação do cliente.
Nossa busca por tecnologia de ponta não é apenas uma estratégia, mas uma filosofia. Investimos incansavelmente em pesquisa e desenvolvimento para incorporar as novidades em nossos equipamentos.
Ao adotar tecnologias de última geração, fornecemos aos profissionais de saúde ferramentas que potencializam diagnósticos precisos, tratamentos eficazes e procedimentos menos invasivos.
A qualidade é um traço intrínseco de todos os produtos Medicalway. Nossos equipamentos são submetidos a testes rigorosos, garantindo que atendem e superam padrões internacionais de qualidade.
A busca incessante pela perfeição nos permite oferecer dispositivos confiáveis e duradouros, contribuindo para a eficácia e a segurança dos procedimentos médicos.
A inovação é o coração pulsante da Medicalway. Reconhecemos que as demandas na área da saúde evoluem rapidamente, e é por isso que nos comprometemos a uma inovação constante.
Ao estar à frente das tendências do setor, conseguimos antecipar as necessidades futuras e desenvolver soluções que não apenas atendam, mas também superem as expectativas dos nossos clientes.
A diversidade de necessidades no setor de saúde exige uma gama ampla de opções de equipamentos. A Medicalway compreende essa diversidade e oferece um extenso portfólio de produtos, desde dispositivos de diagnóstico até instrumentos terapêuticos, atendendo às exigências específicas de cada instituição médica.
A empresa disponibiliza um amplo catálogo de equipamentos hospitalares em Curitiba e região de última geração, atendendo às variadas necessidades das instituições de saúde, confira:
A qualidade dos produtos está diretamente ligada aos fornecedores escolhidos pela empresa. A Medicalway estabelece parcerias estratégicas com os melhores fornecedores globais, garantindo matérias-primas de alta qualidade e tecnologia de ponta em seus equipamentos. Somos uma das maiores representantes das empresas:
A escolha da empresa certa ao comprar equipamentos hospitalares é fundamental para garantir que as instituições de saúde ofereçam serviços de excelência aos seus pacientes.
A Medicalway destaca-se nesse cenário como fornecedora e como parceira comprometida com a inovação, a qualidade e a variedade.
Ao optar pela Medicalway, as instituições de saúde investem não apenas em equipamentos, mas em soluções que elevam os padrões da medicina moderna.
Se sua instituição de saúde busca equipamentos hospitalares de qualidade, entre em contato com a Medicalway.
Nossa equipe especializada está pronta para fornecer informações detalhadas sobre nossos serviços e ajudar você a encontrar as soluções ideais para suas necessidades.
Saiba como preparar o hospital para conseguir a certificação HIMSS. A certificação HIMSS é bastante valorizada na área da saúde, sendo direcionada para a elevação da qualidade e do fluxo de processos por meio da implementação de tecnologia. O certificado é referência para o alcance de um patamar de integração e informatização elevado, que desencadeia na maximização da efetividade dos procedimentos hospitalares.
Preparamos este conteúdo especial com várias informações sobre a certificação e sobre como consegui-la na sua instituição de saúde. Continue acompanhando e aprenda mais sobre o tema, saiba como preparar o hospital para conseguir a certificação HIMSS!
A Health Information and Management Systems Society (HIMSS), traduzido para Sociedade de Sistemas de Informação e Gerenciamento em Saúde, é uma entidade sem fins lucrativos que tem o objetivo de melhorar a prestação de serviços em saúde em termos de qualidade e segurança por meio da Tecnologia da Informação (TI).
A HIMSS estabelece vários níveis de certificação, em termos de densidade tecnológica da instituição e capacidade de interoperabilidade interna e externa. Veja mais sobre esses estágios a seguir!
A certificação HIMSS traz uma série de benefícios para o hospital. Para consegui-la, é preciso realizar diversas adaptações, que conferem mais agilidade e efetividade ao cotidiano da instituição.
Os custos são otimizados, pois a rotatividade é analisada em tempo real, permitindo manejos e intervenções rápidas em caso de imprevistos. Dessa forma, o tempo de estadia diminui e a instituição tem condições de atender a um público maior.
Há um conhecimento mais profundo do perfil dos pacientes, gerando intervenções e medidas mais precisas. Outra vantagem é a economia com papel e transações burocráticas, contribuindo para uma gestão mais inteligente dos recursos. Esses fatores contribuem para a credibilidade da instituição de saúde e para um fluxo de trabalho otimizado.
Para o hospital conseguir a certificação HIMSS, ele deve realizar alguns esforços e investimentos. Veja as dicas que reunimos sobre o assunto a seguir!
É necessário planejar bem o processo de certificação para evitar equívocos e colocações abaixo do esperado. Após a inscrição, há um questionário para extrair o provável estágio em que a empresa se encontra. Caso a instituição atinja o nível 6, ela passa por procedimentos para averiguação das estruturas tecnológicas exigidas, como uma videoconferência e vários questionários aprofundados. Se o hospital é classificado como provável 6 ou 7, há uma última etapa, em que os profissionais da HIMSS vão até o hospital para fazer a avaliação.
Assim, é visível que é um processo complexo e trabalhoso, sendo necessário um planejamento sólido e estruturado, para minimizar os equívocos e promover as adaptações adequadas. Isso contribui para a implementação das mudanças necessárias de forma coerente, evitando ruídos na comunicação e facilitando a inserção de modificações.
Uma das vantagens da certificação é que ela contribui para uma melhor canalização dos investimentos. A proposta é que o que era aplicado e perdido em papéis, burocracias e itens obsoletos seja redirecionado para tecnologias avançadas e otimizadas. Dessa forma, além de planejar bem, é preciso utilizar os recursos tecnológicos mais funcionais e ágeis, promovendo a digitalização dos processos e a minimização do uso de recursos manuais.
Os softwares médicos são excelentes ferramentas para integrar processos, facilitar a comunicação entre profissionais e promover agilidade e qualidade no gerenciamento. As informações entre setores circulam de forma facilitada, sendo que alterações em um módulo geram as modificações necessárias em todos os outros itens relacionados, contribuindo para otimizar o fluxo de trabalho e minimizar ruídos.
Os sistemas médicos também favorecem a gestão de informação do paciente, nivelando o acesso à informação entre profissionais nos prontuários eletrônicos, garantindo a segurança de dados e o acesso aos registros necessários aos profissionais habilitados. Há softwares avançados, baseados em inteligência artificial e Business Intelligence, que contribuem para análises de variáveis e tomadas de decisão.
Os sistemas informatizados são essenciais na integração de dados. A tecnologia contribui para a integração de processos, promove a facilidade no manejo de informação e auxilia nos estudos epidemiológicos para atividades de prevenção.
É importante conhecer bem os requisitos da certificação HIMSS para preparar o hospital adequadamente para a entrada no processo. São diversas exigências sobre o tema, sendo o Electronic Medical Record Adoption Model (ENRAM) um modelo de adoção do PEP desenvolvido pela entidade que é referência mundial em qualidade para as instituições de saúde. Consultar esse registro e conhecer bem todas as condições envolvidas no processo é essencial para ter melhores resultados na certificação.
Grande parte do procedimento de certificação é realizado por vias virtuais. Dessa forma, é imprescindível responder a todos os questionários relativos ao processo e seguir as etapas de forma coerente.
É fundamental minimizar o uso de papel na instituição para obter a certificação HIMSS. Destacamos que, para chegar aos patamares elite da certificação, é necessário ser totalmente digital (paperless). Há diversos recursos que permitem promover integração e facilitar a circulação da informação pelo hospital sem a necessidade de folhas.
A certificação HIMSS é um excelente avanço para o estabelecimento de saúde, contribuindo para a modernização, a integração e a credibilidade. A proposta do certificado é estimular o hospital a se digitalizar, em uma dinâmica paperless que é benéfica para o fluxo de trabalho e para a qualidade dos serviços de saúde prestados.
O objetivo de todo o processo é direcionar a tecnologia para a otimização do fluxo de trabalho, para que os colaboradores possam desempenhar suas funções com qualidade e com atendimento humanizado. Gostou de aprender sobre a certificação HIMSS? Aproveite e confira também o nosso post especial sobre o hospital digital!
Entenda a importância de acompanhar a taxa de ocupação hospitalar. A gestão hospitalar envolve diversos desafios, não é mesmo? O hospital é uma instituição com algumas especificidades, pois é uma empresa, mas tem como missão o cuidado, a assistência e o salvamento de vidas.
Nesse contexto, um processo de gerenciamento eficiente permite maximizar a capacidade de atenção da instituição e fornecer uma estrutura robusta para que os profissionais realizem suas funções em condições favoráveis. Assim, dentro desse contexto, a taxa de ocupação hospitalar é um dos indicadores que deve ser monitorado com regularidade.
Neste conteúdo especial que preparamos, vamos oferecer diversas informações sobre a taxa de ocupação e explicar por que ela é tão importante para a instituição de saúde. Ficou interessado? Continue acompanhando para aprender mais sobre o assunto!
A taxa de ocupação hospitalar é um indicador de gestão que disponibiliza informação sobre a capacidade de atendimento do hospital, ajudando a avaliar se há leitos em falta ou vazios e a saber sobre a usabilidade dos espaços. Com esse índice, é possível dimensionar o perfil de utilização, os intervalos de substituição e a média de permanência dos usuários no estabelecimento.
Destacamos que a taxa de ocupação hospitalar é calculada pelo percentual da quantidade de pacientes atendidos diariamente e o número de leitos disponíveis no hospital. É preciso lembrar que os leitos bloqueados são excluídos desse cálculo.
A taxa de ocupação hospitalar é um índice que fornece informações importantes para as avaliações e tomada de decisão. Vamos explicar a seguir quais são os principais motivos para o monitoramento dessa variável. Veja mais!
É muito importante que os gestores saibam da capacidade de atendimento que o hospital tem. O controle e monitoramento dessa informação auxilia na avaliação da possibilidade de entrada de novos pacientes e das movimentações de usuários entre os diversos setores do hospital, como enfermaria, UTI e salas de cirurgia. Dessa forma, é possível realizar as atividades e oferecer autorização com segurança, contribuindo para a qualidade do atendimento e acolhimento ao usuário.
A manutenção de leitos é um processo caro para o hospital, envolvendo custos com limpeza, desinfecção e manutenção. Nesse contexto, é importante contar com informações precisas e de qualidade, para garantir que os investimentos envolvidos sejam melhor aproveitados e reduzidos dentro dos limites possíveis. Quanto mais se souber sobre o recurso, melhor é a realização do gerenciamento.
A gestão hospitalar demanda a análise de diversos indicadores em conjunto. Ao comparar a taxa de ocupação de leitos com os índices de óbitos, infecções e tempo de internação, é possível avaliar se as internações estão muito prolongadas, se é necessário investir mais em desinfecção, capacitação e equipamentos de proteção, por exemplo. Dessa forma, ao acompanhar o índice ocupação hospitalar, é viável propor estratégias para remediar problemas e oferecer melhores serviços para os pacientes.
Para fazer a análise da qualidade dos leitos, é importante avaliar diversos indicadores em conjunto, tanto quantitativos quanto qualitativos. O objetivo é verificar se há disponibilidade adequada e se os tratamentos estão sendo eficazes. Para isso, é preciso observar a taxa de ocupação de leitos, o intervalo de substituição, o tempo médio de permanência, a taxa de infecção, o índice de alta, a taxa de readmissão, entre muitos outros.
Falta de avaliação e estabelecimento de planos e desorganização podem resultar em atrasos, leitos ociosos e uma má gestão dos recursos, havendo faltas e excessos que prejudicam a logística da instituição e a prestação dos serviços de saúde. Com uma gestão concisa e um adequado acompanhamento da taxa de ocupação, é possível planejar melhor a reposição de estoque.
Isso contribui para que os colaboradores sempre tenham em mãos os itens necessários para o atendimento das demandas e para oferecerem a resposta precisa para as questões apresentadas. Dessa forma, o atendimento é otimizado, evitando atrasos e imprevistos.
O monitoramento da taxa de ocupação hospitalar contribui para fortalecer o planejamento e a gestão dos processos de cuidado. Dessa forma, é possível, por exemplo, observar em quais setores há mais rotatividade de pacientes, em quais há leitos ociosos e as alternativas viáveis para um melhor aproveitamento dos recursos disponíveis. Alterações no espaço podem ser feitas para garantir um uso otimizado do ambiente e dos recursos, com segurança e priorização da saúde.
O acompanhamento adequado de indicadores como a taxa de ocupação hospitalar contribui para uma gestão mais eficiente, com atendimento rápido das demandas e com elevada qualidade. A medida proporciona rapidez na mudança de leitos quando o paciente recebe alta de um setor para outro. Além da redução do tempo de espera, há diminuição dos erros e do retrabalho. Esses fatores contribuem para o fortalecimento da credibilidade do hospital.
A tomada de decisões em gestão de uma instituição de saúde deve ser baseada em dados sólidos e estruturados, atualizados e monitorados cuidadosamente. Isso é importante para evitar equívocos e ações que se baseiam somente em intuições e imprecisões. Um planejamento sólido e robusto se estrutura a partir da análise de indicadores como a taxa de ocupação hospitalar, contribuindo para o entendimento do estado global do hospital e as variáveis associadas a cada contexto.
O indicador taxa de ocupação hospitalar ajuda no entendimento de variáveis como a rotatividade, o tempo de ocupação e a ociosidade. Isso permite um planejamento mais preciso sobre todos os processos.
Na pandemia de coronavírus, por exemplo, os gestores de hospitais podem tomar providências para evitar escassez de leitos na instituição por meio da análise desse indicador. A COVID-19 é uma doença que demanda um longo tempo de internação em UTI, elevando os índices de ocupação hospitalar na medicina intensiva. Dessa forma, é possível planejar ampliações de estrutura e compra de equipamentos para acolher os pacientes.
Acompanhar a taxa de ocupação hospitalar é essencial para uma gestão sólida e adequada do estabelecimento. Os indicadores de gerenciamento contribuem para uma compreensão adequada da realidade da instituição, auxiliando na tomada de decisões condizentes com as necessidades. Isso contribui para melhorar a estrutura, de modo que os colaboradores desempenhem suas funções nas melhores condições possíveis.
Gostou de aprender sobre a taxa de ocupação hospitalar? Aproveite e confira nosso post especial sobre indicadores de gestão em hospitais para ficar expert no tema!
Confira as 6 melhores formas de aplicar a biossegurança hospitalar. Trabalhar na área da saúde exige o cumprimento de diversas regras para evitar riscos não só ao paciente e aos acompanhantes, como também a todos os profissionais, inclusive equipes terceirizadas, e ao meio ambiente. Nesse ponto, entra a importância de aplicar as normas de biossegurança hospitalar.
Se adotar essas ações de prevenção e proteção para minimizar qualquer contaminação sempre foi essencial, com a pandemia e a facilidade de contágio pelo novo coronavírus, essa questão ganha um destaque ainda maior.
Para esclarecer melhor esse assunto, desenvolvemos este post elencando as 6 melhores formas de colocar em prática as normas de biossegurança em um hospital. Acompanhe!
A limpeza e desinfecção de ambientes e superfícies são medidas de biossegurança hospitalar eficazes para controlar o risco de transmissão de infecções. Nessa questão, entram piso, paredes, janelas, mobiliário e também equipamentos médicos.
É importante que o hospital crie um manual de procedimentos quanto à limpeza, descontaminação e desinfecção de todas as áreas. Entre as recomendações, estão:
Uma das medidas mais básicas de biossegurança hospitalar é a higienização das mãos, uma ação eficaz que consegue quebrar o ciclo de contaminação. Isso porque estamos falando de um dos maiores veículos de microrganismos, podendo contaminar objetos e maçanetas; a própria pessoa, na situação de ela tocar no nariz, boca ou olho; ou ainda outro indivíduo, caso haja algum cumprimento com as mãos.
Nesse sentido, médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde devem fazer a higienização e desinfecção das mãos utilizando álcool 70% antes de iniciar qualquer procedimento ou na troca do atendimento de pacientes. Essa higienização deve ocorrer antes ainda da colocação de uma nova luva.
A recomendação de desinfecção das mãos deve se estender também às equipes administrativas, de manutenção, terceirizadas e também aos pacientes e visitantes. Desse modo, o hospital precisa espalhar placas e sinais com avisos nos locais apropriados com a instrução sobre as etapas para a higienização correta das mãos, mostrando, por exemplo, a necessidade de esfregar o dorso das mãos, entre os dedos, as unhas e o pulso.
Os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) e EPCs (Equipamentos de Proteção Coletiva) devem ser utilizados pelos profissionais a fim de conter ou minimizar os riscos biológicos que o trabalho em hospital oferece.
Entre os EPIs que devem ser utilizados no ambiente hospitalar estão:
No caso de equipes da radiologia, por exemplo, há a necessidade do uso de roupas de proteção que impedem a absorção da radiação.
Em resumo, esses itens atuam como uma barreira protetora para o profissional, visto que protegem roupas, mãos, olhos e vias aéreas. Contudo, os EPIs só são eficazes quando utilizados de forma correta. Além disso, as máscaras e luvas precisam ser trocadas a cada paciente que é atendido.
Outra medida é na hora de retirar esses equipamentos. É fundamental seguir os cuidados adequados para não se contaminar nesse momento.
Já o EPC tem a função de proteger contra acidentes ou contaminações todas as pessoas que estão em determinada instalação do hospital. Entre os itens mais comuns dessa categoria estão:
Além de oferecer uma proteção para as pessoas, as medidas de biossegurança hospitalar visam também a proteger o meio ambiente. Para isso, é imprescindível fazer o descarte adequado dos resíduos, que devem ser separados de acordo com o seu tipo para ter o destino correto:
De nada adianta ter as normas de biossegurança hospitalar se as equipes não seguirem as regras estipuladas. Nesse sentido, os profissionais de todas as áreas devem receber treinamento periódico quanto ao uso correto de EPIs, procedimento para lavagem das mãos, como fazer o descarte adequado de resíduos, entre outros pontos.
Dessa maneira, eles trabalham mais protegidos e também não oferecem riscos para pacientes ou acompanhantes.
Por último, o hospital deve contar com um plano de emergência para que determine quais ações tomar em caso de alguma situação que fuja da normalidade. Trata-se de um documento que deve ser de conhecimento das equipes para que todos saibam como agir em caso de alguma explosão, acidente ou outro evento que fuja do comum.
Ter esse plano é importante nesse ambiente, porque o hospital não pode paralisar suas atividades por um período, já que atende pacientes, muitos em situações críticas, como aqueles que estão internados, principalmente nas unidades de terapia intensiva (UTI).
Seguir todas as normas de biossegurança hospitalar é adotar os padrões de segurança exigido para os estabelecimentos de saúde. Desse modo, as atividades podem ser realizadas com o mínimo de riscos para os profissionais, pacientes e para todo o público que circula em um hospital.
Gostou de acompanhar as informações que trouxemos neste post? Então vai gostar de acompanhar também 6 práticas de segurança do trabalho em hospitais!
