Veja 5 dicas para escolher o melhor fornecedor em fisioterapia para sua clínica. Manter o estabelecimento de saúde em bom funcionamento demanda uma série de investimentos importantes. Os equipamentos e artigos hospitalares são imprescindíveis para que os profissionais possam realizar um bom trabalho e oferecer cuidado integral ao público. Na clínica que oferece fisioterapia, não é diferente. Dispositivos e serviços de qualidade são decisivos para a recuperação e promoção da saúde. O fornecedor em fisioterapia é um agente muito importante nesse processo. Escolher a empresa certa para formar uma parceria é mais do que um objetivo, é uma necessidade.
Uma boa seleção pode resultar em sólidas relações de trabalho, concretizando uma parceria de confiança para o seu estabelecimento de saúde. Preparamos este conteúdo especial com dicas para escolher o melhor fornecedor em fisioterapia para a sua clínica.
Ficou interessado? Continue acompanhando e entenda mais sobre o tema!
Produtos de qualidade são decisivos para o oferecimento de um tratamento e atendimento de alto padrão. Além disso, a falha de um dispositivo pode resultar em graves danos para o paciente, além de prejudicar a imagem da instituição. Equipamentos e serviços de fisioterapia de baixa qualidade podem resultar em lesões, necessidades constantes de reparos e em custos adicionais com substituições. Já os recursos de bom desempenho contribuem para melhorar o fluxo de trabalho e formar um bom conceito da clínica.
Fazer parceria com um fornecedor de confiança é muito importante para que os ciclos de trabalho sejam desenvolvidos com sucesso. A relação com um fornecedor é de longo prazo e pede uma boa avaliação antes de escolher a corporação para fazer negócios. A sua imagem também está em jogo nesse processo, pois o desempenho do dispositivo e dos serviços serão associados diretamente à sua clínica.
Como escolher o melhor fornecedor em fisioterapia? Há diversas atitudes que podem contribuir bastante para a escolha do fornecedor em fisioterapia. Veja nossas dicas a seguir!
Fazer uma boa pesquisa é uma medida importante para conhecer quais são as a opções disponíveis no mercado. Para isso, você pode buscar dados nos meios virtuais, conversar com colegas de profissão e participar de eventos da área da saúde. Investigue as páginas da internet, conferindo as sessões nos sites das empresas encontradas.
Realize uma pesquisa aprofundada e tente contatar as empresas para ter uma noção sobre as condições em que elas negociam e fazem parcerias. Registre as informações coletadas, para analisá-las com calma depois.
Fazer parceria com uma corporação que está com problemas na imagem pode ser muito prejudicial. Os pacientes podem perceber o vínculo e deixar de frequentar a sua clínica. Além disso, há muita incerteza sobre a qualidade e integridade desse tipo de fornecedor. Assim, verificar a reputação da empresa é um passo importante para garantir uma parceria de sucesso.
Para isso, verifique as redes sociais da companhia, observando comentários e interações com o público. Faça contato com parceiros da organização e questione sobre as posturas do fornecedor, abordando questões como qualidade, forma de lidar com erros e cumprimento de prazos.
Fornecer serviços de alto desempenho na clínica é essencial para a prevenção, promoção e recuperação em saúde. Com um fluxo de trabalho pautado em uma estrutura sólida, os profissionais podem trabalhar melhor e a clínica pode construir uma boa imagem no mercado.
Para isso, é fundamental que o fornecedor em fisioterapia tenha como uma das prioridades a qualidade dos recursos e serviços oferecidos. O sucesso do seu estabelecimento depende não só da sua contribuição, mas também de uma parceria de negócios baseada em colaboração e compromisso mútuo.
Preços muito abaixo da média podem ser indicativos de produtos e serviços de qualidade inferior, o que pode gerar grandes prejuízos e retrabalho. O preço deve ser analisado, mas desconfie dos valores inferiores demais ao que é cobrado pelas outros fornecedores em fisioterapia.
Uma ótima forma de avaliar esses aspectos é considerar a relação custo-benefício. Isso significa analisar se o investimento realizado gera um retorno positivo, que esteja alinhado ou que supere as expectativas.
Contar com um bom atendimento e com o suporte do fornecedor em fisioterapia é fundamental para que haja sucesso na parceria. Esses dois fatores colaboram para facilitar a assimilação dos produtos e serviços na rotina, contribuindo para que a equipe tenha uma adaptação mais fácil.
Afinal, muitos equipamentos e dispositivos demandam capacitação da equipe para o correta aplicação. Com o passar do tempo, manutenções preventivas podem ser necessárias, assim como as revisões e calibrações. Contar com um fornecedor que auxilie nessas tarefas é essencial, principalmente em um cenário de grande carga de processos como uma clínica. Dessa forma, o fluxo de trabalho é melhorado e a parceria se consolida de forma satisfatória para ambas as partes.
A Medicalway é uma empresa que comercializa equipamentos hospitalares, médicos e de fisioterapia de qualidade elevada. A empresa possui matriz em Curitiba, no Paraná, e filiais em Santa Catarina e São Paulo. Os dispositivos comercializados são de alta tecnologia.
Além disso, fornecemos acompanhamento pós-venda e suporte técnico qualificado e ágil. Temos uma ampla tradição de mercado, com histórico de relacionamento sólido com nossos clientes. O custo-benefício de nossos produtos é adequado ao mercado e fornecemos excelentes serviços de manutenção. Nos destacamos pela grande tradição e experiência de mercado.
O fornecedor em fisioterapia é um agente importante para a clínica que disponibiliza serviços na área. Para encontrar uma boa empresa para fazer parceria, é fundamental investir em uma boa pesquisa e contatar fornecedores da área para conhecer as condições de negociação. Priorize o custo-benefício e a qualidade e seja criterioso na análise, pois a imagem da clínica e o bem-estar dos pacientes está em jogo.
E então? Gostou de nossas dicas para escolher o melhor fornecedor em fisioterapia? Aproveite e entre em contato com a Medicalway! Teremos prazer em ajudar!
A Norma Brasileira Regulamentadora – NBR nº 17025 é uma legislação aplicada em laboratórios do mundo inteiro para desenvolver um sistema de gestão para operações técnicas, administrativas e de qualidade. O texto aponta os requisitos a serem cumpridos pelos laboratórios de ensaios para que obtenham reconhecimento no mercado internacional e nacional por comprovar competência técnica.
Os elementos mais importantes decorrentes da NBR nº 17025 são: rastreabilidade, gestão da qualidade, padrão, avaliação de conformidade, acreditação, certificado e LIMs. Todos esses componentes precisam ser incorporados pelos laboratórios que desejam alcançar a excelência. Neste post, vamos explicar melhor esse conceito, sua relação com a ISO 9001 e seus benefícios.
Gostaria de saber como é possível aplicar a NBR nº 17025 e alcançar os seus objetivos? Acompanhe a leitura!
A NBR nº 17025 é uma norma criada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) com a finalidade de reger os Sistemas de Gestão da Qualidade dos laboratórios. Ela aponta os requisitos e princípios necessários para a realização de procedimentos de ensaios ou calibrações por meio de amostras. Há uma metodologia indicada nessa legislação.
Os laboratórios devem utilizar a NBR nº 17025 para realizar os procedimentos de calibrações e ensaios com o auxílio dos métodos normalizados ou não normalizados a serem por eles elaborados. A origem dessa norma se deu com a revisão e substituição da DIN EN 45001 e da ISO/IEC Guia 25, bem como pelo seu alinhamento com a ISO 9001.
Como você pode ver, a NBR nº 17025 se relaciona diretamente com os procedimentos de laboratório, razão pela qual exigem a implementação de um sistema de gestão de qualidade que seja capaz de gerar ótimos resultados. A ISO 9001, por sua vez, registra os requisitos para garantir a qualidade desses sistemas nas organizações para elevar a satisfação dos clientes.
Portanto, a NBR 17025 utiliza a ISO 9001 como referência e o laboratório que a implementa opera por meio dessa norma utiliza um Sistema de Gestão de Qualidade. Para implantar esses regramentos utiliza-se um Manual da Qualidade, Procedimentos de Gestão, Procedimentos Técnicos, Instruções de Equipamentos e Formulários para registros das atividades.
Um dos principais benefícios decorrentes da aplicação dessas normas é a credibilidade e confiabilidade no mercado. Um laboratório acreditado emite certificados de qualidade, oferece serviços de análises e fatura muito mais. Além disso, aumenta o comprometimento da equipe e a competência do pessoal. Veja a seguir como aplicar a NBR nº 17025!
INMETRO é o órgão brasileiro que se responsabiliza pelas certificações dos laboratórios no território nacional. O instituto tem tratados e acordos internacionais para acreditar outras instituições pela NBR nº 17025. A ISO audita essa organização para que atue como acreditadora com o auxílio da Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE) que faz o processo.
É preciso fazer um cadastro e cumprir alguns requisitos ao entrar em contato com o INMETRO. O laboratório deve seguir as diretrizes da NBR nº 17025 e a CGCRE vai rubricar certos documentos. Existem duas categorias de documentação, os normativos são obrigatórios, enquanto os orientativos não. Envie ao instituto as documentações de constituição da sua empresa.
O laboratório terá que participar de um ensaio de proficiência para realizar a calibração e comparar seus resultados com outras empresas já acreditadas. Os processos são feitos de forma imparcial por um terceiro, mas será fundamental ter o sistema da qualidade e as instalações prediais avaliadas pelo INMETRO. Depois de obter a acreditação, é necessário mantê-la.
Entendeu o que é e para que serve a NBR 17025? Saiba que o processo de acreditação pode demorar entre 6 até 12 meses em virtude da demanda que é bastante elevada e dos processos que são bem detalhados. O laboratório passará por uma pré-auditoria, receberá uma visita que avaliará o grau de assertividade de seus procedimentos.
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Para uma maior precisão e qualidade nos resultados de exames laboratoriais, existe a NBR 17025, uma norma que regulamenta o setor a fim de promover mais qualidade e confiança nas operações realizadas.
Caso contrário, se não houver um padrão de qualidade ou uma norma que regulamenta as operações, dificilmente é possível obter confiança quanto aos resultados obtidos por um laboratório. Basta imaginar a aplicação de vacinas, por exemplo, sem aprovação da qualidade por meio de normas específicas.
Conseguiu entender do que se trata e a importância da NBR 17025? Continue a leitura e entenda como ela se aplica nos laboratórios, suas vantagens em relação a ISO 9001 e os cuidados a serem tomados nos laboratórios!
Conforme mencionado, a atuação da NBR 17025 visa garantir a competência e resultados válidos dos laboratórios, o que exige o cumprimento de uma série de ações a partir de três atividades laboratoriais: calibração, ensaio e amostragem.
É preciso que a calibração, ou ajustes dos equipamentos, siga padrões internacionais de confiança. Tais informações estão descritas com mais detalhes no requisito 5.19 da NBR 17025.
Para comprovar a capacidade técnica de um produto ou material, é necessário adotar uma série de técnicas e procedimentos que medem a qualidade a partir das informações que descrevem o ensaio, a classe do ensaio, o produto ensaiado e a área de atividade.
A amostragem é o processo de coleta de amostras nos níveis e nas condições adequadas, para que seja possível posteriormente realizar o ensaio.
Ao seguir todos os requisitos e orientações da NBR 17025, o laboratório passa a ter um maior nível de qualidade e confiança nos resultados oferecidos, o que é indispensável para a satisfação e escolha dos clientes. Além do mais, muitos produtos só podem entrar em laboratórios que seguem normas e padrões mundiais de qualidade.
Assim como a NBR 17025, a ISO 9001 ajuda empresas e gestores na otimização da qualidade dos processos oferecidos. Porém, a ISO foca em empresas de diferentes setores e a norma em questão atua com exclusividade para laboratórios de amostragem e calibração.
Além disso, a ISO 9001 faz isso por meio de certificações do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ), que sinaliza as empresas dentro dos padrões de qualidade e as que precisam corrigir falhas e implantar melhorias. Por exemplo, padronizar as operações, reduzir custos e desperdícios etc.
A ação da ISO 9001 também aumenta a vantagem competitiva e a busca por atualizações constantes nos laboratórios, a ponto de oferecer mais agilidade no desenvolvimento dos produtos e serviços e buscar satisfazer cada vez mais os pacientes.
Esses benefícios se tornam ainda mais relevantes e significativos porque a adesão do SGQ não é uma obrigação ou pré-requisito, é uma ação voluntária para quem busca elevar o nível de qualidade e competência.
Como foi possível notar, por mais que tanto a NBR 1725 e a ISO 9001 não sejam obrigatórias, elas são essenciais e atuam como diferenciais para que laboratórios busquem constantemente por estruturas e equipamentos adequados e resultados confiáveis.
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Uma gestão eficiente da unidade de saúde exige muitos cuidados, tanto em relação à prestação dos serviços quanto na administração de recursos e materiais. Sendo assim, fazer a classificação dos itens hospitalares é fundamental para melhorar a logística, garantir os insumos necessários para a rotina de atendimento aos pacientes, otimizar os custos e evitar prejuízos financeiros.
Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para apresentar boas práticas para serem aplicadas como forma de classificar esses itens de forma correta e assegurar melhores resultados. Confira!
A classificação para utilização de material médico-hospitalar, no Brasil, é regulamentada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que conceitua como produtos hospitalares todos os equipamentos, materiais ou acessórios que estão agregados à proteção e defesa da saúde coletiva ou individual.
Os itens para a saúde são classificados em quatro classes de risco, levando em conta as normas estabelecidas na RDC 185/01, que estão alinhadas às particularidades específicas para o seu uso:
Além disso, as regras de classificação podem ser associadas da seguinte maneira:
Para entender melhor a respeito dessas regras, é possível acessar o tópico “Classificação” presente no anexo II, da RDC 185/01.
Depois de receber e conferir os materiais, o ideal é catalogá-los e armazená-los de acordo com suas características, frequência de utilização e prioridades. Determinados insumos necessitam de cuidados especiais, como refrigeração, enquanto outros precisam ficar mais perto do alcance das mãos, com a finalidade de agilizar o atendimento.
Essa classificação também vai servir para garantir uma armazenagem segura e correta dos materiais de saúde, que podem ser divididos com base na sua capacidade de corrosão, oxidação, fragilidade, volume, inflamabilidade, peso e demais. Também é preciso ter atenção para que tudo seja respoto nos mesmos locais e, assim, impedir a desorganização, dificuldade de aceso e aquisições desnecessárias.
Outra prática que pode contribuir para a classificação dos itens hospitalares é realizar um bom controle de estoque e, assim, evitar qualquer tipo de descontrole relacionado ao armazenamento dos materiais da unidade de saúde. Para isso, é preciso analisar e padronizar as rotinas de abastecimento, compreendendo de onde vem e para que locais vão os insumos estocados.
Dessa forma, fica mais fácil definir padrões de consumo, que vão ajudar para um melhor gerenciamento de custos e garantir que os atendimentos aos pacientes sejam realizados com excelência.
Fazer a contagem dos itens de tempos em tempos ajuda a administrar e identificar se tudo está saindo de acordo com o planejado, o que vai reduzir a margem de erros. No caso de materiais com custo mais alto, as contagens precisam ocorrer em períodos menores.
Essa periodicidade também pode ser estabelecida considerando a classificação de cada material, podendo ser quinzenal, mensal, semestral, entre outros. Os ajustes entre o volume físico e o informado ao sistema e, após, um comunicado para a equipe deve ser feito a respeito de eventuais divergências e questões a serem melhoradas.
5. Invista em tecnologia
Para colocar todas as práticas já apresentadas em ação, é importante contar com ferramentas tecnológicas disponíveis no mercado, como um software de gestão, já que oferece funcionalidades ideais para o alcance de atividades mais precisas, por exemplo, quantificar o consumo de materiais, cadastrar e rastrear os insumos, realizar conferências para evitar perdas e expiração da validade, impedir desvios, entre outras medidas importantes para o alcance de melhores resultados.
Como pode perceber, tomar certos cuidados quanto à classificação dos itens hospitalares é indispensável para reduzir custos, evitar prejuízos e oferecer um atendimento de qualidade, capaz de proporcionar uma melhor experiência aos pacientes e fazer com que a instituição ocupe um lugar de destaque no mercado.
Gostou deste artigo? Então, aproveite sua visita para entender por que é necessário realizar a manutenção corretiva de equipamentos médicos hospitalares!”.
