A mamografia digital é um exame médico indicado para detectar, precocemente, possíveis sinais de câncer de mama que, de acordo com o INCA, deve ter 66.280 novos casos estimados para 2021. Felizmente, quem for diagnosticado com essa doença pode ter um tratamento muito mais efetivo se iniciá-lo desde cedo.
É justamente nesse sentido que a mamografia digital se torna tão relevante, mais que o exame comum ou analógico, já que ela consegue prevenir o câncer em fases ainda mais prematuras, mesmo que os nódulos sejam menores e as alterações nas mamas mais discretas. Como visto, a assertividade nesse momento pode salvar vidas.
Considerando a importância da mamografia digital, preparamos um post para falar mais detalhadamente como o procedimento ocorre, suas vantagens e outras informações. Continue conosco e fique por dentro!
A mamografia digital é um exame que, conforme mencionado, pode diagnosticar o câncer de mama e faz isso por meio de radiografia. O procedimento consiste em gerar imagens detalhadas que evidenciam possíveis nódulos e alterações, que nem sempre podem ser percebidos a olho nu e até mesmo com o autoexame — que atua como um complemento fundamental na prevenção da doença.
Para que a mamografia realize seu diagnóstico por imagem, é necessário contar com um mamógrafo, aparelho de raio-X digital. Ele é responsável por transmitir a radiação em um sinal elétrico e enviar para um dispositivo tecnológico, como um computador, para que a imagem gerada seja analisada com mais detalhes e com a segurança do armazenamento.
Nas mamografias comuns ou analógicas, as imagens geradas pelo raio-X não eram enviadas para um computador, mas, sim, reveladas por um filme, com mediação de produtos químicos.
Apesar dos benefícios inegáveis desse processo para prevenção do câncer de mama, ele é mais lento que a mamografia digital e não é tão seguro quanto ao armazenamento das imagens, o que poderia exigir a repetição do exame, que causa desconforto para muitos pacientes.
O exame de mamografia conta com uma bandeja em que os seios devem ser posicionados para receber a radiação que, como dito, transmite por meio de um sinal elétrico as imagens para o computador. A tecnologia envolvida nesse processo é a DR (digital), mas também pode ser a CR (computadorizada). Entenda mais a seguir:
Conforme mencionado, ambas as tecnologias envolvidas na mamografia digital oferecem imagens de alta resolução, possibilitando uma visualização mais detalhada até de alterações mais sutis e nódulos menores. Além disso, o tempo necessário para que o paciente fique exposto no mamógrafo e na radiação é reduzido.
Mulheres acima de 40 anos se tornam mais suscetíveis a terem o câncer de mama, e acima de 35 para o caso daquelas que se enquadram no grupo de risco — histórico da doença na família antes dos 50 anos ou outros tipos de câncer.
Assim, é recomendado que, anualmente, seja realizada a mamografia, seja a digital ou convencional, para que o tratamento desse possível problema de saúde seja identificado e tratado de forma precoce.
Antes da faixa etária mencionada, as mamas estão mais densas e firmes, o que dificulta a adequada penetração do raio-X no tecido mamário e torna os resultados obtidos insatisfatórios. Assim, caso haja suspeita de nódulos ou cistos na região, o mais indicado é realizar uma ultrassonografia.
Conforme mencionado, a mamografia digital é um exame essencial para detectar o câncer de mama, e atua de forma superior aos tradicionais. Isso porque trata-se de mecanismos mais modernos, o que aumenta a eficiência e conforto para os pacientes. Entenda mais a seguir!
Os seios são uma região sensível para muitas mulheres, especialmente no caso das mamas mais densas e durante o ciclo menstrual. Assim, é comum que muitas pacientes se recusem a realizar a mamografia para evitar o desconforto.
Com a mamografia digital, isso é possível, já que diminui o tempo necessário para sua realização e a compressão das mamas, especialmente se comparado à mamografia digital.
As imagens fornecidas pela mamografia digital são de alta resolução e conseguem observar nódulos menores que 2 cm e suas características, o que aumenta a eficiência na detecção do câncer de mama, além de ser capaz de perceber alterações sutis nos seios, como lesões benignas.
Saiba também que com a possibilidade de visualizar as imagens pelo computador, os profissionais da saúde podem ampliar as fotografias, configurar com contraste e brilho, por exemplo, tudo para que a análise seja a mais minuciosa possível.
Considerando que a mamografia digital não precisa ser relevada com produtos químicos, como ocorre na mamografia convencional, o nível de radiação que os envolvidos se expõem é menor. Afinal, o método moderno oferece mais segurança no armazenamento das imagens que, uma vez detectadas, dificilmente precisará repetir o processo, como ocorre em exames comuns.
Como a mamografia digital tem uma capacidade de visualização mais detalhada que os exames comuns, o diagnóstico do câncer de mama é mais assertivo e confiável, seja no caso de tumores menores ou de mamas mais densas — que costumam ter um maior número de glândulas. Assim, é um exame especialmente útil para mulheres abaixo de 50 anos, que é comum ter mais densidade nos seios.
Como foi possível notar, a mamografia digital não é apenas um exame que contribui para a detecção precoce do câncer de mama, mas também é a alternativa mais confiável e confortável para os pacientes.
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Um dos principais cuidados a serem administrados aos pacientes é o controle dos sinais vitais. Para isso, o ideal é contar com equipamentos eficazes e capazes de apresentar esses dados com exatidão, como o monitor multiparâmetro e o monitor cardíaco, já que são fundamentais em setores de emergências e demais ambientes das unidades de saúde.
Como cada um apresenta suas especificidades, é importante saber como diferenciá-los e, assim, poder identificar o mais adequado conforme a necessidade e o estado do paciente. Continue a leitura deste conteúdo e saiba mais sobre os principais pontos desse assunto.
É visto como um tipo mais simples que o monitor multiparâmetro e tem a finalidade de acompanhar a redução ou o aumento da frequência cardíaca do indivíduo e, assim, capturar os batimentos para encontrar eventuais complicações.
O único sinal que o aparelho acompanha é o cardíaco, e ele consegue apontar a frequência por intermédio de um traçado eletrocardiográfico no monitor, permitindo que os profissionais possam ver como estão as contrações dos ventrículos e artérias.
Esse processo é realizado com fundamento nas formas de ondas elétricas que se constituem na tela e apresentam as bradicardias e taquicardias que o paciente pode adquirir ao longo de um determinado tempo. Dessa forma, ele é muito usado no transporte de pacientes de um setor para outro ou em procedimentos que requerem um monitoramento constante dos batimentos cardíacos.
O monitor multiparâmetro é um dos equipamentos mais usados pela equipe de saúde, tendo em vista suas diversas funcionalidade que ajudam no acompanhamento da evolução dos pacientes. Por meio dele, é possível monitorar diversos aspectos fisiológicos. Veja os principais a seguir!
Também chamado de ECG, é o responsável por apresentar qualquer alteração na atividade elétrica do coração. Ao contar com até 12 derivações, o equipamento contribui para a identificação de arritmias e demais mudanças cardíacas ao longo do tratamento.
O padrão é o mesmo, de 12 por 8 mmHg. Contudo, podem ser entendidos como normais os valores de sistólica entre 90-130 mmHg e diastólica entre 60-90 mmHg. Variações muito baixas são entendidas como hipotensão, enquanto valores elevados caracterizam a hipertensão.
Os valores podem variar conforme a altitude do local onde é mensurada. Porém, em condições habituais, a saturação de um indivíduo saudável é de 95 a 99%, além da apresentação de 70 batimentos cardíacos por minuto.
Em especial para pessoas tratadas na UTI ou em estado mais grave, é necessário medir o dióxido de carbono expirado pelo paciente. Esse indicador acompanha as alterações do metabolismo, na perfusão e ventilação da pessoa que recebe os cuidados.
Apesar de ser um dado fácil de ser mensurado, a temperatura corporal deve ficar entre 36,1ºC e 37,2ºC. Nos casos em que o equipamento indicar um valor abaixo, significa que o paciente está com hipotermia. Já um número mais elevado que o normal quer dizer que ele está com febre, pirexia ou hiperpirexia. Qualquer que seja a situação, os sintomas devem ser avaliados pelo médico.
Para medir a respiração, é necessário levar em conta a idade do indivíduo. Normalmente, a média é de 12 a 20 inspirações por minuto, mas em bebês e crianças esse valor pode ser mais alto. Já nos casos dos idosos, estes podem apresentar uma redução, o que vai depender de suas condições físicas.
Por meio da avaliação de todos os fatores, fica mais fácil para o médico realizar um diagnóstico mais preciso e de forma objetiva e eficaz.
Portanto, é possível dizer que o monitor multiparâmetro é um equipamento mais completo quando o assunto é a mensuração dos sinais vitais, tendo em vista sua capacidade de apontar qualquer alteração que possa surgir em tempo real, tornando-se imprescindível em pronto-atendimentos, UTIs, ambulâncias, emergências e salas pós-cirúrgicas, entre outros setores.
Os dois equipamentos podem ser usados em bebês, crianças e adultos, além de serem bastante necessários para avaliar os dados vitais dos pacientes. No entanto, é importante ter em mente que o multiparâmetro abrange um leque maior de informações, proporcionando uma avaliação mais precisa e detalhada. Já o monitor cardíaco limita-se somente às funções do coração, sendo aplicado em situações mais simples.
Ainda nesse contexto, é necessário ressaltar que um equipamento com todas essas funcionalidades gera mais benefícios. Isso ocorre pelo fato de que ele vai conseguir entregar um volume maior de dados com qualidade à equipe médica, sem exigir que o paciente tenha que realizar vários exames separados.
Apesar disso, é preciso lembrar da facilidade que um aparelho mais simples, como o monitor cardíaco, pode proporcionar para a interação entre os humanos e a máquina, mas que pode ser alcançada com a obtenção de monitores multiparâmetros intuitivos e de fácil manuseamento.
Então, é possível dizer que esse equipamento também pode apresentar um benefício nesse quesito, já que suas funcionalidades podem ser requeridas em diferentes situações, como até mesmo em pessoas que ainda não chegaram à unidade de saúde e devem ser monitoradas durante o percurso — considerando que os monitores mais modernos são portáveis e leves.
Após entender as características e vantagens do monitor multiparâmetro quando comparado com o monitor cardíaco, é preciso saber quais pontos devem ser observados no momento de adquirir o melhor equipamento, por exemplo:
Conseguiu entender as principais diferenças entre o monitor multiparâmetro e o monitor cardíaco? Por se tratar de um dos equipamentos mais importantes para o monitoramento dos sinais vitais do paciente dentro ou fora da instituição de saúde, é preciso observar se ele oferece as funções necessárias antes de comprar o ideal.
Conte com um bom fornecedor que disponibilize todo o suporte adequado para a utilização correta do aparelho, como a Medicalway, que oferece vários tipos de monitores.
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O que deve ser observado na hora de comprar o arco cirúrgico? Os equipamentos hospitalares são desenvolvidos para trazer agilidade nos procedimentos, tornando-os mais seguros para os pacientes. Esse é o objetivo do arco cirúrgico: permitir aos médicos visualizarem, em tempo real e de forma dinâmica, as estruturas internas, reduzindo o tamanho de cortes e permitindo movimentos mais precisos.
Esse aparelho, também chamado de intensificador de imagem, fornece, com o uso de raios-X, imagens intraoperatórias de alta resolução — sendo, portanto, indispensável em diferentes tipos de cirurgia.
Diante disso, é necessário saber o que analisar para comprar esse equipamento a fim de que ele tenha as funcionalidades necessárias para os procedimentos realizados no hospital. São esses aspectos que explicamos a seguir. Confira!
O primeiro ponto é escolher um arco cirúrgico que atenda às aplicações clínicas do hospital. Isso porque o equipamento pode atender as áreas de:
Dessa maneira, é importante observar se o aparelho se adequa aos procedimentos realizados, sobretudo aos mais complexos. Isso porque é um investimento alto que o gestor hospitalar faz, então é necessário escolher a tecnologia ideal para as especialidades das cirurgias atendidas.
As imagens obtidas em tempo real pelo arco cirúrgico vão orientar os médicos no andamento das cirurgias. No entanto, existem diferentes níveis de sofisticação desse equipamento, podendo oferecer mais funcionalidades na sala de cirurgia.
Nessa hora, vale observar as características técnicas, como a nitidez das imagens. Alguns modelos permitem apenas a visualização de procedimentos de baixa complexidade, enquanto outros possibilitam profundidade de visualização e resolução mais alta das imagens.
Existem ainda modelos de arcos cirúrgicos que permitem a obtenção de imagens das estruturas em 3D, o que facilita bastante o trabalho do médico e a precisão das cirurgias, como as de coluna, que exigem a colocação de pinos, fios e parafusos.
Verifique ainda qual a potência e o tempo de trabalho do equipamento. Alguns modelos contam com sistema ativo de refrigeração a ar, o que evita o superaquecimento do aparelho, permitindo que ele seja utilizado em cirurgias de longa duração.
Outros aspectos que podem ser avaliados é a rotação orbital do equipamento, o tamanho e as características do painel (que pode ser touchscreen), além da função de gerenciamento automático da dosagem de radiação utilizada, evitando a exposição por um tempo grande de pacientes e profissionais de saúde.
Por último, além das características técnicas e tecnológicas do arco cirúrgico, o ideal é contar com um fornecedor que tenha credibilidade no mercado para que você tenha a certeza de que está adquirindo o melhor equipamento para as necessidades do seu hospital.
Agora você já sabe quais são os principais fatores para observar antes de fazer o investimento em um arco cirúrgico. Para não ter erro na compra, é fundamental contar com uma empresa de referência, como a Medicalway. Trabalhamos com as melhores marcas de equipamentos hospitalares, com condições de pagamento acessíveis e todo o suporte de que você precisa no pós-venda.
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Saiba como identificar a via aérea difícil antes da intubação. Na intubação orotraqueal, duas situações são consideradas como via aérea difícil: a dificuldade de ventilar e a intubação difícil.
No primeiro caso, a saturação da ventilação pulmonar não é mantida dentro dos padrões normais, nem com máscara ou oxigênio. No segundo, é preciso ter mais de três tentativas de intubação sem sucesso.
No entanto, alguns passos podem ajudar a identificar a condição o quanto antes. Veja, a seguir, quais são eles!
Identificar a via aérea difícil depende da posição correta do paciente. Isso é indispensável mesmo em situações complexas, como a de pacientes em parada cardíaca.
Esse posicionamento ideal é chamado de snif position. Ela é determinada quando o ângulo da mandíbula se iguala em altura com a parte superior do tórax. Assim, o tragus fica nivelado com o manúbrio esternal e há possibilidade de inclinar a cabeça para trás. É possível contar com o uso de lençóis e travesseiros para ajustar a posição.
A distância interincisivos é estimada entre 3 dedos, ou aproximadamente 5cm. Esse espaço significa que é possível acomodar a lâmina entre os dentes superiores e inferiores.
Ele deve ser respeitado por questões de conforto, segurança e eficiência da intubação. O paciente que não apresenta o correto distanciamento pode ter problemas na articulação da mandíbula.
Outro ponto importante é a avaliação da extensão livre entre cabeça e pescoço. Ela comprova a possibilidade de assumir a posição olfativa, a mais recomendada para alinhar os eixos laríngeo, faríngeo e oral durante a intubação.
É preciso segurar um marcador verticalmente na testa, com a cabeça e o pescoço inclinados para trás. Com o marcador no mesmo lugar, a cabeça deve ser flexionada para baixo. Assim, a distância será marcada. Em casos de suspeita de traumatismo raquimedular, essa manobra não é indicada.
Alguns dispositivos são especiais para a via aérea difícil. Por exemplo, a máscara laríngea, o fibroscópio e o bougie devem ficar sempre ao alcance, para o caso de uma atitude extrema para salvar a vida do paciente.
Em casos de falha, o kit de crico também deve estar disponível. O videolaringoscópio é outro dispositivo que, quando usado de maneira correta e pontual, ajuda na precisão da técnica. Diante da possibilidade de complicações mesmo com esse auxílio, considere chamar outro médico para averiguar a situação do paciente.
Um dos principais preditores associados a uma intubação difícil é a protusão mandibular. Ela deve apresentar mobilidade de articulação, o que atesta a possibilidade de deslocamento durante a laringoscopia.
Quando reduzida, ela pode comprometer ainda mais a intubação. É essencial realizar o teste da mordida do lábio superior, que comprova se a protusão é adequada ou se prediz visões laringoscópicas ruins.
Identificar a via aérea difícil corretamente pode salvar vidas. Embora seja um cenário perturbador, essas dicas podem ajudar a normalizá-lo para garantir o cuidado adequado com a saúde do paciente. Sem praticá-las, o paciente fica sem ventilação, e as consequências são catastróficas.
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