Esclareça as suas dúvidas sobre como funciona o videolaringoscópio!

Esclareça as suas dúvidas sobre como funciona o videolaringoscópio!. O videolaringoscópio é um equipamento utilizado para visualizar, em tempo real, as vias áreas de um paciente e suas respectivas características. Isso acontece graças ao uso de uma câmera em sonda, que alcança as cordas vocais e a região adjacente. Seu uso, inclusive, é bastante prático no caso de intubações de emergência ou não.

Para aproveitar o que esse equipamento tem a oferecer, é essencial conhecer suas características e ficar por dentro das principais alternativas. Inclusive, isso permite reconhecer a necessidade de utilizar esse item na rotina.

A seguir, veja tudo sobre o videolaringoscópio e entenda como ele pode ajudar o dia a dia do cuidado com os pacientes.

Quais são as principais características do equipamento?

Esse equipamento médico tem um design anatômico, com facilidade de uso e lâminas de diferentes tamanhos. O seu grande diferencial é que ele conta com uma câmera que é nas vias aéreas e transmite a imagem em tempo real para um pequeno monitor móvel.

Com isso, o profissional de saúde consegue realizar a intubação com segurança, mesmo nos casos de vias aéreas comprometidas ou desafiadoras.

Como o videolaringoscópio funciona?

Basicamente, esse equipamento tem um punho metálico que oferece segurança e precisão de manuseio. Em sua ponta, tem lâminas especiais que ajudam a garantir a inserção correta para a intubação do paciente. As lâminas podem ser trocadas em relação à curvatura e ao tamanho, o que permite atuar desde em casos rotineiros até opções mais complexas.

O processo se torna especialmente fácil por causa da presença de uma pequena câmera. A sonda com esse equipamento é inserida de forma fácil e oferece completa visualização sobre o estado das vias áreas. Com isso, é possível direcionar corretamente o tubo e garantir a entrada de ar adequada para o paciente.

As imagens são enviadas para um pequeno monitor, que fica na parte superior do punho do videolaringoscópio. Assim, o profissional de saúde não precisa buscar o ângulo certo para observar as vias áreas, estando de fora. Basta se guiar pelas imagens digitais e, assim, realizar o processo.

Quando o seu uso é indicado?

A principal recomendação para o uso desse equipamento é quando existe a necessidade de realizar uma intubação endotraqueal. Trata-se de um item que facilita bastante o processo e diminui o tempo necessário para a sua execução.

Essa etapa pode acontecer tanto em um quadro de emergência ou agravamento da condição de saúde, quanto em um momento de anestesia. Em todas essas situações, o uso é indicado e adequado.

Além disso, o videolaringoscópio é muito bem-vindo em momentos de treinamento. Como ele facilita o processo, é uma forma de treinar estudantes de medicina, paramédicos e outros profissionais habilitados a realizarem a intubação.

Inclusive, é uma alternativa interessante para preparar o time de um hospital de campanha, por exemplo. Ainda mais no caso de haver protocolos especiais, o equipamento é bastante útil.

Quais as principais vantagens da videolaringoscopia?

No geral, a videolaringoscopia é uma alternativa bem vantajosa no cuidado com a saúde dos pacientes. Por isso, adquirir um equipamento adequado, moderno e com boas funcionalidades é indispensável para ter bons resultados no processo. A seguir, veja quais são os maiores benefícios do procedimento e como esse item pode ajudar!

Aumento da taxa de sucesso de intubação

O primeiro benefício tem a ver com a taxa de sucesso quanto à realização de procedimentos. Afinal, o uso de imagens digitais em tempo real e que são enviadas diretamente das vias aéreas é essencial para seguir com o procedimento do jeito ideal.

Se houver algum bloqueio ou dificuldade, a visualização das cordas vocais permite passar o tubo de maneira precisa. Isso é muito importante para evitar tentativas malsucedidas e que podem causar ainda mais danos em vias aéreas já comprometidas. Inclusive, é um jeito de evitar o agravamento da necessidade de tratamento nesse sentido.

Redução do tempo de procedimento

Com a videolaringoscopia, o tempo necessário para fazer uma intubação cai consideravelmente — especialmente, em pacientes rotineiros e sem grandes comprometimentos. Isso tem a ver com o aumento nos níveis de precisão e segurança, já que as imagens fornecem informações muito valiosas.

No caso do atendimento de emergência, isso é ainda mais importante para que o paciente não passe muito tempo sem ventilação pulmonar. No geral, a produtividade da equipe aumenta e também é possível atender a mais casos, sem abrir mão da qualidade.

Diminuição da força exercida

Diante de uma barreira na via aérea, é comum que o profissional de saúde tenha que “forçar” a passagem do tubo. O problema é que, novamente, isso pode causar outros danos e aumentar a necessidade de tratamento e de cuidados.

Graças ao videolaringoscópio, tudo pode ser feito de maneira mais suave e tranquila. É algo que previne danos nas vias aéreas e também demanda menos esforço físico por parte do responsável pela atividade.

Possibilidade de fazer consulta remota

Como o envio de imagens acontece em tempo real e elas também podem ser mandadas pela internet, o videolaringoscópio é muito bem-vindo para o aproveitamento da telemedicina.

O profissional pode realizar consultas com outros médicos de qualquer parte, o que permite ter ajuda extra na hora de definir o melhor modo de agir.

Há, ainda, a chance de haver o compartilhamento clínico, acadêmico ou para treinamento — especialmente, em casos atípicos e com condições diferenciadas.

Como é o uso em pacientes de Covid-19?

A Covid-19 é conhecida por causar um comprometimento intenso e acelerado das vias aéreas em muitos pacientes. Ao mesmo tempo, a perda da capacidade de oxigenação dos pulmões exige a intubação em diversos casos, como forma de preservar os sistemas. Diante dessa combinação, o uso do videolaringoscópio é especialmente recomendado para os pacientes com a doença.

Inclusive, seu uso pode ser feito em um momento pré-intubação, até mesmo para reconhecer a dificuldade de acesso à via. A partir disso, pode-se definir a progressão do caso e se o melhor é realizar o procedimento.

Além de tudo, convém saber que esse equipamento é muito útil para fazer o monitoramento das vias aéreas depois que a intubação acontece. O paciente que estiver na UTI, por exemplo, pode ser monitorado de forma completa com a ajuda desse equipamento. Isso ajuda a garantir a execução dos melhores protocolos de atendimento e segurança, aumentando a chance de recuperação.

O videolaringoscópio é um equipamento moderno, funcional, fácil de usar e que oferece muitas vantagens. Com o seu uso adequado, é possível proteger e cuidar melhor dos pacientes, inclusive com monitoramento das vias aéreas após intubação ou cirurgia.

Como é essencial que o equipamento tenha qualidade, conheça as opções de videolaringoscópio da Medicalway e faça o seu pedido!

Fique por dentro das nossas novidades!

    Veja também
    Entenda melhor quais são os tipos de anestesias em pequenos animais

    A aplicação de anestesias em pequenos animais pode ser aplicada em várias situações como forma de reduzir a dor do paciente por um determinado período, por exemplo, nos processos cirúrgicos, procedimentos ambulatoriais, realização de exames, entre outros. No entanto, é importante ter em mente que cada animal possui especificidades que precisam de ser levadas em conta no momento de escolher o tipo mais apropriado e fazer com que a intervenção seja um sucesso.

    Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para esclarecer as principais dúvidas sobre o assunto. Acompanhe!

    Quais são os tipos de anestesias em pequenos animais?

    É importante ter em mente que existe um tipo de anestesia mais apropriado para cada situação:

    Anestesia local

    Por meio dela ocorre a persa da sensibilidade da dor sem a perda da consciência do paciente. Os medicamentos utilizados têm a função de bloquear os impulsos nervosos da região a ser operada, sendo comumente usada em procedimentos menos invasivos.

    Anestesia geral

    Nesse tipo, o anime perde a consciência totalmente. Isso porque, o fármaco suprime temporariamente a sensação integral da dor. É muito usada nos casos de amputação de membros, cirurgias ortopédicas e castração.

    Anestesia locorregional

    Usa fármacos com a finalidade de bloquear a transdução, transmissão e a modulação do estímulo nociceptivo da medula espinhal. Quando aplicados localmente no tecido nervoso, bloqueiam a conduta nervosa de maneira reversível. Por ser utilizada em bloqueio periférico dos membros, infusão contínua, anestesia epidural etc.

    Quais são as vias de administração?

    As anestesias em pequenos animais podem ser administradas pelas seguintes vias:

    • injetável: é o modelo mais tradicional, onde o animal recebe a anestesia por intermédio de um acesso venoso, que vai diretamente da corrente sanguínea;
    • inalatória: é absorvida por meio da inalação. Com o animal previamente sedado, ele é intubado e colocado em posição adequada para inalar a anestesia e passar pelo procedimento de forma indolor. Nesse caso, o paciente fica com o tubo endotraqueal no decorrer de toda a intervenção.

    Quais são os principais cuidados pré-operatórios?

    Para que o procedimento seja executado de maneira tranquila e segura, é importante estar atento aos cuidados pré-operatório, que envolve uma avaliação clínica detalhada para averiguar o histórico e estado de saúde do animal (pulmão, coração e região a ser operada), coletar amostrar de sangue e urina. Nesse momento, os profissionais qualificados também vão verificar qual o protocolo mais apropriado para o caso em questão. Outros cuidados que devem ser prestados nessa hora pelo dono do animal são:

    • informar ao médico os problemas de saúde já identificados no animal;
    • apontar todos os medicamentos tomados pelo animal recentemente;
    • não realizar mudanças bruscas na rotina do animal, inclusive relacionadas à medicação. Ao menos que sejam orientadas pelo veterinário;
    • evitar contato com outros animais que possam gerar riscos de infecção;
    • seguir todas as instruções do veterinário.

    Agora que você entende quais são os principais tipos de anestesias em pequenos animais, as vias de administração e cuidados pré-operatórias, também é importante contar com equipamentos de qualidade, já que isso é essencial para que os procedimentos sejam feitos de forma segura e eficaz, com resultados bastantes positivos.

    Quer conhecer as soluções de anestesia veterinária oferecidas pela Medicalway? Então, acesse nosso site agora mesmo!

    LEIA MAIS
    Posição cirúrgica: entenda o que são e a importância

    As posições cirúrgicas sofreram alterações ao longo dos anos e visam expor adequadamente o campo cirúrgico, facilitando a visualização dos médicos e demais profissionais. Os resultados são salutares: diminuem o tempo de uma cirurgia e os riscos para o paciente.

    A escolha da posição ideal é sempre do cirurgião responsável em conjunto com o anestesiologista. Isso porque, enquanto o primeiro precisa ter o campo visual e de manejo adequados, o segundo é o responsável pelo acompanhamento dos sinais vitais e o conforto do paciente — o que auxilia, inclusive, em sua recuperação.

    O que são posições cirúrgicas?

    Trata-se da forma como o paciente é disposto na mesa da sala cirúrgica para a realização do procedimento cirúrgico. Já vimos que a posição adequada beneficia os médicos e o paciente. Agora você conhecerá os tipos de posições cirúrgicas.

    Qual posição cirúrgica é a ideal para cada paciente e sua importância?

    A posição cirúrgica ideal para o paciente é sempre aquela que permita que:

    • permita o menor tempo cirúrgico possível — significando menos administração de anestésicos;
    • o paciente permaneça de forma confortável durante o procedimento;
    • gere um pós-operatório menos doloroso e traumático;
    • não cause escaras devido ao tempo de cirurgia;
    • evite riscos pós-cirúrgicos (como trombose) etc.

    Qual a importância das posições cirúrgicas na redução de complicações e riscos?

    Os riscos relacionados aos procedimentos cirúrgicos que um paciente pode enfrentar são diminuídos ao estar na posição adequada. Isso acontece devido ao desenvolvimento e aprimoramento das posições facilitando a biodinâmica e a ergonomia do paciente.

    A posição cirúrgica ideal facilita o funcionamento do sistema vascular evitando trombose, edemas e outras complicações, daí sua fundamental importância. Além disso, elas permitem uma evolução satisfatória na recuperação do paciente, já que as dores relacionadas à má postura ou ao agravamento de lesões preexistentes são reduzidas.

    Quais são as posições cirúrgicas?

    A seguir, confira os tipos de posições cirúrgicas e quando são usadas!

    Posição supina 

    É o posicionamento mais comum. No entanto, é preciso dar atenção especial ao posicionamento das pernas, para que as articulações dos joelhos não fiquem muito distendidas. A cabeça e a coluna cervical precisam ficar relaxadas. Além disso, deve-se posicionar os braços de forma que sejam evitados danos aos nervos.

    Posição prona

    É a escolha das cirurgias na coluna. O tórax deve ficar apoiado nos coxins com grande abertura, permitindo a respiração normal e reduzindo a pressão intra-abdominal. A cabeça é posicionada de uma maneira que mantenha a coluna cervical posição neutra. Os joelhos ficarão ligeiramente flexionados e bem acomodados. O uso de travesseiros recortados lateralmente garantem o fácil acesso ao anestesiologista, para uma anestesia segura.

    Posição lateral

    Aqui, o paciente deve permanecer fixado para evitar seu deslocamento. Para o conforto, deve ser utilizado um acolchoamento para pernas e calcanhares. A pessoa pode ficar sobre as articulações motorizadas da mesa, garantindo o acesso ideal à área do tórax ou dos rins. 

    Posição de cadeira de praia

    Neste caso, joelhos e pernas precisam ficar relaxados, ou seja, sem serem distendidos. O dorso e a pederneira devem ser subidos gradualmente, alternando-as. Com o paciente sentado, deve haver nova avaliação visando eliminar pressões que surgiram durante o posicionamento.

    Posição dorso sacral / litotômica

    Esta é a posição de escolha para cirurgias urológicas e ginecológicas, pois a pélvis fica livre, além de garantir uma maior superfície de suporte para a panturrilha e apoio ao joelho. Além disso, os calcanhares ficam livres, enquanto os pés e os joelhos ficam alinhados ao ombro oposto.

    Posição genucubital / sobre cotovelos e joelhos

    Em cirurgias proctológicas e ginecológicas, após serem anestesiados em posição supina, os pacientes são colocados nesta posição. O tórax é colocado sobre coxins com grande abertura visando a redução da pressão intra-abdominal e não prejudicar a respiração. 

    Esperamos que o texto tenha explicado adequadamente a importância de acomodar o paciente em uma posição cirúrgica ideal e todas as informações a respeito desse assunto.

    Agora, complemente sua leitura com este texto: Entenda como funciona a mesa cirúrgica e como escolher uma.

    LEIA MAIS
    Filtro HME: saiba o que é e como avaliar

    Existe uma variedade de tipos de filtros usados em hospitais. Eles são utilizados para reduzir o risco de contaminação cruzada entre os pacientes. No decorrer do tratamento, algumas pessoas precisam utilizar a ventilação mecânica e o filtro HME é um dos mais indicados para evitar a transferência de microrganismos patogênicos de uma pessoa para o equipamento e do instrumento hospitalar para outra pessoa.

    Os médicos e enfermeiras recebem orientações quanto ao manuseio e uso do material e nos hospitais existem protocolos a ser seguidos. Isso para que todas as pessoas possam receber o melhor tratamento e para que possam melhorar rapidamente. Neste post iremos abordar algumas questões relativas ao filtro HME.

    Quer saber mais sobre o uso desse instrumento hospitalar? Continue a sua leitura!

    Como fica a filtração, aquecimento e umidificação do sistema respiratório quando se utiliza o filtro HME?

    Os Heat and Moisture Exchangers, mas conhecidos como filtros HME são chamados aqui no Brasil de Trocadores de Calor e Umidade. Definidos pela American Society for Testing and Materials, os umidificadores podem ser classificados em três categorias. Entre elas podemos citar:

    • umidificadores hidrofóbicos – Operam como uma barreira, porém possuem baixa produção de umidificação;
    • umidificadores com condensadores higroscópios – Apenas executam a troca de umidade e calor, e não possuem atributos para a filtração antimicrobiana;
    • umidificadores mistos – Como o próprio nome já diz, este modelo é uma junção do hidrofóbico com o higroscópico e apresenta propriedade cabível para a produção de umidade e calor. Vale salientar que ele possui membrana eletrostática, que é uma excelente barreira microbiológica. Por conta disso, recebe a nomenclatura de HMEF.

    Uma curiosidade é que os filtros HME podem ser comparados com as vias respiratórias superiores de um humano. Afinal, eles conseguem reter o calor e a umidade e em seguida, dispersá-los aquecendo e umidificando os gases inspirados pelo paciente.

    Como funciona o filtro HME e como avaliar a eficácia dele?

    Com a capacidade de umidificar e aquecer o gás inspirado pelo paciente, os HME (trocadores de calor e umidade) são equipamentos instalados entre o conector em “Y” do circuito do ventilador e o tubo endotraqueal. Alguns destes dispositivos possuem barreira que atua como filtro microbiológico.

    Algumas contraindicações do uso são para pacientes hipersecretivos, retentores de gás carbônico e para aqueles que possuem franco sangramento no pulmão. Mas, vale ressaltar que este equipamento é muito importante para evitar a infecção cruzada.

    Como adquirir um filtro HME?

    Os filtros HME estão disponíveis para venda em empresas especializadas nesses equipamentos. Antes de adquirir os materiais para o seu hospital, faça uma pesquisa de preços e verifique se os itens se encaixam nas normas técnicas. Saiba que a Medicalway é uma empresa especializada e que ela comercializa equipamentos médicos e hospitalares.

    Os materiais ofertados pela empresa são indicados para centros cirúrgicos, UTIs, centros de imagem (ultrassom), e o melhor de tudo é que a empresa está presente no mercado há 18 anos. Sem contar que ela importa produtos de ótima qualidade para depois revendê-los aos hospitais e clínicas que necessitam.

    Então, agora que você já sabe que o filtro HME é muito utilizado em hospitais e possui a informação de que a Medicalway é uma empresa que oferece esse tipo de material, não deixe de fazer orçamentos dos equipamentos. Você vai se surpreender com o valor e a qualidade dos itens.

    Gostou de nosso post sobre o filtro HME? Entre em contato conosco agora mesmo e você terá acesso ao nosso portfólio completo!

    LEIA MAIS
    Gostou? Compartilhe este artigo!
    Conecte-se com a Medicalway
    Fique por dentro das nossas novidades!

      Filiais
      Rio Grande do Sul
      (51) 3209-0813
       
      Santa Catarina
      (47) 99187-8805
      © 2022 Medicalway Equipamentos Médicos LTDA. Todos os diretos reservados | CNPJ: 02.949.582/0001-82
      Desenvolvido por Fresh Lab - Agência  de Marketing Digital
      crossarrow-right-circle linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram