Como melhorar o gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalares?

Manter um bom gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalares é fundamental para evitar a suspensão dos atendimentos, assegurar a qualidade do hospital em meio à concorrência, conquistar renome na cidade e, principalmente, oferecer um atendimento de qualidade. 

Trata-se da aplicação de práticas capazes de identificar a necessidade de certo aparelho e seu tempo de utilização, além do cronograma de manutenção, da programação de novas aquisições e das demais medidas capazes de evitar problemas e riscos desnecessários.

Mas você sabe como realizar essa gestão de maneira eficaz e outros detalhes sobre a importância da manutenção de equipamentos hospitalares? Leia este conteúdo e descubra!

Qual é a importância da manutenção de equipamentos hospitalares?

Primeiro, saiba que é importante garantir a manutenção de equipamentos hospitalares por diversas razões, como evitar erros de diagnóstico, aumentar a segurança dos pacientes etc.

A seguir, saiba mais sobre os benefícios proporcionados!

Garantir maior segurança dos pacientes

Os maquinários hospitalares são essenciais para intervenções nos pacientes, sejam emergenciais ou não. Se eles não passaram por manutenções recentes, podem não operar como deveriam, o que compromete a segurança dos pacientes. 

Evitar erros de diagnóstico

Outro problema que a falta de manutenção de equipamentos hospitalares pode ocasionar é o erro no diagnóstico do quadro de saúde do paciente. Afinal, os itens precisam de ajuste ou lubrificação, troca periódica da bateria, calibração constante etc. 

Aumentar a vida útil dos equipamentos médicos

A manutenção é uma forma de lidar com o desgaste que os equipamentos médicos naturalmente podem sofrer com o passar do tempo. Em alguns casos, o manuseio inadequado, por falta de treinamento dos profissionais de saúde, pode desgastar ainda mais os aparelhos.

Conformidade com as normas

O Ministério da Saúde e a Anvisa têm normas que exigem a manutenção periódica dos equipamentos hospitalares. Isso porque você já entendeu que negligenciar essa etapa pode trazer insegurança e diagnósticos imprecisos, prejudicando o paciente.

Existem outros protocolos, como a Norma Técnica Brasileira NBR 15943:2011, que fala sobre o gerenciamento dos equipamentos hospitalares. Nesse sentido, é preciso que a gestão do hospital garanta uma ação coordenada por um profissional de nível superior para gerenciar fases de aquisição, manutenção preventiva e corretiva, implementação, gerenciamento de risco etc.

Quais tipos de manutenções podem ser aplicados na rotina hospitalar?

Veja quais são os diferentes tipos de manutenção que podem ser aplicados em um ambiente hospitalar:

Manutenção preventiva

Realizada de maneira programada, conforme a utilização de cada equipamento e as orientações do fabricante. Normalmente, a inspeção é agendada com antecedência e envolve testes de segurança, limpeza e detecção de problemas enquanto ainda são pequenos.

Manutenção corretiva 

Realizada para desenvolver formas de correção no caso de um dano no equipamento. Sendo assim, ele é devolvido, consertado e calibrado.

Manutenção preditiva 

Realizada de maneira planejada, com o intuito de averiguar minuciosamente, usando aparelhos específicos. Seu objetivo é antecipar, por meio de resultados da análise, manutenções preventivas e corretivas, elevando o tempo de vida útil e a segurança do aparelho.

RDC manutenção de equipamentos hospitalares: conheça as principais exigências

A Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) é uma norma emitida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no Brasil e estabelece diretrizes sobre as boas práticas de fabricação de produtos para a saúde, incluindo equipamentos médicos:

  • Plano de manutenção: necessidade de desenvolver e implementar um plano de manutenção para os equipamentos médicos. O plano deve contemplar a manutenção preventiva, corretiva, preditiva e detectiva, conforme apropriado.
  • Treinamento e qualificação: estabelecer programas de treinamento para os profissionais responsáveis pela manutenção dos equipamentos e certificar-se de que os técnicos estão qualificados e atualizados para realizar as atividades de manutenção.
  • Registros e documentação: manter registros detalhados de todas as atividades de manutenção realizadas em cada equipamento, documentar as intervenções corretivas e preventivas, incluindo data, descrição do trabalho e peças substituídas, se aplicável.
  • Rastreabilidade: garantir a rastreabilidade das intervenções realizadas nos equipamentos e identificar claramente os registros de manutenção associados a cada equipamento.
  • Uso de peças e componentes originais: recomendação para utilizar peças e componentes originais ou aprovados pelo fabricante durante as atividades de manutenção.
  • Avaliação de riscos: realizar avaliações de risco associadas à manutenção de equipamentos médicos e considerar potenciais impactos na segurança do paciente e na eficácia do equipamento.
  • Calibração e verificação: realizar calibração e verificação regular dos equipamentos de medição utilizados durante as atividades de manutenção.

Como melhorar o gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalares?

Existem algumas práticas que podem ser implementadas como forma de promover um melhor gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalares. Veja a seguir as principais!

Realize planejamentos

É preciso elaborar um planejamento para que os equipamentos possam ser revisados periodicamente, o que requer a obtenção de um aparelho reserva, já que a máquina deverá ser aberta para a realização dos procedimentos adequados.

Dessa forma, é preciso criar um plano, estabelecendo a melhor data e o melhor horário para a realização da revisão e da substituição do aparelho reserva, que pode ser um equipamento que já tem no hospital ou, no caso de instituições menores, o aluguel.

Compreenda a dinâmica de cada equipamento

Cada equipamento tem utilidades e características diferentes. Alguns são mais usados do que outros. Para que as manutenções sejam eficazes, é preciso conhecer a relevância de cada um e as demandas mais frequentes. Por esse motivo, estipule as prioridades de maneira consciente.

Mapeie os riscos hospitalares

Para reduzir as possibilidades de riscos biológicos, o gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalares deve estar em dia para assegurar a esterilização dos materiais, evitando a utilização de aparelhos infectados e a disseminação de doenças.

Defina o fluxo de trabalho

Entender o histórico de uso e conservação do equipamento hospitalar é essencial para identificar a situação da sua vida útil. Essa prática pode aperfeiçoar de maneira considerável o fluxo de trabalho dos profissionais de saúde para realizar exames de forma precisa e usar os aparelhos adequadamente, além de reduzir problemas.

Realize um controle eficiente

Outra prática indispensável é saber a quantidade correta de equipamentos hospitalares e garantir que estejam todos calibrados, lubrificados, conservados, com as peças trocadas no período adequado e com o funcionamento certo.

Um bom controle proporciona todos os aspectos, considerando que contribui para a elaboração de informações precisas a respeito dos aparelhos, o que promove uma gestão eficaz.

Principais itens que devem ser verificados na manutenção de equipamentos hospitalares

Aqui estão alguns dos principais itens que devem ser verificados durante a manutenção de equipamentos hospitalares:

  • Inspeção visual
  • Calibração
  • Verificação de segurança elétrica
  • Verificação de pressão e temperatura
  • Limpeza e desinfecção
  • Verificação de alarmes
  • Atualizações de software
  • Troca de peças desgastadas

Principais regulamentações na manutenção de equipamentos hospitalares

As regulamentações na manutenção de equipamentos hospitalares podem variar de acordo com o país e a região, mas algumas diretrizes gerais são comuns em muitas jurisdições. Aqui estão algumas das principais regulamentações e práticas recomendadas na manutenção de equipamentos hospitalares:

  • ISO 13485 – sistemas de gestão da qualidade para dispositivos médicos: esta norma estabelece requisitos para o sistema de gestão da qualidade em organizações que projetam, fabricam, distribuem ou prestam serviços relacionados a dispositivos médicos.
  • IEC 60601 – equipamento eletromédico: esta série de normas estabelece requisitos de segurança e desempenho para equipamentos eletromédicos. A manutenção adequada desses equipamentos é crucial para garantir a segurança dos pacientes e dos profissionais de saúde.
  • Regulamentações locais de saúde: cada país tem suas próprias regulamentações e agências responsáveis pela supervisão e regulação de equipamentos médicos e de saúde. No Brasil, por exemplo, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) desempenha um papel importante nesse sentido.
  • Certificação de equipamentos: muitos países exigem que os equipamentos médicos sejam certificados antes de serem utilizados em ambientes hospitalares. Certificações como a Marcação CE, na União Europeia, ou a marcação da FDA, nos Estados Unidos, são exemplos.
  • Normas de Boas Práticas de Fabricação (BPF): as BPF são diretrizes que garantem a qualidade e a conformidade na fabricação, instalação e manutenção de produtos e equipamentos médicos.

Gostou deste material? Então leia outros artigos em nosso blog:

Fique por dentro das nossas novidades!

    Veja também
    Conheça as certificações de equipamentos médicos mais importantes

    A análise de certificações de equipamentos médicos é um dos requisitos mais relevantes no momento da consideração de compra e aquisição desses produtos.

    Fazer uma análise mais crítica nesse sentido significa garantir mais segurança aos serviços prestados pelo hospital, já que a certificação remete ao órgão que rege os parâmetros de calibração no Brasil: o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia).

    Além disso, em uma área caracterizada pela constante inovação, como a saúde, a qualidade e o desempenho dessas tecnologias são fatores fundamentais para oferecer um bom atendimento.

    Você está por dentro das certificações mais importantes nesse âmbito? Sabe a importância de adquirir equipamentos certificados e de qualidade para o seu hospital? Continue conosco e veja quais são essas certificações e como garantir que os fornecedores são de confiança. Boa leitura!

    Qual a real importância das certificações de equipamentos médicos?

    É fato que o setor de equipamentos médicos hospitalares vem acompanhando, desde a década de 1990, o progresso de diferentes segmentos da saúde a partir da abertura da economia industrial. Dessa maneira, tais produtos vêm se tornando mais complexos e reduzindo erros operacionais ou situações de mau funcionamento.

    Além disso, aumenta gradualmente a quantidade de variáveis fisiológicas do corpo humano que são passíveis de mensuração e análise. Isso contribui para que os profissionais da saúde confiem cada vez mais nos métodos e diagnósticos oferecidos por instrumentos médicos.

    Organismos de certificação e órgão regulador

    Nesse contexto, é importante ressaltar que os equipamentos precisam ser registrados na ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para serem comercializados livremente em território nacional.

    Para que esse registro aconteça as normas técnicas específicas e a certificação de conformidade devem ser expedidas pelos Organismos de Certificação de Produtos (OCP). Esses organismos, por sua vez, são acreditados pelo INMETRO.

    Qual a certificação mais importante para equipamentos médicos?

    A norma ISO 17025 tem a função de padronizar internacionalmente os testes laboratoriais em relação aos parâmetros de ensaio e calibração. Ela determina quais procedimentos serão utilizados para certificar os equipamentos e interfere no controle de qualidade.

    Dessa forma, as auditorias realizadas em tais laboratórios buscam garantir que os procedimentos de qualidade e as normas estabelecidas pela ISO 17025 sejam seguidas à risca.

    Podemos observar que a qualidade e a segurança são fundamentais para que exista confiança nos resultados. Se não existisse uma certificação qualquer hospital poderia adquirir um analisador de segurança e fazer a calibração o que não garantiria um padrão de qualidade.

    A acreditação que o INMETRO fornece reconhece formalmente que o laboratório opera por um sistema qualificado e documentado. Em outras palavras, significa que o laboratório tem competência técnica para desenvolver ensaios especificados e avaliados pela ISO 17025.

    Onde encontrar fornecedores de qualidade?

    Agora que já sabemos a importância das certificações de equipamentos médicos você pode estar se perguntando: onde buscar fornecedores de qualidade?

    É preciso buscar empresas ou fabricantes voltados a esse escopo de calibração para lidar com fornecedores de qualidade. Atualmente, existem muitas instituições no mercado que importam os produtos do setor, como analisadores e simuladores, além de fabricantes nacionais de excelência.

    O ponto mais importante é verificar se as empresas têm foco e comprometimento com o desenvolvimento dos produtos e, obviamente, se têm as devidas certificações. Por exemplo, a Fluke Biomedical tem uma certificação ISO extremamente importante, garantindo não somente a qualidade dos produtos mas também a da própria fábrica.

    Quais são os diferenciais que comprovam a qualidade dos equipamentos da MedicalWay?

    A Fluke Biomedical é um dos fornecedores da MedicalWay que fábrica analisadores e simuladores. Além da qualidade do produto por si só, outro ponto importante para os clientes é a assessoria durante a utilização do equipamento.

    Ou seja, no período do pós-venda o fornecimento de manutenções preventivas e treinamento é fundamental para a satisfação dos clientes.

    Um exemplo disso pode ser visto quando a MedicalWay uma empresa com mais de 20 anos de mercado vende algum equipamento. O cliente, além da peça, adquire automaticamente serviços como suporte, manutenção e treinamento para que utilize todos os recursos disponíveis, operando dentro da máxima qualidade.

    Contato personalizado com os clientes

    Um dos pontos mais importantes é o briefing, que acontece antes da venda. O briefing é o conjunto de informações que são discutidas em uma reunião interna para desenvolver determinado trabalho.

    Durante essas reuniões a MedicalWay desenvolve projetos em que analisa a base instalada e decide quais são as sugestões de equipamentos para o hospital ou instituição de saúde de acordo com sua necessidade. Dessa forma, o otimiza tempo e recursos para ajudar o cliente a comprar somente aquilo que realmente precisa.

    Quais são os cuidados da MedicalWay para garantir a qualidade dos produtos?

    Uma das responsabilidades mais importantes que a MedicalWay assume é garantir uma política de qualidade em relação aos produtos comercializados.

    Existem procedimentos internos específicos que testam todos os equipamentos previamente com o auxílio de inspetores de qualidade. Assim, a inspeção realiza tanto os testes funcionais quanto os de desempenho para garantir que o controle de qualidade será realizado internamente. Além disso, garante as certificações de praxe da fabricação.

    Afinal, tais selos de qualidade garantem muito mais do que produtos de excelência. O foco principal é na qualidade do atendimento aos pacientes, preservando a segurança e a vida dessas pessoas, e estimulando melhorias qualitativas nas operações de fabricação e desenvolvimento de novas tecnologias.

    O que você achou sobre este conteúdo? Quer adquirir produtos com as devidas certificações de equipamentos médicos?

    A MedicalWay fornece um apoio técnico completo para que os clientes adquiram produtos como analisadores e simuladores de excelência. O foco é garantir mais agilidade e personalização no pós-venda e sempre atender às expectativas dos clientes.

    Se você se interessou pelo assunto e gostaria de saber mais detalhes sobre o serviço, não deixe de entrar em contato conosco! Serrá um prazer tirar as suas dúvidas!

    LEIA MAIS
    Qual é o papel da tecnologia na revolução da saúde 4.0?

    Para quem ainda não sabe, a saúde 4.0 é um avanço industrial muito importante para a área. É a introdução de novas tecnologias, como a inteligência artificial e o uso de aplicativos e demais softwares que facilitam e trazem mais eficiência ao serviço médico.

    Nos tópicos a seguir, você entenderá o papel da tecnologia em todo esse novo sistema de saúde, conhecendo alguns exemplos práticos de produtos que são usados na nova medicina. Confira!

    O papel da tecnologia na saúde 4.0

    A saúde 4.0 é a tecnologia empregada no setor — então, o papel da inovação é de 100% . É uma mudança de visão na forma como trabalhar em hospitais, clínicas e consultórios.

    Essa transformação vem desde o uso de equipamentos robóticos, para trazer mais eficiência para consumo, reposição, organização de suprimentos, acessórios, máquinas de exame, eletrônicos, eletrodomésticos, móveis e macas até a escolha por aplicativos que mudem e avancem na forma como é feito o atendimento médico, por exemplo.

    Mas não é só isso. Essa nova saúde é totalmente tecnológica — e isso muda a forma de trabalho de todos os profissionais de um hospital ou clínica. Além de ter que aprender a mexer com essas inovações, com a inteligência artificial também é preciso aprender fazer com que esses produtos sejam eficientes de verdade.

    Essa é uma mudança sem volta. Ela vai acontecer no seu local de trabalho agora ou daqui a alguns anos. A seguir, você vai conhecer 3 dessas mudanças que já fazem parte da realidade brasileira!

    1. Telemedicina

    Se você tem visto os telejornais das últimas semanas, já conheceu uma inovação da saúde 4.0 que está prestes a acontecer: o uso da chamada telemedicina. Ela é uma forma de levar o médico até o paciente por meio do computador, sem a necessidade da presença física do profissional no local em que a pessoa mora.

    Essa tecnologia já é aceita por alguns conselhos regionais e tem sido usada para ajudar no tratamento de pacientes que moram em cidades mais distantes, que não possuem atendimento médico.

    2. Interconexão de máquinas

    Um bom advento da inteligência artificial é fazer com que máquinas diferentes trabalhem juntas, da mesma forma que as pessoas trabalham. Isso agiliza e traz mais eficiência e produtividade a qualquer tipo de trabalho. Com a saúde não é diferente.

    Com a interconexão desses aparelhos, o estoque de produtos, por exemplo, pode ser organizado por uma máquina enquanto outra conta quais produtos e quantos estão disponíveis e, ao mesmo tempo, o computador adquire os que faltam. Tudo isso, claro, com a supervisão e a participação de funcionários humanos para garantir que as máquinas trabalhem corretamente.

    3. Automação de processos

    Tudo dentro de um hospital ou clínica vai ser automatizado. Isso significa que os computadores vão gerir todas as etapas de trabalho em uma instituição de saúde. Desde a organização, a gerência de recursos, a logística, os exames até o diagnóstico. Enfim, será um sistema único, que trabalha em conjunto e traz uma total eficiência.

    Caso você tenha ainda alguma dúvida sobre a saúde 4.0, o seu uso prático, o que ela muda na vida de um profissional e no trabalho de um hospital, entre em contato conosco. Ajudaremos você a entender essa inovação, que vem para ficar!

    LEIA MAIS
    Saúde 4.0: em quais aspectos a indústria 4.0 impacta esse setor?

    Muitos profissionais que trabalham na área da saúde, em hospitais, têm curiosidade a respeito da chamada saúde 4.0. O que ela é? Qual diferença traz? Por que é importante? Além de outras questões sobre esse novo conceito. Porém, antes de saber a respeito dela, é preciso entender o que é a chamada indústria 4.0. Veja!

    O que é indústria 4.0 e qual a sua importância?

    Indústria 4.0 é o nome dado para a quarta revolução industrial da história da humanidade. A primeira foi aquela do século XIX, muito ligada ao setor têxtil. A segunda veio no início dos anos 1910, com o fordismo e a linha de montagem industrial. A terceira começou nos anos 1970, com a inclusão dos sistemas de automação em todo o processo das fábricas, inclusive com o uso de máquinas e robôs.

    Até que se chega à etapa dessa evolução industrial no mundo. A indústria 4.0 é o uso da inteligência artificial em todos os processos, mecanismos, equipamentos e sistemas de uma empresa. É facilitar o trabalho humano e trazer mais produtividade e eficiência.

    O que é saúde 4.0?

    A saúde 4.0 tem total ligação com esse conceito dado para a parte industrial. Hospitais, clínicas, consultórios também estão começando a usar mecanismos de inovação baseados em inteligência artificial em equipamentos, exames e computadores, na gestão e administração do negócio e em outras etapas importantes desse sistema.

    A revolução industrial ocorre em todas as áreas — e com a saúde não seria diferente. Claro que essa introdução robótica à saúde jamais vai ocupar o lugar essencial de humanos, como enfermeiros, técnicos diversos, médicos, dentistas, fisioterapeutas e psicólogos. No entanto, ela vai ajudar e muito na eficiência do atendimento e dos diagnósticos e na própria gerência de setores e equipes mais diversos dentro de um hospital.

    Quais são os desafios dessa evolução?

    O principal desafio é que a inteligência artificial ainda é um estudo, com poucas soluções práticas e viáveis no momento atual. É preciso caminhar com as pesquisas e, ao mesmo tempo, baratear os produtos advindos dessa nova tecnologia. Isso é o natural, é o que vai acontecer em poucos anos.

    A partir daí, com essas situações solucionadas, vai ser difícil encontrar um consultório sequer, independentemente do tamanho que tenha, que não use a saúde 4.0 para poder trazer mais eficiência ao serviço prestado.

    Na parte de logística, por exemplo, de compra de materiais e de organização de suprimentos essa evolução é essencial. A inteligência artificial vai poder dizer o que falta, o que precisa comprar, o que pode esperar para ser adquirido, organizando tudo da forma mais inteligível — enfim, vai ajudar bastante os profissionais dessa área essencial de um hospital.

    Além de ficarem curiosos, muitos profissionais têm medo do que essa novidade pode trazer para o próprio trabalho deles. Medo dos robôs errarem, de não funcionarem ou, ainda, de funcionarem tão bem, que não seja mais necessário ter humanos para gerir determinadas áreas.

    A resposta a isso é que todo mundo pode ficar tranquilo. Um produto baseado na inteligência artificial jamais vai sair de uma fábrica sem ter a certeza de que ele funciona corretamente e é impossível que a máquina sozinha dê conta de todo um trabalho, precisa-se de humanos para que elas funcionem, façam o trabalho delas da forma correta e sejam vigiadas para que esses erros não aconteçam.

    As máquinas não estão aí para roubar o lugar de ninguém, apenas para facilitar o trabalho e trazer mais eficiência em todas as áreas das relações humanas.

    Se tiver gostado deste texto sobre a saúde 4.0, compartilhe-o com seus colegas de trabalho nas suas redes sociais e aplicativos de mensagem!

    LEIA MAIS
    Gostou? Compartilhe este artigo!
    Conecte-se com a Medicalway
    Fique por dentro das nossas novidades!

      Filiais
      Rio Grande do Sul
      (51) 3209-0813
       
      Santa Catarina
      (47) 99187-8805
      © 2022 Medicalway Equipamentos Médicos LTDA. Todos os diretos reservados | CNPJ: 02.949.582/0001-82
      Desenvolvido por Fresh Lab - Agência  de Marketing Digital
      crossarrow-right-circle linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram