Entenda como funciona a locação de equipamentos médicos

Se você é médico e gestor de sua própria clínica, deve pensar muito sobre a melhor forma de reduzir custos e aumentar o lucro. Neste post, você entenderá sobre uma das formas de conseguir esse feito sem dor de cabeça: trata-se da locação de equipamentos médicos para clínicas ou centros de saúde.

Mas, antes de definir se essa estratégia é a melhor para você, vamos entender um pouco mais sobre as vantagens e desvantagens dessa modalidade. Acompanhe a seguir!

Como funciona a locação de equipamentos médicos?

O aluguel de equipamentos serve para as empresas que não têm caixa ou capital suficiente para investir na compra desse tipo de ferramenta de trabalho, já que é algo que apresenta alto valor de compra no mercado.

Para adquirir os aparelhos por meio de aluguel, é preciso ter um profissional especializado e habilitado para laudar os exames, entrar em contato com as locadoras e assinar o contrato de aluguel.

Antes de efetivar a assinatura, o ideal é prestar atenção em alguns pontos-chave para a gestão, como valor de aquisição (mensal, semestral ou anual), manutenção, responsabilidade de conserto caso o equipamento apresente defeitos e garantia.

Quais os benefícios da locação de equipamentos médicos?

Empregar capital em equipamentos que, dentro da contabilidade, serão apenas imobilizados, talvez não seja a melhor saída para quem deseja crescer rapidamente e oferecer qualidade de serviço. Veja agora quais os benefícios de alugar esses equipamentos.

Tecnologia de ponta

Alugar equipamentos pode trazer melhor qualidade, devido à tecnologia de ponta com a qual as locadoras trabalham e que tem alto valor de mercado. Dessa forma, as clínicas e instituições de saúde conseguem usufruir de aparelhos altamente tecnológicos a baixo custo.

Gestão de custos

Outro ponto importante a ser levado em conta quando falamos em benefícios é a melhora da administração de recursos, já que a mensuração dos custos do serviço será de acordo com um valor fixo de aluguel e o gestor não precisará se preocupar com depreciação e manutenção, reduzindo custos e otimizando lucros.

Dedução de IR: contratos de aluguel são passíveis de redução dos impostos da empresa, aliviando os gastos dela.

Melhor atendimento ao cliente

O suporte técnico costuma ser rápido e eficaz, fazendo com que os donos do empreendimento não tenham preocupação quanto a isso e sejam melhor atendidos, enquanto as empresas que optam por comprar esse tipo de equipamento teriam que gastar com reparos.

O suporte garante que os produtos contratados continuem funcionando de forma apropriada e, quando isso acontece, os pacientes e seus acompanhantes reconhecem o atendimento como um dos melhores, alavancando a reputação do centro de saúde.

Quais as vantagens de alugar equipamentos médicos com a Medicalway?

Quando se trata de aluguel de aparelhos médicos, é preciso contar com uma empresa séria e eficiente, que ofereça atendimento em tempo integral e um bom suporte para evitar problemas. Dependendo da situação orçamentária, a locação de equipamentos médicos é uma boa opção para economizar.

Já ouviu falar da Medicalway? Somos a melhor opção para você que precisa da locação de equipamentos médicos, pois proporcionamos parcelas fixas, renovação do aparelho quando necessário e linha de crédito intacta. Além disso, não imobilizamos os equipamentos, não pedimos entrada e, o melhor, oferecemos todos os papéis necessários para sua contabilidade utilizá-los na dedução de impostos.

Quer saber mais sobre o assunto? Entre em contato com o nosso setor comercial, esclareça dúvidas e adquira nossos equipamentos.

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    Você sabe o que é ventilação não invasiva? Confira os benefícios!

    Você sabe o que é ventilação não invasiva? Confira os benefícios! Quando você pensa em dificuldade respiratória em pacientes, logo imagina a necessidade de intubação? Pois saiba que essa não é a única alternativa! A ventilação não invasiva, também conhecida como VNI, tem se consolidado como uma opção para garantir bons resultados em diversos quadros.

    Essa técnica oferece suporte ventilatório sem que seja necessário recorrer a métodos invasivos. Com isso, os procedimentos se tornam mais simples e oferecem diversas vantagens em geral.

    Você sabe o que é ventilação não invasiva? A seguir, veja como é feita a ventilação não invasiva e conheça os seus principais pontos positivos.

    Como funciona essa técnica?

    De forma simples, essa modalidade de ventilação evita o uso de soluções como a intubação ou a traqueostomia. Como o próprio nome revela, ela é feita sem que seja necessário invadir o corpo do paciente, por meio de soluções específicas.

    Em geral, ela utiliza equipamentos que criam uma pressão positiva de oxigênio, de acordo com as demandas de oxigenação. Parece complicado? Mas não é! Basicamente, as soluções “empurram” o oxigênio para dentro das vias aéreas, fazendo com que ele chegue ao pulmão. Com isso, o corpo passa a respirar melhor com o apoio dessas soluções.

    Quais são os principais tipos de ventilação não invasiva?

    Pensando em termos de soluções de suporte à ventilação, a VNI pode ser realizada de diversos tipos, com a ajuda de vários equipamentos.

    O BiPAP nada mais é que uma espécie de ventilador portátil, que exerce uma pressão positiva para forçar a passagem de ar pelas vias. Ele também atua sobre a expiração, garantindo as trocas gasosas adequadas. Se houver apenas um nível de pressão, estamos falando de um CPAP.

    Enquanto o CPAP e o BiPAP são frequentemente usados em casa, há opções voltadas para hospitais, como é o caso do PAV. Essa solução de Ventilação Proporcional Assistida consegue identificar as necessidades e as capacidades respiratórias de cada paciente e se adapta a elas. Já o VAPS é um tipo de ventilador pulmonar e que também é aplicável no caso de pessoas entubadas.

    Outra possibilidade ainda mais moderna é o capacete de oxigenação e alta pressão. Ele é completamente vedado e seguro, permitindo que o paciente respire com o apoio de um ventilador mecânico ou somente com a passagem de oxigênio nos níveis certos.

    Além de tudo, a VNI varia de acordo com o papel dos equipamentos. Na versão assistida, o paciente realiza todos os movimentos e recebe apenas uma ajuda do equipamento. Já o modelo híbrido conta com parte dos movimentos feitos pelo equipamento. No tipo controlado, o aparelho realiza todas as movimentações respiratórias, em apoio ao paciente.

    Quando vale a pena utilizar essa abordagem?

    No geral, a ventilação não invasiva é recomendada para pacientes que apresentam alguma dificuldade de oxigenação ou retenção de dióxido de carbono. Também é indicada para quadros com insuficiência respiratória e excesso de força para realizar os movimentos de respiração. Inclusive, é uma alternativa indicada para pacientes que sofrem de apneia do sono, que é aquela interrupção da respiração por alguns segundos durante o descanso.

    No entanto, nem todos os quadros devem recorrer a essa modalidade de terapia. Pacientes que não estejam estabilizados, inconscientes, hipotensos e com outras condições graves não são elegíveis para o uso, combinado?

    Quais são os benefícios dessa técnica?

    Desde que usada corretamente, a ventilação não invasiva é muito benéfica para pacientes e até para os profissionais de saúde. Inclusive, você sabia que ela tem se tornado a solução preferencial em muitos países, para os quadros adequados? Pois é! Para saber por que isso acontece, veja, em seguida, quais são as maiores vantagens dessa abordagem.

    Aumento de qualidade de vida do paciente

    Primeiramente, não podemos deixar de citar que essa é uma forma de os pacientes respirarem melhor, sem tanto esforço. Só por isso a alternativa já é suficiente para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

    Quem passa por essa terapia sente menos cansaço, dores de cabeça ou dificuldades para realizar as atividades do dia a dia. No geral, é possível ter uma experiência muito melhor no dia a dia graças a isso.

    Diminui os riscos de infecções

    Outro ponto positivo da ventilação não invasiva é que ela oferece riscos muito menores em relação às infecções. Como ela é feita sem a necessidade de intubação ou cirurgias, não há uma “porta de entrada” para bactérias ou outros microrganismos.

    Então, há menos chances de o quadro se agravar, o que é essencial para acelerar o tempo de recuperação e aumentar a segurança para os pacientes.

    Reduz o tempo de hospitalização

    Já que as infecções são menos frequentes e o paciente consegue recuperar a capacidade de respiração mais facilmente, o tempo de hospitalização é menor. Isso é essencial para evitar longas internações, o que aumenta a suscetibilidade a contaminações diversas.

    Para o hospital, isso é positivo porque diminui a taxa de ocupação, liberando leitos para outros pacientes potencialmente mais graves.

    Quais são os diferenciais do aparelho?

    Como dissemos, o grande destaque dos aparelhos de ventilação não invasiva é a atuação externa ao corpo. Por meio de uma máscara ou de um capacete, o paciente recebe a entrada de oxigênio de acordo com as suas necessidades.

    Além disso, há aparelhos que podem ser usados em casa e até durante todo o sono, como é o caso de quem tem apneia do sono. Para melhorar, é uma alternativa que não exige a sedação, o que dá mais autonomia para o paciente e simplifica o cuidado com a capacidade respiratória.

    Como é o uso para pacientes de Covid-19?

    Os pacientes de Covid-19 normalmente encontram dificuldade para respirar por causa do comprometimento das vias aéreas. Inicialmente, o protocolo usado é o da intubação, com uso de respirador e ventilador mecânico na UTI. No entanto, a ventilação não invasiva também pode prestar suporte para garantir a capacidade de oxigenação do organismo.

    No entanto, essa é uma alternativa recomendada para pacientes que não estejam gravemente comprometidos ou instáveis em relação à progressão da doença. No geral, serve como uma alternativa de “pré-tratamento”, inclusive para tentar evitar a necessidade de intubação. No entanto, o monitoramento deve ser completo para que haja uma avaliação sobre possíveis pioras.

    Além disso, é necessário considerar os riscos ampliados de transmissão com o uso de máscaras tradicionais de VNI e cânulas de oxigênio. Por isso, o capacete não invasivo costuma ser uma alternativa mais adequada, já que evita a dispersão de gotículas que levam à contaminação.

    A ventilação não invasiva é uma excelente alternativa para garantir o cuidado certo e a capacidade respiratória para pacientes. Entre as alternativas de interface, o capacete de oxigenação e alta pressão da Medicalway é uma novidade que se consolida como a melhor alternativa disponível para um processo seguro e eficiente.

    Por falar nessa solução, conheça o 7 Lives – Helmet e veja o que destaca essa opção das demais!

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    Quais são os equipamentos de UTI neonatal que não podem faltar?

    As Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) acolhem essencialmente os pacientes em quadro crítico, quando o organismo necessita de suporte de aparelhos para a manutenção da vida. Assim, o paciente tem alguma dificuldade no desempenho das funções vitais, precisando de um monitoramento cuidadoso e do suporte de dispositivos e medicações.

    As UTIs para recém-nascidos contam com dispositivos especializados para o acolhimento dos bebês, tendo algumas especificidades em relação à terapia intensiva do adulto. Dessa forma, compreender quais são os equipamentos de UTI neonatal necessários para o acolhimento e segurança dos pacientes é muito importante.

    Neste conteúdo especial que preparamos, vamos fornecer diversas informações sobre esses dispositivos. Venha com a gente para aprender mais sobre o tema!

    Por que a aquisição dos equipamentos certos é tão importante para o bom funcionamento da UTI neonatal?

    A UTI neonatal tem a função de auxiliar na manutenção da vida em condições muito delicadas, quando o bebê nasce prematuro ou sofre com algum acometimento que o impede de exercer plenamente as funções vitais. Os reflexos orgânicos de deglutir, respirar e sugar são adquiridos na trigésima quarta semana da gestação. Assim, se houver nascimento antes desse momento, é necessário que a criança receba cuidados intensivos.

    Dessa forma, contar com os equipamentos certos — o que significa dispositivos de bom desempenho, alta qualidade e que ofereçam o suporte necessário à vida — é essencial. Eles amparam a criança enquanto ela passa pelo desenvolvimento de reflexos e funções vitais.

    Destacamos que a UTI conta com equipe multiprofissional composta de médicos, enfermeiros, assistentes e psicólogos, para auxiliar na assistência à criança e no amparo à família. A presença dos pais é estimulada, contribuindo para a formação de vínculo entre a família e o bebê.

    Quais os equipamentos de UTI neonatal não podem faltar no hospital?

    A UTI neonatal apresenta muitos equipamentos similares aos da UTI adulta. Porém, alguns dispositivos são adaptados e há também incubadoras, que ajudam a manter o ambiente apropriado para o bebê. Veja mais a seguir sobre os aparelhos necessários nesse setor!

    Oxímetro de pulso

    O oxímetro de pulso contém um sensor luminoso para captar a quantidade de oxigênio presente nas artérias e mede a frequência cardíaca, fornecendo, assim, a taxa de oxigenação do sangue. Dessa forma, o aparelho auxilia no monitoramento dos sinais vitais básicos do bebê. É importante encontrar modelos adaptáveis ao paciente neonatal, sempre buscando os melhores fornecedores desses dispositivos.

    Monitores de frequência respiratória e cardíaca

    Os monitores auxiliam no acompanhamento dos sinais vitais da criança. Eles são conectados ao bebê e monitoram a pressão arterial, índice de oxigenação e ritmo do batimento cardíaco. Assim, auxiliam na identificação de qualquer anomalia nesses parâmetros, notificando a equipe para uma intervenção rápida.

    Ventilador pulmonar

    O ventilador pulmonar oferece suporte à respiração quando o organismo do paciente não tem condições de realizar esse processo sozinho. A ventilação artificial permite manter os níveis de oxigenação adequados às necessidades do bebê, até que a criança desenvolva adequadamente o reflexo respiratório ou se recupere de algum possível acometimento no sistema.

    Incubadora

    A incubadora acolhe o bebê, oferecendo um ambiente seguro, confortável e com a temperatura adequada. O objetivo é garantir as condições necessárias para o desenvolvimento e recuperação da criança. Ela possui janelas para que os profissionais e a família tenham contato com o recém-nascido. Além disso, o dispositivo tem umidade, fluxo de ar e som regulados, com acolchoamento para disponibilizar conforto e aquecimento para o recém-nascido.

    Eletrocardiógrafo

    O eletrocardiógrafo faz a leitura do sinal cardíaco e representa esses apontamentos de forma gráfica. Ele contribui para diagnosticar quaisquer irregularidades no sistema cardiovascular do bebê, como arritmias, desvios de eixo, bradicardia e taquicardia.

    Analisadores e simuladores

    Os analisadores ajudam na testagem de manutenção preventiva da incubadora para garantir que a umidade, o som, o fluxo de ar e a temperaturas estejam adequados para o acolhimento do bebê. Os simuladores de paciente auxiliam na testagem dos equipamentos para verificação da regularidade e qualidade dos dispositivos.

    Estativa

    As estativas são carrinhos móveis utilizados para a armazenagem de equipamentos e itens necessários para o cuidado do paciente. Acessórios como cabos de alimentação e tubos de suporte podem ser colocados para facilitar o trabalho dos profissionais e também garantir que os recursos estejam disponíveis quando preciso.

    Por que é importante adquirir equipamentos de qualidade para a UTI neonatal?

    É primordial buscar equipamentos de qualidade para a UTI neonatal para garantir a melhor assistência possível aos bebês que precisam de cuidados médicos e suporte à vida. Falhas de dispositivos não podem ser toleradas, pois podem colocar a vida da criança em risco. Dessa forma, é imprescindível investir em aparelhos hospitalares de alta qualidade e submetê-los à manutenções preventivas com regularidade. 

    A Medicalway é uma empresa que comercializa equipamentos médicos e hospitalares, trabalhando com importantes fornecedores mundiais do segmento. Estamos há 18 anos no mercado e proporcionamos dispositivos de elevada qualidade e com recursos avançados, garantindo itens dos melhores fabricantes para os nossos clientes. Destacamos também que oferecemos assistência técnica e suporte no pós-venda, contribuindo para a melhor adaptação aos equipamentos médicos adquiridos.

    A UTI neonatal é a área do hospital que oferece atenção e terapia intensiva à saúde do recém-nascido. Com essa importante missão, é imprescindível que esse setor tenha um excelente parque tecnológico, o que vai contribuir para uma melhor assistência e recuperação dos bebês. Os aparelhos contribuem no apoio e amparo à vida para que a criança tenha condições adequadas para ficar bem.

    Destacamos que a atenção à saúde da criança e a assistência necessária ao recém-nascido são imprescindíveis para que o bebê tenha a oportunidade de crescer e se desenvolver de forma integral. A equipe médica cumpre os procedimentos e conhecimentos adequados, os equipamentos de UTI neonatal dão o suporte enquanto é preciso e a família enlaça a rede para que o bebê tenha as melhores condições de saúde. Dessa forma, é possível trabalhar com a prevenção, recuperação e promoção da saúde da criança.

    Gostou de aprender sobre os equipamento de UTI para recém-nascidos? Aproveite e visite a página da Medicalway para conhecer nossos produtos!

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    Confira as 6 melhores formas de aplicar a biossegurança hospitalar

    Confira as 6 melhores formas de aplicar a biossegurança hospitalar. Trabalhar na área da saúde exige o cumprimento de diversas regras para evitar riscos não só ao paciente e aos acompanhantes, como também a todos os profissionais, inclusive equipes terceirizadas, e ao meio ambiente. Nesse ponto, entra a importância de aplicar as normas de biossegurança hospitalar.

    Se adotar essas ações de prevenção e proteção para minimizar qualquer contaminação sempre foi essencial, com a pandemia e a facilidade de contágio pelo novo coronavírus, essa questão ganha um destaque ainda maior.

    Para esclarecer melhor esse assunto, desenvolvemos este post elencando as 6 melhores formas de colocar em prática as normas de biossegurança em um hospital. Acompanhe!

    1. Limpeza dos ambientes e superfícies

    A limpeza e desinfecção de ambientes e superfícies são medidas de biossegurança hospitalar eficazes para controlar o risco de transmissão de infecções. Nessa questão, entram piso, paredes, janelas, mobiliário e também equipamentos médicos.

    É importante que o hospital crie um manual de procedimentos quanto à limpeza, descontaminação e desinfecção de todas as áreas. Entre as recomendações, estão:

    • nunca varrer os pisos a seco, pois isso pode facilitar a dispersão de microrganismos patogênicos. O ideal é fazer a varredura úmida, com panos de limpeza e rodo ou mops, seguindo as etapas de ensaboar, enxaguar e secar;
    • os produtos saneantes utilizados devem ser autorizados pelo Ministério da Saúde e notificados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa);
    • para a limpeza dos equipamentos, o importante é somente utilizar os produtos indicados pelo fornecedor.

    2. Higienização das mãos

    Uma das medidas mais básicas de biossegurança hospitalar é a higienização das mãos, uma ação eficaz que consegue quebrar o ciclo de contaminação. Isso porque estamos falando de um dos maiores veículos de microrganismos, podendo contaminar objetos e maçanetas; a própria pessoa, na situação de ela tocar no nariz, boca ou olho; ou ainda outro indivíduo, caso haja algum cumprimento com as mãos.

    Nesse sentido, médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde devem fazer a higienização e desinfecção das mãos utilizando álcool 70% antes de iniciar qualquer procedimento ou na troca do atendimento de pacientes. Essa higienização deve ocorrer antes ainda da colocação de uma nova luva.

    A recomendação de desinfecção das mãos deve se estender também às equipes administrativas, de manutenção, terceirizadas e também aos pacientes e visitantes. Desse modo, o hospital precisa espalhar placas e sinais com avisos nos locais apropriados com a instrução sobre as etapas para a higienização correta das mãos, mostrando, por exemplo, a necessidade de esfregar o dorso das mãos, entre os dedos, as unhas e o pulso.

    3. Uso de EPIs e EPCs

    Os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) e EPCs (Equipamentos de Proteção Coletiva) devem ser utilizados pelos profissionais a fim de conter ou minimizar os riscos biológicos que o trabalho em hospital oferece.

    EPIs

    Entre os EPIs que devem ser utilizados no ambiente hospitalar estão:

    • jaleco;
    • luvas;
    • óculos de proteção;
    • máscara;
    • touca;
    • avental;
    • sapatos fechados.

    No caso de equipes da radiologia, por exemplo, há a necessidade do uso de roupas de proteção que impedem a absorção da radiação.

    Em resumo, esses itens atuam como uma barreira protetora para o profissional, visto que protegem roupas, mãos, olhos e vias aéreas. Contudo, os EPIs só são eficazes quando utilizados de forma correta. Além disso, as máscaras e luvas precisam ser trocadas a cada paciente que é atendido.

    Outra medida é na hora de retirar esses equipamentos. É fundamental seguir os cuidados adequados para não se contaminar nesse momento.

    EPCs

    Já o EPC tem a função de proteger contra acidentes ou contaminações todas as pessoas que estão em determinada instalação do hospital. Entre os itens mais comuns dessa categoria estão:

    • placas de sinalização;
    • lava-olhos;
    • chuveiros de emergência;
    • autoclaves;
    • detectores de fumaça;
    • sistema de ventilação e exaustão.

    4. Gerenciamento correto de resíduos

    Além de oferecer uma proteção para as pessoas, as medidas de biossegurança hospitalar visam também a proteger o meio ambiente. Para isso, é imprescindível fazer o descarte adequado dos resíduos, que devem ser separados de acordo com o seu tipo para ter o destino correto:

    • grupo A: são os potencialmente infectantes, ou seja, que podem ter algum agente infeccioso ou risco biológico. São recolhidos por empresas que fazem o tratamento do lixo hospitalar;
    • grupo B: são os químicos, como corrosivos, inflamáveis e tóxicos, e devem ser recolhidos por empresa especializada;
    • grupo C: são os resíduos radioativos, que recebem o tratamento de acordo com normas específicas de biossegurança;
    • grupo D: é o lixo comum, coletado pelo serviço municipal;
    • grupo E: são perfurocortantes, como lâminas de bisturi e agulhas, que são descartadas em caixas especiais e coletados por empresa especializada.

    5. Treinamento da equipe

    De nada adianta ter as normas de biossegurança hospitalar se as equipes não seguirem as regras estipuladas. Nesse sentido, os profissionais de todas as áreas devem receber treinamento periódico quanto ao uso correto de EPIs, procedimento para lavagem das mãos, como fazer o descarte adequado de resíduos, entre outros pontos.

    Dessa maneira, eles trabalham mais protegidos e também não oferecem riscos para pacientes ou acompanhantes.

    6. Criação de um plano de emergência

    Por último, o hospital deve contar com um plano de emergência para que determine quais ações tomar em caso de alguma situação que fuja da normalidade. Trata-se de um documento que deve ser de conhecimento das equipes para que todos saibam como agir em caso de alguma explosão, acidente ou outro evento que fuja do comum.

    Ter esse plano é importante nesse ambiente, porque o hospital não pode paralisar suas atividades por um período, já que atende pacientes, muitos em situações críticas, como aqueles que estão internados, principalmente nas unidades de terapia intensiva (UTI).

    Seguir todas as normas de biossegurança hospitalar é adotar os padrões de segurança exigido para os estabelecimentos de saúde. Desse modo, as atividades podem ser realizadas com o mínimo de riscos para os profissionais, pacientes e para todo o público que circula em um hospital.

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