A importância de equipamentos de alta tecnologia para o hospital

A evolução das técnicas e procedimentos médicos vem acompanhada com equipamentos de alta tecnologia. Dessa maneira, um hospital não pode ficar parado no tempo, utilizando uma aparelhagem obsoleta.

É fundamental manter as tecnologias sempre atualizadas para oferecer um serviço de melhor qualidade aos pacientes, além de otimizar o trabalho de médicos e outros profissionais de saúde.

Quer entender por que é importante investir em equipamentos de alta tecnologia em seu hospital? Continue a leitura e veja também como acertar na escolha do produto e do fornecedor!

Como a escolha dos equipamentos impacta na qualidade dos procedimentos realizados?

Trabalhar com equipamentos de alta tecnologia é garantir diagnósticos e técnicas mais precisos, mais conforto e segurança ao paciente e menor tempo por atendimento. Além disso, ao acompanhar esse tipo de inovação, seu hospital pode também aumentar a gama de exames oferecidos, já que alguns procedimentos demandam aparelhagem mais recente.

Isso traz um resultado extremamente positivo para a imagem da instituição de saúde, atraindo mais pacientes que estão em busca de serviços médicos de qualidade.

Além disso, uma infraestrutura moderna para a realização dos procedimentos auxilia os médicos, que conseguem realizar o trabalho com mais qualidade, comodidade e em menor tempo. No caso de equipamentos, como um ultrassom, por exemplo, a tecnologia assegura imagens mais nítidas, contribuindo para a avaliação do paciente e seu diagnóstico.

Por que você deve investir em equipamentos de alta tecnologia?

Além de oferecer procedimentos com melhor qualidade, o investimento em equipamentos de alta tecnologia vai aumentar o número de atendimentos diários, ou seja, um reflexo direto nas contas do hospital.

Sem contar que uma aparelhagem mais moderna apresenta menor risco de falhas, ou seja, de você ter que paralisar os serviços para a troca de alguma peça. São produtos que passaram por uma série de testes para que você consiga realizar o melhor atendimento sem contratempos.

Assim, mesmo que o valor pareça, em um primeiro momento, mais elevado na hora da pesquisa sobre equipamentos tecnológicos, você deve considerar a relação custo-benefício. Assim, saiba que você estará adquirindo:

  • inovação para os seus serviços;
  • mais segurança para técnicos e pacientes;
  • vida útil maior da máquina;
  • produtividade mais elevada;
  • menor gasto com manutenções.

O que avaliar para não errar na escolha?

O gestor precisa fazer a escolha correta do equipamento de ponta, afinal, esse será um investimento alto. Assim, em primeiro lugar, ele precisa identificar quais áreas do hospital vão receber a aparelhagem nova. Se for o centro de imagens, por exemplo, é importante identificar quais procedimentos serão oferecidos e, dessa forma, buscar os modelos mais compatíveis.

Na hora de avaliar o produto, é preciso considerar:

  • design ergonômico, com possibilidade de ajuste de altura;
  • tamanho de monitor (se houver) e tela touch;
  • facilidade de transporte;
  • autonomia de bateria;
  • economia de energia;
  • se há outros acessórios que é preciso adquirir.

É importante saber também quais os cuidados são necessários, como temperatura e umidade do ambiente onde será instalado o equipamento, como deve ser o transporte, quais os tipos de manutenções etc.

Em resumo, é essencial que a tecnologia otimize o trabalho dos profissionais de saúde, aumente os serviços oferecidos e traga melhor resultado nas técnicas e diagnósticos.

Como escolher o fornecedor ideal?

Você deve estar se perguntando: mas como o gestor pode ter acesso a todas as informações relativas aos equipamentos de alta tecnologia e, assim, conseguir fazer a melhor escolha? Nesse ponto, é importante contar com fornecedores de qualidade.

Dessa maneira, é possível ter uma assessoria completa para fazer a aquisição mais acertada para a instituição de saúde. É necessário fazer negócios com empresas que conseguem atender suas necessidades e possam oferecer um suporte inclusive no pós-venda.

O fornecedor comprometido com seu cliente deve:

  • fazer a demonstração dos produtos;
  • detalhar todos os dados técnicos;
  • destacar os diferenciais dos equipamentos e tecnologia oferecida.

Nessa hora, é essencial escolher empresas de referência no ramo, com um bom tempo de mercado e que trabalhem com equipamentos tecnológicos de marcas mundiais de renome. Assim, você sabe que está adquirindo o que há de mais inovador para seu hospital — com um padrão internacional de qualidade.

Também conta pontos ao fornecedor trabalhar com uma linha grande de produtos, assim você adquire mais itens de uma mesma empresa, conseguindo condições mais atrativas de preço e formas de pagamento.

Na dúvida, faça pesquisas na Internet sobre a reputação da empresa ou peça referências a outros profissionais do segmento da saúde.

Outros fatores para encontrar o fornecedor de equipamentos médicos ideal são:

  • comprometimento com prazos de entrega;
  • suporte rápido para qualquer falha técnica;
  • disponibilidade de peças para qualquer contratempo.

A Medicalway, por exemplo, reúne todos esses aspectos para oferecer o que há de mais atual para seus clientes. Além de um pós-venda de excelência, a empresa atualmente é importadora da Mindray, a principal fabricante de equipamentos médicos da China.

Quais os cuidados necessários com os equipamentos médicos?

Ao adquirir equipamentos de alta tecnologia você terá mais tranquilidade, pois, certamente, as falhas serão menores. Mas, para que os aparelhos funcionem corretamente e tenham uma vida útil maior, é necessário alguns cuidados de preservação, como:

  • transporte — é preciso cuidado na movimentação do aparelho pela unidade de saúde, verificando, por exemplo, textura do piso, altura de portas e largura de corredores;
  • manuseio adequado — a equipe deve ter capacitação específica para operar os equipamentos sem causar danos;
  • condições ambientais — é necessário verificar no manual e com o fornecedor as condições ambientais ideais de temperatura, umidade, luminosidade e fluxo de ar do local para dispor a máquina;
  • higienização — é obrigatório fazer a descontaminação periódica dos aparelhos;
  • calibração — é uma análise que deve ser feita periodicamente para atestar o desempenho do equipamento;
  • manutenção preventiva — checagem regular para evitar falhas nas máquinas.

Viu só como é necessário realizar os atendimentos com equipamentos de alta tecnologia? Seu hospital vai oferecer um serviço de saúde de excelência, o que traz um impacto positivo para os pacientes e profissionais de saúde, gerando mais receitas para a instituição.

Quer conhecer algumas inovações em equipamentos hospitalares? Entre em contato com a Medicalway e fique por dentro de sua ampla linha de produtos!

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    Equipamento médico asiático: por que ele apresenta alta qualidade?

    Quem trabalha no setor de gestão e compras de grandes clínicas e hospitais conhece um dos principais problemas enfrentados na área: a defasagem tecnológica de equipamentos médico-hospitalares no Brasil.

    Para driblar essa situação, muitos gestores têm investido na compra de equipamento médico asiático, principalmente por meio da importação de itens da China. Mas será que essa é uma boa ideia? Quais as vantagens desses produtos? Continue a leitura e saiba tudo sobre o assunto!

    Equipamento médico asiático: como é o mercado da saúde nesses países?

    Como dissemos na introdução, a China é um dos principais países exportadores de equipamentos médicos para o Brasil. E isso não é por acaso — afinal, as diferenças em relação à tecnologia entre o nosso país e o asiático são muito grandes.

    Primeiro, precisamos compreender que os equipamentos médicos são divididos entre os de alta tecnologia agregada e os produtos convencionais. O primeiro grupo engloba os produtos que necessitam de mais tecnologia e pesquisa, enquanto o segundo está relacionado aos itens mais simples, como gazes e seringas.

    O Brasil se especializou na produção desse segundo grupo, enquanto os países asiáticos têm investido fortemente em pesquisas e inovações para os produtos com alta tecnologia agregada.

    Para se ter uma ideia, na China são vários os programas promovidos pelo governo. O Healthy China 2030, por exemplo, visa transformar a saúde chinesa nos próximos anos por meio de um investimento de cerca de 2,3 trilhões de dólares.

    Investidores de todo o mundo também estão apostando no mercado de saúde chinês que, de acordo com os dados da Revista Exame, deverá crescer em média 12% ao ano até 2020.

    Quais as vantagens dos equipamentos médicos asiáticos?

    Depois de ler o tópico anterior, já é possível notar que existem algumas vantagens dos equipamentos médicos asiáticos — principalmente os chineses em comparação com os nacionais —, não é mesmo?

    Veja as que merecem maior destaque.

    Preços competitivos

    Mesmo com as taxas de importação e os trâmites legais, os equipamentos médicos asiáticos ainda conseguem ter preços mais competitivos que os de outros países.

    Isso se deve principalmente aos benefícios dos governos asiáticos, como redução de impostos, incentivos para o capital de giro e demais tipos de parceiras para estimular as empresas a exportarem para outros mercados. O Brasil é visto como um país estratégico para as operações chinesas e, por isso, as empresas que desejam exportar para nós contam com mais facilidades.

    Inovação tecnológica

    Infelizmente, como mostramos no tópico anterior, o incentivo às inovações tecnológicas não é muito grande no nosso país. Ainda é muito burocrático e caro estudar as tendências do mercado e criar tecnologia nacional para atender ao mercado.

    Em contrapartida, os governos dos países asiáticos, em especial a China, possuem programas de incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento de tecnologias, principalmente na área médica.

    Essa parceria é essencial para reduzir os custos desses estudos, permitindo que as empresas tenham acesso à tecnologia de ponta em seus produtos. Um exemplo é o grupo chinês Biobase, que tem colaborado com a Academia de Ciências de Shandong e também com o Instituto de Biossenssores para a criação de máquinas de desenvolvimento de células-tronco.

    Pós-venda

    Muitas indústrias de equipamentos médicos têm notado a necessidade de melhorar o seu pós-venda e a relação com os consumidores. Isso também tem acontecido com a indústria chinesa.

    Nesse contexto, muitas empresas estão se dedicando a formar redes de serviços nos países importadores, criando também uma rede de relacionamento que facilita no caso de assistência técnica e demais necessidades dos compradores.

    Qualidade

    Houve um tempo em que produtos chineses eram sinônimo de baixo preço e qualidade inferior. Porém, hoje o cenário está se modificando, principalmente pela ação do governo chinês que entendeu a necessidade de investir em mais inovações tecnológicas para continuar exportando produtos competitivos.

    Por isso, as empresas chinesas têm buscado automações e incorporado tecnologias avançadas nos seus processos produtivos. Um exemplo é o plano “Feito na China 2025”, que visa ajudar a indústria a escalar na cadeia de valor em dez setores chaves — entre eles está a produção de equipamentos médicos.

    Como fazer a importação de equipamentos médicos asiáticos?

    Depois de ler todos esses dados, já se convenceu de que investir nos equipamentos médicos asiáticos é uma boa opção para o seu hospital, clínica ou centro de diagnósticos? Saiba que é preciso seguir alguns trâmites legais para garantir que tudo estará de acordo com as leis brasileiras.

    Anvisa

    A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é a responsável por regulamentar todos os equipamentos médico-hospitalares permitidos no Brasil que tenham finalidade: médica, laboratorial, odontológica ou fisioterápica, usados direta ou indiretamente para terapias, diagnósticos, monitorização ou reabilitação.

    A legislação busca proteger a saúde da população, fiscalizando e controlando todos os equipamentos médicos usados no país, sejam eles nacionais ou importados.

    Assim, dependendo da finalidade e da indicação do equipamento, é preciso seguir algumas regras e, no caso da importação, a Anvisa precisa autorizar o procedimento. As normas para isso estão estipuladas na Resolução da Diretoria Colegiada RCD nº 81 de 05/11/2008.

    Empresas

    Outro cuidado que precisa ser seguido é conferir se a empresa fabricante possui um acordo comercial com o nosso governo para inserir os seus produtos no mercado nacional.

    Mesmo que seja apenas uma importadora, esse cadastro é obrigatório, já que a Anvisa exige uma comprovação de qualidade. Por isso, é essencial que a empresa ofereça todas as informações necessárias sobre o equipamento em questão, como certificados de qualidade e de testes.

    O órgão, inclusive, dispõe de um manual para a regularização de equipamentos médicos. Você poderá conferi-lo antes de comprar qualquer item asiático.

    CFDA e órgãos reguladores do país de origem

    Essa é a sigla para China Food and Drugs Administration. Esse é o órgão regulador da China, que age de forma semelhante à Anvisa aqui no Brasil. Cada país possui uma entidade nesse sentido, que baliza as formas de produção de equipamentos, testes de qualidade e outros pontos fundamentais para a segurança dos usuários.

    Por isso, é muito importante conferir se o equipamento médico que você deseja importar é aprovado pelos órgãos reguladores. Embora cada país tenha a suas próprias regras, ser aprovado no CFDA ou outro órgão ajuda a conferir certo grau de qualidade e segurança ao item, tornando mais simples o processo de importação.

    Como você viu, o equipamento médico asiático está ganhando cada vez mais mercado por ter alta tecnologia, preços competitivos e boa qualidade. Por isso, é sempre importante que o gestor fique atento às novidades do setor médico hospitalar e também aos lançamentos dos principais produtores mundiais.

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    Entenda como funciona o uso de ultrassom em UTI e centro cirúrgico

    Rapidez e versatilidade: dois fatores imprescindíveis para equipamentos hospitalares. Dentro das instituições de saúde, os métodos de diagnóstico e observação têm uma importância singular. Afinal, o tempo é um fator determinante para identificar e tratar as condições clínicas dos pacientes.

    Nesse contexto, o ultrassom em UTI e centro cirúrgico se faz presente como um dos equipamentos mais utilizados. Ele traz informações rápidas, por exemplo, no caso de emergências, o que permite traçar o plano de tratamento em menos de 5 minutos.

    Mais do que conhecer sobre o funcionamento geral desse equipamento, é fundamental estar por dentro das novas tecnologias e diferentes aplicações para cada setor do hospital, de modo a otimizar o seu uso e manutenção.

    Se você se interessa por esse assunto e quer fazer a diferença na gestão de equipamentos do seu hospital, continue conosco e aprofunde seus conhecimentos sobre os principais tipos, funcionamento e vantagens da utilização do ultrassom em UTI e centro cirúrgico. Boa leitura!

    Funcionamento e mecanismo do ultrassom

    Antes de abordarmos os tipos de ultrassom mais utilizados em hospitais, vamos compreender, de maneira geral, como esses equipamentos funcionam.

    Sabemos que o primeiro passo para realizar o exame é a aplicação do gel na superfície corporal da área a ser examinada. Mas para que serve o gel? Basicamente, é ele que conduz o ultrassom do transdutor para a pele, auxiliando na propagação das ondas sonoras.

    Já o transdutor é o dispositivo que encosta na pele e emite as ondas sonoras por meio da transformação de energia voltaica em vibração e pode ser representado por diversos formatos, de acordo com o objetivo do exame.

    Assim, acontece a propagação das ondas sonoras pelos tecidos da região do corpo determinada, sendo que as reflexões das ondas ocorrem de maneira diferente por cada tipo de estrutura corporal.

    O transdutor, então, recebe o eco (que nada mais é do que o reflexo da onda sonora) e calcula automaticamente o tempo gasto entre a emissão e recepção das ondas. Ou seja, quanto mais tempo gasto, mais longe se encontra a estrutura refletida.

    Os dados obtidos são processados internamente pelo equipamento e a imagem é exibida em uma tela, sendo que o médico pode manipular em tempo real todas essas informações.

    Tipos de ultrassom

    Os equipamentos de ultrassom podem ser portáteis ou transportáveis, dependendo da estrutura da UTI e centro cirúrgico. Confira:

    Ultrassom portátil

    O próprio nome já revela a comodidade e a versatilidade que o ultrassom portátil fornece. Ele é leve, prático e eficiente e, além de beneficiar a obtenção de diagnósticos, é vantajoso para o paciente que muitas vezes nem precisa se locomover para ser examinado.

    Ultrassom transportável

    Os ultrassons transportáveis são maiores e normalmente dependem de instalação técnica. Apesar de serem considerados como equipamentos de ultrassom mais tradicionais, ainda são bastante utilizados em UTI e centro cirúrgico, dependendo das especificidades e porte do hospital.

    Aplicações do ultrassom em UTI e centro cirúrgico

    Já mencionamos que o ultrassom é um equipamento versátil que possibilita a obtenção de diagnósticos em tempo hábil, principalmente, em situações emergenciais de UTI e centro cirúrgico. Para saber como o aparelho pode ser útil, na prática, é importante mapear as situações clínicas em que ele pode ser utilizado.

    Ultrassom em UTI

    Quando a estrutura hospitalar conta com um aparelho de ultrassom dentro da UTI, é possível agilizar diferentes rotinas e identificar rapidamente quadros clínicos específicos. Veja:

    • descobrimento de ascites;
    • derrame pleural ou derrame pericárdico;
    • fluxo transcraniano (muito utilizado para verificar possível morte cerebral);
    • auxílio visual para punções;
    • auxílio visual para colocação de acesso central.

    Ultrassom em centro cirúrgico

    Já no centro cirúrgico, as funções requeridas são ainda mais urgentes e podem fazer toda a diferença nos resultados dos procedimentos. Nesse setor, o ultrassom auxilia nas seguintes atividades:

    • suporte para a equipe de anestesia realizar bloqueios anestésicos;
    • indicação de intubação correta;
    • visualização de derrames pleurais e pericárdicos;
    • visualização da profundidade e posicionamento de nódulos em determinadas cirurgias;
    • cirurgias vasculares guiadas;
    • situações pós-cirúrgicas imediatas.

    Além disso, de forma geral, o ultrassom em centro cirúrgico também auxilia visualmente o procedimento de punções e a colocação de acessos, quando necessário.

    Manutenção e cuidados com o ultrassom

    Assim como qualquer outro equipamento hospitalar, a vida útil do aparelho de ultrassom depende da periodicidade de manutenções preventivas e cuidados constantes. Por apresentar uma série de componentes sensíveis à poeira e ao gel, a limpeza diária é imprescindível.

    Além de garantir que os exames sejam eficientes para o melhor diagnóstico possível, a manutenção é importante para evitar que o fluxo de pedidos de exame fiquem travados ou sobrecarregados devido a uma possível lentidão ou dano no equipamento.

    Precauções no manuseio e acondicionamento de transdutores

    Deve-se ter cuidado ao manusear e guardar os transdutores, pois são eles as fontes de emissão sonora para a formação da imagem e as partes mais sensíveis e vulneráveis a danos.

    A verificação das placas de contato dos transdutores também é importante. Elas precisam estar em perfeito funcionamento para evitar sombras que não estejam presentes na imagem captada do paciente.

    Assim, evita-se que a imagem fique ofuscada, com linhas alteradas ou sem formação, obtendo diagnósticos com muito mais precisão e acuidade.

    Vantagens de utilização do ultrassom

    As vantagens são significativas tanto para a equipe de profissionais da saúde, quanto para os pacientes. O ultrassom utiliza radiação não ionizante, sendo, portanto, minimamente invasivo e bastante seguro na maioria dos casos.

    Além de possibilitar que o paciente seja tratado rapidamente em casos de emergência, com o uso desse aparelho é possível evitar, por exemplo, o risco de erros relacionados a outros procedimentos, como perfurações na colocação de acessos.

    Ainda, quando em determinada cirurgia alguma área de nervos precisa ser bloqueada, o ultrassom consegue visualizar com clareza, o que permite mais segurança para o procedimento cirúrgico.

    Prático, acessível e sem riscos à saúde do paciente. Diante de todo o conteúdo exposto, podemos concluir que tanto a utilização quanto a manutenção de ultrassom em UTI e centro cirúrgico é de grande importância na estrutura hospitalar.

    Vale ressaltar que a qualidade do equipamento deve ser excelente, produzindo imagens em ótima resolução para a obtenção de exames mais fidedignos e rápidos. Com a inserção de novas tecnologias, não há dúvidas de que o ultrassom terá cada vez mais aplicações no futuro da medicina.

    Para tanto, lidar com fornecedores que disponibilizem tecnologias de qualidade com acompanhamento pós-venda e suporte técnico ágil faz toda a diferença. Que tal entrar em contato conosco? Podemos tirar todas as suas dúvidas e atender possíveis necessidades relacionadas ao assunto!

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    Gestão de custos para hospitais: como fazer corretamente?

    Para que qualquer empreendimento tenha sucesso e seja sustentável, é importante que a organização e o controle financeiro sejam realizados com estruturação e planejamento.

    Nesse contexto, a gestão de custos para hospitais é fundamental, uma vez que essas instituições apresentam complexidades singulares nos processos de gerenciamento.

    Desenvolver uma visão clara de detalhamento dos valores e custos de maneira contínua e eficiente requer muito cuidado e controle estratégico. Foi pensando nisso que elaboramos este conteúdo.

    Abordaremos 5 dicas práticas a serem implementadas para otimizar a gestão de custos para hospitais, garantindo mais produtividade e previsibilidade no cotidiano da instituição. Continue acompanhando este post e se torne expert no assunto!

    Gestão de custos para hospitais: qual a importância e como fazer?

    Antes de adentrarmos nas principais dicas para fazer um bom gerenciamento dos custos em hospitais, é imprescindível que os colaboradores entendam em que consiste essa gestão e qual a importância que ela representa para qualquer empreendimento.

    A gestão de custos se resume em identificar, classificar e organizar os dados relacionados aos gastos de serviços e produtos, transformando essas informações em relatórios padronizados para auxiliar processos fiscais e tomadas de decisão.

    Quando tratamos de instituições de saúde, os custos estão relacionados tanto às despesas fixas e mais simples, como água e luz, quanto aos gastos com materiais, o tempo de ociosidade de equipamentos médicos e, até mesmo, os períodos de espera para atendimento de pacientes.

    Essas instituições compreendem complexidades peculiares em relação aos custos fixos e variáveis, uma vez que o atendimento hospitalar por si só é uma prestação de serviço. Logo, apenas a compreensão do preço final de produtos e equipamentos não é suficiente.

    É em virtude desses fatores que implantar tal gerenciamento apresenta desafios. Além do quadro de profissionais e serviços ser múltiplo, existe um grande volume de dados a ser registrado. Confira, a seguir, as dicas que preparamos sobre o assunto!

    Identifique e classifique todos os custos do hospital

    Considerando que os custos são os valores necessários de investimento para finalizar determinado serviço hospitalar, sua identificação é o primeiro passo para fazer uma gestão com qualidade. A partir disso, é possível classificá-los em diretos e indiretos.

    Os custos diretos são aqueles envolvidos diretamente em determinado produto ou serviço, podendo ser identificados em relação à quantidade consumida. Exemplos desse tipo de custo são os medicamentos administrados e o período dos profissionais de saúde.

    Já os custos indiretos correspondem àqueles que não podem ser diretamente relacionados ao serviço hospitalar prestado. Por exemplo, a energia elétrica requerida para um centro cirúrgico durante determinadas horas ou a mão de obra de serviços auxiliares.

    A soma dos custos indiretos e diretos possibilita, então, que a produção médica seja agregada às despesas operacionais (financeiras, tributárias e administrativas), sendo os serviços médicos entregues ao mercado de acordo com os devidos custos dos processos envolvidos.

    Mapeie a cadeia de processos hospitalares

    Assim que os custos do hospital são identificados e classificados, é preciso mapear a cadeia de processos. Ou seja, saber exatamente como e onde os recursos disponíveis são aplicados para, então, conseguir examinar todo o serviço com uma visão macro.

    Essa prática tem o potencial de levar a estratégias inteligentes, uma vez que a construção de um mapeamento robusto e completo pode nortear tomadas de decisão no ambiente hospitalar e aumentar a previsibilidade de custos com fornecedores.

    É importante ressaltar que um mapeamento inteligente requer que os três grupos de valores (custos, despesas e gastos) sejam segmentados corretamente para economizar recursos e otimizar o faturamento.

    Minimize os gastos supérfluos

    É fato que a qualidade do serviço de saúde prestado aos usuários da organização é uma questão fundamental e deve ser considerada um ponto-chave quando tratamos do gerenciamento hospitalar.

    Os gastos se referem aos valores que não estão previstos no planejamento da organização. Dessa maneira, mais do que garantir um serviço de confiabilidade, é fundamental ter um sistema estratégico para otimizar as tomadas de decisão, sobretudo quando o assunto é corte de gastos.

    Além de identificar os custos e ter conhecimento de como e onde os recursos são aplicados, é necessário verificar se há gastos supérfluos ou desperdício no hospital. A implementação de protocolos assistenciais, por exemplo, pode verificar se a realização de exames está excessiva e pode ser reduzida.

    Compreenda as despesas do hospital

    Diferentemente dos custos e gastos, as despesas são os montantes requeridos para a manutenção dos processos internos do hospital e estão diretamente relacionadas à lucratividade e à assistência da instituição de saúde.

    Compreender as despesas é imprescindível para realizar uma gestão de custos para hospitais de maneira eficiente. O entendimento desses valores auxilia a reconhecer áreas e operações hospitalares que podem ser melhoradas e fortalecidas para gerar resultados cada vez melhores.

    Analise o mercado

    Uma das vantagens do gerenciamento de custos hospitalares é a possibilidade de calcular os valores de produção para, em seguida, aplicar uma margem de lucro sobre esse montante, com o objetivo de rentabilizar o serviço prestado.

    Nesse contexto, a análise de mercado representa a identificação da demanda e como a instituição se posiciona diante dela. Porém, é importante considerar a proposta de valor percebida pelos pacientes, pois o preço dos serviços é referente não somente aos seus custos e à margem de lucro, mas também à forma como ele é valorizado no mercado.

    Além disso, é imprescindível escolher os fornecedores com bastante cautela. Empresas sérias que trabalhem com produtos de qualidade e prestem um bom serviço pós-venda. Afinal, muitas vezes o barato sai caro e essa escolha pode fazer toda a diferença.

    Os gestores ainda podem usufruir de alguns parâmetros de comparação dentro do segmento hospitalar, como o benchmarking. Conhecer os serviços e a precificação dos concorrentes é uma maneira de garantir a competitividade no mercado e saber se seus custos estão mais baixos ou altos do que deveriam.

    Ainda, o faturamento e a lucratividade finais da instituição estão ligados diretamente a uma gestão mais produtiva, assim como o envolvimento dos colaboradores do hospital. Sendo assim, um dos aspectos mais importantes é a integração dos funcionários para que essas pessoas compreendam os custos e contribuam com tomadas de decisão positivas.

    É fato que existem grandes desafios na gestão de custos para hospitais, sobretudo no gerenciamento de valores antigos e novos das instituições de saúde. Porém, o conhecimento dos detalhes de cada um desses valores, como custos, despesas e gastos é imprescindível para que essas organizações mantenham o padrão de qualidade de recursos, serviços e atendimento.

    O que você achou dessas dicas? Acha que consegue implementá-las para uma melhor gestão de custos no hospital em que você trabalha? Então, assine nossa newsletter e continue por dentro de conteúdos relevantes como este!

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