Para que qualquer empreendimento tenha sucesso e seja sustentável, é importante que a organização e o controle financeiro sejam realizados com estruturação e planejamento. Nesse contexto, a gestão de custos para hospitais é fundamental, uma vez que essas instituições apresentam complexidades singulares nos processos de gerenciamento.
Desenvolver uma visão clara de detalhamento dos valores e custos de maneira contínua e eficiente requer muito cuidado e controle estratégico da instituição de saúde. Foi pensando nisso que elaboramos este conteúdo.
Abordaremos diversas dicas práticas a serem implementadas para otimizar a gestão de custos para hospitais, garantindo mais produtividade e previsibilidade no cotidiano do estabelecimento de saúde. Continue acompanhando este post e se torne expert no assunto!
Antes de adentrarmos nas principais dicas para fazer um bom gerenciamento dos custos em hospitais, é imprescindível que os colaboradores entendam em que consiste essa gestão e qual a importância que ela representa para qualquer empreendimento.
A gestão de custos se resume em identificar, classificar e organizar os dados relacionados aos gastos de serviços e produtos, transformando essas informações em relatórios padronizados para auxiliar processos fiscais e tomadas de decisão.
Quando tratamos de instituições de saúde, os custos estão relacionados tanto às despesas fixas e mais simples, como água e luz, quanto aos gastos com materiais, o tempo de ociosidade de equipamentos médicos e, até mesmo, os períodos de espera para atendimento de pacientes.
Essas instituições compreendem complexidades peculiares em relação aos custos fixos e variáveis, uma vez que o atendimento hospitalar por si só é uma prestação de serviço. Logo, apenas a compreensão do preço final de produtos e equipamentos não é suficiente.
É em virtude desses fatores que implantar tal gerenciamento apresenta desafios. Além do quadro de profissionais e serviços ser múltiplo, existe um grande volume de dados a ser registrado. Uma gestão eficiente dos custos em hospitais pode ser um passo decisivo para o crescimento do estabelecimento, para a potencialização da margem de rendimento e também para a canalização de investimentos, de modo a otimizar o fluxo de trabalho e aperfeiçoar continuamente os serviços.
A gestão de custos para os hospitais é um processo decisivo para o alcance de melhores resultados. Um gerenciamento eficiente permite minimizar as glosas e potencializar a canalização de investimentos em alternativas que geram efeitos positivos para a instituição.
Vamos mostrar, a seguir, diversas indicações para fazer a gestão de custos corretamente no estabelecimento de saúde. Confira as dicas que preparamos sobre o assunto!
Considerando que os custos são os valores necessários de investimento para finalizar determinado serviço hospitalar, sua identificação é o primeiro passo para fazer uma gestão com qualidade. A partir disso, é possível classificá-los em diretos e indiretos.
Os custos diretos são aqueles envolvidos diretamente em determinado produto ou serviço, podendo ser identificados em relação à quantidade consumida. Exemplos desse tipo de custo são os medicamentos administrados e o período dos profissionais de saúde.
Já os custos indiretos correspondem àqueles que não podem ser diretamente relacionados ao serviço hospitalar prestado. Por exemplo, a energia elétrica requerida para um centro cirúrgico durante determinadas horas ou a mão de obra de serviços auxiliares.
A soma dos custos indiretos e diretos possibilita, então, que a produção médica seja agregada às despesas operacionais (financeiras, tributárias e administrativas), sendo os serviços médicos entregues ao mercado de acordo com os devidos custos dos processos envolvidos.
Assim que os custos do hospital são identificados e classificados, é preciso mapear a cadeia de processos. Ou seja, saber exatamente como e onde os recursos disponíveis são aplicados para, então, conseguir examinar todo o serviço com uma visão macro.
Essa prática tem o potencial de levar a estratégias inteligentes, uma vez que a construção de um mapeamento robusto e completo pode nortear tomadas de decisão no ambiente hospitalar e aumentar a previsibilidade de custos com fornecedores.
É importante ressaltar que um mapeamento inteligente requer que os três grupos de valores (custos, despesas e gastos) sejam segmentados corretamente para economizar recursos e otimizar o faturamento.
É fato que a qualidade do serviço de saúde prestado aos usuários da organização é uma questão fundamental e deve ser considerada um ponto-chave quando tratamos do gerenciamento hospitalar.
Os gastos se referem aos valores que não estão previstos no planejamento da organização. Dessa maneira, mais do que garantir um serviço de confiabilidade, é fundamental ter um sistema estratégico para otimizar as tomadas de decisão, sobretudo quando o assunto é corte de gastos.
Além de identificar os custos e ter conhecimento de como e onde os recursos são aplicados, é necessário verificar se há gastos supérfluos ou desperdício no hospital. A implementação de protocolos assistenciais, por exemplo, pode verificar se a realização de exames está excessiva e pode ser reduzida.
Diferentemente dos custos e gastos, as despesas são os montantes requeridos para a manutenção dos processos internos do hospital e estão diretamente relacionadas à lucratividade e à assistência da instituição de saúde.
Compreender as despesas é imprescindível para realizar a gestão de custos para hospitais de maneira eficiente. O entendimento desses valores auxilia a reconhecer áreas e operações hospitalares que podem ser melhoradas e fortalecidas para gerar resultados cada vez melhores.
Uma das vantagens do gerenciamento de custos hospitalares é a possibilidade de calcular os valores de produção para, em seguida, aplicar uma margem de lucro sobre esse montante, com o objetivo de rentabilizar o serviço prestado.
Nesse contexto, a análise de mercado representa a identificação da demanda e do modo como a instituição se posiciona diante dela. Porém, é importante considerar a proposta de valor percebida pelos pacientes, pois o preço dos serviços é referente não somente aos seus custos e à margem de lucro, mas também à forma como ele é valorizado no mercado.
Além disso, é imprescindível escolher os fornecedores com bastante cautela, selecionando empresas sérias e que trabalhem com produtos de qualidade, além de prestar um bom serviço pós-venda. Afinal, muitas vezes o barato sai caro e essa escolha pode fazer toda a diferença.
Os gestores ainda podem usufruir de alguns parâmetros de comparação dentro do segmento hospitalar, como o benchmarking. Conhecer os serviços e a precificação dos concorrentes é uma maneira de garantir a competitividade no mercado e saber se seus custos estão mais baixos ou altos do que deveriam.
Ainda, o faturamento e a lucratividade finais da instituição estão ligados diretamente a uma gestão mais produtiva, assim como o envolvimento dos colaboradores do hospital. Sendo assim, um dos aspectos mais importantes é a integração dos funcionários para que essas pessoas compreendam os custos e contribuam com tomadas de decisão positivas.
É importante fazer um uso inteligente dos recursos no hospital, visando a minimização dos desperdícios. A proposta é promover economia onde são encontradas aberturas para isso. A energia elétrica, por exemplo, pode ser melhor aproveitada se computadores forem desligados durante pausas e momentos em que não são utilizados. Nesse contexto, destacamos que é necessário promover a conscientização dos colaboradores.
O fluxo de trabalho também pode ser gerenciado de forma mais cuidadosa e otimizada, evitando atrasos. Isso porque o acúmulo de procedimentos fora de pontualidade pode prejudicar a logística da instituição e a produtividade.
Destacamos também que é essencial contar com políticas de confirmação de consultas e exames, evitando as faltas que podem ser muito dispendiosas. Outra maneira de otimização é investir em equipamentos mais modernos e tecnologias em saúde, que em geral, consomem menos energia elétrica. Há dispositivos também que captam o material e enviam os conteúdos diretamente para o computador, o que evita custos com filmes radiológicos, impressões e revelação.
Há uma série de tecnologias no mercado que podem contribuir para uma boa gestão de custos no hospital. Os softwares de gestão, por exemplo, permitem controlar e organizar a informação com precisão e qualidade, de forma integrada e eficiente. Dessa forma, é mais fácil gerenciar os processos, gerando um fluxo de trabalho mais efetivo e a redução das glosas.
A comunicação também pode ser otimizada com apoio das soluções informatizadas. Isso permite minimizar erros e desencontros de informação, o que evita desperdícios.
Além disso, conforme mencionamos, equipamentos mais modernos podem se integrar a outras tecnologias e operar com maior eficiência energética. Isso permite poupar recursos, possibilitando uma canalização de investimentos em outras demandas.
Uma instituição de saúde apresenta uma série de necessidades, demandando investimentos e uma avaliação cuidadosa para a canalização adequada dos recursos. Os aspectos devem ser elencados em uma lista de prioridades, com constantes avaliações sobre quais itens devem vir em primeiro lugar e quais aspectos podem ser analisados em outro momento.
A proposta não é ficar adiando a resolução dos problemas, mas sim tomar as providências corretas em tempo adequado. Os custos de manutenção de um hospital são muitos, sendo necessário avaliar cada demanda com cuidado, para evitar a sobrecarga das finanças.
A padronização de processos é a criação de protocolos específicos para cada demanda, gerando mais uniformidade para o fluxo de trabalho. Ela contribui para melhorar a agilidade de resposta e para potencializar o desempenho da instituição.
Isso significa que o hospital vai ter procedimentos mais rápidos e um uso mais efetivo do tempo. Dessa forma, é possível atender mais pacientes mantendo a boa qualidade e minimizando equívocos e atrasos.
Contar com uma equipe capacitada é fundamental para garantir a qualidade dos procedimentos e a credibilidade da instituição. Nesse contexto, é necessário realizar contratações com muita atenção, buscando profissionais com os conhecimentos necessários e que tenham um perfil adequado às exigências do estabelecimento.
Outra medida essencial é buscar capacitar a equipe. Os treinamentos e práticas de formação contribuem para aumento da bagagem de conhecimentos e para a consolidação de saber teórico-prático na rotina hospitalar. Dessa forma, é possível fortalecer a rede de atendimento, aumentar a confiança do paciente e incentivar os colaboradores com os processos de aprendizagem.
Contar com um parque de aparelhos de alta tecnologia e qualidade é essencial para a credibilidade da instituição e para uma gestão adequada dos custos. Equipamentos de desempenho inferior apresentam defeitos com facilidade e demandam manutenções corretivas com frequência, o que pode ser muito caro em longo prazo.
Além disso, é necessário destacar que aparelhos de baixa qualidade estão suscetíveis a falhas durante o uso, o que pode gerar uma série de problemas. O paciente pode ser seriamente prejudicado ou colocado em risco. Além disso, a agenda e a logística hospitalar são afetadas negativamente.
Para evitar imprevistos como esses, aposte em equipamentos de fornecedores de confiança, sempre avaliando a qualidade e a relação custo-benefício, e submeta os dispositivos à higienização e revisão com frequência.
As manutenções corretivas são aquelas em que o equipamento tem algum dano e passa pela revisão e conserto. Em geral, ela exige a parada do fluxo de trabalho, tendo que ser realizada às pressas para minimizar os prejuízos na rotina. Além de ser arriscada, ela é cara, já que não há possibilidade de pesquisas de preços e avaliações. Conforme mencionamos, em alguns casos ela pode oferecer risco ao paciente.
A manutenção preventiva é mais barata, econômica, sendo realizada de forma planejada. Ela garante segurança e evita que os imprevistos aconteçam. A qualquer sinal de peça defeituosa ou ponto disfuncional, o técnico realiza as substituições, evitando problemas. A agenda pode ser manejada adequadamente, para que o fluxo de trabalho continue e os horários de consultas e procedimentos não sejam prejudicados. Além disso, a manutenção preventiva de aparelhos médicos permite aumentar a vida útil da máquina, o que é positivo para a gestão de custos em longo prazo.
Não dedicar a atenção necessária para a gestão de custos em hospitais pode prejudicar os resultados da instituição. Sem esse gerenciamento, os processos se tornam ineficientes, com muitas falhas, além de má distribuição do fluxo de trabalho e imprevistos. Além disso, a agenda fica desorganizada, incluindo muitos atrasos e com muito tempo de ociosidade para profissionais. Isso consolida uma imagem negativa diante do paciente, diminuindo a confiança dele no hospital.
Com uma gestão de custos eficiente, é possível melhorar a qualidade dos processos, minimizar glosas e desenvolver uma imagem sólida no mercado. Os planejamentos são concretizados em ações produtivas, sendo o bem-estar do paciente colocado em primeiro lugar.
É fato que existem grandes desafios na gestão de custos para hospitais, sobretudo no gerenciamento de valores antigos e novos das instituições de saúde. Porém, o conhecimento dos detalhes de cada um desses valores — como custos, despesas e gastos —, é imprescindível para que essas organizações mantenham o padrão de qualidade de recursos, serviços e atendimento.
O que você achou dessas dicas? Acha que consegue implementá-las para uma melhor gestão de custos no hospital em que você trabalha? Aproveite e compartilhe este conteúdo com seus colegas nas redes sociais!
A tecnologia na área médica serve para acelerar processos, melhorar diagnósticos e tratamentos. Contudo, essas inovações não devem afastar médico e paciente. Os equipamentos são essenciais em diversos procedimentos, porém, para que a prática clínica seja completa e de qualidade, é imprescindível oferecer um atendimento humanizado.
O termo, que vem ganhando destaque nos últimos anos, refere-se ao acolhimento que o paciente precisa receber dos profissionais de saúde — principalmente em momentos de fragilidade, dúvidas e medo. Nesse sentido, as questões emocionais de quem é atendido não podem ser deixadas de lado.
Quer entender melhor o que é o atendimento humanizado, de que forma ele deve estar na conduta dos profissionais e os benefícios dessa prática? Acompanhe nosso post!
O atendimento humanizado na saúde acontece por meio de uma abordagem individualizada e focada em resolver as queixas dos pacientes.
Quando a pessoa procura ajuda médica ela está, muitas vezes, em uma situação delicada e cercada de incertezas. Assim, é natural que fique apreensiva. Nesse caso, o que a pessoa mais precisa é ser acolhida e ter alguém que possa escutá-la com atenção e respeito.
Os profissionais de um consultório, hospital ou uma clínica, que têm um contato direto com os pacientes, precisam assumir um comportamento ético, seguindo os preceitos de sua profissão em primeiro lugar.
Para isso, devem saber ouvir, respeitar e ter paciência com o público que será atendido. A palavra de ordem é empatia, ou seja, é preciso que o profissional saiba se colocar no lugar do outro, entendendo que o paciente está passando por um momento difícil e que procura um cuidado especial.
Para que isso ocorra, é necessário que médicos e outros profissionais:
Para que todos os processos da clínica ou do hospital ofereçam um atendimento acolhedor para pacientes e acompanhantes, é importante oferecer treinamentos para a equipe. Desse modo, toda a equipe estará pronta para realizar um atendimento de forma cordial — que vai desde o telefonema para agendar uma consulta até a transparência para avisar que a consulta vai demorar, por exemplo.
Esse tipo de abordagem se aplica também às instituições de saúde, como consultórios, clínicas e hospitais. Estamos falando do espaço físico, que deve ser confortável para o paciente, seus familiares ou acompanhantes. É importante ter uma recepção organizada com sofás, cadeiras, ar-condicionado e disponibilizar água e café. Ter televisão, revistas e rede wi-fi também é indicado.
Além disso, devem ter uma infraestrutura segura para os procedimentos e a preocupação de oferecer sempre o melhor para o público, estando em dia, por exemplo, com as tendências tecnológicas da sua área e com a manutenção dos equipamentos.
Os detalhes citados vão proporcionar um atendimento mais completo, mais conforto, e passar para o paciente a impressão de que a clínica se preocupa com o seu bem-estar.
A organização que preza por um atendimento humanizado volta o seu olhar também para a equipe, oferendo boas condições de trabalho. É fundamental que os gestores tratem os colaboradores da mesma forma que esperam que os pacientes sejam tratados.
Outro ponto importante é manter um canal de comunicação aberto para que os clientes possam expor suas queixas ou dificuldades.
Esses cuidados com os recursos humanos da instituição ajudam a reduzir as faltas e a rotatividade, ou seja, evitam prejuízos ao atendimento. Quando o colaborador está satisfeito em seu ambiente profissional, consegue realizar um serviço de melhor qualidade, — certamente isso terá reflexo na relação com o paciente.
Com o atendimento humanizado, todos os lados saem ganhando: pacientes, profissionais e instituições de saúde.
O paciente fica satisfeito e tranquilo com esse tipo de abordagem. Esse cuidado pode ter reflexo, inclusive, na aceitação do tratamento e sua cooperação para que tudo seja seguido de acordo com o recomendado pelo médico. Sem contar que a confiança no profissional e em sua equipe faz com que o paciente fique mais comprometido e retorne para a realização dos check-ups.
Para a equipe de saúde, principalmente o médico, o atendimento humanizado é uma forma de seguir os preceitos éticos da sua profissão e ganhar motivação com o trabalho, uma vez que os resultados são melhores quando o paciente está satisfeito.
É também uma maneira de aprimorar as técnicas da prática clínica, entendendo com mais facilidade as queixas das pessoas e qual a melhor maneira de conduzir o tratamento.
Por fim, para os estabelecimentos de saúde, os benefícios são:
Os hospitais e as clínicas que querem se diferenciar da concorrência e oferecer serviços de qualidade — centrados no paciente — devem adotar o atendimento humanizado em todos os seus procedimentos. Acolher as pessoas, respeitar momentos sensíveis e procurar oferecer o melhor traz ganhos não só para o tratamento, mas para a equipe de saúde e a instituição.
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A experiência do paciente tem sido debatida de forma recorrente em todas as esferas do cuidado e assistência à saúde — e um dos aspectos mais relevantes tem sido o de compreender as pessoas como seres humanos complexos, com objetivos e vivências particulares.
Dentro desse contexto, fornecer um atendimento humanizado é fundamental, uma vez que impacta não somente a fidelização dos pacientes, mas também a credibilidade construída ao longo do tempo em relação à instituição de saúde. Como consequência, temos um tratamento mais efetivo.
Assim, os hospitais estão investindo e preparando seus profissionais para trabalhar a experiência do paciente de forma cada vez mais constante e não apenas propagá-la como um termo banalizado na área da saúde.
Continue conosco e confira o conteúdo completo que elaboramos quanto à importância da experiência do paciente, bem como dicas para melhorá-la e os resultados que tais atitudes trazem para um atendimento de excelência!
Não é difícil concordarmos que os pacientes vão ao hospital — na maioria das vezes — devido a condições não tão desejáveis, certo? Seja para realizar um exame específico ou se submeter a algum tipo de procedimento cirúrgico, é comum que sentimentos como preocupação e medo acompanhem as pessoas nessas situações.
Nesse ponto, os gestores devem atentar ao conforto e sensação de aconchego e bem-estar que o ambiente consegue proporcionar. Existem medidas e pontos de atenção ao ambiente que devem ser implantados se o objetivo é impactar positivamente a experiência dessas pessoas. Veja mais a seguir.
Este é um aspecto bastante relevante, visto que, quando falamos sobre conforto, precisamos lembrar tanto dos pacientes quanto dos familiares e acompanhantes durante os procedimentos e no período de recuperação.
Ambientes que tenham espaços de circulação otimizados, além de jardins ou áreas abertas para espairecer fazem toda a diferença. Além disso, móveis como macas, sofás e cadeiras mais aconchegantes são modificações sutis que deixam esses indivíduos mais satisfeitos.
Mesmo que esse assunto seja um tanto quanto óbvio quando tratamos de um local tão crítico como o ambiente hospitalar, é importante que os colaboradores estejam atentos a esse princípio durante todo o tempo.
Qualquer espaço que lida com o cuidado à saúde parte do pressuposto de que os pacientes apresentam um sistema imune mais vulnerável. Levando em consideração essa preocupação, é fundamental que esses ambientes estejam sempre higienizados para que todos os frequentadores se sintam mais seguros e protegidos.
É fato que descansar pode ser particularmente difícil no hospital. Além de o ambiente não ser conhecido, certos barulhos e ruídos que acontecem durante o dia e a noite podem ser um tanto quanto desconfortáveis.
Além disso, a necessidade de realizar procedimentos de rotina, como coleta de sangue, aferição de pressão arterial e outros exames, tem o potencial de afetar consideravelmente os padrões de sono e descanso. Por isso, procurar por equipamentos e instrumentos hospitalares que tenham soluções integradas desenvolvidas com foco na experiência do paciente pode ser o diferencial do seu hospital.
Monitores médicos mais precisos, assim como alarmes e ruídos inteligentes devem ser priorizados. Ademais, as inovações tecnológicas em saúde vêm permitindo que cada vez mais dispositivos tenham notificações baseadas em evidências contextuais, o que reduz alarmes desnecessários e proporciona um ambiente mais tranquilo para o descanso.
Nós mencionamos no início deste artigo a importância do atendimento humanizado, que nada mais é do que unificar as habilidades técnicas e conhecimentos científicos a um tratamento mais humano, junto à compreensão e à empatia que essa relação exige.
Essa prática vem gerando resultados bastante positivos: além da fidelização ser otimizada, os tratamentos se tornam mais efetivos, uma vez que os pacientes confiam mais nos profissionais da saúde. Veja, a seguir, os principais fatores que integram o atendimento humanizado:
Quando falamos em atendimento personalizado, um exemplo interessante pode ser observado pelo hospital Marcelino Champagnat, uma instituição de Curitiba que desenvolve estratégias baseadas no modelo Planetree, metodologia que foca o cuidado centrado na experiência do paciente.
O hospital curitibano começou a implementar medidas especiais nesses quesitos, sendo que uma delas foi deixar livres os horários de visita e autorizar a presença de todos os familiares ou entes queridos durante o período de internação.
Tais ações podem parecer um tanto quanto ousadas para outras instituições, mas o fato é que pensar em revolucionar a experiência do paciente gera maior envolvimento dessas pessoas com sua saúde e tratamento e, consequentemente, mais sucesso e lucratividade para o hospital.
Por fim, é importante ressaltar que muitos gestores pensam que determinadas mudanças dentro do hospital parecem difíceis ou até impossíveis de serem implementadas, mas afirmamos que elas são mais fáceis do que se imagina. As ações podem começar da maneira mais simples, coletando informações sobre as preferências e as demandas dos colaboradores e pacientes por meio de uma pesquisa de satisfação, por exemplo.
A partir daí, é possível planejar, propor e colocar em prática as melhorias que ambos os públicos identificam como necessárias, desenvolvendo estratégias que estruturem processos específicos dentro do hospital. Dessa forma, os colaboradores se tornam mais engajados e capacitados, sendo possível implantar métodos inovadores para otimizar a experiência do paciente.
Viu como a experiência do paciente é um fator fundamental e relevante dentro do ambiente hospitalar? Agora que você já sabe como começar a implementar um atendimento de excelência, aprofunde seus conhecimentos sobre a importância do Atendimento Humanizado no cuidado à saúde!
As novidades do mercado, assim como a evolução da qualidade no cuidado à saúde e tratamentos hospitalares, são alguns dos principais motivos pelos quais é fundamental participar de eventos médicos.
Além disso, esses acontecimentos abordam descobertas científicas e debates importantes da medicina, bem como as tendências do setor de equipamentos hospitalares, contribuindo para que você se torne uma referência enquanto profissional.
Sabemos, no entanto, como a sua rotina é atribulada e não é uma prática fácil se atualizar com frequência com relação aos eventos e congressos que acontecem periodicamente. E foi pensando nisso que elaboramos este conteúdo.
Continue conosco e saiba mais os eventos médicos dos quais você precisa participar, a relevância de cada um em seu próprio segmento e os assuntos que serão abordados nas próximas edições. Aproveite este post imperdível!
Para início de conversa, vamos abordar a Feira Hospitalar, que terá sua 26ª edição em 2019 e hoje pode ser considerado um dos maiores e mais importantes eventos médicos no setor da saúde das Américas. Afinal, a média de pessoas que visitam a feira todos os anos é cerca de 90.000.
A feira já é um acontecimento indispensável dos gestores hospitalares devido às grandes possibilidades de geração de novos negócios e oportunidades no que diz respeito às inovações tecnológicas.
Mas, apesar do nome, ela não se restringe apenas a hospitais. A Hospitalar abrange as áreas de produtos e serviços para laboratórios, farmácias, clínicas e consultórios. O mais interessante é a perspectiva integrada que a feira proporciona dos diferentes setores da saúde.
Além disso, é importante mencionar a credibilidade ímpar que o evento vem proporcionando durante todos esses anos, sendo um ponto de encontro previamente marcado entre os principais players da saúde.
Se você ainda não teve a oportunidade de comparecer à Feira Hospitalar, aproveite para fazer o seu credenciamento (se antecipado, ele é gratuito). A feira acontece em maio, entre os dias 21 e 24, em São Paulo.
Os maiores expositores de produtos, equipamentos e tecnologias na área da medicina marcarão presença na Hospitalar, e a Medicalway também terá seu estande, especificamente no Pavilhão Branco da feira.
Com o objetivo de proporcionar uma área de engenharia biomédica de alta qualidade e tecnologia de ponta, além de expor durante os dias do evento, a Medicalway também participará de um fórum e falará de produtos de parceiros e novos fornecedores da empresa.
Serão apresentados, por exemplo, os produtos e equipamentos das multinacionais Bojin — um dos maiores fabricantes de motores do mundo nas áreas médicas de ortopedia, cirurgia cardíaca e neurocirurgia.
Ademais, o fabricante Mindray também será um destaque para demonstrar determinados equipamentos de UTI, centros cirúrgicos e exames de ultrassonografia. Vale ressaltar que a expectativa para a feira, como sempre, é significativa, uma vez que o portfólio é especialmente elaborado para que os melhores equipamentos sejam conhecidos pelo mercado.
O Conahp (Congresso Nacional de Hospitais Privados) é realizado pela Associação Nacional de Hospitais Privados, sendo considerado um dos mais importantes eventos médicos do setor hospitalar. Ele acontecerá em São Paulo durante os dias 26, 27 e 28 de novembro e as inscrições se abrirão em breve.
Pode-se dizer que o principal objetivo do evento é demonstrar como é fundamental que o hospital assuma o papel de integrador em relação ao sistema de saúde como um todo.
E, por falar nisso, com o tema “Saúde baseada na entrega de valor”, todas as palestras terão como foco o debate sobre as perspectivas dos pacientes, modelos assistenciais e avanços tecnológicos. Além de ter uma área específica para a apresentação de trabalhos acadêmicos, outra aposta do congresso será focar a inovação, reunindo diversas startups que apresentarão suas soluções.
O Congresso do Hospital São Geraldo é especialmente voltado para a comunidade oftalmológica — uma das áreas da medicina que mais apresenta avanços tecnológicos ano após ano. O evento acontecerá em Belo Horizonte, de 7 a 9 de novembro de 2019, e contará com palestrantes nacionais e internacionais, fóruns, cursos e sessões interativas.
Além disso, a programação se divide entre diferentes temas como estrabismo, catarata e cirurgia refrativa, glaucoma, plástica ocular, neuro-oftalmologia e muito mais!
As inscrições já estão abertas, e é importante ressaltar que, no dia 6 de novembro, acontecerá um pré-congresso em que especialistas abordarão assuntos relevantes como exames complementares e lentes intraoculares.
Outra novidade que estreia nessa edição é o 1º Concurso HSG de Fotografias, no qual os participantes têm a chance de enviar imagens únicas que só a oftalmologia consegue proporcionar. Imperdível, não é mesmo?
Para os gestores, profissionais, investidores e influenciadores das regiões Norte e Nordeste do Brasil, a HOSPITALMED é a feira hospitalar mais completa. Ela acontece de 23 a 25 de outubro em Pernambuco e une os conceitos de inovação, negócios, conhecimento e saúde pública. No ano de 2018, a feira teve um aumento de quase 40%, e neste ano, a expectativa é que o evento cresça ainda mais.
Portanto, se você reside nas regiões Norte ou Nordeste e procura aprofundar seus conhecimentos das novas tendências, ampliar sua rede de contatos e ficar de olho nas novas tecnologias do mercado, não fique de fora!
Viu como é mais do que importante participar de tais eventos médicos para aprofundar seus conhecimentos e proporcionar um networking interessante? Por mais que essas feiras e congressos tenham o objetivo maior de lançar novidades e especialização de equipamentos, muitas vezes as tecnologias envolvidas reduzem custos e têm o potencial de poupar tempo e recursos do hospital!
Além disso, outros benefícios são garantidos. Veja:
É importante atentar às datas dos eventos e se programar para participar daqueles que são mais relevantes para você. Para tanto, vale pesquisar periodicamente pelos eventos que acontecerão durante o ano e fazer um planejamento antecipado.
Agora que você já está por dentro dos eventos médicos mais importantes do setor hospitalar, que tal seguir os perfis da MedicalWay nas redes sociais? Estamos no Facebook e Instagram. Dessa forma, você se atualiza constantemente com relação aos diversos assuntos da área!
