A gestão de insumos hospitalares é uma prática relevante nas unidades de saúde, tendo em vista se tratar de tudo aquilo que é necessário para o exercício das atividades, como máscaras, seringas, luvas, medicações, entre outros. Essa prática envolve todo o processo de obtenção, armazenamento, estocagem e administração do material.
Além disso, o correto gerenciamento dos produtos representa uma redução de custos considerável no atendimento na saúde. Portanto, há garantias de que o paciente terá todos os insumos disponíveis para o seu cuidado, proporcionando um atendimento de qualidade.
Devido à sua importância, elaboramos este conteúdo para apresentar boas práticas de gestão de insumos hospitalares. Confira!
Em determinadas situações, a aquisição de remédios controlados precisa respeitar as normas governamentais, que requer um volume mínimo de faturamento. Por esse motivo, é necessário ter um controle minucioso desses produtos para evitar a sua falta por muito tempo e, dessa forma, afetar a realização de atendimentos de emergência e cirurgias.
Em outros casos, é possível implementar o disparo de novas requisições de acordo com a saída de insumos ao longo do atendimento, com a finalidade de manter um estoque mínimo de cada item. A utilização de um bom sistema pode contribuir bastante nessa atividade de observar a demanda.
Depois de receber os insumos e conferi-los, o ideal é classificar e armazenar. Mas, levando em conta as características de cada um (peso, volume, fragilidade, entre outros), prioridades e frequência de uso. É preciso ressaltar que determinados medicamentos devem ficar sob refrigeração, enquanto outros mais acessíveis, para tornar o atendimento mais rápido.
Essa catalogação servirá para uma conservação e armazenagem mais efetiva dos insumos hospitalares. Após ajustados nos devidos lugares, sempre devem ser repostos nos mesmos locais e, dessa forma, evitar a desorganização e compras desnecessárias, caso os itens não sejam encontrados.
Manter um registro diário dos insumos consumidos, é importante para simplificar a tomada de decisão relacionada aos pedidos de novos materiais e organização do estoque. Essa prática impede a ocorrência de desperdícios ou extravios e mostra, de forma realista, o que realmente está sendo gasto no atendimento aos pacientes.
Toda a tarefa de contagem, monitoramento de saída e armazenagem dos itens, tem o objetivo de aprimorar a gestão de compras de insumos . Assim sendo, minimizar perdas de produtos obsoletos, vencidos ou danificados pelo excesso de tempo no estoque.
Uma análise detalhada permite identificar quais são os insumos mais usados e a reserva mínima para cada um deles. Dessa forma, é possível controlar a rotatividade dos produtos. Levando em consideração as demandas nos tratamentos aos pacientes ao realizar sua compra,
Outra vantagem de contar com a tecnologia é implementar um sistema integrado capaz de acompanhar o fluxo dos insumos e controle de estoque. E também, atender aos cuidados com o paciente e demais funcionalidades relevantes, para uma administração eficiente do serviço de saúde.
Dessa forma, é possível integrar a logística com os prontuários eletrônicos, o que vai tornar mais fácil o trabalho do departamento financeiro. Por exemplo, a contabilização e cobranças adequadas dos convênios, evitando a ocorrência de glosas.
Ou seja, integrar a gestão de insumos hospitalares nas unidades de saúde viabiliza uma logística mais eficaz no dia a dia de trabalho, bem como promove um controle mais adequado e correto em relação à saída e entrada de medicamentos e materiais no estoque.
A automatização dos processos gera resultados incríveis em praticamente todos os setores. Em relação ao controle de insumos hospitalares, a tecnologia contribui assegurando a análise apropriada para adquirir o produto certo. É claro que na quantidade adequada, além da manutenção de uma armazenagem eficiente e sua aplicação exata. Isso por meio da total rastreabilidade de processos, prazos e validades.
Mesmo que faça uma gestão eficiente, realizar a contagem dos insumos de maneira periódica ajuda a controlar e identificar se está tudo saindo de acordo com o planejado. Caso contrário, é preciso implementar ações para reduzir a margem de falhas. Para os itens com custo mais elevado, o inventário deve ocorrer em espaços de tempo reduzidos.
O período de contagem pode ser definido, também, para a classificação de cada insumo, por exemplo, mensal, semestral ou anual. É feito o ajuste entre o volume físico e o registrado no sistema. Assim em seguida, deve ser realizado um comunicado para o time em relação às divergências identificadas e as questões a serem aprimoradas.
Um bom gerenciamento de insumos hospitalares precisa englobar todos os colaboradores que fazem parte das rotinas do hospital. Por esse motivo, disponibilize treinamentos de conscientização e orientação referentes às atividades ligadas à correta utilização dos materiais.
Isso porque, quando todos entendem sobre as normas e o dia a dia da unidade de saúde, o engajamento aumenta. Portanto, fica mais simples controlar erros de estocagem e transportes. Perdas por fraudes, aplicações incorretas dos medicamentos e materiais, desperdícios e demais práticas que afetam um gerenciamento eficaz.
Alguns hospitais atuam com o sistema de consignação de itens com os fabricantes. Isso significa que o insumo fica disponível no almoxarifado. No entanto, a aquisição é efetivada quando o material for usado no paciente. Para unidades que atuam nesse formato, é essencial entender a qualidade e procedência dos produtos.
Mesmo que as compras sejam feitas de forma habitual, o relacionamento com os fornecedores precisa estar bem estabelecido. E assim sendo, evitar a ocorrência de danos ao longo do transporte, atrasos na entrega ou falta de insumos.
Agora que você entende a importante de manter uma boa gestão de insumos hospitalares, o ideal é colocar as dicas apresentadas em prática. Dessa forma, evitar os prejuízos que a falta desse controle pode trazer. Como por exemplo o desabastecimento do estoque. Ou perdas e faltas de medicamentos devido ao armazenamento incorreto. Além das falhas que podem prejudicar o tratamento efetivo do paciente, interferindo negativamente nos resultados a serem alcançados.
Conseguiu esclarecer as suas dúvidas? Então, aproveite sua visita no blog e saiba sete dicas para colocar em prática a gestão de equipamentos hospitalares.
NPS em hospitais: qual sua importância e como aplicá-la? Como saber como está o atendimento da sua instituição de saúde? Uma estratégia eficaz é se valer das pesquisas de satisfação dos pacientes, como o NPS em hospitais. Com isso, é possível ter uma percepção do público quanto ao serviço oferecido e avaliar quais melhorias podem ser feitas a partir dessas opiniões.
Quer entender o que é pesquisa NPS, como funciona essa metodologia e como aplicar esse questionário? Acompanhe nosso post e descubra ainda as vantagens de obter esses dados!
É um tipo de pesquisa de satisfação do público voltado para diferentes áreas e que pode ter um bom uso no ramo da saúde. NPS é a sigla para Net Promoter Score, uma metodologia reconhecida internacionalmente.
A dinâmica é muito simples, pois se resume em uma pergunta: em uma escala de 0 a 10, o quanto você recomendaria os serviços do nosso hospital para um amigo ou familiar?
Dessa maneira, de uma forma bem rápida, você obtém um feedback do público e consegue saber o que precisa ser mantido ou modificado para trazer mais qualidade ao atendimento.
A partir da resposta do público à pergunta do NPS, a gestão hospitalar deve analisar as respostas de acordo com a nota:
A análise dos resultados do NPS é uma etapa essencial da pesquisa. A partir das notas obtidas, chega o momento de determinar o percentual dos pacientes promotores, neutros e detratores.
Para fazer esse cálculo, subtraia o percentual de detratores do percentual de promotores. Os resultados vão variar de –100 a 100, o que indica:
O ideal é que seu hospital esteja entre os níveis de excelência e qualidade. Caso obtenha o nível de aperfeiçoamento, é preciso reavaliar os processos e treinar os colaboradores para melhorar os serviços.
Se a instituição estiver no nível crítico, é urgente a adoção de transformações nas diversas etapas de atendimento para não perder pacientes. Pode ser necessário, por exemplo, reduzir atrasos ou comprar novos equipamentos médicos.
É importante pensar em formas de aplicar o NPS em hospitais que sejam bem aceitas pelos pacientes, o que não é o caso de formulários em papel, que ainda dificultam a apuração dos resultados.
Precisamos entender que, muitas vezes, o paciente quer ir embora logo do hospital, e não ficar preenchendo um questionário. Por isso, os meios digitais podem ser mais eficazes para isso. As opções são:
Para divulgar a pesquisa de NPS, a dica é sempre manter um cadastro completo do público para conseguir enviar a pesquisa de satisfação com facilidade, o que pode ser feito por e-mail, WhastApp ou SMS.
A pesquisa NPS em hospitais consegue mensurar, de forma simplificada, como está o serviço de saúde. Tem ainda a vantagem de possibilitar ao gestor fazer comparativos de tempos e tempos para avaliar se houve melhorias na percepção do público sobre o atendimento prestado.
Está interessado em aperfeiçoar seus serviços? Entenda como melhorar a experiência do paciente!
Entenda por que se preocupar com a saúde mental dos profissionais de saúde. Cuidar da saúde mental dos profissionais de saúde deve ser um cuidado constante, tendo em vista que esse aspecto está diretamente ligado às principais causas de perda de qualidade e produtividade no trabalho, o que influencia diretamente nos resultados.
O estresse, a ansiedade e a depressão estão entre os problemas mais comuns, principalmente em tempos de pandemia, onde esses colaboradores estão na linha de frente, tendo que passar várias horas em locais de trabalho exaustivos, correndo o risco de serem contaminados por uma doença pouco conhecida.
Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para mostrar a importância desse assunto e as práticas que podem ser aplicadas para promover saúde, bem-estar e integridade física aos profissionais da saúde. Confira!
Os transtornos mentais estão entre as principais causas de afastamento do trabalho. Esse tipo de situação pode levar às mais variadas reações e distúrbios no corpo humano, como depressão, síndrome de Burnout, insônia, estresse, ansiedade, dores, esgotamento, sensação de incapacidade, entre outros.
Por esse motivo, prezar pela saúde mental da sua equipe de trabalho tem sido um grande desafio para os gestores da área da saúde, já que as doenças desencadeadas têm levado a um índice preocupante de turnover, sinistralidade e absenteísmo. Nesse caso, é fundamental que a saúde seja preservada de forma preventiva, e não apenas nos momentos de crise.
Uma saúde mental em dia possibilidade que o funcionário consiga aplicar todas as suas habilidades e competências de forma produtiva, além de ter a capacidade emocional necessária para suportar todas as adversidades e situações de estresse que fazem parte do exercício da profissão.
Existem algumas medidas que podem ser aplicadas como forma de acertar no cuidado à saúde mental dos profissionais que atuam na área da saúde. Veja algumas dicas!
Quando um ambiente laboral seguro é oferecido, os colaboradores se sentem mais confortáveis e motivados para exercer suas atividades. Assim, os dois lados só têm a ganhar, afinal, a estrutura física disponibilizada também faz toda a diferença em relação à saúde mental no local de trabalho. Para isso, alguns investimentos são necessários, como:
Outra medida bastante importante é o incentivo aos trabalhadores para que mantenham hábitos saudáveis no dia a dia, como a prática de exercícios físicos e uma alimentação balanceada.
Nesse caso, os descansos entre os turnos são primordiais. O profissional precisa reconhecer suas limitações e não exigir tanto de si mesmo. Práticas como o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, cigarros ou quaisquer outros tipos de vício também precisam ser deixados de lado.
Grande parte dos empregados tem vergonha de buscar ajuda psicológica com medo de perderem seus empregos ou passarem por qualquer tipo de preconceito ou julgamento.
Oferecer esse acompanhamento por meio da empresa pode ser uma saída, tendo em vista que o apoio de um profissional especialista e as conversas sobre o dia a dia que ocorrem nos atendimentos são fundamentais para ajudar o indivíduo a saber como agir em meios aos problemas rotineiros, além de gerar confiança, força e inteligência mental para atravessar esses eventos.
Após realizar uma análise minuciosa da realidade do local de trabalho e identificar os principais problemas relacionados à saúde mental dos profissionais de saúde, é o momento de desenvolver um programa efetiva direcionado a esse ponto. Essa ação deve ser ligada a um conjunto de iniciativas com a finalidade de melhorar a qualidade de vida dos colaboradores.
O recomendável é que as estratégias aplicadas sejam voltadas para as formas de enfrentar as situações de estresse e adversidades que podem surgir, sem prejudicar ao próprio trabalhador e, também, a empresa e demais pessoas envolvidas — sejam colegas de trabalho, pacientes, entre outros.
A saúde mental ainda é vista como um tabu para várias pessoas. Na maioria dos casos, a própria pessoa não consegue identificar que está passando por esse tipo de problema, tendo que sobreviver com condições que influenciar negativamente em todas as ações que fazem parte da sua vida, como depressão, ansiedade e demais.
Ao oferecer um canal eficiente para que os funcionários consigam dialogar, fica mais fácil combater essas doenças, já que muitos empregados não estão confortáveis e seguros para uma conversa aberta, mas estão dispostos a desabafar em outros meios, como e-mail, chats, fóruns, entre outros.
Um benefício diretamente ligado ao cuidado com a saúde mental dos profissionais é um plano de saúde que tenha cobertura de psicólogos e psiquiatras. Outra alternativa é optar pela contratação de um profissional qualificado para atender aos funcionários em um período determinando, por exemplo, mensalmente.
Também é possível inserir na lista de benefícios descontos com parceiros ligados ao auxílio à prevenção contra doenças mentais, como academias, nutricionistas, aulas de meditação, massagens, entre outras atividades entendidas como eficazes nesse processo.
Uma boa ideia é promover eventos no ambiente de trabalho com o intuito de incentivar uma relação próxima em a equipe, fazendo com que todos estejam integrados e conectados, evitando conflitos, panelinhas e outras práticas que podem influenciar na convivência saudável.
Aproveite esse momento para mostrar à equipe que a empresa se preocupa com a saúde, o bem-estar e a qualidade de vida de cada um. Dialogue com eles para identificar quem precisa de ajudar por meio dessa relação mais próxima.
Agora que você entende a importância de cuidar da saúde mental dos profissionais de saúde e os problemas podem surgir quando não há essa preocupação, não deixe de aplicar as dicas apresentadas em práticas para contribuir para que todos estejam bem de saúde e produtivos.
Este artigo foi útil para você? Então, aproveita para conferir as 6 melhores formas de aplicar a biossegurança hospitalar e entenda mais sobre o tema!
Acreditação ONA: o que é e como conseguir essa certificação hospitalar? No momento em que um hospital, serviço de diagnóstico por imagem, laboratório ou outra organização do setor de saúde conquista a acreditação ONA, a instituição comprova que adota um padrão de qualidade e segurança em seus processos. Com isso, ela consegue melhorar sua credibilidade para o mercado, para os profissionais de saúde e também para os pacientes.
Dessa forma, é uma certificação de grande importância, pois demonstra a excelência na parte de assistência e de gestão. Tem interesse em entender melhor o que é a acreditação ONA, as principais vantagens em conquistá-la, os níveis de certificação e quais etapas precisam ser cumpridas para obtê-la? Todas essas informações você encontra neste post. Boa leitura!
Desde 1999, a Organização Nacional de Acreditação (ONA) — entidade não governamental e sem fins lucrativos — atua para que hospitais, clínicas e outras instituições de saúde possam alcançar um alto padrão de assistência, especialmente nos quesitos qualidade e segurança.
Sendo assim, a ONA é responsável pelo desenvolvimento e pela gestão dos padrões brasileiros nesses aspectos. A entidade conta com uma metodologia internacional, já que é integrante da International Society for Quality in Health Care (ISQua) — parceira da Organização Mundial de Saúde (OMS). Da ISQua, fazem parte instituições de qualidade à saúde dos Estados Unidos, do Canadá, da França e do Reino Unido.
A acreditação serve para avaliar e certificar a qualidade dos processos de locais que prestam assistência à saúde, tendo como objetivo a melhoria contínua desses serviços. Ela segue três princípios:
O processo para a obtenção da certificação é realizado apenas por entidades acreditadoras credenciadas pela ONA e que utilizam como referência as diretrizes do Sistema Brasileiro de Acreditação e o Manual Brasileiro de Acreditação.
Em geral, para serem acreditadas, as instituições têm o desempenho organizacional avaliados. Assim, elas precisam apresentar:
Ao conseguir a acreditação, o hospital demonstra que modificou seus processos para atingir um alto padrão de qualidade definido pela ONA. Como são instituições que lidam com a vida das pessoas, torna-se um selo importante, uma garantia de que os pacientes vão receber um atendimento seguro e de excelência.
No decorrer de todo o processo para obter o certificado, há ainda uma mudança na cultura da organização, que passa a envolver todos os colaboradores para que aumentem sua produtividade, a identificar erros e riscos, e a atuar de acordo com boas práticas. Desse modo, além de aperfeiçoar o atendimento ao público, há uma melhora no ambiente de trabalho.
Nessa questão, é preciso destacar também a adequação do local com novas tecnologias, como equipamentos médicos e também softwares de gestão para integrar o trabalho das equipes e melhorar a comunicação entre os profissionais. Com isso, há agilidade nos fluxos de trabalho, o que pode até mesmo significar melhores resultados financeiros para a organização no futuro.
Em resumo, as principais vantagens de ter esse selo de qualidade são:
A acreditação da ONA pode ser conquistada em três níveis:
Esse é um aspecto importante, pois permite que a organização de saúde se adapte gradativamente até conquistar o nível de excelência. Em outras palavras, pode ser considerado um programa educacional continuado, já que é revisto periodicamente.
Como dissemos, a participação no processo de avaliação é voluntário, sendo que instituições do setor da saúde de diferentes níveis, portes e complexidades podem conseguir a acreditação ONA. Para que a organização seja elegível, é preciso seguir os critérios:
Além disso, é necessário arcar com as taxas de visita de acreditação ONA e das taxas de manutenção dessa certificação.
Ao concluir que sua entidade é elegível, ou seja, está com a documentação regularizada, o próximo passo é entrar em contato com uma instituição acreditadora credenciada pela ONA, que vai dar andamento a todos os processos de avaliação, elaborando, inicialmente, um plano de visitas.
Para se preparar e alcançar os quesitos exigidos, as organizações de saúde podem contar com o trabalho de auditoria interna e externa.
Hospitais, laboratórios, ambulatórios e outras organizações que prestam serviços de saúde podem melhorar seus processos de gestão e oferecer mais qualidade e segurança na assistência ao cumprir o que é exigido pela acreditação ONA. É, portanto, um selo muito valorizado no setor e que pode trazer uma série de benefícios para a instituição.
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