Foco cirúrgico de teto: saiba como surgiu e quais os parâmetros

A cirurgia é uma das maiores invenções da medicina ocidental. Isso porque ela resolve, em poucas horas, problemas que seriam impossíveis de se resolver somente com o uso de medicamentos. As cirurgias salvam vidas!

Para realizar uma cirurgia de sucesso, você e a sua equipe precisam visualizar bem o que estão fazendo. Por isso, é notória a importância do uso do foco cirúrgico de teto na cirurgia.

Esse dispositivo composto por lâmpadas é fundamental para o sucesso do procedimento e do bem-estar do paciente. Você quer saber mais sobre o foco cirúrgico? Então, continue a leitura para descobrir!

Como surgiu o foco cirúrgico?

As técnicas cirúrgicas que temos nos dias de hoje não existiam antes do fim do século XIX. No passado, as cirurgias eram feitas de maneira rudimentar e os índices de mortalidade durante um procedimento cirúrgico eram altíssimos. Com o passar do tempo, os cirurgiões aprenderam com os seus erros e inventaram muitas inovações. Entretanto, ainda havia um obstáculo para eles: a ausência de luminosidade adequada no centro cirúrgico.

Até os anos 1880, as cirurgias eram feitas usando apenas a luz solar. Portanto, a arquitetura do bloco era projetada para receber bastante luz natural em pontos estratégicos, utilizando recursos como claraboias, janelas e espelhos. Mesmo com a ajuda da arquitetura, a luz solar não conseguia iluminar o corpo do paciente. A partir dessa necessidade, a energia elétrica foi introduzida nos locais onde eram feitos os procedimentos.

Analogamente, nessa época, surgiu um aparelho revolucionário: o foco cirúrgico. O uso desse equipamento fez com que as cirurgias ficassem mais sofisticadas e bem desenvolvidas. O desempenho dos cirurgiões e de suas respectivas equipes melhoraram muito, porque enxergavam melhor e não dependiam mais da luz do dia para fazer cirurgias. Em outras palavras, eles operavam com mais qualidade e em mais quantidade.

Para que serve o foco cirúrgico de teto?

Como sabemos, o foco cirúrgico de teto serve para ajudar a equipe médica durante a cirurgia. Ele é a ferramenta responsável por assegurar a visibilidade e a iluminação de alto nível para os profissionais da saúde que o utilizam na realização de cirurgias. Sem esse artifício, não é possível ter foco de luz nas zonas mais delicadas e específicas do corpo humano. Logo, esse dispositivo tem a função de tornar viável qualquer tipo de prática cirúrgica.

Quais são os parâmetros de medição do foco cirúrgico?

Os parâmetros que determinam a funcionalidade de cada tipo de foco cirúrgico são:

  • iluminância (lux);
  • iluminação central máxima (Ec);
  • campo de luz central.

Todos esses parâmetros são medidas e formas de iluminação que estão presentes nos dispositivos de foco de luz, e que fazem eles funcionarem de acordo com a necessidade da cirurgia.

Quais são os tipos de foco cirúrgico?

Há dois tipos de equipamentos: o foco cirúrgico de teto e o portátil. Cada um tem finalidade e jeito específicos. Veja:

Foco cirúrgico de teto

Como você sabe, o foco cirúrgico de teto ilumina todo o local no qual a cirurgia está sendo concentrada. Ele é fixado no teto do bloco cirúrgico para iluminar muito bem o corpo do paciente. As luzes são muito brilhantes e são feitas de tecnologias modernas que impedem a emissão excessiva de calor.

Foco cirúrgico portátil

O foco cirúrgico portátil — aquele que serve para iluminar as áreas que precisam de muita claridade para serem enxergadas pelo cirurgião — facilita a mobilidade do aparelho. Servindo para regiões que a falta de mobilidade do foco cirúrgico de teto não permite alcançar.

Em síntese, ter uma boa iluminação no centro cirúrgico é primordial para a realização de procedimentos cirúrgicos de sucesso e, também, para o avanço da medicina. Portanto, é importantíssimo investir nesses equipamentos, principalmente no foco cirúrgico de teto.

Na Medicalway você encontra o aparelho ideal! Temos o foco cirúrgico de teto perfeito para todos os tipos de cirurgias. Gostou do texto? Então, conheça mais sobre os focos cirúrgicos da Mindray, um dos principais fornecedores globais de dispositivos e soluções médicas!

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    4 equipamentos de centro cirúrgico indispensáveis

    Para que seu hospital realize cirurgias de modo eficiente, é essencial saber quais equipamentos de centro cirúrgico são obrigatórios.

    Assim, você terá à disposição as tecnologias mais recentes do setor, construindo um fluxo de trabalho seguro para o paciente e para os profissionais de saúde.

    Confira abaixo 4 aparelhos que não podem faltar em sua sala cirúrgica!

    1. Estativa Hyport Series (Mindray)

    • organização dos dispositivos do CC de forma otimizada;
    • melhor acesso ao paciente;
    • fluxo de trabalho eficiente;
    • design modular (flexibilidade) e ergonômico (posicionamento mais preciso).

    2. Eletrocardiógrafo Beneheart R12 (Mindray)

    • um dos modelos de 12 derivações mais leves do mercado;
    • autonomia das baterias de íons de lítio — mais de 3,5 horas de uso contínuo;
    • visualização de imagem para revisão instantânea na tela;
    • formas de onda estáveis, limpas e precisas;
    • análises de ECG de modo ágil e confiável.

    3. Aparelho de anestesia A7 (Mindray)

    • misturador eletrônico ajusta e aplica rapidamente o gás fresco em qualquer taxa de fluxo;
    • aplicação de anestesia de baixo fluxo contínua e segura a todos os pacientes;
    • tela de 15 polegadas em cores sensível ao toque;
    • ampla possibilidade de modos de ventilação;
    • sistema iChart-OR integra monitoramento, aplicação de anestesia e dados do tratamento.

    4. Foco cirúrgico HyLed (Mindray)

    • tecnologia LED — economia de energia e iluminação eficiente;
    • funciona até 40.000 horas;
    • fonte de luz confortável — sem aquecimento;
    • conta com sistema de câmera HD;
    • destaque para a ergonomia.

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    O que podemos esperar do mercado de equipamentos médicos?

    Acompanhar os recentes avanços no mercado de equipamentos médicos é muito importante para conseguir mais eficiência operacional e qualidade no seu hospital. Há uma série de inovações que podem melhorar o fluxo de processos na instituição hospitalar e promover melhorias na assistência oferecida aos pacientes.

    Neste conteúdo especial, vamos mostrar as principais tendências no setor, para que a sua clínica não fique para trás. Para isso, vamos falar do estado atual do mercado de equipamentos médicos e também apresentar quais são as possibilidades para os próximos anos.

    Ficou interessado? Continue acompanhando e saiba mais sobre o assunto!

    Como está o mercado de equipamentos médicos?

    Vamos apresentar o panorama atual do mercado de equipamentos médicos. Veja mais a seguir!

    Crescimento da oferta de equipamentos médicos

    O envelhecimento da população traz novas necessidades para a área da saúde, exigindo a amplificação do arsenal de recursos para lidar com patologias e questões associadas à maturidade da população. Além disso, diversas tecnologias vêm sendo incorporadas nos segmentos da saúde, gerando pesquisas com elevado potencial de proporcionar um melhor atendimento para a população mundial.

    Os equipamentos médicos têm um papel decisivo nesses processos, sendo fundamentais para auxiliar os profissionais da saúde na manutenção da vida e preservação da integridade dos pacientes.

    Novas tecnologias

    As tecnologias avançam continuamente e novas possibilidades surgem a cada dia. No mercado de equipamentos médicos, podemos notar que há tendências promissoras.

    A telemedicina, por exemplo, já é uma realidade. Ela é a realização de práticas médicas a distância, seja a emissão de laudos ou acesso a resultados de exames, por exemplo. Ela permite ampliar o acesso à medicina, viabilizando que pessoas de regiões mais remotas possam ter acesso a especialistas e recursos que se concentram em capitais ou grandes centros de referência em saúde.

    Outro recurso que vem ganhando espaço na área de equipamentos é a inteligência artificial, que são os dispositivos capazes de realizar algumas das funções cognitivas humanas, como mensurar, tomar decisões e resolver problemas. Para isso, os aparelhos se baseiam em redes neurais artificiais que proporcionam o aprendizado das máquinas (conhecido como machine learning).

    A robótica também já é utilizada na área de aparelhos para medicina, sendo importante para a realização de procedimentos cirúrgicos. Ela permite melhorar a precisão do cirurgião e viabiliza a realização de procedimentos menos invasivos.

    Mudanças na gestão

    As novas tecnologias no mercado de equipamentos médicos geram impactos sobre a gestão hospitalar. Elas exigem um aumento da eficiência no controle de manutenções, demandando o estabelecimento de cronogramas que envolvam todos os equipamentos e gerando a necessidade de priorização de uma abordagem preventiva nesse quesito.

    A tecnologia insere um maior dinamismo para a gestão hospitalar, facilitando processos e promovendo novas possibilidades, como a supervisão de atendimento a distância. Ela permite ampliar o acesso a um corpo de profissionais mais qualificado para confirmação de diagnóstico, esclarecimento de dúvidas e fornecimento de um tratamento mais efetivo.

    Ou seja, ela incrementa o hospital com um maior arsenal de saberes. Em termos de gestão, os dispositivos médicos geram a necessidade de administração das interações com médicos de fora, por exemplo.

    Os equipamentos médicos baseados em cloud computing também oferecem mais segurança e integridade para o manejo de informação, evitando a perda de dados, invasões no sistema e quebras de sigilo médico.

    O que é possível esperar para os próximos anos?

    É possível esperar várias modificações para o mercado de equipamentos biomédicos para os próximos anos. Veja mais a seguir!

    Expansão do mercado

    Segundo pesquisa da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde, divulgada pelo portal Saúde Business, em 2018 o mercado de dispositivos médicos movimentou R$ 10,5 bilhões no Brasil. Com os avanços em pesquisas, a oferta de equipamentos hospitalares se amplia e a rede de hospitais pode contar com um parque tecnológico diversificado e que proporciona mais precisão e eficácia em diagnósticos e tratamentos.

    Dados da mesma pesquisa apontam que em 2018 a alta da área de dispositivos médicos foi de 13,5%. Com a modernização e atualização constante da medicina, é essencial que os hospitais busquem incrementar seu parque tecnológico para oferecer tratamentos mais eficazes e para acompanhar as inovações que surgem nesse contexto.

    Tendências em equipamentos

    Uma importante tendência em equipamentos é a de integração de uma ampla variedade de dispositivos, o que é conhecido como Internet das Coisas. Ela amplia a rede de comunicação para o intercâmbio de informações e facilita a coleta de dados.

    Isso ajuda a rotina de pacientes e também proporciona um arsenal de registros que contribuem para o monitoramento, análise e para as reflexões dos médicos. Em telemedicina, a Internet das Coisas possibilita conectar os equipamentos analógicos às plataformas, para facilitar o envio de informações sem necessitar de uploads manuais.

    Melhoria da qualidade de vida do paciente

    Os equipamentos médicos proporcionam melhora da qualidade de vida dos pacientes. A tecnologia permite ao médico fazer mais procedimentos com agilidade e precisão, além de possibilitar que o profissional tenha mais recursos disponíveis para oferecer um bom tratamento. Com isso, o médico tem mais tempo para se dedicar a um atendimento humanizado e a realizar uma avaliação profunda da pessoa que está sendo cuidada.

    Além disso, o mercado conta com dispositivos que podem promover mais bem-estar para o paciente. Um exemplo é o biossensor transdérmico para diabéticos. Ele coleta dados sobre os níveis de glicose no sangue e evita que o paciente tenha que utilizar agulhas diariamente nessa aferição.

    As pesquisas avançam e os equipamentos são aprimorados para proporcionar tratamentos menos invasivos e que minimizem a dor e o desconforto. Há também dispositivos inteligentes que possibilitam fazer uma análise mais eficaz dos processos para que o tratamento seja conduzido de forma a proporcionar uma recuperação mais rápida.

    O mercado de equipamentos médicos está em constante atualização. Com o lançamento de novas tecnologias, a tendência é otimizar processos e promover uma maior humanização do cuidado. Os desafios da gestão hospitalar podem ser facilitados com o apoio de recursos modernos e projetados para terem melhor performance e eficiência operacional.

    Há uma série de possibilidades para incrementar o hospital e construir um parque tecnológico que ofereça o que há de melhor para a vida do paciente. Se você gostou de aprender mais sobre o mercado de equipamentos médicos, aproveite e entre em contato com a Medicalway e conheça nossos produtos e serviços!

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    Cardiotocografia: entenda a importância para a saúde do bebê

    Hospitais, maternidades e clínicas obstétricas que buscam oferecer um atendimento integral à gestante devem estar preparados para a realização da cardiotocografia (CTG). O exame avalia a vitalidade do bebê e indica o sofrimento fetal, trazendo alertas como a necessidade da antecipação do parto, por exemplo.

    O procedimento, normalmente realizado ao final da gestação, é rápido, indolor e não invasivo. É feito com um equipamento denominado cardiotocógrafo e muito útil principalmente em gestações de alto risco.

    Quer entender melhor como funciona a cardiotocografia e sua importância para a saúde da mãe e do bebê? Acompanhe nosso post e descubra por que disponibilizar esse exame é fundamental em instituições de saúde que fazem o atendimento a gestantes!

    O que é cardiotocografia?

    A cardiotocografia (CTG) tem por finalidade fazer um registro da atividade cardíaca fetal. O registro é feito em papel, na forma de traçado, e também observa as contrações uterinas e os movimentos fetais.

    A interpretação do exame é realizada por meio de uma análise do traçado resultante da atividade cardíaca fetal e de sua variabilidade — ou seja, espera-se que a frequência cardíaca fetal varie junto com movimentos e contrações uterinas. Os padrões esperados de variabilidade são bem documentados e, assim, detectam as alterações com mais facilidade.

    A CTG é um exame prático — pois não precisa da presença do operador ao lado da gestante —, relativamente barato e que traz resultados bastante confiáveis.

    Como é feito o procedimento?

    Para realizar o exame, a gestante pode ficar sentada ou deitada. Ela permanece confortável, pois o procedimento é indolor e não invasivo. São utilizados dois cintos com sensores na barriga da mãe: um para captar os batimentos cardíacos do feto e outro para descobrir a frequência e a intensidade das contrações uterinas. Se for uma gestação múltipla, há um sensor especial para cada coração.

    O equipamento utiliza um estímulo sonoro na barriga da gestante, com uma fonte com frequência de 500 a 1.000 Hz, com o objetivo de verificar a reação do bebê.

    Os dados obtidos são transmitidos para um papel ou para um monitor, em um gráfico, e depois são interpretados pelo médico. O exame pode ajudar a fazer uma avaliação do feto no final da gravidez ou durante o trabalho de parto — para averiguar se o bebê está em sofrimento, por exemplo.

    Como o exame pode ajudar a mãe e o bebê?

    A cardiotocografia (CTG) é fundamental para garantir que a gestação transcorre bem nas últimas semanas. Isso porque o resultado do exame, quando mostra algum desvio, pode indicar insuficiência na oxigenação cerebral do bebê. Essa deficiência pode ser causada por vários fatores, como:

    • posição do feto;
    • problemas na placenta;
    • cordão umbilical enrolado no pescoço do bebê.

    Desse modo, baseado no resultado da CTG, o obstetra pode definir o melhor momento e método para fazer o parto.

    O exame deve ser realizado, por exemplo, quando a gestante sente que o bebê não está se mexendo ou está se movimentando pouco. Assim, o médico poderá entender o que está acontecendo. A cardiotocografia é indicada também para:

    • verificação da frequência e intensidade das contrações durante o trabalho de parto;
    • avaliação das condições do bebê também no trabalho de parto;
    • rompimento da bolsa antes da 37ª semana de gestação;
    • gestações que ultrapassam 40 semanas para garantir que não há sofrimento fetal;
    • gestações de risco, no caso de mães com hipertensão, diabetes, cardiopatias, anemias, entre outros problemas;
    • suspeita de infecção dentro do saco gestacional.

    Com que frequência deve ser feito?

    O exame de CTG é comumente solicitado no final da gravidez, após 38 semanas em gestações que transcorrem normalmente, durante o trabalho de parto ou a qualquer momento (em gestações acima de 30 semanas), desde que haja necessidade de avaliar a vitalidade fetal.

    Assim, a frequência com a qual o procedimento deve ser realizado é a seguinte:

    • no caso de avaliação dos movimentos do bebê (caso a mãe relate que tenham diminuído): só até o procedimento apontar que está tudo bem;
    • após as 40 semanas de gestação: deve ser realizado a cada 48 horas;
    • no caso de gravidez de risco, por conta de alguma doença da mãe: a recomendação é que a CTG seja feita a cada semana ou a cada três dias, dependendo da condição de saúde da gestante.

    Quais sinais indicam sofrimento fetal?

    A cardiotocografia pode detectar sinais de sofrimento fetal. São eles:

    • FCF (Frequência Cardíaca Fetal) acima de 160 batimentos por minuto, que permanece assim, indica taquicardia fetal;
    • FCF abaixo de 110 batimentos por minuto indica bradicardia fetal;
    • o normal é que a FCF varie de acordo com os movimentos dos bebês ou quando ele escuta um barulho alto. Caso essa frequência permaneça constante ela indica sofrimento fetal;
    • quedas significativas na FCF demonstram desacelerações na frequência cardíaca do bebê;
    • desacelerações na FCF após as contrações podem indicar que o oxigênio do feto está diminuindo.

    Como prevenir uma gestação de alto risco?

    Segundo um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), 30 milhões de bebês nascem prematuros no mundo, com baixo peso ou ficam doentes e necessitam de cuidados especiais.

    A gestação de alto risco é uma realidade que pode ser causada doenças maternas, como hipertensão, diabetes ou infecções, pelo uso de álcool e drogas ou ainda ocorrer devido à obesidade, gestação múltipla, estresse ou por conta de outras doenças, como renais ou da tireoide. Há ainda situações de gravidez de risco por conta de um pré-natal mal executado.

    Independentemente da causa, para prevenir esse quadro é fundamental realizar o pré-natal, com todos os exames, como ultrassonografias e a cardiotocografia (se necessário). A mãe deve seguir as recomendações médicas, ter uma alimentação saudável, hidratar-se bem e realizar atividade física com moderação.

    Para que o acompanhamento da gestante seja seguro, ainda mais em casos de risco, é importante que a maternidade ou clínica médica tenha à disposição o exame de cardiotocografia. Esse é um procedimento de baixo custo que pode salvar vidas.

    Quer conhecer uma linha altamente tecnológica de cardiotocógrafos? Veja os equipamentos da Medicalway e ofereça o melhor para suas pacientes!

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