Cada vez mais, os impactos da tecnologia na medicina são atestados pelas inovações da saúde 4.0. O que muitos médicos ainda não perceberam, porém, é que esses avanços também já chegaram à área de gestão. Afinal, a utilização de um software médico pode trazer muitos benefícios.
Se você ainda não está certo de que vale a pena investir em uma ferramenta com essa, ou tem dúvidas sobre como escolhê-la, não se preocupe: este post foi feito para você!
Para te ajudar a entender como implementar um software em sua clínica, listamos aqui as principais vantagens que a adoção de um software médico pode trazer para a sua clínica. Então, continue lendo e confira!
Basicamente, trata-se de um sistema de computador desenvolvido especificamente para clínicas, hospitais e consultórios. Assim, ele conta com funcionalidades e ferramentas pensadas justamente para as demandas desses locais, agilizando sua rotina e os processos de trabalho.
Os softwares médicos podem ser desde simples ferramentas para o agendamento de consultas até sistemas de gestão completos. De todo modo, devem seguir as normas elaboradas pelo CFM (Conselho Federal de Medicina).
Entre suas funcionalidades podem estar o controle financeiro e de fluxo de caixa, a gestão de compras e de estoque, além do armazenamento e a análise de dados dos pacientes, com a emissão de gráficos e relatórios. Além disso, pode haver integração com outros softwares específicos, como prontuários eletrônicos, agenda, plataformas de assinatura digital etc.
Administrar agendas e o cadastro de pacientes por meio de fichas ou usar planilhas para o controle das finanças são atitudes do passado. Hoje, o uso de aplicativos e softwares médicos trazem inúmeros benefícios para o dia a dia de uma clínica. Vejamos, a seguir, os principais deles!
Um software de agenda médica, por exemplo, pode agilizar bastante o atendimento e reduzir a espera no consultório. Com ele, os dados do paciente são cadastrados uma única vez, sendo facilmente encontrados a cada consulta — algo bem diferente do que acontecia com as pilhas de fichas de papel arquivadas em ordem alfabética.
Antigamente, bastava o paciente dar um sobrenome diferente ou surgir algum erro na grafia do seu nome e, pronto, ficava bem difícil encontrar a sua ficha, ainda mais com uma sala de espera lotada.
Agora, além dessa busca ser facilitada, os dados podem ser acessados pelo médico durante a própria consulta, pelo prontuário eletrônico. Mais que isso: se for on-line, o software ainda permite o acesso e edição de qualquer lugar com acesso à internet.
Além de agilizar o atendimento, dar fim às fichas cadastrais e prontuários de papel representa uma otimização da organização tanto das informações em si, que podem ser facilmente acessadas e lidas sem chance de não entendimento da caligrafia, quanto do próprio espaço de armazenamento.
Arquivos em formato digital e armazenados em nuvem não requerem espaço físico para serem guardados, o que libera o ambiente da clínica e o torna mais agradável ao paciente. Além disso, esse armazenamento virtual mantém os dados mais seguros, sem risco de perda, extravio ou dano, como pode ocorrer com uma ficha física.
Também vale lembrar que o uso de prontuários eletrônicos, por exemplo, melhora todo o fluxo de trabalho dentro da clínica, uma vez que a comunicação entre a recepção, o consultório, a sala de exames, curativos, ou quaisquer outros profissionais envolvidos é feita via sistema.
Com os processos operacionais e de atendimento mais organizados, sobra mais tempo para atuar na gestão da clínica. Sem contra que, dependendo do software utilizado, ele próprio já funciona como uma ferramenta de gestão.
Um sistema integrado pode controlar as contas a pagar e catalogar todos os procedimentos e seus valores, permitindo a identificação daqueles que são mais lucrativos. Além disso, ao centralizar os dados financeiros facilita-se muito a gestão administrativa e o controle de estoque, o relacionamento com fornecedores, a emissão de relatórios, o controle de convênios e formas de pagamento etc.
Dessa forma, um médico pode ter acesso a informações como o número de consultas realizadas ou a quantidade de cancelamentos, por exemplo, o que lhe ajuda a identificar pontos de melhoria e a tomar decisões mais estratégicas no futuro.
Essa é outra grande vantagem dos softwares médicos: já que são regulamentados pelo CFM, eles devem ter a mesma segurança que é aplicada aos bancos e sigilo absoluto dos dados.
Assim, esses sistemas realizam backups diários, apresentam certificação digital SSL e utilizam criptografia para garantir toda a segurança e privacidade das informações. Além disso, é possível estabelecer controles de acesso e diferentes níveis de permissão para cada usuário.
No caso do armazenamento em nuvem, o sistema conta ainda com a manutenção garantida pelo fornecedor, e em caso de perda acidental é possível recorrer à recuperação automática, já que cópias de segurança são feitas quase em tempo real.
A possibilidade de acesso remoto às informações de um paciente pode agilizar bastante a rotina corrida de um médico, que nem sempre está no seu consultório. Afinal, utilizando um software médico on-line, é possível visualizar o cadastro ou prontuário de um paciente de qualquer lugar, por celular ou tablet.
Além disso, como os smartphones continuam se tornando mais populares, essa tecnologia ainda vem mudando a relação médico-paciente. Hoje, uma clínica se beneficia desse comportamento ao enviar SMS para confirmar consultas, por exemplo, ou lembretes quanto à marcações de rotina, mensagens de aniversário, entre outras.
Embora todo sistema tenha um custo de implementação, é notável o seu retorno financeiro em forma de aumento da produtividade, liberação de funcionários para tarefas mais estratégicas, redução de custos (como de telefone ou papel), melhora da experiência do paciente e muitos outros que trazem resultados consistentes para o seu negócio. Em outras palavras, a adoção de um software médico representa uma grande economia para a clínica.
Na hora de escolher um sistema para a sua clínica ou consultório, é importante ter em mente alguns pontos, principalmente em relação às suas necessidades, objetivos e ao orçamento disponível para essa empreitada. Vale pensar, por exemplo, nos processos que você deseja informatizar, além de avaliar se você já tem a infraestrutura necessária — ou seja, se os equipamentos da sua clínica têm a configuração compatível com a instalação.
Nesse sentido, para escolher o melhor software médico é preciso avaliar:
O software médico da iClinic, por exemplo, é líder de mercado e muito simples de usar. Ele oferece agenda on-line e prontuário personalizável, descomplicando a gestão e facilitando o dia a dia de todos que atuam em uma clínica, desde a recepcionista até o próprio médico!
Enfim, como vimos, um software médico figura entre os avanços tecnológicos que vêm mudando a medicina e o atendimento em saúde. Então, se a sua clínica deseja acompanhar o mercado, não pode ficar fora dessa revolução. Pense nisso!
Gostou da leitura? Agora que você já conhece os benefícios de um bom software médico, que tal compartilhar este post com seus colegas nas redes sociais?
Acreditação ONA: o que é e como conseguir essa certificação hospitalar? No momento em que um hospital, serviço de diagnóstico por imagem, laboratório ou outra organização do setor de saúde conquista a acreditação ONA, a instituição comprova que adota um padrão de qualidade e segurança em seus processos. Com isso, ela consegue melhorar sua credibilidade para o mercado, para os profissionais de saúde e também para os pacientes.
Dessa forma, é uma certificação de grande importância, pois demonstra a excelência na parte de assistência e de gestão. Tem interesse em entender melhor o que é a acreditação ONA, as principais vantagens em conquistá-la, os níveis de certificação e quais etapas precisam ser cumpridas para obtê-la? Todas essas informações você encontra neste post. Boa leitura!
Desde 1999, a Organização Nacional de Acreditação (ONA) — entidade não governamental e sem fins lucrativos — atua para que hospitais, clínicas e outras instituições de saúde possam alcançar um alto padrão de assistência, especialmente nos quesitos qualidade e segurança.
Sendo assim, a ONA é responsável pelo desenvolvimento e pela gestão dos padrões brasileiros nesses aspectos. A entidade conta com uma metodologia internacional, já que é integrante da International Society for Quality in Health Care (ISQua) — parceira da Organização Mundial de Saúde (OMS). Da ISQua, fazem parte instituições de qualidade à saúde dos Estados Unidos, do Canadá, da França e do Reino Unido.
A acreditação serve para avaliar e certificar a qualidade dos processos de locais que prestam assistência à saúde, tendo como objetivo a melhoria contínua desses serviços. Ela segue três princípios:
O processo para a obtenção da certificação é realizado apenas por entidades acreditadoras credenciadas pela ONA e que utilizam como referência as diretrizes do Sistema Brasileiro de Acreditação e o Manual Brasileiro de Acreditação.
Em geral, para serem acreditadas, as instituições têm o desempenho organizacional avaliados. Assim, elas precisam apresentar:
Ao conseguir a acreditação, o hospital demonstra que modificou seus processos para atingir um alto padrão de qualidade definido pela ONA. Como são instituições que lidam com a vida das pessoas, torna-se um selo importante, uma garantia de que os pacientes vão receber um atendimento seguro e de excelência.
No decorrer de todo o processo para obter o certificado, há ainda uma mudança na cultura da organização, que passa a envolver todos os colaboradores para que aumentem sua produtividade, a identificar erros e riscos, e a atuar de acordo com boas práticas. Desse modo, além de aperfeiçoar o atendimento ao público, há uma melhora no ambiente de trabalho.
Nessa questão, é preciso destacar também a adequação do local com novas tecnologias, como equipamentos médicos e também softwares de gestão para integrar o trabalho das equipes e melhorar a comunicação entre os profissionais. Com isso, há agilidade nos fluxos de trabalho, o que pode até mesmo significar melhores resultados financeiros para a organização no futuro.
Em resumo, as principais vantagens de ter esse selo de qualidade são:
A acreditação da ONA pode ser conquistada em três níveis:
Esse é um aspecto importante, pois permite que a organização de saúde se adapte gradativamente até conquistar o nível de excelência. Em outras palavras, pode ser considerado um programa educacional continuado, já que é revisto periodicamente.
Como dissemos, a participação no processo de avaliação é voluntário, sendo que instituições do setor da saúde de diferentes níveis, portes e complexidades podem conseguir a acreditação ONA. Para que a organização seja elegível, é preciso seguir os critérios:
Além disso, é necessário arcar com as taxas de visita de acreditação ONA e das taxas de manutenção dessa certificação.
Ao concluir que sua entidade é elegível, ou seja, está com a documentação regularizada, o próximo passo é entrar em contato com uma instituição acreditadora credenciada pela ONA, que vai dar andamento a todos os processos de avaliação, elaborando, inicialmente, um plano de visitas.
Para se preparar e alcançar os quesitos exigidos, as organizações de saúde podem contar com o trabalho de auditoria interna e externa.
Hospitais, laboratórios, ambulatórios e outras organizações que prestam serviços de saúde podem melhorar seus processos de gestão e oferecer mais qualidade e segurança na assistência ao cumprir o que é exigido pela acreditação ONA. É, portanto, um selo muito valorizado no setor e que pode trazer uma série de benefícios para a instituição.
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Entenda como funciona um hospital de campanha. Nos últimos meses, você já deve ter ouvido o termo “colapso no sistema de saúde”, não é? Por causa da pandemia do novo coronavírus, essa se tornou uma preocupação bastante comum. Afinal, diante do crescimento de casos, passou a ser necessário oferecer mais atendimento. É nesse contexto que vale a pena saber como funciona um hospital de campanha.
Afinal, essa estrutura se mostrou uma ótima solução para o enfrentamento da crise. Com projetos adequados e uma atuação focada nas necessidades de cada local, especialmente, eles se tornaram indispensáveis no momento mais crítico.
Para que você não tenha dúvidas, mostramos como funciona um hospital de campanha de forma completa. Venha conferir!
Podemos dizer que o hospital de campanha é uma unidade de atendimento médico temporário. Ele serve, principalmente, para situações de emergência e de aumento na demanda por atendimento.
O principal objetivo de erguer uma estrutura do tipo é impedir o colapso da saúde devido à taxa de ocupação elevada. Afinal, um fluxo muito grande de pacientes pode resultar em longas filas e na falta de capacidade para atender a todos.
Inclusive, há algumas “regras” que ajudam a definir quando é o momento de usá-lo. O indicado é, primeiramente, reforçar os leitos e a estrutura dos hospitais públicos. Depois, se necessário, é o momento de contratar leitos na rede privada.
Se mesmo assim o fluxo for tão grande para ser absorvido, aí, sim, é o momento de recorrer a essa solução.
Diante da pandemia do novo coronavírus, diversos estados brasileiros inauguraram hospitais de campanha. Em vários locais, inclusive, eles foram os responsáveis por evitar um colapso em todo o sistema de saúde. Em abril de 2020, eram mais de 100 hospitais do tipo, divididos em 19 estados e no Distrito Federal.
Em São Paulo, a maior cidade do Brasil, os principais ficaram no Complexo do Anhembi e no Pacaembu. No Rio de Janeiro, as duas unidades inauguradas foram no Maracanã e em São Gonçalo. O Amazonas, que foi amplamente afetado pela doença, teve uma unidade de campanha na cidade de Manaus.
Entre as estruturas utilizadas, houve o aproveitamento de estádios de futebol, espaços culturais e até de hospitais privados desativados.
Pensando em como funciona um hospital de campanha, é preciso entender, primeiramente, como deve acontecer sua construção. Nesse momento, é essencial utilizar elementos que permitam a esterilização, como pisos e revestimentos móveis, mas que garantam o isolamento e a limpeza.
Também é necessário dispor corretamente os leitos e, inclusive, criar áreas de isolamento para pacientes graves ou contagiosos — como foi o caso das estruturas abertas na pandemia.
Além disso, temos que considerar os protocolos para garantir o melhor aproveitamento no tratamento. Cada hospital tem liberdade para definir o melhor modo de agir, de acordo com as necessidades locais.
No geral, entretanto, há indicações sobre o tempo mínimo de permanência do paciente no hospital de origem e como deve ocorrer a admissão de outras pessoas. Também são definidas ações diversas, como a testagem inicial, a realização de exames, os procedimentos que podem ser feitos, os critérios de internação na UTI e assim por diante.
O objetivo é criar um “roteiro” completo para que os profissionais ganhem eficiência e agilidade na atuação. Como o fluxo de pacientes pode ser muito grande, a padronização ajuda a evitar erros ou dificuldades no atendimento a todos.
Além dos leitos e dos recursos, os profissionais são parte essencial do funcionamento de um hospital de campanha. Afinal, são os grandes responsáveis por executar os protocolos de atendimento e realizar as atividades que garantem apoio completo.
Para que isso seja possível, é obrigatório ter uma equipe de assistência e de apoio. Médicos, enfermeiros, auxiliares e técnicos são os principais profissionais nesses ambientes.
Independentemente da quantidade ou das especializações, é indispensável que sejam pessoas totalmente treinadas para a atuação nessa estrutura temporária. Inclusive, esse é um dos motivos que justificam a importância dos protocolos de atendimento.
Como a contratação é feita pelo setor público e em caráter de urgência, ela tem um regime especial. Os profissionais não precisam ser aprovados em concursos, já que o objetivo é ter agilidade.
Entre as questões sobre como funciona um hospital de campanha, também é preciso entender quais são os pacientes que podem ser atendidos. No geral, há um público-alvo que é atendido, o que deixa de pressionar o restante do setor de saúde.
Novamente, esse é um protocolo que depende de cada hospital criado, bem como das demandas que a região apresenta. É bem comum que pacientes oncológicos, imunossuprimidos e que tenham dificuldades de estabilidade sejam transferidos para instituições com mais estrutura.
Também é comum que pacientes que vão receber alta sejam transferidos para que recebam os cuidados finais antes da liberação. Isso aumenta o número de vagas disponíveis no sistema de saúde tradicional, sem que haja a falta de cuidado para os outros pacientes.
Em outros locais, um hospital desse tipo é construído para dar apoio a cidades e regiões menores e com menos estrutura. Então, é possível que as vagas sejam destinadas a pessoas que estejam dentro de determinado raio.
Para entender como funciona um hospital de campanha, também é essencial considerar quando ele deixa de atuar. Basicamente, ocorre o fechamento da instituição diante de uma estabilidade de casos da situação que motivou a sua abertura.
Em geral, quando o sistema de saúde tradicional deixa de estar tão pressionado, ocorre o fechamento das unidades. Depois disso, os profissionais podem ser realocados em outras instituições e os equipamentos e insumos também são aproveitados em outros pontos da estrutura.
Saber como funciona um hospital de campanha permite ter uma dimensão da importância dessa estrutura. No Brasil e em plena pandemia do Coronavírus, estruturas como essa se mostraram excelentes ferramentas para evitar que o sistema de saúde entrasse em colapso.
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Saiba como preparar o hospital para conseguir a certificação HIMSS. A certificação HIMSS é bastante valorizada na área da saúde, sendo direcionada para a elevação da qualidade e do fluxo de processos por meio da implementação de tecnologia. O certificado é referência para o alcance de um patamar de integração e informatização elevado, que desencadeia na maximização da efetividade dos procedimentos hospitalares.
Preparamos este conteúdo especial com várias informações sobre a certificação e sobre como consegui-la na sua instituição de saúde. Continue acompanhando e aprenda mais sobre o tema, saiba como preparar o hospital para conseguir a certificação HIMSS!
A Health Information and Management Systems Society (HIMSS), traduzido para Sociedade de Sistemas de Informação e Gerenciamento em Saúde, é uma entidade sem fins lucrativos que tem o objetivo de melhorar a prestação de serviços em saúde em termos de qualidade e segurança por meio da Tecnologia da Informação (TI).
A HIMSS estabelece vários níveis de certificação, em termos de densidade tecnológica da instituição e capacidade de interoperabilidade interna e externa. Veja mais sobre esses estágios a seguir!
A certificação HIMSS traz uma série de benefícios para o hospital. Para consegui-la, é preciso realizar diversas adaptações, que conferem mais agilidade e efetividade ao cotidiano da instituição.
Os custos são otimizados, pois a rotatividade é analisada em tempo real, permitindo manejos e intervenções rápidas em caso de imprevistos. Dessa forma, o tempo de estadia diminui e a instituição tem condições de atender a um público maior.
Há um conhecimento mais profundo do perfil dos pacientes, gerando intervenções e medidas mais precisas. Outra vantagem é a economia com papel e transações burocráticas, contribuindo para uma gestão mais inteligente dos recursos. Esses fatores contribuem para a credibilidade da instituição de saúde e para um fluxo de trabalho otimizado.
Para o hospital conseguir a certificação HIMSS, ele deve realizar alguns esforços e investimentos. Veja as dicas que reunimos sobre o assunto a seguir!
É necessário planejar bem o processo de certificação para evitar equívocos e colocações abaixo do esperado. Após a inscrição, há um questionário para extrair o provável estágio em que a empresa se encontra. Caso a instituição atinja o nível 6, ela passa por procedimentos para averiguação das estruturas tecnológicas exigidas, como uma videoconferência e vários questionários aprofundados. Se o hospital é classificado como provável 6 ou 7, há uma última etapa, em que os profissionais da HIMSS vão até o hospital para fazer a avaliação.
Assim, é visível que é um processo complexo e trabalhoso, sendo necessário um planejamento sólido e estruturado, para minimizar os equívocos e promover as adaptações adequadas. Isso contribui para a implementação das mudanças necessárias de forma coerente, evitando ruídos na comunicação e facilitando a inserção de modificações.
Uma das vantagens da certificação é que ela contribui para uma melhor canalização dos investimentos. A proposta é que o que era aplicado e perdido em papéis, burocracias e itens obsoletos seja redirecionado para tecnologias avançadas e otimizadas. Dessa forma, além de planejar bem, é preciso utilizar os recursos tecnológicos mais funcionais e ágeis, promovendo a digitalização dos processos e a minimização do uso de recursos manuais.
Os softwares médicos são excelentes ferramentas para integrar processos, facilitar a comunicação entre profissionais e promover agilidade e qualidade no gerenciamento. As informações entre setores circulam de forma facilitada, sendo que alterações em um módulo geram as modificações necessárias em todos os outros itens relacionados, contribuindo para otimizar o fluxo de trabalho e minimizar ruídos.
Os sistemas médicos também favorecem a gestão de informação do paciente, nivelando o acesso à informação entre profissionais nos prontuários eletrônicos, garantindo a segurança de dados e o acesso aos registros necessários aos profissionais habilitados. Há softwares avançados, baseados em inteligência artificial e Business Intelligence, que contribuem para análises de variáveis e tomadas de decisão.
Os sistemas informatizados são essenciais na integração de dados. A tecnologia contribui para a integração de processos, promove a facilidade no manejo de informação e auxilia nos estudos epidemiológicos para atividades de prevenção.
É importante conhecer bem os requisitos da certificação HIMSS para preparar o hospital adequadamente para a entrada no processo. São diversas exigências sobre o tema, sendo o Electronic Medical Record Adoption Model (ENRAM) um modelo de adoção do PEP desenvolvido pela entidade que é referência mundial em qualidade para as instituições de saúde. Consultar esse registro e conhecer bem todas as condições envolvidas no processo é essencial para ter melhores resultados na certificação.
Grande parte do procedimento de certificação é realizado por vias virtuais. Dessa forma, é imprescindível responder a todos os questionários relativos ao processo e seguir as etapas de forma coerente.
É fundamental minimizar o uso de papel na instituição para obter a certificação HIMSS. Destacamos que, para chegar aos patamares elite da certificação, é necessário ser totalmente digital (paperless). Há diversos recursos que permitem promover integração e facilitar a circulação da informação pelo hospital sem a necessidade de folhas.
A certificação HIMSS é um excelente avanço para o estabelecimento de saúde, contribuindo para a modernização, a integração e a credibilidade. A proposta do certificado é estimular o hospital a se digitalizar, em uma dinâmica paperless que é benéfica para o fluxo de trabalho e para a qualidade dos serviços de saúde prestados.
O objetivo de todo o processo é direcionar a tecnologia para a otimização do fluxo de trabalho, para que os colaboradores possam desempenhar suas funções com qualidade e com atendimento humanizado. Gostou de aprender sobre a certificação HIMSS? Aproveite e confira também o nosso post especial sobre o hospital digital!
