O dia a dia do setor de compras de uma clínica ou hospital é repleto de desafios. O setor lida com os recursos, negocia com fornecedores e precisa ter um conhecimento do mercado para se valer das melhores estratégias, evitando prejuízos.
Por isso, para auxiliar esse trabalho, é fundamental fazer uma análise detalhada dos dados para saber como está o desempenho do setor e quais caminhos seguir nas próximas negociações. Como fazer isso? Acompanhando os indicadores para a gestão de compras.
Quer alcançar a eficiência nesse departamento da sua clínica ou hospital? Então confira a seguir os principais indicadores para a gestão de compras. Boa leitura!
É um indicador que mede o intervalo de tempo entre a solicitação da compra e o atendimento efetivo dessa demanda. Em outras palavras: é o prazo de entrega do material. Mede, portanto, a eficiência na operação ou o sucesso no processo de compras.
O lead time é importante para fazer a programação das compras. Dessa forma, você não fica com o estoque desabastecido, prejudicando os serviços do hospital. Imagine faltar algum item para os atendimentos de emergência por conta de um lead time alto. Tendo ciência do prazo de entrega dos fornecedores, você pode se antecipar, evitando a falta de material.
Além disso, essa informação é importante para que os profissionais da área de compras possam entender o tempo decorrido da solicitação de um item até sua entrega.
Assim, podem repensar alguns processos internos: será que existe alguma etapa muito burocrática? Será que o tempo de aprovação para a compra no próprio hospital é que gera um lead time alto? O que pode ser feito para conseguir mais agilidade?
O indicador serve também para avaliar a conduta dos parceiros. Com isso, caso seja constatado que a empresa não cumpre os prazos acertados ou demora para entregar a mercadoria, é possível eleger outros fornecedores.
É o indicador para a gestão de compras que mede o prazo médio de pagamento às empresas fornecedoras. O cálculo tem como objetivo identificar a diferença entre a data da realização de um pagamento menos o dia em que tal compra foi faturada, ou seja, que o recurso saiu do caixa do hospital.
Qual a função de analisar esse prazo? Serve para fazer um controle eficiente do fluxo de caixa da empresa e também para entender qual é a sua relação de compra com os parceiros. Dessa forma, é sempre melhor para as receitas do hospital contar com prazos maiores e mais fracionados.
É claro que essa condição deve ser analisada, pois, em muitos casos, o pagamento à vista garante um bom desconto, o que pode valer a pena.
Quando as compras ocorrem em grande volume, fica mais fácil para o setor de compras negociar melhores preços e prazos de pagamento. Agora, quando a solicitação é feita para poucas quantidades, esse poder de negociação é, muitas vezes, perdido.
Por isso, é essencial conhecer o indicador para gestão de compras chamado de custo por pedido para saber se a instituição está gastando mais que o necessário.
Para realizar esse cálculo, é necessário dividir o total gasto no mês pela quantidade de pedidos realizados. Dessa forma, se o custo por pedido estiver elevado, o setor de compras pode tomar algumas providências, como:
É o indicador que mede a eficiência das empresas fornecedoras. Em um hospital, é essencial contar com parceiros comprometidos e que, dessa forma, não descumprem o que ficou acertado no momento da compra — o que poderia prejudicar os atendimentos aos pacientes.
A performance dos fornecedores inclui:
É ideal que o setor de compras faça a medição periódica desse indicador e consiga fazer parcerias com os melhores fornecedores, facilitando, assim, as próximas negociações para o hospital.
Um dos indicadores para a gestão de compras mais importantes é o saving. Com ele, é possível medir o ganho do que foi orçado em relação ao que foi adquirido — o que demonstra a eficácia de pesquisa e negociação do setor de compras.
Dessa maneira, o objetivo dessa métrica é saber quanto foi economizado com a compra, gerando, assim, um ganho financeiro para o hospital nas aquisições de produtos.
O setor de compras de um hospital tem a responsabilidade de adquirir os produtos de modo a fazer a reposição do estoque. No entanto, o desafio é saber a quantidade correta de itens necessários, para que seja possível abastecer o hospital e também evitar perdas por produtos em excesso.
Por isso, é necessário fazer o cálculo da precisão dos pedidos para que os recursos sejam direcionados de forma correta para as compras, evitando, assim, prejuízos ou falta de algum item. Para isso, é preciso verificar se as ordens de compra foram cumpridas de acordo com o solicitado ou se é necessário melhorar a gestão de estoque.
Por fim, o indicador para a gestão de compras que mede a evolução do preço compara os valores antes praticados com os atuais, com o objetivo de mensurar as oscilações durante as compras. O hospital pode usar esse indicador para analisar se há algum período com oferta melhor dos produtos.
Os indicadores para a gestão de compras são essenciais para que o hospital tenha uma eficiência maior em suas aquisições. Com eles, é possível avaliar os prazos de entrega, variação de preços e qualidade dos fornecedores — facilitando as próximas negociações.
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Manter os equipamentos do hospital ou da clínica com elevada qualidade e bom desempenho é fundamental no processo de promoção de saúde dos pacientes. A manutenção de ultrassom é um procedimento essencial para a realização de diagnósticos precisos, o que é decisivo para o tratamento e a recuperação do usuário. Assim, a imagem do hospital é impactada pela performance do equipamento, já que vidas dependem do bom desempenho do aparelho.
Preparamos, então, este conteúdo especial com informações sobre como fazer a manutenção de ultrassom. Aproveite a leitura e saiba mais sobre o tema!
O ultrassom é utilizado para diagnóstico, oferecendo dados precisos para o médico sobre o estado de saúde da pessoa. Ele é decisivo para que o médico possa realizar um bom trabalho e promover mais qualidade de vida para os pacientes.
Se o ultrassom não estiver funcionando bem, sua equipe pode ter sérios problemas. Afinal, as imagens formadas podem ficar menos nítidas, o aparelho pode parar de funcionar e o trabalho do médico pode ser prejudicado. O atendimento perde a qualidade e ainda passa a ser necessário repetir os exames, gerando custos adicionais para o hospital e retrabalho.
Um outro problema que pode surgir dessa situação é que a imagem do hospital fica prejudicada. Erros de diagnósticos, equipamentos danificados e consertos de última hora se tornam parte da rotina e podem causar uma impressão ruim no paciente. Isso pode trazer insegurança ou até motivá-lo a procurar outro hospital.
A manutenção de ultrassom é decisiva para a qualidade do trabalho no hospital ou na clínica. Ela contribui para que a equipe médica tenha uma boa rotina de trabalho e para que seja oferecido um serviço de alto padrão. Um equipamento revisado e bem cuidado otimiza a rotina e facilita o trabalho dos profissionais de saúde.
Há formas diferentes de realizar a manutenção de ultrassom. Veja, a seguir, quais são elas!
A manutenção corretiva acontece quando surge um comprometimento de forma não programada — você remedia algum defeito que o equipamento apresentou. O hospital não tem custo com revisões periódicas. No entanto, existe uma margem de insegurança no trabalho, pois as peças se desgastam, falta lubrificação, há acúmulo de sujeira e isso pode prejudicar o desempenho do ultrassom.
Além disso, a qualquer momento, o aparelho pode apresentar algum dano imprevisto. Consertos de última hora, no geral, são mais caros e exigem compras de peças com urgência. Não há tempo suficiente para pesquisar fornecedores e nem obter condições mais vantajosas de pagamento. Outra questão complexa é que a máquina pode parar de funcionar durante um atendimento, o que prejudica a credibilidade da instituição de saúde.
Na manutenção preventiva, a empresa realiza revisões programadas nos aparelhos, de acordo com um cronograma. A manutenção envolve a limpeza externa e interna, o ajuste das folgas, a avaliação do estado dos componentes e a lubrificação de partes do dispositivo.
A preventiva é a mais recomendada, porque ela antecipa danos no equipamento. A qualquer sinal de problema em uma peça, o componente já é substituído por outro em bom estado. Isso prolonga a vida útil do ultrassom e possibilita que a instituição de saúde evite imprevistos.
É importante lembrar que o console e os filtros de ar devem passar por uma limpeza semanalmente e que a sonda deve ter o gel removido a cada vez que é utilizada. Na manutenção preventiva, é realizada uma higienização mais profunda, em que o dispositivo é desmontado e os componentes são limpos com pano umedecido com água. Lembrando que os procedimentos citados devem ser realizados com a máquina desconectada da rede elétrica, para evitar o risco de choque.
Quando há uma manutenção preventiva, você faz uma parada planejada no trabalho. A agenda dos médicos não é prejudicada, basta ajustar os horários e não marcar atendimentos para o período de revisão. No caso da manutenção corretiva, é preciso fazer uma pausa nas consultas e resolver tudo às pressas. Médicos e pacientes acabam por enfrentar problemas com atrasos e reagendamentos.
A manutenção preventiva é mais barata, pois você tem tempo para preparar o orçamento, pesquisar preços e escolher condições melhores de pagamento. Não há retrabalho, apenas um fluxo de operações otimizado e eficiente.
A vida útil do aparelho também é aumentada, pois ele opera em melhores condições. Além disso, a manutenção preventiva garante mais qualidade para os processos, pois a máquina trabalha no seu melhor estado e é revisada periodicamente.
Realizar a manutenção de ultrassom sem o conhecimento técnico necessário pode gerar o risco de danificação do aparelho. Isso traz prejuízos financeiros, além de gerar problemas para a agenda dos médicos. O equipamento é muito sensível a intervenções e somente alguém preparado pode fazer uma boa revisão.
Contratar uma empresa especializada para realizar a manutenção do maquinário do hospital ou da clínica garante mais qualidade e segurança para médicos e pacientes. A medida evita incertezas na manipulação dos equipamentos e minimiza a chance de erros. Além disso, os técnicos de corporações especializadas fazem testes para ver se a máquina está funcionando bem. Isso garante mais tranquilidade para o dia a dia e possibilita que os dispositivos tenham o melhor desempenho possível.
A manutenção de ultrassom é um processo muito importante para garantir mais qualidade e precisão para os exames realizados no estabelecimento. Com equipamentos revisados periodicamente e de forma planejada, é possível manter um fluxo de trabalho eficiente. Os médicos ficam satisfeitos com a gestão da instituição de saúde e os pacientes se sentem mais seguros e confiantes para contarem com os serviços do seu hospital ou da clínica.
Neste conteúdo, nós mostramos também o quanto é vantajoso realizar manutenções preventivas em vez das corretivas. Além disso, enfatizamos o quanto é importante contratar uma empresa especializada para realizar a manutenção do maquinário utilizado nas consultas e exames. E então? Gostou de saber mais sobre a manutenção de ultrassom? Aproveite e entre em contato com a nossa empresa! Teremos prazer em ajudar!
Uma das questões mais desafiadoras na gestão de equipamentos médicos (por mais tecnológicos que eles sejam) é o estabelecimento de uma manutenção preventiva com qualidade e frequência adequadas.
Ações precavidas conseguem gerar benefícios em toda a cadeia de prestação de serviços médicos e têm como objetivo prevenir possíveis falhas de peças e imprevistos operacionais — sejam eles automotivos, hidráulicos ou industriais.
Neste artigo, você compreenderá por que a manutenção preventiva é fundamental e os principais benefícios que residem não somente na redução de custos, mas também na diminuição de riscos aos colaboradores e pacientes. Interessado? Então vamos lá.
Para início de conversa, é importante atentar à periodicidade atribuída para cada equipamento. Normalmente ela é indicada pelo fabricante ou alguma norma (por exemplo, da Anvisa, do Inmetro, de uma IEC ou NBR).
Além disso, os prestadores de serviço que fazem uma manutenção preventiva de qualidade podem utilizar ferramentas para definir a periodicidade de acordo com programas que criam pontuações referentes às seguintes características:
Desse modo, é possível elaborar um cronograma para os gestores do hospital se programarem. Isso é importante, pois sabemos que muitas vezes os equipamentos estão sendo usados, e é difícil realizar a manutenção preventiva sem agendamento. A seguir, você confere os principais benefícios dessa manutenção preventiva.
Paradoxalmente, acidentes de trabalho na área de saúde apresentam uma taxa 34% maior do que em outros setores, o que aumenta exponencialmente o risco de ocorrerem danos tanto para os colaboradores quanto para os pacientes.
Mesmo que não contribuam com danos diretos, as falhas ou defeitos em equipamentos médicos podem induzir os profissionais da saúde a interpretarem resultados e situações erroneamente, chegando, por exemplo, em diagnósticos incorretos.
Isso mesmo. É possível reduzir os custos do hospital e programá-los e maneira mais eficaz. Isso acontece pois, quando a instituição de saúde não realiza a manutenção preventiva, pode ser que o aparelho falhe, requerendo gastos não programados para o momento.
Sabemos que o funcionamento da maioria dos equipamentos médicos é crítico, quase sempre a manutenção corretiva será urgente. Pode acontecer, inclusive, o cancelamento de procedimentos cirúrgicos e clínicos, gerando perda de tempo e estresse na rotina dos colaboradores.
Por outro lado, a manutenção preventiva consegue prever os custos de acordo com a programação previamente estabelecida. Se algum problema é detectado, é possível saná-lo antes que maiores complicações ocorram, o que acaba reduzindo os custos do hospital devido à previsibilidade orçamentária.
Outro ponto importante a ser considerado é a checagem dos acessórios externos acoplados aos equipamentos. Se eles não receberem manutenção periódica, podem danificar os mecanismos conectados, o que aumenta os custos.
Um exemplo disso são aparelhos que apresentam filtros de entrada. Se esses acessórios não forem trocados periodicamente, há grandes chances de entupimento e acúmulo de sujeira no interior do aparelho, o que pode danificar outras peças mais críticas e caras.
Equipamentos sempre funcionando em perfeito estado: esse é o objetivo de qualquer gestor dentro das instituições de saúde, não é mesmo? Por esse motivo a manutenção preventiva se faz tão imprescindível.
Durante esse processo acontece a limpeza adequada e a checagem (quantitativa e qualitativa) de vários itens do material. A checagem quantitativa avalia o desempenho do equipamento e garante uma visão geral da qualidade operacional.
Já a checagem qualitativa é realizada minuciosamente. Analisa-se, por exemplo, se há algum cabo solto, se o alarme está funcionando perfeitamente ou se o display está se apresentando como as especificações adequadas do fabricante.
Ademais, é preciso ponderar sobre o prolongamento desnecessário da vida útil e verificar se algum equipamento está demandando muitas manutenções corretivas. Nesse caso, o custo deve ser colocado em pauta, assim como uma possível troca da tecnologia.
Essa é uma consequência direta do último tópico. Se a vida útil aumenta, o estado operacional também aumenta, o que reduz a necessidade de reposições constantes. Afinal, equipamentos bem cuidados não precisam ser trocados com tanta frequência.
Vejamos uma analogia: se você tem um carro e realiza manutenções a cada 10 mil quilômetros rodados (frequência recomendada pela maioria dos fabricantes), você trocará itens necessários, fará o rodízio de pneus e a vida do automóvel será naturalmente prolongada.
No entanto, se você não realiza manutenções preventivas, há grandes chances de ocorrerem falhas inesperadas, como danificações no motor ou avarias no sistema hidráulico. Ações corretivas constantes farão com que você precise trocar de veículo, e a mesma coisa acontece com equipamentos médicos.
Instalações seguras apresentam menor probabilidade de se portarem indevidamente em qualquer tipo de procedimento. Nesse contexto, é imprescindível checar se os prestadores de serviços têm analisadores e simuladores calibrados para serem utilizados como referência.
Com isso é possível obter padrões certificados e atestar se o equipamento médico está dentro das especificações do fabricante, monitorando, diagnosticando e respondendo aos comandos adequadamente.
Além disso, a norma brasileira NBR IEC 60601 preconiza o teste de análise de instalações elétricas de equipamentos médicos com o objetivo de garantir a segurança de usuários e pacientes. Assim, escolher por empresas que prestam esse serviço realizando o teste de segurança elétrica certamente faz toda a diferença.
Viu como é fundamental que os gestores hospitalares se conscientizem sobre os benefícios que a manutenção preventiva exerce na gestão e controle dos equipamentos médicos?
Além de reduzir custos desnecessários e garantir experiências mais seguras aos pacientes e colaboradores, outra vantagem é que as consequências são percebidas a curto e longo prazo. Os procedimentos são então realizados com muito mais qualidade, sem perdas em função de falhas ou desligamentos.
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Atualmente, nenhum hospital consegue operar sem bons equipamentos. Por isso mesmo, uma gestão adequada também deve se preocupar com a manutenção de equipamentos hospitalares, de modo a garantir que tudo funcionará perfeitamente, facilitando o trabalho dos médicos e enfermeiros, além de oferecer um bom atendimento aos pacientes.
Mas você sabe exatamente quais preceitos essas manutenções devem seguir? E a periodicidade? Continue a leitura deste artigo e saiba tudo sobre o assunto!
Embora a manutenção dos equipamentos médico-hospitalares seja extremamente importante, essa ainda não é a realidade da maioria dos hospitais brasileiros.
No Distrito Federal, por exemplo, uma pesquisa do SindSaúde revelou que 80% dos equipamentos médicos não passam por manutenções periódicas. Esse é um risco enorme que pode tanto trazer prejuízos aos profissionais de saúde quanto aos pacientes e à saúde financeira do hospital.
Veja alguns benefícios de incluir a manutenção no seu calendário.
Muitos equipamentos médicos são caros e usam tecnologia de ponta. Isso significa que, ao realizar manutenções periódicas, você não terá de lidar com quebras, trocas de peças e paralisações de serviços.
Tampouco, terá que arcar com os custos indiretos dessas máquinas faltosas, como elevação nas contas de energia, desvalorização do equipamento danificado no mercado, remanejamento das agendas etc.
Assim, para as contas do hospital, é muito mais vantajoso financeiramente programar manutenções periódicas e preventivas do que apenas lembrar da situação quando os equipamentos começarem a dar problema.
Se os equipamentos passam por inspeções periódicas, as chances de eles estarem calibrados e de funcionarem de acordo com os padrões de qualidade exigidos são maiores. Isso significa mais segurança para os profissionais desempenharem seus serviços e também para os pacientes, que terão a garantia de um laudo adequado, de qualidade e correto.
A vida útil dos equipamentos é uma informação extremamente importante para o gestor quando ele ainda está planejando a compra desses itens. Afinal, é essencial saber por quanto tempo ele terá retorno sobre aquele investimento.
Mas, se as manutenções não são feitas da forma e nem no tempo programado, o equipamento poderá render menos do que o esperado, dar mais gastos e até parar de funcionar antes do previsto, exigindo uma compra nova fora do período programado e, claro, gerando um aumento desnecessário nas demandas financeiras do hospital.
Já está convencido de que é mais barato e seguro investir em manutenções periódicas dos equipamentos do que apenas se preocupar com o assunto quando esses aparelhos pararem de funcionar?
Pois saiba que existem basicamente dois tipos de manutenções que podem ser realizadas: a preventiva e a corretiva. Conheça mais sobre cada uma delas.
É aquela que deve ser realizada antes de surgirem as falhas, objetivando prolongar a vida útil do equipamento. Geralmente, ela é feita por meio de um roteiro produzido pelo setor de engenharia do hospital com a relação de todas as peças dos aparelhos, de modo a avaliar a produtividade, a segurança e o desempenho.
É a que acontece quando o equipamento já apresentou alguma falha devido à utilização inadequada ou sobrecarga, por exemplo. Assim, são realizadas ações para corrigir a falha já instalada.
A manutenção preventiva é a mais indicada para quem quer garantir o bem-estar dos pacientes, a acuidade dos equipamentos e a redução de custos. Mas é também a que costuma gerar mais dúvidas nos gestores. Por isso, separamos algumas dicas importantes sobre ela. Confira logo abaixo!
Para implementar uma metodologia de priorização dos equipamentos, é importante levantar algumas informações básicas, como:
A partir de então, é possível priorizar os equipamentos por meio de alguns critérios, como:
Muitos hospitais sofrem com a falta de indicações dos fabricantes sobre o que inspecionar nas manutenções. Para criar roteiros, sugerimos alguns procedimentos de fácil compreensão, mas bastante importantes, que são:
Além desses itens, sempre considere as recomendações dos fabricantes e as normas governamentais. Também é importante observar os históricos de manutenção corretiva, de modo a identificar as falhas mais frequentes e, assim, criar procedimentos específicos para reduzir a ocorrência desses problemas.
É possível também dividir as manutenções em duas categorias:
Essa é uma das tarefas mais complexas de qualquer programa de manutenção e não existe uma fórmula única capaz de resolver todas as questões. A sugestão mais usada é estabelecer a periodicidade de acordo com a frequência das falhas que as manutenções periódicas tentam evitar. Para isso, vale considerar:
Normalmente, uma boa frequência de manutenção é aquela em que menos de 5% dos equipamentos incluídos nos programas de manutenção preventiva apresentam falhas ou necessitam de conserto entre as manutenções.
Como você viu, a manutenção de equipamentos hospitalares é um assunto extremamente importante e que deve sempre ser considerado para garantir a boa gestão dos recursos, a segurança dos trabalhadores e, claro, a qualidade do atendimento aos pacientes.
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