Conheça os principais tipos de motores cirúrgicos existentes

Os motores cirúrgicos são, entre a vasta gama de equipamentos médicos do mercado, instrumentos que merecem atenção. Tanto no momento da aquisição quanto durante o pós-venda é muito importante avaliar o desempenho e o tempo de vida útil descritos pelos fornecedores.

Dessa forma, é possível analisar quais equipamentos apresentam tecnologias e uma performance de qualidade e optar por motores que apresentem equilíbrio entre velocidade, peso e potência de perfuração.

Quer saber mais sobre os motores cirúrgicos, conhecer os diferentes tipos disponíveis e saber em quais situações eles são utilizados? Não deixe de ler este post! Nele, falaremos tudo sobre esses instrumentos, incluindo a utilização ideal de cada modelo. Boa leitura!

Motores cirúrgicos: o que são

Principalmente para gestores hospitalares, que estão em constante contato com engenharias e inovações no de novos equipamentos, é fácil notar como os avanços tecnológicos têm transformado a área da saúde. Os motores cirúrgicos não ficam de fora desse aperfeiçoamento constante.

De maneira introdutória, vamos explicar o que são motores cirúrgicos e qual a importância deles nos procedimentos médicos.

De modo geral, esses equipamentos têm o formato periférico e acompanham um micromotor para facilitar a perfuração em tecidos moles e rígidos. A propulsão do impulso é controlada por um torque, apresentando ampla utilização em diferentes intervenções médicas e odontológicas, como veremos ao longo deste conteúdo.

Variabilidade no mercado: cada tipo de motor apresenta sua finalidade

Pelo que você pode imaginar, de acordo com sua experiência e os conhecimentos sobre equipamentos hospitalares, hoje existe uma variedade grande de equipamentos desse tipo no mercado. Veja, a seguir, em quais áreas ou situações clínicas esses motores são mais utilizados:

  • práticas de perfuração e inserção na implantodontia;
  • procedimentos ortopédicos (principalmente quadril, joelho, coluna, pé e mão);
  • perfurações ósseas;
  • cirurgias buco-maxilo-faciais;
  • cirurgias cardiotorácicas;
  • cirurgias periodontais;
  • neurocirurgias;
  • cirurgias plásticas;
  • traumatologia;
  • procedimentos de desgaste e polimento.

Logo, podemos observar que os motores cirúrgicos são bastante utilizados na ortopedia de pequenos e grandes ossos e na neurologia.

Além disso, o mercado de perfuradores cirúrgicos elétricos a bateria está crescendo consideravelmente nos ambientes hospitalares, principalmente devido à praticidade da utilização desses sistemas.

Modelos cirúrgicos: motores oferecidos pela Medicalway

Já vimos o quanto esses instrumentos são fundamentais para a rotina médica de diversos procedimentos. A seguir, vamos demonstrar quais são os principais tipos de motores oferecidos pela Medicalway e como eles podem auxiliar a realização de atividades específicas.

Hoje são oferecidos motores elétricos a bateria e sistemas elétricos que desempenham suas funções por meio de consoles. Além disso, os micromotores são representados por uma grande variedade de linhas disponíveis no mercado.

Nesse contexto, vale ressaltar que a Medicalway apresenta os motores cirúrgicos da Bojin — um fabricante multinacional. Seus equipamentos têm tecnologia alemã avançada e asseguram maior potência, estabilidade e ergonomia para uso em diversas cirurgias.

Observe, a seguir, os diferentes tipos de modelos e seus métodos de utilização mais recorrentes.

Motores cirúrgicos dedicados

Os motores cirúrgicos dedicados, como o próprio nome sugere, são desenvolvidos especificamente para determinados sistemas. A maioria deles permite que a peça atue no motor, controlando sua rotação e seu torque.

Os motores dedicados oferecem uma excelente performance em procedimentos cirúrgicos. Exemplos:

  • Drill: bastante utilizados em procedimentos de perfuração;
  • Serra Sagital, Serra Reciprocante e Serra Esterno: excelentes ferramentas para realizar cortes e fazer aberturas em tecidos ósseos;
  • Craniótomo: realiza aberturas cirúrgicas no crânio com agilidade e firmeza;
  • Trepano: utilizados principalmente para perfurações na calota craniana;
  • Drill Canulado: a configuração nesse formato possibilita perfurações simples e canuladas.

Motores multifuncionais

Já os motores multifuncionais realizam todos os procedimentos dos motores dedicados. No entanto, é possível utilizar o mesmo motor e ajustar os adaptadores com funções específicas para cada cirurgião. São exemplos de motores multifuncionais:

  • Drill;
  • Drill Canulado;
  • Reamer;
  • Serra Sagital, Serra Reciprocante e Serra Esterno;
  • Trepano;
  • Craniótomo;
  • Passa Fio.

Motores elétricos por meio do console

Esse tipo é mais utilizado em cirurgias de pequeno porte e mais delicadas, como neurocirurgia, procedimentos buco maxilares, cirurgias de mão, pé e coluna.

Aquisição: o que deve ser avaliado no momento da compra

Em primeiro lugar, a real necessidade da instituição de saúde em questão é o que deve ser levado em conta. Ou seja, em qual especialidade existe uma maior necessidade de utilizar os motores cirúrgicos.

Assim, a partir da obtenção dessa informação é possível direcionar a aquisição do produto com maior efetividade. Além disso, existe a possibilidade de a empresa demonstrar o instrumento em cirurgias específicas com o intuito de aumentar a confiabilidade médica em relação à aquisição do produto.

Modelo ideal: características fundamentais no momento de escolha

Uma vez que todos os motores cirúrgicos são fundamentais em procedimentos complexos, determinadas características devem ser observadas no momento de aquisição. Algumas delas são:

  • ergonomia: motores ergonômicos garantem maior precisão e segurança;
  • torque: equipamentos com alto torque apresentam excelente comando de Excelente comando de acionamento e parada;
  • versatilidade: quanto mais multifuncional for o motor maiores serão as vantagens na aquisição;
  • durabilidade: a vida útil dos motores cirúrgicos beneficia a gestão de custos e garante mais segurança na execução de procedimentos.

É importante destacar que o sistema pneumático é um modelo muito barato de motor cirúrgico. Apesar disso, não é aconselhável adquiri-lo, pois são necessários vários acessórios para que ele funcione adequadamente.

Mangueiras, reguladores, cilindros e suporte de transporte do cilindro: é preciso adicionar esses complementos à peça o que dificulta a rotina de utilização. O uso da mangueira, por exemplo, pode bloquear a mobilidade do motor e atrapalhar os circulantes da sala de cirurgia.

Além disso, há o risco de o cilindro acabar durante o uso do perfurador, exigindo mais trabalho e gasto de tempo para a sua substituição e a desconexão das mangueiras.

Diante do conteúdo exposto neste artigo é fácil concluir que os motores cirúrgicos merecem atenção especial, não é mesmo? Para garantir mais segurança nas cirurgias, alguns aspectos e algumas características relevantes devem ser observados na hora de adquirir instrumentos de qualidade.

Os modelos disponíveis da Bojin, inclusive, apresentam um design ergonômico, leve e com alta durabilidade da bateria. Além disso, são práticos e têm fácil manuseio, facilitando e otimizando o tempo de cirurgia.

O que achou deste post? Consegue visualizar melhor como os diferentes tipos de motores interferem na qualidade do atendimento de saúde prestado? Que tal entrar em contato conosco e conhecer melhor os nossos equipamentos e serviços? Será um prazer esclarecer todas as suas dúvidas!

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    Como é realizado o exame de densitometria óssea?

    Graças à tecnologia, a medicina diagnóstica tem conquistado grandes avanços. Um deles é o exame de densitometria óssea, que, de maneira simples e rápida, é capaz de detectar a osteopenia e a osteoporose.

    A grande vantagem é que, com a densitometria óssea, a perda mineral pode ser detectada logo em seu estágio inicial, mesmo não sendo possível visualizá-la precocemente pelo exame de raio-X. Isso permite a realização do combate à osteoporose e a prevenção do risco da geração de fraturas.

    Para ajudá-lo a entender melhor, preparamos um panorama completo sobre o assunto, no qual abordaremos o que é o exame de densitometria óssea, como é realizado, para quem é indicado e quais os resultados esperados. Continue a leitura e confira!

    O que é o exame de densitometria óssea? 

    Esse é um exame importante realizado para definir a quantidade de massa óssea em locais do corpo, como fêmur, coluna lombar e outras regiões, a fim de permitir a avaliação do risco de fratura e oferecer um diagnóstico precoce de osteopenia e osteoporose. Ele é feito com o uso de um aparelho com dupla emissão de raios-X, mas com a dosagem de radiação reduzida.

    Como é feito o exame de densitometria óssea?

    O exame é indolor e simples, não sendo exigido nenhum preparo especial. A única recomendação é não usar objetos, acessórios e roupas que tenham metal, visto que isso pode interferir no resultado. No dia, o paciente é orientado a deitar em uma maca, que terá um dispositivo de imagem acima e um gerador de raios-X posicionado abaixo.

    Posteriormente, é iniciado o exame utilizando a máquina densitômetro, que por meio de um detector vai irradiar e percorrer levemente a coluna e sobre o quadril, captando as imagens e projetando-as na tela de um computador. Dessa forma, em aproximadamente 10 a 30 minutos, o exame é concluído, sendo possível obter os resultados da medição da densidade óssea praticamente logo em seguida.

    Quando e para quem é indicado fazer o exame de densitometria óssea?

    Mulheres a partir dos 65 anos de idade e homens acima dos 70 costumam ser orientados pelos médicos a realizarem o exame de densitometria óssea, para verificar a densidade dos ossos. Mas, há outras diversas situações em que a solicitação do exame pode ser necessária, como para monitorar uma doença já diagnosticada, especialmente para pessoas que têm osteoporose e precisam fazer o acompanhamento. Também é recomendado nos casos em que existem fatores de risco, como:

    • pós-menopausa;
    • fratura prévia;
    • baixo peso corporal (com IMC menor que 18,5 kg/m²);
    • fatores genéticos;
    • uso de medicamentos que favorecem a perda de massa óssea.

    O que é avaliado nesse tipo de exame?

    De um modo geral, no exame de densitometria óssea, é verificada a quantidade de cálcio que está presente no osso, a fim de medir a densidade mineral óssea. Também são examinadas regiões em que os ossos estão sujeitos a fraturas, como lombar e fêmur. Por fim, estabelece-se diagnóstico e avalia-se tratamento para osteoporose e osteopenia.

    Quais resultados podem ser esperados desse exame?

    Há três possibilidades que são disponibilizadas no resultado do exame:

    • densidade mineral óssea dentro do padrão: o resultado é considerado normal e sem risco de fraturas;
    • perda da densidade mineral óssea inicial: o paciente é diagnosticado com osteopenia, estando com o risco de fraturas;
    • redução significativa da densidade mineral óssea: quer dizer que a pessoa está com osteoporose e com alto risco de fraturas.

    Qual a importância de ter aparelhos dedicados ao exame de densitometria?

    O exame de densitometria óssea é o método mais utilizado para verificar a diminuição de massa no osso. Diante disso, são utilizados equipamentos modernos e com alta tecnologia, para que a emissão da radiação seja baixa e ainda consiga diagnosticar o problema logo no início. Por isso, é importante contar com aparelhos específicos, a fim de proporcionar ao paciente o tratamento mais breve possível, evitando que a doença possa progredir.

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    5 maiores benefícios de contar com um monitor multiparamétrico modular

    O monitor multiparamétrico modular é um equipamento bastante utilizado em pronto atendimento, unidades de terapia intensiva, centros cirúrgicos, salas de recuperação pós-cirúrgico e demais setores. O equipamento serve para detectar os sinais vitais do paciente, como pressão arterial, oximetria de pulso, temperatura e respiração, podendo ser usado em recém-nascidos, crianças, adultos, bem como animais.

    Funciona por meio da conexão por cabos e sensores, em que alarmes sonoros são ativados quando os sinais vitais do indivíduo atingem um nível diferente do programado, o que possibilita que o médico e integrantes da equipe de saúde possam agir de forma rápida com o objetivo de estabilizar esses parâmetros e evitar possíveis danos ao paciente.

    Veja a seguir, quais são os principais benefícios do monitor multiparamétrico modular!

    1. Interface simples

    A maioria dos monitores apresenta uma interface de fácil compreensão, o que evita erros no momento de usar os aparelhos. Isso porque, com o avanço da tecnologia, é importante simplificar esse processo, ainda mais no setor da saúde, em que as atividades desenvolvidas devem ser rápidas e efetivas.

    O monitor multiparamétrico modular também é capaz de armazenar uma grande quantidade de dados relevantes para futuras avaliações médicas e um acompanhamento mais próximo do paciente.

    2. Central de monitoramento

    Outra vantagem que o equipamento proporciona para o atendimento médico é a central de monitoramento, já que os monitores são desenvolvidos com comunicação com centrais que ajudam na centralização e gerenciamento de dados de vários pacientes em um mesmo painel de visualização.

    Isso vai levar à agilização dos processos e à otimização do tempo das tarefas executadas pelos profissionais de saúde, que não vão precisar passar pelo leito a todo momento para verificar os dados.

    3. Usabilidade

    Alguns tipos de monitores apresentam certas funcionalidades que facilitam a rotina dos profissionais que fazem parte da equipe de saúde, por exemplo, manipulação dos botões por meio de touchscreen, o que é um diferencial importante para ofertar mais rapidez e acessibilidade em situações que requerem uma configuração de imediato.

    4. Alta performance

    Usar equipamento que tragam modernidade e tecnologia de ponta é relevante para as instituições de saúde que buscam oferecer um atendimento de qualidade para os seus pacientes. Dessa forma, a performance de um monitor multiparamétrico modular pode contribuir para a precisão e efetividade dos resultados em tempo real e, assim, tornar o atendimento mais rápido e adequado.

    Qualquer minuto vale muito em um tratamento de saúde. Por isso, o monitor para realizar os procedimentos do hospital dever ser escolhido considerando vários aspectos, entre eles, o seu avanço em termos de tecnologia.

    5. Flexibilidade

    O aparelho tem a capacidade de se adequar a diferentes ambientes e setores de maneira prática e rápida. É preciso salientar que cada instituição tem suas particularidades, estruturação física e pacientes com diferentes graus de monitoramento. Então, ele é desenvolvido levando em conta a flexibilização de seu uso e configurações para determinados atendimentos, onde os parâmetros poderão ser definidos pelos profissionais de saúde.

    Agora que você já sabe os benefícios proporcionados por um monitor multiparamétrico modular, é importante avaliar alguns critérios para fazer a escolha do melhor equipamento, como experiência da empresa fornecedora, tecnologia e suporte oferecido. Nesse caso, a Medicalway pode ser uma grande parceira com suas soluções oferecidas.

    Conheça um pouco mais sobre os monitores multiparamétricos oferecidos pela Medicalway, suas caraterísticas e diferencias. Basta acessar nosso site!

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    O que compõe uma estação de trabalho de anestesia? Descubra!

    A estação de trabalho de anestesia é um equipamento bastante relevante nas instituições hospitalares. Isso porque ele é constituído de diversos itens integrados com a finalidade de gerenciar gases no decorrer da anestesia inalatória, o que melhora, de forma satisfatória, os cuidados prestados aos pacientes.

    Mas, para que o profissional qualificado possa fazer o manuseio correto do equipamento, é importante entender, da maneira mais detalhada possível, o seu funcionamento e os elementos que o compõem. E isso influenciará diretamente os resultados. Então, pensando nisso, elaboramos este conteúdo com as principais informações. Confira!

    O que compõe uma estação de trabalho de anestesia?

    Pelo fato de as estações de trabalho de anestesia estarem cada vez mais modernas, é necessário que o anestesiologista tenha o conhecimento adequado sobre o seu funcionamento e os itens que serão manuseados, por exemplo:

    • sistema respiratório: possibilita a ventilação artificial conforme as modalidades ventilatórias disponíveis;
    • fluxômetro: estabelece o volume de gases frescos que será administrado. Nesse tipo de situação, os gases usados são oxigênio, óxido nitroso e ar comprimido;
    • vaporizador anestésico: é responsável por transformar o anestésico líquido em vapor. Essa mudança é importante para que o anestésico tenha condições químicas apropriadas para ser absorvido pelas vias aéreas do indivíduo.

    Entre os outros elementos, podemos apontar os monitores, os ventiladores e os sistemas antipoluição. Esses componentes englobam desde estruturas de funcionamento pneumáticas a complexos conjuntos eletrônicos, mecânicos e componentes microprocessados. Com isso, o fito é elevar a segurança do paciente anestesiado.

    Quais são as soluções oferecidas pela Medicalway e seus diferenciais?

    A Medicalway tem, em sua lista de soluções, estações de trabalho com altas tecnologia e modernidade. Conheça os principais modelos a seguir!

    WATO EX-20 (Mindray)

    Esses são ideais para anestesia geral tanto em pacientes pediátricos quanto em adultos. O modelo proporciona segurança, estabilidade, desempenho confiável e interface amigável por meio de um monitoramento básico em tela LCD, incluindo VCe, etCO2, VM, pressão média, pico de pressão, com curvas de pressão e fluxo de forma simultânea.

    WATO EX-35 (Mindray)

    O WATO EX-35 possibilita que o usuário realize ajustes do modo de ventilação e das definições do monitor de maneira simples. Ademais, seu sistema inteligente de alarme em tempo real disponibiliza dados detalhados que alertam o médico de forma ágil e clara sobre fatos adversos, destacando a necessidade de intervenção.

    WATO EX-65 – PRO (Mindray)

    Desenvolvida com tecnologia de ventilação inteligente e com avançados recursos de monitoramento, essa máquina oferta uma linha completa de módulos de ventilação com controle e suporte. Ela insere PSV + Apnéia, PCV-VG, CPAP/PS, SIMV-VG, entre outros, com o objetivo de atender, de forma eficiente, aos critérios de ventilação de todos os pacientes.

    Como pode-se perceber, a transformação digital tem proporcionado uma série de opções de estação de trabalho de anestesia, cada uma com suas particularidades e funções. E, para que o profissional possa utilizar a máquina da melhor forma, priorizando a segurança e a qualidade nos procedimentos, é preciso entender quais são os itens que a compõem e o jeito de manuseá-los. Assim, é possível alcançar os melhores resultados possíveis.

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