Gestão de custos para hospitais: como fazer corretamente?

Para que qualquer empreendimento tenha sucesso e seja sustentável, é importante que a organização e o controle financeiro sejam realizados com estruturação e planejamento. Nesse contexto, a gestão de custos para hospitais é fundamental, uma vez que essas instituições apresentam complexidades singulares nos processos de gerenciamento.

Desenvolver uma visão clara de detalhamento dos valores e custos de maneira contínua e eficiente requer muito cuidado e controle estratégico da instituição de saúde. Foi pensando nisso que elaboramos este conteúdo.

Abordaremos diversas dicas práticas a serem implementadas para otimizar a gestão de custos para hospitais, garantindo mais produtividade e previsibilidade no cotidiano do estabelecimento de saúde. Continue acompanhando este post e se torne expert no assunto!

Qual a importância da gestão de custos para hospitais?

Antes de adentrarmos nas principais dicas para fazer um bom gerenciamento dos custos em hospitais, é imprescindível que os colaboradores entendam em que consiste essa gestão e qual a importância que ela representa para qualquer empreendimento.

A gestão de custos se resume em identificar, classificar e organizar os dados relacionados aos gastos de serviços e produtos, transformando essas informações em relatórios padronizados para auxiliar processos fiscais e tomadas de decisão.

Quando tratamos de instituições de saúde, os custos estão relacionados tanto às despesas fixas e mais simples, como água e luz, quanto aos gastos com materiais, o tempo de ociosidade de equipamentos médicos e, até mesmo, os períodos de espera para atendimento de pacientes.

Essas instituições compreendem complexidades peculiares em relação aos custos fixos e variáveis, uma vez que o atendimento hospitalar por si só é uma prestação de serviço. Logo, apenas a compreensão do preço final de produtos e equipamentos não é suficiente.

É em virtude desses fatores que implantar tal gerenciamento apresenta desafios. Além do quadro de profissionais e serviços ser múltiplo, existe um grande volume de dados a ser registrado. Uma gestão eficiente dos custos em hospitais pode ser um passo decisivo para o crescimento do estabelecimento, para a potencialização da margem de rendimento e também para a canalização de investimentos, de modo a otimizar o fluxo de trabalho e aperfeiçoar continuamente os serviços.

Como fazer a gestão de custos para hospitais?

A gestão de custos para os hospitais é um processo decisivo para o alcance de melhores resultados. Um gerenciamento eficiente permite minimizar as glosas e potencializar a canalização de investimentos em alternativas que geram efeitos positivos para a instituição.

Vamos mostrar, a seguir, diversas indicações para fazer a gestão de custos corretamente no estabelecimento de saúde. Confira as dicas que preparamos sobre o assunto!

Identifique e classifique todos os custos do hospital

Considerando que os custos são os valores necessários de investimento para finalizar determinado serviço hospitalar, sua identificação é o primeiro passo para fazer uma gestão com qualidade. A partir disso, é possível classificá-los em diretos e indiretos.

Os custos diretos são aqueles envolvidos diretamente em determinado produto ou serviço, podendo ser identificados em relação à quantidade consumida. Exemplos desse tipo de custo são os medicamentos administrados e o período dos profissionais de saúde.

Já os custos indiretos correspondem àqueles que não podem ser diretamente relacionados ao serviço hospitalar prestado. Por exemplo, a energia elétrica requerida para um centro cirúrgico durante determinadas horas ou a mão de obra de serviços auxiliares.

A soma dos custos indiretos e diretos possibilita, então, que a produção médica seja agregada às despesas operacionais (financeiras, tributárias e administrativas), sendo os serviços médicos entregues ao mercado de acordo com os devidos custos dos processos envolvidos.

Mapeie a cadeia de processos hospitalares

Assim que os custos do hospital são identificados e classificados, é preciso mapear a cadeia de processos. Ou seja, saber exatamente como e onde os recursos disponíveis são aplicados para, então, conseguir examinar todo o serviço com uma visão macro.

Essa prática tem o potencial de levar a estratégias inteligentes, uma vez que a construção de um mapeamento robusto e completo pode nortear tomadas de decisão no ambiente hospitalar e aumentar a previsibilidade de custos com fornecedores.

É importante ressaltar que um mapeamento inteligente requer que os três grupos de valores (custos, despesas e gastos) sejam segmentados corretamente para economizar recursos e otimizar o faturamento.

Minimize os gastos supérfluos

É fato que a qualidade do serviço de saúde prestado aos usuários da organização é uma questão fundamental e deve ser considerada um ponto-chave quando tratamos do gerenciamento hospitalar.

Os gastos se referem aos valores que não estão previstos no planejamento da organização. Dessa maneira, mais do que garantir um serviço de confiabilidade, é fundamental ter um sistema estratégico para otimizar as tomadas de decisão, sobretudo quando o assunto é corte de gastos.

Além de identificar os custos e ter conhecimento de como e onde os recursos são aplicados, é necessário verificar se há gastos supérfluos ou desperdício no hospital. A implementação de protocolos assistenciais, por exemplo, pode verificar se a realização de exames está excessiva e pode ser reduzida.

Compreenda as despesas do hospital

Diferentemente dos custos e gastos, as despesas são os montantes requeridos para a manutenção dos processos internos do hospital e estão diretamente relacionadas à lucratividade e à assistência da instituição de saúde.

Compreender as despesas é imprescindível para realizar a gestão de custos para hospitais de maneira eficiente. O entendimento desses valores auxilia a reconhecer áreas e operações hospitalares que podem ser melhoradas e fortalecidas para gerar resultados cada vez melhores.

Analise o mercado

Uma das vantagens do gerenciamento de custos hospitalares é a possibilidade de calcular os valores de produção para, em seguida, aplicar uma margem de lucro sobre esse montante, com o objetivo de rentabilizar o serviço prestado.

Nesse contexto, a análise de mercado representa a identificação da demanda e do modo como a instituição se posiciona diante dela. Porém, é importante considerar a proposta de valor percebida pelos pacientes, pois o preço dos serviços é referente não somente aos seus custos e à margem de lucro, mas também à forma como ele é valorizado no mercado.

Além disso, é imprescindível escolher os fornecedores com bastante cautela, selecionando empresas sérias e que trabalhem com produtos de qualidade, além de prestar um bom serviço pós-venda. Afinal, muitas vezes o barato sai caro e essa escolha pode fazer toda a diferença.

Os gestores ainda podem usufruir de alguns parâmetros de comparação dentro do segmento hospitalar, como o benchmarking. Conhecer os serviços e a precificação dos concorrentes é uma maneira de garantir a competitividade no mercado e saber se seus custos estão mais baixos ou altos do que deveriam.

Ainda, o faturamento e a lucratividade finais da instituição estão ligados diretamente a uma gestão mais produtiva, assim como o envolvimento dos colaboradores do hospital. Sendo assim, um dos aspectos mais importantes é a integração dos funcionários para que essas pessoas compreendam os custos e contribuam com tomadas de decisão positivas.

Otimize o uso dos recursos

É importante fazer um uso inteligente dos recursos no hospital, visando a minimização dos desperdícios. A proposta é promover economia onde são encontradas aberturas para isso. A energia elétrica, por exemplo, pode ser melhor aproveitada se computadores forem desligados durante pausas e momentos em que não são utilizados. Nesse contexto, destacamos que é necessário promover a conscientização dos colaboradores.

O fluxo de trabalho também pode ser gerenciado de forma mais cuidadosa e otimizada, evitando atrasos. Isso porque o acúmulo de procedimentos fora de pontualidade pode prejudicar a logística da instituição e a produtividade.

Destacamos também que é essencial contar com políticas de confirmação de consultas e exames, evitando as faltas que podem ser muito dispendiosas. Outra maneira de otimização é investir em equipamentos mais modernos e tecnologias em saúde, que em geral, consomem menos energia elétrica. Há dispositivos também que captam o material e enviam os conteúdos diretamente para o computador, o que evita custos com filmes radiológicos, impressões e revelação.

Conte com a ajuda da tecnologia

Há uma série de tecnologias no mercado que podem contribuir para uma boa gestão de custos no hospital. Os softwares de gestão, por exemplo, permitem controlar e organizar a informação com precisão e qualidade, de forma integrada e eficiente. Dessa forma, é mais fácil gerenciar os processos, gerando um fluxo de trabalho mais efetivo e a redução das glosas.

A comunicação também pode ser otimizada com apoio das soluções informatizadas. Isso permite minimizar erros e desencontros de informação, o que evita desperdícios.

Além disso, conforme mencionamos, equipamentos mais modernos podem se integrar a outras tecnologias e operar com maior eficiência energética. Isso permite poupar recursos, possibilitando uma canalização de investimentos em outras demandas.

Defina as prioridades financeiras

Uma instituição de saúde apresenta uma série de necessidades, demandando investimentos e uma avaliação cuidadosa para a canalização adequada dos recursos. Os aspectos devem ser elencados em uma lista de prioridades, com constantes avaliações sobre quais itens devem vir em primeiro lugar e quais aspectos podem ser analisados em outro momento.

A proposta não é ficar adiando a resolução dos problemas, mas sim tomar as providências corretas em tempo adequado. Os custos de manutenção de um hospital são muitos, sendo necessário avaliar cada demanda com cuidado, para evitar a sobrecarga das finanças.

Padronize os processos

A padronização de processos é a criação de protocolos específicos para cada demanda, gerando mais uniformidade para o fluxo de trabalho. Ela contribui para melhorar a agilidade de resposta e para potencializar o desempenho da instituição.

Isso significa que o hospital vai ter procedimentos mais rápidos e um uso mais efetivo do tempo. Dessa forma, é possível atender mais pacientes mantendo a boa qualidade e minimizando equívocos e atrasos.

Contrate profissionais com experiência e invista na capacitação da equipe

Contar com uma equipe capacitada é fundamental para garantir a qualidade dos procedimentos e a credibilidade da instituição. Nesse contexto, é necessário realizar contratações com muita atenção, buscando profissionais com os conhecimentos necessários e que tenham um perfil adequado às exigências do estabelecimento.

Outra medida essencial é buscar capacitar a equipe. Os treinamentos e práticas de formação contribuem para aumento da bagagem de conhecimentos e para a consolidação de saber teórico-prático na rotina hospitalar. Dessa forma, é possível fortalecer a rede de atendimento, aumentar a confiança do paciente e incentivar os colaboradores com os processos de aprendizagem.

Tenha equipamentos de boa qualidade

Contar com um parque de aparelhos de alta tecnologia e qualidade é essencial para a credibilidade da instituição e para uma gestão adequada dos custos. Equipamentos de desempenho inferior apresentam defeitos com facilidade e demandam manutenções corretivas com frequência, o que pode ser muito caro em longo prazo.

Além disso, é necessário destacar que aparelhos de baixa qualidade estão suscetíveis a falhas durante o uso, o que pode gerar uma série de problemas. O paciente pode ser seriamente prejudicado ou colocado em risco. Além disso, a agenda e a logística hospitalar são afetadas negativamente.

Para evitar imprevistos como esses, aposte em equipamentos de fornecedores de confiança, sempre avaliando a qualidade e a relação custo-benefício, e submeta os dispositivos à higienização e revisão com frequência.

Faça manutenções preventivas dos equipamentos

As manutenções corretivas são aquelas em que o equipamento tem algum dano e passa pela revisão e conserto. Em geral, ela exige a parada do fluxo de trabalho, tendo que ser realizada às pressas para minimizar os prejuízos na rotina. Além de ser arriscada, ela é cara, já que não há possibilidade de pesquisas de preços e avaliações. Conforme mencionamos, em alguns casos ela pode oferecer risco ao paciente.

A manutenção preventiva é mais barata, econômica, sendo realizada de forma planejada. Ela garante segurança e evita que os imprevistos aconteçam. A qualquer sinal de peça defeituosa ou ponto disfuncional, o técnico realiza as substituições, evitando problemas. A agenda pode ser manejada adequadamente, para que o fluxo de trabalho continue e os horários de consultas e procedimentos não sejam prejudicados. Além disso, a manutenção preventiva de aparelhos médicos permite aumentar a vida útil da máquina, o que é positivo para a gestão de custos em longo prazo.

Quais são as consequências de não se preocupar com a gestão de custos em hospitais?

Não dedicar a atenção necessária para a gestão de custos em hospitais pode prejudicar os resultados da instituição. Sem esse gerenciamento, os processos se tornam ineficientes, com muitas falhas, além de má distribuição do fluxo de trabalho e imprevistos. Além disso, a agenda fica desorganizada, incluindo muitos atrasos e com muito tempo de ociosidade para profissionais. Isso consolida uma imagem negativa diante do paciente, diminuindo a confiança dele no hospital.

Com uma gestão de custos eficiente, é possível melhorar a qualidade dos processos, minimizar glosas e desenvolver uma imagem sólida no mercado. Os planejamentos são concretizados em ações produtivas, sendo o bem-estar do paciente colocado em primeiro lugar.

É fato que existem grandes desafios na gestão de custos para hospitais, sobretudo no gerenciamento de valores antigos e novos das instituições de saúde. Porém, o conhecimento dos detalhes de cada um desses valores — como custos, despesas e gastos —, é imprescindível para que essas organizações mantenham o padrão de qualidade de recursos, serviços e atendimento.

O que você achou dessas dicas? Acha que consegue implementá-las para uma melhor gestão de custos no hospital em que você trabalha? Aproveite e compartilhe este conteúdo com seus colegas nas redes sociais!

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    Entenda como fazer a manutenção de ultrassom de forma adequada

    Manter os equipamentos do hospital ou da clínica com elevada qualidade e bom desempenho é fundamental no processo de promoção de saúde dos pacientes. A manutenção de ultrassom é um procedimento essencial para a realização de diagnósticos precisos, o que é decisivo para o tratamento e a recuperação do usuário. Assim, a imagem do hospital é impactada pela performance do equipamento, já que vidas dependem do bom desempenho do aparelho.

    Preparamos, então, este conteúdo especial com informações sobre como fazer a manutenção de ultrassom. Aproveite a leitura e saiba mais sobre o tema!

    Qual a importância de fazer a manutenção adequada dos aparelhos de ultrassom?

    O ultrassom é utilizado para diagnóstico, oferecendo dados precisos para o médico sobre o estado de saúde da pessoa. Ele é decisivo para que o médico possa realizar um bom trabalho e promover mais qualidade de vida para os pacientes.

    Se o ultrassom não estiver funcionando bem, sua equipe pode ter sérios problemas. Afinal, as imagens formadas podem ficar menos nítidas, o aparelho pode parar de funcionar e o trabalho do médico pode ser prejudicado. O atendimento perde a qualidade e ainda passa a ser necessário repetir os exames, gerando custos adicionais para o hospital e retrabalho.

    Um outro problema que pode surgir dessa situação é que a imagem do hospital fica prejudicada. Erros de diagnósticos, equipamentos danificados e consertos de última hora se tornam parte da rotina e podem causar uma impressão ruim no paciente. Isso pode trazer insegurança ou até motivá-lo a procurar outro hospital.

    A manutenção de ultrassom é decisiva para a qualidade do trabalho no hospital ou na clínica. Ela contribui para que a equipe médica tenha uma boa rotina de trabalho e para que seja oferecido um serviço de alto padrão. Um equipamento revisado e bem cuidado otimiza a rotina e facilita o trabalho dos profissionais de saúde.

    Quais são as maneiras de realizar a manutenção de ultrassom?

    Há formas diferentes de realizar a manutenção de ultrassom. Veja, a seguir, quais são elas!

    Manutenção corretiva

    A manutenção corretiva acontece quando surge um comprometimento de forma não programada — você remedia algum defeito que o equipamento apresentou. O hospital não tem custo com revisões periódicas. No entanto, existe uma margem de insegurança no trabalho, pois as peças se desgastam, falta lubrificação, há acúmulo de sujeira e isso pode prejudicar o desempenho do ultrassom.

    Além disso, a qualquer momento, o aparelho pode apresentar algum dano imprevisto. Consertos de última hora, no geral, são mais caros e exigem compras de peças com urgência. Não há tempo suficiente para pesquisar fornecedores e nem obter condições mais vantajosas de pagamento. Outra questão complexa é que a máquina pode parar de funcionar durante um atendimento, o que prejudica a credibilidade da instituição de saúde.

    Manutenção preventiva

    Na manutenção preventiva, a empresa realiza revisões programadas nos aparelhos, de acordo com um cronograma. A manutenção envolve a limpeza externa e interna, o ajuste das folgas, a avaliação do estado dos componentes e a lubrificação de partes do dispositivo.

    A preventiva é a mais recomendada, porque ela antecipa danos no equipamento. A qualquer sinal de problema em uma peça, o componente já é substituído por outro em bom estado. Isso prolonga a vida útil do ultrassom e possibilita que a instituição de saúde evite imprevistos.

    É importante lembrar que o console e os filtros de ar devem passar por uma limpeza semanalmente e que a sonda deve ter o gel removido a cada vez que é utilizada. Na manutenção preventiva, é realizada uma higienização mais profunda, em que o dispositivo é desmontado e os componentes são limpos com pano umedecido com água. Lembrando que os procedimentos citados devem ser realizados com a máquina desconectada da rede elétrica, para evitar o risco de choque.

    Quais são as vantagens da manutenção preventiva de ultrassom?

    Quando há uma manutenção preventiva, você faz uma parada planejada no trabalho. A agenda dos médicos não é prejudicada, basta ajustar os horários e não marcar atendimentos para o período de revisão. No caso da manutenção corretiva, é preciso fazer uma pausa nas consultas e resolver tudo às pressas. Médicos e pacientes acabam por enfrentar problemas com atrasos e reagendamentos.

    A manutenção preventiva é mais barata, pois você tem tempo para preparar o orçamento, pesquisar preços e escolher condições melhores de pagamento. Não há retrabalho, apenas um fluxo de operações otimizado e eficiente.

    A vida útil do aparelho também é aumentada, pois ele opera em melhores condições. Além disso, a manutenção preventiva garante mais qualidade para os processos, pois a máquina trabalha no seu melhor estado e é revisada periodicamente.

    Qual a importância de contratar uma empresa especializada para realizar a manutenção dos equipamentos da clínica ou do hospital?

    Realizar a manutenção de ultrassom sem o conhecimento técnico necessário pode gerar o risco de danificação do aparelho. Isso traz prejuízos financeiros, além de gerar problemas para a agenda dos médicos. O equipamento é muito sensível a intervenções e somente alguém preparado pode fazer uma boa revisão.

    Contratar uma empresa especializada para realizar a manutenção do maquinário do hospital ou da clínica garante mais qualidade e segurança para médicos e pacientes. A medida evita incertezas na manipulação dos equipamentos e minimiza a chance de erros. Além disso, os técnicos de corporações especializadas fazem testes para ver se a máquina está funcionando bem. Isso garante mais tranquilidade para o dia a dia e possibilita que os dispositivos tenham o melhor desempenho possível.

    A manutenção de ultrassom é um processo muito importante para garantir mais qualidade e precisão para os exames realizados no estabelecimento. Com equipamentos revisados periodicamente e de forma planejada, é possível manter um fluxo de trabalho eficiente. Os médicos ficam satisfeitos com a gestão da instituição de saúde e os pacientes se sentem mais seguros e confiantes para contarem com os serviços do seu hospital ou da clínica.

    Neste conteúdo, nós mostramos também o quanto é vantajoso realizar manutenções preventivas em vez das corretivas. Além disso, enfatizamos o quanto é importante contratar uma empresa especializada para realizar a manutenção do maquinário utilizado nas consultas e exames. E então? Gostou de saber mais sobre a manutenção de ultrassom? Aproveite e entre em contato com a nossa empresa! Teremos prazer em ajudar!

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    Descubra os benefícios da manutenção preventiva para equipamentos médicos

    Uma das questões mais desafiadoras na gestão de equipamentos médicos (por mais tecnológicos que eles sejam) é o estabelecimento de uma manutenção preventiva com qualidade e frequência adequadas.

    Ações precavidas conseguem gerar benefícios em toda a cadeia de prestação de serviços médicos e têm como objetivo prevenir possíveis falhas de peças e imprevistos operacionais — sejam eles automotivos, hidráulicos ou industriais.

    Neste artigo, você compreenderá por que a manutenção preventiva é fundamental e os principais benefícios que residem não somente na redução de custos, mas também na diminuição de riscos aos colaboradores e pacientes. Interessado? Então vamos lá.

    A manutenção preventiva deve ser periódica

    Para início de conversa, é importante atentar à periodicidade atribuída para cada equipamento. Normalmente ela é indicada pelo fabricante ou alguma norma (por exemplo, da Anvisa, do Inmetro, de uma IEC ou NBR).

    Além disso, os prestadores de serviço que fazem uma manutenção preventiva de qualidade podem utilizar ferramentas para definir a periodicidade de acordo com programas que criam pontuações referentes às seguintes características:

    • o risco de cada equipamento apresentar problemas e suas consequências para os pacientes;
    • o grau de invasibilidade do equipamento aos pacientes;
    • o histórico do equipamento.

    Desse modo, é possível elaborar um cronograma para os gestores do hospital se programarem. Isso é importante, pois sabemos que muitas vezes os equipamentos estão sendo usados, e é difícil realizar a manutenção preventiva sem agendamento. A seguir, você confere os principais benefícios dessa manutenção preventiva.

    Reduz os riscos de acidentes

    Paradoxalmente, acidentes de trabalho na área de saúde apresentam uma taxa 34% maior do que em outros setores, o que aumenta exponencialmente o risco de ocorrerem danos tanto para os colaboradores quanto para os pacientes.

    Mesmo que não contribuam com danos diretos, as falhas ou defeitos em equipamentos médicos podem induzir os profissionais da saúde a interpretarem resultados e situações erroneamente, chegando, por exemplo, em diagnósticos incorretos.

    Reduz e programa os custos hospitalares

    Isso mesmo. É possível reduzir os custos do hospital e programá-los e maneira mais eficaz. Isso acontece pois, quando a instituição de saúde não realiza a manutenção preventiva, pode ser que o aparelho falhe, requerendo gastos não programados para o momento.

    Sabemos que o funcionamento da maioria dos equipamentos médicos é crítico, quase sempre a manutenção corretiva será urgente. Pode acontecer, inclusive, o cancelamento de procedimentos cirúrgicos e clínicos, gerando perda de tempo e estresse na rotina dos colaboradores.

    Por outro lado, a manutenção preventiva consegue prever os custos de acordo com a programação previamente estabelecida. Se algum problema é detectado, é possível saná-lo antes que maiores complicações ocorram, o que acaba reduzindo os custos do hospital devido à previsibilidade orçamentária.

    Outro ponto importante a ser considerado é a checagem dos acessórios externos acoplados aos equipamentos. Se eles não receberem manutenção periódica, podem danificar os mecanismos conectados, o que aumenta os custos.

    Um exemplo disso são aparelhos que apresentam filtros de entrada. Se esses acessórios não forem trocados periodicamente, há grandes chances de entupimento e acúmulo de sujeira no interior do aparelho, o que pode danificar outras peças mais críticas e caras.

    Prolonga a vida útil dos aparelhos

    Equipamentos sempre funcionando em perfeito estado: esse é o objetivo de qualquer gestor dentro das instituições de saúde, não é mesmo? Por esse motivo a manutenção preventiva se faz tão imprescindível.

    Durante esse processo acontece a limpeza adequada e a checagem (quantitativa e qualitativa) de vários itens do material. A checagem quantitativa avalia o desempenho do equipamento e garante uma visão geral da qualidade operacional.

    Já a checagem qualitativa é realizada minuciosamente. Analisa-se, por exemplo, se há algum cabo solto, se o alarme está funcionando perfeitamente ou se o display está se apresentando como as especificações adequadas do fabricante.

    Ademais, é preciso ponderar sobre o prolongamento desnecessário da vida útil e verificar se algum equipamento está demandando muitas manutenções corretivas. Nesse caso, o custo deve ser colocado em pauta, assim como uma possível troca da tecnologia.

    Reduz a necessidade de substituição dos equipamentos

    Essa é uma consequência direta do último tópico. Se a vida útil aumenta, o estado operacional também aumenta, o que reduz a necessidade de reposições constantes. Afinal, equipamentos bem cuidados não precisam ser trocados com tanta frequência.

    Vejamos uma analogia: se você tem um carro e realiza manutenções a cada 10 mil quilômetros rodados (frequência recomendada pela maioria dos fabricantes), você trocará itens necessários, fará o rodízio de pneus e a vida do automóvel será naturalmente prolongada.

    No entanto, se você não realiza manutenções preventivas, há grandes chances de ocorrerem falhas inesperadas, como danificações no motor ou avarias no sistema hidráulico. Ações corretivas constantes farão com que você precise trocar de veículo, e a mesma coisa acontece com equipamentos médicos.

    Otimiza parâmetros de segurança e confiabilidade

    Instalações seguras apresentam menor probabilidade de se portarem indevidamente em qualquer tipo de procedimento. Nesse contexto, é imprescindível checar se os prestadores de serviços têm analisadores e simuladores calibrados para serem utilizados como referência.

    Com isso é possível obter padrões certificados e atestar se o equipamento médico está dentro das especificações do fabricante, monitorando, diagnosticando e respondendo aos comandos adequadamente.

    Além disso, a norma brasileira NBR IEC 60601 preconiza o teste de análise de instalações elétricas de equipamentos médicos com o objetivo de garantir a segurança de usuários e pacientes. Assim, escolher por empresas que prestam esse serviço realizando o teste de segurança elétrica certamente faz toda a diferença.

    Viu como é fundamental que os gestores hospitalares se conscientizem sobre os benefícios que a manutenção preventiva exerce na gestão e controle dos equipamentos médicos?

    Além de reduzir custos desnecessários e garantir experiências mais seguras aos pacientes e colaboradores, outra vantagem é que as consequências são percebidas a curto e longo prazo. Os procedimentos são então realizados com muito mais qualidade, sem perdas em função de falhas ou desligamentos.

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    Quando deve ser feita a manutenção de equipamentos hospitalares?

    Atualmente, nenhum hospital consegue operar sem bons equipamentos. Por isso mesmo, uma gestão adequada também deve se preocupar com a manutenção de equipamentos hospitalares, de modo a garantir que tudo funcionará perfeitamente, facilitando o trabalho dos médicos e enfermeiros, além de oferecer um bom atendimento aos pacientes.

    Mas você sabe exatamente quais preceitos essas manutenções devem seguir? E a periodicidade? Continue a leitura deste artigo e saiba tudo sobre o assunto!

    Qual a importância da manutenção de equipamentos hospitalares?

    Embora a manutenção dos equipamentos médico-hospitalares seja extremamente importante, essa ainda não é a realidade da maioria dos hospitais brasileiros.

    No Distrito Federal, por exemplo, uma pesquisa do SindSaúde revelou que 80% dos equipamentos médicos não passam por manutenções periódicas. Esse é um risco enorme que pode tanto trazer prejuízos aos profissionais de saúde quanto aos pacientes e à saúde financeira do hospital.

    Veja alguns benefícios de incluir a manutenção no seu calendário.

    Redução de custos

    Muitos equipamentos médicos são caros e usam tecnologia de ponta. Isso significa que, ao realizar manutenções periódicas, você não terá de lidar com quebras, trocas de peças e paralisações de serviços.

    Tampouco, terá que arcar com os custos indiretos dessas máquinas faltosas, como elevação nas contas de energia, desvalorização do equipamento danificado no mercado, remanejamento das agendas etc.

    Assim, para as contas do hospital, é muito mais vantajoso financeiramente programar manutenções periódicas e preventivas do que apenas lembrar da situação quando os equipamentos começarem a dar problema.

    Aumento da segurança

    Se os equipamentos passam por inspeções periódicas, as chances de eles estarem calibrados e de funcionarem de acordo com os padrões de qualidade exigidos são maiores. Isso significa mais segurança para os profissionais desempenharem seus serviços e também para os pacientes, que terão a garantia de um laudo adequado, de qualidade e correto.

    Aumento da vida útil

    A vida útil dos equipamentos é uma informação extremamente importante para o gestor quando ele ainda está planejando a compra desses itens. Afinal, é essencial saber por quanto tempo ele terá retorno sobre aquele investimento.

    Mas, se as manutenções não são feitas da forma e nem no tempo programado, o equipamento poderá render menos do que o esperado, dar mais gastos e até parar de funcionar antes do previsto, exigindo uma compra nova fora do período programado e, claro, gerando um aumento desnecessário nas demandas financeiras do hospital.

    Quais os tipos de manutenção e suas diferenças?

    Já está convencido de que é mais barato e seguro investir em manutenções periódicas dos equipamentos do que apenas se preocupar com o assunto quando esses aparelhos pararem de funcionar?

    Pois saiba que existem basicamente dois tipos de manutenções que podem ser realizadas: a preventiva e a corretiva. Conheça mais sobre cada uma delas.

    Manutenção preventiva

    É aquela que deve ser realizada antes de surgirem as falhas, objetivando prolongar a vida útil do equipamento. Geralmente, ela é feita por meio de um roteiro produzido pelo setor de engenharia do hospital com a relação de todas as peças dos aparelhos, de modo a avaliar a produtividade, a segurança e o desempenho.

    Manutenção corretiva

    É a que acontece quando o equipamento já apresentou alguma falha devido à utilização inadequada ou sobrecarga, por exemplo. Assim, são realizadas ações para corrigir a falha já instalada.

    Quais as dicas mais importantes para organizar um programa de manutenção preventiva?

    A manutenção preventiva é a mais indicada para quem quer garantir o bem-estar dos pacientes, a acuidade dos equipamentos e a redução de custos. Mas é também a que costuma gerar mais dúvidas nos gestores. Por isso, separamos algumas dicas importantes sobre ela. Confira logo abaixo!

    Priorização dos equipamentos

    Para implementar uma metodologia de priorização dos equipamentos, é importante levantar algumas informações básicas, como:

    • identificação do equipamento;
    • setor ao qual pertence;
    • estado do equipamento;
    • grau de utilização;
    • obsolescência tecnológica.

    A partir de então, é possível priorizar os equipamentos por meio de alguns critérios, como:

    • risco: priorizar aqueles que apresentam risco alto à vida dos pacientes ou aos operadores caso falhem;
    • importância estratégica: equipamentos cuja paralisação ocasiona receita cessante ou os equipamentos reservas têm alto grau de utilização;
    • recomendação: equipamentos sujeitos às normas de fiscalização ou às recomendações dos fabricantes.

    Elaboração de roteiro

    Muitos hospitais sofrem com a falta de indicações dos fabricantes sobre o que inspecionar nas manutenções. Para criar roteiros, sugerimos alguns procedimentos de fácil compreensão, mas bastante importantes, que são:

    • inspeção geral: inspeção visual e limpeza do equipamento;
    • troca de peças e acessórios com a vida útil vencida: instruções presentes nos manuais dos equipamentos;
    • lubrificação geral: descrição dos lubrificantes, periodicidade, locais de aplicação e ferramentas usadas também se encontram nos manuais;
    • aferição e calibração: incluir no roteiro dados sobre como e onde fazer a leitura, e verificar indicadores e níveis, quando for necessário;
    • testes de desempenho de segurança: explicar a execução dessa tarefa por meio da leitura e verificação dos níveis de líquidos lubrificantes e indicadores em geral.

    Além desses itens, sempre considere as recomendações dos fabricantes e as normas governamentais. Também é importante observar os históricos de manutenção corretiva, de modo a identificar as falhas mais frequentes e, assim, criar procedimentos específicos para reduzir a ocorrência desses problemas.

    É possível também dividir as manutenções em duas categorias:

    1. Abrangentes: realiza-se uma avaliação geral do desempenho e da segurança dos equipamentos, o que pode ser feito todos os anos;
    2. Específicas: verificação e troca dos itens que se degradam entre as inspeções abrangentes, e devem seguir às normas de funcionamento ou recomendações dos fabricantes.

    Periodicidade

    Essa é uma das tarefas mais complexas de qualquer programa de manutenção e não existe uma fórmula única capaz de resolver todas as questões. A sugestão mais usada é estabelecer a periodicidade de acordo com a frequência das falhas que as manutenções periódicas tentam evitar. Para isso, vale considerar:

    • as condições de operação dos equipamentos, como o risco em caso de falha e a probabilidade de falhas devido às condições inseguras de utilização;
    • a facilidade de se realizar a manutenção preventiva;
    • a frequência de utilização do equipamento;
    • a experiência do pessoal clínico e técnico.

    Normalmente, uma boa frequência de manutenção é aquela em que menos de 5% dos equipamentos incluídos nos programas de manutenção preventiva apresentam falhas ou necessitam de conserto entre as manutenções.

    Como você viu, a manutenção de equipamentos hospitalares é um assunto extremamente importante e que deve sempre ser considerado para garantir a boa gestão dos recursos, a segurança dos trabalhadores e, claro, a qualidade do atendimento aos pacientes.

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