7 livros indispensáveis para a carreira de gestor hospitalar. Não é novidade que a área de saúde requer atualização constante. No entanto, isso não se restringe ao conhecimento técnico-científico, já que os administradores de uma instituição de saúde também precisam se manter bem informados. Para isso, há diversos livros para gestor hospitalar que podem ajudar no seu desenvolvimento.
A administração hospitalar é um terreno cheio de desafios comuns a qualquer negócio, acrescidos de nuances e particularidades do cotidiano clínico. Assim, diversos livros se dedicam a abordar temas administrativos, como marketing, gestão de Pessoas, legislação, processos operacionais e outros pertinentes ao cenário da saúde.
Neste post, reunimos uma coletânea capaz de ajudar a responder questionamentos e dúvidas, além de fornecer soluções e ideias para lidar com situações do dia a dia à frente de clínicas e hospitais. Confira 7 livros indispensáveis para a carreira de gestor hospitalar!
Trata-se de um guia completo para gestores da área de saúde. Um livro que apresenta ao leitor os principais desafios enfrentados na gestão de consultórios médicos, clínicas e hospitais — do marketing à fidelização, abordando ainda questões legais e regras do Conselho Federal de Medicina (CFM).
Com uma linguagem simples e direta, o material é útil tanto para sanar dúvidas de quem já atua no segmento quanto para está começando nessa área. Com dicas e exemplos ilustrados por gráficos e tabelas, o autor Antonio Ribeiro traz assuntos complexos apresentados com clareza e didática.
Fred Lee foi vice-presidente do Florida Hospital, em Orlando, além de trabalhar na Disney University, programa de treinamentos para funcionários da Disney. Em seu livro, ele traz a fusão do aprendizado na indústria do entretenimento com sua experiência na administração médica, ressaltando a importância da qualidade do atendimento na fidelização de pacientes.
Ainda que inicialmente os dois universos não pareçam ter semelhanças, o autor constrói uma narrativa que faz todo o sentido na administração de uma clínica ou hospital, mostrando como é possível encantar pacientes, afetando a sua percepção e satisfação por meio de uma assistência humanizada e diferenciada.
A obra já vendeu centenas de milhares de cópias, tendo sido traduzida para diversos idiomas. Leitura indispensável para quem trabalha com serviços, especialmente na área médica.
O livro de Marinho Jorge Scarpi traz para o gestor hospitalar o olhar de administrador, ajudando-o a ver a clínica ou hospital como um negócio que precisa gerar lucro como outro qualquer. Assim, trata-se de um material fundamental na biblioteca do médico empreendedor.
O livro aborda dicas sobre planejamento, processos e liderança, além de trazer informações sobre questões do cotidiano das clínicas como regras de convênios e planos de saúde, informatização e responsabilidade social.
Autor consagrado do marketing, nesse livro Kotler volta as suas atenções para a área de saúde, dedicando-se a explicar para médicos e administradores hospitalares como o marketing tem a função de criar relacionamento, fidelização e confiança, melhorando a experiência do paciente.
A obra de base teórica, reúne também exemplos práticos para a área de saúde, mostrando como hospitais que investem em uma cultura de marketing tendem a ter melhor desempenho.
O relacionamento de médicos com pacientes é sem dúvida uma das maiores peculiaridades dos negócios na área de saúde. Nesse livro, o autor Cyro Martins, que é psicanalista, aborda diversas questões nesse contexto, desde situações conflituosas até formas e técnicas modernas de lidar com algumas delas.
O livro é recomendado não apenas para profissionais que têm relação direta com os pacientes, mas também para gestores que possam entender as particularidades da questão e identificar os pontos de desafio, orientando sua equipe para o melhor atendimento.
O autor, que também é romancista, apresenta o atendimento ao paciente do ponto de vista humanístico, partindo de sua própria experiência e estudos a cerca da medicina no século XX e sua transformação digital.
De todos os livros da lista, esse é o único que não é exclusivamente voltado para a área de gestão hospitalar. Porém, é muito recomendado para qualquer um que deseje ser um bom líder.
O livro fala do comportamento, mostrando como lidar com pessoas, seja no âmbito pessoal ou profissional. Trata-se de uma ferramenta de gestão de pessoas, ao abordar a linguagem corporal nas interações humanas, facilitar o gestor a compreender a sua equipe além das palavras e interpretar gestos e nuances de seus funcionários.
Com os ensinamentos desse livro, publicado em 1937 e de grande destaque no mundo dos negócios, o gestor aprende a tornar-se referência influenciando as pessoas ao redor, o que o coloca em uma posição muito mais confortável ao lidar com seus próprios funcionários, contando com o apoio deles.
Esse livro traz uma abordagem completa da administração clínica, englobando temas como contabilidade, gestão operacional e marketing. Enfim, questões que permeiam o desempenho de um gestor bem-sucedido.
Uma das grandes dificuldades do médico empreendedor é o fato desses assuntos não serem abordados na formação em medicina. Por isso, uma noção geral sobre o negócio é essencial ao sucesso na gestão em saúde e o livro promete auxiliar o médico a desenvolver essa perspectiva.
A sabedoria popular diz que conhecimento nunca é demais, e é verdade que a leitura traz benefícios para a saúde mental e física, proporcionando ganho intelectual e pessoal. Os livros técnicos são essenciais para complementar a formação profissional, trazendo conteúdo específico e relevante, com abordagens que vão além daquilo que aprendemos nas salas de aula, seja na graduação ou na educação continuada.
Assim, esperamos que nossas sugestões de livros para gestor hospitalar sejam úteis para ampliar seus horizontes como administrador, auxiliando na tomada de decisão e na percepção mais ampla da sua clínica ou hospital como um negócio. Uma seleção eclética, com narrativas dinâmicas e interessantes para médicos empreendedores.
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A calibração de equipamentos médico-hospitalares é uma prática imprescindível dentro das instituições de saúde e promove a confiabilidade das medidas analisadas em procedimentos, diagnósticos, tratamentos e acompanhamento de pacientes.
E, para realizar uma calibração de qualidade, os simuladores e analisadores são fundamentais. Essas ferramentas permitem que os aparelhos sejam calibrados com muito mais segurança, credibilidade e precisão no desempenho.
Se você deseja aprofundar seus conhecimentos sobre a prática da calibração, continue lendo este artigo. Elencamos os principais pontos pelos quais os analisadores e simuladores têm se tornado fundamentais no desempenho e segurança de equipamentos.
Independentemente do setor — industrial, automobilístico ou médico —, a calibração é um item bastante relevante e vem se mostrando cada vez mais desenvolvida no Brasil.
Assim, os hospitais e clínicas brasileiras estão se conscientizando gradualmente da necessidade de realizar essa prática com uma frequência adequada para garantir que os equipamentos médico-hospitalares apresentem a performance para a qual foram construídos.
Antes de adentrarmos nos conceitos e características da técnica, é importante entender a diferença entre calibração e ajuste, uma vez que muitas pessoas da área técnica confundem os dois conceitos.
O ajuste de um equipamento é feito, por exemplo, quando os profissionais realizam alguma intervenção via software ou hardware e ajustam a grandeza de determinado equipamento. Ou seja, essa operação é corretiva e tem o objetivo de fazer com que o desempenho do aparelho seja compatível com suas características de uso.
Já a calibração configura a melhor maneira de avaliar o funcionamento dos equipamentos periodicamente. Em outras palavras, a calibração de equipamentos médico-hospitalares tem o objetivo de comparar as leituras sob teste com os valores gerados por um padrão que, no caso, é a referência.
A partir disso, é possível gerar um laudo com os dados captados junto aos estudos que envolvam conhecimentos em metrologia para então demonstrar qual é o desvio padrão da medida que está sendo realizada.
O hospital consegue, então, comparar esse laudo e analisar se os resultados atendem às especificações do sistema de qualidade interno.
Compreendeu os conceitos e percebeu a relação entre eles? Os dois conceitos são distintos e desempenham operações com objetivos diferentes, entretanto, são dependentes. O ajuste somente pode ser realizado depois de um procedimento de calibração.
Para manter a tarefa de geração de certificados de calibração centralizada, o ideal é que profissionais especializados — sejam eles técnicos ou engenheiros —, que tenham expertise em metrologia e estejam atualizados quanto às tecnologias da área da saúde desempenhem essa função.
Veja os principais requisitos que o profissional deve ter:
Para que a empresa que presta esse tipo de serviço apresente resultados consistentes, é fundamental que ela tenha procedimentos padronizados. Dessa forma, é possível garantir que, independentemente do técnico ou engenheiro que realizar a calibração, a qualidade do trabalho será garantida.
Nesse contexto, quando os profissionais estão munidos de ferramentas como analisadores e simuladores de qualidade e precisão, a garantia de que o ensaio terá êxito é muito mais significativa.
Suponha que você esteja analisando uma bomba de infusão em que podemos ajustar a velocidade e quantidade de infusão do medicamento administrado. Quando o médico faz a prescrição, ele almeja obter resultados, certo?
No entanto, se o medicamento for infundido indevidamente, ele não terá o resultado esperado e a terapia será ineficaz. Então, o médico ainda pode tomar decisões equivocadas e causar danos ao paciente.
Por isso o uso de analisadores e simuladores se faz tão importante. Eles garantem o funcionamento ideal dos equipamentos e impedem que consequências graves ocorram, como no caso de uma infusão errada ou falhas em equipamentos de suporte à vida.
O principal objetivo é, sem dúvidas, ter um equipamento robusto e confiável. E, para serem confiáveis, os analisadores e simuladores devem ser muito mais precisos do que os equipamentos médico-hospitalares.
Afinal, essas ferramentas são utilizadas como referência. Se, por exemplo, um analisador é menos preciso do que um aparelho médico, não faz sentido realizar um ensaio de calibração. Devido a esses fatores, a qualidade das ferramentas também é um fator crucial.
Além disso, o equipamento deve ser robusto, pois não se faz apenas uma medida de grandeza. Pelo contrário, ela é repetida algumas vezes para checar se existe repetibilidade e o fornecimento de análises e simulações iguais.
É necessário, inclusive, ter um cuidado especial com o equipamento. Para fazer o procedimento de calibração adequado, ele deve ser enviado para um órgão, instituto ou empresa que seja certificada pelo Inmetro. Dessa forma, o hospital consegue acompanhar a rastreabilidade do analisador e simulador que serão utilizados, garantindo mais segurança para o hospital e os pacientes.
Podemos observar que a calibração de equipamentos médico-hospitalares por uma equipe técnica qualificada tem o potencial de ir em direção contrária às falhas e erros de procedimentos nas instituições de saúde.
É muito importante que os profissionais que cuidam da manutenção preventiva dos hospitais busquem participar ativamente de eventos e congressos de engenharia clínica, almejando atualizações contínuas na área sobre as normas e utilização adequada dos equipamentos.
Isso reflete diretamente na prestação de serviços. Ou seja, o gestor consegue compreender mais profundamente sobre o assunto e cobrar o fornecimento de laudos completos e robustos da empresa que realiza a calibração de equipamentos médico-hospitalares.
Viu como é importante escolher analisadores e simuladores corretamente? Além de optar por uma empresa que disponibilize tecnologias de excelência, o acompanhamento pós-venda e suporte técnico fazem toda a diferença. Entre em contato conosco e saiba mais sobre nossas condições e serviços!
Quando falamos sobre instituições de saúde, a gestão financeira é um ponto delicado. Tão importante quando prestar uma assistência de qualidade aos pacientes é cuidar da saúde das finanças, uma vez que esses pontos são diretamente interligados.
A gestão financeira de hospital apresenta peculiaridades complexas em toda a cadeia de custos, sendo que pontos como fluxo de caixa e folha de pagamento dos serviços de saúde requerem muita atenção dos gestores.
Qualquer tomada de decisão tem o potencial de interferir na qualidade do serviço prestado pelo hospital e eles precisam estar em perfeito funcionamento. Foi pensando nisso que desenvolvemos este artigo.
Se você também se preocupa com a complexidade da gestão hospitalar e gostaria de se tornar um expert no assunto, continue conosco e fique por dentro de 7 dicas práticas a serem implementadas na sua instituição de modo efetivo. Boa leitura!
Considerando que os custos dos hospitais variam entre diretos e indiretos, é fundamental identificá-los e classificá-los de modo a organizar todas as informações em relatórios padronizados do setor financeiro.
Os custos diretos estão diretamente relacionados aos produtos e serviços hospitalares, que são proporcionais à quantidade consumida no hospital. É o caso, por exemplo, do fornecimento de medicamentos.
Já os custos indiretos não dependem diretamente do serviço hospitalar prestado e podem ser representados por investimentos que contribuem para que o atendimento aconteça. Custos dos setores de administração, comercial, finanças e nutrição ou até mesmo a energia elétrica para executar determinada cirurgia representam custos indiretos.
Dessa maneira, é possível obter uma previsibilidade financeira muito mais segura, além de agregar os diversos tipos de custo às despesas operacionais para que os serviços de saúde sejam precificados adequadamente quando fornecidos ao mercado.
Um fluxo de caixa bem controlado diz tudo sobre a gestão financeira de hospital. Cuidados especiais são necessários em instituições de saúde em relação à entrada e saída de dinheiro, que devem ser especificados por categorias e valores.
É o caso, por exemplo, de eventos operacionais que impactam o fluxo de caixa. A aquisição de novos equipamentos ou planos de expansão da equipe clínica devem ser antecipados e minimamente controlados para que a gestão financeira seja efetiva.
A terceira dica diz respeito ao controle da folha de pagamento, outro ponto relativamente peculiar quando abordamos a gestão financeira de hospital.
Nessas instituições, a equipe de prestação de serviço varia significativamente, abrangendo desde colaboradores, que requerem controle dos encargos trabalhistas até a contratação de profissionais, como pessoas jurídicas, o que exige outro tipo de acompanhamento.
Além disso, os benefícios fiscais podem ser aproveitados quando não há atrasos no pagamento de tributos, o que torna ainda mais importante o acompanhamento da folha de pagamento e custos como 13º salário, INSS, FGTS e férias.
Não adianta: todas as dicas que separamos para este artigo requerem atenção especial no âmbito hospitalar — e a negociação de prazos de pagamentos com os fornecedores não é diferente.
Afinal, problemas na compra ou aquisição de equipamentos, aparelhos e insumos hospitalares interferem na qualidade do serviço de saúde, e o setor financeiro deve estar atento a qualquer necessidade de renegociação.
É comum que ocorram, por exemplo, atrasos de pagamento por parte da operadora de saúde. Nesse contexto, é muito importante ter jogo de cintura para lidar com imprevistos, remanejando o planejamento em tempo hábil e evitando falhas na infraestrutura hospitalar.
Já que explicamos a importância de atentar ao prazo de pagamentos dos fornecedores, outro ponto fundamental é acompanhar e avaliar o risco de inadimplência, definindo se vale a pena ou não continuar lidando com a cadeia de operadoras do hospital.
Nesse cenário, é interessante gerenciar o índice de inadimplência fazendo um cadastro com uma completa avaliação das operadoras para mapear possíveis atrasos de pagamento e reduzir a inadimplência.
Uma das melhores formas de otimizar a previsibilidade da gestão financeira de hospital é fazer análises periódicas dos resultados. O que isso significa? Basicamente, analisar o desempenho e eficiência do gerenciamento de finanças principalmente a partir de indicadores.
Desse modo, é possível mensurar em que contexto a instituição de saúde está inserida, além de estimar com mais precisão o futuro do financeiro e organizacional do hospital para períodos determinados.
O ideal é que cada instituição estabeleça seus indicadores econômico-financeiros de acordo com o porte e operação. Os relatórios contábeis também são excelentes ferramentas para auxiliar na análise de resultados periodicamente, bem como na identificação de possíveis necessidades de aprimoramento das práticas gerenciais.
Conduzir a operação financeira de um empreendimento na área hospitalar é um grande desafio. Para tanto, a tecnologia e informatização podem ser excelentes aliadas em todos os pontos explanados anteriormente. A partir da adoção de sistemas de gestão financeira, é possível:
É fato que a variabilidade dos serviços fornecidos em hospitais envolve aspectos importantes, como o emprego de alta tecnologia, cirurgias, alimentação, suprimento de farmácia, dentre outros, o que torna a administração e gerenciamento desse tipo de organização extremamente complexa.
É imprescindível, portanto, que o planejamento da gestão financeira de hospital seja impecável. O trabalho dos colaboradores do setor deve estar alinhado com o propósito da instituição, considerando a importância de manejar todas as movimentações financeiras a fim de auxiliar no uso racional dos recursos e evitar os desperdícios.
O que você achou deste conteúdo? Conseguiu compreender como uma boa gestão financeira de hospital pode fazer toda a diferença na previsibilidade da instituição? Comece adotando algumas dessas práticas e veja como o processo se torna mais fluido e eficaz no dia a dia.
Se quiser aprofundar ainda mais seus conhecimentos, leia nosso artigo sobre como acertar na escolha de fornecedores de equipamentos médicos!
O bom funcionamento do hospital depende diretamente da qualidade de seus equipamentos. Sejam eles mais simples ou ultra tecnológicos, é fundamental que os colaboradores consigam manusear e comandar os diferentes tipos de equipamentos com maestria para evitar quaisquer atrasos ou erros de procedimentos.
Quando tratamos sobre os equipamentos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), isso se faz ainda mais imprescindível. Nesse caso, a maioria dos procedimentos realizados são potencialmente críticos e requerem um alto grau de confiabilidade, uma vez que a falta, avaria ou inutilização podem colocar em risco a vida dos pacientes internados.
Para tanto, é importante saber quais são os equipamentos fundamentais de UTI que não podem faltar em um hospital a partir de um planejamento e gestão hospitalar que deve ser seguido de maneira rigorosa.
Pensando nessas e em outras questões, resolvemos elaborar um artigo direcionado e completo para sanar todas as suas dúvidas em relação ao assunto. Confira!
Podemos dizer que existem duas opções para a aquisição de equipamentos hospitalares que estão disponíveis no mercado de acordo com as características de cada hospital — seja público ou privado.
Em hospitais privados, acontece a Compra Direta de equipamentos nacionalizados ou de importação direta por linhas de crédito disponíveis para tais aquisições, locação e comodato.
Já em hospitais públicos, a compra acontece por diversas modalidades de licitação, podendo ser nacionais ou de importação direta, locação e comodato. Nesse caso, o processo sempre acontece via licitação pública.
Deve-se levar em conta o número de pacientes de modo a definir o número de leitos e o nível de complexidade — se a unidade de internação abrange, por exemplo, a área de cardiologia, transplante, traumas, neurologia, atendimento geral e a possibilidade de longo prazo de permanência.
Além disso o planejamento da disposição dos leitos deve ser feito obedecendo às RDCs em vigor, como a RDC nº 7, de 24 de fevereiro de 2010, que dispõe sobre os requisitos mínimos para funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva.
Continue conosco e conheça quais são equipamentos essenciais para UTI, a função de cada um deles e o que é preciso considerar para adotar decisões adequadas.
O eletrocardiógrafo é designado para coletar, amplificar e desenhar um sinal cardíaco, representando um sinal biológico presente no paciente. A diferença de potencial é coletada de acordo com a atividade cardíaca e representada de forma gráfica.
A oximetria consiste na mensuração da quantidade de oxigênio no sangue por meio de dispositivos denominados oxímetros. Eles são capazes de fazer essa medida apenas com o contato direto com áreas como pulso, lobo da orelha ou sobre algum dedo.
O funcionamento se baseia na leitura da frequência cardíaca e quantidade de oxigênio no sangue das artérias por um sensor luminoso. Além de verificar a concentração de oxigênio, o oxímetro ainda mede outros sinais vitais, como frequência respiratória e cardíaca.
O monitor multiparamétrico demonstra as informações de determinado paciente sobre sua estabilidade ou chance de risco no UTI, identificando de maneira contínua se há alguma aceleração ou desaceleração dos batimentos cardíacos.
Esse aparelho é indispensável em qualquer hospital, público ou privado. Além do monitoramento cardíaco, ele pode controlar determinadas funções como queda de saturação do oxigênio e alterações na pressão arterial.
Considerando o caráter de urgência, o ventilador pulmonar é especialmente importante em ambientes de UTI, pois é considerado um equipamento de suporte à vida. Ele oferece uma ventilação artificial e promove suporte ventilatório temporário (completo ou parcial) a pacientes que estejam incapazes de respirar por vias normais.
As estativas consistem em carrinhos móveis e rotativos, servindo de prateleiras para armazenar demais equipamentos hospitalares. Dessa forma, acessórios como tubos de suporte, sensores e cabos de alimentação podem ser dispostos em disposição ergonômica.
A estrutura hospitalar é formada por estratégias de planejamento que devem considerar tanto a manutenção quanto a reposição dos equipamentos de UTI, sendo que acompanhar a condição dos aparelhos proporciona maior longevidade e diagnósticos mais precisos.
Portanto, é importante considerar o número de leitos da UTI e realizar projetos que incluam descritivos adequados, permitindo conhecer os equipamentos que serão utilizados de acordo com a capacidade de atendimento.
Esses descritivos também podem ser realizados por meio de testes e demonstrações, o que garante a escolha do melhor custo-benefício e nível de complexidade necessário de cada equipamento.
Outro ponto primordial que deve ser levado em conta é a capacidade de precisão e acuidade dos equipamentos de UTI, o que otimiza o tempo, a obtenção de resultados e diagnósticos e a segurança dos tratamentos terapêuticos.
Como mencionamos anteriormente, a manutenção dos equipamentos da UTI consiste em uma prática fundamental, principalmente, quando consideramos a urgência dos procedimentos clínicos e tempo de utilização.
As calibrações, assim como o registro das intervenções efetuadas são aspectos que devem estar no planejamento da manutenção para que operacionalidade seja efetiva. Afinal, se algum equipamento tem sua função prejudicada, isso pode afetar diretamente o risco de vida dos pacientes internados.
Nesse contexto, o serviço de pós-venda com suporte técnico qualificado se faz protagonista nessa questão. O fornecimento de serviços e soluções que atendam cada instituição de maneira personalizada pode fazer toda a diferença na prestação do cuidado à saúde.
Compreendeu como o processo de escolha, aquisição, manutenção e recebimento de equipamentos de UTI é complexo e depende de diversos fatores? É importante manter contato com empresas que forneçam serviços especializados, proporcionando acesso a equipamentos médicos de alta tecnologia no segmento da saúde.
Se você se interessou sobre o conteúdo deste artigo e gostaria de saber mais a respeito, que tal entrar em conosco? Será um prazer esclarecer todas as suas dúvidas a respeito dos equipamentos de UTI e como adquiri-los de maneira efetiva, focando na produtividade e eficiência da instituição de saúde!
