Graças à tecnologia, a medicina diagnóstica tem conquistado grandes avanços. Um deles é o exame de densitometria óssea, que, de maneira simples e rápida, é capaz de detectar a osteopenia e a osteoporose.
A grande vantagem é que, com a densitometria óssea, a perda mineral pode ser detectada logo em seu estágio inicial, mesmo não sendo possível visualizá-la precocemente pelo exame de raio-X. Isso permite a realização do combate à osteoporose e a prevenção do risco da geração de fraturas.
Para ajudá-lo a entender melhor, preparamos um panorama completo sobre o assunto, no qual abordaremos o que é o exame de densitometria óssea, como é realizado, para quem é indicado e quais os resultados esperados. Continue a leitura e confira!
Esse é um exame importante realizado para definir a quantidade de massa óssea em locais do corpo, como fêmur, coluna lombar e outras regiões, a fim de permitir a avaliação do risco de fratura e oferecer um diagnóstico precoce de osteopenia e osteoporose. Ele é feito com o uso de um aparelho com dupla emissão de raios-X, mas com a dosagem de radiação reduzida.
O exame é indolor e simples, não sendo exigido nenhum preparo especial. A única recomendação é não usar objetos, acessórios e roupas que tenham metal, visto que isso pode interferir no resultado. No dia, o paciente é orientado a deitar em uma maca, que terá um dispositivo de imagem acima e um gerador de raios-X posicionado abaixo.
Posteriormente, é iniciado o exame utilizando a máquina densitômetro, que por meio de um detector vai irradiar e percorrer levemente a coluna e sobre o quadril, captando as imagens e projetando-as na tela de um computador. Dessa forma, em aproximadamente 10 a 30 minutos, o exame é concluído, sendo possível obter os resultados da medição da densidade óssea praticamente logo em seguida.
Mulheres a partir dos 65 anos de idade e homens acima dos 70 costumam ser orientados pelos médicos a realizarem o exame de densitometria óssea, para verificar a densidade dos ossos. Mas, há outras diversas situações em que a solicitação do exame pode ser necessária, como para monitorar uma doença já diagnosticada, especialmente para pessoas que têm osteoporose e precisam fazer o acompanhamento. Também é recomendado nos casos em que existem fatores de risco, como:
De um modo geral, no exame de densitometria óssea, é verificada a quantidade de cálcio que está presente no osso, a fim de medir a densidade mineral óssea. Também são examinadas regiões em que os ossos estão sujeitos a fraturas, como lombar e fêmur. Por fim, estabelece-se diagnóstico e avalia-se tratamento para osteoporose e osteopenia.
Há três possibilidades que são disponibilizadas no resultado do exame:
O exame de densitometria óssea é o método mais utilizado para verificar a diminuição de massa no osso. Diante disso, são utilizados equipamentos modernos e com alta tecnologia, para que a emissão da radiação seja baixa e ainda consiga diagnosticar o problema logo no início. Por isso, é importante contar com aparelhos específicos, a fim de proporcionar ao paciente o tratamento mais breve possível, evitando que a doença possa progredir.
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O desfibrilador é um aparelho médico utilizado para restabelecer os batimentos do coração em casos de arritmia ou parada cardíaca. Esse aparelho é um gerador de energia com duas placas que são colocadas no tórax do paciente para reanimar o seu coração com descargas elétricas, ele deve ser utilizado por médicos especialistas que estão prontos para realizar o trabalho de forma rápida e eficaz. O modelo Beneheart D6 da Mindray se destaca por possibilitar 4 modos de operação, confira:
O BeneHeart D6 é um desfibrilador-monitor bifásico profissional que atende às necessidades de profissionais da medicina em hospitais e clínicas de todo o mundo. Um dos seus maiores diferenciais é o seu design compacto, durável e ergonômico que o torna em um dispositivo perfeito para ser usado durante emergências. Além disso, ele possui uma potente capacidade de energia, com baterias para suportar monitoramento contínuo de longa duração e choques durante o transporte sem fonte de alimentação externa. Conheça os seus 4 modos operacionais:
Nesse modo de operação, o D6 permite o monitoramento de ECG por meio de conjuntos de 3 e 5 derivações de ECG, almofadas externas e pás de eletrodos multifuncionais. Se os dois conjuntos de ECG e as pás/almofadas estiverem conectados, as curvas de ECG configuradas serão exibidas na área de curvas. Sendo assim, será possível medir a atividade elétrica do coração em curvas e números.
No modo Desfibrilador manual, o D6 possibilita acesso às curvas de ECG, deixando que o profissional decida se irá utilizar a desfibrilação ou a cardioversão, qual será a energia adequada, e que ele carregue o equipamento e aplique o choque. As mensagens de texto na tela fornecem informações relevantes para guiá-lo pelo processo de desfibrilação. Ao operar a desfibrilação manual, você pode selecionar até três parâmetros entre SpO2, PNI CO2, PI e Temp, além de ECG.
Ao entrar no modo AED, o equipamento começa a analisar o ritmo cardíaco do paciente, e ao detectar um ritmo de choques, o equipamento envia uma mensagem e inicia automaticamente o carregamento. Se não for detectado um ritmo de choques, a mensagem “Choque não recomendado” será mostrada.
Ao operar no modo AED, os recursos do D6 são limitados aos essenciais para o desempenho da desfibrilação externa semi-automática. Apenas os sinais de ECG obtidos por meio das almofadas serão exibidos. Os alarmes definidos anteriormente e as medições agendadas serão pausados por tempo indefinido e a entrada de informações do paciente será desativada.
