Confira 7 dicas para fazer gestão de qualidade na saúde corretamente

Confira 7 dicas para fazer gestão de qualidade na saúde corretamente. Garantir a eficiência de um hospital ou clínica é fundamental para oferecer a melhor assistência e o máximo de conforto aos pacientes. A gestão de qualidade na saúde tem um papel decisivo ao garantir um fluxo de processos adequado e o fornecimento de um atendimento de ponta. Os gestores hospitalares se deparam com diversos desafios no dia a dia para a articulação de um fluxo de trabalho ágil, preciso e com a máxima efetividade do cuidado.

Nesse contexto, é importante adotar as medidas adequadas para fazer esse gerenciamento com sucesso, mas confira 7 dicas para fazer gestão de qualidade na saúde corretamente. Há várias estratégias que podem facilitar e potencializar a gestão da qualidade na saúde. Neste post, você acompanha algumas delas.

O que é a gestão de qualidade na saúde?

A gestão de qualidade é o conjunto de processos, esforços e procedimentos direcionados à promoção dos melhores serviços, gerando satisfação do cliente e proporcionando o atendimento à demanda apresentada. Quando aplicada à saúde, a gestão de qualidade recebe uma atribuição específica, já que está inserida em um setor empenhado no cuidado e promoção do bem-estar.

Dessa forma, esse gerenciamento é uma rede de práticas, sistemas e serviços que se articulam para o oferecimento da atenção à saúde com o máximo de efetividade, eficiência e eficácia. A proposta é assegurar a prevenção, recuperação e promoção da saúde, buscando melhores condições de prestação de serviços, com o fornecimento de atenção integral ao paciente.

Por que é tão importante fazer a gestão de qualidade corretamente?

Fazer a gestão de qualidade de forma eficiente possibilita tornar a administração do hospital mais eficiente e criar condições favoráveis à satisfação do paciente. Esse processo dá abertura para organizar melhor o fluxo de trabalho e tornar os tratamentos e procedimentos mais adequados às necessidades apresentadas. Isso significa que há melhores recursos para o acolhimento do sujeito em sua integralidade, gerando credibilidade e uma imagem positiva para o hospital.

A gestão de qualidade também abre um cenário propício para um ciclo positivo de processos, por meio de melhores condições de trabalho, gerando a satisfação dos colaboradores, que, consequentemente, realizam as atividades de forma mais efetiva. Ela instrumentaliza os profissionais com os recursos necessários para o oferecimento das melhores possibilidades para o paciente, estimulando o contentamento, a confiança e a fidelização das pessoas atendidas.

Como fazer gestão de qualidade na saúde?

Há várias estratégias interessantes para fazer a gestão de qualidade na saúde. Vamos explicá-las a seguir!

1. Realize o planejamento

A gestão de qualidade envolve uma série de intervenções, objetivando a potencialização dos processos e o oferecimento de ótimos recursos e alternativas para o paciente. Porém, só há sucesso nessas ações começando por um bom planejamento.

O plano deve conter uma adequada identificação das lacunas no fluxo de trabalho e a estruturação de medidas corretivas. Além disso, é essencial delinear ações preventivas para evitar equívocos e problemas. Estruture o planejamento com foco em promover a máxima eficiência do serviço de saúde.

2. Escolha o modelo ideal

O modelo de gerenciamento de qualidade na saúde deve se articular à dinâmica da instituição. Os modelos são derivados de outras áreas, mas podem ser adaptados para o hospital. O Lean Manufacturing, por exemplo, trabalha com foco na melhoria contínua, eliminando procedimentos que não agreguem valor e substituindo práticas que precisam de melhorias. Para isso, o método utiliza abordagens sistemáticas, objetivando intervenções estruturadas e precisas.

Outro modelo são os Círculos de Controle de Qualidade (CCQ). Nele, colaboradores do nível operacional se unem em equipe para reduzir os equívocos, melhorar o processo, promover maior envolvimento dos profissionais com o ambiente e maximizar a efetividade das equipes.

3. Adote as ferramentas certas

Há ferramentas de gestão que podem facilitar o processo de gerenciamento da qualidade na instituição de saúde. A proposta é que elas simplifiquem a organização das ideias, facilitando a sistematização das alternativas pensadas para o fluxo de trabalho e a melhoria da eficiência.

Os brainstormings, o ciclo PDCA, as planilhas para verificação e coleta de dados, o diagrama de Pareto e a ferramenta 5S são alguns exemplos. Outra solução que também auxilia na articulação de procedimentos e integração de práticas são os softwares de gestão, estruturados em módulos que se intercomunicam.

4. Considere as certificações da ONA

A Organização Nacional de Acreditação (ONA) é uma instituição credenciada, que trabalha para aprimorar a qualidade da assistência em saúde , estabelecendo normas e certificações. Nas certificações, ocorre a avaliação do fluxo de procedimentos no hospital, com foco em comprovar a eficiência dos processos e da gestão. Nas acreditações, o estabelecimento é analisado de forma mais aprofundada, por meio de avaliações da competência técnica para realizar o trabalho.

5. Preocupe-se com a sustentabilidade

Com os alertas para as modificações climáticas, o aquecimento global e diversos fenômenos derivados dos danos aos ecossistemas, toda instituição deve colocar a sustentabilidade como um de seus pilares. Isso envolve estabelecer o trabalho em uma dinâmica que garanta a preservação do meio ambiente, visando a redução do impacto gerado pelo hospital.

A proposta é que a organização de saúde permaneça funcional e efetiva, mas com práticas que incluam manejo sustentável dos recursos e processos. Isso pode ser feito por meio da reciclagem e encaminhamento adequado de resíduos, estruturação de sistemas de reaproveitamento de água, redução do uso de papel e elevação da digitalização, uso de aparelhos médicos modernos que consomem um volume menor de energia, entre outras ações.

6. Invista em equipamentos de qualidade

Bons equipamentos são fundamentais para a qualidade dos serviços prestados pelo estabelecimento de saúde. Eles auxiliam no diagnóstico, tratamento e promoção da saúde, sendo importantes ferramentas para a atenção integral e o acolhimento das necessidades do paciente.

Equipamentos médicos de qualidade oferecem segurança para as pessoas atendidas, além de terem maior vida útil e darem maior previsibilidade à gestão hospitalar. Dessa forma, você tem um controle mais rígido dos dispositivos, proporcionando conforto, comodidade e bem-estar ao público.

7. Analise os resultados

É fundamental fazer um bom monitoramento dos resultados das ações de gestão de qualidade em saúde. Utilize métricas e indicadores para avaliar os efeitos das medidas realizadas e mensurar variáveis. Isso auxilia no ganho de controle dos processos e ajuda na estruturação de feedbacks para o aperfeiçoamento contínuo. A medida também oferece parâmetros para a orientação das ações e para análises e comparações.

A gestão de qualidade na saúde é extremamente relevante para o hospital. Ela cria condições para a máxima efetividade na prestação de serviços ao paciente. Neste post, você pôde conferir o quanto esse gerenciamento é essencial para o estabelecimento. Além disso, pôde compreender a importância de equipamentos médicos de alta performance. Encontrar o fornecedor ideal de aparelhos hospitalares é primordial para garantir a sustentabilidade e eficiência da instituição.

A Medicalway é uma empresa que comercializa aparelhos médicos e hospitalares, fornecendo dispositivos de alta tecnologia de importantes fabricantes mundiais do segmento. Estamos há 18 anos no mercado, reunindo expertise e ampla experiência na área para oferecer itens de alta qualidade e performance.

Gostou de aprender sobre a gestão de qualidade na saúde? Aproveite e entre em contato com a Medicalway! Teremos prazer em ajudar!

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    8 dicas de como escolher monitores para diagnóstico médico

    Os monitores para diagnóstico médico são utilizados pelos profissionais de saúde que visualizam e analisam exames por meio de imagens de excelente qualidade. Aparelhos comuns não são indicados para procedimentos hospitalares e clínicos por terem configurações de resolução, contraste e outros fatores que podem influenciar positivamente o trabalho das equipes médicas.

    Os médicos e enfermeiros utilizam esses equipamentos médicos hospitalares para monitorar parâmetros e verificar as condições e saúde dos seus pacientes em tempo real. Com o auxílio da tecnologia, fica mais fácil tomar os devidos cuidados para salvar a vida das pessoas. Neste post, vamos apresentar dicas de como escolher monitores médicos para realizar diagnósticos mais assertivos.

    Deseja compreender a relevância dos monitores para diagnóstico médico? Acompanhe a leitura!

    Compreenda a importância que os monitores têm para as equipes médicas

    Monitores para diagnósticos são muito importantes por que ajudam os especialistas a acompanhar indicadores de saúde dos pacientes. Esses dispositivos são responsáveis pela leitura de sinais vitais e revelam em suas telas as reais condições de cada paciente. Portanto, são obrigatórios na hora de fazer a triagem, em ambulatórios, leitos de CTI, centros cirúrgicos e muito mais.

    Os equipamentos médicos também estão presentes em emergências clínicas e pronto-socorro, Unidades de Terapia Intensiva (UTI), ambulâncias, salas de recuperação pós-cirúrgica, ressonâncias magnéticas e tomografias. Eles são muito úteis nas áreas cirúrgicas ao serem realizados procedimentos mais invasivos, como as endoscopias. Por meio deles, os médicos visualizam com mais agilidade as imagens para a emissão de laudos.

    Diante disso, torna-se possível estabelecer o tratamento mais adequado após a obtenção de diagnósticos precisos. Mas a função mais relevante desses monitores é o monitoramento dos sinais vitais para o fornecimento de dados que garantem às equipes médicas controlar o estado de saúde de seus pacientes. As informações são sinalizadas pelo alarme e transmitidas na tela do aparelho.

    Confira as principais dicas de como escolher os monitores médicos

    Os monitores hospitalares são um modelo de equipamento clínico-hospitalar criado com o objetivo de monitorar os pacientes. Muitos deles são utilizados em unidades de urgência para cuidados intensivos porque revelam a pressão arterial, frequência cardiorrespiratória, saturação de oxigênio e temperatura corporal. Observe abaixo algumas sugestões para escolher a versão ideal desse dispositivo analisando os seus diferenciais!

    1. Considerar o monitoramento remoto

    Escolha um modelo que ofereça o monitoramento remoto realizado pela central de monitorização. Isso facilita o trabalho dos técnicos, melhora a produtividade e eficiência desses profissionais. As informações serão disponibilizadas pela rede e se houverem variações graves na saúde dos pacientes, as providências poderão ser tomadas com maior agilidade e segurança pela equipe médica.

    É importante optar por monitores que possam ser facilmente conectados em rede para aprimorar o atendimento hospitalar ou clínico que pode ser bastante complexo. Esse tipo de equipamento pode alertar os profissionais de saúde a respeito da evolução dos pacientes e alterações em seus quadros clínicos além de conectar-se a outros dispositivos.

    2. Usabilidade

    Os profissionais que atuam na área médica precisam estar preparados para atender a imprevistos que podem ocorrer em frações de segundos. Por esta razão, é necessário considerar a interface dos monitores para diagnóstico, bem como a sua usabilidade que pode facilitar a tomada de decisão. Confira os tipos de textos, imagens e gráficos oferecidos pelo equipamento.

    Verifique os sinais de alerta que o dispositivo emite, se ele é touchscreen e se oferece respostas de acordo com as demandas da instituição. Faça testes para saber se receberá informações claras do monitor para agir rapidamente sempre que for necessário. Opte por um monitor cujos atributos resultem em eficiência e segurança para os pacientes.

    3. Armazenamento e processamento de dados

    Esses equipamentos coletam dados e mostram tendências gráficas que devem ser lidas e avaliadas imediatamente pelos profissionais de saúde. As informações precisam ser armazenadas, processadas e enviadas para uma central de monitoração para que todos os interessados às acessem. Desse modo, o dispositivo precisa de uma memória potente para possibilitar comparações do quadro dos pacientes.

    4. Tecnologia utilizada

    Considere se a tecnologia aplicada nos monitores é avançada, as funções completas e a estética moderna. O dispositivo deve contar com alarmes preestabelecidos e recursos adicionais que contribuam para otimizar as rotinas dos profissionais. Essas funcionalidades permitem que os médicos e enfermeiros realizem outras atividades enquanto monitoram o avanço ou retrocesso de determinadas doenças.

    5. Facilidade de transporte

    A portabilidade é outra característica fundamental em monitores para diagnóstico médico. Os equipamentos hospitalares com bateria e baixo peso podem ser complementados com alça acoplada e outros acessórios que facilitem o seu transporte. Verifique se o desenho do dispositivo é resistente e ergonômico para uso em ambientes variados. Esse detalhe é relevante para o atendimento de intercorrências imprevisíveis.

    6. Configuração modular

    Os monitores usados para obter diagnósticos médicos já vem com uma configuração de fábrica para medir temperatura, saturação do oxigênio (SPO2), respiração, monitorização de atividade cardíaca (ECG) e outros recursos. Entretanto, é interessante que o dispositivo possa ser personalizado para monitorar outros sinais vitais, por exemplo, análise de gases, impressora térmica, capnografia e pressão invasiva (PI).

    Os módulos possuem atribuições que podem conferir praticidade e ajudar os profissionais em diversas unidades. A opção modular de função auxilia o médico em diferentes contextos e oferece a oportunidade de levar o módulo para outra unidade hospitalar. Ao adquirir uma pequena quantia de monitores, eles poderão ser usados em outros locais que forem facilmente configuráveis.

    7. Características técnicas

    As características técnicas servem de apoio às equipes e precisam ser conferidas antes da aquisição do monitor para diagnóstico médico. Averigue se o dispositivo oferece opções de luminância, resolução, gráficos, sinais de alerta, imagens, taxa de contraste, textos e tamanho adequado. Outros diferenciais são a possibilidade de inserir novos parâmetros, conectividade, duração da bateria, design e histórico dos dados.

    8. Custo-benefício

    Um monitor oferece excelente custo benefício às clínicas e hospitais desde que sejam escolhidos apropriadamente. Eles aumentam a produtividade dos times, torna o trabalho mais preciso, confiável e rápido. A qualidade desses dispositivos vai além de assegurar precisão aos diagnósticos dos pacientes, ela melhora a prestação de serviços e a reputação diante do público.

    Enfim, essas são as 8 dicas de como escolher monitores para diagnóstico médico! Utilize equipamentos da área médica de qualidade que guiem os profissionais na elaboração de diagnósticos, procedimentos e tratamentos. A Medicalway é a parceira ideal para encontrar os dispositivos que você procura, pois ela importa produtos fabricados com tecnologia de ponta por fornecedores mundiais.

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    Conheça os principais tipos de equipos hospitalares

    Para o bom funcionamento dos serviços hospitalares é preciso ter muito mais do que bons profissionais, pois, não há como fazer determinados procedimentos sem o material e equipamento adequado.

    Além das máquinas utilizadas nos procedimentos mais complexos, os materiais menores tem uma importância ainda maior para as pequenas operações dentro dos hospitais. Soros, seringas, equipos, são só alguns dos insumos indispensáveis nesse processo.

    Um deles, os equipos, por exemplo, são essenciais para que as bombas de seringa e infusão trabalhem 100% com excelência.

    Quer entender como funcionam os equipos hospitalares? Acompanha o post

    Como Funcionam os equipos

    O equipo é um dispositivo que transporta o remédio aplicado dentro do reservatório, até o paciente. É Muito utilizado em casos de internação ou em atendimentos de urgência, quando o individuo precisa receber nutrientes ou medicamentos de maneira venosa.

    Equipo bomba de infusão

    As bombas de infusão possibilitam a administração de medicamentos em volumes pequenos, em um espaço de tempo considerável, prescrito por um médico.

    O papel dessa ferramenta se faz necessário em casos clínico em que o paciente precise que o remédio seja aplicado de maneira intravenosa e em ritmo controlado. Apesar de ser um equipamento que administra doses pequenas em um intervalo de tempo grande, também existem as bombas de infusão que permitem a administração em quantidades maiores.

    Nesse caso os equipos são indispensáveis, pois é através dele que pode haver essa regulação de taxas de administração de medicamentos, de modo lento ou rápido.

    Equipo para nutrição Enteral

    Existem diversos tipos de equipos, para diferentes procedimentos nos pacientes. A escolha varia de acordo com o quadro do paciente e que tipo de medicamento será administrado.

    A nutrição enteral é necessária quando algo inviabiliza o paciente de se alimentar via oral. Pode ser administrada tanto no âmbito hospitalar, quanto no domiciliar. Todavia, é preciso cuidado no manuseio das bombas de infusão para reduzir complicações e melhorar os resultados do paciente.

    Nos casos em que o paciente não pode se alimentar, as bombas de nutrição servem para a aplicação de dieta enteral diretamente no trato digestivo e os equipos atuam na administração das substâncias, seja ela em pequenas ou grandes doses.

    O equipo para nutrição/dieta enteral são normalmente de cor azul ou roxa, possui ponta cruz para conexão do frasco de dieta e ponta escalonada para a ligação das sondas enterais.

    Importância dos equipos

    Todo e qualquer material dentro de um centro de saúde tem sua funcionalidade, não existe um material mais ou menos importante. Entretanto, existem dispositivos que não podem ser substituídos, sem prejudicar a operação completa, esse é o caso dos equipos.

    Para cuidar e tratar pacientes na emergência ou em leito de internação é preciso aplicar medicamentos que tragam a cura ao enfermo. Esses procedimentos podem durar horas, pois de acordo com cada quadro é feito um protocolo diferente.

    Para casos de aplicação venosa, os equipos são essenciais, já que é através deles que as substâncias contidas no recipiente são levadas para dentro do corpo do paciente.

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    7 equipamentos de emergência hospitalar necessários para o atendimento

    As emergências hospitalares são momentos delicados para os profissionais da saúde e seus pacientes. A equipe de enfermeiros e médicos envolvidos nos procedimentos são responsáveis por tentar salvar a vida das pessoas que chegam aos hospitais com quadros graves. Por isso, é fundamental ter todos os equipamentos e produtos certos para evitar a morte.

    Os equipamentos de emergência hospitalar otimizam o tempo dos profissionais, agilizam o atendimento e diminuem os riscos aos pacientes. Essas tecnologias funcionam de forma eficaz e ágil nas instituições que as adotam para aprimorar as suas rotinas. Neste artigo, vamos apresentar as principais opções utilizadas em emergências hospitalares e explicar detalhes sobre cada uma delas.

    Gostaria de compreender melhor a relevância dos equipamentos hospitalares para cuidar dos pacientes nas emergências? Prossiga!

    Entenda a importância dos equipamentos hospitalares

    Os pacientes que chegam em uma emergência precisam da realização de ações rápidas. Cada segundo pode ser vital para mantê-los vivos e evitar que as condições se agravem e tragam danos irreversíveis. É por este motivo que os equipamentos hospitalares são tão importantes, pois são eles que ajudam a vida das pessoas feridas ou em situação grave.

    Os equipamentos de emergência hospitalar precisam ser mantidos em perfeito estado de conservação e a equipe de profissionais que os utilizam bem treinados para o uso apropriado. Falhas não podem ocorrer quando a vida dos pacientes está em perigo e o aparato médico precisa oferecer resultados exatos e respostas imediatas aos médicos.

    Em virtude disso, é crucial comprar itens de excelente qualidade e não cometer erros ao escolher os modelos dos dispositivos. Afinal, esses equipamentos desempenham papel indispensável na prestação de apoio aos profissionais da medicina e o fornecimento de cuidados médicos para o público. Eles estão integrados aos serviços de ambulatório e internação ofertados pelas unidades hospitalares.

    Confira os principais equipamentos de emergência hospitalar

    O uso dos equipamentos hospitalares é constante em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), emergências, pronto socorro, centro cirúrgico e outros departamentos da área médica onde os pacientes são observados pelos profissionais. Os dispositivos precisam ser organizados para a utilização sempre que solicitados. Veja a seguir detalhes sobre as principais opções disponíveis no mercado!

    1. Desfibrilador

    Desfibrilador um o equipamento cuja função é o restabelecimento do ritmo cardíaco dos pacientes após uma parada cardiorrespiratória. Ele serve para ressuscitar as pessoas por meio de choques que estimulam o bombeamento sanguíneo e a reestruturação celular. Portanto, desfibriladores com monitores sofisticados são imprescindíveis nos cenários de emergência e são altamente eficientes nas instituições médicas.

    Com o seu monitor, o desfibrilador atende as diversas necessidades cotidianas das equipes de saúde. Escolha um equipamento que seja fácil de usar e que incorpore o máximo de aspectos de segurança para usuários e pacientes. Alguns têm tamanho compacto e sua tela de apenas 7 polegadas revela todas as informações de ajuste para terapias elétricas.

    2. Oxímetro

    Oxímetro de pulso é um dispositivo não invasivo que tem como finalidade mensurar os níveis de oxigênio no sangue. As informações fornecidas por esse aparelho cooperam para diagnosticar insuficiência respiratória em pacientes internados na área de emergência. Você vai encontrar alternativas de pequeno porte e leves que monitoram continuamente e pontualmente a frequência da pulsação.

    Opte por um modelo que permita a configuração do desempenho e de recursos conforme o modo operacional desejado. Existem aparelhos com funções básicas, recursos de espera, estado de supressão de alarme, desligamento automáticos e atribuição automática de IDs exclusivas para pacientes. Eles podem ser usados para monitoramentos contínuos ou de longa duração e exibição de curva pletismográfica.

    3. Monitores cardíacos

    Um monitor cardíaco é um aparelho útil para conferir e corrigir rapidamente as alterações dos batimentos cardíacos. A tecnologia disponibiliza dados de forma contínua enquanto o paciente recebe atendimento médico e conta com desempenho avançado para a realização dos monitoramentos. Desse modo, oferece medição estável e precisa de parâmetros essenciais aos profissionais de saúde.

    O dispositivo atende necessidades clínicas com um monitoramento confiável para facilitar as tomadas de decisões clínicas. Há opções fáceis de usar que melhoram a eficiência e simplificam o fluxo de trabalhos ao fornecer uma interface intuitiva. Consequentemente, as aplicações são mais ágeis inclusive para usuários inexperientes e que não receberam longas horas de treinamento.

    4. Ventiladores

    Os ventiladores são equipamentos médicos planejados para movimentar de modo mecânico o oxigênio para os pulmões das pessoas que respiram de forma inadequada ou não conseguem respirar. Encontre um ventilador de última geração que ofereça módulos e ferramentas eficazes. Encontre um dispositivo com tela HD wide screen de 17 polegadas é ideal, fácil de manusear e com design ergonômico.

    Há aparelhos que possibilitam rápida ventilação mecânica inteligente e contam com interface interessante. As suas ferramentas ajudam os profissionais de saúde a realizar tratamentos sequenciais e a tomar decisões, por exemplo, o Intelligent Assistant foi desenvolvido com base nas recomendações profissionais e nas necessidades clínicas dos pacientes para ajudar as equipes médicas a fazer escolhas mais acertadas.

    5. Sistema de Torniquete

    O sistema de torniquete eletrônico configurações avançadas e flexíveis de pressão. Ele pode ser livre de fios, portátil e ter uma bateria de longa durabilidade além de ser capaz de enviar notificação. Trata-se de uma tecnologia personalizada de oclusão do membro criada para fazer cálculos que beneficiam os pacientes em momentos específicos.

    O aparelho aplica a pressão mínima de um torniquete após calcular os valores por paciente individualmente. Essas máquinas de alto desempenho e tecnologia aprimorada são essenciais para ter sucesso em procedimentos cirúrgicos de emergência. O seu funcionamento diminui a ocorrência de complicações após as cirurgias ao reduzir e conter as chances de hemorragias.

    6. Videolaringoscópio

    Um videolaringoscópio é um dispositivo com tela de alta definição e bateria carregável utilizado para fazer intubações seguras em ambiente hospitalar. Há versões com lâminas reutilizáveis, sem risco de quebra e resistentes à flexão. Algumas marcas são usadas para abrir as vias aéreas, fazer a sua gestão, realizar consultas de telemedicina ou online para pacientes.

    7. Monitor de sinais vitais

    Monitores de sinais vitais são produtos muito comuns nos setores de emergência tendo em vista que mostram o estado dos pacientes para as equipes médicas. Procure opções modernas e portáteis para a verificação periódicas ou pontuais, com sistemas inteligentes para monitorar temperatura, respiração, oximetria, frequência do pulso, entre outras condições do organismo.

    Esses são 7 equipamentos de emergência hospitalar necessários para o atendimento! Eles são apropriados para procedimentos neonatais, pediátricos e adultos por exibir dados de maneira clara e objetiva. Utilize dispositivos de qualidade como os que são comercializados no site da Medicalway, uma empresa especializada e reconhecida pela excelência de seus serviços, suporte técnico ágil e qualificado.

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